Minha esposa e Roshan (2)

Minha esposa e eu estávamos conversando sobre o próximo encontro dela com o Roshan. Ela estava disposta a transar com ele, mas eu disse que adoraria ver, e se ele a levasse para um hotel, isso seria impossível. Então, nós dois combinamos que ela o convidaria para a nossa casa em vez de sair para jantar, assim eu poderia ver pela janela onde a vi trepando com o Amir, e até poderia colocar a câmera para gravar.

Faltavam três dias para o encontro com o Roshan, e eu tinha parado de transar com ela para que o tesão dela acumulasse, sem deixar de apalpar ela sempre que podia. Ela me prometeu que nem no trabalho ia deixar ninguém comer ela, então ela já estava como uma cadela no cio, a ponto de às vezes não conseguir dormir. Finalmente, o dia chegou. Eu preparei as câmeras, na sala e no quarto, caso quisessem ir para a cama, e fui fazer umas coisas na garagem. Ela tomou banho e lavou o cu, caso rolasse algo por ali. Preciso esclarecer uma coisa: nossa casa tem arbustos e uma árvore no jardim da frente, então da rua não dá pra ver nada. À esquerda fica o estacionamento de uma igreja grande, que está sempre vazio no fim da tarde/noite, e à direita e no jardim dos fundos é limitado por uma cerca de tábuas de madeira que também bloqueia a vista da casa dos vizinhos, a menos, claro, que alguém espie pelas frestas ou buraquinhos. Por isso, a Maggie disse ao Roshan que, quando ele chegasse na casa, estacionasse o carro no estacionamento, bem do lado da casa, pra ninguém perceber. Eu estava cortando madeira para a nossa lareira quando minha mulher me disse que o indiano já tinha ligado e chegaria em dez minutos. Apaguei as luzes da garagem e de todo o jardim, pra ter menos visibilidade, e só a luz da entrada da casa estava acesa. Um carro bem lavado, daqueles caros, entrou no nosso estacionamento enquanto eu estava escondido no lado direito da casa, na escuridão, mas ninguém desceu. Ele estava mandando mensagem pra minha esposa, porque um minuto depois, Maggie saiu de casa com aquela famosa minissaia de Booty média e um top de biquíni que mal cobria os mamilos, e foi até o carro rebolando a cintura de um jeito bem gostoso. O indiano saiu do carro e deu a volta para encontrá-la, que o esperava sorridente e provocante, e deu um abraço forte de saudação. "Você gostou?" ela perguntou, se afastando um pouco e dando uma volta que fez a saia mostrar ainda mais a bunda dele. "Sim!" ele disse, tímido, acariciando minha esposa com o olhar. "Vesti pra você", ela disse, "pra lembrar a noite que a gente se conheceu". "Tem certeza que seu marido não vem?" ele perguntou. "Não se preocupa", ela disse, sorrindo, "foi trabalhar fora da cidade e só volta depois de amanhã". Depois, pegou a mão dele e foram pra dentro de casa, mas no caminho, o olhar da minha esposa me procurou na escuridão e ela levantou a saia na frente pra me mostrar a buceta depiladinha e sem calcinha. Quando entraram, ela apagou a única luz de fora como a gente tinha combinado, assim eu podia ficar na janela olhando tudo sem ser visto de dentro; tanto ele quanto eu já estávamos com um pau duro danado. Ela fez ele sentar no sofá da sala, onde Amir tinha comido ela pela primeira vez, serviu vinho em umas taças de cristal, sem se importar que, ao se abaixar, a bunda dela ficava a só alguns centímetros da cara dele, que devorava ela com o olhar; depois foi e colocou música no som, também se abaixando sem vergonha, com certeza o indiano tava vendo os lábios da buceta da minha esposa e passava a língua nos beiços meio nervoso. Eu tirei minha calça e cueca e fiquei ali nu da cintura pra baixo, me masturbando à vontade. Ela sentou do lado dele enquanto bebiam e conversavam sobre qualquer coisa. Roshan começava a relaxar quando minha esposa, acariciando a perna dele, perguntou sobre o sexo com a mulher dele; ele, triste, contou tudo que Amir já tinha nos dito, que era muito desprezado e maltratado pela ela e que o sexo era a coisa mais chata do mundo. Confessou que via muito pornô e que tinha fantasias que com a esposa era simplesmente impossível realizar; Maggie então perguntou quais eram essas fantasias, mas o amigo tinha vergonha de falar. Ela olhou nos olhos dele e disse que ele podia confiar e se abrir com ela, que não iria julgá-lo nem zoar, e que pelo contrário, ajudaria ele a realizar essas fantasias. O vinho ajudou o indiano a se soltar e ele disse “sexo oral”, ela se surpreendeu, “sério que você nunca chupou a buceta dela?”, ele olhou estranho, “não, mas eu quis dizer ela em mim”, “ahhh, agora entendi” disse minha esposa “nunca te mamaram a rola”, ele negou envergonhado, “uma vez contratei uma puta” ele disse, “mas não gostei porque foi muito frio, só por negócio”, ela percebeu que o que ele precisava era carinho e não só sexo; nessa hora ela já massageava o pau por cima da calça. Eu senti pena daquele homem, mas sabia que minha esposa não ia deixar ele ir sem realizar isso, porque ela adora mamar. “vamos ver,” ela disse “vamos começar por aí” se ajeitou e fez ele ficar de pé na frente dela, depois tirou o cinto e abaixou o zíper pra deixar sair uma rola dura curvada pra cima de pele escura que ficou bem na frente do rosto dela; abaixou a calça dele até os joelhos e acariciou com uma mão o pau e com a outra as bolas; ele estava explodindo; ela olhava nos olhos dele com ternura quando começou a lamber a cabeça do pinto que brilhava de saliva; depois soltou pra enfiar tudo na boca sugando. Ela lembrou que eu estava vendo tudo pela janela e deu uma olhada; eu juraria que ela me olhou nos olhos, mas era impossível, mas ela subiu a perna no sofá pra me deixar ver a deliciosa bucetinha rosa dela, que me fez gozar. A vista era incrível, Roshan se abaixou e começou a brincar com os lábios da buceta da minha mulher, toda aberta de pernas, enquanto ela devorava o pau dele. duro; também pegava nas tetas dela de vez em quando, e ela puxou pros lados os dois triângulos de pano do biquíni pra deixar os peitos livres. Que tesão!

O indiano se contraiu e sem querer segurou a cabeça da minha Maggie enquanto soltava jatos de esperma na boca dela, que ela engoliu com dificuldade. Ela continuou chupando com mais calma agora, deixando Roshan relaxar. "Gostou?" perguntou ela, tirando da boca aquele pedaço de carne, ainda grosso mas já não tão duro. "Foi lindo" respondeu ele. "E ainda tem mais" sorriu minha esposa, fazendo ele sentar com as calças nos joelhos; ela deu um bom gole na taça de vinho e passou a dele pro indiano, se acomodou aninhada junto dele como dois apaixonados, encostando a cabeça no peito dele e ele abraçando ela pelos ombros; era a primeira vez que ele curtia um boquete na vida. Continuaram conversando sobre a vez que se viram no bar, Roshan tava muito curioso sobre o que os peões faziam com ela sem pudor. "São só meus amigos" disse Maggie, "mas me dão um sexo muito bom". "Todos eles?" "Sim" falou ela, "às vezes um, às vezes outro... às vezes os três ao mesmo tempo". "Uau, igual nos filmes pornô!" disse ele. "Isso mesmo, muito tasty" falou ela e ficou pensativa, se afastou dele pra olhar nos olhos dele, "quer ver?" disse com um sorriso safado; Roshan olhou ela estranho, ela como uma menina, montou nas pernas dele e as bocetas se roçaram, "tenho vídeos" disse ela enfiando as tetas na cara dele. Levantou e dando um beijo na bochecha dele falou "tira a roupa"; foi e, depois de enxaguar a boca, trouxe meu notebook do quarto e começou a conectar na nossa televisão de tela plana de setenta e poucas polegadas. "Quer que eu veja como tão comendo ela em alta definição!" pensei. Eu tenho os vídeos já editados, então ela botou pra rodar e foi sentar de novo debaixo do braço do indiano que já tava pelado, subiu as pernas no sofá abrindo elas pra me deixar ver a bucetinha dela aberta, e aumentou o volume com o controle remoto. Era o vídeo da primeira vez que os peões comeram ela, depois do jantar. Eu escutava as conversas deles e quando ela perguntou "cadê a cerveja?", mesmo sem ver a TV, sabia o que tava rolando; Roshan abria os olhos extasiado, vendo minha esposa chupar três paus de rodízio enquanto passava a mão no pau dele com uma mão e com a outra se esfregava na boceta; não demorou pra Maggie estar chupando o indiano de novo, sem tirar os olhos da televisão, e ele retribuía esticando a mão que antes abraçava ela até a bunda aberta dela pra acariciar a virilha. Os gemidos na tela ficaram fortes quando minha esposa, se levantando, virou de costas e sentou nele, enfiando o pau na boceta com a mão; não era uma metida e tirada, só movimentos de esfregar os dois corpos; Maggie abria as pernas o máximo que podia e eu via a boceta dela ocupada pelo pau do indiano enquanto os peitos dela eram amassados, sem tirar os olhos do vídeo. Eu não sabia se era a televisão ou minha esposa, mas os gemidos já estavam altos e ela gozou tensando os músculos. Ela se virou, enfiou o pau de novo e beijou o amigo na boca, "o que mais você quer fazer? Qual outra fantasia você tem?", "de quatro" ele falou ofegante, ela tentou se levantar pra se ajeitar, mas Roshan não soltou "espera um pouco" ele disse, tava curtindo aquela posição também, esfregando os corpos um no outro, chupando os peitos duros e apertando a bunda da minha esposa enquanto se beijavam ardentemente. Uma coisa que não entendo é que, pra mim, Roshan não era nada atraente, mas minha esposa parecia tesuda e fascinada por estar sendo penetrada por ele… eu não comeria uma mulher que achasse feia; talvez muitos discordem, mas fazer o quê…
Maggie gozou de novo, o suor escorria pelas costas e testa dela, e o peito e barriga do indiano brilhavam, quando ela se levantou do No sofá, ela ajudou ele a se levantar também, tirou a saia e o top, ficando completamente nua. Ela estava usando um conjunto de três correntinhas de ouro que eu tinha dado pra ela: uma no pescoço, uma na cintura e outra no tornozelo do pé, muito sexy. Depois, ela mesma se colocou de quatro, com o rosto virado pra janela, mas pensou melhor, sabendo que eu estava ali, e se virou pro outro lado. Agora a bunda enorme dela e a buceta molhada estavam quase apontando pra mim, quando o indiano se ajeitou atrás dela e, segurando-a pelos quadris, meteu de uma vez, arrancando um gritinho de prazer dela. "Desculpa!", ele disse meio envergonhado, "te machuquei". Ela virou o rosto lindo pra ele: "Não", disse sorrindo, "é delicioso". Eu não aguentei e gozei no chão. Roshan tinha uma perna no sofá e a outra no chão, enfiava e tirava, batendo na bunda da minha esposa. Às vezes metia até o fundo e só esfregava pra cima e pra baixo, sentindo a pressão vaginal da Maggie, que já gemia aos berros sentindo as borboletas do orgasmo, quando o indiano inundou as entranhas dela com esperma quente. Agora sim, os dois suavam pra caralho. Tive que pedir o serviço de limpeza no meu sofá antes de me sentar de novo. Os dois se deitaram lado a lado, respirando pesado enquanto relaxavam. O vídeo continuava na TV, mas eles pareciam sonolentos de tanto cansaço e álcool. Maggie deixou ele tomar um banho e eles se despediram com um beijo apaixonado enquanto eu os observava escondido de novo. Sozinhos, eu e minha esposa tomamos um banho quente, não teve mais sexo, porque nós dois já estávamos satisfeitos.

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