La increíble mujer de mi amigo 2 FINAL

Assim passaram dois ou três dias e nem Julieta, a mulher do meu amigo, nem eu trocamos mensagens. Até que chegou o aniversário de uma das filhas de um amigo em comum e ele nos convidou. Não tive ideia melhor do que escrever pra Julieta.        Oiiii        Oieee - ela me respondeu na hora e isso me deixou doida        A gente se vê sábado? – perguntei pra ela        Sim, claro – ela me disse        Você vai ficar gostosa pra mim? – perguntei pra ver o que ela respondia        Sim, só pra você – ele me respondeu e meu pau começou a endurecer.        O que você está fazendo agora? – perguntei a ela.        Tô com os caras, não posso fazer nada… - essa resposta broxou na hora        Bom, vou ter que esperar até sábado pra esquentar com você – falei pra ela        Eu já tô toda molhadinha, só de ler você – ela me escreveu        — E eu também — respondi.        Sábado a gente se vê" – ela me cortou        Ok – respondi pra ela
Passei a semana inteira esperando o sábado feito um moleque no primeiro dia de aula. Sabia que ia ser quase impossível fazer qualquer movimento, mas a ilusão continuava intacta.

Finalmente chegou o sábado. Com a minha mulher e meus filhos, a gente se arrumou e saiu pro aniversário. Eu tava nervoso, mas por sorte minha mulher não percebeu. Pedi pra ela não beber álcool pra dirigir na volta, e ela topou.

Agora pensando bem, acho que esse foi o maior problema. Como eu tava nervoso, assim que cheguei me ofereceram um gin tônica e eu aceitei. O Fede, meu amigo, ainda não tinha chegado. Mas tenho que admitir que não era a presença dele que me importava.

Eu tava olhando pra outro lado quando os dois entraram pela porta. Foi lindo ver ela entrar, mas mais lindo ainda foi ver como ela me procurou entre todo mundo até cruzar o olhar comigo e me dar um sorriso que eu senti que era especial.

Esperei ela chegar perto pra poder contemplar. Tava difícil tomar cuidado com os olhares que eu sustentava na Julieta o tempo todo — podia ser visto pela minha mulher, ou pior, pelo meu melhor amigo.

Quando ela tava a dois metros de mim, não consegui evitar passar o olho no corpo inteiro dela. A gente tava numa roda com mais dois amigos, e ela chegou pra cumprimentar a gente. Foi sentir a bochecha dela contra a minha e uma eletricidade percorrer meu corpo inteiro.        Oi – ela sussurrou no meu ouvido        Oi, como você tá? – respondi pra ela, segurando o olhar.        Agora… melhor – ela me disse quando o marido dela estava cumprimentando os outros dois
Achei que ia morrer com esse comentário e não consegui nem responder um fraco "eu também", mesmo sentindo tanto quanto ela.
Aos poucos fui relaxando, o álcool, confesso, ajudava. Fui ajudar um dos meninos que tinha tropeçado e ela veio também pro meu lado pra aproveitar a oportunidade. É difícil explicar a excitação e a alegria que eu sentia sabendo que ela me procurava, tanto quanto eu procurava ela.        Como é que cê tá?" – ela me disse enquanto segurava a filha no colo.        Muito bem – eu disse, percorrendo o corpo inteiro dela com o olhar.        Vai, meu amor – ele disse pra mina dele, e ela se afastou – não me olha assim, por favor – ele falou quase rindo.        Não consigo te olhar de outro jeito – falei, sem me importar se tinha algum amigo ou esposa por perto.        Você me devora com os olhos – ela me disse.        Eu queria te comer de outro jeito – soltei pra ela        Isso tá saindo do nosso controle", ela me disse.        Quero te foder – soltei de uma vez e senti tudo se nublar ao meu redor, menos ela.        Não me diz isso, por favor" – ela falou, agora bem séria.        É o que eu sinto        Eu sei – ela me disse        E você? – precisava ouvir da boca dela        Seria muito perigoso…        Pra mim, mais, mas mesmo assim – falei e vi que o rosto dela ficou completamente pálido olhando atrás de mim.
Fede, meu amigo, me abraçou por trás, me levantando e dizendo: “Que que vocês dois tão cochichando aí?”        Nada, nada, vim ajudar a Valentina que tinha caído – disse ela rapidamente        Eu tava falando que a carne tava muito gostosa, se ela não queria um sanduíche de lombo – falei pra me livrar.        Muito bem, cuidando da minha esposa – disse meu amigo me abraçando agora.
Automaticamente pensei: “eu cuidaria dela de tantas maneiras!” e sorri olhando pra ela, que fez o mesmo gesto, e tenho certeza de que passou a mesma coisa pela cabeça dela.
A festa continuou e, entre o nervosismo e a comida, segui com vinho tinto e comecei a ficar mais alegre e desinibido. A tal ponto que, num momento, Julieta, que eu não tirava os olhos, foi pra dentro de casa e eu fui atrás dela.
Vi ela a alguns metros tentando entrar no banheiro, mas estava ocupado. Continuei andando e, quando estava a um metro dela, ela se virou e me olhou com cara de pânico.
Não hesitei e agarrei ela, beijando-a na boca, não me importava com nada. Ela abriu a boca e correspondeu ao meu beijo com muita língua. Minha mão acariciou a bunda dela por cima do vestido, e a dela se agarrou no meu pau.
Ouvimos a porta do banheiro destravando e nos separamos como se tivéssemos levado um choque de 330 volts.
Justamente era a Romina, minha mulher, que saía do banheiro. Não soube como reagir, e Julieta rapidamente entrou no banheiro dizendo:        Aqui está seu marido que estava te esperando, né?        Não, só ia no banheiro – falei eu        Ah — disse minha mulher, e ficou esperando a Julieta sair.

Entrei no banheiro e, quando saí, as duas já estavam de volta com o resto do pessoal.

Na hora de soprar as velinhas e cantar parabéns, tive outra chance e não desperdicei. Meu amigo estava filmando ou tirando fotos. A Julieta segurava a filha no colo, perto da mesa, ao lado do aniversariante, e eu aproveitei pra ficar atrás dela. Num segundo, encostei descaradamente, apertando todo o meu volume contra a bunda dela.

O mais gostoso foi quando ela, longe de se afastar, fez um movimento pra sentir melhor. Me afastei pra não chamar atenção, mas a ereção já era quase impossível de esconder. Peguei meu filho e fui brincar com ele no parque.

Na hora da despedida, falei que ia buscar os casacos. A anfitriã disse que estavam no quarto deles.        Vou pegar nossas coisas – falei pra minha mulher        Ah, me traz uma jaqueta preta e uma azul… não, deixa que eu subo com você porque vai ser uma confusão você achar.

Não podia acreditar que a Julieta subia agora comigo pro andar de cima. Assim que virei na escada e soube que estava fora da vista dos outros, me virei pra ver ela subindo, sorrindo e com uma cara de tesão do caralho.

Quando a escada chegou ao fim, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto onde estavam as roupas. Passamos pela porta e ela abriu a boca pra me beijar com paixão. Eu correspondi e minhas mãos foram direto pra bunda dela.        Mmmmm – ela sussurrou        Mmmmm – continuei beijando ela e agora levantei o vestido dela pra tocar aquela bunda gostosa toda pelada.        Aggggjjjj me toca – ela pediu em um momento        Mmmmm siiiim – minha mão foi na frente e acariciei a buceta por cima da calcinha que notei molhada.        Aiiiiii – ela mesma puxou a calcinha pro lado e pegou na minha mão pra eu tocar nela.        Aghhhhhh – eu falei pra ela enfiando um dedo e depois outro na buceta toda lubrificada.        Precisava sentir você – dizia ela enquanto enfiava a mão dentro da minha calça jeans apertada.        Siiiiim – eu disse e desabotoei pra facilitar o serviço dela        Quero tocar na sua pica – ele disse e enfiou a mão dentro da minha cueca, acariciando e batendo uma punheta várias vezes.
Meus dedos entravam e saíam da buceta dela. Minha boca e a dela eram duas ventosas que não conseguiam se desgrudar, mas tudo tem um fim, tudo acaba.
Ouvimos um barulho subindo as escadas e nos recompusemos rapidamente.
Começamos a procurar as roupas e, num instante, nossos antebraços se roçaram e nos olhamos sorrindo. Os dois sabíamos que íamos acabar trepando um dia.
Entrei no carro no banco do carona e dormi enquanto minha mulher dirigia. Não lembro do que sonhei, mas lembro que acordei com uma ereção de campeão.
Tirei a pica pra fora enquanto minha mulher dirigia e falei:
        Olha como eu tô        O que cê tá fazendo? Guarda isso aí que a gente vai passar no pedágio.        Tem pedágio eletrônico, ninguém vai nos ver.
Minha mulher estendeu a mão e fez umas duas ou três subidas e descidas, e continuou dirigindo. Quando chegamos em casa, a gente trepou de um jeito delicioso. Era óbvio que, entre o álcool e o tesão, eu tava mais do que motivado.
Quando terminamos, ela me disse que eu tava muito tarado ultimamente e me perguntou por quê. Respondi com evasivas, dizendo que ela me enlouquecia e que o álcool me deixava assim.
No dia seguinte, eu tava morrendo de vontade de escrever pra ela, mas era domingo e ela podia estar com o marido (meu melhor amigo) do lado, e eu não queria causar problema nenhum pra ela.
Na segunda-feira, esperei ficar sozinho e tive a ideia de escrever pro meu amigo pra perguntar uma besteira e saber onde ele tava. Quando ele respondeu que tava no escritório dele, eu me soltei e escrevi pra Julieta.        Oieee        Oiee – ela me respondeu na hora        Tô com vontade de te escrever desde ontem, mas não quis te colocar em risco.        Agora estou sozinha – ela me colocou        Sei porque acabei de perguntar pro Fede e ele me disse que tava no escritório, por isso que te mandei mensagem.        Olha que precavido você se mostrou, sempre costuma ter tanto cuidado        Não, outro dia eu tava arriscando demais.        É verdade isso, kkkkk – comentou ela        Precisamos nos ver – eu soltei pra ela        Tá achando?        Não aguento mais – me joguei sem medo        É um passo muito grande esse
Eu levei uns segundos pra responder e as palavras saíram sozinhas        Acho que vai ser melhor assim, se continuarmos desse jeito, vamos acabar nos arriscando igual no sábado, porque tá cada vez mais difícil me segurar toda vez que te vejo.        Uuuuui, gosto do que você tá me dizendo e é verdade, eu também tô afim, mas me custa decidir.        Imagina só, eu e o Fede somos melhores amigos…        Sim, talvez seja por isso que eu tenho dificuldade, mas… - deixou um espaço em branco        Mas o quê?" – perguntei.        Mas quando eu falo contigo ou te vejo, fico toda arrepiada de tesão – ela soltou, e meu pau disparou feito uma mola solta.        Eu também, tô com vontade de te comer, de te chupar – me animei        Aiii, não me escreve essas coisas… — ela me disse        Por quê?        Por que eu me molho toda        Você tá sozinha em casa?" – consegui falar pra ela.        Sim, e você? – ela me perguntou        Eu com muita vontade de ir te visitar agora.        Eu te receberia com tesão.
Entrei no carro e fui pra casa dela sem falar mais nada além disso.        Não acredito em você, com certeza ia ficar com medo — falei pra ela já de dentro do carro, saindo em direção à casa dela.        Juro que não, se eu te pegar aqui, te mato – ela me disse        Olha que eu posso estar aí na sua casa bem rapidinho – falei quando já estava a 10 minutos da casa dela        Será que você dá conta?" – ela me diz        Por essas tetas e essa buceta gostosa, eu seria capaz… - escrevi totalmente endemoniado e indo a 80 km/h por ruas onde o limite é 40 km/h.        Aghhhh, não me mete isso não        Mais uma coisa que quero te meter… — falei pra ela do semáforo, a 5 minutos da casa dela.        Ayyy siiiii – ela disse
Ela não sabia que eu estava a metros da casa dela e que logo a campainha ia tocar e eu estaria do outro lado da porta        Toparia? – perguntei pela última vez        Neste momento, juro por Deus que sim. Tô muito tesuda.        Bom – eu estava descendo do carro – vai tocar a campainha da sua casa e vou ser eu.        — Quem me dera — respondeu ela.
Horas depois, Julieta me confessaria que sentiu o coração parar quando a campainha tocou. RIIIIIIINNNNNNGGGGGG
A porta se abriu e lá estava Julieta com uma camiseta sem sutiã, por baixo da qual se desenhavam uns peitos duros e empinados e uma cara toda vermelha de nervoso que me olhava séria. Ela estava de short de tecido e chinelo. Achei ela uma gostosa. Ela me olhou e disse:        Não acredito em você.        Pode entrar?        Passa.
Ela fechou a porta atrás de mim e se jogou em cima de mim. Gostei que ela não hesitou. Me beijou e enfiou a língua na minha boca na hora, se apertando contra mim como uma possessa. Eu me agarrava nela e minhas mãos foram direto pra bunda dela, pegando e massageando como um desesperado. E era verdade, eu tava mesmo.
Ela se soltou só um segundo, trancou a porta e voltou com tudo, me beijando e passando as mãos por todo o meu corpo. Eu respondi do mesmo jeito.        Siiiiii, assimmm – ela dizia        Mmmmm – ela conseguia responder        Tava morrendo de vontade de sentir você assim – ela tava solta como nunca vi uma mulher.
Era uma puta honra que uma mulher ficasse desse jeito por mim. Tenho que admitir que o sexo com a minha esposa é muito bom, mas isso que eu via na Julieta acho que nunca tinha despertado em mulher nenhuma.        Eu também, você me deixa com muito tesão – eu confessei        Acho que nunca estive tão tesuda        Nem eu – falei com sinceridade        Quero chupar sua pica agora mesmo
Julieta se abaixou, ajoelhando no chão da sala da própria casa, onde tantas vezes tinha estado com meu amigo, e em segundos desabotoou minha calça pra tirar minha pica e enfiar na boca dela de uma vez só. Fechou os olhos e curtiu por um segundo, começando a chupar com gosto. Num instante só, abriu os olhos e me encarou direto com minha pica na boca dela.        Você é uma gostosa – falei pra ela        Você tem uma pica linda – ela me disse
Acho que amei essa frase "você tem uma pica linda" e levantei ela pra beijar na boca de novo e começar a despir
Ela se deixava fazer e correspondia cada movimento de forma harmônica, embora apressada.
Quando levantei a camiseta dela pra tirar e os peitos balançaram na minha frente, não aguentei e me joguei pra chupar eles com desespero, igual um bebê faminto. Ela me acariciava e falava sem pudor:        Siiim, assiiim, chupa minhas tetas assiiiiim        Mmmmm – eu não conseguia largar os peitos dela
Enquanto isso, ela continuava tirando a roupa e minha mão percorria a bunda firme dela e a calcinha fio dental que se perdia naquela racha linda.
Agora fui eu que me ajoelhei no chão para puxar aquela peça íntima pequenininha até os pés dela e jogar de lado. Ela sacou o que eu queria e levantou uma perna pra me dar um acesso melhor à intimidade dela. Não desperdicei a chance
Mergulhei de cabeça naquela pussy linda, quente e molhada, que parecia estar me esperando há muito tempo. Me agarrei forte na pussy dela e comecei a chupar. O que veio depois, eu não esperava        Aghhhh aghhh ahhhhhhh – ela gemia e me apertava com as duas mãos contra a boceta dela.        Mmmmmm – eu mal conseguia respirar com a pressão dela.        Aghhhh ahhhhh ahhhhhhh
Senti o corpo dela tremer e soube que ela tava gozando. Será que ela tava tão gostosa que gozou na hora? Sabia que sim. Mesmo assim, continuei chupando e ela foi me soltando devagar.        Mmmmm você me fez gozar em um segundo – ela disse        Eu gosto disso.        Nunca tinha me acontecido de ficar tão tesuda – eu admitia        Nem eu…
Subi pra beijar ela na boca e ela pareceu se acender de novo quando sentiu o próprio gosto.        Quero que você me coma – ela me disse        E eu quero te comer, que sorte – falei igual um idiota rindo        Aqui, vem cá.
A Julieta me levou pro sofá de três lugares e se jogou nua, abrindo as pernas pra eu meter sem hesitar.        Não usei calcinha – falei pra ela        Não importa, eu preciso que você me coma – ela me disse        Tem certeza?        Sim, eu me cuido e quero que você me coma e goze dentro, tô muito tesuda.
Juro que chupei a buceta dela de novo pra não gozar na mesma hora. Foi tanto tesão que me deu quando ouvi da boca dela que queria que eu gozasse dentro que eu não ia aguentar muito.
Segurei as duas pernas dela e enfiei minha cabeça de novo entre as coxas dela. Ela tentava me afastar.        Já me fez gozar, me fode, por favor – ela me pediu        Tá bom, mas não te garanto que vou aguentar muito… — confessei pra ela        Mete a pica em mim, preciso sentir ela
Dessa vez não hesitei. Me adiantei pra beijar ela, chupar de novo aqueles peitos lindos e, pegando minha pica com a mão, enfiei de uma vez só. Entrou perfeitamente porque a lubrificação da buceta dela estava completa. A sensação de prazer que senti naquele momento foi total, a buceta dela me aquecia e me fazia sentir algo lindo. Não queria nunca mais sair de dentro dela. Eu estava consumando o ato de comer a mulher do meu melhor amigo. Era uma loucura total, mas uma loucura linda e digna de ser vivida.
Com as duas mãos, ela segurou meu rosto e me beijou na boca com os dois olhos abertos e disse:        Me come, me come, por favor        Siim, adoro te comer – falei pra ela        Precisava da sua pica dentro de mim – ela disse, olhando nos meus olhos.        E eu precisava te foder        Vai, me fode assim, vai! – pedia Julieta        Vou gozar dentro da sua buceta – anunciei        Vai, aghhhh vai que eu acabo com você – ela me disse        De novo?        Mmmmm – ele me beijou na boca        Aghhhh acabei, vou gozar dentro de você – gritei quase        Aghhh, vamos gozar juntos, vai! – sussurrou no meu ouvido        Aghmmmmm aghhhh ahhhhh – meu pau começou a jorrar gozo dentro da buceta dela.        Aghhh ahghhhhhhh agmmmmm – ela dizia tremendo debaixo de mim
Meu pau parecia não conseguir parar de gozar. Foram vários jatos e cacetadas dentro da buceta dela. Ela me abraçava com as duas pernas e me beijava sem parar na boca, no pescoço, na orelha.        Precisava que você me comesse – ela me disse        — E eu precisava te foder! — me abri de vez.
Desabei em cima dela e meu pau foi perdendo o gás aos poucos, mas não totalmente. Julieta começou a sussurrar umas putarias no meu ouvido que fizeram meu pau não morrer de vez.        Como você me excita, não faz ideia – começou me dizendo        Você pra mim – respondi        Desde o teu aniversário fiquei com tesão por você, e na piscina tava com a buceta encharcada por sua causa. A Julieta falava comigo e me beijava sem parar. Continuou no meu ouvido:        E quando a gente foi pegar a roupa, eu teria te comido ali mesmo, não tava nem aí pra nada – continuou ela.        Aghhhh – meu pau deu uma pulsada dentro da buceta dela ao ouvir as palavras dela.        Mmmmm, essa pica tá se mexendo        Você coloca assim – eu disse, e Julieta pareceu recuperar mais desejo.
Julieta se afastou rapidamente de mim e se jogou no chão para chupar minha pica como uma desesperada. Ela estava banhada de porra e dos próprios fluidos, mas isso pareceu não importar pra ela.
O jeito que a mulher do meu amigo chupava minha pica era único. Nunca tinha sentido algo assim. Ela fazia de um jeito que misturava suavidade e desespero, amor e tesão safado, técnica e talento. Era lindo ver como ela chupava minha pica.        Adoro sua pica        Eu gosto é de você – dizia pra ela        Você vai me comer gostoso?        Muito, muito – eu dizia
Julieta me jogou no tapete e montou em cima de mim pra me foder, começando a cavalgar. Parecia possuída, o cabelo preto dela balançava e os peitos pulavam enquanto ela começou a me foder, se mexendo igual uma cobra em cima de mim.
O jeito que ela se movia, como me olhava e as coisas que me disse, vou guardar pra mim porque não consigo colocar em palavras. Não tem como explicar o que vivi naquela segunda transa.
Julieta sugou até a última gota de porra que me restava e depois desabou sobre mim, me beijando com paixão absoluta.
Falei no ouvido dela, sem mentir:        Quero te comer muitas vezes mais, só hoje não vai dar pra mim.        Penso o mesmo, e faria, mas…        Agora não vamos dizer mais nada – pedi.
A partir daquele dia, começamos uma espiral de loucura e desejo que nos levou a fazer coisas muito arriscadas. Nós dois sabíamos que não queríamos nos separar, mas também não queríamos parar de transar.
Toda vez que nos encontrávamos, prometíamos que seria a última. E sempre voltávamos a marcar um novo encontro.
Entre todas as coisas que fizemos, inventamos uma desculpa do trabalho uma noite e fomos para um hotel no centro assistir a um show (sentamos lá no fundo) e depois acabamos num hotel no centro transando por várias horas.
Outra vez, lembro que nós dois nos encontramos um meio-dia em Puerto Madero para almoçar e depois fomos para um motel. A gente tava com um tesão que explodia assim que um mandava mensagem pro outro.
Acho que passamos mais de um ano assim. E quanto mais tempo passava, menos acreditávamos que seríamos descobertos.
E a última vez foi numa manhã em que ela estava sozinha em casa e eu provoquei, perguntando se ela queria que eu fosse, que eu topava. Como sempre, rolou um diálogo quente e em minutos eu já estava na casa dela. Meu amigo tinha ido para o escritório, segundo o que ela me disse.
Naquele dia, transamos na cama dela e almocei na casa dela. Depois do almoço, começamos a nos beijar na cozinha enquanto arrumávamos tudo e acabamos transando no sofá da sala, igual da primeira vez que fizemos. Parecia que todo o ciclo terminava no mesmo lugar onde tudo começou.
Nunca ouvi o barulho do carro do meu amigo, nem da porta se abrindo. A única coisa que sei é que olhei por cima do ombro da Julieta e vi o Federico nos observando com o rosto desfigurado. Julieta viu o pânico na minha cara e se virou.        Nããããooooo – foi a única coisa que meu amigo conseguiu falar        Fede… — ela disse        Não fala nada. E você – ela me disse, me olhando – não esperava por isso.
Federico sumiu escada acima e eu troquei olhares com Julieta. Veste essa roupa e vaza, ela falou enquanto se vestia e subia.
Eu já estava fechando a porta quando ouvi um tiro que me parou no meio do caminho.        Nããããããooooo – ouvi Julieta
Voltei atrás nos meus passos e abri a porta. O silêncio na casa me atordoava. Subi as escadas. Entrei no quarto e vi Julieta jogada em cima do corpo inerte do marido dela, meu melhor amigo.

Acabou sendo mais crível do que a gente imaginava explicar pra todo mundo que Federico tinha se suicidado por pressão no trabalho (que ele tinha mesmo) e porque tinha perdido muita grana num negócio. A versão que Julieta deu pra todo mundo foi que ele se viu sem saída e decidiu tomar essa triste decisão.

Com Julieta, a gente nunca mais transou. Acho que nenhum de nós dois conseguiria.

Já faz muito tempo disso e só agora eu me animo a contar. Provavelmente porque, há dois dias, recebi um WhatsApp da Julieta que não tive coragem de responder.

Obrigado a todos por acompanharem essa história

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26 comentários - La increíble mujer de mi amigo 2 FINAL

me quede asi con el final pero con el ganso en la mano

La increíble mujer de mi amigo 2 FINAL
Jajajaja nosferatu me hiciste reir
Tremendo relato, un desenlace diferente!! Muiy bueno!
Gracias quetelorompo
Abrazo loco
Muy buen relato como siempre. Una locura
Gracias Huguito siempre presente
Confieso que he leido todos tus relatos. Me encanta como escribis. Ademas de la trama, los detalles hacen la diferencia. Muy bien diez,
loco!
Gracias BA2011 te mando un abrazo
El final lo hubiera evitado, ya que es una página para pajearnos, pero de todas formas la historia es brutal. Por suerte fue tan caliente que acabé unos 10 renglones antes del final y pude leer el desenlace tranquilo.
Por otra parte, respondele...todo pasa, y si él decidió eso no fue por ustedes sino porque se equivocó. Nada amerita quitarse la vida, todo tiene solución.
Bueno, que suerte que acabaste antes de angustiarte por la muerte de mi amigo, jajaja
Abrazo loco, gracias por comentar
Dice que se escuchó un disparo, no habla de ataque cardíaco. Por cierto, tengo muy en claro que mi pareja es eso, no mi propiedad. Si me engaña es porque algo mal hice.
Faaaaa el final me descoloco, pero si fue asi, nada bien contado!! pfff el final ja. Buena historia igual, van 10.
Gracias maestro
huinca
Excelente relato y tremendo final.... aunque me queda la intriga si le vas a responder
No se que hacer, jajaja
No con un final tan trágico..,, juega el cogerse a la mujer del primo ..!!???
Ella mayor con doce años más..
Hermoso esooooo, contá mas
abrazo
Polémico.... Solo el que lo vivió sabe el tamaño de cagada que es. Estas cosas pasan. Buen relato.
Gracias por comentar, asdfffdsa
GPP1 +1
Muy buen relato.. si es verdad, tremendo, si es novela, excelente
Es todo ficticio, eso es lo mas lindo
GRACIAS
Excelente relato de principio a fin, hiciste una gran previa para ese momento y lo cerraste con un final inesperado. +10
Gracias Franco
Aplaudo de pie!!! Que hermoso final!!! Que bien que escribes. Mis felicitaciones!!!
GRaciasssss
Tremendo relato! Deberías hacer un spin off de lo que pasó después de eso. Sería interesante
Gracias Anónimo, podría ser
Nooooo shockeado con ese final inesperado. Excelente relato, corto y lleno de calentura. Abrazo Tin
Gracias Amigo Jstronger
te mando un abrazo
pronto nueva historia
Poniendome al dia de a poco 💪🏼
Menos mal que acabe antes de la última parte sino me cortabas la inspiración, muy buen relato, excelente final
gracias Leoncio, llegaste justo justo
selgat
Durísimo final, excelente relato
👍