Então na quarta-feira à tarde ele foi pro hotel onde a inglesa tava hospedada, pra ver qual era a dessa janta de despedida. Eles jantam cedo, então às 21h já tavam terminando a janta. Ele me ligou e falou: "não vai dormir não, porque capaz que você tem que vir me buscar.
Às 22 ela me disse: "vem, tô no quarto 221, o porteiro vai te dar uma chave, então é só entrar." Fiquei imaginando mil situações que podia encontrar ao chegar naquele lugar, desde encontrá-la toda festeira como no domingo passado, até só encontrar ela com a inglesa e comer as duas, já que era uma das possibilidades que a gente tinha conversado depois de abrir o relacionamento.
Quando cheguei na portaria, o porteiro já sabia que eu ia perguntar pelo quarto 221 e me deu direto uma chave magnética. Entrei com o coração saindo pela boca de nervoso com o que ia encontrar, supostamente ia só buscar ela pra voltar pra casa.
Quando entrei, era um quarto bem grande, tipo um apartamento, tinha luzes fracas e não ouvia nada, então comecei a andar procurando por ela. De repente, vi numa poltrona que apontava pra uma janela, uma cabeça careca, preta. Fui me aproximando devagar e do outro lado, ajoelhada, vi minha esposa, totalmente nua e com o pau do preto na boca. Quando ela me viu, fez uma cara ainda mais de puta, tirou o pau da boca e me disse: "Você quer ficar olhando?
Quase gozei quando ouvi isso, e claro que amei o convite. O cara fez um sinal pra eu sentar do lado dele, então sentei e tirei meu pau também pra bater uma enquanto via aquela cena ao vivo e a cores, da minha mulher sendo uma atriz pornô, com um negão de um pau enorme. Estranhei na hora não ver mais ninguém, porque supostamente o jantar era com a inglesa, e ainda faltava o outro segurança dela, mas não liguei muito, tava mais que entretido assistindo o show que minha mulher tava me dando.
O cara segurava a pica dele com a mão e ela chupava só a cabeça, passava a língua nela e depois enfiava tudo na boca, era quase a única parte da pica que conseguia meter na boca dela. Ela se levantou e me beijou bem fundo e com muito amor, senti o gosto de pica que eu só conhecia quando fazia isso comigo, mas essa pica era de um desconhecido, então a putaria e o tesão faziam minha cabeça pirar.
Tiro a mão pro negão, ele apertou e soltou, e falou pra mim: "vem com a gente, sim?" Pediu pro Jason deitar na cama e ficou de quatro pra continuar chupando a rola dele, e fez um sinal com a mão pra eu comer a pussy dela. Comecei a dar beijinhos no clitóris dela devagar e penetrei com a língua, nessa altura a pussy dela já tava bem lubrificada. Ficamos nessa por um tempo, até que ela falou: "deita você agora que ele vai chupar a sua", e aí trocamos de papéis, com ela sendo a rainha. Depois de um tempo, ouvi ela gozar com as chupadas que dava na minha glande, quase gozei também, mas tirei a rola da boca dela pra não acontecer. Me afastei pro lado porque ela caiu na cama, o negão subiu e colocou só a cabeça dentro da pussy dela, e ela pediu: "por favor, mais...
Sabia que ela tava pegando fogo quando falou aquilo, então o negão enfiou a pica até a metade (era o mais dotado dos dois, segundo ela), e começou a bombar devagar, virou ela de barriga pra cima e falou: "segura as pernas dela que vou comer ela". Minha pica fervia, minha cabeça voava, e eu via ela entregue total, então tava tudo perfeito. Ele começou a talhar a buceta dela como se fosse a última vez, ela jogava a cabeça pra trás em êxtase puro, apertava os peitos e colocava a língua pra fora de entrada, até que lembrou que eu tava ali e fez um sinal pra eu chegar perto. O cara na hora parou e fez um gesto com a mão pra eu não me aproximar. Fiquei meio sem jeito, mas não queria cortar o barato dela, então fui direto bater uma punheta num sofá individual que tinha no canto do quarto.
O negão saiu de dentro dela, que ficou de boca aberta depois da segunda gozada. Mandou ela chupar um pouco a pica dele, que era um ferro (ele ainda não tinha gozado), pra limpar, e foi até uma daquelas portas que ligam os quartos em alguns hotéis. Abriu a porta, e lá estava o outro negão, pelado, esperando a vez dele pra comer minha mulher também. A loira já não estava mais lá, então eu mantive distância da cena, como um espectador privilegiado.
Os dois subiram na cama e enfiaram as picas deles pra ela chupar. O que tava fodendo ela antes fez um sinal pra eu chupar a buceta dela enquanto isso, então fui de boa. Se antes já tava molhada, agora jorrava fluido pra caralho dela. Aí me masturbei enquanto tinha a buceta dela na minha boca. O que ainda não tinha metido pediu pra eu sair e enfiou de uma vez — era o de pau mais normal, mas ainda assim mais comprido e grosso que o meu. Ele comeu ela assim por um tempo e, com um sinal pro outro, foi e deitou na cama. Minha esposa levantou e pediu a bolsa dela (mais surpresas?). Tinha comprado lubrificante anal e passou, enfiando até dois dedos no cu dela. Chegou perto do que tava deitado e enfiou a pica do preto no cu dela bem devagar. Era inacreditável ver como ela fez aquela pica desaparecer até as bolas... Ela começou a se mexer devagar e o outro preto, de pé na cama, colocou a pica de novo na boca dela. Era uma cena que eu nunca imaginei ver: a mãe dos meus filhos sendo comida por dois pretos pica grossa como se fosse uma puta, mas ao mesmo tempo me deixava louco de tesão e eu sabia que ela tava se sentindo uma rainha.
O cara que estava parado com a pica na boca se aproximou dela pela frente, apertou os peitos dela e encostou a pica enorme na entrada da buceta da minha mulher. Se faltava algo para fechar uma noite foda, era uma dupla penetração. E foi assim que ele enfiou metade da pica, enquanto os dois bombavam ela — achei que ela fosse desmaiar. A cara dela era uma mistura de prazer, dor, tesão, êxtase; acho que se tivesse mais paus no quarto, ela teria aceitado de boa. Depois de um tempo, deitaram ela na cama, com as pernas levantadas e bem abertas, pediram pra ela abrir a buceta com os dedos, e enquanto um de cada lado tentava enfiar a pica pra fazer uma dupla penetração vaginal, que só conseguiram em parte. Depois disso, o cara com a pica mais normal enfiou no cu dela de uma vez e começou a comer ela, enquanto o outro colocou os ovos na boca dela, se moveu mais pra frente e fez ela chupar o cu também. Foi aí que o cara que tava metendo no cu começou a gemer e gozou, enchendo o cu dela de porra.
Quando ele se retirou, já indo pro quarto (não sem antes piscar um olho pra mim) e me dar um tchau de passagem, o pijão deixou ela como crucificada e deu uma trepada violenta na pussy dela. Eu via que quase entrava toda e que a cada empurrão um pouco mais, até que ficou bem lá dentro, parado, e com um gemido abafado me indicou que tinha enchido a pussy dela de porra também. Ele tirou a cock, virou pra cabeça da minha esposa e deu a cock pra ela limpar os restos de sêmen, o que ela fez me olhando nos olhos, deu um beijo na ponta da cock e disse “Bye”, Jason.
Ele foi embora acenando com a mão, deixando ela completamente exausta e com um sorriso de orelha a orelha. Cheguei perto da cama e a gente se deu um beijo de língua bem apaixonado, ela virou a cabeça e sussurrou no meu ouvido: "Só faltou eu tomar a porra de alguém, então me dá essa pica que eu vou mamar na sua." Foi assim que terminou a grande noite de despedida. A inglesa já tinha falado com ela pra que os negros dessem uma última foda nela antes de pegar a estrada de novo, e já tinha se despedido.
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Quando cheguei na portaria, o porteiro já sabia que eu ia perguntar pelo quarto 221 e me deu direto uma chave magnética. Entrei com o coração saindo pela boca de nervoso com o que ia encontrar, supostamente ia só buscar ela pra voltar pra casa.
Quando entrei, era um quarto bem grande, tipo um apartamento, tinha luzes fracas e não ouvia nada, então comecei a andar procurando por ela. De repente, vi numa poltrona que apontava pra uma janela, uma cabeça careca, preta. Fui me aproximando devagar e do outro lado, ajoelhada, vi minha esposa, totalmente nua e com o pau do preto na boca. Quando ela me viu, fez uma cara ainda mais de puta, tirou o pau da boca e me disse: "Você quer ficar olhando?
Quase gozei quando ouvi isso, e claro que amei o convite. O cara fez um sinal pra eu sentar do lado dele, então sentei e tirei meu pau também pra bater uma enquanto via aquela cena ao vivo e a cores, da minha mulher sendo uma atriz pornô, com um negão de um pau enorme. Estranhei na hora não ver mais ninguém, porque supostamente o jantar era com a inglesa, e ainda faltava o outro segurança dela, mas não liguei muito, tava mais que entretido assistindo o show que minha mulher tava me dando.
O cara segurava a pica dele com a mão e ela chupava só a cabeça, passava a língua nela e depois enfiava tudo na boca, era quase a única parte da pica que conseguia meter na boca dela. Ela se levantou e me beijou bem fundo e com muito amor, senti o gosto de pica que eu só conhecia quando fazia isso comigo, mas essa pica era de um desconhecido, então a putaria e o tesão faziam minha cabeça pirar.
Tiro a mão pro negão, ele apertou e soltou, e falou pra mim: "vem com a gente, sim?" Pediu pro Jason deitar na cama e ficou de quatro pra continuar chupando a rola dele, e fez um sinal com a mão pra eu comer a pussy dela. Comecei a dar beijinhos no clitóris dela devagar e penetrei com a língua, nessa altura a pussy dela já tava bem lubrificada. Ficamos nessa por um tempo, até que ela falou: "deita você agora que ele vai chupar a sua", e aí trocamos de papéis, com ela sendo a rainha. Depois de um tempo, ouvi ela gozar com as chupadas que dava na minha glande, quase gozei também, mas tirei a rola da boca dela pra não acontecer. Me afastei pro lado porque ela caiu na cama, o negão subiu e colocou só a cabeça dentro da pussy dela, e ela pediu: "por favor, mais...
Sabia que ela tava pegando fogo quando falou aquilo, então o negão enfiou a pica até a metade (era o mais dotado dos dois, segundo ela), e começou a bombar devagar, virou ela de barriga pra cima e falou: "segura as pernas dela que vou comer ela". Minha pica fervia, minha cabeça voava, e eu via ela entregue total, então tava tudo perfeito. Ele começou a talhar a buceta dela como se fosse a última vez, ela jogava a cabeça pra trás em êxtase puro, apertava os peitos e colocava a língua pra fora de entrada, até que lembrou que eu tava ali e fez um sinal pra eu chegar perto. O cara na hora parou e fez um gesto com a mão pra eu não me aproximar. Fiquei meio sem jeito, mas não queria cortar o barato dela, então fui direto bater uma punheta num sofá individual que tinha no canto do quarto.
O negão saiu de dentro dela, que ficou de boca aberta depois da segunda gozada. Mandou ela chupar um pouco a pica dele, que era um ferro (ele ainda não tinha gozado), pra limpar, e foi até uma daquelas portas que ligam os quartos em alguns hotéis. Abriu a porta, e lá estava o outro negão, pelado, esperando a vez dele pra comer minha mulher também. A loira já não estava mais lá, então eu mantive distância da cena, como um espectador privilegiado.
Os dois subiram na cama e enfiaram as picas deles pra ela chupar. O que tava fodendo ela antes fez um sinal pra eu chupar a buceta dela enquanto isso, então fui de boa. Se antes já tava molhada, agora jorrava fluido pra caralho dela. Aí me masturbei enquanto tinha a buceta dela na minha boca. O que ainda não tinha metido pediu pra eu sair e enfiou de uma vez — era o de pau mais normal, mas ainda assim mais comprido e grosso que o meu. Ele comeu ela assim por um tempo e, com um sinal pro outro, foi e deitou na cama. Minha esposa levantou e pediu a bolsa dela (mais surpresas?). Tinha comprado lubrificante anal e passou, enfiando até dois dedos no cu dela. Chegou perto do que tava deitado e enfiou a pica do preto no cu dela bem devagar. Era inacreditável ver como ela fez aquela pica desaparecer até as bolas... Ela começou a se mexer devagar e o outro preto, de pé na cama, colocou a pica de novo na boca dela. Era uma cena que eu nunca imaginei ver: a mãe dos meus filhos sendo comida por dois pretos pica grossa como se fosse uma puta, mas ao mesmo tempo me deixava louco de tesão e eu sabia que ela tava se sentindo uma rainha.
O cara que estava parado com a pica na boca se aproximou dela pela frente, apertou os peitos dela e encostou a pica enorme na entrada da buceta da minha mulher. Se faltava algo para fechar uma noite foda, era uma dupla penetração. E foi assim que ele enfiou metade da pica, enquanto os dois bombavam ela — achei que ela fosse desmaiar. A cara dela era uma mistura de prazer, dor, tesão, êxtase; acho que se tivesse mais paus no quarto, ela teria aceitado de boa. Depois de um tempo, deitaram ela na cama, com as pernas levantadas e bem abertas, pediram pra ela abrir a buceta com os dedos, e enquanto um de cada lado tentava enfiar a pica pra fazer uma dupla penetração vaginal, que só conseguiram em parte. Depois disso, o cara com a pica mais normal enfiou no cu dela de uma vez e começou a comer ela, enquanto o outro colocou os ovos na boca dela, se moveu mais pra frente e fez ela chupar o cu também. Foi aí que o cara que tava metendo no cu começou a gemer e gozou, enchendo o cu dela de porra.
Quando ele se retirou, já indo pro quarto (não sem antes piscar um olho pra mim) e me dar um tchau de passagem, o pijão deixou ela como crucificada e deu uma trepada violenta na pussy dela. Eu via que quase entrava toda e que a cada empurrão um pouco mais, até que ficou bem lá dentro, parado, e com um gemido abafado me indicou que tinha enchido a pussy dela de porra também. Ele tirou a cock, virou pra cabeça da minha esposa e deu a cock pra ela limpar os restos de sêmen, o que ela fez me olhando nos olhos, deu um beijo na ponta da cock e disse “Bye”, Jason.
Ele foi embora acenando com a mão, deixando ela completamente exausta e com um sorriso de orelha a orelha. Cheguei perto da cama e a gente se deu um beijo de língua bem apaixonado, ela virou a cabeça e sussurrou no meu ouvido: "Só faltou eu tomar a porra de alguém, então me dá essa pica que eu vou mamar na sua." Foi assim que terminou a grande noite de despedida. A inglesa já tinha falado com ela pra que os negros dessem uma última foda nela antes de pegar a estrada de novo, e já tinha se despedido.
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