Lembro que a Eva ficou puta da vida comigo. Foi só um problema de comunicação e, sinceramente, acho que a atitude dela foi muito exagerada, ficou a tarde inteira uma arara.
A gente tava na casa de campo da minha mãe e num povoado perto tinha montado um circo, era um circo modesto que fazia apresentações às 6 e às 8 da noite. Era um circo, digamos, tradicional, com seus malabaristas, bichos selvagens, palhaços, o normal. E depois, conforme fiquei sabendo mais tarde, à meia-noite eles tinham uma programação mais tipo cabaré, pensada pra um público mais adulto. Esses circos pequenos tinham que se reinventar e buscar novos possíveis espectadores, já que as crianças cada vez mais abandonavam o circo, mas, por outro lado, nos povoados perto de Barcelona tinha muito solteiro, porque nos povoados tinha pouca mulher. Parece que foi por isso que eles tiveram a ideia de meter uma apresentação no que chamavam de hora safada. Eram os mesmos artistas do circo com roupas mais insinuantes e um par de malabaristas que deviam mostrar os peitos enquanto faziam o show.

Um show um pouco picante, mas só isso. A verdade é que pra uma pessoa experiente como eu, aquele show vulgar não tinha nada de interessante, embora com certeza os caipiras ficassem malucos vendo um mamilo ou um pedaço de bunda de alguma malabarista. Pobres matutos que enlouqueciam só de ver uma teta, enfim.
Eva tava puta da vida porque eu pedi pra ela se arrumar toda gostosa, já que a gente ia pra um lugar super especial. Minha intenção era levar ela no circo, na sessão das oito, e levar meus sobrinhos junto. Parecia uma oportunidade única pra minha mina exercer o papel de tia postiça, mas infelizmente, anos depois, descobri que de "postiça" ela não tinha nada.
Eva apareceu com um vestido amarelo bem chamativo. Um modelo tomara-que-caia, mas com uma abertura em forma de lágrima entre os peitos, além de que o vestido era bem justo e marcava os bicos dos peitos e até, se você olhasse com cuidado, as auréolas. Por essa abertura dava pra ver uma parte bem pequena dos peitos dela, tipo um terço, e ficava claro que Eva não tava usando sutiã. O vestido também era bem curto, já que grande parte das pernas lindonas dela ficava à mostra. Ela tava incrível com um vestido tão justo que marcava perfeitamente o corpo maravilhoso dela. O que eu sei que ela tava usando, porque marcava na área da bunda, era calcinha. Era tão justo e colado na pele que dava pra ver perfeitamente o elástico da calcinha na região do rabo. A verdade é que minha namorada tem uma bundona, mas quando usa algo justo, fica ainda mais evidente. O vestido era uma peça única, sem mangas e terminava tipo uns três centímetros abaixo da bunda dela, mas como era tão justo, não se mexia. Além disso, essa cor tão intensa fazia com que você não conseguisse tirar os olhos de algo tão chamativo e tão na moda. Assim que saímos da propriedade, pude confirmar isso, porque esbarramos em dois jardineiros e eles não tiraram os olhos dela. Esses jardineiros deviam entender de moda.

Parece que quando eu disse pra ela se arrumar porque a gente ia pra um lugar cheio de música e alegria, ela pensou que a gente ia pra alguma balada na orla. Então, quando ela me viu aparecer de polo, jeans e acompanhado pelos meus sobrinhos, o puta que pariu foi monumental. Na real, eu não falei pra ela se arrumar; o que eu disse é que ela ia estar sempre gostosa, mas ela não entendeu. Eu botava a culpa nela por não ter me entendido, e ela em mim por não ter me explicado direito. No fim, os dois estavam meio pistola.
Só foi pro circo porque tava com meus sobrinhos, senão não teria ido, isso ela deixou bem claro no carro e na frente dos meus sobrinhos. Eles viram ela tão puta que, enquanto a gente comprava os ingressos, meus sobrinhos — tanto o adolescente quanto o pequeno — não paravam de abraçar a tia postiça tentando consolar ela. Confesso que passei uma certa vergonha porque percebi que meus sobrinhos são muito exagerados nas demonstrações de carinho, e os dois abraçavam ela tão forte, bem colados nela, apoiados no peito dela enquanto falavam palavras de consolo. A maioria dos pais das outras crianças não parava de olhar pra gente, diante de uma demonstração de consolo tão desproporcional dos meus sobrinhos.
A verdade é que fiquei meio orgulhoso do meu sobrinho adolescente, que não largava a tia pra consolar ela, e olha que a mãe dele dizia que o filho era um sem graça e que nem um beijo ela ganhava dele, pois não, meu sobrinho era super empático e, diante do sofrimento da Eva, não parava de abraçar e beijar ela.
Tava a gente na fila pros ingressos naquele circo deprimente. Falo deprimente porque tudo parecia bem velho, e como era bem pequeno, o cheiro de merda de cavalo era fortíssimo. Dava pra ver que o circo já teve dias melhores, mas meus sobrinhos se divertiram pra caramba andando pela área das jaulas dos bichos, onde tinha três leões entediados, um tigre, três pôneis e quatro cavalos.
Quando finalmente consegui que meus sobrinhos soltassem ela, continuavam olhando pra gente. Eva chamava atenção naquele vestido justinho e curtinho, com aquela abertura que deixava os peitos dela parcialmente à mostra. Ela se destacava ainda mais porque o resto do público era bem família, pais e mães com roupas casuais. A real é que Eva sempre se destaca, mas naquelas circunstâncias, sem dúvida o vestido era meio inapropriado. Essa situação fez com que Eva ficasse muito mais puta comigo, talvez porque, acima de tudo, todos os homens estavam olhando pra ela, e eu até vi uma mulher dar um tapa no marido porque ele tava besta olhando pra minha mina. Como eu disse, com o olhar de tantos homens, nem percebi que tinha um que especialmente não tirava os olhos dela e olhava com safadeza. Era um funcionário do circo, o mágico...
O mágico já tinha ficado impressionado ao ver a Eva na plateia; durante a apresentação, passava mais tempo olhando pra ela pra ver se abria as pernas e dava pra ver a calcinha dela do que prestando atenção no próprio trabalho.

A verdade é que ele era um péssimo mágico, chamava mais atenção pela magreza extrema, o corpo alongado e raquítico. Era tão exageradamente magro que causava repulsa. Aquele rosto encovado, sem carne, que quase parecia uma caveira com aquela calvície total... parecia ter saído de um campo de extermínio. Sério, a aparência dele causava repulsa geral, e até várias pessoas sentadas perto da gente comentaram. Por sorte, a atuação chata do mágico foi curta e o show continuou.
Eva foi ao banheiro do circo durante a apresentação das malabaristas, isso foi a alegria da fila, bem, alegria dos homens e a raiva das mulheres deles. Como o corredor era estreito, os homens educados se levantavam das cadeiras para deixar Eva passar, momento que aproveitavam, sem muito disfarce, para fingir que estavam ajudando ela a passar, tocando na bunda dela e até um par deles roçando na xereca dela. A atitude desses machistas, claro, me deixou puto. Da minha parte, é claro, lancei um olhar de reprovação para todos os homens da fila que tinham se aproveitado da minha mina. Mais de um levou um beliscão das suas mulheres, verdade que curti ver como deram aquele beliscão num cara que tinha esfregado o pau no corpo da minha namorada. Que se foda.
Eva não conseguiu voltar do banheiro, se perdeu pelo circo, mas por sorte encontrou sete anões que estavam ensaiando uma espécie de dança. Minha pobre namorada estava chorando quando se deparou com os anões, que logo se aproximaram para consolá-la. Ela contou como estava puta da vida comigo, como tinha escolhido aquele vestido tão curto e inadequado pra vir ao circo porque achava que a gente ia jantar fora. Também contou que, quando saiu pra procurar o banheiro, todos os homens da fila aproveitaram pra passar a mão nela. Os sete anões estavam ao redor da minha namorada, ouvindo e tentando consolá-la. Um dos anões disse.
- É normal você ficar tão triste se esses porcos te meteram a mão.
- Claro que sim - disse outro dos anões - é uma pena que num lugar de alegria venha esse tipo de gente como público e se aproveite e te passe a mão.
Eva sorria para os anões pelas suas demonstrações de ânimo e apoio, então, parando de chorar, disse a eles.
- Muito obrigada, vocês são muito gentis - tratava eles por "senhor" e "senhora" porque eram pessoas bem mais velhas, ninguém tinha menos de 50 anos - mas a culpa não é desses senhores, a culpa é do meu namorado por me trazer aqui com este vestido. É muito curto e justo, é um vestido de festa pra ficar numa balada e não num circo.
Eva, longe de ficar puta com aqueles sem-vergonha que passaram a mão nela, ficou muito mais irritada comigo por ter obrigado ela a ir com aquele vestido tão curto e gostoso. Como são as mulheres, uns estranhos passam a mão na buceta dela e ainda assim ela briga com o namorado.
- A verdade é que o vestido é bem curto e com essa abertura onde as tet..., onde o peito é muito erótico, mas...
— Mas nada —interrompeu Eva—, esse vestido é um convite pra te olharem e provocar eles. Eu tinha vestido ele pro meu namorado, pra ir pras baladas e fazer todos os caras terem inveja dele.

E com esse vestido, o que meu namorado faz é me levar pra sessão em família do circo, então não me surpreende que esses pobres homens, me vendo tão inapropriada assim, tenham querido me envergonhar por causa do vestido. Tá clarinho que com esses roçados e beliscões, o que tão querendo me dizer é que eu não devia estar vestida assim num circo.
Os anões estavam alucinando, a mina tava justificando e normalizando que passassem a mão nela. Não só livrava os tarados da culpa, como ainda jogava toda a responsabilidade no namorado dela. Isso deu mais coragem pra eles consolarem ela ainda mais, abraçarem e darem uns carinhos de apoio. Os abraços em grupo eram de boa, mas como a Eva é alta e tava usando uns sapatos de festa com salto de 8 cm, quando os anões abraçavam ela, rodeavam as pernas dela com os bracinhos curtos e encostavam o rosto na altura da bunda e da buceta da Eva. Os anões confirmaram com satisfação que, mesmo estando se aproveitando da minha mina, ela parecia não ligar e só agradecia por tanta gentileza.
Se sentia como a Branca de Neve e os 7 anões!


A verdade é que você tem razão, seu namorado é um baita babaca, olha só te fazer vir com esse vestido.
- É verdade, é um vestido bem de festa. Sabia que hoje à noite temos uma apresentação muito especial à meia-noite?
—Meia-noite? A essa hora não vem criança nenhuma, não — disse Eva, surpresa.
- Exatamente essa é a ideia - disse um dos anões.
- Esta noite você tem uma grande festa aqui no circo e acho que está vestida adequadamente pra isso.
- Você devia dar um gelo no seu namorado e ficar aqui pra curtir o show.
- Sim, senhorita Eva, por favor, fique com a gente esta noite, vai ser um show fantástico. Você pode nos ajudar.
— Mas a gente veio com meus sobrinhos, eu e meu namorado não vamos poder ficar até tão tarde — disse Eva.
- Então que o namorado dela vá com os sobrinhos, você se vestiu pra festa e a gente vai te ajudar a se divertir. Que o namorado dela saiba que ela pode se divertir sem ele.
- Já se apresentou em algum espetáculo de circo?
Eva não sabia, mas naquela noite ela ia se tornar a protagonista da sessão de putaria.
O espetáculo já tinha acabado e a Eva não tinha voltado pro lugar dela. Juro que tava muito preocupado com ela e não parava de procurar ela desesperadamente entre o povo que tava saindo da lona do circo… até que finalmente vi ela. Cheguei perto e percebi que ela ainda tava puta da vida. Ela cuspiu que ia sair pra farrear e que eu voltasse com meus sobrinhos pra casa da minha mãe. Eu também tava super pistola, então mandei um:
- Pois fica, que eu vou com nossos sobrinhos, quero ver quem vai te levar até a casa da minha mãe.
Meu sobrinho, aquele adolescente, queria ficar com a tia dele. Claro que não deixei.
Saí convencido de que minha namorada ia ficar entediada naquele cabaré vagabundo e que teria dificuldade pra encontrar alguém que levasse ela até La Masía, já que o lugar fica a vários quilômetros por estradas secundárias. Como conhecia a orgulhosa da Eva, ela com certeza ia acabar indo a pé, e isso era mais de doze quilômetros, ia demorar horas e horas pra chegar com aqueles saltos altos. Tava me sentindo satisfeito, ela tava puta e eu também, mas a raiva dela ia terminar com mais de doze quilômetros andando por estradas escuras. Com certeza na manhã seguinte ela ia me procurar pedindo desculpas e reconhecendo que tinha errado.
Com essa ideia fui dormir. O que eu não sabia é que a Eva tinha começado a ensaiar um número com os anões. Já que essa noite ia ser a estreia dela no mundo do circo.
Os anões disseram pra Eva que iam preparar um número erótico pra noite e que ficaria muito melhor com ela, que poderiam ser "Branca de Neve e os sete fodedorzinhos".
Desculpa, disse Eva, mas é impossível eu participar de um show erótico. Tenho namorado, mesmo sendo um babaca, e, por mais que vocês não acreditem, já tenho um problema na faculdade porque tem gente que acha que sou muito fácil. Imaginem se alguém da faculdade descobre isso.
Tendo em mente que enquanto consolavam a Eva os sete não paravam de passar a mão nela, os "fodas" já dava pra imaginar porque ela tinha fama de putinha.
- Fica tranquila que a parte erótica a gente coloca, é só que assim tem mais apelo comercial incluindo a Branca de Neve.
- Claro que sim - disse o anão que, pela cara enrugada, devia ser o mais velho - fica tranquila que você só precisa dar uma brincada com a gente.
- A parte erótica a gente coloca, olha só, a gente dança com essas tangas de lantejoulas super eróticas.
Quem tinha dito isso baixou as calças até os tornozelos, mostrando que estava usando uma tanga de lantejoulas. Os outros seis anões imitaram ele, baixando as calças também. Eva achou graça — aqueles corpos não eram exatamente eróticos.
Um deles devia ser bem esquecido, porque não tava de tanga nem cueca, e o pau do anão ficou à mostra pra Eva. Cês sabem que Eva é nudista, mas ela me confessou que olhou com atenção pro pau do anão, já que nunca tinha visto nenhum. Ela se surpreendeu que ele tivesse um tamanho bom e não fosse igual à piroca de um moleque de seis anos. Eva se sentiu muito mal por esse pensamento, mas gostou que o anão agisse normal estando pelado na frente dela — provavelmente também era nudista.
Ela não disse que era. Nos últimos quatro anos, toda vez que falava que era nudista na frente de estranhos, acabavam comendo ela. Preferiu não comentar nada, exceto...
- Mas eu não tiro o vestido de jeito nenhum, porque além disso eu não tô usando fio dental.
—Eu também — disse o anão que estava pelado e, claro, todos riram.
A Eva ficou ensaiando com os anões antes do jantar, e olha, esses caras são uns filhos da puta mesmo, porque na desculpa de que estavam fazendo passos de dança e tentando levantá-la, não faziam outra coisa senão passar a mão nela e levantar o vestido dela.
A obra tinha sua parte erótica. Um dos acrobatas, um jovem muito atlético e musculoso de origem russa, também entrava momentaneamente no número. Ele fazia o papel de bruxa que se transformava em príncipe encantado e dava pra Branca de Neve o pinto envenenado... Branca de Neve chupava tudo do príncipe gostoso e caía no sono, sem que os anões conseguissem acordá-la.
Já sei o que vocês tão pensando, que a minha namorada ingênua tava chupando o atleta russo, mas não, primeiro porque minha mina não é tão burra assim e segundo porque isso era um show erótico, não pornográfico. O príncipe tava de costas pro público, a Eva ajoelhava e segurava as duas nádegas dele, fazendo de conta que tava chupando o pau dele, mas o cara tava de fio dental e minha namorada não tava mamando o cock dele.
Se minha namorada achava que a cena em que ela acordava era aquele príncipe lindo dando um beijo nela, tava muito enganada.
Enquanto ela fingia que tava dormindo porque tava enfeitiçada, os anões tentavam acordar ela, mexendo nela, pegando nas tetas dela, fazendo de conta que tavam beliscando enquanto choravam dizendo que ela não acordava. Os porcos do caralho ficavam apalpando ela e passando a mão em tudo quanto é lugar. Era tão óbvio e escandaloso que a Eva chegou a reclamar, mesmo não querendo incomodar os pobres anões que tinham sido tão legais com ela até agora.
Talvez não seja necessário vocês me tocarem por baixo do vestido, pra mostrar que querem me acordar – disse minha namorada, tímida.
- Eva, claro que precisa, não esquece que isso é um espetáculo picante e, se não for, não tem graça nenhuma. Mas claro, se te dá nojo e repulsa que umas mãozinhas pequenas te toquem, então fala.
- Pois é, infelizmente não é a primeira pessoa que não quer ficar perto da gente só porque somos anões.
Eva ficou horrorizada com o quanto os sete tinham sido legais, e ela, sem querer, tinha ofendido eles.
- Não, não. E me desculpem, é que não tô acostumada a atuar. Sinto muito mesmo se ofendi vocês, juro que sinto, acreditem em mim quando digo que às vezes tenho a sensação de que o povo se aproveita de mim.
- Cê acha que a gente tá tirando vantagem de você?
Os anões se fizeram de super ofendidos e, claro, Eva não parava de se sentir mal porque a intenção dela, juro, não era ofender eles. Continuaram na encenação.
— Não acorda, Branca de Neve tá morta.
- Ah, que destino terrível pra essa moça tão gostosa.
- Com certeza um beijo acorda ela.
Sim, gritaram em coro os seis anõezinhos restantes.
Um a um, foram se aproximando do rosto de Eva e dando uns beijos de língua nela. Os sete anões enfiavam a língua na boca da minha namorada, que ficou muito surpresa, já que ela esperava que o príncipe encantado gostoso a beijasse.
- Eva, isso tem que ficar mais realista, você também tem que colocar a língua pra fora e entrelaçar com as nossas.
Claro que Eva fez exatamente isso, ela não queria que eles se sentissem ofendidos, já tinha pisado na bola antes. Um por um, ela foi se pegando com os sete anões, e como eles eram muito exigentes, tiveram que repetir essa cena. Disseram que ela tinha que continuar fingindo que estava dormindo e que os beijos não tinham sido eficazes.
Eva imaginava que então viria o príncipe encantado e daria um baita amasso nela pra acordá-la, mas pra seu horror, naquele momento ela ouviu.
- Esses beijos não servem, com certeza tem que ser um beijo grego.
Eva, que ainda estava com a boca cheia de babas, sentiu que um dos anões tinha colocado a bunda na cara dela. O anão mexia a bunda e a rachadura deslizava pelo nariz e pela boca de Eva. O beijo negro era ela quem estava dando! O anão ofereceu a ela a bunda branca dele, com pouco pelo espalhado pelas nádegas, mas bastante perto do cu, um cu enrugado e cheio de pelinhos. Ela via perfeitamente e, mais abaixo, os ovos, uns ovos grandes que tinham escapado da tanga e balançavam devagar. Sentiu uma certa repulsa: tinha na frente do rosto uns glúteos cheios de dezenas de cravos pretos e vermelhos. A bunda se aproximou do nariz de Eva, e o cheiro fedido que soltava a sufocava. Ela estava esfregando o rosto naquela bunda nojenta e fedida.
Eva se fodeu quando esfregaram sete cús na cara dela, um atrás do outro, mesmo ela tendo certeza de que essa ia ser a parte mais divertida do show, já que ninguém esperaria por isso.

Bom, e assim vai terminar o show. Depois do jantar, a gente faz mais um ensaio geral.
O problema da Eva é que ela é gostosa e sensual demais, e isso, junto com a ingenuidade dela, acaba metendo ela em enrascadas, como nesse caso. O mago tinha visto a Eva ensaiando com os anões, e eles não paravam de passar a mão nela toda sem ela reclamar. O mago achava que a Eva era uma putinha e não tava afim de deixar só os anões se aproveitarem.
Queridos leitores, nós sabemos que a Eva é realmente ingênua e que está longe de ser uma garota fácil.
Às 10 da noite, o pessoal do circo se preparou pra jantar, e Eva, claro, participou também. O jantar foi meio tenso porque o dono do circo não parava de esculhambar o pobre do mágico, dizendo que ele tinha que melhorar o show e que, se não melhorasse, ia ficar na bosta da rua.
Eva se sentiu intimidada pelo dono do circo, com ela não era a briga, claro, mas o proprietário a amedrontava. Era um cigano romeno, com pouco mais de um metro e sessenta. Era meio gordinho, mas o que mais marcava era aquela pele escura completamente coberta de pelo corporal. Ele estava sem camiseta e parecia que usava um casaco, não era de se admirar que com aquele calor e aquela pelagem toda ele suasse pra caralho e não parasse de beber cerveja. Enquanto gritava, numa mão segurava o caneco de cerveja e com a outra coçava a barriga peluda.
O mágico pediu uma nova chance ao dono do circo, e ele disse que se naquela noite não fizesse algo espetacular que realmente agradasse, no dia seguinte estaria na rua, despedido.
A treta terminou com um arroto estrondejante do cigano romeno. A Eva nunca tinha ouvido algo assim e, ainda por cima, no meio de um jantar com quase 30 pessoas. Ninguém nem ligou, então deviam estar acostumados, no mínimo, com os arrotos e gritos do diretor do circo.
Quando a ceia terminou, o mágico se aproximou e implorou pra Eva ajudar ele a preparar um truque de mágica.
- Por favor, senhorita, a senhora já viu durante o jantar que meu chefe vai me mandar embora
- É que eu não posso ensaiar com você, falta menos de uma hora pro cabaré e eu tenho que ensaiar com seus colegas.
— Mas com os anões você já ensaiou, eu vi que o número fica foda.
- Não posso, me comprometi com eles porque tem partes do show que não estão saindo. Eu queria muito te ajudar, mas é que não consigo parar de ensaiar.
Com certeza Eva teria preferido ficar com o mago, já que as cenas que iam revisar eram as do beijo de língua e do beijo negro. Apesar de ter lavado o rosto, ainda tinha a sensação de que ela cheirava, e é que o cheiro de cu vinha com ela.
— Você realmente quer me ajudar? — Disse o mago com uma voz cheia de esperança.
- Sim, tudo o que eu puder fazer sem comprometer minha palavra com seus colegas, farei sem hesitar.
- Então me dá sua calcinha.
Eva ficou chocadíssima, com certeza ela tinha ouvido errado, era impossível que esse cara que ela acabou de conhecer estivesse pedindo a calcinha dela.
- Desculpa, devo ter ouvido errado.
- Você não ouviu errado, me deixa sua calcinha, mas isso tem uma explicação.
- Bom, vou adorar ouvir por que você precisa da minha calcinha.
- Não precisa ensaiar, mas hoje você pode me ajudar. Como eu me apresento antes dos anões, só preciso que você fique na plateia como uma cliente qualquer e, quando eu pedir uma voluntária, você se levanta. Do resto, eu cuido.
- Tá bom, vamos supor que eu aceite, mas isso não explica pra que você precisa da minha calcinha.
- Vou fazer um truque picante que vai consistir em pegar e rasgar sua calcinha, mas depois você aparece com a calcinha, só que não rasgada. Pra isso, preciso que você me deixe sua calcinha pra eu conseguir uma igual. São duas calcinhas que são necessárias pro truque.
- Ahhh, claro. É tipo quando você pede o relógio pra alguém, quebra ele e depois devolve inteiro.
- Mesmo, mas como é num cabaré, fica mais picante fazer de calcinha. E ainda é mais barato do que quebrar um relógio.
Fisicamente, a magreza extrema do mago o repelia, mas aquele nojento cigano romeno não podia tratar seus funcionários daquele jeito. Decidiu ajudá-lo. Não podia ser pior do que passar o nariz e a boca por sete anos.
- Então pega elas e me devolve antes do cabaré começar. Não sei se vai dar certo sem ensaiar e sem eu conhecer o truque.
- Claro que vou te devolver antes, mas o importante é que você entre no circo como mais uma cliente. Só precisa saber que quando eu pedir uma voluntária, você levanta a mão, eu te escolho e você se deixa levar por mim.
Eva enfiou as mãos por baixo do vestido e puxou a calcinha pra baixo. Como tava de salto alto, a calcinha enganchou e foi um pouco complicado tirar, dando tempo pro mágico admirar o coelhinho loiro gostoso da minha mina.
O mago ajudou gentilmente a tirar a calcinha da minha namorada, se agachando na frente da bucetinha dela que, nessa posição, ficava bem à mostra porque o vestido era bem curto. Além disso, ele aproveitou pra dar estabilidade pra minha mina segurando a bunda direita dela com a mão esquerda. Depois de ver ela com os anões que não paravam de passar a mão, eu tinha certeza que a Eva não ia reclamar.
Imediatamente o mago se aproximou pra falar com o chefe dele, que se não tivesse visto a calcinha, não teria acreditado.
Eva foi pra área onde tinha combinado de ensaiar com os anões. Além dos anões e do russo gostoso, tinha uns dez caras do circo que chegaram pra ver o ensaio. Eva começou o ensaio deitando numa mesa e fingindo que tava dormindo. A encenação era bem tosca, ela de Branca de Neve, mas com o vestido amarelo dela, e sete anões com um russo bonitão de tanga de lantejoula.
Para a Eva era um detalhe menor não estar de calcinha, mas não para os dez espectadores que se ajoelharam aos pés dela, podendo apreciar a bucetinha loira da minha namorada, enquanto ela estava deitada com as pernas levemente abertas.

Minha namorada percebeu que não estava de calcinha quando sentiu quatro mãos cheias de dedinhos sobre a buceta dela, enquanto os anões ensaiavam que estavam tentando acordá-la.
Eva se levantou como se tivesse uma mola ao sentir vários dedos que tinham se enfiado na buceta dela.
- Porra, Eva, tu vai sem calcinha – disse um dos anões
- Não fode, disse outro dos anões - deixa eu ver. Caralho, é verdade.
Claro, todos os anões se aproximaram da entreperna da minha namorada. O filho da puta de um dos anões tinha levantado totalmente a parte da saia do vestido que ela agora usava como se fosse um cinto. Lá estava minha pobre namorada, cercada por 18 caras que não paravam de admirar a buceta dela e agora, além disso, a raba dela.
— Eva, sem dúvida o número melhora muito se você não estiver de calcinha. Que ideia genial você teve.
- Não, não, na apresentação vou usar calcinha. O problema é que agora não tenho porque dei pro mágico.
Todos ficaram quietos enquanto Eva explicava. Estavam parados feito estátuas, não sei bem se por estarem conversando com minha mina com a buceta toda de fora ou pela desculpa esfarrapada que ela deu pra justificar por que não tava de calcinha. Pra deixar o momento ainda mais estranho com as tangas dos sete anões e do gato russo, os bicos das picas duras apareciam, e pelos volumes nas calças parece que os dez sortudos espectadores também estavam com uma bela ereção. Cê sabe como é, rola perto da Eva, rola que mais cedo ou mais tarde fica dura.

Eva abaixou o vestido depois que o mágico terminou a explicação e voltaram pro ensaio.
Durante o ensaio, os anões se esbaldaram, enfiando vários dedos na buceta da minha namorada. Então, quando ela foi até o mágico pegar a calcinha de volta, tava com um ardor danado naquela xotinha loira delicada. O próprio mágico, enquanto minha mina vestia a calcinha, comentou que o cuzinho dela parecia mais inchado e vermelho do que antes. Claro, a Eva disfarçou — não queria que o mágico achasse que ela tava criticando os anões se contasse o motivo.
Pois não sei, eu vejo ele do mesmo jeito de sempre. Não vejo nada diferente, pra ser sincero.
O mago tava alucinando, ali estava ele conversando com aquela gostosa da buceta dela, enquanto olhava ela vestindo a calcinha e a mina nem se importava em se esconder pra colocar. Tinha certeza que dessa putinha ele ia se aproveitar.
A noite prometia… mas essa parte da história eu conto pra vocês daqui a pouco.
Continua...
A gente tava na casa de campo da minha mãe e num povoado perto tinha montado um circo, era um circo modesto que fazia apresentações às 6 e às 8 da noite. Era um circo, digamos, tradicional, com seus malabaristas, bichos selvagens, palhaços, o normal. E depois, conforme fiquei sabendo mais tarde, à meia-noite eles tinham uma programação mais tipo cabaré, pensada pra um público mais adulto. Esses circos pequenos tinham que se reinventar e buscar novos possíveis espectadores, já que as crianças cada vez mais abandonavam o circo, mas, por outro lado, nos povoados perto de Barcelona tinha muito solteiro, porque nos povoados tinha pouca mulher. Parece que foi por isso que eles tiveram a ideia de meter uma apresentação no que chamavam de hora safada. Eram os mesmos artistas do circo com roupas mais insinuantes e um par de malabaristas que deviam mostrar os peitos enquanto faziam o show.

Um show um pouco picante, mas só isso. A verdade é que pra uma pessoa experiente como eu, aquele show vulgar não tinha nada de interessante, embora com certeza os caipiras ficassem malucos vendo um mamilo ou um pedaço de bunda de alguma malabarista. Pobres matutos que enlouqueciam só de ver uma teta, enfim.
Eva tava puta da vida porque eu pedi pra ela se arrumar toda gostosa, já que a gente ia pra um lugar super especial. Minha intenção era levar ela no circo, na sessão das oito, e levar meus sobrinhos junto. Parecia uma oportunidade única pra minha mina exercer o papel de tia postiça, mas infelizmente, anos depois, descobri que de "postiça" ela não tinha nada.
Eva apareceu com um vestido amarelo bem chamativo. Um modelo tomara-que-caia, mas com uma abertura em forma de lágrima entre os peitos, além de que o vestido era bem justo e marcava os bicos dos peitos e até, se você olhasse com cuidado, as auréolas. Por essa abertura dava pra ver uma parte bem pequena dos peitos dela, tipo um terço, e ficava claro que Eva não tava usando sutiã. O vestido também era bem curto, já que grande parte das pernas lindonas dela ficava à mostra. Ela tava incrível com um vestido tão justo que marcava perfeitamente o corpo maravilhoso dela. O que eu sei que ela tava usando, porque marcava na área da bunda, era calcinha. Era tão justo e colado na pele que dava pra ver perfeitamente o elástico da calcinha na região do rabo. A verdade é que minha namorada tem uma bundona, mas quando usa algo justo, fica ainda mais evidente. O vestido era uma peça única, sem mangas e terminava tipo uns três centímetros abaixo da bunda dela, mas como era tão justo, não se mexia. Além disso, essa cor tão intensa fazia com que você não conseguisse tirar os olhos de algo tão chamativo e tão na moda. Assim que saímos da propriedade, pude confirmar isso, porque esbarramos em dois jardineiros e eles não tiraram os olhos dela. Esses jardineiros deviam entender de moda.

Parece que quando eu disse pra ela se arrumar porque a gente ia pra um lugar cheio de música e alegria, ela pensou que a gente ia pra alguma balada na orla. Então, quando ela me viu aparecer de polo, jeans e acompanhado pelos meus sobrinhos, o puta que pariu foi monumental. Na real, eu não falei pra ela se arrumar; o que eu disse é que ela ia estar sempre gostosa, mas ela não entendeu. Eu botava a culpa nela por não ter me entendido, e ela em mim por não ter me explicado direito. No fim, os dois estavam meio pistola.
Só foi pro circo porque tava com meus sobrinhos, senão não teria ido, isso ela deixou bem claro no carro e na frente dos meus sobrinhos. Eles viram ela tão puta que, enquanto a gente comprava os ingressos, meus sobrinhos — tanto o adolescente quanto o pequeno — não paravam de abraçar a tia postiça tentando consolar ela. Confesso que passei uma certa vergonha porque percebi que meus sobrinhos são muito exagerados nas demonstrações de carinho, e os dois abraçavam ela tão forte, bem colados nela, apoiados no peito dela enquanto falavam palavras de consolo. A maioria dos pais das outras crianças não parava de olhar pra gente, diante de uma demonstração de consolo tão desproporcional dos meus sobrinhos.
A verdade é que fiquei meio orgulhoso do meu sobrinho adolescente, que não largava a tia pra consolar ela, e olha que a mãe dele dizia que o filho era um sem graça e que nem um beijo ela ganhava dele, pois não, meu sobrinho era super empático e, diante do sofrimento da Eva, não parava de abraçar e beijar ela.
Tava a gente na fila pros ingressos naquele circo deprimente. Falo deprimente porque tudo parecia bem velho, e como era bem pequeno, o cheiro de merda de cavalo era fortíssimo. Dava pra ver que o circo já teve dias melhores, mas meus sobrinhos se divertiram pra caramba andando pela área das jaulas dos bichos, onde tinha três leões entediados, um tigre, três pôneis e quatro cavalos.
Quando finalmente consegui que meus sobrinhos soltassem ela, continuavam olhando pra gente. Eva chamava atenção naquele vestido justinho e curtinho, com aquela abertura que deixava os peitos dela parcialmente à mostra. Ela se destacava ainda mais porque o resto do público era bem família, pais e mães com roupas casuais. A real é que Eva sempre se destaca, mas naquelas circunstâncias, sem dúvida o vestido era meio inapropriado. Essa situação fez com que Eva ficasse muito mais puta comigo, talvez porque, acima de tudo, todos os homens estavam olhando pra ela, e eu até vi uma mulher dar um tapa no marido porque ele tava besta olhando pra minha mina. Como eu disse, com o olhar de tantos homens, nem percebi que tinha um que especialmente não tirava os olhos dela e olhava com safadeza. Era um funcionário do circo, o mágico...
O mágico já tinha ficado impressionado ao ver a Eva na plateia; durante a apresentação, passava mais tempo olhando pra ela pra ver se abria as pernas e dava pra ver a calcinha dela do que prestando atenção no próprio trabalho.

A verdade é que ele era um péssimo mágico, chamava mais atenção pela magreza extrema, o corpo alongado e raquítico. Era tão exageradamente magro que causava repulsa. Aquele rosto encovado, sem carne, que quase parecia uma caveira com aquela calvície total... parecia ter saído de um campo de extermínio. Sério, a aparência dele causava repulsa geral, e até várias pessoas sentadas perto da gente comentaram. Por sorte, a atuação chata do mágico foi curta e o show continuou.
Eva foi ao banheiro do circo durante a apresentação das malabaristas, isso foi a alegria da fila, bem, alegria dos homens e a raiva das mulheres deles. Como o corredor era estreito, os homens educados se levantavam das cadeiras para deixar Eva passar, momento que aproveitavam, sem muito disfarce, para fingir que estavam ajudando ela a passar, tocando na bunda dela e até um par deles roçando na xereca dela. A atitude desses machistas, claro, me deixou puto. Da minha parte, é claro, lancei um olhar de reprovação para todos os homens da fila que tinham se aproveitado da minha mina. Mais de um levou um beliscão das suas mulheres, verdade que curti ver como deram aquele beliscão num cara que tinha esfregado o pau no corpo da minha namorada. Que se foda.
Eva não conseguiu voltar do banheiro, se perdeu pelo circo, mas por sorte encontrou sete anões que estavam ensaiando uma espécie de dança. Minha pobre namorada estava chorando quando se deparou com os anões, que logo se aproximaram para consolá-la. Ela contou como estava puta da vida comigo, como tinha escolhido aquele vestido tão curto e inadequado pra vir ao circo porque achava que a gente ia jantar fora. Também contou que, quando saiu pra procurar o banheiro, todos os homens da fila aproveitaram pra passar a mão nela. Os sete anões estavam ao redor da minha namorada, ouvindo e tentando consolá-la. Um dos anões disse.
- É normal você ficar tão triste se esses porcos te meteram a mão.
- Claro que sim - disse outro dos anões - é uma pena que num lugar de alegria venha esse tipo de gente como público e se aproveite e te passe a mão.
Eva sorria para os anões pelas suas demonstrações de ânimo e apoio, então, parando de chorar, disse a eles.
- Muito obrigada, vocês são muito gentis - tratava eles por "senhor" e "senhora" porque eram pessoas bem mais velhas, ninguém tinha menos de 50 anos - mas a culpa não é desses senhores, a culpa é do meu namorado por me trazer aqui com este vestido. É muito curto e justo, é um vestido de festa pra ficar numa balada e não num circo.
Eva, longe de ficar puta com aqueles sem-vergonha que passaram a mão nela, ficou muito mais irritada comigo por ter obrigado ela a ir com aquele vestido tão curto e gostoso. Como são as mulheres, uns estranhos passam a mão na buceta dela e ainda assim ela briga com o namorado.
- A verdade é que o vestido é bem curto e com essa abertura onde as tet..., onde o peito é muito erótico, mas...
— Mas nada —interrompeu Eva—, esse vestido é um convite pra te olharem e provocar eles. Eu tinha vestido ele pro meu namorado, pra ir pras baladas e fazer todos os caras terem inveja dele.

E com esse vestido, o que meu namorado faz é me levar pra sessão em família do circo, então não me surpreende que esses pobres homens, me vendo tão inapropriada assim, tenham querido me envergonhar por causa do vestido. Tá clarinho que com esses roçados e beliscões, o que tão querendo me dizer é que eu não devia estar vestida assim num circo.
Os anões estavam alucinando, a mina tava justificando e normalizando que passassem a mão nela. Não só livrava os tarados da culpa, como ainda jogava toda a responsabilidade no namorado dela. Isso deu mais coragem pra eles consolarem ela ainda mais, abraçarem e darem uns carinhos de apoio. Os abraços em grupo eram de boa, mas como a Eva é alta e tava usando uns sapatos de festa com salto de 8 cm, quando os anões abraçavam ela, rodeavam as pernas dela com os bracinhos curtos e encostavam o rosto na altura da bunda e da buceta da Eva. Os anões confirmaram com satisfação que, mesmo estando se aproveitando da minha mina, ela parecia não ligar e só agradecia por tanta gentileza.
Se sentia como a Branca de Neve e os 7 anões!


A verdade é que você tem razão, seu namorado é um baita babaca, olha só te fazer vir com esse vestido.
- É verdade, é um vestido bem de festa. Sabia que hoje à noite temos uma apresentação muito especial à meia-noite?
—Meia-noite? A essa hora não vem criança nenhuma, não — disse Eva, surpresa.
- Exatamente essa é a ideia - disse um dos anões.
- Esta noite você tem uma grande festa aqui no circo e acho que está vestida adequadamente pra isso.
- Você devia dar um gelo no seu namorado e ficar aqui pra curtir o show.
- Sim, senhorita Eva, por favor, fique com a gente esta noite, vai ser um show fantástico. Você pode nos ajudar.
— Mas a gente veio com meus sobrinhos, eu e meu namorado não vamos poder ficar até tão tarde — disse Eva.
- Então que o namorado dela vá com os sobrinhos, você se vestiu pra festa e a gente vai te ajudar a se divertir. Que o namorado dela saiba que ela pode se divertir sem ele.
- Já se apresentou em algum espetáculo de circo?
Eva não sabia, mas naquela noite ela ia se tornar a protagonista da sessão de putaria.
O espetáculo já tinha acabado e a Eva não tinha voltado pro lugar dela. Juro que tava muito preocupado com ela e não parava de procurar ela desesperadamente entre o povo que tava saindo da lona do circo… até que finalmente vi ela. Cheguei perto e percebi que ela ainda tava puta da vida. Ela cuspiu que ia sair pra farrear e que eu voltasse com meus sobrinhos pra casa da minha mãe. Eu também tava super pistola, então mandei um:
- Pois fica, que eu vou com nossos sobrinhos, quero ver quem vai te levar até a casa da minha mãe.
Meu sobrinho, aquele adolescente, queria ficar com a tia dele. Claro que não deixei.
Saí convencido de que minha namorada ia ficar entediada naquele cabaré vagabundo e que teria dificuldade pra encontrar alguém que levasse ela até La Masía, já que o lugar fica a vários quilômetros por estradas secundárias. Como conhecia a orgulhosa da Eva, ela com certeza ia acabar indo a pé, e isso era mais de doze quilômetros, ia demorar horas e horas pra chegar com aqueles saltos altos. Tava me sentindo satisfeito, ela tava puta e eu também, mas a raiva dela ia terminar com mais de doze quilômetros andando por estradas escuras. Com certeza na manhã seguinte ela ia me procurar pedindo desculpas e reconhecendo que tinha errado.
Com essa ideia fui dormir. O que eu não sabia é que a Eva tinha começado a ensaiar um número com os anões. Já que essa noite ia ser a estreia dela no mundo do circo.
Os anões disseram pra Eva que iam preparar um número erótico pra noite e que ficaria muito melhor com ela, que poderiam ser "Branca de Neve e os sete fodedorzinhos".
Desculpa, disse Eva, mas é impossível eu participar de um show erótico. Tenho namorado, mesmo sendo um babaca, e, por mais que vocês não acreditem, já tenho um problema na faculdade porque tem gente que acha que sou muito fácil. Imaginem se alguém da faculdade descobre isso.
Tendo em mente que enquanto consolavam a Eva os sete não paravam de passar a mão nela, os "fodas" já dava pra imaginar porque ela tinha fama de putinha.
- Fica tranquila que a parte erótica a gente coloca, é só que assim tem mais apelo comercial incluindo a Branca de Neve.
- Claro que sim - disse o anão que, pela cara enrugada, devia ser o mais velho - fica tranquila que você só precisa dar uma brincada com a gente.
- A parte erótica a gente coloca, olha só, a gente dança com essas tangas de lantejoulas super eróticas.
Quem tinha dito isso baixou as calças até os tornozelos, mostrando que estava usando uma tanga de lantejoulas. Os outros seis anões imitaram ele, baixando as calças também. Eva achou graça — aqueles corpos não eram exatamente eróticos.
Um deles devia ser bem esquecido, porque não tava de tanga nem cueca, e o pau do anão ficou à mostra pra Eva. Cês sabem que Eva é nudista, mas ela me confessou que olhou com atenção pro pau do anão, já que nunca tinha visto nenhum. Ela se surpreendeu que ele tivesse um tamanho bom e não fosse igual à piroca de um moleque de seis anos. Eva se sentiu muito mal por esse pensamento, mas gostou que o anão agisse normal estando pelado na frente dela — provavelmente também era nudista.
Ela não disse que era. Nos últimos quatro anos, toda vez que falava que era nudista na frente de estranhos, acabavam comendo ela. Preferiu não comentar nada, exceto...
- Mas eu não tiro o vestido de jeito nenhum, porque além disso eu não tô usando fio dental.
—Eu também — disse o anão que estava pelado e, claro, todos riram.
A Eva ficou ensaiando com os anões antes do jantar, e olha, esses caras são uns filhos da puta mesmo, porque na desculpa de que estavam fazendo passos de dança e tentando levantá-la, não faziam outra coisa senão passar a mão nela e levantar o vestido dela.
A obra tinha sua parte erótica. Um dos acrobatas, um jovem muito atlético e musculoso de origem russa, também entrava momentaneamente no número. Ele fazia o papel de bruxa que se transformava em príncipe encantado e dava pra Branca de Neve o pinto envenenado... Branca de Neve chupava tudo do príncipe gostoso e caía no sono, sem que os anões conseguissem acordá-la.
Já sei o que vocês tão pensando, que a minha namorada ingênua tava chupando o atleta russo, mas não, primeiro porque minha mina não é tão burra assim e segundo porque isso era um show erótico, não pornográfico. O príncipe tava de costas pro público, a Eva ajoelhava e segurava as duas nádegas dele, fazendo de conta que tava chupando o pau dele, mas o cara tava de fio dental e minha namorada não tava mamando o cock dele.
Se minha namorada achava que a cena em que ela acordava era aquele príncipe lindo dando um beijo nela, tava muito enganada.
Enquanto ela fingia que tava dormindo porque tava enfeitiçada, os anões tentavam acordar ela, mexendo nela, pegando nas tetas dela, fazendo de conta que tavam beliscando enquanto choravam dizendo que ela não acordava. Os porcos do caralho ficavam apalpando ela e passando a mão em tudo quanto é lugar. Era tão óbvio e escandaloso que a Eva chegou a reclamar, mesmo não querendo incomodar os pobres anões que tinham sido tão legais com ela até agora.
Talvez não seja necessário vocês me tocarem por baixo do vestido, pra mostrar que querem me acordar – disse minha namorada, tímida.
- Eva, claro que precisa, não esquece que isso é um espetáculo picante e, se não for, não tem graça nenhuma. Mas claro, se te dá nojo e repulsa que umas mãozinhas pequenas te toquem, então fala.
- Pois é, infelizmente não é a primeira pessoa que não quer ficar perto da gente só porque somos anões.
Eva ficou horrorizada com o quanto os sete tinham sido legais, e ela, sem querer, tinha ofendido eles.
- Não, não. E me desculpem, é que não tô acostumada a atuar. Sinto muito mesmo se ofendi vocês, juro que sinto, acreditem em mim quando digo que às vezes tenho a sensação de que o povo se aproveita de mim.
- Cê acha que a gente tá tirando vantagem de você?
Os anões se fizeram de super ofendidos e, claro, Eva não parava de se sentir mal porque a intenção dela, juro, não era ofender eles. Continuaram na encenação.
— Não acorda, Branca de Neve tá morta.
- Ah, que destino terrível pra essa moça tão gostosa.
- Com certeza um beijo acorda ela.
Sim, gritaram em coro os seis anõezinhos restantes.
Um a um, foram se aproximando do rosto de Eva e dando uns beijos de língua nela. Os sete anões enfiavam a língua na boca da minha namorada, que ficou muito surpresa, já que ela esperava que o príncipe encantado gostoso a beijasse.
- Eva, isso tem que ficar mais realista, você também tem que colocar a língua pra fora e entrelaçar com as nossas.
Claro que Eva fez exatamente isso, ela não queria que eles se sentissem ofendidos, já tinha pisado na bola antes. Um por um, ela foi se pegando com os sete anões, e como eles eram muito exigentes, tiveram que repetir essa cena. Disseram que ela tinha que continuar fingindo que estava dormindo e que os beijos não tinham sido eficazes.
Eva imaginava que então viria o príncipe encantado e daria um baita amasso nela pra acordá-la, mas pra seu horror, naquele momento ela ouviu.
- Esses beijos não servem, com certeza tem que ser um beijo grego.
Eva, que ainda estava com a boca cheia de babas, sentiu que um dos anões tinha colocado a bunda na cara dela. O anão mexia a bunda e a rachadura deslizava pelo nariz e pela boca de Eva. O beijo negro era ela quem estava dando! O anão ofereceu a ela a bunda branca dele, com pouco pelo espalhado pelas nádegas, mas bastante perto do cu, um cu enrugado e cheio de pelinhos. Ela via perfeitamente e, mais abaixo, os ovos, uns ovos grandes que tinham escapado da tanga e balançavam devagar. Sentiu uma certa repulsa: tinha na frente do rosto uns glúteos cheios de dezenas de cravos pretos e vermelhos. A bunda se aproximou do nariz de Eva, e o cheiro fedido que soltava a sufocava. Ela estava esfregando o rosto naquela bunda nojenta e fedida.
Eva se fodeu quando esfregaram sete cús na cara dela, um atrás do outro, mesmo ela tendo certeza de que essa ia ser a parte mais divertida do show, já que ninguém esperaria por isso.

Bom, e assim vai terminar o show. Depois do jantar, a gente faz mais um ensaio geral.
O problema da Eva é que ela é gostosa e sensual demais, e isso, junto com a ingenuidade dela, acaba metendo ela em enrascadas, como nesse caso. O mago tinha visto a Eva ensaiando com os anões, e eles não paravam de passar a mão nela toda sem ela reclamar. O mago achava que a Eva era uma putinha e não tava afim de deixar só os anões se aproveitarem.
Queridos leitores, nós sabemos que a Eva é realmente ingênua e que está longe de ser uma garota fácil.
Às 10 da noite, o pessoal do circo se preparou pra jantar, e Eva, claro, participou também. O jantar foi meio tenso porque o dono do circo não parava de esculhambar o pobre do mágico, dizendo que ele tinha que melhorar o show e que, se não melhorasse, ia ficar na bosta da rua.
Eva se sentiu intimidada pelo dono do circo, com ela não era a briga, claro, mas o proprietário a amedrontava. Era um cigano romeno, com pouco mais de um metro e sessenta. Era meio gordinho, mas o que mais marcava era aquela pele escura completamente coberta de pelo corporal. Ele estava sem camiseta e parecia que usava um casaco, não era de se admirar que com aquele calor e aquela pelagem toda ele suasse pra caralho e não parasse de beber cerveja. Enquanto gritava, numa mão segurava o caneco de cerveja e com a outra coçava a barriga peluda.
O mágico pediu uma nova chance ao dono do circo, e ele disse que se naquela noite não fizesse algo espetacular que realmente agradasse, no dia seguinte estaria na rua, despedido.
A treta terminou com um arroto estrondejante do cigano romeno. A Eva nunca tinha ouvido algo assim e, ainda por cima, no meio de um jantar com quase 30 pessoas. Ninguém nem ligou, então deviam estar acostumados, no mínimo, com os arrotos e gritos do diretor do circo.
Quando a ceia terminou, o mágico se aproximou e implorou pra Eva ajudar ele a preparar um truque de mágica.
- Por favor, senhorita, a senhora já viu durante o jantar que meu chefe vai me mandar embora
- É que eu não posso ensaiar com você, falta menos de uma hora pro cabaré e eu tenho que ensaiar com seus colegas.
— Mas com os anões você já ensaiou, eu vi que o número fica foda.
- Não posso, me comprometi com eles porque tem partes do show que não estão saindo. Eu queria muito te ajudar, mas é que não consigo parar de ensaiar.
Com certeza Eva teria preferido ficar com o mago, já que as cenas que iam revisar eram as do beijo de língua e do beijo negro. Apesar de ter lavado o rosto, ainda tinha a sensação de que ela cheirava, e é que o cheiro de cu vinha com ela.
— Você realmente quer me ajudar? — Disse o mago com uma voz cheia de esperança.
- Sim, tudo o que eu puder fazer sem comprometer minha palavra com seus colegas, farei sem hesitar.
- Então me dá sua calcinha.
Eva ficou chocadíssima, com certeza ela tinha ouvido errado, era impossível que esse cara que ela acabou de conhecer estivesse pedindo a calcinha dela.
- Desculpa, devo ter ouvido errado.
- Você não ouviu errado, me deixa sua calcinha, mas isso tem uma explicação.
- Bom, vou adorar ouvir por que você precisa da minha calcinha.
- Não precisa ensaiar, mas hoje você pode me ajudar. Como eu me apresento antes dos anões, só preciso que você fique na plateia como uma cliente qualquer e, quando eu pedir uma voluntária, você se levanta. Do resto, eu cuido.
- Tá bom, vamos supor que eu aceite, mas isso não explica pra que você precisa da minha calcinha.
- Vou fazer um truque picante que vai consistir em pegar e rasgar sua calcinha, mas depois você aparece com a calcinha, só que não rasgada. Pra isso, preciso que você me deixe sua calcinha pra eu conseguir uma igual. São duas calcinhas que são necessárias pro truque.
- Ahhh, claro. É tipo quando você pede o relógio pra alguém, quebra ele e depois devolve inteiro.
- Mesmo, mas como é num cabaré, fica mais picante fazer de calcinha. E ainda é mais barato do que quebrar um relógio.
Fisicamente, a magreza extrema do mago o repelia, mas aquele nojento cigano romeno não podia tratar seus funcionários daquele jeito. Decidiu ajudá-lo. Não podia ser pior do que passar o nariz e a boca por sete anos.
- Então pega elas e me devolve antes do cabaré começar. Não sei se vai dar certo sem ensaiar e sem eu conhecer o truque.
- Claro que vou te devolver antes, mas o importante é que você entre no circo como mais uma cliente. Só precisa saber que quando eu pedir uma voluntária, você levanta a mão, eu te escolho e você se deixa levar por mim.
Eva enfiou as mãos por baixo do vestido e puxou a calcinha pra baixo. Como tava de salto alto, a calcinha enganchou e foi um pouco complicado tirar, dando tempo pro mágico admirar o coelhinho loiro gostoso da minha mina.
O mago ajudou gentilmente a tirar a calcinha da minha namorada, se agachando na frente da bucetinha dela que, nessa posição, ficava bem à mostra porque o vestido era bem curto. Além disso, ele aproveitou pra dar estabilidade pra minha mina segurando a bunda direita dela com a mão esquerda. Depois de ver ela com os anões que não paravam de passar a mão, eu tinha certeza que a Eva não ia reclamar.
Imediatamente o mago se aproximou pra falar com o chefe dele, que se não tivesse visto a calcinha, não teria acreditado.
Eva foi pra área onde tinha combinado de ensaiar com os anões. Além dos anões e do russo gostoso, tinha uns dez caras do circo que chegaram pra ver o ensaio. Eva começou o ensaio deitando numa mesa e fingindo que tava dormindo. A encenação era bem tosca, ela de Branca de Neve, mas com o vestido amarelo dela, e sete anões com um russo bonitão de tanga de lantejoula.
Para a Eva era um detalhe menor não estar de calcinha, mas não para os dez espectadores que se ajoelharam aos pés dela, podendo apreciar a bucetinha loira da minha namorada, enquanto ela estava deitada com as pernas levemente abertas.

Minha namorada percebeu que não estava de calcinha quando sentiu quatro mãos cheias de dedinhos sobre a buceta dela, enquanto os anões ensaiavam que estavam tentando acordá-la.
Eva se levantou como se tivesse uma mola ao sentir vários dedos que tinham se enfiado na buceta dela.
- Porra, Eva, tu vai sem calcinha – disse um dos anões
- Não fode, disse outro dos anões - deixa eu ver. Caralho, é verdade.
Claro, todos os anões se aproximaram da entreperna da minha namorada. O filho da puta de um dos anões tinha levantado totalmente a parte da saia do vestido que ela agora usava como se fosse um cinto. Lá estava minha pobre namorada, cercada por 18 caras que não paravam de admirar a buceta dela e agora, além disso, a raba dela.
— Eva, sem dúvida o número melhora muito se você não estiver de calcinha. Que ideia genial você teve.
- Não, não, na apresentação vou usar calcinha. O problema é que agora não tenho porque dei pro mágico.
Todos ficaram quietos enquanto Eva explicava. Estavam parados feito estátuas, não sei bem se por estarem conversando com minha mina com a buceta toda de fora ou pela desculpa esfarrapada que ela deu pra justificar por que não tava de calcinha. Pra deixar o momento ainda mais estranho com as tangas dos sete anões e do gato russo, os bicos das picas duras apareciam, e pelos volumes nas calças parece que os dez sortudos espectadores também estavam com uma bela ereção. Cê sabe como é, rola perto da Eva, rola que mais cedo ou mais tarde fica dura.

Eva abaixou o vestido depois que o mágico terminou a explicação e voltaram pro ensaio.
Durante o ensaio, os anões se esbaldaram, enfiando vários dedos na buceta da minha namorada. Então, quando ela foi até o mágico pegar a calcinha de volta, tava com um ardor danado naquela xotinha loira delicada. O próprio mágico, enquanto minha mina vestia a calcinha, comentou que o cuzinho dela parecia mais inchado e vermelho do que antes. Claro, a Eva disfarçou — não queria que o mágico achasse que ela tava criticando os anões se contasse o motivo.
Pois não sei, eu vejo ele do mesmo jeito de sempre. Não vejo nada diferente, pra ser sincero.
O mago tava alucinando, ali estava ele conversando com aquela gostosa da buceta dela, enquanto olhava ela vestindo a calcinha e a mina nem se importava em se esconder pra colocar. Tinha certeza que dessa putinha ele ia se aproveitar.
A noite prometia… mas essa parte da história eu conto pra vocês daqui a pouco.
Continua...
1 comentários - Eva no circo e os 7 anões safados😳