Olá, meu nome é Daniela. Essa história começa quando eu tinha oito anos de idade. Eu estava na minha casa com meus primos, porque eles tinham vindo nos visitar. Quando minhas tias e minha mãe decidiram ir ao mercado comprar umas coisas, eu fiquei com meu primo chamado Ulisses, que na época tinha dez anos. Então, a gente resolveu jogar um jogo pra nos divertir e passar o tempo. O jogo era de polícia e ladrão. Eu fui a ladra, então tinha que fugir dele e evitar ser pega. Só que num momento ele conseguiu me pegar por trás e me encostou na parede. Continuando o jogo, eu levantei as mãos pra deixar ele me revistar, e ele começou a passar as mãos pelos meus ombros até chegar nos meus quadris. Aí eu fiquei nervosa e resolvi empurrar ele, dizendo que não me sentia confortável. Ele me disse que tinha visto um filme onde faziam aquilo, então eu resolvi acreditar nele e deixar continuar. Ele voltou a tocar minha cintura e desceu até meus pés, depois disse que precisava me revistar melhor e que eu teria que tirar a roupa. Seguindo o jogo, eu tirei, porque naquela idade eu não via mal nenhum. Já sem roupa, ele continuou passando as mãos pelo meu corpo até que me fez uma pergunta: — Por que você tem algo diferente de mim? (Hoje eu entendo que foi uma pergunta cheia de malícia.) Eu respondi: — Diferente como? Aí ele resolveu tirar a calça dele, deixando o pinto dele na minha frente. Aquilo me assustou, e eu pedi pra tocar, o que eu fiz. Quanto mais eu tocava, mais ele começava a crescer. Então eu perguntei: — O que tá acontecendo? Por que ele tá ficando grande? E se eu podia ajudar em alguma coisa. Ele disse que sim, que faria qualquer coisa pra ajudar. Eu falei: — Então tá. Ele: — Então deita de barriga pra cima e fecha os olhos. Eu: — Ok, mas pra quê? Ele: — Só faz. Uma vez deitada e de olhos fechados, comecei a sentir algo roçando nos meus lábios, como se quisesse entrar. E foi o que aconteceu, porque ele empurrou com força. Força...
Eu — o que você está fazendo?
Você disse que ia me ajudar. Não abre os olhos e fica quietinha.
Ele começou a meter e tirar cada vez mais rápido, enquanto me mandava lamber com a língua até que ele tirou e mandou eu ficar de quatro. Depois pediu pra eu deitar de novo, mas agora de barriga pra baixo, começando a bater na minha bunda com a mão enquanto falava pra eu não gritar, que era um jogo novo. Eu obedeci, e ele começou a enfiar o pau no meu cu, que no começo não deixava entrar, até que depois de tanto empurrar ele conseguiu meter, me fazendo gritar de dor. Ele tampou minha boca rápido e disse que me compraria um doce se eu não gritasse, e eu me convenci.
Ele começou a meter e tirar enquanto puxava meu cabelo e, de vez em quando, me batia de novo.
Aqui termina essa história. Se quiserem saber o que aconteceu depois, dá um apoio nesse post.
Eu — o que você está fazendo?
Você disse que ia me ajudar. Não abre os olhos e fica quietinha.
Ele começou a meter e tirar cada vez mais rápido, enquanto me mandava lamber com a língua até que ele tirou e mandou eu ficar de quatro. Depois pediu pra eu deitar de novo, mas agora de barriga pra baixo, começando a bater na minha bunda com a mão enquanto falava pra eu não gritar, que era um jogo novo. Eu obedeci, e ele começou a enfiar o pau no meu cu, que no começo não deixava entrar, até que depois de tanto empurrar ele conseguiu meter, me fazendo gritar de dor. Ele tampou minha boca rápido e disse que me compraria um doce se eu não gritasse, e eu me convenci.
Ele começou a meter e tirar enquanto puxava meu cabelo e, de vez em quando, me batia de novo.
Aqui termina essa história. Se quiserem saber o que aconteceu depois, dá um apoio nesse post.
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