Continuando de onde parei... Fomos todos dormir, depois de ficar conversando, vendo TV um pouco, assistindo notícias e tal, eu zoando um pouco no celular, me acomodei na cama dela pra dormir. Tava com uma vergonha danada, porque nunca tinha dormido com ela e na cama dela, saca? Ela falou: "Deita do lado dos meus pés", e ela deitou ao contrário. Ligou o ar e perguntou se tava bom. Eu falei que sim, que tava de boa, por causa do calor que faz. E ela dizia: "Mortal esse sol, hein? Nem dormir dá." Depois fiquei lá, e as horas passavam e eu não conseguia dormir. Daí, depois de um tempo, ouvi que ela já tava dormindo, porque dava pra ouvir a respiração dela. Eu pensava na minha cabeça: "Que foda, parece até um sonho estar tão perto dela." Comecei a tocar os pés dela devagar, de um jeito safado, porque não queria que ela acordasse e me perguntasse: "O que cê tá fazendo?" e eu não ter o que responder. Tocava as pernas e os pés dela, já que estavam perto. E além disso, ela tinha colocado um short pra dormir, e eu sentia as pernas dela macias. E eu, puta merda, viajava na maionese, excitado pra caralho.
Fico tocando ela devagarzinho, bem suave, e tava sentindo ela gostosinha demais, até pensei em tocar mais pra cima, fazer um monte de coisa, mas me segurei porque não queria que rolasse nada. E o que aconteceu foi que acabei batendo uma enquanto pensava nisso, porque já não aguentava mais, e ficava tocando os pés dela. Com minhas pernas, eu me aproximava e roçava na coxa dela, sentindo o short dela, até que gozei e senti que espirrou pra todo lado, molhando a colcha e os lençóis. Cobri tudo devagarzinho e em silêncio pra ela não acordar, e depois apaguei de vez.
No dia seguinte, minha tia me acorda pra tomar café e depois ir pra casa da minha avó. A gente comeu tudo, e vieram nos buscar. Minha tia falou pra eu avisar minha avó que mais tarde ela ia passar lá. Pelo visto, ela nem percebeu o que eu fiz na noite anterior. Chegamos na casa da minha avó, todo mundo se acomodou. As horas passaram até o fim da tarde, e minha tia veio pra casa da minha avó. Elas ficaram tomando mate enquanto eu, meu primo e meu irmão jogávamos PlayStation. E eu, com aquela lembrança na cabeça do que tinha feito na cama dela naquela noite, ficava me perguntando se ela tinha notado ou não. Mas, com certeza, acho que ela nem percebeu.
Passaram uns 2 ou 3 dias, pelo que me lembro daquela noite, e um dia minha tia me perguntou se eu podia ajudar o marido dela com um serviço de alvenaria na casa. Ela perguntou pra minha mãe, e eu falei que sim, sem problema. Fui pra casa dela umas 15h, e começamos a colocar piso cerâmico. Ela sempre nos trata bem, trouxe suco e sanduíche. Eu olhava pra ela com aquela roupa de casa e morria de vontade, de tão gostosa que ela tava, mas não falava nada.
Já tava ficando tarde, a gente tinha feito bastante, mas faltava um pouquinho pra terminar. Combinamos de continuar no outro dia. O marido dela também já tinha que ir trabalhar, tava apressado. Ele perguntou se eu queria uma carona até a casa da minha avó, mas eu falei que ia a pé mesmo, que ele não precisava se preocupar, que era só se arrumar pra ir trabalhar. Pedi permissão pra minha tia pra tomar um banho rápido, pra tirar toda a sujeira, e ela disse que sim, que podia entrar. "Cê deve estar cansado", ela falou, "vocês fizeram muito hoje". Entrei no banho, e nesse meio tempo o marido dela foi embora; logo ouvi a moto dele.
Saí do banho depois de um tempo, e minha tia me perguntou se eu não queria comer alguma coisa, que ela ia preparar algo pro meu primo e queria saber se eu também queria. Falei que sim, e fiquei pra comer um lanche. A gente ficou conversando, e eu sou muito brincalhão, sabe? Ficava zoando ela e... mostrava vídeos engraçados do Facebook e do Instagram, eu ficava olhando o corpo que ela tinha e como ela tava, e ela tava uma gostosa como sempre, com a camiseta e a calça jeans dela. Ela se cuida muito, gosta de pintar o cabelo, fazer as unhas, passar cremes e tal. Depois do lanche, fui lavar minha xícara e as colheres sujas, ela chegou e perguntou se eu tava bem por causa do trabalho de hoje. Eu disse que sim, que só minhas mãos estavam ressecadas por causa da cola dos pisos e que tinha saído algumas bolhas. Ela falou: "Uhh, espera aí, vou passar uma coisa pra não doer, por que não me avisou?" Eu disse que não queria incomodar, que não era nada. Ela trouxe uns cremes e passou nas minhas mãos. "Tá doendo menos?", perguntou depois. Eu disse: "Sim, já acalmou bastante." Ela falou: "Você tem que usar luvas e se cuidar pra não machucar as mãos." Eu respondi brincando: "Não, sou forte pra caralho, não sinto nada." E aí, por impulso, sei lá o que passou pela cabeça, dei um tapa na bunda dela quando ela se virou pra levar os cremes. Ela soltou um "Aiiii". Por um segundo, pensei: "Agora ela vai me xingar e me mandar pra casa da minha avó por ser sem noção." Já esperava por isso. Mas a única coisa que ela disse foi: "Faz isso não, depois a ferida infecciona e você não vai rir tanto." Respirei aliviado na hora e pensei: "Me safei." Mas gostei da reação dela e fiquei feliz porque consegui tocar a bunda dela de algum jeito, coisa que nunca tinha feito antes. Foi como se um impulso me levasse a zoar mais com ela naquele momento. Eu sempre zoava com ela, fazia piadas, já que ela sempre foi boa com a gente, mas nunca passava disso, tipo tocá-la como agora ou aquela noite em que dormi com ela e fiz uma baita punheta perto dela. Depois disso, fomos pra sala de jantar de novo e continuamos conversando. Eu falava que a roupa dela tava bonita, puxando assunto, e ela agradecia, dizendo que gostava da cor. Eu dizia: "Tá maneiríssima, no Natal você vai estar toda fashion." E ficava zoando ela assim. Pra entrar na confiança, rindo, falei: "Teu marido vai ser zuado por todos os amigos por sua causa se te virem". Ela ria e perguntava: "Por quê? Haha, para de falar". E eu: "Mas é verdade, porque do jeito que você tá agora, só de sair, vão encher o saco do teu marido, falando que têm inveja dele por sua causa". Ela só ria, e eu gostava porque percebia que ela não ficava desconfortável nem incomodada. Depois de mais um tempinho, falei que precisava ir, porque meu irmão mandou mensagem perguntando se eu já tava indo pra casa da vovó pra ele não se preocupar. Contei pra minha tia e me preparei pra sair. Agradeci tudo, e ela disse: "Valeu você por tudo, a gente se vê amanhã. Sério que você vai andando mesmo?" Eu respondi que sim, que a casa não era longe, que ficasse tranquila. Dei o tchau com o beijo típico nos dois lados do rosto, como a gente cumprimenta por aqui, e dei um terceiro beijo meio forte, não tanto no rosto de novo, e falei: "Até mais, tia, me avisa qualquer coisa". Ela só riu e disse: "Falou, a gente se fala, se cuida por aí e manda um abraço pra vovó".
E eu no caminho, igual o Peter Parker no Homem-Aranha quando faz a dancinha na rua, felizão. Talvez alguns vão falar: "Mas não é pra tanto", mas pra mim era algo muito bom. Feliz, pensava: "Encostei na bunda dela e dei um beijo, mesmo que não foi na boca". Falei: "Em nenhum momento ela ficou incomodada e não me deu um esporro. Grande avanço", pensava. Mas com certeza ela agiu assim por gratidão pelo trampo que fiz na casa dela e porque é gente boa, eu mesmo pensava. Que eu não me excedesse, mas já tava no jogo e percebi que ela se dá bem comigo.
Deixem seus likes e comentários se vocês gostaram e se querem que eu continue.
Fico tocando ela devagarzinho, bem suave, e tava sentindo ela gostosinha demais, até pensei em tocar mais pra cima, fazer um monte de coisa, mas me segurei porque não queria que rolasse nada. E o que aconteceu foi que acabei batendo uma enquanto pensava nisso, porque já não aguentava mais, e ficava tocando os pés dela. Com minhas pernas, eu me aproximava e roçava na coxa dela, sentindo o short dela, até que gozei e senti que espirrou pra todo lado, molhando a colcha e os lençóis. Cobri tudo devagarzinho e em silêncio pra ela não acordar, e depois apaguei de vez.
No dia seguinte, minha tia me acorda pra tomar café e depois ir pra casa da minha avó. A gente comeu tudo, e vieram nos buscar. Minha tia falou pra eu avisar minha avó que mais tarde ela ia passar lá. Pelo visto, ela nem percebeu o que eu fiz na noite anterior. Chegamos na casa da minha avó, todo mundo se acomodou. As horas passaram até o fim da tarde, e minha tia veio pra casa da minha avó. Elas ficaram tomando mate enquanto eu, meu primo e meu irmão jogávamos PlayStation. E eu, com aquela lembrança na cabeça do que tinha feito na cama dela naquela noite, ficava me perguntando se ela tinha notado ou não. Mas, com certeza, acho que ela nem percebeu.Passaram uns 2 ou 3 dias, pelo que me lembro daquela noite, e um dia minha tia me perguntou se eu podia ajudar o marido dela com um serviço de alvenaria na casa. Ela perguntou pra minha mãe, e eu falei que sim, sem problema. Fui pra casa dela umas 15h, e começamos a colocar piso cerâmico. Ela sempre nos trata bem, trouxe suco e sanduíche. Eu olhava pra ela com aquela roupa de casa e morria de vontade, de tão gostosa que ela tava, mas não falava nada.
Já tava ficando tarde, a gente tinha feito bastante, mas faltava um pouquinho pra terminar. Combinamos de continuar no outro dia. O marido dela também já tinha que ir trabalhar, tava apressado. Ele perguntou se eu queria uma carona até a casa da minha avó, mas eu falei que ia a pé mesmo, que ele não precisava se preocupar, que era só se arrumar pra ir trabalhar. Pedi permissão pra minha tia pra tomar um banho rápido, pra tirar toda a sujeira, e ela disse que sim, que podia entrar. "Cê deve estar cansado", ela falou, "vocês fizeram muito hoje". Entrei no banho, e nesse meio tempo o marido dela foi embora; logo ouvi a moto dele.
Saí do banho depois de um tempo, e minha tia me perguntou se eu não queria comer alguma coisa, que ela ia preparar algo pro meu primo e queria saber se eu também queria. Falei que sim, e fiquei pra comer um lanche. A gente ficou conversando, e eu sou muito brincalhão, sabe? Ficava zoando ela e... mostrava vídeos engraçados do Facebook e do Instagram, eu ficava olhando o corpo que ela tinha e como ela tava, e ela tava uma gostosa como sempre, com a camiseta e a calça jeans dela. Ela se cuida muito, gosta de pintar o cabelo, fazer as unhas, passar cremes e tal. Depois do lanche, fui lavar minha xícara e as colheres sujas, ela chegou e perguntou se eu tava bem por causa do trabalho de hoje. Eu disse que sim, que só minhas mãos estavam ressecadas por causa da cola dos pisos e que tinha saído algumas bolhas. Ela falou: "Uhh, espera aí, vou passar uma coisa pra não doer, por que não me avisou?" Eu disse que não queria incomodar, que não era nada. Ela trouxe uns cremes e passou nas minhas mãos. "Tá doendo menos?", perguntou depois. Eu disse: "Sim, já acalmou bastante." Ela falou: "Você tem que usar luvas e se cuidar pra não machucar as mãos." Eu respondi brincando: "Não, sou forte pra caralho, não sinto nada." E aí, por impulso, sei lá o que passou pela cabeça, dei um tapa na bunda dela quando ela se virou pra levar os cremes. Ela soltou um "Aiiii". Por um segundo, pensei: "Agora ela vai me xingar e me mandar pra casa da minha avó por ser sem noção." Já esperava por isso. Mas a única coisa que ela disse foi: "Faz isso não, depois a ferida infecciona e você não vai rir tanto." Respirei aliviado na hora e pensei: "Me safei." Mas gostei da reação dela e fiquei feliz porque consegui tocar a bunda dela de algum jeito, coisa que nunca tinha feito antes. Foi como se um impulso me levasse a zoar mais com ela naquele momento. Eu sempre zoava com ela, fazia piadas, já que ela sempre foi boa com a gente, mas nunca passava disso, tipo tocá-la como agora ou aquela noite em que dormi com ela e fiz uma baita punheta perto dela. Depois disso, fomos pra sala de jantar de novo e continuamos conversando. Eu falava que a roupa dela tava bonita, puxando assunto, e ela agradecia, dizendo que gostava da cor. Eu dizia: "Tá maneiríssima, no Natal você vai estar toda fashion." E ficava zoando ela assim. Pra entrar na confiança, rindo, falei: "Teu marido vai ser zuado por todos os amigos por sua causa se te virem". Ela ria e perguntava: "Por quê? Haha, para de falar". E eu: "Mas é verdade, porque do jeito que você tá agora, só de sair, vão encher o saco do teu marido, falando que têm inveja dele por sua causa". Ela só ria, e eu gostava porque percebia que ela não ficava desconfortável nem incomodada. Depois de mais um tempinho, falei que precisava ir, porque meu irmão mandou mensagem perguntando se eu já tava indo pra casa da vovó pra ele não se preocupar. Contei pra minha tia e me preparei pra sair. Agradeci tudo, e ela disse: "Valeu você por tudo, a gente se vê amanhã. Sério que você vai andando mesmo?" Eu respondi que sim, que a casa não era longe, que ficasse tranquila. Dei o tchau com o beijo típico nos dois lados do rosto, como a gente cumprimenta por aqui, e dei um terceiro beijo meio forte, não tanto no rosto de novo, e falei: "Até mais, tia, me avisa qualquer coisa". Ela só riu e disse: "Falou, a gente se fala, se cuida por aí e manda um abraço pra vovó".
E eu no caminho, igual o Peter Parker no Homem-Aranha quando faz a dancinha na rua, felizão. Talvez alguns vão falar: "Mas não é pra tanto", mas pra mim era algo muito bom. Feliz, pensava: "Encostei na bunda dela e dei um beijo, mesmo que não foi na boca". Falei: "Em nenhum momento ela ficou incomodada e não me deu um esporro. Grande avanço", pensava. Mas com certeza ela agiu assim por gratidão pelo trampo que fiz na casa dela e porque é gente boa, eu mesmo pensava. Que eu não me excedesse, mas já tava no jogo e percebi que ela se dá bem comigo.
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6 comentários - A vez que comi minha tia Parte 2