Estávamos prontos pra seguir ela, já tinha colocado a tanga e agora parada em cima da cama, apoiou as mãozinhas nos joelhos, abaixou a bunda e apontou ela pra mim. Ela se mexia rebolando, primeiro com as pernas fechadas e, pouco depois de começar, com as pernas abertas, passando as mãos, as palmas delas no colchão. Eu não conseguia parar de olhar como a tanga, super apertada, marcava a buceta dela... eu disse:
- Vamos ver como você senta num pau?
Obdecendo perfeitamente, ela começou a subir e descer, sentando num pau imaginário que a fazia gemer e falar pra mim... sem parar, ela virou e, ao me ver com o pau duríssimo, a cabeça inchada totalmente pra fora da pele e apontando pra baixo pelo próprio peso e gravidade, sorriu e disse:
- Filho da puta...
Com a voz dela meiga, sorrindo, ela apertava os peitos. "Estica a tanga", pedi. Sempre obediente, ela fez sem eu precisar falar mais nada. Com as pernas abertas já embaixo da cama, a alguns passos de distância de mim, eu estava de pé, tinha cruzado os braços nas costas, deixando as pernas um pouco separadas. O pau continuava duríssimo, apontando pro chão, eu mexia imperceptivelmente só a cintura pra fazer ele balançar pra frente e pra trás enquanto ela não tirava os olhos dele. Só parou de olhar quando eu falei.
- Esse filho da puta tá comendo uma garota muito, muito puta, que quanto mais me fala assim, mais dura me deixa o pau e, com o quanto ela gosta de pau e eu de comer ela, espero que continue assim.
Isso eu falei com o pau apoiado em cima da bunda dela, nas costas, quando ela tinha virado de costas pra mim, com as mãos apoiadas na cama, pernas separadas e dobradas pra frente. Enquanto eu falava, bati forte na bunda dela com a mão direita, e ela não disse nada. Assim que parei de falar, percebi que ela estava me ouvindo e, por isso, talvez, ficou calada... porque ela respondeu:
- Filho da puta...
Mais duas palmadas...
- Filho da puta.
Apoiei o pau cabeça da pica na buceta, me inclinei sobre ela e ela mexeu o quadril, fazendo com que abrisse só um pouquinho a buceta, deixando pronta pra penetrar, mas eu ordenei
- quieta aí
- sim, papai...........respondeu na hora, e me deu a outra mão e segurei com a mão direita os dois pulsos dela na altura do meio das costas.
apoiei a planta do pé direito no colchão e com a mão esquerda agarrei o peito esquerdo dela. ela se mexeu só um pouco, querendo se endireitar, se levantar, sabendo que se enfiava sozinha com qualquer movimento, esquecendo a ordem que eu tinha dado e repeti
- quieta aí, eu falei.......
- filha da puuuuta.....
de um só empurrão, descontando a cabeça que já tava dentro, enfiei inteira, o que fez ela "desobedecer" de novo, se levantando com um gemido e enquanto juntava as pernas apertando minha pica
- a buceta da sua irmã...........filho da puuuuta
levantando só a perna direita. me dá a calcinha falei, soltando o peito e os pulsos dela
como sempre, obediente, ela se virou e enquanto me beijava tirou a calcinha pelos dois lados do corpo, parando de me beijar só pra se abaixar um pouco e pegar ela com a mão direita pra me entregar.
apoiei a mão direita no peito dela, empurrei ela pra cama e enquanto ela me via limpar a pica com a calcinha, se tocava a buceta. andei uns passos até o criado-mudo pra pegar o óleo de bebê e derramando um bom jato em cima da buceta, ela se acariciou passando pelo cu
- pronto, falei. abre, indiquei e mostrando a calcinha, com a mão esquerda apontei e segurei a ponta da pica só pressionando o cu dela, passei a calcinha pela buceta e levei até a boca dela.
com parte da calcinha pra dentro e parte pra fora da boca, a cabeça apoiada nos dois travesseiros que ela tinha arrumado enquanto eu fui pegar o óleo, me olhando fixamente pra pica, ela viu como aos poucos, em várias Vários vai e vem, sempre segurando as pernas dela bem abertas com os dois braços enganchados por trás dos joelhos. Nos primeiros dois ou três movimentos de meter o pau, me inclinei um pouco pra apertar um peito dela com cada mão e não soltei até encher o cu dela de porra.
— Cê tá linda assim, bem aberta — falei.
— Filho da puta — ouvi ela dizer, com a calcinha fio dental na boca do jeito que tava.
— Agüenta uma?
Ela fez que não, mas na sequência falou:
— Tudo, mas devagar...
Apertei os peitos dela e, enquanto ela gemia, fui entrando devagar. A sensação, sentir como o cu dela se abria de novo, enquanto via a cara dela cuspindo a calcinha da boca. Assim, firme e suave, cheguei no fundo. Ela soltou as pernas e manteve abertas, jogando os braços na cama.
— Se você for enfiar o pau inteiro, a gente troca.
Ela concordou e eu me aproximei. Ela se agarrou forte no meu pescoço, assim enfiados, eu deitei segurando os dois pulsos dela nas costas, e ela começou a se mexer, colada no meu peito, percorrendo só da metade do pau até as bolas, batendo nelas. Foi de menos a mais, embora nunca chegasse a um ritmo muito louco. Senti a gozada vindo e falei:
— Toma essa porra, gostosa, toma...
E assim que percebi que ela ia se soltar, enrolei meus braços em volta dela, cruzando nas costas. Ela desabou no meu peito e, no ouvido direito, vendo que ela ficou quieta, continuei falando:
— Encho você de porra, garota.
— Continua fodendo — e dei um tapinha suave na bunda dela.
— Sim, papai, te fodo o pau — e ela começou a acelerar.
— Vai, putinha — e dei outro tapa, suave.
Falamos quase juntos...
— Forte, papai, me arromba, papai.
Já terminando a gozada, sem tirar o pau do cu dela, do jeito que dava, segurando ela bem presa com os dois braços e ela agarrada no meu pescoço, com muita dificuldade, enquanto a gente ria, consegui me levantar do lado direito da cama e deitei ela, deixando ela de barriga pra cima, com um sorriso lindo...
— Ahhh, papai, como você me fode...
Ajeitei a calcinha dela. pernas nos meus ombros e quando ela tentou juntá-las cruzando os braços atrás dos joelhos, eu falei..
- não, bebê, quero te ver
- sim, papai, quer que eu agarre meus peitos?
- quero que você me chupe
- jjmjjjmmjmmm.
rindo e balançando a cabeça, comecei a bombar a bunda dela, e ela gemia colocando a língua pra fora e apertando os peitos. Durante o tempo que durou até eu gozar dentro de novo, dei muitos tapas na bunda que ela sempre respondia apertando os peitos e gemendo. Já tinha tirado as pernas dos meus ombros e as mantinha bem abertas, aguentava de dez, e eu falei:
- assim, mamãe, assim?
falei, com o pau todo enfiado na bunda fazendo pressão, fazendo minhas bolas doerem um pouco e me mexendo, não bombando mas em círculos e pra cima e pra baixo
- como você tá abrindo minha bunda, papai
- você gosta assim?
- gosto que você me coma, papai. me dá pau, me dá porra.......
continuei do mesmo jeito e empurrando vendo como ela "sentia" cada enfiada de pau enquanto eu jorrava leite, as pernas dela afrouxaram. Essa foda tinha durado uns 15/20 minutos, já tendo descarregado toda a porra que a gente tinha acumulado, deixei ela escolher:
- se me chupar eu tiro, senão continuo te comendo..........
- me come a buceta.......
- não, puta, vou continuar te comendo a bunda
e quando comecei a bombar de novo, o pau ainda não tinha baixado, com a calcinha na mão ela disse:
- não aguento, amor.......
a "oferta" não era certa, ela já tinha dito que não ia me chupar quando eu tirasse da bunda, se rolasse rolava, talvez tivesse mudado de ideia, né?
ela limpou a bunda e eu fui pro chuveiro, tava suadão, tomei um banho rápido, com atenção especial pra lavar o pau, cuidadosamente higienizado. Me secando, ouvi ela me chamar
- vem, papai........
doía, digamos, sentia ele muito sensível. Eu também tinha que aguentar.
Vouuuu, bebê, quer tomar banho? perguntei saindo do chuveiro andando até a cama
- ai posso? pergunto de novo
- sim, bebê, por que não?
- então tá, adoro...
e foi direto pro chuveiro, com o sorriso firme, igualzinho meu pau.
- Vamos ver como você senta num pau?
Obdecendo perfeitamente, ela começou a subir e descer, sentando num pau imaginário que a fazia gemer e falar pra mim... sem parar, ela virou e, ao me ver com o pau duríssimo, a cabeça inchada totalmente pra fora da pele e apontando pra baixo pelo próprio peso e gravidade, sorriu e disse:
- Filho da puta...
Com a voz dela meiga, sorrindo, ela apertava os peitos. "Estica a tanga", pedi. Sempre obediente, ela fez sem eu precisar falar mais nada. Com as pernas abertas já embaixo da cama, a alguns passos de distância de mim, eu estava de pé, tinha cruzado os braços nas costas, deixando as pernas um pouco separadas. O pau continuava duríssimo, apontando pro chão, eu mexia imperceptivelmente só a cintura pra fazer ele balançar pra frente e pra trás enquanto ela não tirava os olhos dele. Só parou de olhar quando eu falei.
- Esse filho da puta tá comendo uma garota muito, muito puta, que quanto mais me fala assim, mais dura me deixa o pau e, com o quanto ela gosta de pau e eu de comer ela, espero que continue assim.
Isso eu falei com o pau apoiado em cima da bunda dela, nas costas, quando ela tinha virado de costas pra mim, com as mãos apoiadas na cama, pernas separadas e dobradas pra frente. Enquanto eu falava, bati forte na bunda dela com a mão direita, e ela não disse nada. Assim que parei de falar, percebi que ela estava me ouvindo e, por isso, talvez, ficou calada... porque ela respondeu:
- Filho da puta...
Mais duas palmadas...
- Filho da puta.
Apoiei o pau cabeça da pica na buceta, me inclinei sobre ela e ela mexeu o quadril, fazendo com que abrisse só um pouquinho a buceta, deixando pronta pra penetrar, mas eu ordenei
- quieta aí
- sim, papai...........respondeu na hora, e me deu a outra mão e segurei com a mão direita os dois pulsos dela na altura do meio das costas.
apoiei a planta do pé direito no colchão e com a mão esquerda agarrei o peito esquerdo dela. ela se mexeu só um pouco, querendo se endireitar, se levantar, sabendo que se enfiava sozinha com qualquer movimento, esquecendo a ordem que eu tinha dado e repeti
- quieta aí, eu falei.......
- filha da puuuuta.....
de um só empurrão, descontando a cabeça que já tava dentro, enfiei inteira, o que fez ela "desobedecer" de novo, se levantando com um gemido e enquanto juntava as pernas apertando minha pica
- a buceta da sua irmã...........filho da puuuuta
levantando só a perna direita. me dá a calcinha falei, soltando o peito e os pulsos dela
como sempre, obediente, ela se virou e enquanto me beijava tirou a calcinha pelos dois lados do corpo, parando de me beijar só pra se abaixar um pouco e pegar ela com a mão direita pra me entregar.
apoiei a mão direita no peito dela, empurrei ela pra cama e enquanto ela me via limpar a pica com a calcinha, se tocava a buceta. andei uns passos até o criado-mudo pra pegar o óleo de bebê e derramando um bom jato em cima da buceta, ela se acariciou passando pelo cu
- pronto, falei. abre, indiquei e mostrando a calcinha, com a mão esquerda apontei e segurei a ponta da pica só pressionando o cu dela, passei a calcinha pela buceta e levei até a boca dela.
com parte da calcinha pra dentro e parte pra fora da boca, a cabeça apoiada nos dois travesseiros que ela tinha arrumado enquanto eu fui pegar o óleo, me olhando fixamente pra pica, ela viu como aos poucos, em várias Vários vai e vem, sempre segurando as pernas dela bem abertas com os dois braços enganchados por trás dos joelhos. Nos primeiros dois ou três movimentos de meter o pau, me inclinei um pouco pra apertar um peito dela com cada mão e não soltei até encher o cu dela de porra.
— Cê tá linda assim, bem aberta — falei.
— Filho da puta — ouvi ela dizer, com a calcinha fio dental na boca do jeito que tava.
— Agüenta uma?
Ela fez que não, mas na sequência falou:
— Tudo, mas devagar...
Apertei os peitos dela e, enquanto ela gemia, fui entrando devagar. A sensação, sentir como o cu dela se abria de novo, enquanto via a cara dela cuspindo a calcinha da boca. Assim, firme e suave, cheguei no fundo. Ela soltou as pernas e manteve abertas, jogando os braços na cama.
— Se você for enfiar o pau inteiro, a gente troca.
Ela concordou e eu me aproximei. Ela se agarrou forte no meu pescoço, assim enfiados, eu deitei segurando os dois pulsos dela nas costas, e ela começou a se mexer, colada no meu peito, percorrendo só da metade do pau até as bolas, batendo nelas. Foi de menos a mais, embora nunca chegasse a um ritmo muito louco. Senti a gozada vindo e falei:
— Toma essa porra, gostosa, toma...
E assim que percebi que ela ia se soltar, enrolei meus braços em volta dela, cruzando nas costas. Ela desabou no meu peito e, no ouvido direito, vendo que ela ficou quieta, continuei falando:
— Encho você de porra, garota.
— Continua fodendo — e dei um tapinha suave na bunda dela.
— Sim, papai, te fodo o pau — e ela começou a acelerar.
— Vai, putinha — e dei outro tapa, suave.
Falamos quase juntos...
— Forte, papai, me arromba, papai.
Já terminando a gozada, sem tirar o pau do cu dela, do jeito que dava, segurando ela bem presa com os dois braços e ela agarrada no meu pescoço, com muita dificuldade, enquanto a gente ria, consegui me levantar do lado direito da cama e deitei ela, deixando ela de barriga pra cima, com um sorriso lindo...
— Ahhh, papai, como você me fode...
Ajeitei a calcinha dela. pernas nos meus ombros e quando ela tentou juntá-las cruzando os braços atrás dos joelhos, eu falei..
- não, bebê, quero te ver
- sim, papai, quer que eu agarre meus peitos?
- quero que você me chupe
- jjmjjjmmjmmm.
rindo e balançando a cabeça, comecei a bombar a bunda dela, e ela gemia colocando a língua pra fora e apertando os peitos. Durante o tempo que durou até eu gozar dentro de novo, dei muitos tapas na bunda que ela sempre respondia apertando os peitos e gemendo. Já tinha tirado as pernas dos meus ombros e as mantinha bem abertas, aguentava de dez, e eu falei:
- assim, mamãe, assim?
falei, com o pau todo enfiado na bunda fazendo pressão, fazendo minhas bolas doerem um pouco e me mexendo, não bombando mas em círculos e pra cima e pra baixo
- como você tá abrindo minha bunda, papai
- você gosta assim?
- gosto que você me coma, papai. me dá pau, me dá porra.......
continuei do mesmo jeito e empurrando vendo como ela "sentia" cada enfiada de pau enquanto eu jorrava leite, as pernas dela afrouxaram. Essa foda tinha durado uns 15/20 minutos, já tendo descarregado toda a porra que a gente tinha acumulado, deixei ela escolher:
- se me chupar eu tiro, senão continuo te comendo..........
- me come a buceta.......
- não, puta, vou continuar te comendo a bunda
e quando comecei a bombar de novo, o pau ainda não tinha baixado, com a calcinha na mão ela disse:
- não aguento, amor.......
a "oferta" não era certa, ela já tinha dito que não ia me chupar quando eu tirasse da bunda, se rolasse rolava, talvez tivesse mudado de ideia, né?
ela limpou a bunda e eu fui pro chuveiro, tava suadão, tomei um banho rápido, com atenção especial pra lavar o pau, cuidadosamente higienizado. Me secando, ouvi ela me chamar
- vem, papai........
doía, digamos, sentia ele muito sensível. Eu também tinha que aguentar.
Vouuuu, bebê, quer tomar banho? perguntei saindo do chuveiro andando até a cama
- ai posso? pergunto de novo
- sim, bebê, por que não?
- então tá, adoro...
e foi direto pro chuveiro, com o sorriso firme, igualzinho meu pau.
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