Fala, galera! Dessa vez quero contar outra experiência que terminou em um ménage: eu, meu namorado e um cara com quem eu conversava quando tava solteira, mas nunca cheguei a conhecer até aquela noite.
Saímos com o Lucho e uns amigos pra uma balada num sábado. Tinha duas pistas: uma de cachenga e outra eletrônica, então a gente ficava mais na de techno. A noite foi rolando, a gente bebeu muito vodka, bateu forte na cabeça bem rápido. Um amigo que tava naquela pista ofereceu um pouco de MD pra gente, e isso melhorou ainda mais a noite. Quando fui com minha amiga no banheiro, num corredor, tinha um grupo de caras, e um deles gritou meu nome. Eu, meio tonta, virei e vi um cara se aproximando que eu não sabia quem era. Ele me cumprimentou e falou: "Sou o Santiago (nome fictício)". Eu fiquei tipo: "Quem?". Aí ele me descreveu que era um cara com quem eu tinha conversado no Tinder e depois no WhatsApp, até que ele falou o número e eu tinha salvo no celular — aí lembrei. Ele tava um pouco diferente das fotos do Tinder pra agora, mas ainda achei ele bonito. Foi só um "oi, tudo bem?" e fui pro banheiro. Voltei pra pista, contei pro Lucho rindo, ele riu também. A gente continuou dançando, e numa dessas fui pro bar e encontrei ele de novo. Ele começou a puxar papo, tipo "que loucura se encontrar agora", perguntou de onde eu era, e eu fiz as mesmas perguntas. Fiquei um tempinho conversando com ele, e aí ele perguntou se eu tava usando algo. Falei que sim, mas não queria ficar muito doida. Ele me ofereceu um pouco de MD e disse pra irmos dançar. Falei que podia ser, mas que tava com meu namorado e minhas amigas. Ele disse que sem problema. Voltei pros meus amigos, contei pro Lucho, e ele falou: "Poxa, tinha que ter trazido mais MD, hahaha". E começou a perguntar se eu já tinha conhecido ele, se tinha ficado com ele. A real é que não, a gente nunca se encontrou, só conversava e tinha uns papos quentes no WhatsApp, nada mais. Depois ele sumiu e a gente não se falou mais. Quase no fim da noite, uma amiga queria usar MD, e aí me ocorreu, depois de não conseguir, perguntar pro Santi. Mandei mensagem pra ele. Ela responde uns 15 minutos depois e vem pra onde a gente tava. Apresentei meus amigos e o Lucho pra ela. Ela ficou impressionada com o físico do Lucho, que não é alto mas tem muito volume de músculo, então ficou falando com ele sobre isso. E aí ficou com a gente, a gente riu pra caralho, e ficamos falando sobre os efeitos de estar chapado, um deles é como altera o tato, os lábios ficam mais carnudos, quando você toca a pele parece macia, essas coisas.
Acenderam as luzes, a noite acabou, fomos embora. No caminho, deixando nossos amigos, ela me mandou mensagem falando aquele papo clássico, que sou mais bonita pessoalmente, que sou gente boa, que o Lucho tem sorte de me ter e blá blá blá. Aí eu agradeci pela boa energia e tal. Quando deixamos minha amiga, que era a última, a gente ficou um tempinho do lado de fora fumando um baseado. Começamos a nos pegar e ficamos muito excitados. Tirei a rola dele e comecei a bater uma punheta pra ele. Ele ficava apalpando meus peitos, tava muito tesudo. Quando decidimos ir embora, o Santi tinha falado de ir pra um after se a gente quisesse. O Lucho tava afim de continuar e eu também, além de querer transar. Bom, decidimos ir um pouquinho, quem sabe depois rolava algo mais, a gente pensou com o cara ou com outros que também vou contar as experiências. Chegamos, não tinha muita gente, umas 30 pessoas mais ou menos. A gente tava com o Santi e mais 2 caras e 1 mina que tava com ele. O DJ era amigo dele, por isso ele nos convidou, e como era de se esperar, a gente apelou pro ecstasy. Mais energizante que o vodka que a gente já tinha na cabeça, bateu forte em todo mundo, acho, porque rapidinho a gente virou tudo amigão (hahaha). Num momento, o Santi me pega por trás, pelos ombros, e começa a me balançar pra dançar. O Lucho na frente, e eu no meio dos dois. Entre o Santi e o Lucho, eles se seguram pelos ombros, então fiquei apertada, sentindo um pouco a rola do Santi. Por dentro, eu só ria. Quando o Lucho se solta, ele me fala: "certeza que ela encostou toda em você". "Sim", eu falo, "até se ajeitou, hahaha". A gente riu daquilo. Sentamos um pouquinho e, com o efeito de tudo que a gente tinha consumido... Queríamos transar, tava afim de fazer um menage (quando batia essa vontade, a gente procurava alguém). Aí mandei mensagem pra dois caras que a gente já tinha ficado, mas não responderam. Nisso, Lucho me fala: "Chama o Santi". "Ele é doido, falei". "Você se livra de procurar e ele com certeza tá morrendo de vontade de te comer, haha". "É, mas não conheço ele direito". "E aí, senão vamos ficar sem fantasia hoje, haha", ele disse. "Até queria um menage, mas não tava afim de fazer com um estranho praticamente. Então, esperamos respostas enquanto fomos dançar. E nisso, pensei, com a lombra que tava, como seria fazer com um guri (22 anos ele, e a gente 32 e 33). Enquanto dançávamos, eu tocava nele, a gente se abraçava, Lucho também se empolgava, ou dançava com as minas e os caras do grupo. Até que Santi me fala: "Daqui a pouco a gente vai, vocês vão fazer algo a mais?"
EU: "Claro, vamos meter, haha"
SANTI: "Nossa, que inveja, por ele"
EU: "HAHA, por quê?" (já com intenção de algo mais)
SANTI: "Porque ele tem você, que é toda gostosa, e eu vou dormir sozinho"
EU: "Bom, mas se não tem ninguém, pelo menos vê um pornô, haha"
SANTI: "Um seu com o Lucho, haha"
EU: "Haha, não temos, mas fazemos ao vivo, haha"
SANTI: "Uff, ia ser bom"
E a conversa morreu ali. Pouco depois, fomos pro carro, acendemos um baseado. Santi ia caminhando com a amiga, então oferecemos carona. Primeiro deixamos a amiga. No caminho, Lucho tava morrendo de vontade de mijar, aí Santi ofereceu subir no apartamento dele pra usar o banheiro. Eu falei pra ele ir. Subimos nós três. Ele foi no banheiro, e eu e Santi sentamos no sofá pra fumar. Aquele baseado tinha batido forte, então a gente falava um monte de merda e morria de rir com o que dizia.
EU: "Bom, vamos te deixar em paz pra você ver um pornô, haha"
SANTI: "Achei que ia ver você ao vivo, já tinha me acomodado, haha"
EU: "Olha, não me tenta que tô muito lombrada e tô com muita vontade de pegar o Lucho agora"
SANTI: "Então beleza Me sento naquele pufe, assim fico mais confortável kkk"
Lucho sai do banheiro
EU "kkk love santi ia adorar nos ver transando"
LUCHO "que louco kkk ao vivo e a cores ou em vídeo?"
EU "ao vivo e a cores kkk"
Lucho se aproxima, senta do meu lado
LUCHO "bom, se ele quiser, podemos agora?"
SANTI "Sim, eu tô de boa com meu copo d'água kkk"
EU "deixa eu dar uma tragada e tirar a jaqueta, aí a gente vê"
Me engasgo com o baseado e sinto o Lucho me agarrar por trás, começa a apalpar meus peitos por baixo da roupa, encosta a rola em mim e eu começo a ficar excitada, ele me amassa, eu pego na rola dele, me viro e a gente se beija, e ali mesmo ele desabotoa meu jeans e puxa pra baixo, deixando minha bunda à mostra pro Santi, ele agarra, aperta, dá uns tapas enquanto eu chupava a boca dele, vejo ele sentar na poltrona, baixar a calça e pôr a rola pra fora, na hora eu me ajoelho e começo a chupar ele, enfio tudo na boca, fecho os olhos e só aproveito, fiquei um tempinho chupando até que ele me levanta, me beija e eu empurro ele contra o sofá, tiro o jeans, tiro a calcinha fio dental e subo em cima dele, começo a rebolar bem rápido, levanto a camiseta, esfrego os peitos na cara dele, a gente tava transando muito gostoso, num momento vejo uma sombra se mexer, me viro e lembro que o santi tava ali, tinha esquecido completamente, olho pra ele e o cara tava com a mão dentro da calça se tocando, me inclino pro lado pra ver melhor e paro a rabeta, nisso aproveito pra continuar fumando enquanto me mexia, o lucho me levanta e me joga de costas no sofá, vem por cima de mim e começa a me foder bem forte enquanto eu aperto meus peitos, grito de prazer, e de vez em quando olhava pro santi se tocando por dentro da calça, ele coloca minhas pernas no ombro enquanto os três fumavam, o lucho me posiciona no meio do sofá com as pernas no ombro dele, eu apoiada no encosto, ele ajoelhado sobre as almofadas, deixando toda minha bunda à mostra pro santi e ele vendo tudo em primeira fila Enfia o pau dentro de mim, eu ficava segurando minha bunda pra provocar ele, enquanto o Lucho me beijava, foi uma coisa tão gostosa aquele momento, sentindo o pau do meu namorado entrando e ao mesmo tempo sendo observada por um estranho praticamente. Quando o Lucho resolve sair, ele me coloca de quatro, de costas pro Santi, eu me jogo contra o encosto do sofá e só me entrego, fecho os olhos e vou embora, me imagino em outro lugar enquanto sou comida pelo Lucho, e cada vez mais forte ele começa a me penetrar, eu sinto como me molho, continuo gemendo alto, e depois de um tempo sinto que ele dá uma pausa, o Lucho tira o pau e rapidamente sinto ele entrando de novo, vai me comendo com força, me segura pela cintura, me apalpa os peitos, eu continuo gemendo alto, aí o Lucho pergunta se eu tava gostando, respondo que sim, que adorava como ele tava me comendo. Sinto alguém se sentar do meu lado, abro os olhos e era o Lucho que senta, arregalo os olhos e pra minha surpresa quem me comia não era o Lucho, era o Santi. Me viro, vejo ele com uma cara de muito tesão, de olhos fechados, me comendo bem forte. Longe de ficar brava, me deixei levar porque no fundo tava gostando (num momento de viagem minha, o Lucho me perguntou se eu queria que o Santi me comesse e eu respondi que sim, lembro disso, mas tava tão viajada que só queria transar, já tinha esquecido do Santi). Então o Lucho senta se masturbando e eu só me deixo levar, depois me ajeito de quatro no comprimento do sofá enquanto o Santi continuava me comendo, o Lucho ajoelhado colocou o pau na minha boca e ali eu tava sendo comida pelos dois, aproveitando um trio lindo. Me viro e começo a chupar o pau do Santi, um pau bonito, muito gostoso, até que escuto o Santi falar "vou gozar", "vem", eu digo, "joga na minha cara". Continuo chupando ele enquanto ele se masturbava, e aí na hora o Lucho gozou na minha bunda e pouco depois o Santi na minha cara, tinha porra na bochecha da bunda e no rosto inteiro, uma chuva de porra que o Santi me deu. Me limpei com a mão, o Lucho me passou a Língua na bunda, engolindo a própria porra. Vou pro banheiro, limpo o rosto, e quando volto os dois estavam sentados pelados naquele sofá, tomando água, fumando e batendo papo. Sentei no meio, também pelada, e começamos a rir do que aconteceu e de como nem percebi quando eles se trocaram atrás de mim. Os dois estavam com o pau durasso, especialmente o Lucho. Então, enquanto fazíamos piada, eu ficava tocando neles. A gente falava sobre fazer ménage, e pro Santi contamos nossas experiências passadas. Percebi que o pau dele estava subindo. Palavras vão, risadas vêm, e eu me ajoelhei no tapete e comecei a chupar os dois, um pouquinho cada um, enquanto batia uma pra eles. Enfiava o pau inteiro na boca. O do Santi era comprido, quase não cabia todo; o do Lucho era normal pra pequeno, mas bem durinho. Depois, Lucho foi pra trás de mim e começou a me comer. Meteu devagar, começou tranquilo e depois começou a me dar bem forte. E em nenhum momento tirei a boca do pau do Santi — fiquei chupando ele o tempo todo. Uma delícia aquele momento. Lucho saiu, me levantou e continuou me comendo enquanto eu chupava o Santi. Aí decidi sentar no pau dele e me mexer por cima, enquanto Lucho mordia minha bunda, me batia, e Santi chupava meus peitos. Foi aí que gozei. Santi me levantou e falou pra irmos pra janela que estava atrás do puff onde ele tava sentado. Me apoiei naquela janela que dava pra rua, e ele me comeu ali. Eles foram se revezando, um pouquinho cada um. Um me comia e o outro olhava, se tocando ou passando a mão na minha bunda ou peitos. E eu só apoiada na janela, sem me importar se alguém me via. Fiquei um tempão ali até eles gozarem em mim. Primeiro o Santi gozou na minha bunda, enquanto o Lucho tava sentado vendo tudo. Depois ele continuou me comendo até gozar também, mas aí foi na minha boca. Ele tinha ficado muito excitado me vendo comer com outro. Ele adora me ver comendo com outro, e eu adoro ser comida gostoso enquanto vejo eles batendo uma pra mim por me ver sendo macetada forte por alguém. Depois dessa experiência, a gente se encontrou com o Santi de novo e rolou mais coisa. Nós, eu e o Lucho, percebemos que os dois curtem muito transar juntos, mas de vez em quando bate uma vontade de foder com outro. Aí a gente procura e, se rolar, é só alegria — a gente come com liberdade e confiança, desde que os dois estejam de acordo. Já falei não algumas vezes, nem sempre eu topo, e nem sempre a vontade aparece, mas de vez em quando é bom. Uma vez eu admiti pro Lucho que queria muito chupar uma pica bem grande — a dele é normal, mas uma bem grossa me excita pra caralho. Grossa e comprida, eu queria experimentar. Naquele momento, a gente falou tudo o que tinha vontade. Ele disse que adoraria me ver com uma pica enorme metendo na minha bunda e enchendo minha cara ou boca de porra. Também confessei que queria fazer troca de casal. Ele falou que adoraria me ver com dois ou mais caras. Essa parte não me chamou tanta atenção, mas eu me imaginei com os caras que a gente já tinha comido, todos ao mesmo tempo, e, sinceramente, seria bom. A fantasia mais louca que ele confessou foi que queria me ver com dois caras: enquanto um me come, o outro filma pra depois mandar os vídeos pra ele. Então, a gente viveu um monte de experiências.
Saímos com o Lucho e uns amigos pra uma balada num sábado. Tinha duas pistas: uma de cachenga e outra eletrônica, então a gente ficava mais na de techno. A noite foi rolando, a gente bebeu muito vodka, bateu forte na cabeça bem rápido. Um amigo que tava naquela pista ofereceu um pouco de MD pra gente, e isso melhorou ainda mais a noite. Quando fui com minha amiga no banheiro, num corredor, tinha um grupo de caras, e um deles gritou meu nome. Eu, meio tonta, virei e vi um cara se aproximando que eu não sabia quem era. Ele me cumprimentou e falou: "Sou o Santiago (nome fictício)". Eu fiquei tipo: "Quem?". Aí ele me descreveu que era um cara com quem eu tinha conversado no Tinder e depois no WhatsApp, até que ele falou o número e eu tinha salvo no celular — aí lembrei. Ele tava um pouco diferente das fotos do Tinder pra agora, mas ainda achei ele bonito. Foi só um "oi, tudo bem?" e fui pro banheiro. Voltei pra pista, contei pro Lucho rindo, ele riu também. A gente continuou dançando, e numa dessas fui pro bar e encontrei ele de novo. Ele começou a puxar papo, tipo "que loucura se encontrar agora", perguntou de onde eu era, e eu fiz as mesmas perguntas. Fiquei um tempinho conversando com ele, e aí ele perguntou se eu tava usando algo. Falei que sim, mas não queria ficar muito doida. Ele me ofereceu um pouco de MD e disse pra irmos dançar. Falei que podia ser, mas que tava com meu namorado e minhas amigas. Ele disse que sem problema. Voltei pros meus amigos, contei pro Lucho, e ele falou: "Poxa, tinha que ter trazido mais MD, hahaha". E começou a perguntar se eu já tinha conhecido ele, se tinha ficado com ele. A real é que não, a gente nunca se encontrou, só conversava e tinha uns papos quentes no WhatsApp, nada mais. Depois ele sumiu e a gente não se falou mais. Quase no fim da noite, uma amiga queria usar MD, e aí me ocorreu, depois de não conseguir, perguntar pro Santi. Mandei mensagem pra ele. Ela responde uns 15 minutos depois e vem pra onde a gente tava. Apresentei meus amigos e o Lucho pra ela. Ela ficou impressionada com o físico do Lucho, que não é alto mas tem muito volume de músculo, então ficou falando com ele sobre isso. E aí ficou com a gente, a gente riu pra caralho, e ficamos falando sobre os efeitos de estar chapado, um deles é como altera o tato, os lábios ficam mais carnudos, quando você toca a pele parece macia, essas coisas.
Acenderam as luzes, a noite acabou, fomos embora. No caminho, deixando nossos amigos, ela me mandou mensagem falando aquele papo clássico, que sou mais bonita pessoalmente, que sou gente boa, que o Lucho tem sorte de me ter e blá blá blá. Aí eu agradeci pela boa energia e tal. Quando deixamos minha amiga, que era a última, a gente ficou um tempinho do lado de fora fumando um baseado. Começamos a nos pegar e ficamos muito excitados. Tirei a rola dele e comecei a bater uma punheta pra ele. Ele ficava apalpando meus peitos, tava muito tesudo. Quando decidimos ir embora, o Santi tinha falado de ir pra um after se a gente quisesse. O Lucho tava afim de continuar e eu também, além de querer transar. Bom, decidimos ir um pouquinho, quem sabe depois rolava algo mais, a gente pensou com o cara ou com outros que também vou contar as experiências. Chegamos, não tinha muita gente, umas 30 pessoas mais ou menos. A gente tava com o Santi e mais 2 caras e 1 mina que tava com ele. O DJ era amigo dele, por isso ele nos convidou, e como era de se esperar, a gente apelou pro ecstasy. Mais energizante que o vodka que a gente já tinha na cabeça, bateu forte em todo mundo, acho, porque rapidinho a gente virou tudo amigão (hahaha). Num momento, o Santi me pega por trás, pelos ombros, e começa a me balançar pra dançar. O Lucho na frente, e eu no meio dos dois. Entre o Santi e o Lucho, eles se seguram pelos ombros, então fiquei apertada, sentindo um pouco a rola do Santi. Por dentro, eu só ria. Quando o Lucho se solta, ele me fala: "certeza que ela encostou toda em você". "Sim", eu falo, "até se ajeitou, hahaha". A gente riu daquilo. Sentamos um pouquinho e, com o efeito de tudo que a gente tinha consumido... Queríamos transar, tava afim de fazer um menage (quando batia essa vontade, a gente procurava alguém). Aí mandei mensagem pra dois caras que a gente já tinha ficado, mas não responderam. Nisso, Lucho me fala: "Chama o Santi". "Ele é doido, falei". "Você se livra de procurar e ele com certeza tá morrendo de vontade de te comer, haha". "É, mas não conheço ele direito". "E aí, senão vamos ficar sem fantasia hoje, haha", ele disse. "Até queria um menage, mas não tava afim de fazer com um estranho praticamente. Então, esperamos respostas enquanto fomos dançar. E nisso, pensei, com a lombra que tava, como seria fazer com um guri (22 anos ele, e a gente 32 e 33). Enquanto dançávamos, eu tocava nele, a gente se abraçava, Lucho também se empolgava, ou dançava com as minas e os caras do grupo. Até que Santi me fala: "Daqui a pouco a gente vai, vocês vão fazer algo a mais?"
EU: "Claro, vamos meter, haha"
SANTI: "Nossa, que inveja, por ele"
EU: "HAHA, por quê?" (já com intenção de algo mais)
SANTI: "Porque ele tem você, que é toda gostosa, e eu vou dormir sozinho"
EU: "Bom, mas se não tem ninguém, pelo menos vê um pornô, haha"
SANTI: "Um seu com o Lucho, haha"
EU: "Haha, não temos, mas fazemos ao vivo, haha"
SANTI: "Uff, ia ser bom"
E a conversa morreu ali. Pouco depois, fomos pro carro, acendemos um baseado. Santi ia caminhando com a amiga, então oferecemos carona. Primeiro deixamos a amiga. No caminho, Lucho tava morrendo de vontade de mijar, aí Santi ofereceu subir no apartamento dele pra usar o banheiro. Eu falei pra ele ir. Subimos nós três. Ele foi no banheiro, e eu e Santi sentamos no sofá pra fumar. Aquele baseado tinha batido forte, então a gente falava um monte de merda e morria de rir com o que dizia.
EU: "Bom, vamos te deixar em paz pra você ver um pornô, haha"
SANTI: "Achei que ia ver você ao vivo, já tinha me acomodado, haha"
EU: "Olha, não me tenta que tô muito lombrada e tô com muita vontade de pegar o Lucho agora"
SANTI: "Então beleza Me sento naquele pufe, assim fico mais confortável kkk"
Lucho sai do banheiro
EU "kkk love santi ia adorar nos ver transando"
LUCHO "que louco kkk ao vivo e a cores ou em vídeo?"
EU "ao vivo e a cores kkk"
Lucho se aproxima, senta do meu lado
LUCHO "bom, se ele quiser, podemos agora?"
SANTI "Sim, eu tô de boa com meu copo d'água kkk"
EU "deixa eu dar uma tragada e tirar a jaqueta, aí a gente vê"
Me engasgo com o baseado e sinto o Lucho me agarrar por trás, começa a apalpar meus peitos por baixo da roupa, encosta a rola em mim e eu começo a ficar excitada, ele me amassa, eu pego na rola dele, me viro e a gente se beija, e ali mesmo ele desabotoa meu jeans e puxa pra baixo, deixando minha bunda à mostra pro Santi, ele agarra, aperta, dá uns tapas enquanto eu chupava a boca dele, vejo ele sentar na poltrona, baixar a calça e pôr a rola pra fora, na hora eu me ajoelho e começo a chupar ele, enfio tudo na boca, fecho os olhos e só aproveito, fiquei um tempinho chupando até que ele me levanta, me beija e eu empurro ele contra o sofá, tiro o jeans, tiro a calcinha fio dental e subo em cima dele, começo a rebolar bem rápido, levanto a camiseta, esfrego os peitos na cara dele, a gente tava transando muito gostoso, num momento vejo uma sombra se mexer, me viro e lembro que o santi tava ali, tinha esquecido completamente, olho pra ele e o cara tava com a mão dentro da calça se tocando, me inclino pro lado pra ver melhor e paro a rabeta, nisso aproveito pra continuar fumando enquanto me mexia, o lucho me levanta e me joga de costas no sofá, vem por cima de mim e começa a me foder bem forte enquanto eu aperto meus peitos, grito de prazer, e de vez em quando olhava pro santi se tocando por dentro da calça, ele coloca minhas pernas no ombro enquanto os três fumavam, o lucho me posiciona no meio do sofá com as pernas no ombro dele, eu apoiada no encosto, ele ajoelhado sobre as almofadas, deixando toda minha bunda à mostra pro santi e ele vendo tudo em primeira fila Enfia o pau dentro de mim, eu ficava segurando minha bunda pra provocar ele, enquanto o Lucho me beijava, foi uma coisa tão gostosa aquele momento, sentindo o pau do meu namorado entrando e ao mesmo tempo sendo observada por um estranho praticamente. Quando o Lucho resolve sair, ele me coloca de quatro, de costas pro Santi, eu me jogo contra o encosto do sofá e só me entrego, fecho os olhos e vou embora, me imagino em outro lugar enquanto sou comida pelo Lucho, e cada vez mais forte ele começa a me penetrar, eu sinto como me molho, continuo gemendo alto, e depois de um tempo sinto que ele dá uma pausa, o Lucho tira o pau e rapidamente sinto ele entrando de novo, vai me comendo com força, me segura pela cintura, me apalpa os peitos, eu continuo gemendo alto, aí o Lucho pergunta se eu tava gostando, respondo que sim, que adorava como ele tava me comendo. Sinto alguém se sentar do meu lado, abro os olhos e era o Lucho que senta, arregalo os olhos e pra minha surpresa quem me comia não era o Lucho, era o Santi. Me viro, vejo ele com uma cara de muito tesão, de olhos fechados, me comendo bem forte. Longe de ficar brava, me deixei levar porque no fundo tava gostando (num momento de viagem minha, o Lucho me perguntou se eu queria que o Santi me comesse e eu respondi que sim, lembro disso, mas tava tão viajada que só queria transar, já tinha esquecido do Santi). Então o Lucho senta se masturbando e eu só me deixo levar, depois me ajeito de quatro no comprimento do sofá enquanto o Santi continuava me comendo, o Lucho ajoelhado colocou o pau na minha boca e ali eu tava sendo comida pelos dois, aproveitando um trio lindo. Me viro e começo a chupar o pau do Santi, um pau bonito, muito gostoso, até que escuto o Santi falar "vou gozar", "vem", eu digo, "joga na minha cara". Continuo chupando ele enquanto ele se masturbava, e aí na hora o Lucho gozou na minha bunda e pouco depois o Santi na minha cara, tinha porra na bochecha da bunda e no rosto inteiro, uma chuva de porra que o Santi me deu. Me limpei com a mão, o Lucho me passou a Língua na bunda, engolindo a própria porra. Vou pro banheiro, limpo o rosto, e quando volto os dois estavam sentados pelados naquele sofá, tomando água, fumando e batendo papo. Sentei no meio, também pelada, e começamos a rir do que aconteceu e de como nem percebi quando eles se trocaram atrás de mim. Os dois estavam com o pau durasso, especialmente o Lucho. Então, enquanto fazíamos piada, eu ficava tocando neles. A gente falava sobre fazer ménage, e pro Santi contamos nossas experiências passadas. Percebi que o pau dele estava subindo. Palavras vão, risadas vêm, e eu me ajoelhei no tapete e comecei a chupar os dois, um pouquinho cada um, enquanto batia uma pra eles. Enfiava o pau inteiro na boca. O do Santi era comprido, quase não cabia todo; o do Lucho era normal pra pequeno, mas bem durinho. Depois, Lucho foi pra trás de mim e começou a me comer. Meteu devagar, começou tranquilo e depois começou a me dar bem forte. E em nenhum momento tirei a boca do pau do Santi — fiquei chupando ele o tempo todo. Uma delícia aquele momento. Lucho saiu, me levantou e continuou me comendo enquanto eu chupava o Santi. Aí decidi sentar no pau dele e me mexer por cima, enquanto Lucho mordia minha bunda, me batia, e Santi chupava meus peitos. Foi aí que gozei. Santi me levantou e falou pra irmos pra janela que estava atrás do puff onde ele tava sentado. Me apoiei naquela janela que dava pra rua, e ele me comeu ali. Eles foram se revezando, um pouquinho cada um. Um me comia e o outro olhava, se tocando ou passando a mão na minha bunda ou peitos. E eu só apoiada na janela, sem me importar se alguém me via. Fiquei um tempão ali até eles gozarem em mim. Primeiro o Santi gozou na minha bunda, enquanto o Lucho tava sentado vendo tudo. Depois ele continuou me comendo até gozar também, mas aí foi na minha boca. Ele tinha ficado muito excitado me vendo comer com outro. Ele adora me ver comendo com outro, e eu adoro ser comida gostoso enquanto vejo eles batendo uma pra mim por me ver sendo macetada forte por alguém. Depois dessa experiência, a gente se encontrou com o Santi de novo e rolou mais coisa. Nós, eu e o Lucho, percebemos que os dois curtem muito transar juntos, mas de vez em quando bate uma vontade de foder com outro. Aí a gente procura e, se rolar, é só alegria — a gente come com liberdade e confiança, desde que os dois estejam de acordo. Já falei não algumas vezes, nem sempre eu topo, e nem sempre a vontade aparece, mas de vez em quando é bom. Uma vez eu admiti pro Lucho que queria muito chupar uma pica bem grande — a dele é normal, mas uma bem grossa me excita pra caralho. Grossa e comprida, eu queria experimentar. Naquele momento, a gente falou tudo o que tinha vontade. Ele disse que adoraria me ver com uma pica enorme metendo na minha bunda e enchendo minha cara ou boca de porra. Também confessei que queria fazer troca de casal. Ele falou que adoraria me ver com dois ou mais caras. Essa parte não me chamou tanta atenção, mas eu me imaginei com os caras que a gente já tinha comido, todos ao mesmo tempo, e, sinceramente, seria bom. A fantasia mais louca que ele confessou foi que queria me ver com dois caras: enquanto um me come, o outro filma pra depois mandar os vídeos pra ele. Então, a gente viveu um monte de experiências.
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