Desculpa aí pela demora, mas o trampo tá osso esses dias, mas tenho contos pra 3 semanas, hehe.No dia seguinte de transar com dois dos colegas dela, ela marcou de se encontrar com o Armando e disse que realmente tava interessada em fazer o ménage com o amigo dele. Combinaram pra daqui a duas semanas, enquanto ele organizava tudo. Claro que naquele dia ele deu uma bela enfiada no cu da minha esposa, que me contava que já aguentava bem pelo rabo e que curtia muito por ali, apesar do tamanhão do ex-colega dela. Quando ficamos sozinhos, depois de buscá-la no hotel, já em casa, enquanto eu aliviava o cu dela com minha língua, ela dizia que se sentia muito poderosa e gostosa por ter transado com três pessoas em menos de 24 horas e ter seu maridinho cuck aliviando a bucetinha apertada do que o último amante fez. Ela adorava me perguntar se, mesmo sendo tão puta, eu ainda a amava. Eu respondia (ainda com a porra do Armando no meu rosto) que amava ela mais do que nunca, que quanto mais puta ela fosse, mais eu ia amar.

Durante a semana, minha esposa foi ficando cada vez mais segura e assertiva. Pintou o cabelo de azul, arrumou ele e me fez comprar um monte de roupa bem sexy, desde fio-dental (ela só queria usar desses porque dizia que os normais machucavam, mas que os de fio parecia que não tava usando nada), calça de cintura baixa bem justa, saias putinhas, vestidos putinhos e um monte de roupa semi-transparente. Pra ser sincero, ela tava muito gostosa. Também me contou que no trabalho dela tava cada vez mais segura, natural e bem provocante, só que os amantes de sempre (Marcos, Luis e Ernesto) até ficavam intimidados com a atitude dela. Ela é quem esfregava a bunda neles, piscava o olho ou fazia indiretas sobre os relacionamentos, e eles só ficavam calados. Até os outros professores e a direção zoavam dos comentários picantes da minha esposa. Ela me disse que tava muito mais divertida no trabalho, que cada dia se sentia mais plena como mulher, adorava esse estilo de vida e me agradecia de coração por ter ensinado tudo isso a ela.

Claro que na sexta ela foi de novo com os colegas dela beber no bar, só que dessa vez me preocupou mesmo, porque ela não voltou até as 4 da manhã, eu já tava dormindo e ela, chegando bem bebada, me acordou de um jeito agressivo, me dando uns tapas na cara, falando que tipo de corno manso eu era por não estar esperando ela, que eu tinha que fazer isso porque os buraquinhos dela tavam muito irritados. Ela praticamente me puxou pelo cabelo e me fez descer pra fazer o meu tradicional oral depois que ela chegasse bem comida, só que dessa vez tava fedendo pra caralho a álcool, sexo e porra, parecia que ela tinha se divertido pra cacete, principalmente quando eu me aproximei dos buraquinhos dela e notei que a buceta dela tava bem aberta, com os lábios pra fora, e o cu dela tava completamente vermelho (parecia fechadinho, mas ao longo desses primeiros meses de chifre eu já tinha percebido que o cu da minha esposa era muito, muito elástico, acho que quando eu finalmente visse ela bem enfiada no cu, ia ver aquele buraco totalmente dilatado, mas sempre fechava quando ela chegava em casa), e os dois buracos tavam cheios de porra, mas era porra demais, principalmente no cu, assim que eu abri começou a jorrar porra de macho como eu nunca tinha visto, com certeza, pela hora, ela tinha transado mais de uma vez, mas não esperava o que ela começou a me contar, porque assim que eu vi, comecei a lamber que nem um bezerro. Ela, vendo isso, ficou com muito tesão, começou a me falar se eu gostava de toda a porra que ela tava trazendo, que eu parecia um puto bezerrinho, que eu era um viado, um comedor de porra promíscuo e coisas assim. Depois que ela se acalmou um pouco, começou a me dizer se eu gostava de engolir a porra de mais de um macho, eu tava no céu, e quando ela chegou no orgasmo, começou a me contar que foram pro bar e começaram a dançar e a passar a mão nela entre os 3 de um jeito bem descarado, e ela começou a ficar com muito tesão, lembrou do ménage que ia fazer com o Armando e quando já tavam fechando, Luis queria levar ela pro apê dele, mas ela disse que por que não iam os quatro continuar bebendo no apê do amigo dele, eles se entreolharam e no fim aceitaram, que no carro nem tocaram nela porque estavam super nervosos, que ela viu eles tão tensos que teve a ideia de passarem pra comprar outra garrafa de tequila, assim poderiam relaxar, então quando chegaram começaram a beber e botar música, aí ela, mesmo não gostando muito de dançar, começou a puxar eles pra dançar pra irem se soltando, coisa que começou a acontecer, então ela começou a deixar eles ainda mais tarados porque botou um funk e começou a rebolando forte neles, tanto que em poucos minutos ela tava de mini saia cintura e não tirava, então eles começaram a se aproximar e tocar nela, já no fogo ela se ajoelhou e começou a chupar a rola dos 3, apesar da excitação e tudo minha esposa me disse que eles estavam muito sérios, mas mesmo assim, Luis ficou atrás dela, ela na hora entendeu e empinou a raba, sem mais delongas e enquanto ela chupava as rolas do Marcos e do Ernesto, Luis meteu nela, ela não conseguia nem gemer nem nada, porque tava de boca cheia, me contou que se sentia plena, apesar deles estarem muito sérios (supomos que não estavam acostumados a ver outros caras pelados e muito menos na hora do sexo), que se revezaram várias vezes, só que um metia por trás (seja na buceta ou no cu) e os outros dois na boca, e assim ficaram até que gozaram os 3, todos terminaram no cu dela, depois dessa primeira rodada, continuaram bebendo, conversando e zoando já com o clima muito mais leve; mas o que é realmente interessante e tesudo, é que cada vez que um deles esquentava, sem muitas palavras, se aproximavam da minha esposa e aí sim pegavam ela, se revezaram por horas, ela perdeu a conta de quantos orgasmos teve, possuíram ela de muitas e variadas formas e posições, meteram em todos os buracos dela buracos, mas só um de cada vez, ela pediu expressamente que sempre gozassem dentro dela, no final minha esposa tava com a bucetinha e o cu ardendo por causa do uso tremendo que deram nela.

No final do que ela me contou, eu tava muito excitado, então sem jeito acabei praticamente sem me tocar; por isso minha esposa tirou sarro de mim, falando que eu era um corno manso, que deixasse ela dormir porque tava moída; durante aquela semana foi incrível, ela me humilhava praticamente todo dia e na segunda deixou eu penetrar ela, mas sempre enquanto eu tava metendo, ela falava que eu era um corno de pinto pequeno e quando eu gozei, ela mandou eu descer pra limpar todo o leite que deixei dentro dela.
Na sexta-feira, ela se livrou dos colegas dizendo que tinha um compromisso de família, mas na verdade queria chegar toda fresca e faminta de pica no encontro com o Armando, principalmente na expectativa de fazer o menage; aliás, esse menage seria com o melhor amigo do Armando, chamado Alejandro, minha esposa também o conhecia porque tinha feito algumas aulas com ele, ela me disse que ele não era muito bonito, mas era bem inteligente, e que desde a escola eram melhores amigos, completamente inseparáveis; e muitos dos boatos que fizeram minha esposa nunca dar mole pro Armando na faculdade tinham a ver justamente com sexo grupal onde esses dois amigos estavam sempre juntos, e parecia que eles não se importavam com essa fama, já que nunca se preocupavam em desmentir esses rumores.
Naquele sábado, minha esposa estava nervosa, mas muito feliz. Me pediu conselho sobre como se vestir. Perguntei se queria ir discreta ou completamente ousada, e ela disse que todo mundo já sabia pra que ela ia, então queria perder o mínimo de tempo possível. Por isso, escolhi pra ela um conjunto de lingerie com fio dental vermelho e um sutiã quase meia-taça; um putivestido preto semitransparente na parte de cima. Quando ela ia colocar uma regata, eu falei: "Não, deixa assim, o contraste entre o sutiã vermelho e o vestido preto vai ficar muito sexy." Coloquei nela umas meias pretas bem finas. Também me animei a perguntar se ela queria que eu depilasse ela. Ela começou a rir e disse que nunca tinha feito ou tentado, mas que isso mostrava como eu era um bom cuck, porque queria entregar ela pro primeiro ménage dela bem arrumadinha. Então ela deixou. Na verdade, eu não era muito habilidoso nisso, então depois de um tempão, principalmente com medo de machucar ela, deixei ela não completamente depilada, mas com um triângulo sexy em cima da montanha de Vênus dela. Ficou muito sexy e ela adorou, só faltando a parte da maquiagem. No final, ela também levou um casaco de veludo preto e saltos bem altos. Ela estava simplesmente espetacular, porque se maquiou de forma bem discreta. Dessa vez ela disse: "Se já vou vestida de puta, quero ir discreta na maquiagem." Antes de sair, ela falou pra eu não me masturbar, que queria que quando ela voltasse, eu adicionasse meu gozo ao dos caras dela pra limpar tudo. Claro que eu disse que sim.

Fiquei nervoso por quase 5 horas, quando de repente vejo um carro preto muito bonito e de luxo parar na porta de casa, era a primeira vez que o Armando trazia ela pra cá; minha esposa ainda demorou uns 20 ou 25 minutos pra sair do carro, eu tava subindo pelas paredes de tesão, porque com muito custo tinha cumprido a promessa pra minha esposa e nem me toquei nesse tempo todo; tava pensando nisso quando vejo minha esposa entrar com a maquiagem toda borrada, completamente despenteada mas com um sorriso enorme de orelha a orelha, levanto pra receber ela com um beijo muito apaixonado, ufa, tava fedendo a pica e porra e ela não falava nada, só se jogou no sofá e me mandou tirar as sapatilhas dela, já não tava mais de meia, eu tava muito excitado quando ela começou a dizer que tinha sido uma sessão incrível, que tinha adorado e que dava pra ver que eles tinham experiência em sexo grupal, me perguntou se eu tinha obedecido ela, falei que claro, ela sorriu e disse, assim que eu gosto, promíscuo, me puxou pelo cabelo e me abaixou pra chupar a bucetinha dela, de novo ela tava toda arrebentada, igual o cuzinho vermelho, e os dois buraquinhos cheios de porra; falei que parecia que ela tinha curtido muito, ela disse que sim, claro, que eles eram uns verdadeiros machos de pau grande, que não perderam tempo, ela pensou que iam convidar ela pra jantar, mas não, assim que chegou subiram pro quarto que tinham reservado, e que no elevador já vinham passando a mão nela gostoso sem nenhuma vergonha, que mais, uma senhora já de idade olhou feio pra eles por causa do comportamento, mas os três cagaram e continuaram brincando, se beijando e se tocando; assim que entraram no quarto abriram uma garrafa de champanhe e brindaram, que o filho da puta do Armando brindou por como a mais apertada do salão agora era uma puta completa e os três riram como se fosse uma grande piada, então o Armando beijou ela fundo e lascivamente na boca, enquanto o amigo Alejandro começava a tocar as pernas e as nádegas dela. Assim que sentiu, ela abriu as pernas e ele disse: "Olha, você treinou bem essa putinha", e todos riram de novo. Armando pegou ela pela cabeça e empurrou suavemente pra minha esposa ficar de joelhos. Ela puxou os dois paus pra fora e viu que, embora o de Alejandro não fosse tão descomunal quanto o do amigo, era bem respeitável, grosso e cheio de veias. Pensou que ia se divertir pra caralho com eles. Enquanto chupava os dois paus, alternando de um pro outro, eles comentavam como minha mulher era gostosa e como o trabalho dela era foda. Alejandro notou que ela devia ter muita experiência pra engolir um sabre daqueles (se referindo ao do amigo) sem reclamar, e Armando, todo feliz, disse que no começo ela teve dificuldade pra se acostumar, mas que agora era uma chupadora profissional. Minha esposa me contou que adorou eles falarem assim, como se ela não estivesse ali, que se sentiu usada, como se fosse uma puta qualquer. Mesmo no começo não sendo tão agressivos, esses detalhes a excitaram pra caralho. Depois de um bom tempo chupando vara, levantaram minha mulher. O mais selvagem, Alejandro, arrancou as meias dela sem a menor consideração, e Armando mandou ela se despir completamente, comentando que ela ficava muito gostosa com aquele triângulo peludo, que parecia uma puta cara. Minha esposa, sem nenhuma vergonha, disse que tinha sido o corno do marido dela quem tinha sugerido e feito o trabalho de depilação fina que eles viam. Os dois filhos da puta riram pra caralho com isso, comentando que o marido dela devia ser um baita otário, além de ser um corno manso, ainda era o barbeiro da puta. Resumindo, os dois queriam provar minha esposa, e ela mandou na lata: "Não sejam viadinhos, vocês prometeram uma dupla penetração de verdade". Armando perguntou pro Alejandro se ele imaginava a menina comportada da faculdade pedindo um pau por... cada buraco, e Alejandro respondeu que não, mas que agora estavam realizando. Armando fez valer o tempo maior que conhecia minha esposa, então disse ao amigo para se deitar de barriga pra cima que ele ia primeiro dar no cu da foxy. Assim que fez isso, o amigo pegou minha esposa pela mão e a fez sentar na pica do Alejandro, já que o Armando tinha entrado com um pouco de dificuldade e começou a penetrar ela pelo cu. Minha esposa me contou, toda excitada, que era uma das melhores sensações que já tinha sentido, que era um puta choque de prazer, que quase desmaiou. Ela se sentia completamente preenchida e com a liberdade de gritar e gemir tão alto quanto quisesse. Me disse que provocava eles com todos os insultos que vinham na cabeça, chamava eles de impotentes, mandava bater mais forte, que era a foxy deles, a putinha deles, a vadia deles, que estourassem os dois buracos dela, que eram deles pra usar como quisessem. Eles estavam muito bem coordenados, dava pra ver que já tinham feito aquilo muitas vezes, porque praticamente sem falar nada, enquanto a pica do Alejandro saía, a do Armando entrava e vice-versa. Ela tava adorando, e provocou tanto que o Armando pegou ela pelo cabelo e disse que ela era uma puta barata, que ia ser o depósito de porra deles, que iam mandar ela toda arrebentada pra casa, que ela não ia nem conseguir sentar de tanta dor que iam deixar, que ela não ia sentir o pinto pequeno do corno do marido dela depois da surra de pica que iam dar. Minha mulher me contou que não sabe nem quanto tempo ficaram naquilo nem quantos orgasmos teve, só que foi a experiência mais erótica e sexual que já teve na vida. Quase ao mesmo tempo, os dois ex-colegas dela se esvaziaram pela primeira vez nos buracos dela, e ela gritou, gritou, gritou até quase desmaiar.


Depois daquela primeira rodada, eles ficaram conversando mais tranquilos, terminando a garrafa de champanhe. Alejandro fazia perguntas muito interessantes sobre o relacionamento que ela tinha com o marido, como tinha rolado, quem tinha proposto o acordo, como o marido dela sentia prazer, se ela era dominante comigo. Minha esposa respondeu o melhor e mais honestamente que pôde. Alejandro comentou que sorte a nossa de termos nos encontrado, que com certeza nenhum outro homem teria despertado a fera que ela tinha dentro de si, com toda a segurança que um casamento e uma família feliz lhe davam, e que o marido dela jamais poderia ter dado vazão às fantasias de ser dominado e humilhado sem se sentir menos homem, e ainda por cima ela podia curtir todo o sexo que quisesse. No fim das contas, Armando, como sempre, não prestava muita atenção na conversa, mas entre um gole e outro, começou a ficar excitado de novo. Então ele disse que queria experimentar outra posição, que Alejandro se deitasse de barriga pra cima. Alejandro respondeu que agora era a vez da bunda da foxy, e o outro rebateu dizendo pra ele não se preocupar, que ele ia ter. Quando Alejandro se deitou, Armando colocou minha esposa pra sentar no pau de Alejandro com a buceta, de barriga pra cima. Ela me contou que quase caiu, que não tinha equilíbrio suficiente pra se manter assim. Então sentiu as mãos fortes de Alejandro segurando ela pelas nádegas, enquanto ela abria as pernas o máximo que podia pra receber na bucetinha já arrombada o pau monstruoso de Armando. E de novo, a cadência, o ritmo e a coordenação dos dois amantes foi espetacular. Ela terminou uivando de prazer e dor, principalmente porque depois de alguns xingamentos, Armando começou a dar tapas nela sem medir a força. Alejandro gritava pra ele se acalmar, e Armando respondia: "O marido dela é tão viadinho que vai nos agradecer por espancar a puta da mulher dele". E minha esposa, em vez de reclamar, gemia e uivava pedindo mais, até que... De novo terminaram de forma espetacular, mais uma vez minha mulher sem nem saber quantos orgasmos teve. Assim que terminaram, caíram no sono por umas boas horas. Quando acordaram, pediram serviço de quarto, porque claro, estavam morrendo de fome. Ela estava super feliz e carinhosa com os dois, e, ao contrário do que eu esperava, eles também agiram do mesmo jeito, trocando abraços, beijos escondidos e se acariciando de um jeito bem natural. Assim que terminaram de comer, se vestiram, e o Armando perguntou se ela queria que ele a levasse pra casa. Ela estava toda contente, porque antes ele sempre ficava distante depois do sexo. Os dois a trouxeram pra casa. Perguntei se ela tinha dado um boquete de despedida, e ela piscou um olho cúmplice e respondeu com um sorrisão: "Sim, pros dois, mas o Armando se empolgou e fez eu engolir a rola inteira até as bolas, por isso que cheguei toda desarrumada. Mas fiz com muita alegria, pelo tanto de prazer que eles me deram." No fim, combinaram de manter contato pra repetir essa experiência fantástica.

Por mim, consegui com minha língua que ela gozasse enquanto eu me masturbava feito um louco. Ela mandou eu gozar nos peitos dela pra eu limpar meu leite. Depois dessa putaria toda, já com as primeiras luzes do amanhecer, minha esposa caindo no sono só me disse: “valeu”.
Continua...

Durante a semana, minha esposa foi ficando cada vez mais segura e assertiva. Pintou o cabelo de azul, arrumou ele e me fez comprar um monte de roupa bem sexy, desde fio-dental (ela só queria usar desses porque dizia que os normais machucavam, mas que os de fio parecia que não tava usando nada), calça de cintura baixa bem justa, saias putinhas, vestidos putinhos e um monte de roupa semi-transparente. Pra ser sincero, ela tava muito gostosa. Também me contou que no trabalho dela tava cada vez mais segura, natural e bem provocante, só que os amantes de sempre (Marcos, Luis e Ernesto) até ficavam intimidados com a atitude dela. Ela é quem esfregava a bunda neles, piscava o olho ou fazia indiretas sobre os relacionamentos, e eles só ficavam calados. Até os outros professores e a direção zoavam dos comentários picantes da minha esposa. Ela me disse que tava muito mais divertida no trabalho, que cada dia se sentia mais plena como mulher, adorava esse estilo de vida e me agradecia de coração por ter ensinado tudo isso a ela.

Claro que na sexta ela foi de novo com os colegas dela beber no bar, só que dessa vez me preocupou mesmo, porque ela não voltou até as 4 da manhã, eu já tava dormindo e ela, chegando bem bebada, me acordou de um jeito agressivo, me dando uns tapas na cara, falando que tipo de corno manso eu era por não estar esperando ela, que eu tinha que fazer isso porque os buraquinhos dela tavam muito irritados. Ela praticamente me puxou pelo cabelo e me fez descer pra fazer o meu tradicional oral depois que ela chegasse bem comida, só que dessa vez tava fedendo pra caralho a álcool, sexo e porra, parecia que ela tinha se divertido pra cacete, principalmente quando eu me aproximei dos buraquinhos dela e notei que a buceta dela tava bem aberta, com os lábios pra fora, e o cu dela tava completamente vermelho (parecia fechadinho, mas ao longo desses primeiros meses de chifre eu já tinha percebido que o cu da minha esposa era muito, muito elástico, acho que quando eu finalmente visse ela bem enfiada no cu, ia ver aquele buraco totalmente dilatado, mas sempre fechava quando ela chegava em casa), e os dois buracos tavam cheios de porra, mas era porra demais, principalmente no cu, assim que eu abri começou a jorrar porra de macho como eu nunca tinha visto, com certeza, pela hora, ela tinha transado mais de uma vez, mas não esperava o que ela começou a me contar, porque assim que eu vi, comecei a lamber que nem um bezerro. Ela, vendo isso, ficou com muito tesão, começou a me falar se eu gostava de toda a porra que ela tava trazendo, que eu parecia um puto bezerrinho, que eu era um viado, um comedor de porra promíscuo e coisas assim. Depois que ela se acalmou um pouco, começou a me dizer se eu gostava de engolir a porra de mais de um macho, eu tava no céu, e quando ela chegou no orgasmo, começou a me contar que foram pro bar e começaram a dançar e a passar a mão nela entre os 3 de um jeito bem descarado, e ela começou a ficar com muito tesão, lembrou do ménage que ia fazer com o Armando e quando já tavam fechando, Luis queria levar ela pro apê dele, mas ela disse que por que não iam os quatro continuar bebendo no apê do amigo dele, eles se entreolharam e no fim aceitaram, que no carro nem tocaram nela porque estavam super nervosos, que ela viu eles tão tensos que teve a ideia de passarem pra comprar outra garrafa de tequila, assim poderiam relaxar, então quando chegaram começaram a beber e botar música, aí ela, mesmo não gostando muito de dançar, começou a puxar eles pra dançar pra irem se soltando, coisa que começou a acontecer, então ela começou a deixar eles ainda mais tarados porque botou um funk e começou a rebolando forte neles, tanto que em poucos minutos ela tava de mini saia cintura e não tirava, então eles começaram a se aproximar e tocar nela, já no fogo ela se ajoelhou e começou a chupar a rola dos 3, apesar da excitação e tudo minha esposa me disse que eles estavam muito sérios, mas mesmo assim, Luis ficou atrás dela, ela na hora entendeu e empinou a raba, sem mais delongas e enquanto ela chupava as rolas do Marcos e do Ernesto, Luis meteu nela, ela não conseguia nem gemer nem nada, porque tava de boca cheia, me contou que se sentia plena, apesar deles estarem muito sérios (supomos que não estavam acostumados a ver outros caras pelados e muito menos na hora do sexo), que se revezaram várias vezes, só que um metia por trás (seja na buceta ou no cu) e os outros dois na boca, e assim ficaram até que gozaram os 3, todos terminaram no cu dela, depois dessa primeira rodada, continuaram bebendo, conversando e zoando já com o clima muito mais leve; mas o que é realmente interessante e tesudo, é que cada vez que um deles esquentava, sem muitas palavras, se aproximavam da minha esposa e aí sim pegavam ela, se revezaram por horas, ela perdeu a conta de quantos orgasmos teve, possuíram ela de muitas e variadas formas e posições, meteram em todos os buracos dela buracos, mas só um de cada vez, ela pediu expressamente que sempre gozassem dentro dela, no final minha esposa tava com a bucetinha e o cu ardendo por causa do uso tremendo que deram nela.

No final do que ela me contou, eu tava muito excitado, então sem jeito acabei praticamente sem me tocar; por isso minha esposa tirou sarro de mim, falando que eu era um corno manso, que deixasse ela dormir porque tava moída; durante aquela semana foi incrível, ela me humilhava praticamente todo dia e na segunda deixou eu penetrar ela, mas sempre enquanto eu tava metendo, ela falava que eu era um corno de pinto pequeno e quando eu gozei, ela mandou eu descer pra limpar todo o leite que deixei dentro dela.
Na sexta-feira, ela se livrou dos colegas dizendo que tinha um compromisso de família, mas na verdade queria chegar toda fresca e faminta de pica no encontro com o Armando, principalmente na expectativa de fazer o menage; aliás, esse menage seria com o melhor amigo do Armando, chamado Alejandro, minha esposa também o conhecia porque tinha feito algumas aulas com ele, ela me disse que ele não era muito bonito, mas era bem inteligente, e que desde a escola eram melhores amigos, completamente inseparáveis; e muitos dos boatos que fizeram minha esposa nunca dar mole pro Armando na faculdade tinham a ver justamente com sexo grupal onde esses dois amigos estavam sempre juntos, e parecia que eles não se importavam com essa fama, já que nunca se preocupavam em desmentir esses rumores.
Naquele sábado, minha esposa estava nervosa, mas muito feliz. Me pediu conselho sobre como se vestir. Perguntei se queria ir discreta ou completamente ousada, e ela disse que todo mundo já sabia pra que ela ia, então queria perder o mínimo de tempo possível. Por isso, escolhi pra ela um conjunto de lingerie com fio dental vermelho e um sutiã quase meia-taça; um putivestido preto semitransparente na parte de cima. Quando ela ia colocar uma regata, eu falei: "Não, deixa assim, o contraste entre o sutiã vermelho e o vestido preto vai ficar muito sexy." Coloquei nela umas meias pretas bem finas. Também me animei a perguntar se ela queria que eu depilasse ela. Ela começou a rir e disse que nunca tinha feito ou tentado, mas que isso mostrava como eu era um bom cuck, porque queria entregar ela pro primeiro ménage dela bem arrumadinha. Então ela deixou. Na verdade, eu não era muito habilidoso nisso, então depois de um tempão, principalmente com medo de machucar ela, deixei ela não completamente depilada, mas com um triângulo sexy em cima da montanha de Vênus dela. Ficou muito sexy e ela adorou, só faltando a parte da maquiagem. No final, ela também levou um casaco de veludo preto e saltos bem altos. Ela estava simplesmente espetacular, porque se maquiou de forma bem discreta. Dessa vez ela disse: "Se já vou vestida de puta, quero ir discreta na maquiagem." Antes de sair, ela falou pra eu não me masturbar, que queria que quando ela voltasse, eu adicionasse meu gozo ao dos caras dela pra limpar tudo. Claro que eu disse que sim.

Fiquei nervoso por quase 5 horas, quando de repente vejo um carro preto muito bonito e de luxo parar na porta de casa, era a primeira vez que o Armando trazia ela pra cá; minha esposa ainda demorou uns 20 ou 25 minutos pra sair do carro, eu tava subindo pelas paredes de tesão, porque com muito custo tinha cumprido a promessa pra minha esposa e nem me toquei nesse tempo todo; tava pensando nisso quando vejo minha esposa entrar com a maquiagem toda borrada, completamente despenteada mas com um sorriso enorme de orelha a orelha, levanto pra receber ela com um beijo muito apaixonado, ufa, tava fedendo a pica e porra e ela não falava nada, só se jogou no sofá e me mandou tirar as sapatilhas dela, já não tava mais de meia, eu tava muito excitado quando ela começou a dizer que tinha sido uma sessão incrível, que tinha adorado e que dava pra ver que eles tinham experiência em sexo grupal, me perguntou se eu tinha obedecido ela, falei que claro, ela sorriu e disse, assim que eu gosto, promíscuo, me puxou pelo cabelo e me abaixou pra chupar a bucetinha dela, de novo ela tava toda arrebentada, igual o cuzinho vermelho, e os dois buraquinhos cheios de porra; falei que parecia que ela tinha curtido muito, ela disse que sim, claro, que eles eram uns verdadeiros machos de pau grande, que não perderam tempo, ela pensou que iam convidar ela pra jantar, mas não, assim que chegou subiram pro quarto que tinham reservado, e que no elevador já vinham passando a mão nela gostoso sem nenhuma vergonha, que mais, uma senhora já de idade olhou feio pra eles por causa do comportamento, mas os três cagaram e continuaram brincando, se beijando e se tocando; assim que entraram no quarto abriram uma garrafa de champanhe e brindaram, que o filho da puta do Armando brindou por como a mais apertada do salão agora era uma puta completa e os três riram como se fosse uma grande piada, então o Armando beijou ela fundo e lascivamente na boca, enquanto o amigo Alejandro começava a tocar as pernas e as nádegas dela. Assim que sentiu, ela abriu as pernas e ele disse: "Olha, você treinou bem essa putinha", e todos riram de novo. Armando pegou ela pela cabeça e empurrou suavemente pra minha esposa ficar de joelhos. Ela puxou os dois paus pra fora e viu que, embora o de Alejandro não fosse tão descomunal quanto o do amigo, era bem respeitável, grosso e cheio de veias. Pensou que ia se divertir pra caralho com eles. Enquanto chupava os dois paus, alternando de um pro outro, eles comentavam como minha mulher era gostosa e como o trabalho dela era foda. Alejandro notou que ela devia ter muita experiência pra engolir um sabre daqueles (se referindo ao do amigo) sem reclamar, e Armando, todo feliz, disse que no começo ela teve dificuldade pra se acostumar, mas que agora era uma chupadora profissional. Minha esposa me contou que adorou eles falarem assim, como se ela não estivesse ali, que se sentiu usada, como se fosse uma puta qualquer. Mesmo no começo não sendo tão agressivos, esses detalhes a excitaram pra caralho. Depois de um bom tempo chupando vara, levantaram minha mulher. O mais selvagem, Alejandro, arrancou as meias dela sem a menor consideração, e Armando mandou ela se despir completamente, comentando que ela ficava muito gostosa com aquele triângulo peludo, que parecia uma puta cara. Minha esposa, sem nenhuma vergonha, disse que tinha sido o corno do marido dela quem tinha sugerido e feito o trabalho de depilação fina que eles viam. Os dois filhos da puta riram pra caralho com isso, comentando que o marido dela devia ser um baita otário, além de ser um corno manso, ainda era o barbeiro da puta. Resumindo, os dois queriam provar minha esposa, e ela mandou na lata: "Não sejam viadinhos, vocês prometeram uma dupla penetração de verdade". Armando perguntou pro Alejandro se ele imaginava a menina comportada da faculdade pedindo um pau por... cada buraco, e Alejandro respondeu que não, mas que agora estavam realizando. Armando fez valer o tempo maior que conhecia minha esposa, então disse ao amigo para se deitar de barriga pra cima que ele ia primeiro dar no cu da foxy. Assim que fez isso, o amigo pegou minha esposa pela mão e a fez sentar na pica do Alejandro, já que o Armando tinha entrado com um pouco de dificuldade e começou a penetrar ela pelo cu. Minha esposa me contou, toda excitada, que era uma das melhores sensações que já tinha sentido, que era um puta choque de prazer, que quase desmaiou. Ela se sentia completamente preenchida e com a liberdade de gritar e gemir tão alto quanto quisesse. Me disse que provocava eles com todos os insultos que vinham na cabeça, chamava eles de impotentes, mandava bater mais forte, que era a foxy deles, a putinha deles, a vadia deles, que estourassem os dois buracos dela, que eram deles pra usar como quisessem. Eles estavam muito bem coordenados, dava pra ver que já tinham feito aquilo muitas vezes, porque praticamente sem falar nada, enquanto a pica do Alejandro saía, a do Armando entrava e vice-versa. Ela tava adorando, e provocou tanto que o Armando pegou ela pelo cabelo e disse que ela era uma puta barata, que ia ser o depósito de porra deles, que iam mandar ela toda arrebentada pra casa, que ela não ia nem conseguir sentar de tanta dor que iam deixar, que ela não ia sentir o pinto pequeno do corno do marido dela depois da surra de pica que iam dar. Minha mulher me contou que não sabe nem quanto tempo ficaram naquilo nem quantos orgasmos teve, só que foi a experiência mais erótica e sexual que já teve na vida. Quase ao mesmo tempo, os dois ex-colegas dela se esvaziaram pela primeira vez nos buracos dela, e ela gritou, gritou, gritou até quase desmaiar.


Depois daquela primeira rodada, eles ficaram conversando mais tranquilos, terminando a garrafa de champanhe. Alejandro fazia perguntas muito interessantes sobre o relacionamento que ela tinha com o marido, como tinha rolado, quem tinha proposto o acordo, como o marido dela sentia prazer, se ela era dominante comigo. Minha esposa respondeu o melhor e mais honestamente que pôde. Alejandro comentou que sorte a nossa de termos nos encontrado, que com certeza nenhum outro homem teria despertado a fera que ela tinha dentro de si, com toda a segurança que um casamento e uma família feliz lhe davam, e que o marido dela jamais poderia ter dado vazão às fantasias de ser dominado e humilhado sem se sentir menos homem, e ainda por cima ela podia curtir todo o sexo que quisesse. No fim das contas, Armando, como sempre, não prestava muita atenção na conversa, mas entre um gole e outro, começou a ficar excitado de novo. Então ele disse que queria experimentar outra posição, que Alejandro se deitasse de barriga pra cima. Alejandro respondeu que agora era a vez da bunda da foxy, e o outro rebateu dizendo pra ele não se preocupar, que ele ia ter. Quando Alejandro se deitou, Armando colocou minha esposa pra sentar no pau de Alejandro com a buceta, de barriga pra cima. Ela me contou que quase caiu, que não tinha equilíbrio suficiente pra se manter assim. Então sentiu as mãos fortes de Alejandro segurando ela pelas nádegas, enquanto ela abria as pernas o máximo que podia pra receber na bucetinha já arrombada o pau monstruoso de Armando. E de novo, a cadência, o ritmo e a coordenação dos dois amantes foi espetacular. Ela terminou uivando de prazer e dor, principalmente porque depois de alguns xingamentos, Armando começou a dar tapas nela sem medir a força. Alejandro gritava pra ele se acalmar, e Armando respondia: "O marido dela é tão viadinho que vai nos agradecer por espancar a puta da mulher dele". E minha esposa, em vez de reclamar, gemia e uivava pedindo mais, até que... De novo terminaram de forma espetacular, mais uma vez minha mulher sem nem saber quantos orgasmos teve. Assim que terminaram, caíram no sono por umas boas horas. Quando acordaram, pediram serviço de quarto, porque claro, estavam morrendo de fome. Ela estava super feliz e carinhosa com os dois, e, ao contrário do que eu esperava, eles também agiram do mesmo jeito, trocando abraços, beijos escondidos e se acariciando de um jeito bem natural. Assim que terminaram de comer, se vestiram, e o Armando perguntou se ela queria que ele a levasse pra casa. Ela estava toda contente, porque antes ele sempre ficava distante depois do sexo. Os dois a trouxeram pra casa. Perguntei se ela tinha dado um boquete de despedida, e ela piscou um olho cúmplice e respondeu com um sorrisão: "Sim, pros dois, mas o Armando se empolgou e fez eu engolir a rola inteira até as bolas, por isso que cheguei toda desarrumada. Mas fiz com muita alegria, pelo tanto de prazer que eles me deram." No fim, combinaram de manter contato pra repetir essa experiência fantástica.

Por mim, consegui com minha língua que ela gozasse enquanto eu me masturbava feito um louco. Ela mandou eu gozar nos peitos dela pra eu limpar meu leite. Depois dessa putaria toda, já com as primeiras luzes do amanhecer, minha esposa caindo no sono só me disse: “valeu”.
Continua...
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