Bom, tenho deixado eles meio de lado, não porque eu queira, mas porque realmente não tô comendo ninguém e não vou ficar contando como a gente se masturba por videochamada a milhares de quilômetros de distância.
Não, fuck you, porque não tô procurando situação. Mesmo tendo um relacionamento aberto com minha mulher, a verdade é que não me animo comer uma desconhecida se ela não estiver junto. Já tive umas fodas, mas nada que preste, daquelas que você não liga se a outra pessoa tá gostando e, quando goza, só quer que ela suma, botar uma série na Netflix e dormir.
Alguns já devem ter lido a primeira e única vez até agora que fiquei com minha prima Cecília. Aconteceu há pouco mais de 10 anos. Vou deixar o link aqui caso queiram ler:Quanto mais primo, mais enfio nela.Ceci tem 36 anos, é morena de cabelo liso e comprido, olhos azuis, corpo normal, agora um pouco mais cheinha, depois da gravidez nunca fez exercício, já tinha uma bunda grande e peitão, agora um pouco mais, tem 1,70m.
Como já falei, faz mais de 10 anos que não rolava nada, mas as piadas, os olhares cúmplices, as risadinhas e as indiretas nunca pararam, nem durante a gravidez dela.
Somos muito unidos, somos primos, mas além disso somos grandes amigos e eu sou o padrinho do Valentin, o filho dela. Minha mulher sabe das coisas que rolaram com a Ceci, ela sabe que tipo de casal a gente forma. O Nacho, o marido dela, não sabe de nada, o gordo parece ser gente boa, mas é meio bocó, meio devagar pra algumas coisas.
Pro aniversário de 35, a Ceci queria organizar uma saída tipo balada, mas não deu certo. Pros 36, a gente fez e foi pesado, reservamos 2 mesas numa balada da orla, umas 1h da manhã já entramos todos, éramos mais de 20. A garçonete não parava de trazer drinks, garrafas, cervejas. Dançamos, rimos, conversamos, foi muito bom.
Eu tive a ideia de a gente brindar com uma rodada de tequila (já tava quase todo mundo bêbado), trouxeram todos os shots e antes de brindar e tomar, pedi um isqueiro emprestado e fiz a aniversariante soprar pra apagar, simbolizando a vela.
Depois, alguns foram pra pista dançar no meio da galera, eu peguei minha prima pela cintura e dancei bem coladinho, até encostei a bunda nela, olhei em volta pra ver se alguém tinha percebido, mas ninguém olhou estranho e o marido tinha ficado no camarote. Mesmo assim, não dava, fiz ela girar de novo e conversamos:
C: Valeu, primo! Amei a ideia do brinde e de soprar a vela.
S: De nada! Mas é, não foi uma vela de verdade.
Ela me olhou com um olhar de safada que fazia muita referência.
S: Nem sempre "soprar a vela" é sobre uma vela de verdade.
C: É o simbólico, o importante é que soprei bem, né?
S: Tá falando do isqueiro ou da viagenzinha? Aquela Córdoba de uns anos atrás? Nas duas você foi bem-sucedida.
C: Vale pras duas então. Adoro que você lembra como eu chupei seu pau naquela viagem.
S: Adorei como você chupou ele, todas e cada uma das vezes.
C: Tava muito head master, turbada porque o idiota do meu ex pedia sem merecer.
S: Me usou de vingança, então.
C: Um pouco pode ser, mas você me fez sentir valorizada e satisfeita.
S: Pelas chupadas de buceta que te dei?
C: Por tudo que você fez comigo e tudo que a gente fez.
S: Devíamos repetir um dia desses.
C: Fechado. Não sei como vou me organizar, com muito cuidado, mas preciso de uma boa foda.
S: Quando puder, me avisa, eu me viro de qualquer jeito, sempre disponível pra uma boa foda e uma boa chupada.
Voltamos pro VIP com o resto e ficamos lá até o fechamento da balada, Ceci bem grudada no marido, eu acabei comendo uma amiga dela. Nunca ninguém ia suspeitar do que a gente tramava.
Passaram os dias e, apesar de falar com ela quase todo dia, não se tocou no assunto de ficarmos juntos, mas ela me contou que com o Nacho as coisas estavam frias desde a gravidez, já faz uns 4 anos, e ela se sente pouco desejada, além disso ele geralmente passa 10 dias por mês fora de casa por causa do trabalho, o gordo ganha muito bem e isso compensa.
Uma dessas semanas que o marido não estava, numa quinta de manhã ela me escreve.
C: Primo, como cê tá? Dá hoje à noite?
S: Afirmativo, espero instruções.
C: Quando termino o trampo, saio um pouco com as minas do escritório, fico um tempo e vou embora, pra elas falo que tenho que buscar o Valen na casa dos meus pais, mas na real a gente se vê e vou buscar ele mais tarde.
S: Vou na sua casa?
C: Não, vou eu na sua, prefiro que não te vejam no meu prédio, não quero levantar nem a menor suspeita.
S: Tipo que horas cê chega?
C: Vou vendo como rola, a gente vai falando. Você faz sua vida porque desde que termine com as minas até chegar aí... Tô na sua casa tem quase uma hora, certeza.
A Ceci acertou com meus tios e avisou o marido que a Valen ia ficar com eles e que ela saía depois do trampo com as minas, tudo foi saindo como ela planejou, chegou em casa umas 21h.
Nós dois távamos nervosos, ansiosos, feito uns moleques de 15 anos que tão num primeiro encontro esperando beijar. A gente se conhece desde sempre, já tinha transado, tava tudo combinado, tudo organizado, mas o tesão tomou conta da gente por completo. Eu tinha preparado tudo, os brinquedos à mão, música, luzes, tudo.
Ela entrou vestida totalmente normal, com uma calça jeans largona, tênis e uma camisetinha preta solta, super normal, tipo se trompasse alguém, ninguém ia imaginar que ela tava indo aprontar. Eu tava igual, mas descalço. Quebramos o gelo na hora que ela passou pela porta, fundindo nossas bocas num beijo intenso e os dois se agarrando com força na bunda um do outro.
Levei ela contra a parede e comecei a apertar ela com meu corpo, beijava ela segurando com as duas mãos no pescoço, meu pau já tinha esquentado, agarrava ela na cintura pra apertar contra meu corpo enquanto chupava o pescoço dela e os gemidos dela começavam a escapar.
Ela tirou minha camiseta, desabotoou minha calça jeans, puxou pra baixo, eu terminei de tirar como dava e por cima da cueca ela apalpava meu pau. Ela me fez virar e ficar eu contra a parede, tirei a camiseta dela e liberei aqueles peitões do sutiã, desabotoei a calça jeans dela, puxei tudo pra baixo e ela terminou de tirar tudo. Ela apertava o corpo dela se esfregando a buceta no meu pau. Ela chupou minha orelha e foi descendo, me beijando centímetro por centímetro até ficar de joelhos, me olhou nos olhos, com as duas mãos agarrou minha cueca e puxou de uma vez, meu pau deu um estalo e ficou do lado da cara dela. A putinha não parou de me olhar nos olhos e começou a chupar ele, primeiro passou os lábios dela desde a base até a ponta e enfiou tudo que conseguiu na boca até ter uma arquei, de entrada ela me chupou forte e cada vez ficava mais forte, eu acompanhava os movimentos dela com minhas mãos até que aos poucos virou direto ela estar me comendo com a boca até eu começar a gozar dentro da boca dela, ela tirou e jogou o resto nos peitos.
Eu precisava de um boquete e acabavam de me fazer um lindo.
Mandei ela levantar e beijei ela, senti o gosto do meu gozo na boca dela e os peitos dela roçando no meu corpo, sujando meu peito.
Levei ela pra cama, ela deitou de barriga pra cima, eu fiquei por cima, beijei ela, chupei os peitos dela saboreando meu próprio gozo, a barriga dela e finalmente cheguei na pussy dela e mergulhei pra chupar ela, primeiro devagar passando a língua até que ela me agarrou forte pela cabeça e apertou contra a virilha dela e passei a comer a pussy dela com força, a penetrar com a língua, adicionando um dedo e sem dar o menor sinal enfiei um vibrador, desligado, e assim que entrou todo liguei ele. Minha prima suspirava e gemia, eu brincava com minha língua no clitóris dela, ela apertou minha cabeça com as coxas e gozou. Ela abriu as pernas liberando minha cabeça, tirei o brinquedo escorrendo os sucos dela no lençol e me deitei ao lado dela, beijei ela na boca e olhei nos olhos dela.
Não trocamos palavras, só fluidos, gemidos e orgasmos até esse momento.
S: Oi, priminha.
C: Oi, priminho. Você é um filho da puta.
S: Por quê?
C: Você tava fazendo exatamente o que eu queria até a parte do vibrador.
S: Acho que não foi ruim, né?
C: Não esperava, amei.
S: Nunca tinha experimentado um?
C: Não, agora quero um, vou comprar um.
S: Vou te dar um de presente, assim toda vez que usar você sente o tesão do incesto.
Ela me olhou, me deu um beijinho e depois me deu um beijo intenso, um daqueles beijos fortes. A palavra incesto tem um poder enorme, o fato de sermos primos nos excita brutalmente.
Ela pegou minha cock que tava meio mole e começou a me masturbar até ficar bem dura de novo, se sentou em cima de mim e começou a cavalgar, primeiro bem sentada, ereta, vendo as tetonas dela balançando no ritmo da foda, dos gemidos dela, depois apoiou as mãos dos lados do meu rosto, me estiquei pra enfiar a cabeça entre os peitos dela, ela me empurrou pra baixo com uma mão no pescoço me enforcando e gozou de novo, se jogou em cima de mim, deixei ela assim por um minuto, viramos sem tirar a pika e comecei a meter num papai-e-mamãe lindo.
Lembro do movimento dos peitos dela a cada estocada e minha pika sobe na hora de lembrar, cada vez mais forte, cada vez mais duro, curtindo a sinfonia dos gemidos dela, os meus, o som dos nossos corpos se chocando, minha pika entrando na buceta molhada dela, os barulhos da cama se mexendo e batendo na parede, tudo muito intenso. Ceci abriu bem as pernas, coloquei elas contra meu peito, olhei como minha pika se cravava no corpo dela, aquela imagem foi o que precisei pra entrar na reta final, tirei as pernas da minha prima do meu peito, inspirei fundo pra segurar a respiração, ela percebeu que eu ia gozar e me agarrou pelo pescoço pra me enforcar de novo, eu fiz o mesmo, os dois com força, ela gozou de novo e me fez gozar com uma intensidade enorme, sentia os jatos de porra saindo da minha pika. Caí exausto do lado dela, sem energia nenhuma. Deitado de lado, até dormi por um minuto.
Acordei com minha priminha me beijando, desceu pra chupar minha pika até ela subir, se deitou encostando a bunda na pika, virei ela pra ficar de bunda pra cima, sentei nas pernas dela e enfiei a pika até o fundo da buceta, viramos pra ficar de lado os dois, fodendo assim, encostando a bunda nela, ela pegou minha mão e levou até o clitóris dela pra gente tocar junto, a putinha da minha prima tava toda molhada, continuamos assim até ela gozar de novo.
Ela me deitou de barriga pra cima, passava os peitos na minha pika enquanto fazia um rodízio e começou a chupar enquanto me batia uma, não demorei pra Porra, a Foxy fez meu gozo cair no meu peito, limpou minha pica com a língua e foi subindo pelo meu peito chupando cada gota derramada até que me deu um beijo na boca sem ter engolido tudo. Ela me olhou e sorriu.
S: Comigo você faz as coisas que o Nacho não gosta, né?
C: Ele tem nojo, nunca provou, mas diz que tem nojo. Tem nojo de tudo, até de eu querer fazer.
S: Comigo você pode fazer, pode realizar todas as fantasias, o que quiser.
C: Deixa eu pensar em alguma.
S: Já ficou com uma gatinha?
C: Não, às vezes me dá vontade de experimentar, mas acho que ia sentir falta de uma pica de verdade.
S: Um menage então, uma gatinha, um cara e você.
C: Isso pode ser.
S: Seu primo e a mulher dele?
C: Você acha que ele topa?
S: Amanhã pergunto pra ele. Daqui a umas semanas ele volta e fica um mês.
C: Deixa eu pensar.
S: Você vai querer, amanhã pergunto.
C: Falei pra deixar eu pensar.
S: Mesmo assim, amanhã pergunto.
C: Tarado.
S: Ahhhh, claro, porque você não é.
Ela riu e foi pro banheiro se limpar um pouco antes de se vestir, ir embora e voltar ao papel de mãe.
Eu peguei o vibrador que tinha usado no começo, limpei bem e entreguei pra ela.
S: Leva esse brinquedinho, te dou de presente, você fala pro Nacho que comprou porque sente muita falta dele quando ele viaja.
C: Primo, não dá, além disso sua mulher vai te matar.
S: A Eve? Você sabe o quanto ela é tarada. Além disso, ela tem um monte.
C: Tá bom, mas vou comprar um pra dar de presente pra ela.
S: Fechado, traz pra gente usar quando os três transarem.
Ela riu de novo e guardou na bolsa.
Não, fuck you, porque não tô procurando situação. Mesmo tendo um relacionamento aberto com minha mulher, a verdade é que não me animo comer uma desconhecida se ela não estiver junto. Já tive umas fodas, mas nada que preste, daquelas que você não liga se a outra pessoa tá gostando e, quando goza, só quer que ela suma, botar uma série na Netflix e dormir.
Alguns já devem ter lido a primeira e única vez até agora que fiquei com minha prima Cecília. Aconteceu há pouco mais de 10 anos. Vou deixar o link aqui caso queiram ler:Quanto mais primo, mais enfio nela.Ceci tem 36 anos, é morena de cabelo liso e comprido, olhos azuis, corpo normal, agora um pouco mais cheinha, depois da gravidez nunca fez exercício, já tinha uma bunda grande e peitão, agora um pouco mais, tem 1,70m.
Como já falei, faz mais de 10 anos que não rolava nada, mas as piadas, os olhares cúmplices, as risadinhas e as indiretas nunca pararam, nem durante a gravidez dela.
Somos muito unidos, somos primos, mas além disso somos grandes amigos e eu sou o padrinho do Valentin, o filho dela. Minha mulher sabe das coisas que rolaram com a Ceci, ela sabe que tipo de casal a gente forma. O Nacho, o marido dela, não sabe de nada, o gordo parece ser gente boa, mas é meio bocó, meio devagar pra algumas coisas.
Pro aniversário de 35, a Ceci queria organizar uma saída tipo balada, mas não deu certo. Pros 36, a gente fez e foi pesado, reservamos 2 mesas numa balada da orla, umas 1h da manhã já entramos todos, éramos mais de 20. A garçonete não parava de trazer drinks, garrafas, cervejas. Dançamos, rimos, conversamos, foi muito bom.
Eu tive a ideia de a gente brindar com uma rodada de tequila (já tava quase todo mundo bêbado), trouxeram todos os shots e antes de brindar e tomar, pedi um isqueiro emprestado e fiz a aniversariante soprar pra apagar, simbolizando a vela.
Depois, alguns foram pra pista dançar no meio da galera, eu peguei minha prima pela cintura e dancei bem coladinho, até encostei a bunda nela, olhei em volta pra ver se alguém tinha percebido, mas ninguém olhou estranho e o marido tinha ficado no camarote. Mesmo assim, não dava, fiz ela girar de novo e conversamos:
C: Valeu, primo! Amei a ideia do brinde e de soprar a vela.
S: De nada! Mas é, não foi uma vela de verdade.
Ela me olhou com um olhar de safada que fazia muita referência.
S: Nem sempre "soprar a vela" é sobre uma vela de verdade.
C: É o simbólico, o importante é que soprei bem, né?
S: Tá falando do isqueiro ou da viagenzinha? Aquela Córdoba de uns anos atrás? Nas duas você foi bem-sucedida.
C: Vale pras duas então. Adoro que você lembra como eu chupei seu pau naquela viagem.
S: Adorei como você chupou ele, todas e cada uma das vezes.
C: Tava muito head master, turbada porque o idiota do meu ex pedia sem merecer.
S: Me usou de vingança, então.
C: Um pouco pode ser, mas você me fez sentir valorizada e satisfeita.
S: Pelas chupadas de buceta que te dei?
C: Por tudo que você fez comigo e tudo que a gente fez.
S: Devíamos repetir um dia desses.
C: Fechado. Não sei como vou me organizar, com muito cuidado, mas preciso de uma boa foda.
S: Quando puder, me avisa, eu me viro de qualquer jeito, sempre disponível pra uma boa foda e uma boa chupada.
Voltamos pro VIP com o resto e ficamos lá até o fechamento da balada, Ceci bem grudada no marido, eu acabei comendo uma amiga dela. Nunca ninguém ia suspeitar do que a gente tramava.
Passaram os dias e, apesar de falar com ela quase todo dia, não se tocou no assunto de ficarmos juntos, mas ela me contou que com o Nacho as coisas estavam frias desde a gravidez, já faz uns 4 anos, e ela se sente pouco desejada, além disso ele geralmente passa 10 dias por mês fora de casa por causa do trabalho, o gordo ganha muito bem e isso compensa.
Uma dessas semanas que o marido não estava, numa quinta de manhã ela me escreve.
C: Primo, como cê tá? Dá hoje à noite?
S: Afirmativo, espero instruções.
C: Quando termino o trampo, saio um pouco com as minas do escritório, fico um tempo e vou embora, pra elas falo que tenho que buscar o Valen na casa dos meus pais, mas na real a gente se vê e vou buscar ele mais tarde.
S: Vou na sua casa?
C: Não, vou eu na sua, prefiro que não te vejam no meu prédio, não quero levantar nem a menor suspeita.
S: Tipo que horas cê chega?
C: Vou vendo como rola, a gente vai falando. Você faz sua vida porque desde que termine com as minas até chegar aí... Tô na sua casa tem quase uma hora, certeza.
A Ceci acertou com meus tios e avisou o marido que a Valen ia ficar com eles e que ela saía depois do trampo com as minas, tudo foi saindo como ela planejou, chegou em casa umas 21h.
Nós dois távamos nervosos, ansiosos, feito uns moleques de 15 anos que tão num primeiro encontro esperando beijar. A gente se conhece desde sempre, já tinha transado, tava tudo combinado, tudo organizado, mas o tesão tomou conta da gente por completo. Eu tinha preparado tudo, os brinquedos à mão, música, luzes, tudo.
Ela entrou vestida totalmente normal, com uma calça jeans largona, tênis e uma camisetinha preta solta, super normal, tipo se trompasse alguém, ninguém ia imaginar que ela tava indo aprontar. Eu tava igual, mas descalço. Quebramos o gelo na hora que ela passou pela porta, fundindo nossas bocas num beijo intenso e os dois se agarrando com força na bunda um do outro.
Levei ela contra a parede e comecei a apertar ela com meu corpo, beijava ela segurando com as duas mãos no pescoço, meu pau já tinha esquentado, agarrava ela na cintura pra apertar contra meu corpo enquanto chupava o pescoço dela e os gemidos dela começavam a escapar.
Ela tirou minha camiseta, desabotoou minha calça jeans, puxou pra baixo, eu terminei de tirar como dava e por cima da cueca ela apalpava meu pau. Ela me fez virar e ficar eu contra a parede, tirei a camiseta dela e liberei aqueles peitões do sutiã, desabotoei a calça jeans dela, puxei tudo pra baixo e ela terminou de tirar tudo. Ela apertava o corpo dela se esfregando a buceta no meu pau. Ela chupou minha orelha e foi descendo, me beijando centímetro por centímetro até ficar de joelhos, me olhou nos olhos, com as duas mãos agarrou minha cueca e puxou de uma vez, meu pau deu um estalo e ficou do lado da cara dela. A putinha não parou de me olhar nos olhos e começou a chupar ele, primeiro passou os lábios dela desde a base até a ponta e enfiou tudo que conseguiu na boca até ter uma arquei, de entrada ela me chupou forte e cada vez ficava mais forte, eu acompanhava os movimentos dela com minhas mãos até que aos poucos virou direto ela estar me comendo com a boca até eu começar a gozar dentro da boca dela, ela tirou e jogou o resto nos peitos.
Eu precisava de um boquete e acabavam de me fazer um lindo.
Mandei ela levantar e beijei ela, senti o gosto do meu gozo na boca dela e os peitos dela roçando no meu corpo, sujando meu peito.
Levei ela pra cama, ela deitou de barriga pra cima, eu fiquei por cima, beijei ela, chupei os peitos dela saboreando meu próprio gozo, a barriga dela e finalmente cheguei na pussy dela e mergulhei pra chupar ela, primeiro devagar passando a língua até que ela me agarrou forte pela cabeça e apertou contra a virilha dela e passei a comer a pussy dela com força, a penetrar com a língua, adicionando um dedo e sem dar o menor sinal enfiei um vibrador, desligado, e assim que entrou todo liguei ele. Minha prima suspirava e gemia, eu brincava com minha língua no clitóris dela, ela apertou minha cabeça com as coxas e gozou. Ela abriu as pernas liberando minha cabeça, tirei o brinquedo escorrendo os sucos dela no lençol e me deitei ao lado dela, beijei ela na boca e olhei nos olhos dela.
Não trocamos palavras, só fluidos, gemidos e orgasmos até esse momento.
S: Oi, priminha.
C: Oi, priminho. Você é um filho da puta.
S: Por quê?
C: Você tava fazendo exatamente o que eu queria até a parte do vibrador.
S: Acho que não foi ruim, né?
C: Não esperava, amei.
S: Nunca tinha experimentado um?
C: Não, agora quero um, vou comprar um.
S: Vou te dar um de presente, assim toda vez que usar você sente o tesão do incesto.
Ela me olhou, me deu um beijinho e depois me deu um beijo intenso, um daqueles beijos fortes. A palavra incesto tem um poder enorme, o fato de sermos primos nos excita brutalmente.
Ela pegou minha cock que tava meio mole e começou a me masturbar até ficar bem dura de novo, se sentou em cima de mim e começou a cavalgar, primeiro bem sentada, ereta, vendo as tetonas dela balançando no ritmo da foda, dos gemidos dela, depois apoiou as mãos dos lados do meu rosto, me estiquei pra enfiar a cabeça entre os peitos dela, ela me empurrou pra baixo com uma mão no pescoço me enforcando e gozou de novo, se jogou em cima de mim, deixei ela assim por um minuto, viramos sem tirar a pika e comecei a meter num papai-e-mamãe lindo.
Lembro do movimento dos peitos dela a cada estocada e minha pika sobe na hora de lembrar, cada vez mais forte, cada vez mais duro, curtindo a sinfonia dos gemidos dela, os meus, o som dos nossos corpos se chocando, minha pika entrando na buceta molhada dela, os barulhos da cama se mexendo e batendo na parede, tudo muito intenso. Ceci abriu bem as pernas, coloquei elas contra meu peito, olhei como minha pika se cravava no corpo dela, aquela imagem foi o que precisei pra entrar na reta final, tirei as pernas da minha prima do meu peito, inspirei fundo pra segurar a respiração, ela percebeu que eu ia gozar e me agarrou pelo pescoço pra me enforcar de novo, eu fiz o mesmo, os dois com força, ela gozou de novo e me fez gozar com uma intensidade enorme, sentia os jatos de porra saindo da minha pika. Caí exausto do lado dela, sem energia nenhuma. Deitado de lado, até dormi por um minuto.
Acordei com minha priminha me beijando, desceu pra chupar minha pika até ela subir, se deitou encostando a bunda na pika, virei ela pra ficar de bunda pra cima, sentei nas pernas dela e enfiei a pika até o fundo da buceta, viramos pra ficar de lado os dois, fodendo assim, encostando a bunda nela, ela pegou minha mão e levou até o clitóris dela pra gente tocar junto, a putinha da minha prima tava toda molhada, continuamos assim até ela gozar de novo.
Ela me deitou de barriga pra cima, passava os peitos na minha pika enquanto fazia um rodízio e começou a chupar enquanto me batia uma, não demorei pra Porra, a Foxy fez meu gozo cair no meu peito, limpou minha pica com a língua e foi subindo pelo meu peito chupando cada gota derramada até que me deu um beijo na boca sem ter engolido tudo. Ela me olhou e sorriu.
S: Comigo você faz as coisas que o Nacho não gosta, né?
C: Ele tem nojo, nunca provou, mas diz que tem nojo. Tem nojo de tudo, até de eu querer fazer.
S: Comigo você pode fazer, pode realizar todas as fantasias, o que quiser.
C: Deixa eu pensar em alguma.
S: Já ficou com uma gatinha?
C: Não, às vezes me dá vontade de experimentar, mas acho que ia sentir falta de uma pica de verdade.
S: Um menage então, uma gatinha, um cara e você.
C: Isso pode ser.
S: Seu primo e a mulher dele?
C: Você acha que ele topa?
S: Amanhã pergunto pra ele. Daqui a umas semanas ele volta e fica um mês.
C: Deixa eu pensar.
S: Você vai querer, amanhã pergunto.
C: Falei pra deixar eu pensar.
S: Mesmo assim, amanhã pergunto.
C: Tarado.
S: Ahhhh, claro, porque você não é.
Ela riu e foi pro banheiro se limpar um pouco antes de se vestir, ir embora e voltar ao papel de mãe.
Eu peguei o vibrador que tinha usado no começo, limpei bem e entreguei pra ela.
S: Leva esse brinquedinho, te dou de presente, você fala pro Nacho que comprou porque sente muita falta dele quando ele viaja.
C: Primo, não dá, além disso sua mulher vai te matar.
S: A Eve? Você sabe o quanto ela é tarada. Além disso, ela tem um monte.
C: Tá bom, mas vou comprar um pra dar de presente pra ela.
S: Fechado, traz pra gente usar quando os três transarem.
Ela riu de novo e guardou na bolsa.
3 comentários - Ceci, minha prima casada gostosa