Tive um relacionamento de muitos anos com o Maurício. Quando terminamos, foi impossível pra mim não ceder ao flerte do melhor amigo dele. Bastou uma noite de bebidas pra acabar dando pro melhor amigo do meu ex.
Se ela tinha uma atitude tão boa, vocês devem se perguntar por que terminamos. O tempo desgastou a relação, e as discussões ficaram muito frequentes, até por motivos que não eram importantes. Mas as brigas e discussões constantes acabaram quebrando de vez o relacionamento.
Depois das primeiras semanas, pra mim foi tranquilo. Eu tinha mais tempo pros meus hobbies, podia sair pra me divertir com as amigas sem me preocupar se alguma coisa ia incomodar o Maurício, ou ficar grudada no celular respondendo mensagem. Mas com o passar dos meses, comecei a me sentir sozinha. Até que nos fins de semana eu tava com as amigas, e quase sempre acabava com algum gato de uma noite só, mas os dias comuns ficavam vazios sem alguém pra me acompanhar e me fazer sentir bem todo santo dia.
Na sexta-feira, fomos pro aniversário de uma amiga, não tão próxima, mas que tinha uma estima suficiente pra me convidar pra festa, e da minha parte pra eu ir. Foi uma surpresa danada quando percebi que meu ex tava lá, junto com o melhor amigo dele, o Ivan. O Ivan era o oposto físico do Maurício: magro, cabelo não loiro, mas castanho claro, com traços muito atraentes. Assim que cruzei olhares com meu ex, deu pra sentir a tensão, lógico. Perguntei pras amigas que estavam comigo por que o innominável tava ali, e descobri que o Ivan era irmão da aniversariante, então ele se sentiu à vontade pra trazer o melhor amigo. Sabendo disso, me arrependi de ter ido na festa. Ainda mais sabendo que com uns copos eu já ia procurar ele pra conversar, ou discutir, uma situação que eu definitivamente queria evitar.
Chegando a noite, eu fazia de tudo pra evitar beber, óbvio que de vez em quando dava uns goles por causa da pressão, mas o objetivo de ficar sóbria tava se cumprindo. Diferente do Maurício, que acho que minha presença fez ele beber mais do que devia, toda vez que eu olhava pro grupo dele, só via ele enchendo a cara, um copo atrás do outro, ou direto na garrafa. Lá no fundo, eu sabia que era questão de tempo até o bêbado da noite fazer um escândalo ou apagar, o que viesse primeiro. Dito e feito, entre gaguejos e gritos, ele começou a chamar a atenção, especialmente daquele grupo, porque o Maurício quis brigar com um cara que eu nem conhecia. No meio de empurrões e o grupo puxando ele, todo mundo daquela turma acabou saindo da festa. Por um lado, me senti mal por ele, porque na minha cabeça ele tinha bebido demais por minha causa, mas por outro lado, me senti aliviada pra caralho, já que agora eu podia beber à vontade sem medo de fazer merda e me arrepender no dia seguinte.
Tava começando a ficar tarde, e conforme as horas passavam e o pessoal ia embora, eu ia terminando copo atrás de copo de álcool, primeiro um de vodka, um de fernet, um pouco de rum e entre um ou dois shots de tequila. No final, quem sobrou na festa tava todo mundo alto, como éramos só 10 pessoas, decidimos sentar no jogo de sofás pra conversar e jogar uns joguinhos de beber. Antes de começar, ouvimos a porta abrir e alguém voltando, eu só fechei os olhos e já me preparei: se fosse meu ex, era hora de vazar na maior discrição. Foi um alívio descobrir que o jogador número 11 era o Ivan, o irmão da aniversariante e melhor amigo do meu ex. E, por reviravoltas da vida, ele acabou sentado do meu lado, e como já estávamos apertados no sofá, com ele ali ficamos bem colados.
Começamos falando de bobeiras, mas entre um copo e outro, o Ivan acabou confessando que, em alguma ocasião, minha ex me traiu com uma mina da turma dele. Tenho que admitir que doeu pra caramba saber disso, mas mantive a melhor cara de paisagem, fingindo que não tava nem aí e que era coisa do passado. Depois daquela conversa fiada entre todo mundo bêbado, a gente foi jogar Verdade ou Desafio, onde colocamos todos os segredos pra fora, tipo fantasias sexuais, aventuras que já tivemos, experiências em relacionamentos amorosos e sexuais, enfim, tudo que pudesse ser revelado. Mas também tinham os desafios, no começo sendo mais engraçados ou ridículos, ou focados em fazer quem tinha que cumprir o desafio beber mais álcool. Obviamente ninguém escapou de revelar verdades, fazer desafios humilhantes ou beber mais do que devia. Vocês já devem imaginar que eu já tava lá, revelando posições ou coisas que fazia com o Maurício, fazendo danças ridículas e bebendo até a água do vaso. Tudo era risada, até que começaram com desafios mais pesados, tipo beijos, palmadas, ou coisas do tipo. E sabendo que uma hora ia sobrar pra mim beijar alguém, qual não foi minha surpresa quando vi que ia ter que beijar o Ivan, e o desafio veio nada mais nada menos que da própria irmã dele.
No começo, foi nítido o desconforto dos dois, mas o Ivan quase não resistiu. No fim, acabamos nos beijando. Não foi um beijo muito longo, nem só um selinho, e, surpreendentemente, foi muito gostoso. Eu tava morrendo de vontade que ele durasse mais, e acho que ele também. O beijo terminou com a gente se olhando fixamente, pareceu uma eternidade, mas na real só durou uns 2 ou 3 segundos. Conforme o jogo foi rolando, a gente se beijou mais três vezes, cada vez com beijos mais demorados e intensos. A noite foi passando, e de 11 pessoas que estavam jogando, uma a uma foram indo embora. No fim, só ficamos eu, a aniversariante e o Ivan. Depois do último shot, minha amiga levantou, disse que tava muito bêbada e foi pro quarto dela, acho que dormir.
Fiquei a sós com o Ivan, a gente se olhou por uns segundos, e eu, sem aguentar o contato visual, só baixei o olhar com um sorriso, aí ouvi
Quer que aconteça?
Não precisei de mais convite, me joguei nos lábios dele desesperada, montei nas pernas dele e comecei a beijá-lo de forma frenética, beijo que ele correspondeu. As mãos dele pousaram na minha bunda, apertando e amassando. Quase que instintivamente, comecei a mexer a cintura, me esfregando nele, me sentindo tão bem, sentindo como aquele roçar massageava minha parte sensível, foi inevitável que pequenos gemidos começassem a sair da minha garganta, mesmo com a boca ocupada devorando a dele. Comecei a sentir algo crescendo dentro da calça dele, começando a pressionar onde eu estava apoiada. Eu, só com um sorriso cúmplice, falei no ouvido dele.
Quer que aconteça?
Rápido pra caralho, ele vai direto beijar e morder meu pescoço, me dominando por completo. Inclinei meu corpo pra trás quase por reflexo, entregando totalmente meu pescoço, já não tinha mais resistência nenhuma na minha mente, me sentia molhada como nunca antes. Uma das mãos dele não parava de apalpar minha bunda, enquanto com a outra, por cima da roupa, começou a apertar e massagear um dos meus peitos. Era hora de dar o próximo passo, eu tomei a iniciativa e tirei tanto a camiseta dele quanto a minha, deixando nossos torsos à mostra, com a exceção de que eu AINDA estava de sutiã, mas ainda não era suficiente, queria mais. Passei minha língua pela orelha dele, descendo devagar com um caminho de beijos e lambidas, passando pela bochecha, pescoço, peito, abdômen, mas quando cheguei abaixo do umbigo, encontrei a calça dele que ainda atrapalhava. Olhei nos olhos dele com a cara mais inocente que eu conseguia fazer, desabotoei o cinto e abaixei o zíper, facilitando pra puxar a jeans dele de uma vez. Nesse ponto, só a cueca dele separava eu do meu objetivo.
Tiro a calcinha e, assim que sai, o pau dele aparece — nada de anormal, mas pra mim é impossível não comparar com o do melhor amigo dele. Talvez seja o tesão ou uma malícia minha, mas a diferença era considerável. Não aguento mais e enfio a cabeça inteira na minha boca, começando a descer e subir, tentando a cada vez meter um pouco mais do membro dele. Em certo momento, sinto a mão dele agarrar minha nuca, guiando e empurrando minha cabeça, me obrigando a enfiar mais daquela vara na minha boca. Naquela hora, sentia a cabeça dele batendo na minha garganta, e isso só me deixava mais molhada, se é que era possível. Nem preciso dizer que o pau dele já entrava inteiro na minha boca, e meu queixo, com um pouco de esforço, batia fácil nas bolas dele.
Sinto a mão dele puxar meu cabelo e me jogar contra o braço do sofá, de costas pra ele. Sinto um tapa na bunda que ecoa pelo quarto todo, fazendo eu soltar um gemido abafado. Não consigo evitar um sorriso, de tanto tesão que me dá ser tratada assim. Apoiado nas minhas costas, ele desabotoa minha calça rapidinho e tira tudo de uma vez. Quando viro de leve e vejo ele, não era o Ivan calmo e gentil que eu lembrava, era outro cara, desesperado pra me comer. Ele nem perde tempo descendo minha calcinha, só afasta o pano que cobre minha buceta e encosta a vara dele na minha entrada.
Devagar foi entrando em mim, senti primeiro a cabeça entrar, depois como desliza suavemente pra dentro de mim, quando termina de se enfiar totalmente em mim, a barriga dele foi deitando quase completamente nas minhas nádegas. Lentamente, a mão dele começa a percorrer todo o meu braço até pegar na minha, entrelaçando os dedos dele com os meus. Aos poucos, o movimento da cintura começou da parte dele, fazendo o pau dele sair até a metade, e de repente voltar a entrar em mim. Não era um membro grande, ou que ele tivesse movimentos dignos do Kama Sutra que me excitavam, mas sim saber que ele era o melhor amigo do meu ex-namorado, o tesão de pensar no que aconteceria se o Maurício descobrisse que a namorada dele de tanto tempo agora estava sendo penetrada pelo melhor amigo dele de toda a vida. E como se a situação já não fosse suficientemente erótica, de repente aumentou quando o celular do Ivan começou a tocar. Sem precisar tirar o pau totalmente de mim, ele alcançou a calça dele, pegou o celular e atendeu.
Alô, Mauri, já tá melhor?
Era meu ex-namorado ligando, a culpa me invadiu por completo, mas ao mesmo tempo saber que o pau do melhor amigo dele ainda estava dentro de mim, sem me importar com a ligação, me encheu de tesão. Já não tinha mais controle nenhum, e quase que instintivamente comecei a rebolar minha bunda pra frente e pra trás, me empalando sozinha no pau do Ivan.
Sim, sim, já foram todos embora, agora tô limpando toda essa bagunça—
Ivan dizia com a voz trêmula e nervosa, vendo meu rosto iluminado com um sorriso perverso enquanto eu rebolava a bunda.
Não, irmão, sem chance de tu vir, não tem mais bebida e além disso já quero dormir—
Mentia, Ivan, por motivos óbvios, enquanto me fazia sinais pra eu parar e assim evitar ser descoberto. Sinais que eu ignorei, e que fizeram meus movimentos ficarem mais profundos e agressivos, aumentando o ritmo, obviamente complicando a pouca calma que ainda restava nele.
Tá bom, tá bom, amanhã a gente fala, até amanhã — Finalmente desligando o telefone
A única coisa que eu podia fazer era acompanhar minha safadeza com um sorriso, enquanto olhava pra ele atrás de mim.
Meu Deus, que gostosa, quase fez a gente ser descoberto, agora você vai pagar—
Ivan mencionou com um olhar e intenção de me castigar.
De forma agressiva, ele puxou meu cabelo, jogando minha cabeça pra trás, enquanto com a outra mão apertava meu pescoço do jeito que dava. Começou o vai e vem, mas de um jeito muito mais frenético e agressivo. Metendo sem parar, fazendo aquele som de palmas com a batida da pélvis dele na minha bunda. E pra completar, eu sentia as bolas dele batendo na minha pele toda hora. Já tava pouco me fodendo se acordava a irmã dele ou algum vizinho. Se antes eu segurava os gemidos, agora isso era só lembrança, porque os sons que saíam da minha boca eram quase gritos, não pedindo, mas exigindo que ele continuasse me metendo.
Por favor, não para, continua, continua—
Que gostosa, adoro, assim eu adoroo-
Meu Deus, por favor, me fode—
Gritava sem parar com a porra mágica que tavam me dando, explodindo num orgasmo foda, o que claramente não impediu ele de continuar maltratando minha buceta.
Não foram um, nem dois ou três minutos que ele manteve aquele ritmo, não — já estávamos quase nos 10 minutos daquilo. Ele perfurando minha buceta, e eu gritando que amava o que ele fazia. Mas eu não aguentava mais aquele ritmo e desabei no sofá, deixando minha bunda empinada à disposição do Ivan, pra ele fazer o que quisesse. Nem preciso dizer que eu já tinha gastado toda minha energia, e ele tava quase explodindo. De repente, só ouço um gemido forte do meu amante enquanto ele se afasta de dentro de mim, e sinto um jorro quente de um líquido grosso cair nas minhas costas, com algumas gotas escorrendo no meio da minha bunda, roçando meu cu e meus lábios da buceta. Quando levantei a vista, por um espaço que tinha no sofá, percebi que minha amiga e irmã do Ivan estava espiando, não sei desde quando, pela porta dela entreaberta. Antes que eu pudesse pensar em como reagir, sinto o Ivan cair ao lado do sofá, me puxando e me abraçando pelo ombro.
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Já fazem uns 5 meses desde aquele encontro com o Ivan. Por algumas semanas, o papo com ele era constante. Aquela sensação de falta de carinho que eu tinha, e de ter alguém pra me acompanhar no dia a dia, tava sendo preenchida. Desde as bobeiras de contar o que a gente fez no dia até os problemas que me incomodavam, eu contava tudo pra ele. Até que, num certo ponto, ele deixou tudo claro: a gente não ia ter futuro. Ele era o melhor amigo do meu ex, e por mais que eu fosse uma gostosa pra ele e blá-blá-blá. Resumindo, o nosso rolê foi só uma noite.
Pouco tempo depois de combinarmos que aquilo nunca deveria ser descoberto, retomei o contato com Maurício, meu ex-namorado. E, como muitos devem estar pensando, acabamos voltando a ter um relacionamento.
Já faz um mês desde que voltamos, e sei que a única cúmplice até agora não fez nenhum comentário, ou pelo menos espero que não. Nunca vou esquecer aquela noite, mas espero do mesmo jeito que ninguém nunca fique sabendo do que aconteceu. Vivo com o medo constante de que esse segredo venha à tona — é um fantasma do passado. Ou pelo menos era o que eu achava.
Tive um relacionamento de quase 3 anos com o Maurício, uma pessoa que não era lá essas coisas de atraente, gordinho, moreninho, não tem traços faciais muito finos, sempre que nos viam juntos, surgiam perguntas ou comentários. Eu não sou exatamente uma supermodelo, ou ter um corpão, mas me viro bem, sou magrinha, tenho um corpo legal, cabelo preto e pele clara. Mas o que ele não compensava no físico, compensava na personalidade, sendo super doce, atencioso, empático e compreensivo.
Se ela tinha uma atitude tão boa, vocês devem se perguntar por que terminamos. O tempo desgastou a relação, e as discussões ficaram muito frequentes, até por motivos que não eram importantes. Mas as brigas e discussões constantes acabaram quebrando de vez o relacionamento.
Depois das primeiras semanas, pra mim foi tranquilo. Eu tinha mais tempo pros meus hobbies, podia sair pra me divertir com as amigas sem me preocupar se alguma coisa ia incomodar o Maurício, ou ficar grudada no celular respondendo mensagem. Mas com o passar dos meses, comecei a me sentir sozinha. Até que nos fins de semana eu tava com as amigas, e quase sempre acabava com algum gato de uma noite só, mas os dias comuns ficavam vazios sem alguém pra me acompanhar e me fazer sentir bem todo santo dia.
Na sexta-feira, fomos pro aniversário de uma amiga, não tão próxima, mas que tinha uma estima suficiente pra me convidar pra festa, e da minha parte pra eu ir. Foi uma surpresa danada quando percebi que meu ex tava lá, junto com o melhor amigo dele, o Ivan. O Ivan era o oposto físico do Maurício: magro, cabelo não loiro, mas castanho claro, com traços muito atraentes. Assim que cruzei olhares com meu ex, deu pra sentir a tensão, lógico. Perguntei pras amigas que estavam comigo por que o innominável tava ali, e descobri que o Ivan era irmão da aniversariante, então ele se sentiu à vontade pra trazer o melhor amigo. Sabendo disso, me arrependi de ter ido na festa. Ainda mais sabendo que com uns copos eu já ia procurar ele pra conversar, ou discutir, uma situação que eu definitivamente queria evitar.
Chegando a noite, eu fazia de tudo pra evitar beber, óbvio que de vez em quando dava uns goles por causa da pressão, mas o objetivo de ficar sóbria tava se cumprindo. Diferente do Maurício, que acho que minha presença fez ele beber mais do que devia, toda vez que eu olhava pro grupo dele, só via ele enchendo a cara, um copo atrás do outro, ou direto na garrafa. Lá no fundo, eu sabia que era questão de tempo até o bêbado da noite fazer um escândalo ou apagar, o que viesse primeiro. Dito e feito, entre gaguejos e gritos, ele começou a chamar a atenção, especialmente daquele grupo, porque o Maurício quis brigar com um cara que eu nem conhecia. No meio de empurrões e o grupo puxando ele, todo mundo daquela turma acabou saindo da festa. Por um lado, me senti mal por ele, porque na minha cabeça ele tinha bebido demais por minha causa, mas por outro lado, me senti aliviada pra caralho, já que agora eu podia beber à vontade sem medo de fazer merda e me arrepender no dia seguinte.
Tava começando a ficar tarde, e conforme as horas passavam e o pessoal ia embora, eu ia terminando copo atrás de copo de álcool, primeiro um de vodka, um de fernet, um pouco de rum e entre um ou dois shots de tequila. No final, quem sobrou na festa tava todo mundo alto, como éramos só 10 pessoas, decidimos sentar no jogo de sofás pra conversar e jogar uns joguinhos de beber. Antes de começar, ouvimos a porta abrir e alguém voltando, eu só fechei os olhos e já me preparei: se fosse meu ex, era hora de vazar na maior discrição. Foi um alívio descobrir que o jogador número 11 era o Ivan, o irmão da aniversariante e melhor amigo do meu ex. E, por reviravoltas da vida, ele acabou sentado do meu lado, e como já estávamos apertados no sofá, com ele ali ficamos bem colados.
Começamos falando de bobeiras, mas entre um copo e outro, o Ivan acabou confessando que, em alguma ocasião, minha ex me traiu com uma mina da turma dele. Tenho que admitir que doeu pra caramba saber disso, mas mantive a melhor cara de paisagem, fingindo que não tava nem aí e que era coisa do passado. Depois daquela conversa fiada entre todo mundo bêbado, a gente foi jogar Verdade ou Desafio, onde colocamos todos os segredos pra fora, tipo fantasias sexuais, aventuras que já tivemos, experiências em relacionamentos amorosos e sexuais, enfim, tudo que pudesse ser revelado. Mas também tinham os desafios, no começo sendo mais engraçados ou ridículos, ou focados em fazer quem tinha que cumprir o desafio beber mais álcool. Obviamente ninguém escapou de revelar verdades, fazer desafios humilhantes ou beber mais do que devia. Vocês já devem imaginar que eu já tava lá, revelando posições ou coisas que fazia com o Maurício, fazendo danças ridículas e bebendo até a água do vaso. Tudo era risada, até que começaram com desafios mais pesados, tipo beijos, palmadas, ou coisas do tipo. E sabendo que uma hora ia sobrar pra mim beijar alguém, qual não foi minha surpresa quando vi que ia ter que beijar o Ivan, e o desafio veio nada mais nada menos que da própria irmã dele.
No começo, foi nítido o desconforto dos dois, mas o Ivan quase não resistiu. No fim, acabamos nos beijando. Não foi um beijo muito longo, nem só um selinho, e, surpreendentemente, foi muito gostoso. Eu tava morrendo de vontade que ele durasse mais, e acho que ele também. O beijo terminou com a gente se olhando fixamente, pareceu uma eternidade, mas na real só durou uns 2 ou 3 segundos. Conforme o jogo foi rolando, a gente se beijou mais três vezes, cada vez com beijos mais demorados e intensos. A noite foi passando, e de 11 pessoas que estavam jogando, uma a uma foram indo embora. No fim, só ficamos eu, a aniversariante e o Ivan. Depois do último shot, minha amiga levantou, disse que tava muito bêbada e foi pro quarto dela, acho que dormir.
Fiquei a sós com o Ivan, a gente se olhou por uns segundos, e eu, sem aguentar o contato visual, só baixei o olhar com um sorriso, aí ouvi
Quer que aconteça?
Não precisei de mais convite, me joguei nos lábios dele desesperada, montei nas pernas dele e comecei a beijá-lo de forma frenética, beijo que ele correspondeu. As mãos dele pousaram na minha bunda, apertando e amassando. Quase que instintivamente, comecei a mexer a cintura, me esfregando nele, me sentindo tão bem, sentindo como aquele roçar massageava minha parte sensível, foi inevitável que pequenos gemidos começassem a sair da minha garganta, mesmo com a boca ocupada devorando a dele. Comecei a sentir algo crescendo dentro da calça dele, começando a pressionar onde eu estava apoiada. Eu, só com um sorriso cúmplice, falei no ouvido dele.
Quer que aconteça?
Rápido pra caralho, ele vai direto beijar e morder meu pescoço, me dominando por completo. Inclinei meu corpo pra trás quase por reflexo, entregando totalmente meu pescoço, já não tinha mais resistência nenhuma na minha mente, me sentia molhada como nunca antes. Uma das mãos dele não parava de apalpar minha bunda, enquanto com a outra, por cima da roupa, começou a apertar e massagear um dos meus peitos. Era hora de dar o próximo passo, eu tomei a iniciativa e tirei tanto a camiseta dele quanto a minha, deixando nossos torsos à mostra, com a exceção de que eu AINDA estava de sutiã, mas ainda não era suficiente, queria mais. Passei minha língua pela orelha dele, descendo devagar com um caminho de beijos e lambidas, passando pela bochecha, pescoço, peito, abdômen, mas quando cheguei abaixo do umbigo, encontrei a calça dele que ainda atrapalhava. Olhei nos olhos dele com a cara mais inocente que eu conseguia fazer, desabotoei o cinto e abaixei o zíper, facilitando pra puxar a jeans dele de uma vez. Nesse ponto, só a cueca dele separava eu do meu objetivo.
Tiro a calcinha e, assim que sai, o pau dele aparece — nada de anormal, mas pra mim é impossível não comparar com o do melhor amigo dele. Talvez seja o tesão ou uma malícia minha, mas a diferença era considerável. Não aguento mais e enfio a cabeça inteira na minha boca, começando a descer e subir, tentando a cada vez meter um pouco mais do membro dele. Em certo momento, sinto a mão dele agarrar minha nuca, guiando e empurrando minha cabeça, me obrigando a enfiar mais daquela vara na minha boca. Naquela hora, sentia a cabeça dele batendo na minha garganta, e isso só me deixava mais molhada, se é que era possível. Nem preciso dizer que o pau dele já entrava inteiro na minha boca, e meu queixo, com um pouco de esforço, batia fácil nas bolas dele.
Sinto a mão dele puxar meu cabelo e me jogar contra o braço do sofá, de costas pra ele. Sinto um tapa na bunda que ecoa pelo quarto todo, fazendo eu soltar um gemido abafado. Não consigo evitar um sorriso, de tanto tesão que me dá ser tratada assim. Apoiado nas minhas costas, ele desabotoa minha calça rapidinho e tira tudo de uma vez. Quando viro de leve e vejo ele, não era o Ivan calmo e gentil que eu lembrava, era outro cara, desesperado pra me comer. Ele nem perde tempo descendo minha calcinha, só afasta o pano que cobre minha buceta e encosta a vara dele na minha entrada.
Devagar foi entrando em mim, senti primeiro a cabeça entrar, depois como desliza suavemente pra dentro de mim, quando termina de se enfiar totalmente em mim, a barriga dele foi deitando quase completamente nas minhas nádegas. Lentamente, a mão dele começa a percorrer todo o meu braço até pegar na minha, entrelaçando os dedos dele com os meus. Aos poucos, o movimento da cintura começou da parte dele, fazendo o pau dele sair até a metade, e de repente voltar a entrar em mim. Não era um membro grande, ou que ele tivesse movimentos dignos do Kama Sutra que me excitavam, mas sim saber que ele era o melhor amigo do meu ex-namorado, o tesão de pensar no que aconteceria se o Maurício descobrisse que a namorada dele de tanto tempo agora estava sendo penetrada pelo melhor amigo dele de toda a vida. E como se a situação já não fosse suficientemente erótica, de repente aumentou quando o celular do Ivan começou a tocar. Sem precisar tirar o pau totalmente de mim, ele alcançou a calça dele, pegou o celular e atendeu.
Alô, Mauri, já tá melhor?
Era meu ex-namorado ligando, a culpa me invadiu por completo, mas ao mesmo tempo saber que o pau do melhor amigo dele ainda estava dentro de mim, sem me importar com a ligação, me encheu de tesão. Já não tinha mais controle nenhum, e quase que instintivamente comecei a rebolar minha bunda pra frente e pra trás, me empalando sozinha no pau do Ivan.
Sim, sim, já foram todos embora, agora tô limpando toda essa bagunça—
Ivan dizia com a voz trêmula e nervosa, vendo meu rosto iluminado com um sorriso perverso enquanto eu rebolava a bunda.
Não, irmão, sem chance de tu vir, não tem mais bebida e além disso já quero dormir—
Mentia, Ivan, por motivos óbvios, enquanto me fazia sinais pra eu parar e assim evitar ser descoberto. Sinais que eu ignorei, e que fizeram meus movimentos ficarem mais profundos e agressivos, aumentando o ritmo, obviamente complicando a pouca calma que ainda restava nele.
Tá bom, tá bom, amanhã a gente fala, até amanhã — Finalmente desligando o telefone
A única coisa que eu podia fazer era acompanhar minha safadeza com um sorriso, enquanto olhava pra ele atrás de mim.
Meu Deus, que gostosa, quase fez a gente ser descoberto, agora você vai pagar—
Ivan mencionou com um olhar e intenção de me castigar.
De forma agressiva, ele puxou meu cabelo, jogando minha cabeça pra trás, enquanto com a outra mão apertava meu pescoço do jeito que dava. Começou o vai e vem, mas de um jeito muito mais frenético e agressivo. Metendo sem parar, fazendo aquele som de palmas com a batida da pélvis dele na minha bunda. E pra completar, eu sentia as bolas dele batendo na minha pele toda hora. Já tava pouco me fodendo se acordava a irmã dele ou algum vizinho. Se antes eu segurava os gemidos, agora isso era só lembrança, porque os sons que saíam da minha boca eram quase gritos, não pedindo, mas exigindo que ele continuasse me metendo.
Por favor, não para, continua, continua—
Que gostosa, adoro, assim eu adoroo-
Meu Deus, por favor, me fode—
Gritava sem parar com a porra mágica que tavam me dando, explodindo num orgasmo foda, o que claramente não impediu ele de continuar maltratando minha buceta.
Não foram um, nem dois ou três minutos que ele manteve aquele ritmo, não — já estávamos quase nos 10 minutos daquilo. Ele perfurando minha buceta, e eu gritando que amava o que ele fazia. Mas eu não aguentava mais aquele ritmo e desabei no sofá, deixando minha bunda empinada à disposição do Ivan, pra ele fazer o que quisesse. Nem preciso dizer que eu já tinha gastado toda minha energia, e ele tava quase explodindo. De repente, só ouço um gemido forte do meu amante enquanto ele se afasta de dentro de mim, e sinto um jorro quente de um líquido grosso cair nas minhas costas, com algumas gotas escorrendo no meio da minha bunda, roçando meu cu e meus lábios da buceta. Quando levantei a vista, por um espaço que tinha no sofá, percebi que minha amiga e irmã do Ivan estava espiando, não sei desde quando, pela porta dela entreaberta. Antes que eu pudesse pensar em como reagir, sinto o Ivan cair ao lado do sofá, me puxando e me abraçando pelo ombro.
—-----------------o—-----------------
Já fazem uns 5 meses desde aquele encontro com o Ivan. Por algumas semanas, o papo com ele era constante. Aquela sensação de falta de carinho que eu tinha, e de ter alguém pra me acompanhar no dia a dia, tava sendo preenchida. Desde as bobeiras de contar o que a gente fez no dia até os problemas que me incomodavam, eu contava tudo pra ele. Até que, num certo ponto, ele deixou tudo claro: a gente não ia ter futuro. Ele era o melhor amigo do meu ex, e por mais que eu fosse uma gostosa pra ele e blá-blá-blá. Resumindo, o nosso rolê foi só uma noite.
Pouco tempo depois de combinarmos que aquilo nunca deveria ser descoberto, retomei o contato com Maurício, meu ex-namorado. E, como muitos devem estar pensando, acabamos voltando a ter um relacionamento.
Já faz um mês desde que voltamos, e sei que a única cúmplice até agora não fez nenhum comentário, ou pelo menos espero que não. Nunca vou esquecer aquela noite, mas espero do mesmo jeito que ninguém nunca fique sabendo do que aconteceu. Vivo com o medo constante de que esse segredo venha à tona — é um fantasma do passado. Ou pelo menos era o que eu achava.
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