Fala, galera! Tô de volta com um conto novo. Depois que fiz aquela enquete entre duas histórias e vocês votaram na maioria por essa, aqui está — espero que gostem. A parada começa assim: A senhora que vocês veem aqui é amiga da minha mãe. Lá em casa, todo mundo chamava ela de Aye (por causa de Ayelén). Ela morava perto da nossa casa — e digo "morava" porque se mudou pra outro lugar depois de vender a casa dela e ir pra outro bairro. Hoje ela tem 35 anos. Bom, enquanto ela morava perto, ficou muito amiga da minha mãe, porque sempre se encontravam quando iam nos levar pra escola — minha mãe me levava, e ela levava o filho dela. Nesse caminho, elas começaram a conversar, e depois combinavam de tomar mate e ajudar a gente com a lição de casa. Quase todo fim de semana ela vinha aqui em casa um pouco pra tomar mate ou compartilhar alguma coisa. E foi assim que viraram amigas, saíam pra passear e tal.
Eu tinha uns 19 ou 20 anos quando começou a rolar umas paradas com ela. Quando eu ia pro colégio, sempre cumprimentava ela e a gente se dava super bem. Ela era muito gostosa, o corpo dela era uma delícia, os peitos dela me deixavam louco. Não sei como vocês viam ela, mas pra mim ela era demais. Quando ela vinha na minha casa, a gente se dava bem com todo mundo. Quando jogava futebol com o filho dela, sempre zoava ele por causa da mãe dele, e ele fazia o mesmo comigo, falando como ela era boa. Muitos amigos meus falavam que ela era bem louca, no sentido de que adorava sair pra farra e tal, nos bailes ela tava sempre rebolando, se soltava toda, e que tinha uma mente mais pervertida, tipo isso, haja. Com certeza alguém já teve uma conhecida ou alguém assim por aí. Eu sempre pensava, quando olhava pra ela, como seria vê-la pelada e tocando os peitos dela, imaginava um monte de coisa com ela. O que qualquer um pensaria se visse alguém que te excita pra caralho. Mas ao mesmo tempo pensava que ela era amiga da minha mãe e mãe de um amigo, e obviamente se qualquer um deles soubesse o que eu pensava, não iam gostar nada, claro. Mas eu não aguentava mais, toda vez que via ela ou ela vinha na minha casa, tinha horas que quando ela se distraía e não percebia, eu tirava umas fotos dela assim. O único jeito que eu tinha naqueles momentos era bater uma punheta pras fotos dela. Até que um dia eu falei: tenho que fazer alguma coisa pra ver se consigo algo. E se ela reclamar ou contar pra minha mãe, vou falar que só tava zoando com ela e mais nada.
Usava muito aqueles shorts jeans curtos que me deixava louco, ou aquelas camisetas que faziam os peitos dela se destacarem. Eu já decidido a começar alguma coisa, sempre devagar pra ver onde ia dar, sem ir direto ao ponto, porque nesses casos você não sabe como a pessoa vai reagir. Comecei a soltar uns elogios, sabe, já que minha mãe tava junto com ela. Eu falava tipo: "Como vocês tão lindas hoje, hein? Mas que gostosas!" E beijava minha mãe no rosto e na mão dela, e aproveitava quando a Aye ria pra beijar a mão dela também, bem devagar. Percebia que ela não falava nada nem ficava incomodada, só ria e dizia "nada a ver", e "de onde você vem?" quando eu voltava e elas zoavam comigo e minha mãe. Assim, ia colocando mais coisas em prática pra avançar com ela, sempre sendo legal com as duas. Aproveitava quando estavam juntas pra falar umas coisas e conseguir dar um beijo ou algo mais na Aye, pra minha mãe notar como eu me comportava com elas, pra depois não achar que do nada eu fui sem noção. Porque minha mãe sabe que eu sou muito doido e adoro fazer piadas e brincadeiras, mas dessa vez eu queria chegar na Aye sem ela desconfiar de nada.
Bom, toda vez que dava, eu falava umas coisas bonitas pra elas, comprava biscoitinhos e doces que elas gostavam pra ir me dando bem, sempre aproveitava e enchia o saco delas de um jeito pesado quando a gente tava todo mundo junto em casa, tudo pra ver como a Aye reagia, e eu notava que ela também entrava na brincadeira e fazia umas piadas, por exemplo, minha mãe falava "não querem comer umas empadas?" e a Aye respondia "Aye - a sua empada é do jeito que eu gosto" e todo mundo morria de rir, e claro que eu falava num sentido duplo só pra zuar e eu aproveitava esses momentos preciosos, como se diz, e falava "Ayy, assim que é bom, comer uma suculenta" e eu me acabava de rir. Minha mãe: "Eroo, você também é atrevido, não dá pra falar sério com vocês". Assim, cada momento que dava pra zoar, me servia pra encher o saco da Aye e falar umas coisas, a ponto de avançar um pouco mais e conseguir tocar nela ou algo assim, e minha mãe tava sendo uma grande ajuda, sem perceber no que ela tava me ajudando, claro, e cê deve tá pensando que eu usei minha mãe pra isso, e pois é, digo que sim, porque eu busquei um jeito de me aproximar mais da Aye e notei que a melhor maneira era aproveitar quando minha mãe tava por perto, porque era ali que ela também zoava e mostrava o lado divertido dela. Os dias foram passando e eu já me dava melhor com ela, calculava os melhores momentos pra avançar um pouco mais, quando elas se juntavam na cozinha pra fazer comida, eu ao ver elas entrava e fazia umas brincadeiras, dava um tapão na bunda da minha mãe e dava um beijo na bochecha dela porque eu me dou assim com minha mãe, numa boa, mais que tudo, alguns podem se dar assim com as mães e outros não, claro, tudo depende da confiança que tem, por isso me acostumei e quando contei que consegui transar com minha tia, eu fazia assim também, e bom, dou um tapão na bunda da minha mãe e um beijo e falei num milissegundo "vou dar um na Aye também" e dou um tapão na rabeta dela, ainda mais que ela tava usando uma calça preta que arrasava, sabe, e rápido falo "que delícia tão fazendo de comer?" como pra disfarçar. de tema e ver se ela fala algo. Aí, mas não falou nada, só me cumprimentou e ficaram rindo juntas.
Minha mãe: - Tamo fazendo talharim, já comeu na facul?
Eu: - Uhh, que delícia, vai ficar mortal se vocês, lindonas, cozinharem. Não, ainda não comi, só um sanduíche.
Mãe: - Ah, beleza, já já tá pronto. Avisa teu irmão pra levantar, assim a gente come todo mundo junto.
Eu pensava na minha cabeça: "já era, se ela não falou nada, posso ir avançando um pouco mais com ela". Só de pensar, não aguentava mais, a cock ficava dura toda hora e eu tentava disfarçar. Qualquer um vai me entender.
Depois, teve um momento em que eu tinha que ir pra aula porque ia ter prova e não tinha ninguém pra me levar pra não chegar atrasado. Minha mãe falou com ela pra me levar, como a Aye tinha moto, e ela disse que ia me levar. Chegou o horário e ela me levou. No caminho, a gente ia conversando e ela me contava que tava a mil com o trabalho e com as coisas. Eu, na moto, me aproximava de propósito bem perto da bunda dela enquanto ela falava, pra encostar um pouco. A cock ficava dura, e eu usava a mão pra disfarçar, pra ela não perceber. A gente conversava sobre as coisas e ela, tipo, se sentia à vontade e me contava como tava no trampo e sobre as coisas da casa dela e tal. Chegamos e eu falei: "A gente se vê depois, se você for lá em casa". Ela disse que sim, que se pudesse, ia dar uma passada. Nas vezes que ela ia lá em casa, vinha com o filho dela, meu amigo. Se a gente não ia jogar futebol na quadra, ficava em casa jogando no computador.
Naquela tarde, elas vieram na minha casa e a gente começou a jogar enquanto minha mãe e ela tomavam chimarrão ou viam novela na TV. Eu aproveitava e saía pra ir no banheiro, passava por onde elas estavam e enchia o saco delas. Enquanto meu amigo tava no meu quarto jogando, eu tava tentando passar a mão na mãe dele sem que ele percebesse, porque se ele soubesse que eu peguei na bunda da mãe dele, com certeza ia ficar puto comigo.
Mas eu tava morrendo de vontade de pegar a mãe dela, enquanto elas viam as novelas e eu via que passava na TV uns momentos onde os protagonistas começavam a se beijar ou a trepar na cama, eu falava "ai ai, que que cê tá vendo, mãe?" e "você também", me dirigindo pra Aye, e fazia cócegas nas duas e ria com elas, "assim que dá gosto", me referindo a que assim dá gosto ficar igual os personagens da TV, e minha mãe me batia com a mão quando eu enchia o saco. O que eu queria mesmo era apalpar a bunda ou os peitos da Aye. Aí um dia, num momento em que consegui fazer um grande avanço com ela, minha mãe tava tomando banho, eu e Aye esperando ela sair, a gente tava na sala de jantar vendo TV, e eu aproveitei um momento em que olhei a foto de perfil do WhatsApp dela, já que eu tinha o número porque minha mãe passou pra eu falar com ela quando precisasse de carona ou que ela me buscasse, e falei "que gostosa que cê saiu nessa foto, Aye, hein, não vai encher o saco". Ela me olhou e disse: Aye — Ah, valeu, é só uma foto mesmo, haja. Eu — Cê saiu muito bem, assim vão te encher o saco pra pedir teu WhatsApp, se eu fosse, pedia teu número. Aye — Haha, não, e se você já tem meu número, como vai me pedir? Eu — Ah sim, vão ter inveja de mim se souberem que eu tenho teu número e veem tua foto. Aye — Haha, nem pense em passar pra ninguém, hein, já vejo depois chegar mensagem de qualquer um. Eu — Não, como vou passar, só tô falando mesmo, só eu vou te escrever hahaha, e cê tem Facebook, Aye, ou não usa? Aye — Sim, tenho sim, não te mostrei? Eu — Não, não sabia que cê tinha, senão te mandava a solicitação. Aye — Ah, me procura como Ayelen... *** assim que tô no Facebook. Eu — (procurei, achei e comecei a ver as fotos dela) Ahh, mas que gostosa que é a senhora Aye, vai matar geral de infarto com essas fotos, não sabia que cê tinha.
Aie- hahaha viu, sou boa ou não sou pra tirar foto? Faço o que dá, claro, trampo humilde
Eu- Pô, se isso é trampo humilde quero ver quando não era humilde haha, cê tá mó gostosa
Aie, olha esse short e essa camisa, pô, to mandando a solicitação aí
Aie- hahaha sem vergonha, beleza, vou aceitar
Eu- Já sou teu fã de agora em diante haha, teu seguidor
Aie- haha Ah tá, por quê?
Eu- Pelo teu conteúdo, ué, gosto, cê é linda, e curto tuas fotos, e isso de seguidor todo mundo fala, não sou o único
Aie- Valeu, mas uso pouco, de vez em quando quando saio tiro uma foto e posto, alguns mandam mensagem e falam cada besteira haha
Eu- Imagino, tem cada doido também, mas se eu te mandar mensagem, cê não vai ficar puta? Já vou tomar block hahaha mó malvada
Aie- Não, não vou ficar puta, pode mandar mensagem, de boa.
Pra mim já era mó vantagem poder mandar mensagem e ela falar que não ligava. Depois de um tempo, minha mãe sai do banho e a gente começa a conversar e comentar as notícias, chega uma hora que eu fico mais perto da Aie pra zoar mais um pouco e ver o que ela diz, enquanto imaginava um monte de coisa na cabeça tipo (passa a mão na bunda dela ou dá um beijo na cara, abraça ela agora que cê tá perto) e um monte de coisa, numa hora na zoeira eu belisco de leve o braço dela e ela belisca eu também, aí eu começo a beliscar mais e ela devolve, e eu fingia que doía e ela ria, viu que dói ela falou, e eu beliscava a perna dela e fingia que tava olhando pra outro lado, ou jogava pedacinhos de papel e tal e fingia que não fui eu, ela percebia e jogava de volta, e aí numa hora enquanto ela joga um papel um pouco maior que o que eu joguei, aproveitei e fingi que doeu e belisquei o peito dela e ela fala (Aiii dói, hein)
Eu- Haha e cê jogou forte na minha cara também
Aí ela joga um amendoim que tava na mesa de novo e eu quero beliscar ela de novo, e ela se cobre com as duas mãos pra eu não pegar ela. Minha mãe: "Vão se machucar agora, depois não sei quem vai varrer, hein
E aí, naquele momento em que ela segura minhas duas mãos pra eu não beliscar ela, com o empurra-empurra que eu dei, acabo apertando o peito dela por cima da camiseta. Senti bem na minha mão, e ela só falou "ai, dói, viu que não aguenta quando enche o saco?" e eu só ri. Pra mim foi muito foda ela não falar nada, como se não ligasse. Depois, mais tarde, quando tão cozinhando e ela tava lavando os talheres, vou na silêncio e dou um tapa na bunda dela e saio correndo pra fora, enquanto minha mãe tava procurando algo na geladeira. E a Aye fala: "Você vai se ferrar se eu te pegar", e eu só zoava, falando de longe: "Eu: 'Que vai me pegar, se não consegue?' Aye: 'É só esperar eu terminar isso aqui e você vai ver.' Eu: 'Então fala, tô esperando, haha.'" Sem vergonha, eu saía correndo pra onde tava meu amigo, o filho dela, e falava que a mãe dele queria me bater, e ele não sabia de nada do que eu tava querendo fazer com a mãe dele. Eu tava muito excitado, fazendo tudo pra conseguir comer ela logo, mas sempre indo devagar pra ganhar a confiança e facilitar as coisas, sem estragar tudo. Depois que elas terminaram a comida e todo mundo comeu, chegou a hora de ir embora. Enquanto ela lavava a louça, vou de novo encher o saco dela pra tocar ainda mais, espiando pra ela não perceber que eu chegava de surpresa. Vou assustar ela com um grito e dou um tapa na bunda dela com a mão. Ela grita "Ahhh" e fala: "Aye: 'Praga que você é, de novo?' Só espera que vou te pegar" e sai correndo atrás de mim com um copo d'água. Ela me encurrala num canto da casa e faz que vai jogar a água. Eu, pra não querer me molhar, chego rápido pra segurar a mão dela, mas mesmo assim ela molha um pouco minha roupa. Aí eu vou direto e belisco ela várias vezes, e ela força pra não deixar, mas eu consigo apertar várias vezes os peitos e a barriga dela. Num descuido meu, ela agarra e aperta lá embaixo, na parte da rola. doeu um pouquinho, mas eu falei: "vou pegar na minha pica", e quis apertar ela na parte da buceta dela também, mas não consegui, só apertei na coxa dela, e ela corre pra frente. Minha mãe: "Fica quieto, você, ishh, tá querendo levar porrada?" Eu, de forma provocante, continuei enchendo o saco dela, falando coisas tipo: "só isso que você sabe fazer? é uma bobagem", e eu ria. Ela me disse: "depois você vai ver, já te molhei, haha", mas não falou de um jeito agressivo ou bravo, e sim de forma zombeteira, e ria, porque parecia que não foi nada, mas pra mim foi algo muito foda. O que eu queria era exatamente isso: que ela tivesse confiança pra brincar assim comigo e eu poder tocar ela, coisa que qualquer um diria que não é normal, óbvio. Não acho que todo mundo se dê assim com a amiga da mãe. Se você toca mais de uma vez na bunda ou nos peitos de uma mulher como eu fazia, no mínimo hoje em dia você leva um tapa ou um soco na cara, ainda mais se for uma senhora mais velha que você, de 35 anos. Não tô dizendo que ela é uma velha, ela ainda é bem jovem, mas já é uma senhora, e o respeito tem que estar sempre presente. Mas com a Aye, eu percebia que a gente se dava muito bem, ainda mais com tudo que eu consegui com ela, pra mim já era demais. Se comigo ela age assim, imagina com os outros que têm mais intimidade, já que alguns, por rumores, diziam que viam ela em baladas, festas dançando e tal, que ela gostava de se divertir muito (como se dissessem que ela era muito fácil e se entregava). Mas eu não ligava pra isso, o que eu queria era pelo menos uma vez transar com ela, ou que pelo menos chupasse minha pica, tinha que fazer alguma coisa com ela e já tava conseguindo muito. Sentia pena do meu amigo se ele soubesse disso, mas ao mesmo tempo pensava que, se ele pudesse, faria a mesma coisa. Claro, eu ficaria muito puto se soubesse que meu amigo tá querendo comer minha mãe e fica tocando ela toda, mas eu pensava na mãe dele e não parava de pensar no corpo dela, nos peitos que ela tem, na bunda, na buceta. chupadas que eu devia dar e coisas assim, porque ela era mó gostosa pra caralho, pelada devia ser uma maravilha, eu pensava. E pior era a tara de que já era uma coroa mais velha que eu, mas com o que rolou hoje tô no caminho certo, falei, e vou chegar nela.
Espero que vocês tenham gostado dessa primeira parte do conto, galera. Se quiserem que eu continue e acharem interessante, me avisem com seus pontos e nos comentários pra eu saber se continuo ou não. Abraços.

Eu tinha uns 19 ou 20 anos quando começou a rolar umas paradas com ela. Quando eu ia pro colégio, sempre cumprimentava ela e a gente se dava super bem. Ela era muito gostosa, o corpo dela era uma delícia, os peitos dela me deixavam louco. Não sei como vocês viam ela, mas pra mim ela era demais. Quando ela vinha na minha casa, a gente se dava bem com todo mundo. Quando jogava futebol com o filho dela, sempre zoava ele por causa da mãe dele, e ele fazia o mesmo comigo, falando como ela era boa. Muitos amigos meus falavam que ela era bem louca, no sentido de que adorava sair pra farra e tal, nos bailes ela tava sempre rebolando, se soltava toda, e que tinha uma mente mais pervertida, tipo isso, haja. Com certeza alguém já teve uma conhecida ou alguém assim por aí. Eu sempre pensava, quando olhava pra ela, como seria vê-la pelada e tocando os peitos dela, imaginava um monte de coisa com ela. O que qualquer um pensaria se visse alguém que te excita pra caralho. Mas ao mesmo tempo pensava que ela era amiga da minha mãe e mãe de um amigo, e obviamente se qualquer um deles soubesse o que eu pensava, não iam gostar nada, claro. Mas eu não aguentava mais, toda vez que via ela ou ela vinha na minha casa, tinha horas que quando ela se distraía e não percebia, eu tirava umas fotos dela assim. O único jeito que eu tinha naqueles momentos era bater uma punheta pras fotos dela. Até que um dia eu falei: tenho que fazer alguma coisa pra ver se consigo algo. E se ela reclamar ou contar pra minha mãe, vou falar que só tava zoando com ela e mais nada.
Usava muito aqueles shorts jeans curtos que me deixava louco, ou aquelas camisetas que faziam os peitos dela se destacarem. Eu já decidido a começar alguma coisa, sempre devagar pra ver onde ia dar, sem ir direto ao ponto, porque nesses casos você não sabe como a pessoa vai reagir. Comecei a soltar uns elogios, sabe, já que minha mãe tava junto com ela. Eu falava tipo: "Como vocês tão lindas hoje, hein? Mas que gostosas!" E beijava minha mãe no rosto e na mão dela, e aproveitava quando a Aye ria pra beijar a mão dela também, bem devagar. Percebia que ela não falava nada nem ficava incomodada, só ria e dizia "nada a ver", e "de onde você vem?" quando eu voltava e elas zoavam comigo e minha mãe. Assim, ia colocando mais coisas em prática pra avançar com ela, sempre sendo legal com as duas. Aproveitava quando estavam juntas pra falar umas coisas e conseguir dar um beijo ou algo mais na Aye, pra minha mãe notar como eu me comportava com elas, pra depois não achar que do nada eu fui sem noção. Porque minha mãe sabe que eu sou muito doido e adoro fazer piadas e brincadeiras, mas dessa vez eu queria chegar na Aye sem ela desconfiar de nada.
Bom, toda vez que dava, eu falava umas coisas bonitas pra elas, comprava biscoitinhos e doces que elas gostavam pra ir me dando bem, sempre aproveitava e enchia o saco delas de um jeito pesado quando a gente tava todo mundo junto em casa, tudo pra ver como a Aye reagia, e eu notava que ela também entrava na brincadeira e fazia umas piadas, por exemplo, minha mãe falava "não querem comer umas empadas?" e a Aye respondia "Aye - a sua empada é do jeito que eu gosto" e todo mundo morria de rir, e claro que eu falava num sentido duplo só pra zuar e eu aproveitava esses momentos preciosos, como se diz, e falava "Ayy, assim que é bom, comer uma suculenta" e eu me acabava de rir. Minha mãe: "Eroo, você também é atrevido, não dá pra falar sério com vocês". Assim, cada momento que dava pra zoar, me servia pra encher o saco da Aye e falar umas coisas, a ponto de avançar um pouco mais e conseguir tocar nela ou algo assim, e minha mãe tava sendo uma grande ajuda, sem perceber no que ela tava me ajudando, claro, e cê deve tá pensando que eu usei minha mãe pra isso, e pois é, digo que sim, porque eu busquei um jeito de me aproximar mais da Aye e notei que a melhor maneira era aproveitar quando minha mãe tava por perto, porque era ali que ela também zoava e mostrava o lado divertido dela. Os dias foram passando e eu já me dava melhor com ela, calculava os melhores momentos pra avançar um pouco mais, quando elas se juntavam na cozinha pra fazer comida, eu ao ver elas entrava e fazia umas brincadeiras, dava um tapão na bunda da minha mãe e dava um beijo na bochecha dela porque eu me dou assim com minha mãe, numa boa, mais que tudo, alguns podem se dar assim com as mães e outros não, claro, tudo depende da confiança que tem, por isso me acostumei e quando contei que consegui transar com minha tia, eu fazia assim também, e bom, dou um tapão na bunda da minha mãe e um beijo e falei num milissegundo "vou dar um na Aye também" e dou um tapão na rabeta dela, ainda mais que ela tava usando uma calça preta que arrasava, sabe, e rápido falo "que delícia tão fazendo de comer?" como pra disfarçar. de tema e ver se ela fala algo. Aí, mas não falou nada, só me cumprimentou e ficaram rindo juntas.
Minha mãe: - Tamo fazendo talharim, já comeu na facul?Eu: - Uhh, que delícia, vai ficar mortal se vocês, lindonas, cozinharem. Não, ainda não comi, só um sanduíche.
Mãe: - Ah, beleza, já já tá pronto. Avisa teu irmão pra levantar, assim a gente come todo mundo junto.
Eu pensava na minha cabeça: "já era, se ela não falou nada, posso ir avançando um pouco mais com ela". Só de pensar, não aguentava mais, a cock ficava dura toda hora e eu tentava disfarçar. Qualquer um vai me entender.
Depois, teve um momento em que eu tinha que ir pra aula porque ia ter prova e não tinha ninguém pra me levar pra não chegar atrasado. Minha mãe falou com ela pra me levar, como a Aye tinha moto, e ela disse que ia me levar. Chegou o horário e ela me levou. No caminho, a gente ia conversando e ela me contava que tava a mil com o trabalho e com as coisas. Eu, na moto, me aproximava de propósito bem perto da bunda dela enquanto ela falava, pra encostar um pouco. A cock ficava dura, e eu usava a mão pra disfarçar, pra ela não perceber. A gente conversava sobre as coisas e ela, tipo, se sentia à vontade e me contava como tava no trampo e sobre as coisas da casa dela e tal. Chegamos e eu falei: "A gente se vê depois, se você for lá em casa". Ela disse que sim, que se pudesse, ia dar uma passada. Nas vezes que ela ia lá em casa, vinha com o filho dela, meu amigo. Se a gente não ia jogar futebol na quadra, ficava em casa jogando no computador.
Naquela tarde, elas vieram na minha casa e a gente começou a jogar enquanto minha mãe e ela tomavam chimarrão ou viam novela na TV. Eu aproveitava e saía pra ir no banheiro, passava por onde elas estavam e enchia o saco delas. Enquanto meu amigo tava no meu quarto jogando, eu tava tentando passar a mão na mãe dele sem que ele percebesse, porque se ele soubesse que eu peguei na bunda da mãe dele, com certeza ia ficar puto comigo.
Mas eu tava morrendo de vontade de pegar a mãe dela, enquanto elas viam as novelas e eu via que passava na TV uns momentos onde os protagonistas começavam a se beijar ou a trepar na cama, eu falava "ai ai, que que cê tá vendo, mãe?" e "você também", me dirigindo pra Aye, e fazia cócegas nas duas e ria com elas, "assim que dá gosto", me referindo a que assim dá gosto ficar igual os personagens da TV, e minha mãe me batia com a mão quando eu enchia o saco. O que eu queria mesmo era apalpar a bunda ou os peitos da Aye. Aí um dia, num momento em que consegui fazer um grande avanço com ela, minha mãe tava tomando banho, eu e Aye esperando ela sair, a gente tava na sala de jantar vendo TV, e eu aproveitei um momento em que olhei a foto de perfil do WhatsApp dela, já que eu tinha o número porque minha mãe passou pra eu falar com ela quando precisasse de carona ou que ela me buscasse, e falei "que gostosa que cê saiu nessa foto, Aye, hein, não vai encher o saco". Ela me olhou e disse: Aye — Ah, valeu, é só uma foto mesmo, haja. Eu — Cê saiu muito bem, assim vão te encher o saco pra pedir teu WhatsApp, se eu fosse, pedia teu número. Aye — Haha, não, e se você já tem meu número, como vai me pedir? Eu — Ah sim, vão ter inveja de mim se souberem que eu tenho teu número e veem tua foto. Aye — Haha, nem pense em passar pra ninguém, hein, já vejo depois chegar mensagem de qualquer um. Eu — Não, como vou passar, só tô falando mesmo, só eu vou te escrever hahaha, e cê tem Facebook, Aye, ou não usa? Aye — Sim, tenho sim, não te mostrei? Eu — Não, não sabia que cê tinha, senão te mandava a solicitação. Aye — Ah, me procura como Ayelen... *** assim que tô no Facebook. Eu — (procurei, achei e comecei a ver as fotos dela) Ahh, mas que gostosa que é a senhora Aye, vai matar geral de infarto com essas fotos, não sabia que cê tinha.
Aie- hahaha viu, sou boa ou não sou pra tirar foto? Faço o que dá, claro, trampo humilde Eu- Pô, se isso é trampo humilde quero ver quando não era humilde haha, cê tá mó gostosa
Aie, olha esse short e essa camisa, pô, to mandando a solicitação aí
Aie- hahaha sem vergonha, beleza, vou aceitar
Eu- Já sou teu fã de agora em diante haha, teu seguidor
Aie- haha Ah tá, por quê?
Eu- Pelo teu conteúdo, ué, gosto, cê é linda, e curto tuas fotos, e isso de seguidor todo mundo fala, não sou o único
Aie- Valeu, mas uso pouco, de vez em quando quando saio tiro uma foto e posto, alguns mandam mensagem e falam cada besteira haha
Eu- Imagino, tem cada doido também, mas se eu te mandar mensagem, cê não vai ficar puta? Já vou tomar block hahaha mó malvada
Aie- Não, não vou ficar puta, pode mandar mensagem, de boa.
Pra mim já era mó vantagem poder mandar mensagem e ela falar que não ligava. Depois de um tempo, minha mãe sai do banho e a gente começa a conversar e comentar as notícias, chega uma hora que eu fico mais perto da Aie pra zoar mais um pouco e ver o que ela diz, enquanto imaginava um monte de coisa na cabeça tipo (passa a mão na bunda dela ou dá um beijo na cara, abraça ela agora que cê tá perto) e um monte de coisa, numa hora na zoeira eu belisco de leve o braço dela e ela belisca eu também, aí eu começo a beliscar mais e ela devolve, e eu fingia que doía e ela ria, viu que dói ela falou, e eu beliscava a perna dela e fingia que tava olhando pra outro lado, ou jogava pedacinhos de papel e tal e fingia que não fui eu, ela percebia e jogava de volta, e aí numa hora enquanto ela joga um papel um pouco maior que o que eu joguei, aproveitei e fingi que doeu e belisquei o peito dela e ela fala (Aiii dói, hein)
Eu- Haha e cê jogou forte na minha cara também
Aí ela joga um amendoim que tava na mesa de novo e eu quero beliscar ela de novo, e ela se cobre com as duas mãos pra eu não pegar ela. Minha mãe: "Vão se machucar agora, depois não sei quem vai varrer, hein
E aí, naquele momento em que ela segura minhas duas mãos pra eu não beliscar ela, com o empurra-empurra que eu dei, acabo apertando o peito dela por cima da camiseta. Senti bem na minha mão, e ela só falou "ai, dói, viu que não aguenta quando enche o saco?" e eu só ri. Pra mim foi muito foda ela não falar nada, como se não ligasse. Depois, mais tarde, quando tão cozinhando e ela tava lavando os talheres, vou na silêncio e dou um tapa na bunda dela e saio correndo pra fora, enquanto minha mãe tava procurando algo na geladeira. E a Aye fala: "Você vai se ferrar se eu te pegar", e eu só zoava, falando de longe: "Eu: 'Que vai me pegar, se não consegue?' Aye: 'É só esperar eu terminar isso aqui e você vai ver.' Eu: 'Então fala, tô esperando, haha.'" Sem vergonha, eu saía correndo pra onde tava meu amigo, o filho dela, e falava que a mãe dele queria me bater, e ele não sabia de nada do que eu tava querendo fazer com a mãe dele. Eu tava muito excitado, fazendo tudo pra conseguir comer ela logo, mas sempre indo devagar pra ganhar a confiança e facilitar as coisas, sem estragar tudo. Depois que elas terminaram a comida e todo mundo comeu, chegou a hora de ir embora. Enquanto ela lavava a louça, vou de novo encher o saco dela pra tocar ainda mais, espiando pra ela não perceber que eu chegava de surpresa. Vou assustar ela com um grito e dou um tapa na bunda dela com a mão. Ela grita "Ahhh" e fala: "Aye: 'Praga que você é, de novo?' Só espera que vou te pegar" e sai correndo atrás de mim com um copo d'água. Ela me encurrala num canto da casa e faz que vai jogar a água. Eu, pra não querer me molhar, chego rápido pra segurar a mão dela, mas mesmo assim ela molha um pouco minha roupa. Aí eu vou direto e belisco ela várias vezes, e ela força pra não deixar, mas eu consigo apertar várias vezes os peitos e a barriga dela. Num descuido meu, ela agarra e aperta lá embaixo, na parte da rola. doeu um pouquinho, mas eu falei: "vou pegar na minha pica", e quis apertar ela na parte da buceta dela também, mas não consegui, só apertei na coxa dela, e ela corre pra frente. Minha mãe: "Fica quieto, você, ishh, tá querendo levar porrada?" Eu, de forma provocante, continuei enchendo o saco dela, falando coisas tipo: "só isso que você sabe fazer? é uma bobagem", e eu ria. Ela me disse: "depois você vai ver, já te molhei, haha", mas não falou de um jeito agressivo ou bravo, e sim de forma zombeteira, e ria, porque parecia que não foi nada, mas pra mim foi algo muito foda. O que eu queria era exatamente isso: que ela tivesse confiança pra brincar assim comigo e eu poder tocar ela, coisa que qualquer um diria que não é normal, óbvio. Não acho que todo mundo se dê assim com a amiga da mãe. Se você toca mais de uma vez na bunda ou nos peitos de uma mulher como eu fazia, no mínimo hoje em dia você leva um tapa ou um soco na cara, ainda mais se for uma senhora mais velha que você, de 35 anos. Não tô dizendo que ela é uma velha, ela ainda é bem jovem, mas já é uma senhora, e o respeito tem que estar sempre presente. Mas com a Aye, eu percebia que a gente se dava muito bem, ainda mais com tudo que eu consegui com ela, pra mim já era demais. Se comigo ela age assim, imagina com os outros que têm mais intimidade, já que alguns, por rumores, diziam que viam ela em baladas, festas dançando e tal, que ela gostava de se divertir muito (como se dissessem que ela era muito fácil e se entregava). Mas eu não ligava pra isso, o que eu queria era pelo menos uma vez transar com ela, ou que pelo menos chupasse minha pica, tinha que fazer alguma coisa com ela e já tava conseguindo muito. Sentia pena do meu amigo se ele soubesse disso, mas ao mesmo tempo pensava que, se ele pudesse, faria a mesma coisa. Claro, eu ficaria muito puto se soubesse que meu amigo tá querendo comer minha mãe e fica tocando ela toda, mas eu pensava na mãe dele e não parava de pensar no corpo dela, nos peitos que ela tem, na bunda, na buceta. chupadas que eu devia dar e coisas assim, porque ela era mó gostosa pra caralho, pelada devia ser uma maravilha, eu pensava. E pior era a tara de que já era uma coroa mais velha que eu, mas com o que rolou hoje tô no caminho certo, falei, e vou chegar nela.
Espero que vocês tenham gostado dessa primeira parte do conto, galera. Se quiserem que eu continue e acharem interessante, me avisem com seus pontos e nos comentários pra eu saber se continuo ou não. Abraços.
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