Minha mãe virou minha puta - Cap 3: O Presente do Mirko

Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5382442/Mi-madre-se-volvio-mi-puta-Cap-1-Introduccion.html


Cap2: http://www.poringa.net/posts/relatos/5400033/Mi-madre-se-volvio-mi-puta-Cap-2-El-inicio.html

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— Cê tá falando sério? Mijaram nela e largaram ela lá?

— Sim, foi muito excitante — Mirko me olhava surpreso com o que eu tava contando.

— E aí, o que aconteceu depois?

— Convenci ela a te emprestar como presente de aniversário.

— Que?! Não acredito — Ele riu debochando — Me dá uma prova e faço sua tarefa o resto do ano — Riu de novo, nervoso.

— Tá bom, tá bom — Ouvi a campainha pra entrar na aula — Vou conseguir a prova que você quer, vai se preparando pro seu presente porque é amanhã e não pode estragar.

— Tá, tá, o que você disser — Respondeu sem acreditar.

Naquele dia voltei cedo das aulas. Minha mãe tava no sofá de roupão e com um conjunto sexy por baixo. A gente tinha uma espécie de costume, quando ela tava com vontade vestia aquilo pra que, se eu chegasse com alguém, soubesse que ela tava a fim e fosse satisfazer ela em segredo.

— Nossa, como você tá lindo — Me deu um beijo de língua que correspondi.

— Tô bem, trouxe novidades.

— Me conta — Disse intrigada enquanto se apoiava no encosto do sofá.

— Como você sabe, o aniversário do Mirko é amanhã. Contei sobre meu presente, mas ele não acredita em mim.

— E qual é o seu plano? — Respondeu com dúvidas.

Peguei um marcador preto da minha mochila e virei pra olhar ela.

— Sobe no sofá e fica de quatro.

Ela obedeceu. Levantei o roupão dela e com o marcador desenhei um laço numa das bundas dela, na outra escrevi:

"Para o Mirko, de parte da 'bunda gostosa' (já que era assim que todo mundo chamava ela).

Peguei meu celular e tirei uma foto.

— Sério que esse é o seu plano? — Riu enquanto se levantava.

— Sim, então hoje nada de transar. Segura até amanhã pra acumular mais vontade.

Peguei meu celular e fui pro meu chat com o Mirko.

Eu: Aqui tá sua prova, é assim que ela te espera amanhã hehe

Eu: *Anexei a foto que tirei antes*

Mirko: pfff achei que cê tava mentindo, nem sabe como isso me deixou.

Eu: Imagina as coisas que você vai fazer amanhã, foda-se, permissão pra fazer o que quiser com ela.

Deixei. Meu celular de lado e segui meu dia normalmente.

[No dia seguinte]

Quando saí da escola, já passava das quatro da tarde. O dia tinha sido lento, talvez fosse meu nervosismo por ter emprestado minha mãe pro meu melhor amigo.

Falei pro Mirko me acompanhar até em casa, ele já sabia que o presente dele tava pronto.

— Trouxe camisinha caso sua mãe não tenha — Mirko me olhou enquanto me mostrava.

Eu ri baixinho, o que fez ele ficar envergonhado.

— Relaxa, ela não pode engravidar.

Minha mãe tinha colocado um chip anticoncepcional uns meses antes, então não tinha risco. Ele sorriu como se tivesse ganhado na loteria.

Quando chegamos em casa, entramos e tudo estava em silêncio. Convidei o Mirko pra entrar, ofereci uma cerveja e sentamos no sofá. Ele tava inquieto, olhando pra todo lado enquanto bebia um gole atrás do outro.

Olhei pro meu relógio por uns segundos e, vendo que ela não vinha, decidi chamar.

— Foxy, vem! — Mirko me olhou surpreso quando ouviu como eu a chamei.

— Já vou, amo~! — Ela respondeu do quarto dela.

Poucos segundos depois, o som de uns saltos altos foi ficando cada vez mais perto, até que ela chegou.

Minha mãe parou na nossa frente. Tava usando uns saltos altos, um conjunto sexy preto feito de tiras que iam das coxas até os peitos. Tinha os lábios pintados de preto e o cabelo meio bagunçado.

— Aqui estou, amo~ — Falou num tom sexy.

Ela chegou perto de mim e me deu um beijo de língua, e depois olhou pro convidado e mordeu o lábio.

— Oi, querido — Sorriu pra ele — Como você tá?

— Oi, Verônica, que gostosa você tá — Ele disse enquanto engolia seco.

Minha mãe virou o olhar pra mim.

— Que fofo seu convidado, que tal dar o presente pra ele?

— Acho que você devia dar, pode começar.

Ela virou pra olhar ele enquanto sorria.

— Lembra que isso fica entre nós e que não vai se repetir, então espero que você curta.

Minha Mãe se aproximou de Mirko e apoiou firme a mão na pica dele enquanto o beijava de língua. Ela se ajoelhou devagar, se colocando entre as pernas dele.

— Sabe? Você tá muito tenso, Mirko — disse, olhando fixo pra ele enquanto abaixava a calça e tirava a pica dele — Talvez eu possa fazer algo pra te deixar mais calmo~

— Uff — Mirko suspirou enquanto tirava a camiseta — Sim, Vero, por favor.

Ela sorriu e colocou a ponta na boca depois de dar uma lambida como se fosse um sorvete. Aos poucos, foi enfiando mais e mais, começou a bombar com a boca de um jeito profundo, mas lento.

Os minutos passaram e Mirko ficou mais tranquilo, com mais confiança.

— Deus, Verônica, você é uma expert — Ele prendeu o cabelo dela num rabo de cavalo pra ver melhor — Mas acho que você precisa de mais pra me satisfazer! — Cuspiu no rosto dela e colocou a mão atrás da cabeça da minha mãe.

Os movimentos que eram suaves se transformaram em brutos. Minha mãe fechou os olhos e se deixou guiar pelos puxões que Mirko dava.

— Que puta que é sua mãe — Disse Mirko enquanto me olhava.

Minha mãe se levantou e deu um tapa na cara de Mirko, depois puxou ele pelo cabelo.

— Quem você pensa que é, imbecil? — Minha mãe se virou e, puxando o cabelo de Mirko, enfiou o rosto dele entre as nádegas dela — Come meu cu, seu moleque malcriado!

Mirko, obediente à minha mãe, começou a chupar tudo, o rosto dele subia e descia entre as nádegas dela, que longe de afastá-lo, apertava a cabeça dele pra ele não conseguir sair.

— Muito bem, idiota. Come meu cu — Mirko enfiava a língua no cu dela até onde conseguia, minha mãe respondia com gemidos.

Finalmente, ela soltou a cabeça dele e fez ele se deitar com um empurrão. Isso tava ficando bom.
Acendi um cigarro enquanto minha mãe subia em cima de Mirko.

— Olha bem pra mim, garoto, porque você nunca mais vai ficar com uma como eu.

Verônica enfiou a paca dele de uma sentada, o que fez os dois suspirarem de prazer.
Ela mexia a cintura pra frente e pra trás enquanto dava umas Sentadas.
Mirko olhava e chupava os peitos dela.

— Que tal, gostoso? Tá gostando do presente~?

— Tô amando, Verônica. Quero te comer o dia inteiro.

Verônica deu uma risadinha.

— Ninguém tem pressa, mas como eu disse, isso não vai se repetir, então realiza todas as suas fantasias.

Mirko pensou por uns segundos.

— Cê tá...?

Mirko interrompeu minha mãe dando um tapa nela, o que a fez se assustar.

— É, vai ser minha única vez, então vou garantir que vou arrebentar a "bunda grande"!

Ele colocou as mãos na bunda da minha mãe e, enquanto separava, começou a se mover de forma selvagem, quase fazendo minha mãe gritar.

Enquanto isso, tirei minha pica pra fora enquanto observava a cena e só fiquei batendo uma até terminar o cigarro.
Os gemidos da minha mãe inundaram a casa. O Mirko tava realizando a fantasia que ele tinha há anos, e eu admito que curtia o privilégio de "emprestar" a minha mãe como se ela fosse minha propriedade.Verônica dava sentadas fortes enquanto apoiava as mãos no peito do Mirko, que aproveitava de vez em quando pra dar uns tapas na bunda dela. -É só isso? Pensei que "a rabuda" seria mais piranha! -disse Mirko em um tom desafiador- Minha mãe sorriu e tirou ela, depois subiu por cima de mim de costas, com a bunda virada na minha direção. Ela enfiou de novo e começou a se mexer num ritmo mais rápido e pesado. - E aí, meu senhor. Não quer entrar na festa? Minha boca tá livre, ahh! — Não, dessa vez eu só vou olhar — respondi sorrindo. Afinal, ela era minha e eu a tinha todos os dias, enquanto ele só teria essa chance, por enquanto... já que no fundo eu tinha mais planos pro futuro. Mirko começou a se agitar enquanto a puxava pelo cabelo com força. -V-Vou gozar, puta! -Me enche de porra!" -Respondeu minha mãe. Coisa que não demorou nada, já que poucos segundos depois ele gozou dentro da buceta da minha mãe. Teve suspiros ofegantes dos dois lados por uns segundos, aí ele tirou devagar e se levantou enquanto acendia um cigarro. - Feliz aniversário, gostosa. Espero que tenha curtido seu presente - Ele disse enquanto acariciava o queixo dela e depois a bochecha - Agora, amadureci que quero ficar com meu dono. - Adorei, Verônica! Muito obrigada, hehe - Mirkov vestiu-se de novo, sorrindo, se despediu de mim com nosso cumprimento de sempre e foi embora. Minha mãe ficou de quatro e se colocou entre minhas pernas. - Ele me comeu gostoso, mas acho que tô com vontade de mais. —Você cheira a puta de porra —cuspi no rosto dela — mas não vai me deixar de pau duro assim, então... —peguei ela pelo cabelo e enfiei na boca dela— Imediatamente senti a língua dela fazendo círculos na ponta, ela fazia tão bem. Dava cabeçadas que faziam ela engasgar, mas não parava de chupar meu pau. Não demorou muito pra ela ficar com o rosto e minhas pernas cobertos de saliva que escorria da boca dela.
Quando tirei ele da boca dela, ela mostrou a língua como sinal pra eu cuspir de novo. Eu fiz isso e depois dei um tapa na cara dela. - Sou sua putinha gostosa, amor! Fiquei atrás dela, que ainda estava de quatro, e puxei o cabelo dela, apertando a cabeça contra o sofá pra ela não conseguir respirar. Me acomodei devagar, sem me importar que minha mãe não pudesse respirar, e enfiei no cu dela de uma vez, meio bruto. Mesmo ela sufocada pelas almofadas do sofá, o grito abafado ecoou pela sala.

- AIH!!! Filho da puta! Puxa o cabelo dela pra trás, levantando a cabeça dela, e me aproximei do ouvido dela enquanto metia fundo. - Cala a boca, puta! Você me pertence, então posso fazer contigo o que eu quiser. A buceta dela tava apertada, então tava difícil meter forte, eu tava num ritmo lento mas fundo. Tava excitado fazia quase uma hora, então sabia que não ia demorar muito pra gozar.
Tendo isso em mente, aproveitei todo o tempo que aguentei pra foder ela que nem um animal. Os gemidos dela eram constantes, provavelmente os vizinhos já sabiam que a puta do bairro tava tendo o cu arrombado, e longe de me dar nojo, eu amava essa sensação. - Toma essa porra, vagabunda! - Comecei a me esvaziar dentro do cu da minha mãe, poucas vezes tinha gozado daquele jeito. Foram vários segundos em que o esperma jorrava e eu podia sentir o cu dela ficar cheio.
Ela, agitada, só gemia enquanto encostava a cabeça no chão, levantando ainda mais a bunda.
Separei as nádegas dela enquanto tirava devagar, e o cu dela começou a pingar minha porra quase na hora.
Me levantei e, com o plano que estava preparando para os dias seguintes em mente, falei num tom firme. - De quem você é, puta? —Pra você —respondeu com as poucas forças que lhe restavam enquanto me observava —Sou só sua e pode fazer comigo o que quiser~


-Bom, então...



Parei ao lado dela e comecei a mijar no rosto dela. No começo, ela recebia com nojo, mas depois pegava tudo que conseguia com a boca.Me vesti devagar e me aproximei de novo. Ela continuava deitada no tapete. -Limpe essa bagunça e depois pode descansar, por essa semana já deu -Cuspi nas tetas dela e depois fui em direção à porta pra vazar- -Obrigada, meu amo~" - Respondeu cansada enquanto se reerguia, ainda sorrindo pela foda que tinha levado -


Não sabia o que a esperava, já que o motivo de ter dado o resto da semana de folga pra ela é porque eu estava preparando algo muito melhor pra semana seguinte.

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