Bom dia, obrigado a todos que tiraram um tempinho pra ler meu primeiro post. Sinceramente, fiquei muito feliz com a repercussão que teve e me deu mais vontade de continuar escrevendo. Sempre tem algum mala sem graça, mas fazer o quê... Seguimos firme.
Deixo aqui a primeira parte pra vocês não perderem o fio da meada. Mesmo sendo histórias novas, sempre ajuda um pouco o tempo e o espaço da história anterior.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5447592/La-ex-novia-de-mi-primo-foto-soft.html
Depois de janeiro, fui pra Rosário preparar minha tese. Assim que terminei a faculdade, voltei pra minha cidade. A casa dos meus avós tava alugada por dois meses porque um casal amigo precisava dela até terminar a casa deles, então até maio eu fiquei morando com meus pais. Guardamos os móveis na garagem da tal casa, assim quando eu fosse embora já tinha tudo perto.
Nossa relação com ela continuava no estilo das mensagens quentes, das fotos e dos áudios picantes, mas dessa vez sem nos importarmos com nada.
Ela continuava viajando pra casa dos primos nos feriadões. Lembro que foi um fim de semana prolongado, acho que Páscoa, meus pais viajaram e eu fiquei em casa porque nos feriados a gente armava um esquema de baladas e putaria sem parar com meus amigos, Luis e Alberto (se tenho histórias com esses dois, já vou contar). Saímos pra farra na sexta, ficamos bem mamados, e sem ter pego ninguém fomos dormir. Naquele sábado descansei até as 14h, lembro que acordei com uma azia terrível, então precisava de algo pra tomar porque em casa não tinha. Chovia torrencialmente, tava muito feio lá fora. Mando mensagem pra ela e pergunto o que tava fazendo, ela diz que tava se organizando pra fazer bolinho de chuva com a prima. E como a tarde dava pra trepar, perguntei se ela tava a fim de fazer conchinha. A resposta foi sim, mas como a gente fazia?
(Meus pais têm dois carros, um pra cada um. Na época eram uma Ranger e um Fiesta KD, e geralmente iam viajar na caminhonete, então ficava o pequenino bonitinho pra mim usar.)
Digo pra ela sair até a esquina que eu passava pra buscar, ela falou pra esperar até a prima ir dormir a sesta. Aproveitei pra tirar o carro, fui na Farmácia de plantão buscar algo pra tomar e uma caixinha de camisinha porque não tinha. Volto pra casa, arrumo tudo, tomo o antiácido e espero a mensagem dela. Demorou uns 15 minutos, mas pareciam horas, saio no KD e vou até a esquina, ela entra no carro e se deita no banco da frente, o problema é que ninguém podia nos ver... Voltamos pra casa, falando besteira, tentei uma chupadinha, mas ela não quis saber, falo pra ela esperar no carro que vou guardar ele pra mais segurança.
Uma vez dentro, não fomos direto pros finalmentes, ofereci algo pra tomar, sentamos na sala de jantar e começamos a conversar, com aquele clima dava tempo de sobra. A gente tinha papo de todo tipo, mas especialmente naquele dia. Ela me fez uma proposta que não soube responder na hora e falei que ia pensar. Ela era obcecada por brinquedos sexuais, queria usar de tudo e, sinceramente, me deu a ideia de comprarmos as coisas juntos e eu ficar com elas. Abrimos o Mercado Livre e começamos a procurar umas coisinhas, escolhemos várias: um consolador, um vibrador, tiras para a cama, óleos, algemas, uma cinta de quatro tiras (não era igual à de Cinquenta Tons de Cinza, porque aquela era rígida, essa era de tecido; as tiras das pontas amarravam os pés e as duas do meio, as mãos; nas fotos, a pose parecia muito boa) e um plug parecido com rabo de coelho. Adicionei tudo no carrinho, mas não comprei nada. Acho que na época tudo custava doze mil pesos e não me pareceu um absurdo... Com relação a todas essas coisas, não tinha problema em experimentar. Agora, quando ela disse pra gente encomendar um cinto (strap-on), não quis saber, hahahaha. Na intimidade, cada um com seus fetiches, mas nunca passou pela minha cabeça ser passivo, e deixei bem claro...
O MOMENTO
A gente tinha ficado juntinho selecionando as coisas, então, assim que terminamos com o carrinho, nos beijamos. Eu, sinceramente, achava que aquela tarde ia ser intensa, mas, se tenho que descrever, a primeira palavra que vem à cabeça pra definir o sexo foi romântico. Ela pegou na minha mão e me levou pro meu quarto; obviamente, fui guiando, porque ela nunca tinha ido na casa dos meus pais. Sentamos na cama e, nos beijando, começamos a tirar a roupa, com carinho, teve afagos, risadas, nos olhamos várias vezes. Estava frio, os mamilos dela estavam duros e redondos. Depois de tirar a roupa, entramos na cama (de uma praça e meia) e, nos beijando, esfregávamos nossas partes. Eu lambia os peitos dela, mordendo os mamilos; lembro que ela não me olhava, mas arqueava a cabeça e suspirava, curtindo "o momento". Ela tomou a iniciativa: de um pulo, montou em cima de mim, começou a beijar meu pescoço, o peito e foi descendo até chegar na minha piroca dura, brincou com ela, da ponta até as bolas, queria enfiar o dedo na minha área traseira, mas não deixei, então ela ficou puta e quando voltou a chupar minha rola, me mordeu, não forte, mas pra mostrar que tava brava. Subiu até mim e me beijou de novo. Depois de toda essa brincadeira, coloquei ela de conchinha, abri a camisinha, molhei meus dedos com vaselina (daquelas que vêm nas caixinhas de camisinha, era especial, não lembro se tinha um tipo de multi-ô ou outra coisa que esquentava), penetrei bem devagar e só com movimentos pequenos começamos a foda. Tudo foi muito suave, tranquilo, pegando um pouco de velocidade mas sem precisar descarregar rápido nossa vontade, eu pegava nos peitos dela, massageava enquanto mordia a orelha dela. Ela de olhos fechados, mordia os lábios e respirava fundo enquanto segurava minhas mãos. Depois de um tempo tentamos mudar de posição, eu deitado de barriga pra cima e ela por cima de mim, de costas pra mim, com as pernas dobradas e o tronco jogado pra trás. Começou a se mexer bem devagar e foi aumentando a velocidade, minhas mãos seguravam a cintura dela e a gente se mexia no mesmo ritmo. No ambiente se ouviam três sons, os gemidos dela, meus suspiros e aquele barulho tão especial que surge quando nossos sexos se encontravam bem lubrificados. Seguimos assim por um bom tempo, até que ela tomou a iniciativa de novo, se virou, só que dessa vez ficou de cócoras, eu segurava os peitos dela e, nos olhando, ela subia e descia bem devagar, até que começou a dar mais velocidade na ação, daí surge um novo som, tão característico quanto um tapa. Ela continuava e continuava até que num momento se ouviram dois gritinhos curtos e ela parou de repente, as pernas tremiam, a cara dela mostrava satisfação, minha virilha tava toda molhada (não viajem, não foi um squirt, mas eram os fluidos gostosos dela).
Preciso comentar que se Portou muito bem, porque mesmo ela estando cansada e um pouco satisfeita, continuou para me agradar (sem a gente trocar uma palavra), se deitou na cama, de bruços, arqueada, me entregando toda a buceta dela pra eu poder aliviar minha vontade. Fiquei atrás dela, meu pau tava estourando. Sem pensar duas vezes, abri as nádegas dela e comecei a passar a língua com bastante saliva, chupava o cu dela e descia até a boceta. (Lembro que minha barba tava toda molhada, mas que importa, né?).
Penetrei de novo, ela gemia um pouco mais, e eu não sou de controlar a velocidade, tava tão tesudo que queria que ela sentisse meu pau, peguei as nádegas dela e bombava furiosamente, agora os sons que rolavam eram os gritos dela, os meus e o barulho das minhas bolas batendo no corpo dela. Queria gozar e ao mesmo tempo não. Comecei a sentir aquele formigamento de quando vai chegar, então aumentei a velocidade. E de novo "O MOMENTO", explosão de êxtase ao gozar, dentro dela, com a camisinha. Na minha cabeça pensava se ela sentia aquele líquido quentinho, enquanto eu terminava, deitado nas costas dela.
Deitamos de novo na cama e nos cobrimos. Enquanto descansávamos, ela me perguntou se podia tomar um banho, e eu deixei. E enquanto ela se lavava, eu me mandei pra tirar uma foto dela...
Tipo 17:30 a prima dela mandou mensagem perguntando onde ela tava, e ela respondeu que tava ocupada e que quando a chuva parasse, voltava. Mesmo assim, ela me pediu pra levar ela, a gente não mora muito longe, então me ofereci pra deixar ela na esquina da casa dos primos. De novo peguei o carro com ela escondida dentro e a gente foi. A gente se despediu com um beijinho. Não nos falamos mais naquele fim de semana.
De novo, obrigado por me deixar fazer parte.
Deixo aqui a primeira parte pra vocês não perderem o fio da meada. Mesmo sendo histórias novas, sempre ajuda um pouco o tempo e o espaço da história anterior.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5447592/La-ex-novia-de-mi-primo-foto-soft.html
Depois de janeiro, fui pra Rosário preparar minha tese. Assim que terminei a faculdade, voltei pra minha cidade. A casa dos meus avós tava alugada por dois meses porque um casal amigo precisava dela até terminar a casa deles, então até maio eu fiquei morando com meus pais. Guardamos os móveis na garagem da tal casa, assim quando eu fosse embora já tinha tudo perto.
Nossa relação com ela continuava no estilo das mensagens quentes, das fotos e dos áudios picantes, mas dessa vez sem nos importarmos com nada.

Ela continuava viajando pra casa dos primos nos feriadões. Lembro que foi um fim de semana prolongado, acho que Páscoa, meus pais viajaram e eu fiquei em casa porque nos feriados a gente armava um esquema de baladas e putaria sem parar com meus amigos, Luis e Alberto (se tenho histórias com esses dois, já vou contar). Saímos pra farra na sexta, ficamos bem mamados, e sem ter pego ninguém fomos dormir. Naquele sábado descansei até as 14h, lembro que acordei com uma azia terrível, então precisava de algo pra tomar porque em casa não tinha. Chovia torrencialmente, tava muito feio lá fora. Mando mensagem pra ela e pergunto o que tava fazendo, ela diz que tava se organizando pra fazer bolinho de chuva com a prima. E como a tarde dava pra trepar, perguntei se ela tava a fim de fazer conchinha. A resposta foi sim, mas como a gente fazia?(Meus pais têm dois carros, um pra cada um. Na época eram uma Ranger e um Fiesta KD, e geralmente iam viajar na caminhonete, então ficava o pequenino bonitinho pra mim usar.)
Digo pra ela sair até a esquina que eu passava pra buscar, ela falou pra esperar até a prima ir dormir a sesta. Aproveitei pra tirar o carro, fui na Farmácia de plantão buscar algo pra tomar e uma caixinha de camisinha porque não tinha. Volto pra casa, arrumo tudo, tomo o antiácido e espero a mensagem dela. Demorou uns 15 minutos, mas pareciam horas, saio no KD e vou até a esquina, ela entra no carro e se deita no banco da frente, o problema é que ninguém podia nos ver... Voltamos pra casa, falando besteira, tentei uma chupadinha, mas ela não quis saber, falo pra ela esperar no carro que vou guardar ele pra mais segurança.
Uma vez dentro, não fomos direto pros finalmentes, ofereci algo pra tomar, sentamos na sala de jantar e começamos a conversar, com aquele clima dava tempo de sobra. A gente tinha papo de todo tipo, mas especialmente naquele dia. Ela me fez uma proposta que não soube responder na hora e falei que ia pensar. Ela era obcecada por brinquedos sexuais, queria usar de tudo e, sinceramente, me deu a ideia de comprarmos as coisas juntos e eu ficar com elas. Abrimos o Mercado Livre e começamos a procurar umas coisinhas, escolhemos várias: um consolador, um vibrador, tiras para a cama, óleos, algemas, uma cinta de quatro tiras (não era igual à de Cinquenta Tons de Cinza, porque aquela era rígida, essa era de tecido; as tiras das pontas amarravam os pés e as duas do meio, as mãos; nas fotos, a pose parecia muito boa) e um plug parecido com rabo de coelho. Adicionei tudo no carrinho, mas não comprei nada. Acho que na época tudo custava doze mil pesos e não me pareceu um absurdo... Com relação a todas essas coisas, não tinha problema em experimentar. Agora, quando ela disse pra gente encomendar um cinto (strap-on), não quis saber, hahahaha. Na intimidade, cada um com seus fetiches, mas nunca passou pela minha cabeça ser passivo, e deixei bem claro...
O MOMENTO
A gente tinha ficado juntinho selecionando as coisas, então, assim que terminamos com o carrinho, nos beijamos. Eu, sinceramente, achava que aquela tarde ia ser intensa, mas, se tenho que descrever, a primeira palavra que vem à cabeça pra definir o sexo foi romântico. Ela pegou na minha mão e me levou pro meu quarto; obviamente, fui guiando, porque ela nunca tinha ido na casa dos meus pais. Sentamos na cama e, nos beijando, começamos a tirar a roupa, com carinho, teve afagos, risadas, nos olhamos várias vezes. Estava frio, os mamilos dela estavam duros e redondos. Depois de tirar a roupa, entramos na cama (de uma praça e meia) e, nos beijando, esfregávamos nossas partes. Eu lambia os peitos dela, mordendo os mamilos; lembro que ela não me olhava, mas arqueava a cabeça e suspirava, curtindo "o momento". Ela tomou a iniciativa: de um pulo, montou em cima de mim, começou a beijar meu pescoço, o peito e foi descendo até chegar na minha piroca dura, brincou com ela, da ponta até as bolas, queria enfiar o dedo na minha área traseira, mas não deixei, então ela ficou puta e quando voltou a chupar minha rola, me mordeu, não forte, mas pra mostrar que tava brava. Subiu até mim e me beijou de novo. Depois de toda essa brincadeira, coloquei ela de conchinha, abri a camisinha, molhei meus dedos com vaselina (daquelas que vêm nas caixinhas de camisinha, era especial, não lembro se tinha um tipo de multi-ô ou outra coisa que esquentava), penetrei bem devagar e só com movimentos pequenos começamos a foda. Tudo foi muito suave, tranquilo, pegando um pouco de velocidade mas sem precisar descarregar rápido nossa vontade, eu pegava nos peitos dela, massageava enquanto mordia a orelha dela. Ela de olhos fechados, mordia os lábios e respirava fundo enquanto segurava minhas mãos. Depois de um tempo tentamos mudar de posição, eu deitado de barriga pra cima e ela por cima de mim, de costas pra mim, com as pernas dobradas e o tronco jogado pra trás. Começou a se mexer bem devagar e foi aumentando a velocidade, minhas mãos seguravam a cintura dela e a gente se mexia no mesmo ritmo. No ambiente se ouviam três sons, os gemidos dela, meus suspiros e aquele barulho tão especial que surge quando nossos sexos se encontravam bem lubrificados. Seguimos assim por um bom tempo, até que ela tomou a iniciativa de novo, se virou, só que dessa vez ficou de cócoras, eu segurava os peitos dela e, nos olhando, ela subia e descia bem devagar, até que começou a dar mais velocidade na ação, daí surge um novo som, tão característico quanto um tapa. Ela continuava e continuava até que num momento se ouviram dois gritinhos curtos e ela parou de repente, as pernas tremiam, a cara dela mostrava satisfação, minha virilha tava toda molhada (não viajem, não foi um squirt, mas eram os fluidos gostosos dela).
Preciso comentar que se Portou muito bem, porque mesmo ela estando cansada e um pouco satisfeita, continuou para me agradar (sem a gente trocar uma palavra), se deitou na cama, de bruços, arqueada, me entregando toda a buceta dela pra eu poder aliviar minha vontade. Fiquei atrás dela, meu pau tava estourando. Sem pensar duas vezes, abri as nádegas dela e comecei a passar a língua com bastante saliva, chupava o cu dela e descia até a boceta. (Lembro que minha barba tava toda molhada, mas que importa, né?).
Penetrei de novo, ela gemia um pouco mais, e eu não sou de controlar a velocidade, tava tão tesudo que queria que ela sentisse meu pau, peguei as nádegas dela e bombava furiosamente, agora os sons que rolavam eram os gritos dela, os meus e o barulho das minhas bolas batendo no corpo dela. Queria gozar e ao mesmo tempo não. Comecei a sentir aquele formigamento de quando vai chegar, então aumentei a velocidade. E de novo "O MOMENTO", explosão de êxtase ao gozar, dentro dela, com a camisinha. Na minha cabeça pensava se ela sentia aquele líquido quentinho, enquanto eu terminava, deitado nas costas dela.
Deitamos de novo na cama e nos cobrimos. Enquanto descansávamos, ela me perguntou se podia tomar um banho, e eu deixei. E enquanto ela se lavava, eu me mandei pra tirar uma foto dela...
Tipo 17:30 a prima dela mandou mensagem perguntando onde ela tava, e ela respondeu que tava ocupada e que quando a chuva parasse, voltava. Mesmo assim, ela me pediu pra levar ela, a gente não mora muito longe, então me ofereci pra deixar ela na esquina da casa dos primos. De novo peguei o carro com ela escondida dentro e a gente foi. A gente se despediu com um beijinho. Não nos falamos mais naquele fim de semana. De novo, obrigado por me deixar fazer parte.
0 comentários - Segunda rodada com a ex-prima gostosa