Voyeur estilo 3: o começo 1

Por volta de 84, eu tinha 15 anos e tinha passado pro segundo ano do industrial. Minha família era eu, minha mãe e meu pai. Minha mãe era costureira, fazia serviço em casa, meu pai trabalhava numa empresa de refrigerante internacional fazendo manutenção de máquinas. Uma economia tranquila, sem loucura. E minha mãe tinha um irmão uns anos mais velho, o tio Emílio, que tinha casado com a tia Gladys e eles tinham uma filha, a Mônica. Num domingo, eles vieram na minha casa comer um churrasco, era dezembro, eu tinha terminado a escola, minha mãe fala pro meu tio: "Emílio, por que você não leva o Feta (Feta é meu apelido, por ser magrelo) pra trabalhar no mercado?" Meu tio respondeu que não tinha problema, que no outro dia era só ir e começar. A Mônica era a típica guria que tinha terminado o ensino médio e começado a estudar pra ser professora, físico normal, sempre usava roupa muito formal, vestidos abaixo do joelho, nada excitante. Na segunda-feira, comecei a trabalhar no mercado. Também trabalhavam lá minha tia, minha prima e um cara de 19 anos, o Beto, meio cavernícola o Beto, mas muito trabalhador. Meu tio me mandou limpar um corredor que ficava paralelo ao mercado. Tava uma sujeira danada: garrafas, caixotes, sucata, etc. Eu ia tirando e juntando pra depois levar pro ferro-velho que comprava e eu fazer uma graninha. De tarde, já tinha limpado bastante, peguei a bicicleta dos pedidos, enchi um cesto e fui vender. Voltei, meu tio me mandou levar um pedido e umas 5 da tarde eu tinha terminado. No outro dia, terminei de limpar o corredor, que acabava numa espécie de quartinho que não tinha nada além de uma tábua de madeira. Nessa época, eu já sabia fazer uns reparos: coloquei luz, arrumei a porta da frente onde começava o corredor. Os dias foram passando, eu levando pedidos e fazendo uns serviços aqui e ali. Em janeiro, um calor do caralho, ao meio-dia fechava e reabria às 16h. Geralmente, eu ia jogar bola, mas às vezes ficava naquele quartinho. desocupado que tinha colocado uma poltrona. Uma tarde que tava à toa, eu desloquei a tábua e tinha um buraco de algum aparelho que dava pro escritório do meu tio, onde ele atendia fornecedores. Nada demais. Mas uns 3 dias depois, vejo que minha prima fica lá ao meio-dia e o Beto também, nada demais. Eu vou pro quarto sem eles perceberem, e depois de um tempo escuto ela falando. Olho pelo buraco e eles tinham entrado no escritório. "Beto, calma", ela diz, "outro dia você me matou." "Me perdoa, Moni", ele respondeu. "Vem cá, bobo." Ela tava sentada numa poltrona grande que tinha. Ele se aproximou e ela abaixou o zíper dele e colocou a mão. "Que pau que você tem, Beto." Ele baixou a calça e a cueca, e Beto mostrou um pau enorme, e ela começou a chupar ele. Eu não podia acreditar que por baixo daquela bocó tinha uma puta tão puta. Ela levantou o vestido e se masturbava com a calcinha. "Vai, Beto, enfia, mas na buceta, Beto." Ela ficou de quatro sem a calcinha, Beto se ajeitou e enfiou tudo. "Para, idiota, que tá doendo." Beto aliviou e foi bombando devagar. Ficou uns 10 minutos, tirou o pau, pegou ela pela nuca, colocou ela mais com a bunda pra cima. "Nem pensa, Beto." "Putas como você têm que ser arrombadas todas", ele respondeu. E enfiou no cu. O grito da Mônica foi tremendo. "Você é um filho da puta, Beto." E Beto cagou e andou, metia e tirava enquanto ela se masturbava o clitóris. Mônica gozou com um grito enorme e disse: "Betinho, goza, por favor, que eu tô morrendo." E Beto gozou como um filho da puta. Quando tirou o pau, tava cheio de sangue e merda, e ela disse: "Vai buscar algo pra me limpar." Beto voltou com papel higiênico e um pano. Ela ficou de quatro, examinando com os dedos o cu aberto dela. Ele limpou ela e disse: "Gostou, puta?" "Adorei, Beto, mas tô doendo toda." "Moni, quero comer sua mãe." "Você é louco, Beto." "Começa a falar de mim perto dela." "Senão conto pro seu pai o quão puta a filha é." "Que Levantou a calcinha e foi embora. De tarde, minha prima não conseguia ficar sentada, eu tava me acabando de rir sozinho. Isso continua. Mando um abraço pra vocês.

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