Ano passado, 2023, fui com meus sobrinhos pra arena do River, como sempre, um jogo de copa na quarta-feira. Quando a gente tava se acomodando, o Pancho, meu sobrinho, fala: "Aquela é minha prof de geografia". A Bianquita olhou também e disse sutilmente: "É uma filha da puta". "Pois é, se já começamos assim com a prof, imagina o que te espera pro segundo tempo do Inter", falei pra ele. Num momento, a prof olha pra gente, o Pancho acena, ela vem, cumprimenta a Bianca, depois o Fran e pergunta: "Você é o pai?" "Não, o tio, prof." A conversa foi rolando normal, o jogo foi uma adrenalina do caralho. Quando terminou, saímos os quatro, ela morava perto de onde eu vivo, mas a gente tinha que fazer o ritual de ir comer pizza em pé, como a Bianca gosta. Sentamos no balcão com a prof, a cara da Bianca dizia tudo. Comemos, pagamos e fomos embora. Deixei os moleques em casa, a Bianca ia na frente, desceu e a prof trocou de lugar. Tava a dez quadras da casa dela. Chegamos lá. "Vai entrar pra tomar algo?" "Não quero ser grosso, mas nunca foi só tomar algo." "Bom, se quiser, a gente pode comemorar a vitória", ela perguntou. Descemos, já no elevador ela me deu um beijo. Eu, velho sabido, na pizzaria tinha colocado um chiclete. Entramos no apartamento dela, a única coisa que pedi foi tomar banho, o dia tinha sido longo. Ela perguntou se a gente fazia junto, eu falei que sim. Fui pro banheiro, me despi, fiquei de cueca. Ela veio com uma toalha, tirou, ficou de tanguinha. "Me deixa", falei, puxando a tanguinha pelos lados, abaixei a cueca e entramos no chuveiro morno. Nos ensaboamos um ao outro, ela desceu pra chupar minha pica que já tava dura, chupei a bunda dela contra a parede, enfiando a língua o máximo que dava. Saímos e fomos pra cama dela, e ali rolou de tudo: chupadas, fodas, ela chupou meu cu enquanto me masturbava. Muito boa, a prof. Depois de duas sessões, a gente dormiu. O despertador dela tocou, ela pediu uma última chupada na buceta, gozei rápido, nos vestimos. e sem tomar café, deixei ela na escola e fui pro meu escritório. Cheguei cedo, não tinha ninguém, a Bianca, que trabalha comigo, ainda faltava meia hora. Fiz um mate, sentei no sofá pra relaxar, daí a pouco chega a Bianca. "Pô, mesma roupa de ontem à noite, foi com a professora, né?" "Dormiu na casa dela?" "Isso é da sua conta?" "Claro que é, você é meu tio e tipo um pai, e ela foi minha professora e agora é do Pancho também." "E qual é o problema?" "Nenhum, deixa pra lá." Daí a pouco eu já tava no computador com o WhatsApp aberto e vejo uma mensagem da minha prima Moni: "Feta, você comeu uma professora do Pancho?" "Qual é a desse povo hoje? Tão com ciúmes?" "Que nojento, feta, você não tem código." Saí da conversa pra não mandar ela tomar no cu. Mandei a Bianca fazer um trampo e levar um contrato, daí a pouco chega a Moni. Eu tava resolvendo um assunto complicado com um inquilino, quando terminei, a Moni foi direto ao ponto: "Não tem vergonha na cara?" "Do que você tá falando, Moni?" "Da noite passada." "Não tenho que dar satisfação pra ninguém, né?" "Não? E pro seu sobrinho?" "Pra ninguém, Moni." Ela sentou na mesa, preparei um café, ela tava doida. "Moni, você tá com ciúmes?" "Tô sim, e daí? Não posso? Você é a melhor coisa da minha vida, seu idiota." "Escuta, a Bianca sabe disso?" "Sabe, porque ela viu, ou melhor, me viu entrando na sua casa." "Ah, que merda." "A Bianca entendeu tudo, eu tava servindo café e ela veio me abraçar chorando. Nisso, entra a Bianca: 'Fizer minha mãe chorar, vou te encher de porrada.' E saiu de novo. Ficamos abraçados, e ela me contou tudo que rola com o marido, o cara bebe, nunca come ela, nunca dá atenção. Eu fui descendo a mão pela cintura dela, ela me olhou, me beijou forte e disse: 'Hoje à noite vou na sua casa e vou dormir com você, se prepara porque vou te destruir.' A Bianca voltou, entrou com tudo no meu escritório e falou: 'Você entende que minha mãe te ama?' 'Calma, Bianquinha.' 'Calma o caralho, você vai me ouvir, ela sofre com O babaca do meu velho, não merece ela, trabalha pra caralho, criou nós dois sozinha, e você faz isso com ela?" "Bianquinha, sou um cara livre. Por que você contou pra ela?" "Porque quando cheguei, tava limpando meu pai bêbado e mijado." Me partiu o coração, Bianquinha me abraçou e disse: "Você é o único homem de verdade na vida dela, tio." Ufa, caiu a ficha toda. Às 6 da tarde tinha futebolzinho com os pais da divisão do Pancho, eu ia pensando: sou o tio desse moleque e jogo com os pais. Quando terminamos, tomei banho e fui pra minha casa. E aí a surpresa. Moni tava sentada vendo um filme, levantou, me deu um beijo na boca: "Oi, meu amor." "Oi, Moni." "Pedi comida pras 22, te parece bem?" "Perfeito." Eu não tava entendendo nada. Ela me levou até o sofá, me beijou forte. Enfiou a língua na minha boca. Puxou meu short que eu tava sem cueca, começou a me punhetar devagar. Muito devagar. Tirou a calça jeans, tirou a camiseta, tava uma gostosa, me deixou louco. Tirei o sutiã dela, a gente sabe como é difícil, mas na primeira tentativa consegui. E comecei a passar a palma da mão nos bicos dos peitos dela, ela tremeu toda me abraçando. Me beijava a orelha, fomos pra cama, nos beijamos um tempão. Ela desceu pra chupar minha pica, eu tava durasso, massageei com um creme que tinha na mesinha. Passei creme nos peitos dela que começaram a brilhar, passei creme na bunda dela, coloquei ela de bruços e massageei com bastante creme, ela gemia. Num momento, enfiei a mão entre as pernas dela até chegar na buceta, e ela não aguentou, gozou num grito. Continuei pelas costas dela, virei ela, passei creme nos peitos de novo, ela começou a gemer, coloquei a pica na boca dela, ela chupou um pouco, e falou no meu ouvido: "Mete em mim, meu amor." Meti, fiquei por cima e bombava bem devagar, ela se contorcia, deu um grito e disse: "Enche minha buceta de leite." Ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar, se esfregando no meu púbis, e gozamos os dois juntos de um jeito. Incrível. Me abracei chorando, eu secava as lágrimas dela. "Te amo, feta." "Eu também, Moni, você é o melhor da minha vida." A comida chegou, comemos no chão pelados e deitamos vendo filme. De manhã ela não foi trabalhar, eu liguei pra Bianca e falei: "Hoje eu entro ao meio-dia." "Mima muito minha velha, tio." A gente transou de novo. Levei ela até a casa dela, acompanhei e o cenário era feio. O Alberto tava na cama, levantei ele, dei banho, acordei, juntei as coisas dele, carreguei tudo na caminhonete e levei ele pra casa da mãe, que tem 85 anos. A velha não entendia porra nenhuma. O pouco que o Alberto reagiu foi pra entender o que eu falei: "Me escuta e me olha. Nunca mais pisa na casa da Moni. Tá claro ou vou ter que apertar os parafusos?" "Tá claro", respondeu. Voltei, a Moni tava limpando sem tristeza e com um alívio. Chegou o Pancho, perguntou, a Moni explicou e ele disse: "Agora a gente vai ficar melhor." A Moni me abraçou e falou no meu ouvido: "Você é um homem de verdade." Abracei ela e acariciei o cabelo dela. O Pancho falou: "Parem de disfarçar e se beijem, acham que sou otário?" A Moni, emocionada, riu e o Pancho entrou no nosso abraço. Fui pro escritório, tinha uma reunião às 16h, a Bianca tava lá. "Que foda, feta", disse me abraçando, "ou tenho que te chamar de pai?" "Para de encher o saco e me prepara um café de 3 litros que eu sei que vou me meter numa merda, mas mesmo assim quero." A Moni todo dia passa e me deixa um bombom no escritório. No meu aniversário, ela organizou uma festa surpresa com alguns amigos e familiares. Me deu um presente, um perfume com um bilhete: "Nunca é tarde pra um homem mudar sua vida." Os moleques zoam a gente quando saímos juntos. Mas sabem que a mãe deles tá bem e isso não se negocia. A Bianca vai ser a melhor veterinária, sem dúvida, o Pancho tem 10 em geografia. E a Moni é diretora de duas escolas. E eu me apaixonei de verdade. Queridos poringa boys, mando um abraço.
1 comentários - Estilo voyeur 11: A profe gostosa