Parte 8 Chegamos em casa depois daquela noite, cansados e com sono. Dormimos de conchinha, os dois fedendo a sexo, a fluidos, incrivelmente. Passaram uns dias e o Daniel entrou em contato de novo pra foder a Pao de novo. Dessa vez, ele perguntou se podia brincar com a bunda dela. A Pao me perguntou o que fazer, óbvio que eu falei: "é sua decisão". O que a Pao me respondeu me queimou dez ratos, hahaha. "Por mim, eu dou, sabendo que você me insiste, viciada em ter a bunda arrombada, gordo. Sabe minha resposta, o que faço? É grande, gordi", ela me diz, óbvio, com uma voz de bebê que deixou minha pica a mil. Eu respondo: "É muito simples, você monta nele, você lubrifica sua bunda e lubrifica a pica dele... sim, e depois o que eu faço?", ela pergunta. "Vai doer, gordo." Não... você, estando por cima, controla o impulso dele, você guia sua própria sentada até dilatar e lubrificar o canal da sua bunda. Depois disso, vai se movendo ritmicamente, suavemente, seu próprio corpo vai te indicar o ritmo, você vai ver como aproveita (dica pra eles e elas pra um bom anal, que seja prazeroso e gostoso). Mais do que a do Daniel, é uma pica com todas as letras. "Gordi, podemos tentar agora com você." Obviooo, love, tô com ela bem dura. Tá vazando líquido, ela me diz: "Para, gordi, primeiro eu chupo tudo isso, sabe que odeio desperdiçar sua pica suculenta, cheira delicioso, love." Me joguei de uma vez pra meter minha pica na boca dela, ela chupava como se minha pica fosse um manjar. Assim começamos, entre chupadas e anal pra Pao ensaiar a próxima sentada com o Daniel. Se preparando, Pao, pra dar a bunda pro macho dotado dela, hehehe, momento que aconteceria naquela mesma noite, no apê dela, na verdade um quartinho que um amigo emprestava, e eu fantasiando com minha atitude voyeur. Aliás, descobri como ver tudo sem perder nenhum detalhe, que vou contar em breve neste último relato de tantas vezes que me transformei em cuck e aquela sensação maravilhosa que poucos entendem, e muitos não têm coragem de experimentar. Continua...
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