Depois daqueles dias, a Moni vem na minha casa quase todo dia. Ela fica pra dormir, a gente passa o tempo transando. Uma manhã, precisei resolver um problema num sítio. A Moni tava de férias. Era fim de dezembro, um calor do caralho. Acordo de manhã, vou pra academia, volto e a Moni tava enrolando na cama.
— Linda, cê vem comigo?
— Onde a gente vai, feta?
— Tenho que resolver um negócio num sítio, a gente volta à tarde.
— Beleza, vamos. Vou preparar o mate.
Tomei banho, botei uma roupa confortável e fomos. A gente ia ouvindo música, conversando. Ela me contava que tinha voltado a viver, se emocionava.
— Tantos anos perdidos por causa daquele otário.
— Esquece, bonita. Escória e babaca tem em todo lugar.
Já tava na rodovia 8, a gente tinha passado Areco, e ela ria de uma piada que eu tinha contado. De repente, ela se vira, abre as pernas — tava de saia jeans — e fala:
— Olha a minha calcinha, feta.
Reduzi a velocidade e olhei. Ela tava de calcinha vermelha.
— Cê gostou?
— Uf, amei.
Ela puxa o tecido, deixando a buceta peladinha à mostra, e começa a se tocar.
— Vamos ver, olhudo, como é que teu pau sobe?
Tirei a pica do short, tava enorme.
— Acho que essa pica precisa de uma caverninha.
Tinha umas árvores. Joguei o carro pro lado, tirei o cinto e comecei a chupar a buceta dela. Tava ensopada. Com o próprio mel, enfiei um dedo no cu dela. Ela começou a rebolar e gozou na minha boca. Eu tava voando.
— Continua, senão você vai chegar atrasado no sítio.
— Cê acha que vai me deixar assim?
Tirei os peitos dela pra fora, puxei a calcinha pra baixo. Ela desceu da caminhonete e ficou apoiada no banco, com a porta aberta. Enfiei a pica na buceta dela. Ela tava toda putinha.
— Cê não tem vergonha de comer sua priminha?
— Minha priminha é uma puta provocadora.
Ela gozou de novo, e eu tirei a pica e mandei ela ajoelhar pra chupar. Cinco minutos depois, enchi a boca dela de porra, espirrando tudo nela.
— Uf, foi lindo — falei.
— Nunca tinham me comido num lugar público, feta.
— Bom, então... Algo te desvirgou?" Ela começou a rir. Seguimos até o campo, resolvi o assunto rapidinho. Voltamos pro escritório. A Bianca estava lá, a Moni entrou na frente, eu vinha com uns papéis. "O que cê tá fazendo, filha? Acompanha a Feta no campo." "Boa, mãe." Entro no meu escritório. A Moni fica com a Bianquinha e escuto ela dizer: "Limpa o pescoço do lado, que alguma vaca deve ter te respingado de porra." A Moni entrou no meu escritório vermelha de vergonha. "Ela sacou, mano." Eu tava rindo e a Bianqui entrou com dois cafezinhos. "Fica tranquila, mãe, sem stress, nunca te vi tão linda e feliz." A Moni começou a chorar e nós dois abraçamos ela. "Hoje meu namorado vem jantar. Feta, cê faz um churrasco?" "Que namorado?" "Um cara da faculdade, tô saindo com ele faz dois meses." Olho pra Moni e ela faz um gesto tipo "o que cê quer que eu faça?" "Beleza, faço um churrasco pra vocês." "Avisa o Pancho, mãe." De noite o Tobias veio na minha casa, já tava todo mundo. A Bianca apresentou. "Tobi, esse é meu chefe, meu tio e o namorado da minha mãe." Eu ri pra caralho, a Moni tava se acabando de rir, o Pancho batia palma e o cara não entendia porra nenhuma. "É piada, né?" Perguntou o mano. "Não, filho, é exatamente como a Bianqui falou." O cara até hoje quer que eu conte a história. A Moni é minha mulher, a Bianqui e o Pancho são tipo meus filhos. Não comi mais ninguém além da Moni. Ela me faz feliz. Comemos quando queremos, transamos quando queremos, passeamos, vemos filmes e os guris tão na deles. Se acontecer algo importante, vou contar pra vocês. Mando um abraço enorme.
— Linda, cê vem comigo?
— Onde a gente vai, feta?
— Tenho que resolver um negócio num sítio, a gente volta à tarde.
— Beleza, vamos. Vou preparar o mate.
Tomei banho, botei uma roupa confortável e fomos. A gente ia ouvindo música, conversando. Ela me contava que tinha voltado a viver, se emocionava.
— Tantos anos perdidos por causa daquele otário.
— Esquece, bonita. Escória e babaca tem em todo lugar.
Já tava na rodovia 8, a gente tinha passado Areco, e ela ria de uma piada que eu tinha contado. De repente, ela se vira, abre as pernas — tava de saia jeans — e fala:
— Olha a minha calcinha, feta.
Reduzi a velocidade e olhei. Ela tava de calcinha vermelha.
— Cê gostou?
— Uf, amei.
Ela puxa o tecido, deixando a buceta peladinha à mostra, e começa a se tocar.
— Vamos ver, olhudo, como é que teu pau sobe?
Tirei a pica do short, tava enorme.
— Acho que essa pica precisa de uma caverninha.
Tinha umas árvores. Joguei o carro pro lado, tirei o cinto e comecei a chupar a buceta dela. Tava ensopada. Com o próprio mel, enfiei um dedo no cu dela. Ela começou a rebolar e gozou na minha boca. Eu tava voando.
— Continua, senão você vai chegar atrasado no sítio.
— Cê acha que vai me deixar assim?
Tirei os peitos dela pra fora, puxei a calcinha pra baixo. Ela desceu da caminhonete e ficou apoiada no banco, com a porta aberta. Enfiei a pica na buceta dela. Ela tava toda putinha.
— Cê não tem vergonha de comer sua priminha?
— Minha priminha é uma puta provocadora.
Ela gozou de novo, e eu tirei a pica e mandei ela ajoelhar pra chupar. Cinco minutos depois, enchi a boca dela de porra, espirrando tudo nela.
— Uf, foi lindo — falei.
— Nunca tinham me comido num lugar público, feta.
— Bom, então... Algo te desvirgou?" Ela começou a rir. Seguimos até o campo, resolvi o assunto rapidinho. Voltamos pro escritório. A Bianca estava lá, a Moni entrou na frente, eu vinha com uns papéis. "O que cê tá fazendo, filha? Acompanha a Feta no campo." "Boa, mãe." Entro no meu escritório. A Moni fica com a Bianquinha e escuto ela dizer: "Limpa o pescoço do lado, que alguma vaca deve ter te respingado de porra." A Moni entrou no meu escritório vermelha de vergonha. "Ela sacou, mano." Eu tava rindo e a Bianqui entrou com dois cafezinhos. "Fica tranquila, mãe, sem stress, nunca te vi tão linda e feliz." A Moni começou a chorar e nós dois abraçamos ela. "Hoje meu namorado vem jantar. Feta, cê faz um churrasco?" "Que namorado?" "Um cara da faculdade, tô saindo com ele faz dois meses." Olho pra Moni e ela faz um gesto tipo "o que cê quer que eu faça?" "Beleza, faço um churrasco pra vocês." "Avisa o Pancho, mãe." De noite o Tobias veio na minha casa, já tava todo mundo. A Bianca apresentou. "Tobi, esse é meu chefe, meu tio e o namorado da minha mãe." Eu ri pra caralho, a Moni tava se acabando de rir, o Pancho batia palma e o cara não entendia porra nenhuma. "É piada, né?" Perguntou o mano. "Não, filho, é exatamente como a Bianqui falou." O cara até hoje quer que eu conte a história. A Moni é minha mulher, a Bianqui e o Pancho são tipo meus filhos. Não comi mais ninguém além da Moni. Ela me faz feliz. Comemos quando queremos, transamos quando queremos, passeamos, vemos filmes e os guris tão na deles. Se acontecer algo importante, vou contar pra vocês. Mando um abraço enorme.
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