Fala pessoal, meu nome é Ivan, sou do México, tenho 39 anos, pele morena clara, 1,78m de altura, magro e meio atlético porque vou na academia e pratico esporte (Futebol Americano e Crossfit). Sou casado há dez anos com minha mulher, chamada Sônia, de 38 anos, pele morena clara, 1,61m de altura, corpo magro, pernas finas, quadril pequeno mas marcado, peitos médios e uma bunda redondinha e empinada. Nós dois somos da área da educação, somos professores de ensino médio. Descobri esse site há pouco tempo e, depois de analisar por uns dias, criei coragem pra escrever algo aqui.
As experiências que vou contar aconteceram comigo há algum tempo, com sete mulheres gostosas, das quais tenho o prazer de conhecer três desde pequenas. Desculpa se não sou muito bom nisso, é minha primeira vez escrevendo minhas experiências e talvez eu não seja muito descritivo, até porque já fazem alguns anos.
Era o ano de 2010 quando conheci e comecei a namorar quem hoje é minha esposa, já que nossas profissões e amizades em comum assim decidiram. Então, era natural que, com o tempo, ela me apresentasse à família dela, que era de origens humildes e de uma pequena comunidade de apenas 300 habitantes na serra do México. Assim, Sonia, na época minha namorada, e eu, depois de discutirmos por uns dois meses, nos preparamos para eu conhecer os parentes dela, já que era importante pra ela. No entanto, teríamos que ir até aquele povoado; pensamos nisso e ambos decidimos que aproveitaríamos para passar umas duas semanas de férias na terra dela. Por isso, tentamos encaixar nossas férias da melhor forma possível, fizemos as malas e pegamos a estrada. Depois de viajar por horas entre estradas de terra e pedra, chegamos ao povoado de onde Sonia é. Lá, conheci a cunhada dela, Lucia, uma mulher bonita apesar dos 53 anos, viúva, de corpo magro, uns 1,60m de altura, cabelo liso e preto até a metade das costas, com alguns fios brancos, olhos castanhos escuros, seios grandes e pontudos, um pouco caídos naturalmente pela idade, pernas finas, torneadas e duras, e uma bunda firme e muito bem conservada. Lucia nos recebeu com uma legging branca semitransparente que deixava ver a calcinha bege dela, uma blusa preta justa de alças finas cruzadas nas costas com uma gola imitando renda, onde o sutiã branco dela aparecia pelos lados.
Parada na porta, Lucianos recebe com um caloroso cumprimento…
-Lucia: Sonia, como você tá?, que alegria te ver!!!….
-Sonia: Cunhada, beleza? E você?!!!...
—Sônia: "Olha, Lucy, ele é o Ivan, meu namorado"...e com um olhar sedutoramente safado e amigável ao mesmo tempo…
-Lucia: "Muito prazer, Ivan. Me chamo Lucia, mas pode me chamar de Lucy.enquanto me segura com as duas mãos nos meus ombros pra se inclinar e me dar um beijo na bochecha, a pele dela era macia e quentinha, com um cheirinho floral que saía do corpo dela por causa do perfume que tava usando.
-Lucia: "Vamos, entrem, entrem, fiquem à vontade, deixem eu ajudar com as malas de vocês.ao que eu mandar...
-Eu: “Fica tranquilo, agora mesmo eu dou um jeito de enfiar elas”….
-Lucia: "Como é que cê acha? A gente ajuda elas agora, Liliana!!!Saindo de um dos quartos, uma das cinco filhas de Lúcia, seu nome Liliana, de 14 anos naquela época, uma garota de corpo magro, com uns 1,58m de altura, pele morena clara, cabelo liso e comprido até as costas, preto, pernas finas e firmes como as da mãe, e aquela pinta tão característica no lábio superior. Quando a conheci, ela estava usando um daqueles shorts-saia que as tenistas usam, rosa, e uma blusa da mesma cor com um lacinho de enfeite no pescoço. Fiquei paralisado, estupefato com a beleza da Liliana, uma garota linda, com um jeito de andar sedutor e meigo, próprio da idade, como uma menina aprendendo a seduzir. Apesar do corpo magro, seus quadris crescendo e aqueles peitinhos de adolescente em pleno desenvolvimento se destacavam, junto com sua bundinha pequena, com um par de nádegas redondinhas e empinadas.
-Liliana: "Oi tia...
-Sonia: "Oi Lili, como você tá?
-Liliana: "Bem, obrigada"...enquanto eu não tirava os olhos dos seus lindos peitos jovens, do seu rostinho gostoso, observando seus deliciosos lábios se mexendo ao falar e desenhando um sorriso tímido no final de cada frase, sem perceber ela me olhou e, sorrindo, disse…
-Liliana: "Oi, me chamo Liliana"...esperei vários segundos sem resposta, fiquei mudo, feito um moleque assustado, um novato que leva um susto e depois cai em si…
-Eu: “Oi, oi, desculpa Ivan, muito prazerDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.…Liliana soltou uma gargalhada, me sentindo um idiota, mas fazer o quê; então, depois de uma apresentação constrangedora, fomos nos instalar no quarto que tinham preparado pra gente. Já instalados, Lúcia nos convida pra sentar na sala, enquanto Sonia e Lúcia batiam papo sobre isso e aquilo, já que fazia tempo que não se viam, perguntando pelas outras sobrinhas que tinham ido com parentes pra nos deixar espaço. Enquanto isso, eu não conseguia parar de olhar pra Liliana, que tava arrumando a casa. O jeito dela mexer a cintura num ritmo meio lento, acompanhando o vai e vem do esfregão, me enlouquecia. Os joguinhos constantes dela com o cabelo, colocando ele atrás da orelha, eu tava me apaixonando. Quando, de repente, ela me permite apreciar a bunda jovem dela ao se inclinar pra torcer o esfregão, o short que ela usava por baixo ficava no meio da bunda. Nessa altura, meu pau já tava a mil e meus desejos de possuir ela invadiam minha mente. Aí chega uma vizinha em casa com o bebê dela, e rapidinho Liliana corre pra abraçar o bebê, me oferecendo pra tirar uma foto delas. Que sorte a minha a vizinha ter chegado pra me dar uma desculpa de ter uma foto daquela gostosa. Sentia que meu pau ia rasgar a calça. Não ia perder essa oportunidade. As pernas dela me extasiavam, com vontade de acariciar, de abrir, de me meter entre elas e possuir ela. Imaginava o cheiro e o gosto da buceta dela.
Sônia e Lúcia continuaram a conversa assim que a vizinha foi embora, e eu olhava para Liliana com aquele desejo louco, perverso, sobre ela, recebendo alguns olhares esporádicos e sorrisos meigos, que longe de me intimidar ou, melhor dizendo, de me fazer cair em si, mais me incitavam a continuar olhando pra ela.
Passaram-se umas duas horas e todo mundo se preparou pra ir dormir. Pensei em me acalmar um pouco fumando um cigarro lá fora de casa. Tava excitado demais, nervoso, e minhas mãos tremiam. Por um lado, eu sabia que o que tava pensando e desejando era errado — ela era sobrinha da minha namorada e menor de idade. Mas, por outro lado, minha libido e minha sacanagem diziam que ela já tinha idade pra merecer. Quando, pra minha surpresa, a Sonia me abraça por trás, se aninhando no meu ombro e, devagar, descendo a mão pro meu pau...
-Sonia: "Mmm, amor, tu tá com tesão...não soube por uns segundos como reagir, mas tenho que confessar que a tarde inteira fiquei desejando a Liliana, que meu pau não tava procurando culpados, e sim alguém pra dar conta. joguei o cigarro fora e fiquei na frente dela, beijando ela com paixão, acariciando as costas dela e agarrando, apertando a bunda dela com minhas mãos, imaginando que era a Liliana...
-Sonia: "Ahhh amor mmm, cê tá muito gostosa hoje...num sussurro, ela me diz com uma voz entrecortada, sem fôlego…
—Eu: “Por que você tá falando isso?”…pergunta…
-Sonia: "Já senti ela, mmm…
-Eu: “Cê gosta?”…
-Sonia: “Sim”….
-Eu: “Você quer ela?”….
-Sonia: “Se eu quero ela”….
—Eu: “Onde?”….
-Sonia: “Entre minhas pernas”….
Fiquei completamente surpreso e eufórico, já que a Sonia era daquelas mulheres mais tradicionais, de chegar virgem ao casamento, nunca tínhamos passado de umas brincadeiras e sexo oral, e lá estava ela me olhando direto nos olhos e com uma voz apaixonada…
-Sonia: "Faz amor comigo"….
Sem pensar duas vezes, peguei na mão dela e fomos pro quarto. Meu pau pulsava, ameaçando sair da calça. Aqueles corredores pareciam não ter fim. Assim que entramos no quarto, comecei a beijar ela de novo, com paixão, tirando o fôlego dela. Desci devagar pro pescoço dela enquanto, com uma das mãos, acariciava por cima da roupa a buceta quentinha dela, esfregando, acariciando...
-Sonia: "Te amo"…Naquele momento, era o que menos me importava. O que eu queria era extravasar aquela vontade de possuir uma mulher, arrancando à força a blusa dela e deixando que ela tirasse o sutiã sozinha enquanto eu puxava sua calça de pijama junto com a calcinha. Subi desesperado e comecei a chupar os peitos dela, abraçando-a febrilmente, apertando aquela bunda deliciosa com as duas mãos…
-Eu: “Mmmm que delícia esses peitos mmm”….Nossa, elas eram de tamanho médio (30 😎), com uns bicos grossos e uma auréola de um marrom bem escuro.
—Sonia: “Cê gosta delas, amor? São suas…”eu chupava eles como se minha vida dependesse disso, sugando os biquinhos e depois batendo neles com minha língua de cima pra baixo e em movimentos circulares, alternando cada peito igual um bebê mamando, me dando tempo e espaço pra saborear aqueles bicos já durinhos e também os seios firmes dela.
Me sentei na beira da cama e fiz ela colocar uma perna em cima, deixando eu curtir a barriga dela, lamber e brincar com o umbigo, acariciar as pernas e os quadris, beijar a buceta dela e sentir os pelinhos pretos lisos, cortados e desenhados em formato triangular nos meus lábios e rosto, me deliciando com o cheirinho de mulher dela…
-Sonia: “Me come”…Sem dizer duas vezes, comecei a lamber com lambidas fortes e profundas aquela delícia gostosa pra ir molhando ela...
-Sonia: "Ahhh mmm assim...Estávamos em êxtase, comecei a chupar o clitóris pequeno dela, colando minha boca na buceta dela. A Sonia começou a segurar minha cabeça e rebolar o quadril pra esfregar a vagina molhada na minha boca, passando a xereca no meu rosto. Minha língua provava o gosto azedinho dela e o cheiro de mulher…
-Sônia: “Ahhhhhhhhhhhh”…Uma explosão de sabores invadia minha boca, um grito de prazer que eu jurava que todo mundo tinha ouvido, mas que não me importava, porque eu estava me deliciando com todos os seus sucos enquanto segurava ela pela bunda para não desperdiçar uma única gota…
-Eu: “Cê gosta de mim, amor?”…com a voz ofegante, eu disse pra ela…
-Sônia: “Siiiiim”….Dava pra ver na cara dela que tava satisfeita…
-Eu: “É a minha vez, gostosa”… Mereço ela em cima da cama enquanto puxo ela pelo braço, deixando ela de joelhos debaixo da cama. Sem trocar uma palavra, ela enfia meu pau na boca, apertando os lábios na minha pele. Começa devagar a tirar meu pau ereto da boca dela, uma e outra vez. Ajeito o cabelo dela pra ver como me chupava, enquanto a cabeça dela sobe e desce, me dando um prazer gostoso. Mexo minha cintura, comendo a boca dela. Não sei quantas vezes já fiz isso desde que somos namorados, mas nunca me canso daquela boca. No entanto, naquele momento, me vem a imagem da Liliana me chupando assim, e já excitado...
—Eu: “Vem, coração, deita aqui”…Nervosa e tremendo, ela se deita de barriga pra cima no meio da cama, deixando as pernas penduradas. Beijo ela com carinho, trocando nossos fluidos. Abro as pernas dela e começo a brincar com a buceta dela com meus dedos, de cima pra baixo e de um lado pro outro, abrindo os lábios dela. Enquanto isso, esfrego meu pau numa das pernas dela. Nunca pensei que fosse verdade, que era mentira dela, mas pude ver aquele hímen intacto. Nunca parei pra ver se era real, só abaixava pra chupar ela, e ela adorava, mas sempre de luz apagada. Naquele dia, ela quis com a luz acesa...
-Eu: "amor, você vai mesmo me deixar te comer?Emocionado e apaixonado, eu disse a ela que me sentia como um garotinho na primeira vez...
-Sonia: "Faz sim, é meu presente de aniversário"...sem hesitarPousei suas pernas sobre meus ombros, colocando meu pau duro naquele buraco delicioso. Então coloquei minhas mãos na curva entre as pernas e o quadril dela. Minhas pernas tremiam, meu coração acelerou, meus nervos estavam à flor da pele. Comecei a penetrar devagar, dando pequenas estocadas com minha glande inchada, separando os lábios dela, procurando aquela entrada vaginal gostosa. E de uma só vez...
-Sonia: “Aiiiiii”…Esse grito, se ouviram sem dúvida, pude sentir como estralou aquele hímen. Deixei dentro por um momento e comecei a bombar devagar pra ela ir se acostumando com meu pau. Tirei um pouco e ele tava coberto de sangue, mmmm... finalmente tinha conseguido meter a rola na minha namorada, que por tanto tempo me negou até casar. Pedi pra ela subir mais na cama sem tirar, me ajoelhei na frente dela, abri e levantei as pernas dela, segurando pelos tornozelos, e comecei a bombar com mais força, mmmm. O rosto dela era uma mistura contraditória de dor e prazer ao mesmo tempo. Mesmo sendo virgem, não era tão apertada, mas a buceta dela apertava delicioso...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sonia: "Ahhh te amo, amorzinho"…enquanto ela enlaçava as pernas na minha cintura pra eu não tirar, metia e tirava no vai e vem gostoso do sexo, ela me segurava enquanto eu apertava os peitos dela, tapa, tapa se ouvia em cada investida por causa da nossa lubrificação, fiquei bombando ela por uns 20 ou 25 minutos quando…
-Sônia: "Ahhhhhhhhhh mmmmmm"...outro orgasmo delicioso molhando toda a minha pica, ele se levantou um pouco pra me abraçar com carinho…
—Eu: “Vem, fica de quatro”… Trêmula, ela mal conseguiu se apoiar na beira da cama, eu fiquei por baixo pra poder bombar ela com mais facilidade. Coloquei meu pau molhado dos sucos dela, ainda com um pouco de líquido vital na entrada da buceta dela, e comecei a comê-la com força, segurando firme nos quadris dela. Sonia pulsava de prazer, eu metia e tirava meu pau inteiro dela, os gemidos dela faziam eu enfiar com mais força. Dava pra ouvir o som dos nossos sucos sexuais cada vez que nossos corpos se chocavam. Eu tava quase fazendo ela gozar pela terceira vez quando vi a Liliana naquela posição. Tentei parar e me acalmar, mas segurei os quadris dela tentando aguentar, não consegui. Meti fundo até o talo, descarregando todo meu gozo. Senti uma dorzinha gostosa ao gozar, de tanto que aguentei naquele dia... Ficamos os dois deitados na cama, e deixei meu pau sair sozinho da buceta dela quando a ereção baixou...
No dia seguinte, acordei cedo, tomei um banho e deixei a Sonia dormindo. Bateu uma sede, então fui pra cozinha. Lá estava a Lúcia sentada na mesa, tomando um café, com um shortinho preto de lycra que mal cobria a bunda dela e uma camiseta folgada daquelas que dão em campanha eleitoral, com uma perna cruzada e um sorriso meio cúmplice, meio debochado…
-Lucia: "Bom dia, curtiram a noite de vocês?"…Foi quando eu percebi que eles realmente tinham nos escutado, pra ser sincero, tive uma sensação entre pena e tesão…
— Eu: “Sim, obrigada, dormimos bem”…como se não soubesse do que eu tava falando…
-Lucia: "Tá com fome? Se quiser, posso fazer um café da manhã pra você.Sem pensar duas vezes, depois de toda a atividade que tive com a Sônia, aceitei a oferta dela. Sentei numa das cadeiras de frente pro fogão, por educação, pra não virar as costas pra Lúcia enquanto ela cozinhava e conversava comigo. Tenho que confessar que adorava olhar pra aquela bunda bem conservada dela naquele shortinho de lycra, que deixava claro que ela não tava usando calcinha, e pras pernas torneadas dela…
A gente conversou uns minutinhos sobre isso e aquilo, sobre como eu conheci a Sônia, como a gente virou namorados, até que ela soltou a pergunta que já tinha na cabeça antes de eu chegar na cozinha…
-Lucia: "Desde quando você começou a comer a minha cunhada?o que realmente me surpreendeu e me deixou sem palavras…
-Lucia: "Vamos, não fica com pena não"…
-Lucia: "Achava que minha cunhada era muito caretão.não sabia se ficar puto ou levar na esportiva…
– Eu: "Sinceramente, não sei de onde isso veio"...Ao que ela sentiu, não diria nada que comprometesse a Sônia, ela me disse…
-Lucia: "Minha cunhada sempre se fez de santinha, mas ontem à noite eu ouvi como ela aproveitava a pica"...Comentário que me irritou. Levantei da mesa e já ia saindo pro quarto, mas ela não me deixou passar, se desculpando pelo que disse. Falou que foi um pouco de ciúme, porque a Sônia era uma mulher muito fechada pra sexo, mas mesmo assim tava transando, enquanto ela não conseguia há muito tempo. Disse que na vila todo mundo se conhece, e se envolvesse com alguém de lá, todo mundo ia ficar sabendo. Além disso, não tinha muita opção, porque na vila tinha mais mulher do que homem.
—Eu: “Fica tranquila, vou agir como se isso nunca tivesse rolado e não vou contar nada pra Sonia”…Pelo que me agradece, no entanto, sem dizer nada, ela se joga em cima de mim e começa a me beijar. Não sei se devia ter recusado naquele momento, mas me deixei levar…
-Lucia: “Faz em mim igual fez na Sonia”….Naquele momento, pude sentir nas minhas mãos aquelas nádegas bem conservadas, duras, firmes, assim como os peitos dela. Ela queria que eu a pegasse ali mesmo na cozinha, mas sugeri irmos para o quarto dela, e ela aceitou de boa. Chegamos no quarto, mal fechei a porta e ela já tinha tirado toda a roupa...
-Lucia: "O Ivan tava esperando muito por isso há um tempão.Eu beijo ela apaixonadamente e consigo sentir a desesperação dela pra ser penetrada, os nervos, a adrenalina no talo. Não posso dizer que eu não tava igual, meu pau tava durasso, querendo pular pra fora, mas ali sentada na beira da cama. Bastou um olhar dela pra eu me livrar das roupas e deixar exposto aquele pedaço duro de carne que fez os olhos de Lúcia brilharem. Ela, sem nem pedir licença, começou a me dar uns boquetes.Detetive, se eu me controlasse um pouco, tava seguro que em uns dois minutos ela ia gozar. A garganta dela era muito funda, aguentava meus 23cm. Já tinha estado com muitas mulheres, mas nunca com uma que tivesse uma boca tão experiente. Meter meu pau na boca dela era como enfiar em algo morno, macio como veludo, apertado e molhado... hmm, delicioso. Tava curtindo aquela boca prazerosa quando comecei a olhar ao redor do quarto dela, que era igual toda casa de gente do campo: cheia de imagens religiosas e fotos de família…
— Eu: “Quem é aquele cara que aparece em várias das suas fotos?”…Inocentemente perguntei, e ela respondeu que era o falecido marido dela…
—Eu: “Então aqui era o quarto dos dois?”…já que conhecia pessoas que, quando o parceiro morria, trocavam de quarto ou se mudavam, ela me confirmou que era o quarto de casal deles…
—Eu: “Então era aqui que ele te comia?”…Ajam falou sem tirar minha pica da boca dela, naquele momento pude sentir um leve jato de porra saindo da minha pica na boca dela. A ideia de comer uma viúva não era a primeira vez que eu fazia isso com uma, mas nunca na mesma cama onde ela transava com o marido. Sem pensar duas vezes…
-Eu: "Lucy, já quero meter em você"...Com um sorriso meigo e uns olhos brilhando que nem criança na véspera de Natal, ela subiu rapidinho na cama, ajeitou o travesseiro e me mostrou aquela buceta cheia de pelo grosso e preto. Comecei a beijar as pernas dela devagar até chegar na intimidade, fui saborear aquela buceta, o gosto agridoce era uma delícia. Bastaram três minutos pra Lucy me dar os sucos dela numa explosão...
-Lúcia: "Aiiiiiiiiiiiiiiiiii hmmmmmm"…Não podia acreditar na quantidade de sucos que saíam dela, mal conseguia engolir como se tivessem se acumulado por muito tempo. Ela se contorcia como se estivesse possuída, já que estava viúva há dez anos…
-Lucia: "Mete a pica em mim"...sem que ela precisasse falar duas vezes, me deitei sobre ela na posição de missionário., meti entre as pernas dela, encaixei meu pau duro na buceta dela, ela envolveu meu pescoço com os braços me beijando apaixonadamente, me convidando pra meter de uma vez só, Zás!! De uma estocada só eu meti…
-Lucia: “Mmm aiiiiiiiiii”…escorreu dos lábios dela…
-Eu: "Nossa, que gostosa você é…apesar de ter tido cinco partos normais, aquela buceta se conservava muito bem, ainda apertada. considerando isso e a idade dela, eu metia e tirava meu pau pra ela sentir tudo. os olhos dela arregalavam, dava pra ver que ela tava curtindo pra caralho, e eu tava adorando comer aquela mulher madura com um tesão doentio porque ela era gostosa pra porra. eu tava fazendo na mesma cama do falecido marido dela, e ela era cunhada da minha namorada. enquanto eu comia ela, chupava aqueles peitos 40C, com auréola marrom. ela levantou uma das pernas pra se prender na minha cintura. nunca tinha comido tão gostoso de papai e mamãe, dava pra ver que era experiente nessa posição. me levantei um pouco pra colocar as pernas dela nos meus ombros, uff, entrava fundo pra caralho. a gente já tava naquilo uns 25 minutos quando começamos a ouvir barulho do lado de fora do quarto e pudemos escutar a Liliana, a Sonia e outras vozes femininas...
-Lucia: "Minhas filhas!!!Assustada, ela se levanta da cama…
-Eu: “Aguenta aí, já tô quase gozando”…colocando ela com os braços esticadosRecostados na porta do quarto dela, deixei que se inclinasse um pouco, oferecendo e mostrando a bunda. Assim, de pé, comecei a comer ela por trás, segurando na cintura dela, metendo gostoso. Curtia aquele tesão de comer uma mulher desesperada…
-Lucia: "Ahhhhh mmmm, se liga"…De propósito, ela me comia devagar, saboreando aquela adrenalina de sermos pegos no ato, e meus desejos se realizaram quando Mercedes, a filha mais nova da Lúcia, tentou abrir a porta, mas estava trancada e ela começou a bater…
-Mercedes: "Mamãe, mamãe, já acordou?"…Lúcia esperou em silêncio, e foi aí que comecei a meter com mais força, arrancando um gemido de prazer que Mercedes ouviu…
-Mercedes: "Mãe, cê tá bem?"…ao que ela respondeu que sim, que só se vestia e saía, minhas investidas ecoavam por todo o quarto e, imaginando que nos ouviam, fazendo-a emudecer de prazer, ela se recostou sobre meu peito de costas, passando um dos braços por trás do meu pescoço, nos beijando…
-Lucia: “Já acabou, amor”…Continuei bombeando, me apoiando na parede.até que não aguentei mais e gozei dentro dela, ela me deu um beijo e disse…
-Lucia: "Valeu"...Fiquei exausto, deixei ela se vestir e sair primeiro pra disfarçar os olhares, e depois saí eu, mas não sem antes dar um beijo quente e um tapão na bunda dela. Me virei como pude, me enfiei no banheiro e tomei um banho.
Ao sair do chuveiro, a Sonia me recebeu com um beijo e um olhar ciumento da Lúcia…
—Sônia: "Olha, Ivan, te apresento minhas outras sobrinhas: Viviana, Amélia, Jasmim e Mercedes"...Senti que ia morrer, não tinha nem dois dias ali e já tinha comido duas mulheres de forma descomunal, mal conseguia ficar de pé e me apresentaram mais quatro gostosas… continua

As experiências que vou contar aconteceram comigo há algum tempo, com sete mulheres gostosas, das quais tenho o prazer de conhecer três desde pequenas. Desculpa se não sou muito bom nisso, é minha primeira vez escrevendo minhas experiências e talvez eu não seja muito descritivo, até porque já fazem alguns anos.
Era o ano de 2010 quando conheci e comecei a namorar quem hoje é minha esposa, já que nossas profissões e amizades em comum assim decidiram. Então, era natural que, com o tempo, ela me apresentasse à família dela, que era de origens humildes e de uma pequena comunidade de apenas 300 habitantes na serra do México. Assim, Sonia, na época minha namorada, e eu, depois de discutirmos por uns dois meses, nos preparamos para eu conhecer os parentes dela, já que era importante pra ela. No entanto, teríamos que ir até aquele povoado; pensamos nisso e ambos decidimos que aproveitaríamos para passar umas duas semanas de férias na terra dela. Por isso, tentamos encaixar nossas férias da melhor forma possível, fizemos as malas e pegamos a estrada. Depois de viajar por horas entre estradas de terra e pedra, chegamos ao povoado de onde Sonia é. Lá, conheci a cunhada dela, Lucia, uma mulher bonita apesar dos 53 anos, viúva, de corpo magro, uns 1,60m de altura, cabelo liso e preto até a metade das costas, com alguns fios brancos, olhos castanhos escuros, seios grandes e pontudos, um pouco caídos naturalmente pela idade, pernas finas, torneadas e duras, e uma bunda firme e muito bem conservada. Lucia nos recebeu com uma legging branca semitransparente que deixava ver a calcinha bege dela, uma blusa preta justa de alças finas cruzadas nas costas com uma gola imitando renda, onde o sutiã branco dela aparecia pelos lados.
Parada na porta, Lucianos recebe com um caloroso cumprimento…
-Lucia: Sonia, como você tá?, que alegria te ver!!!….
-Sonia: Cunhada, beleza? E você?!!!...
—Sônia: "Olha, Lucy, ele é o Ivan, meu namorado"...e com um olhar sedutoramente safado e amigável ao mesmo tempo…
-Lucia: "Muito prazer, Ivan. Me chamo Lucia, mas pode me chamar de Lucy.enquanto me segura com as duas mãos nos meus ombros pra se inclinar e me dar um beijo na bochecha, a pele dela era macia e quentinha, com um cheirinho floral que saía do corpo dela por causa do perfume que tava usando.
-Lucia: "Vamos, entrem, entrem, fiquem à vontade, deixem eu ajudar com as malas de vocês.ao que eu mandar...
-Eu: “Fica tranquilo, agora mesmo eu dou um jeito de enfiar elas”….
-Lucia: "Como é que cê acha? A gente ajuda elas agora, Liliana!!!Saindo de um dos quartos, uma das cinco filhas de Lúcia, seu nome Liliana, de 14 anos naquela época, uma garota de corpo magro, com uns 1,58m de altura, pele morena clara, cabelo liso e comprido até as costas, preto, pernas finas e firmes como as da mãe, e aquela pinta tão característica no lábio superior. Quando a conheci, ela estava usando um daqueles shorts-saia que as tenistas usam, rosa, e uma blusa da mesma cor com um lacinho de enfeite no pescoço. Fiquei paralisado, estupefato com a beleza da Liliana, uma garota linda, com um jeito de andar sedutor e meigo, próprio da idade, como uma menina aprendendo a seduzir. Apesar do corpo magro, seus quadris crescendo e aqueles peitinhos de adolescente em pleno desenvolvimento se destacavam, junto com sua bundinha pequena, com um par de nádegas redondinhas e empinadas.
-Liliana: "Oi tia...
-Sonia: "Oi Lili, como você tá?
-Liliana: "Bem, obrigada"...enquanto eu não tirava os olhos dos seus lindos peitos jovens, do seu rostinho gostoso, observando seus deliciosos lábios se mexendo ao falar e desenhando um sorriso tímido no final de cada frase, sem perceber ela me olhou e, sorrindo, disse…
-Liliana: "Oi, me chamo Liliana"...esperei vários segundos sem resposta, fiquei mudo, feito um moleque assustado, um novato que leva um susto e depois cai em si…
-Eu: “Oi, oi, desculpa Ivan, muito prazerDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.…Liliana soltou uma gargalhada, me sentindo um idiota, mas fazer o quê; então, depois de uma apresentação constrangedora, fomos nos instalar no quarto que tinham preparado pra gente. Já instalados, Lúcia nos convida pra sentar na sala, enquanto Sonia e Lúcia batiam papo sobre isso e aquilo, já que fazia tempo que não se viam, perguntando pelas outras sobrinhas que tinham ido com parentes pra nos deixar espaço. Enquanto isso, eu não conseguia parar de olhar pra Liliana, que tava arrumando a casa. O jeito dela mexer a cintura num ritmo meio lento, acompanhando o vai e vem do esfregão, me enlouquecia. Os joguinhos constantes dela com o cabelo, colocando ele atrás da orelha, eu tava me apaixonando. Quando, de repente, ela me permite apreciar a bunda jovem dela ao se inclinar pra torcer o esfregão, o short que ela usava por baixo ficava no meio da bunda. Nessa altura, meu pau já tava a mil e meus desejos de possuir ela invadiam minha mente. Aí chega uma vizinha em casa com o bebê dela, e rapidinho Liliana corre pra abraçar o bebê, me oferecendo pra tirar uma foto delas. Que sorte a minha a vizinha ter chegado pra me dar uma desculpa de ter uma foto daquela gostosa. Sentia que meu pau ia rasgar a calça. Não ia perder essa oportunidade. As pernas dela me extasiavam, com vontade de acariciar, de abrir, de me meter entre elas e possuir ela. Imaginava o cheiro e o gosto da buceta dela.
Sônia e Lúcia continuaram a conversa assim que a vizinha foi embora, e eu olhava para Liliana com aquele desejo louco, perverso, sobre ela, recebendo alguns olhares esporádicos e sorrisos meigos, que longe de me intimidar ou, melhor dizendo, de me fazer cair em si, mais me incitavam a continuar olhando pra ela.
Passaram-se umas duas horas e todo mundo se preparou pra ir dormir. Pensei em me acalmar um pouco fumando um cigarro lá fora de casa. Tava excitado demais, nervoso, e minhas mãos tremiam. Por um lado, eu sabia que o que tava pensando e desejando era errado — ela era sobrinha da minha namorada e menor de idade. Mas, por outro lado, minha libido e minha sacanagem diziam que ela já tinha idade pra merecer. Quando, pra minha surpresa, a Sonia me abraça por trás, se aninhando no meu ombro e, devagar, descendo a mão pro meu pau...
-Sonia: "Mmm, amor, tu tá com tesão...não soube por uns segundos como reagir, mas tenho que confessar que a tarde inteira fiquei desejando a Liliana, que meu pau não tava procurando culpados, e sim alguém pra dar conta. joguei o cigarro fora e fiquei na frente dela, beijando ela com paixão, acariciando as costas dela e agarrando, apertando a bunda dela com minhas mãos, imaginando que era a Liliana...
-Sonia: "Ahhh amor mmm, cê tá muito gostosa hoje...num sussurro, ela me diz com uma voz entrecortada, sem fôlego…
—Eu: “Por que você tá falando isso?”…pergunta…
-Sonia: "Já senti ela, mmm…
-Eu: “Cê gosta?”…
-Sonia: “Sim”….
-Eu: “Você quer ela?”….
-Sonia: “Se eu quero ela”….
—Eu: “Onde?”….
-Sonia: “Entre minhas pernas”….
Fiquei completamente surpreso e eufórico, já que a Sonia era daquelas mulheres mais tradicionais, de chegar virgem ao casamento, nunca tínhamos passado de umas brincadeiras e sexo oral, e lá estava ela me olhando direto nos olhos e com uma voz apaixonada…
-Sonia: "Faz amor comigo"….
Sem pensar duas vezes, peguei na mão dela e fomos pro quarto. Meu pau pulsava, ameaçando sair da calça. Aqueles corredores pareciam não ter fim. Assim que entramos no quarto, comecei a beijar ela de novo, com paixão, tirando o fôlego dela. Desci devagar pro pescoço dela enquanto, com uma das mãos, acariciava por cima da roupa a buceta quentinha dela, esfregando, acariciando...
-Sonia: "Te amo"…Naquele momento, era o que menos me importava. O que eu queria era extravasar aquela vontade de possuir uma mulher, arrancando à força a blusa dela e deixando que ela tirasse o sutiã sozinha enquanto eu puxava sua calça de pijama junto com a calcinha. Subi desesperado e comecei a chupar os peitos dela, abraçando-a febrilmente, apertando aquela bunda deliciosa com as duas mãos…
-Eu: “Mmmm que delícia esses peitos mmm”….Nossa, elas eram de tamanho médio (30 😎), com uns bicos grossos e uma auréola de um marrom bem escuro.
—Sonia: “Cê gosta delas, amor? São suas…”eu chupava eles como se minha vida dependesse disso, sugando os biquinhos e depois batendo neles com minha língua de cima pra baixo e em movimentos circulares, alternando cada peito igual um bebê mamando, me dando tempo e espaço pra saborear aqueles bicos já durinhos e também os seios firmes dela.
Me sentei na beira da cama e fiz ela colocar uma perna em cima, deixando eu curtir a barriga dela, lamber e brincar com o umbigo, acariciar as pernas e os quadris, beijar a buceta dela e sentir os pelinhos pretos lisos, cortados e desenhados em formato triangular nos meus lábios e rosto, me deliciando com o cheirinho de mulher dela…
-Sonia: “Me come”…Sem dizer duas vezes, comecei a lamber com lambidas fortes e profundas aquela delícia gostosa pra ir molhando ela...
-Sonia: "Ahhh mmm assim...Estávamos em êxtase, comecei a chupar o clitóris pequeno dela, colando minha boca na buceta dela. A Sonia começou a segurar minha cabeça e rebolar o quadril pra esfregar a vagina molhada na minha boca, passando a xereca no meu rosto. Minha língua provava o gosto azedinho dela e o cheiro de mulher…
-Sônia: “Ahhhhhhhhhhhh”…Uma explosão de sabores invadia minha boca, um grito de prazer que eu jurava que todo mundo tinha ouvido, mas que não me importava, porque eu estava me deliciando com todos os seus sucos enquanto segurava ela pela bunda para não desperdiçar uma única gota…
-Eu: “Cê gosta de mim, amor?”…com a voz ofegante, eu disse pra ela…
-Sônia: “Siiiiim”….Dava pra ver na cara dela que tava satisfeita…
-Eu: “É a minha vez, gostosa”… Mereço ela em cima da cama enquanto puxo ela pelo braço, deixando ela de joelhos debaixo da cama. Sem trocar uma palavra, ela enfia meu pau na boca, apertando os lábios na minha pele. Começa devagar a tirar meu pau ereto da boca dela, uma e outra vez. Ajeito o cabelo dela pra ver como me chupava, enquanto a cabeça dela sobe e desce, me dando um prazer gostoso. Mexo minha cintura, comendo a boca dela. Não sei quantas vezes já fiz isso desde que somos namorados, mas nunca me canso daquela boca. No entanto, naquele momento, me vem a imagem da Liliana me chupando assim, e já excitado...
—Eu: “Vem, coração, deita aqui”…Nervosa e tremendo, ela se deita de barriga pra cima no meio da cama, deixando as pernas penduradas. Beijo ela com carinho, trocando nossos fluidos. Abro as pernas dela e começo a brincar com a buceta dela com meus dedos, de cima pra baixo e de um lado pro outro, abrindo os lábios dela. Enquanto isso, esfrego meu pau numa das pernas dela. Nunca pensei que fosse verdade, que era mentira dela, mas pude ver aquele hímen intacto. Nunca parei pra ver se era real, só abaixava pra chupar ela, e ela adorava, mas sempre de luz apagada. Naquele dia, ela quis com a luz acesa...
-Eu: "amor, você vai mesmo me deixar te comer?Emocionado e apaixonado, eu disse a ela que me sentia como um garotinho na primeira vez...
-Sonia: "Faz sim, é meu presente de aniversário"...sem hesitarPousei suas pernas sobre meus ombros, colocando meu pau duro naquele buraco delicioso. Então coloquei minhas mãos na curva entre as pernas e o quadril dela. Minhas pernas tremiam, meu coração acelerou, meus nervos estavam à flor da pele. Comecei a penetrar devagar, dando pequenas estocadas com minha glande inchada, separando os lábios dela, procurando aquela entrada vaginal gostosa. E de uma só vez...
-Sonia: “Aiiiiii”…Esse grito, se ouviram sem dúvida, pude sentir como estralou aquele hímen. Deixei dentro por um momento e comecei a bombar devagar pra ela ir se acostumando com meu pau. Tirei um pouco e ele tava coberto de sangue, mmmm... finalmente tinha conseguido meter a rola na minha namorada, que por tanto tempo me negou até casar. Pedi pra ela subir mais na cama sem tirar, me ajoelhei na frente dela, abri e levantei as pernas dela, segurando pelos tornozelos, e comecei a bombar com mais força, mmmm. O rosto dela era uma mistura contraditória de dor e prazer ao mesmo tempo. Mesmo sendo virgem, não era tão apertada, mas a buceta dela apertava delicioso...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sonia: "Ahhh te amo, amorzinho"…enquanto ela enlaçava as pernas na minha cintura pra eu não tirar, metia e tirava no vai e vem gostoso do sexo, ela me segurava enquanto eu apertava os peitos dela, tapa, tapa se ouvia em cada investida por causa da nossa lubrificação, fiquei bombando ela por uns 20 ou 25 minutos quando…
-Sônia: "Ahhhhhhhhhh mmmmmm"...outro orgasmo delicioso molhando toda a minha pica, ele se levantou um pouco pra me abraçar com carinho…
—Eu: “Vem, fica de quatro”… Trêmula, ela mal conseguiu se apoiar na beira da cama, eu fiquei por baixo pra poder bombar ela com mais facilidade. Coloquei meu pau molhado dos sucos dela, ainda com um pouco de líquido vital na entrada da buceta dela, e comecei a comê-la com força, segurando firme nos quadris dela. Sonia pulsava de prazer, eu metia e tirava meu pau inteiro dela, os gemidos dela faziam eu enfiar com mais força. Dava pra ouvir o som dos nossos sucos sexuais cada vez que nossos corpos se chocavam. Eu tava quase fazendo ela gozar pela terceira vez quando vi a Liliana naquela posição. Tentei parar e me acalmar, mas segurei os quadris dela tentando aguentar, não consegui. Meti fundo até o talo, descarregando todo meu gozo. Senti uma dorzinha gostosa ao gozar, de tanto que aguentei naquele dia... Ficamos os dois deitados na cama, e deixei meu pau sair sozinho da buceta dela quando a ereção baixou...
No dia seguinte, acordei cedo, tomei um banho e deixei a Sonia dormindo. Bateu uma sede, então fui pra cozinha. Lá estava a Lúcia sentada na mesa, tomando um café, com um shortinho preto de lycra que mal cobria a bunda dela e uma camiseta folgada daquelas que dão em campanha eleitoral, com uma perna cruzada e um sorriso meio cúmplice, meio debochado…
-Lucia: "Bom dia, curtiram a noite de vocês?"…Foi quando eu percebi que eles realmente tinham nos escutado, pra ser sincero, tive uma sensação entre pena e tesão…
— Eu: “Sim, obrigada, dormimos bem”…como se não soubesse do que eu tava falando…
-Lucia: "Tá com fome? Se quiser, posso fazer um café da manhã pra você.Sem pensar duas vezes, depois de toda a atividade que tive com a Sônia, aceitei a oferta dela. Sentei numa das cadeiras de frente pro fogão, por educação, pra não virar as costas pra Lúcia enquanto ela cozinhava e conversava comigo. Tenho que confessar que adorava olhar pra aquela bunda bem conservada dela naquele shortinho de lycra, que deixava claro que ela não tava usando calcinha, e pras pernas torneadas dela…
A gente conversou uns minutinhos sobre isso e aquilo, sobre como eu conheci a Sônia, como a gente virou namorados, até que ela soltou a pergunta que já tinha na cabeça antes de eu chegar na cozinha…
-Lucia: "Desde quando você começou a comer a minha cunhada?o que realmente me surpreendeu e me deixou sem palavras…
-Lucia: "Vamos, não fica com pena não"…
-Lucia: "Achava que minha cunhada era muito caretão.não sabia se ficar puto ou levar na esportiva…
– Eu: "Sinceramente, não sei de onde isso veio"...Ao que ela sentiu, não diria nada que comprometesse a Sônia, ela me disse…
-Lucia: "Minha cunhada sempre se fez de santinha, mas ontem à noite eu ouvi como ela aproveitava a pica"...Comentário que me irritou. Levantei da mesa e já ia saindo pro quarto, mas ela não me deixou passar, se desculpando pelo que disse. Falou que foi um pouco de ciúme, porque a Sônia era uma mulher muito fechada pra sexo, mas mesmo assim tava transando, enquanto ela não conseguia há muito tempo. Disse que na vila todo mundo se conhece, e se envolvesse com alguém de lá, todo mundo ia ficar sabendo. Além disso, não tinha muita opção, porque na vila tinha mais mulher do que homem.
—Eu: “Fica tranquila, vou agir como se isso nunca tivesse rolado e não vou contar nada pra Sonia”…Pelo que me agradece, no entanto, sem dizer nada, ela se joga em cima de mim e começa a me beijar. Não sei se devia ter recusado naquele momento, mas me deixei levar…
-Lucia: “Faz em mim igual fez na Sonia”….Naquele momento, pude sentir nas minhas mãos aquelas nádegas bem conservadas, duras, firmes, assim como os peitos dela. Ela queria que eu a pegasse ali mesmo na cozinha, mas sugeri irmos para o quarto dela, e ela aceitou de boa. Chegamos no quarto, mal fechei a porta e ela já tinha tirado toda a roupa...
-Lucia: "O Ivan tava esperando muito por isso há um tempão.Eu beijo ela apaixonadamente e consigo sentir a desesperação dela pra ser penetrada, os nervos, a adrenalina no talo. Não posso dizer que eu não tava igual, meu pau tava durasso, querendo pular pra fora, mas ali sentada na beira da cama. Bastou um olhar dela pra eu me livrar das roupas e deixar exposto aquele pedaço duro de carne que fez os olhos de Lúcia brilharem. Ela, sem nem pedir licença, começou a me dar uns boquetes.Detetive, se eu me controlasse um pouco, tava seguro que em uns dois minutos ela ia gozar. A garganta dela era muito funda, aguentava meus 23cm. Já tinha estado com muitas mulheres, mas nunca com uma que tivesse uma boca tão experiente. Meter meu pau na boca dela era como enfiar em algo morno, macio como veludo, apertado e molhado... hmm, delicioso. Tava curtindo aquela boca prazerosa quando comecei a olhar ao redor do quarto dela, que era igual toda casa de gente do campo: cheia de imagens religiosas e fotos de família…
— Eu: “Quem é aquele cara que aparece em várias das suas fotos?”…Inocentemente perguntei, e ela respondeu que era o falecido marido dela…
—Eu: “Então aqui era o quarto dos dois?”…já que conhecia pessoas que, quando o parceiro morria, trocavam de quarto ou se mudavam, ela me confirmou que era o quarto de casal deles…
—Eu: “Então era aqui que ele te comia?”…Ajam falou sem tirar minha pica da boca dela, naquele momento pude sentir um leve jato de porra saindo da minha pica na boca dela. A ideia de comer uma viúva não era a primeira vez que eu fazia isso com uma, mas nunca na mesma cama onde ela transava com o marido. Sem pensar duas vezes…
-Eu: "Lucy, já quero meter em você"...Com um sorriso meigo e uns olhos brilhando que nem criança na véspera de Natal, ela subiu rapidinho na cama, ajeitou o travesseiro e me mostrou aquela buceta cheia de pelo grosso e preto. Comecei a beijar as pernas dela devagar até chegar na intimidade, fui saborear aquela buceta, o gosto agridoce era uma delícia. Bastaram três minutos pra Lucy me dar os sucos dela numa explosão...
-Lúcia: "Aiiiiiiiiiiiiiiiiii hmmmmmm"…Não podia acreditar na quantidade de sucos que saíam dela, mal conseguia engolir como se tivessem se acumulado por muito tempo. Ela se contorcia como se estivesse possuída, já que estava viúva há dez anos…
-Lucia: "Mete a pica em mim"...sem que ela precisasse falar duas vezes, me deitei sobre ela na posição de missionário., meti entre as pernas dela, encaixei meu pau duro na buceta dela, ela envolveu meu pescoço com os braços me beijando apaixonadamente, me convidando pra meter de uma vez só, Zás!! De uma estocada só eu meti…
-Lucia: “Mmm aiiiiiiiiii”…escorreu dos lábios dela…
-Eu: "Nossa, que gostosa você é…apesar de ter tido cinco partos normais, aquela buceta se conservava muito bem, ainda apertada. considerando isso e a idade dela, eu metia e tirava meu pau pra ela sentir tudo. os olhos dela arregalavam, dava pra ver que ela tava curtindo pra caralho, e eu tava adorando comer aquela mulher madura com um tesão doentio porque ela era gostosa pra porra. eu tava fazendo na mesma cama do falecido marido dela, e ela era cunhada da minha namorada. enquanto eu comia ela, chupava aqueles peitos 40C, com auréola marrom. ela levantou uma das pernas pra se prender na minha cintura. nunca tinha comido tão gostoso de papai e mamãe, dava pra ver que era experiente nessa posição. me levantei um pouco pra colocar as pernas dela nos meus ombros, uff, entrava fundo pra caralho. a gente já tava naquilo uns 25 minutos quando começamos a ouvir barulho do lado de fora do quarto e pudemos escutar a Liliana, a Sonia e outras vozes femininas...
-Lucia: "Minhas filhas!!!Assustada, ela se levanta da cama…
-Eu: “Aguenta aí, já tô quase gozando”…colocando ela com os braços esticadosRecostados na porta do quarto dela, deixei que se inclinasse um pouco, oferecendo e mostrando a bunda. Assim, de pé, comecei a comer ela por trás, segurando na cintura dela, metendo gostoso. Curtia aquele tesão de comer uma mulher desesperada…
-Lucia: "Ahhhhh mmmm, se liga"…De propósito, ela me comia devagar, saboreando aquela adrenalina de sermos pegos no ato, e meus desejos se realizaram quando Mercedes, a filha mais nova da Lúcia, tentou abrir a porta, mas estava trancada e ela começou a bater…
-Mercedes: "Mamãe, mamãe, já acordou?"…Lúcia esperou em silêncio, e foi aí que comecei a meter com mais força, arrancando um gemido de prazer que Mercedes ouviu…
-Mercedes: "Mãe, cê tá bem?"…ao que ela respondeu que sim, que só se vestia e saía, minhas investidas ecoavam por todo o quarto e, imaginando que nos ouviam, fazendo-a emudecer de prazer, ela se recostou sobre meu peito de costas, passando um dos braços por trás do meu pescoço, nos beijando…
-Lucia: “Já acabou, amor”…Continuei bombeando, me apoiando na parede.até que não aguentei mais e gozei dentro dela, ela me deu um beijo e disse…
-Lucia: "Valeu"...Fiquei exausto, deixei ela se vestir e sair primeiro pra disfarçar os olhares, e depois saí eu, mas não sem antes dar um beijo quente e um tapão na bunda dela. Me virei como pude, me enfiei no banheiro e tomei um banho.
Ao sair do chuveiro, a Sonia me recebeu com um beijo e um olhar ciumento da Lúcia…
—Sônia: "Olha, Ivan, te apresento minhas outras sobrinhas: Viviana, Amélia, Jasmim e Mercedes"...Senti que ia morrer, não tinha nem dois dias ali e já tinha comido duas mulheres de forma descomunal, mal conseguia ficar de pé e me apresentaram mais quatro gostosas… continua

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