Minha Família de Gostosas VI

Capítulo VI
No final, dormimos com a Nayi. Quando cheguei no quarto da Ana, depois de guardar o carro, ela já tava dormindo, então coloquei um alarme pras 17:30 e capotei. Tinha uma hora e meia de sono pela frente. A soneca passou rápido e, de repente, já era hora de levantar. O alarme tocou e acordou a Nayi, que se encarregou de me acordar. Ela colocou a chaleira no fogo pra fazer uns mates e eu saí pra comprar umas bolachinhas pra acompanhar. A gente ia esperar a Ana com uma surpresa dupla.

Obviamente, a Ana ia chegar e ver as mudanças de fora, ia ver a porta e as janelas novas. Sabia que ela ia chegar direto pra briga, mas minha reação ia surpreender ela. A gente tava tomando mate e o tempo passou rápido. Já eram 18h quando ouvimos as batidas na porta. Diferente do esperado, foram bem de leve.

N: Vai abrir você, assume o que fez.
L: Valeu pelo apoio.
N: Ela vai ficar feliz, idiota. Mesmo que se faça de durona, vai ficar muito feliz. Te amo e obrigado por tudo.

Quando me levantei, fui pensando no que a Nayi acabou de me dizer: "te amo". E sabia que era sincero. Aí pensei na merda em que eu tinha me metido pela primeira vez. A Nayi me amava, a Agos me amava. Isso ia acabar mal, não tinha como dar certo.

Abri a porta e lá estava a Ana, olhando pra porta como se fosse um objeto mitológico ou um alienígena. Quando me viu atrás da porta, os olhos dela se encheram de lágrimas.

An: Sabia que tinha sido você. Por quê?
L: Não fica brava, Ana. Eu senti o frio aqui dentro e quis dar uma mão, melhorar as condições pra vocês três e pro bebê, só isso. Por isso troquei as janelas e as portas.
An: Janelas e portas? O que mais você trocou?
L: As janelas dos quartos e as portas da frente e de trás.

Ana chorava. Tentava com toda a força não parecer fraca na minha frente, mas não conseguia. Tava feliz e dava pra ver, mas não entendia por que eu fazia isso por elas.
L: Ana, eu amo sua filha. Criei afeto por você e pela Nayi (muito afeto). Até pelo bebê. Vocês não estão mais sozinhas. Dar uma mão e eu fiz, acabou, toma.
Passei as chaves novas pra ela, ela pegou e me abraçou forte, muito forte. Eu aproveitei e abracei ela pela cinturinha, bem perto da bunda, sempre me aproveitava e sentir o corpo da Ana perto não era uma oportunidade pra recusar.
An: Valeu, valeu por isso, você é a pessoa que mais ajudou a gente, nunca vou esquecer.
L: Bom, ainda bem que não levou a mal hahaha, porque tem outra surpresa, olha dentro.
Eu saí da entrada pra dar passagem e ela entrou na casa, mal entrou viu a mudança, tinha mais luz, a instalação elétrica exposta nas paredes, mas bem caprichada.
L: Tudo funciona, tem mais tomadas e também um quadro pra desligar a luz.
Ana olhou a casa toda e a Nayi sentada na mesa, virou, observou tudo com calma, e depois ficou me encarando, aí deu uns passos rápidos e se jogou em cima de mim, pulou e eu recebi ela nos braços, ela colocou as pernas em volta da minha cintura. Diz que eu era um cara forte, porque Ana não era tão magra e leve quanto as filhas, era uma mulher grandona, quarenta e poucos, mas era mais pesada, obviamente peguei ela na bunda e aproveitei pra apertar, com a desculpa do apoio hahaha, a bunda era boa, meio firme meio dura e bem maior que a das filhas. O que mais me surpreendeu além dela ter pulado em cima de mim foi que ela me deu um beijão na boca e depois me abraçou.
N: Epaaa, tenho que falar pra Agos tomar cuidado com você, né?
An: Cala a boca, menina, olha o que esse cara fez, é maluco.
Disse Ana ainda chorando.
N: Vi sim, mas você comeu a boca dele e agora ele tá te segurando bem na bunda.
Completou Nayi entre risadas, Ana percebeu, me olhou e pela primeira vez viu como eu tava segurando ela, me deu um sorriso bem safado e eu soltei pra ela descer.
An: Foi só a felicidade, falando nisso, você sabia, né? É cúmplice?
L: Sim, Nayi sabia, e não é culpa dela, eu praticamente forcei.
N: Sim, falei que era loucura, mas esse cara não quis saber, e então... Precisava disso.
Sentei pra continuar tomando mate com a Nayi enquanto a Ana foi ver as mudanças nos quartos e banheiros.
N: cê aproveitou pra pegar na bunda da minha mãe, hein
L: que isso, mina, peguei sem querer, me surpreendi
N: é a única que falta das três
L: cê ficaria com ciúme?
N: hahaha, talvez você
Ficou por isso, mas me deu uma vontade danada de comer a Ana, pela primeira vez me deu vontade de comer a Ana, aquela bunda foi uma delícia de sentir, os peitos contra meu peito também, deixou a pica bem dura. A Ana se juntou pra tomar mate depois de fofocar e ficamos esperando a Agos.
Passou um tempo e ouvimos o portão abrir, parece que a Agos entrou correndo porque em menos de dois segundos a porta se abriu, tinha ficado sem chave.
Ag: pode saber por que o carro do meu namorado, que não me visita desde semana passada, tá aqui e vem quando eu não tô...
A Agos sacou as mudanças, já tava escuro e as diferenças na iluminação eram visíveis, ela começou a olhar a instalação. A Nayi falou pra ajudar ela a ver mais mudanças:
N: viu por onde cê entrou?
Algo fez clique na cabeça dela e ela se virou pra olhar a porta, depois viu as janelas e se virou pra me ver sentado ali na mesa dela, o olhar dela era de amor, mais que isso, de devoção e muita tesão, veio correndo até onde eu tava, sentou delicadamente em cima de mim e me beijou com gosto.
Ag: obrigada, bebu, obrigada por tudo que cê faz por nós, te amo.
As lágrimas escorriam pelos olhos dela, num dia eu tinha feito as três rochas chorarem e também tinha beijado elas, tinha comido a Nayi e a Agos tava no mesmo caminho, graças a deus que eu era novo e podia transar o tempo todo, porque como eu explicava pra Agos que não podia comer ela?
L: vamos ver os cômodos, te mostro tudo
Ela sorriu pra mim e fomos, mostrei todas as mudanças, a tomada que coloquei do lado da cama, ela sempre reclamava disso quando a gente conversava tarde, que tinha que ficar em pé perto da tomada porque o celular descarregava Pois é, mostrei pra ela as janelas novas, o banheiro, o quarto da Ana, tudo. Depois do tour, voltamos pra onde o resto da família tava, a Agos já tava grudada em mim que nem carrapato.

An: vou pedir umas empadas pra comer, você, guri, fica.
L: não precisa
An: não precisa porra nenhuma, vai me deixar te convidar pra comer?
L: hahaha tá bom, Agos, vem comigo até o carro, que tem a última surpresa
O quê?
Falaram as três ao mesmo tempo.
L: é, se vocês ainda não perceberam, mas na casa tá faltando uma coisa, que eu vou trocar. Vamos pro carro, Agos.
E saí pra fora, Agos atrás de mim, pensando. Ana e Nayi ficaram lá, pensando no que eu tava falando, ou tentando adivinhar o que faltava. Chegamos no carro e peguei duas caixas bem grandes, embrulhadas em papel de presente.

Ag: o que é isso, bebê?
L: não viu que tava faltando na sua casa?
Ag: não, isso é pra ver. A única coisa que eu pensei desde que cheguei foi em tirar toda a sua roupa e te comer, amor.
L: cê tá com vontade hoje?
Ag: muita, você me deixou abandonada, e agora com tudo isso que você fez, eu tenho que recompensar meu macho.
L: tava cheio de trampo e organizando isso, gata. Queria que você não esperasse. Hoje à noite a gente vê como faz e eu te como toda.
Ag: a gente vai transar em casa, não importa onde. Você acabou de mostrar que é o homem daqui, e eu sou sua mulher. Vai me comer onde quiser, e ninguém vai falar nada, você vai ver.
Isso me deixou louco. Podia comer a Agos à vontade naquela casa, e ninguém ia falar nada. Sabia que era verdade. Já tínhamos transado com a Agos na cama da mãe, e a Ana não falou nada. Agora menos ainda iam falar, e a Nayi, bom, a Nayi também não.
L: vamos pra dentro que vou dar o último presentinho.
Ag: vamos, você vai dormir aqui, né?
L: sim, se você deixar eu comer sua bunda.
Ag: óbvio que deixo, minha bunda é sua.
Entramos e coloquei as caixas em cima da mesa. As meninas olhavam, cheias de expectativa.
L: bom, vocês perceberam o que tá faltando?
An: sim, a salamandra.
L: isso, Ana. Por isso comprei isso pra vocês. Abram seus presentes.
Minhas gostosas rasgaram o papel de presente e viram do que se tratava.
L: Por isso fiz a instalação elétrica nova, tinha que colocar uma que aguentasse esse consumo, vai subir um pouco a conta de luz, mas fazer o quê, foi o melhor que pensei pra esquentar a casa. Comprei duas pros quartos de noite e podem levar uma pra cá durante o dia. As três estavam felizes pra caralho, não paravam de me agradecer. Ficamos um tempão conversando enquanto o tempo passava e chegava a hora da janta. Lá pras nove, Ana preparou as empanadas e elas quiseram ir comprar umas cervejas pra comemorar. Dei o dinheiro pra elas, que custaram a aceitar, e pedi se podia tomar um banho, com a desculpa de que tinha suado muito de manhã. Na real, queria tirar o cheiro de cu e de buceta da Nayi da minha pica, pra Agos não desconfiar de nada. Agos se apressou em preparar o banho, esquentar a água, me dar a melhor toalha, esquentar o quarto dela com os novos aquecedores. Falei que não precisava, mas ela não ia me ouvir. Depois de um tempo na água, batem na porta e entram. Era a Agos.

L: O que foi, amor? Vem tomar banho comigo?
Ag: Na real, não sei por que não fizemos isso, podia ser, mas não vamos, vou comprar as brejas com a mamãe. Tá tudo pronto na cama, daqui a pouco a gente volta.
L: Beleza, bebê, se cuidem.
Ag: Na próxima, eu lavo essa pica toda pra você, sabia?

E saiu do banheiro. Eu já tava terminando meu banho, não demorei muito mais. Fechei a água e saí pra me secar, quando entraram de novo no banheiro, dessa vez a Nayi.

N: Eu sei que você comprou esses aquecedores por causa do meu filho. Obrigada por tudo.

Ela me beijou com força e, depois de uns amassos, se ajoelhou no chão e começou a chupar minha pica, bem suja, do jeito que sabia que eu gostava. Engolia tudo, até o ânsia. Ficou assim uns minutos e se levantou.

N: Que pica gostosa que você tem. Não continuo porque sei que você vai comer minha irmã, é a vez dela.

E saiu do banheiro, me deixando com a pica duríssima. Do jeito que deu, me sequei um pouco e fui pro quarto das minas. Lá, a Agos tinha deixado uma muda de roupa, que em... Em algum momento tinha deixado na casa dela, era de verão, mas serviria pra noite. Termino de secar, vou me vestir e entra Agos no quarto.

Ag: Já tá pronto, love?

Eu me olho no espelho bem na hora que tava colocando a camiseta. Desde moleque, sempre é a primeira coisa que visto, até antes da cueca. Por quê? Vai saber. Então tava com a piroca ainda dura e no ar.

Ag: Uff, que que houve que tu tá assim, bebu?

L: Fiquei com vontade depois do banho juntos.

Inventei na hora. Agos sorriu com aquele sorriso de puta que só ela tinha, e se aproximou. Me empurrou pra eu cair sentado na cama e se ajoelhou entre minhas pernas.

Ag: Isso eu vou fazer porque tu é o melhor de todos e pra tu nunca mais esquecer de mim que nem na semana passada.

E começou um boquete furioso. Sem dúvida, Agos era muito melhor chupando do que Nayi. Na violência eram parecidas, as duas até o fundo, batendo a piroca na garganta, mas Agos tinha um movimento de língua que era uma delícia. Fazia uns truques enquanto tinha ela dentro da boca que eram superiores.

L: Mmmmm, my love, que gostoso tu chupa.

Ag: Gack, gack, gack. Tá gostando?

Ou foi isso que entendi, porque ela nem tirou a boca pra falar.

L: Amo como tu chupa. Tu fica muito puta com minha piroca na tua boca.

Ela continuou o boquete por uns minutos. Eu tava chegando no orgasmo, mas nos chamaram.

An: Vocês dois, larguem o que tão fazendo e venham comer. Chegaram as empadas.

Ana gritou da sala. Eu xinguei todo mundo que passou pela minha cabeça. Agos sorriu e soltou minha piroca.

Ag: Vai ter que esperar pra soltar a porra, porquinho.

L: Vou encher tua buceta agora, por ter feito isso comigo.

Ag: Adoro quando tu enche minha buceta. Dá um jeito aí e vamos comer.

Dito isso, Agos saiu do quarto. Me vesti como pude e tentei esconder minha ereção, mas nessa hora já era missão impossível. Decidi que tava pouco me fodendo se vissem ela assim. O que Nayi ia dizer? E a Ana? Me excitava a ideia dela me ver. Sério mesmo.
Cheguei todo empinado pra sala, quando cheguei na mesa a Nayi tava me encarando, a Ana tava na pia passando as empadas da bandeja pro prato e o Agos tirando a cerveja do freezer.
N: E aí, cunhado, que rolou? Vai acampar?
Ag: Para de olhar o volume do meu namorado, sua atrevida kkkk
N: Fala pra ele não andar assim então, parece que vai atirar kkkk
As gostosas riam, a Nayi tinha maldade nos olhos, a irmã dela não sabia o que tava comendo de pica, a Agos me olhava com cara de quem ficou com vontade, me surpreendi que a Ana tinha virado pra entender do que falavam e tava vidrada no meu volume, eu olhei pra ela e ajeitei bem a cock, segurando o tronco, pra marcar todo o comprimento, eu sabia do volume que carregava e sabia que ia agradar, quando ela levantou o olhar e percebeu que eu tinha pegado ela no flagra, voltou rapidinho pro que tava fazendo.
Ag: Amor, não ajeita assim não, que essa punheteira vai gozar só de olhar
N: Como você tem que aproveitar isso
Ag: Você não faz ideia
L: Bom, não comecem a brigar, vamos comer
Comemos sem muitos contratempos, vendo na TV uma das novelas que passava na Telefe naquela época, canal 9 em Mendoza, conversa vai, conversa vem, decidiram que eu ia dormir lá. Depois da janta, terminamos a segunda cerveja e fomos pros quartos, eu ia dormir no quarto das minas, entrei e a Nayi tava pelada dando de mamar pro bebê, o pequeno se comportava bem, não chorava e só dormia, do pai nunca soube nada, nem perguntei.
Me joguei na cama e a Agos se jogou em cima de mim, ficamos de bobeira, um tempão nos pegando, beijo vai, beijo vem, apalpadas, sem ir muito longe, a Nayi tava a uns 2 metros e ainda não dormia. Ficamos assim até a Nayi “dormir”, aí minha gostosa ficou toda puta.
Ag: Quero que você me coma, bebe, tô com a pussy fervendo.
Ela sussurrou no meu ouvido.
L: Quer bem dentro? Com sua irmã do lado?
Ag: Não tô nem aí, quero transar com meu Me tirei o boxer como pude, enquanto ela fazia o mesmo com a calcinha fio dental, e meti pra dentro. A gente tava abraçado na cama, de ladinho e de frente. Ela levantou a perna e eu tava metendo.

Ag: aaaah sim, bebê, que gostoso, como eu sentia falta de ter você dentro de mim
L: que gostosa que você tá, Ag
Ag: sempre gostosa pra você, assim, sim, sim, sim.

A gente continuou transando assim por um tempinho. Ag tava toda excitada e queria mais. De repente, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar. As sentadas começaram a ecoar no quarto, ela não tava nem aí.

L: aaaah, você vai acordar a Nayi
Ag: que ela me perdoe, mas essa pica me deixa louca

Ela sussurrava, e eu também, mas os barulhos da foda eram intensos. Eu apertava a bunda dela com força. Depois desse dia, a pica tava que ia explodir, não ia aguentar muito. Num desses momentos, olhei pra cama da Nayi e ela tava nos olhando. Tinha acordado ou nunca tinha dormido. Os lençóis faziam um movimento suspeito. A putinha me deu uma piscada.

Ag: aaaaiiiii, sim

Ag gritou, sinal de que tava gozando. Isso não foi um sussurro, foi quase um grito. Minha gatinha tinha chegado ao orgasmo e parou de repente, aproveitando o gozo. Mas eu não tava a fim de parar, queria gozar. De tão excitado que tava, me virei e virei a Ag num movimento só, deixando ela debaixo de mim, e comecei a comer ela de missionário.

Ag: aaaah, bebê, espera, que eu tô muito sensível, ah, ah, ah
L: não dá pra esperar nada, já vou gozar e vou encher essa buceta

Ag: aaaaiiiii, vou gozar de novoooo

Eu metia forte, o barulho de entra e sai já era frenético. Ag tava com os olhos arregalados de tanta pica que eu tava dando. Minha pica entrava e saía toda dela. Minha mina não aguentava mais. Olhei de novo pra cama da Nayi e ela tava se masturbando pra valer. Tinha os peitos de fora e apertava um, enquanto a outra mão tava claramente na pussy dela. Ainda bem que Ag tava muito focada na foda, porque se ela virasse a cabeça, teria visto a irmã naquela situação. Num desses momentos... nayi me olha e, sem soltar a palavra, me diz com os lábios:
N: ENCHE
E foi isso que eu precisava para explodir, cravei a pica até o fundo na Agos e soltei tudo bem dentro da buceta dela.
Ag: aaaaaiiiih
Agos começou a tremer de novo, era inacreditável como as pernas e o corpo inteiro dela tremiam, ela tava gozando toda gostosa.
L: uffsiii que porra gostosa assim
Ag: mmmmmmm adorei como você me encheu de porra, arrebentou minha buceta com essa pica grande que você tem
L: você adora ser comida assim
Ag: e que me encha de porra assim também
Depois daquela foda violenta, eu caí exausto na cama e dormi na hora, Agos se aninhou comigo e também dormiu. No dia seguinte, acordamos cedo e eu saí no mesmo horário que a Agos e a Ana. Eu queria ter ficado e comido a nayi antes de ir, mas tinha que passar em casa antes de ir trabalhar.

6 comentários - Minha Família de Gostosas VI

Excelente... estoy esperando el momento con Ana... ya le dio a la hermana... que lindo .. las turras son lo mejor... van 10!
Excelente relato máquina sólo falto foto de las turras aunque sean unas parecidas