O pai da minha filha, parte final

O pai das minhas filhas - 2ª parte

Bom, naquela época a gente já tava morando junto, a convivência era estranha, a gente trabalhava os dois e só se via à noite, e aí a gente transava e dormia. A vida era normal, mas tava faltando alguma coisa, por isso que eu digo que era estranha. Minha gravidez tava avançando e eu tava com muito tesão, até me masturbava no trabalho. Eu era vendedora de seguros e aproveitava os momentos livres pra me tocar no banheiro, fazia isso umas duas vezes por dia, porque sabia que quando chegasse em casa a transa era normal, nada demais. Um dia eu tava no escritório e tava muito molhada, e aí não aguentei mais e fui pro banheiro fazer uma punheta. Comecei com tudo, com três dedos dentro da minha buceta e tava me acabando sozinha. Eu apertava meus mamilos e saía porra, mas tava muito a mil. Castiguei muito minha buceta com aquela punheta e quando gozei soltei um suspiro bem alto e tampei a boca. Me limpei, arrumei a roupa e voltei pro meu lugar. Daí a pouco uma colega chegou perto de mim e falou: "Sol, dá uma segurada na punheta que vão te descobrir". Eu fiquei toda vermelha e comecei a rir, hahaha, mas é isso, da próxima vou ter que me cuidar.

Passaram-se os meses, tive minha primeira filha e lá estava eu, meio sem sexo. Meu marido começou a faltar em casa, chegava sexta-feira e sumia, aparecia só no domingo de madrugada. Eu ficava puta, encarava ele, mas ele tava muito viciado. Aí o tempo foi passando, minha filha crescendo, e eu cada vez mais sozinha, e ele cada vez pior, mais perdido.

A menina crescia muito gostosa, eu me sentia muito sozinha, então, bom, vocês já sabem, tava na base da punheta, porque apesar de tudo, eu sempre sou fiel.

Lembro que um fim de semana meu marido chegou em casa todo pirado e queria transar. Eu mandei ele pastar, mas ele me deu um tapa. Como a menina tava dormindo, não quis fazer escândalo e deixei ele me comer, mas o filho da puta não conseguia manter o pau duro de tanta droga que tinha tomado. Eu tava chorando de soluçar por causa da situação, e ele ainda ficava puto comigo porque o pau dele não subia. Aí, de raiva, ele me bateu de novo e vazou de casa. Eu fiquei chorando, fui tomar um banho e dormir. Ele apareceu uma semana depois com flores, mas já tava tudo dito, eu não queria saber de nada. O problema era como sair daquela merda.

Assim ficamos uns 6 anos, até que um dia aconteceu algo que me fez dar o clique. Eu tava dormindo com a minha filha e ouço uns barulhos na sala. Levantei pra ver o que era, e esse filho da puta tava com um amigo se drogando em cima da mesa onde a gente come. Me deu uma raiva do caralho, mandei ele pra puta que pariu, falei que se voltasse ia denunciar. Ele foi embora, mas passou semanas me ameaçando. Me mudei do Parque Patricios pra casa de um amigo que eu tinha em Villa Urquiza.

Por sorte as coisas se acalmaram um pouco, mas ainda tinha que aturar os amigos dele me mandando mensagem, não pra ajudar ele, mas porque eles queriam me comer. Uma loucura tudo isso.

Então, era assim que minha vida tava. Tomei a decisão de me isolar um pouco dos homens e me dedicava ao meu trampo, estudos, minha filha e à punheta descontrolada. Essa era a minha vida e eu preferia assim, porque desse jeito ninguém enchia o meu saco.

 

9 comentários - O pai da minha filha, parte final

Muy buena, segui contando
Besotes amiga
Eso hago y gracias por pasar 😘
Excelente relato . Q de historias complicadas q te tocaron pasar.
Parece q ahora la estás pasando mejor +10
Ahora estoy genial pero el jefe me enseñó que lo malo hay que sacarlo de adentro y eso hago contándolo
Muy bueno ....seguí contando.
Intentaré subir uno por semana de mis aventuras juveniles
a pesar de las frustraciones de la vida sos un sueño de mujer !
Muchas gracias ❤️❤️
Yo te ayudo con las pajitas,soy de vdp
No necesito ayuda, muchas gracias