Star Butterfly nunca imaginou que uma briga pudesse ser chata, mas seu melhor amigo Marco Diaz e seu ex-namorado demoníaco Tom Lucitor estavam conseguindo exatamente isso. Ela supôs que, para um espectador desavisado, a luta cheia de explosões poderia parecer interessante, mas ela estava cansada das brigas constantes e da inevitável escalada que se seguia. Tudo era uma discussão esperando para acontecer entre eles, especialmente se fosse sobre ela, e ela estava tão enjoada de tudo isso que queria gritar. No entanto, ela não gritou, apenas se jogou no parapeito da janela de sua torre e suspirou quando um carro em chamas passou voando pela janela antes de explodir em uma bola de fogo. Por que os caras às vezes eram tão idiotas? "Caras, não dá pra viver com eles, né?" perguntou de repente uma voz ao seu lado.
Star bufou em concordância antes de abrir os olhos. Ela pulou para trás, alarmada, erguendo sua varinha em defesa antes de reconhecer Janna Ordonia, sua amiga e colega de estudos na Academia Echo Creek. A travessa garota filipina estava encostada na parede casualmente, sua atenção mais focada no caos lá fora.
"Mas tenho que dizer que o Marco está se saindo melhor do que eu normalmente daria crédito a ele."
"Janna, o que você está fazendo aqui?" perguntou Star, feliz em deixar a chegada da amiga distraí-la da briga lá fora, mesmo quando a força de outra explosão fez seu cabelo voar para o lado.
"Normalmente, consigo pegar uns pedaços bem assustadores de monstros depois de uma das suas batalhas, então quando ouvi o barulho, pensei em dar uma olhada. Não acredito que sejam só aqueles dois. Por que estão brigando dessa vez?"
"Importa? Eles estão sempre brigando e eu tô muuuito enjoada disso", Star jogou a cabeça para trás enquanto alongava os 'o' antes de se afastar completamente da janela.
"Bom, nesse caso", disse Janna, surpreendendo Star novamente enquanto se aproximava Sigilosamente, a princesa passou um braço em volta do ombro de Star, "quer ir fazer alguma coisa?"
"Sim", Star sorriu com cumplicidade enquanto concordava. A ideia de diversão de Janna era exatamente o que Star precisava para desabafar naquele momento. "O que você tem em mente? Necromancia? Roubo de identidade? Roubo de identidade necromântico?"
"Gosto de onde sua cabeça está. Mas eu estava pensando em algo que envolvesse menos pás. Vamos."
Star deixou Janna guiá-la para fora de casa e através do quintal, onde pularam a cerca e deixaram para trás a briga de Marco e Tom.
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Elas se dirigiram ao centro de Echo Creek e Star pensou que Janna tinha a intenção de levá-la para fazer compras ou possivelmente roubar — poderia ser qualquer coisa com Janna.
Ela estava prestes a perguntar sobre o destino quando Janna de repente a puxou para um beco. Star inclinou a cabeça para dar a Janna um olhar zombeteiro enquanto a outra garota vasculhava o casaco antes de tirar uma pilha de cartões retangulares de plástico. Janna os examinou antes de oferecer um a Star.
"Ei, o que é isso, Janna?" perguntou Star enquanto estudava o cartão e a imagem pouco favorecedora dela no lado esquerdo.
"É uma identidade, faço para todos os meus amigos", disse Janna antes de agarrar o outro pulso de Star enquanto ela levantava a varinha para explodir a própria foto. "Não. Tenho quase certeza de que a magia vai deixar óbvio que é falso."
"Por que eu preciso de uma identidade falsa?" Star praticamente vibrava no lugar enquanto sua sensação de empolgação só crescia.
"Com sorte, você não vai precisar. Apenas tenha confiança e aja como se pertencesse. Se pedirem documento, eu estarei lá para te cobrir."
Star concordou e guardou a identidade na sua pequena bolsa estrelada antes de seguir Janna de volta à calçada, apressando-se em direção à entrada de um loja próxima. O entusiasmo de Star tornou quase impossível se concentrar até que estivessem dentro, e então as fileiras de álcool saltaram em sua direção. Um funcionário atrás do balcão próximo estava olhando para elas, e Star rapidamente agarrou a mão de Janna, só para respirar fundo enquanto a outra garota desaparecia mais fundo na loja. "Janna!" Star sussurrou com ferocidade, agachando-se em um corredor aleatório para evitar o olhar do funcionário. "Janna, por que estamos numa loja de bebidas?" "Pra pegar álcool, ué", respondeu Janna com a mesma tranquilidade, espiando por uma esquina. "Pega alguma coisa, de preferência um rum ou um amaretto." A empolgação rapidamente se transformou em pânico quando Star focou sua atenção nas prateleiras e na enorme quantidade de garrafas. Seus olhos saltavam de um rótulo chamativo para outro rápido demais para realmente absorver qualquer informação. A sobrecarga de estímulos visuais estava ficando pesada, e ela fechou os olhos com força antes de esticar a mão e agarrar duas garrafas aleatórias. Star abriu os olhos só o suficiente para enxergar seus pés enquanto caminhava até o balcão, onde deixou as garrafas com muito mais força do que pretendia. Continuou olhando para os próprios pés enquanto tentava regular sua respiração de pânico. Internamente, culpava Marco por sua ansiedade. Ela já tinha enfrentado hordas de monstros e todo tipo de ameaças, mas o "Sr. Regras" Marco tinha enfiado na sua cabeça que violar leis era algo ruim. Quase tinha conseguido tirar a voz de Marco da sua mente quando percebeu que havia outra voz se intrometendo. "Hã?" disse Star, olhando para cima. "Eu disse que precisaria ver uma identificação se você for comprar isso", falou o funcionário, olhando para Star com ceticismo. Star respirou fundo para se acalmar antes de pegar a identidade que Janna tinha dado a ela e bater no balcão. Quando o funcionário a pegou, Star se apoiou no balcão, tentando parecer confiante como Janna havia dito. "Não, não posso vender álcool pra você", disse o atendente, ainda segurando a identidade de Star. "O quê? Por que não?" Star fez o possível para parecer indignada, embora soubesse que parecia mais nervosa do que qualquer outra coisa. "Porque você é claramente menor de idade. Agora vaza antes que você arrume uma encrenca de verdade." "Com licença, tem algum problema?" Disse Janna enquanto se aproximava para ficar ao lado de Star, colocando uma garrafa de vodka junto às garrafas de Star. "Sim, vocês duas estão tentando comprar bebida com documentos falsos. Não tem como nenhuma de vocês ser maior de idade. As duas parecem que mal saíram do ensino médio.
Janna inclinou a cabeça enquanto encarava o funcionário, mas ele se recusou a se mover, só ficou ali de braços cruzados olhando pra elas. Star e o atendente deram um pulo quando Janna de repente bateu as mãos no balcão. "COMO ASSIM VOCÊ NÃO VENDE PRA GAYS?" gritou Janna, fazendo o funcionário recuar assustado e deixando Star boquiaberta.
"Como você ousa nos discriminar porque somos lésbicas!" Janna continuou, não tão alto quanto antes, mas suficiente pra chamar a atenção dos poucos clientes que estavam na loja naquele momento. "Primeiro uma padaria e agora uma adega?! É inacreditável. Você tem ideia de como vão processar você? Vai ter protesto na frente dessa loja por semanas. Boa sorte explicando pro seu chefe por que o movimento secou depois que boicotarmos essa bunda!"
O funcionário tentou intervir, mas o bombardeio de Janna não deu chance. Ele continuou olhando além delas duas, e Star olhou em volta, vendo outras pessoas tirando fotos com os celulares ou gravando o encontro.
"Então, qual vai ser? Você pode vender pra mim e pra minha namorada uma porra de uma bebida, ou a gente chama nossos amigos e arma um puta barraco na frente da sua loja como você nunca viu na vida." Janna se inclinou sobre o balcão e baixou a voz até virar um sussurro áspero: "Escolhe com sabedoria."
O funcionário ficou encarando em silêncio por um momento antes de entregar a identidade de Star de volta e começar a passar os produtos delas com má vontade.
Um silêncio pesado tomou conta da loja quando elas saíram com as bebidas numa sacola de papel. Lá fora, Star e Janna tiveram que se segurar pra não saírem correndo enquanto lutavam pra segurar a risada. Voltaram pro beco onde tinham parado antes e quase se dobraram de tanto rir.
"Cara, Janna, isso foi incrível!" Star teve que enxugar as lágrimas do canto dos olhos quando finalmente conseguiu de rir. "Eu sei, né? Viu como aquele cara tava todo confuso? Pensei que o cérebro dele ia explodir", disse Janna rindo enquanto segurava sua recompensa. "De onde você tirou a ideia de fingir ser gay? Gênio", disse Star antes de perceber que o beco de repente tinha ficado estranhamente silencioso. Ela olhou para Janna e viu a garota encarando-a com uma expressão magoada. "Quem disse que eu tava fingindo?" Os olhos de Star arregalaram em pânico: "Meu Deus, Janna, não, não, não. Não foi isso que eu quis dizer... quer dizer, eu pensei que você... mas você e John Keats..." Star continuou se embolando nas palavras até Janna dar uma risada de novo. "Relaxa, Star. Não é nada demais. Agora vamos dar uma olhada no nosso butim. Tava ocupada demais fazendo cara de pau com aquele atendente pra ver o que você pegou." Janna colocou a sacola em cima de uma lata de lixo e tirou as duas garrafas que Star tinha agarrado. "Hmm, licor de café e vodka de maçã verde. Bom, não é exatamente o que eu tinha em mente, mas já trabalhei com coisas piores", disse Janna refletindo sobre as opções antes de guardar tudo de volta na sacola. "Vamos, a gente precisa de mais uns suprimentos pra fazer isso funcionar." Star chegou perto de Janna e, depois de uma viagem rápida, Janna se dedicou a preparar duas misturas de bebidas bem diferentes em copos de refrigerante. Star se viu com um cremoso cum chocolate enquanto Janna misturava a vodka de maçã com refrigerante de limão. "Então, não tem álcool em Mewni?" Janna perguntou depois de notar que Star estava bebendo com muita hesitação. "Não, a gente faz whisky com o milho que cultiva", explicou Star, franzindo a testa para sua bebida. "Mas é tão forte que normalmente é usado pra limpeza ou como explosivos. Meu pai me deixou experimentar uma vez e eu senti minha língua queimando por uma semana. Os únicos que bebem regularmente são os do lado da família da minha Papai". Star inclinou a cabeça pensativamente antes de acrescentar: "O que poderia explicar a história de combustão espontânea entre os Johansen".
Janna riu até perceber que Star falava sério, e então riu ainda mais alto até que Star se juntou a ela. As duas voltaram para a casa dos Díaz. Não havia sinais de Marco ou Tom, o que veio a calhar para Star enquanto caminhavam entre os destroços da briga dos garotos. Com sorte, eles tinham ido para outra dimensão para continuar sua disputa.
Star e Janna voltaram para o quarto de Star para evitar serem pegas com seus itens ilícitos. Elas tinham tirado as botas antes de se acomodarem na cama enorme de Star. Star não era de beber muito e os goles que tomou já estavam fazendo um calor se espalhar pelo corpo dela. Isso deixou a mente dela divagando e, enquanto olhava para Janna, sua curiosidade escapou da coleira da educação."Janna, não quero ser rude, mas você é mesmo gay?"
Janna parou no meio de um gole e encontrou o olhar de Star com uma sobrancelha erguida. Ela colocou sua bebida na mesinha de cabeceira próxima e se ajustou para sentar de pernas cruzadas de frente para Star.
"O que te faz perguntar?" Janna respondeu com outra pergunta.
"Bem, uh", Star riu, "nunca te vi flertando com outras garotas, nem mostrando muito interesse."
"Talvez não tenha aparecido ninguém por aqui que me interessasse tanto", a cabeça de Janna se inclinou com uma expressão entediada enquanto ela olhava para o lado, fazendo Star olhar naquela direção antes de perceber que Janna usou a distração para tirar a bebida das mãos dela. Janna levantou a tampa e tomou o resto da bebida antes de jogar o recipiente vazio para trás.
"Tem gente gay em Mewni, Star?" Janna perguntou antes que Star pudesse reclamar.
"Acho que sim?" Disse Star, confusa e nervosa antes de se apressar para explicar. "Não é que seja ilegal, mas as famílias reais certamente não promovem a ideia e com todas as raças diferentes em Mewni, às vezes é meio difícil saber."
"Eu sei que você gosta de garotos, mas já pensou em garotas desse jeito?" Janna perguntou, avançando sutilmente. Star percebeu que suas bochechas estavam coradas, mas assumiu que era o álcool já que também sentia calor no rosto.
"Honestamente, eu me apaixonaria por qualquer um se fosse legal o suficiente, mas garotas... garotas são gostosas. Meus pais teriam um troço, no entanto. “A ideia”, disse Star, sua voz ficando mais calma conforme ela percebia. “Com certeza teriam me mandado para St. Olga”. Star estremeceu com a ideia antes de ficar rígida quando a mão de Janna pousou em seu joelho. “Ah, Janna, sua mão—”
Star olhou para cima bem a tempo de ver Janna dominando seu campo de visão enquanto ela se inclinava e pressionava seus lábios contra os de Star. Houve um momento de choque que deixou Star congelada, mas ela não se afastou nem mesmo depois que passou, a sensação dos lábios de Janna a cativou de um jeito que nenhum beijo antes havia conseguido. Finalmente, Janna se afastou, deixando Star atordoada e sem fôlego.
“Star”, Janna sussurrou enquanto apertava o joelho de Star com mais força, “tenho uma confissão a fazer. Desde que você chegou em Echo Creek, não consegui parar de pensar em você.” Os olhos de Star se arregalaram, mas Janna continuou enquanto se ajoelhava, aproximando seu rosto do de Star novamente. “Queria ter te dito isso sem precisar de um pouco de coragem líquida, mas é assim que tenho medo de pensar nisso. Você é a pessoa mais legal que já conheci e a garota mais linda que vi na minha vida.”
Janna se moveu para frente até ficar ajoelhada entre as pernas de Star, com as mãos em cada um dos joelhos dela, mas Star não recuou enquanto a garota da Terra continuava se aproximando.
“Sei que não sou boa em ser sincera com meus sentimentos, mas é difícil fazer isso quando você nem sabe direito quais são seus sentimentos. Tentei me interessar por garotos e me envolvi com algumas garotas que ainda estão experimentando, mas nada disso pareceu tão certo quanto estar perto de você.”
Enquanto Janna falava, suas mãos subiram pelas pernas de Star, puxando provocativamente a barra do vestido dela para cima um pouco antes de subirem até seus quadris e abdômen.
“Quando ouvi você soar tão frustrada com os garotos, soube que tinha que—” que eu aproveite minha chance. Se me disser para parar, eu paro, mas quero te mostrar o que você tem perdido enquanto esses caras ficavam brincando com você. Uma das mãos de Janna subiu até o queixo de Star enquanto a outra a guiava para se deitar. No instante em que a cabeça de Star tocou a cama, as mãos de Janna se enroscaram ao redor dela, unindo-as enquanto beijava Star novamente. Dessa vez, todo o corpo de Janna se pressionou contra o de Star enquanto sua língua avançava para provocar os lábios dela. No momento em que Star suspirou, Janna invadiu sua boca com fome e suas línguas se enfrentaram. Pela primeira vez numa disputa, Star se viu superada e dominada, enquanto a língua de Janna comandava sua boca.
Janna moveu as pernas para conseguir apoiar um joelho na virilha de Star, e Star arqueou as costas enquanto jogava a cabeça para trás e gemeu sobre o dossel da cama. A boca de Janna moveu-se com voracidade em direção à orelha de Star, seu pescoço, sua garganta, qualquer lugar onde pudesse beijar a pele nua."Esses devem ter sido alguns experimentos", refletiu Star fracamente enquanto as mãos de Janna começavam a percorrer suas costas.
"Sim", Janna riu com carinho ao se lembrar momentaneamente, "Jackie foi a única que conseguiu acompanhar meu ritmo".
"Espera, Jackie?! Você quer dizer você e Jackie Lynn Thomas?" exclamou Star, sentando-se um pouco em choque.
"Você não precisa soar como se fosse tão impossível." O rosto de Janna franziu-se em um beiço magoado enquanto ela se afastava.
"Não, é que o Marco é tão obcecado... eu nem pensei... desculpe", Star terminou com uma nota calma e tímida, abaixando a cabeça em sinal de desculpas.
Janna sorriu antes de deitar-se ao lado de Star, que virou de lado para que pudessem se olhar.
"Tudo bem, a Jackie é super bissexual. Na verdade, ela é meio putinha, mas no melhor sentido. A gente teve algo casual de vez em quando, principalmente beijos e amassos. Éramos uma boa dupla na cama, mas a Jackie era muito ativa em tudo mais e eu não conseguia acompanhar."
Enquanto estavam deitadas coradas uma de frente para a outra, Star ainda se sentia mal por ter estragado o clima e decidiu tomar a atitude ousada de estender a mão e apoiá-la no quadril de Janna. Janna ergueu uma sobrancelha inquisitiva e desafiou Star silenciosamente a ir mais longe.
Star engoliu seca nervosa enquanto sua mão descia, fazendo os olhos de Janna brilharem com genuína curiosidade, antes que a mão de Star mergulhasse por baixo da saia de Janna e agarasse sua bunda.
Janna mal teve tempo de soltar um gemido de satisfação. quando Star as juntou e rolou para ficar agora montada sobre Janna. "Bom movimento, Star", disse Janna enquanto suas mãos deslizavam por baixo do vestido de Star e suas unhas arranhavam as meias listradas de Star. "Todos aqueles momentos lutando contra monstros têm seus benefícios", disse Star alegremente, mesmo começando a suar ao perceber que tinha tomado a iniciativa e não tinha certeza de como prosseguir. Claro, ela e Tom tinham se esquentado um pouco antes do término, mas isso era um território completamente novo para Star, e havia uma pressão estranha para não parecer uma idiota na frente de Janna. Star gritou internamente enquanto sentia os segundos se arrastarem como uma eternidade, e ela continuava simplesmente pairando sobre Janna. Justo quando os lábios de Janna começaram a se torcer em uma expressão de dúvida, Star bateu as mãos na cama de cada lado da cabeça de Janna. Star tinha certeza de que devia estar tremendo como um potro warnicorn recém-nascido enquanto se abaixava até seu rosto ficar bem em cima do de Janna. Hesitante, ela fechou aquele último pequeno espaço e beijou Janna com ternura, pelo menos até que Janna retribuiu o beijo com força. Star se derreteu no beijo de Janna até ficar completamente em cima dela. Star acariciou a bochecha de Janna com uma mão antes de se levantar para tirar seu gorro, para que a outra mão pudesse passar pelos cabelos escuros de Janna. Janna, por sua vez, tinha agarrado punhados da bunda de Star e estava apertando, massageando e abrindo suas nádegas com dedos surpreendentemente fortes. Star não tinha certeza se era intencional, mas estava funcionando quando ela sentiu o calor crescer entre suas pernas e o desejo de que aqueles dedos a explorassem de verdade aumentou junto com esse calor. "Janna, não sei se sinto o mesmo por você", sussurrou Star enquanto seus lábios se separavam, reprimindo um gemido quando Janna parou diante de suas palavras. Mas eu adoraria ver o que tenho perdido, se você estiver disposta."
"Tá bom pra mim", Janna ronronou entusiasmada. "Por enquanto."
Antes que Star pudesse perguntar o que aquilo significava, Janna empurrou Star para cima com uma mão enquanto começava a tirar o casaco azul com a outra.
A camisa verde-musgo de Janna foi a próxima a desaparecer, deixando-a com um sutiã surpreendentemente rosa, lembrando Star que era a cor favorita de Janna. Star ficou encarando o peito de Janna até que a outra garota deu uma risadinha divertida.
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