Oi, sou a Milf47, como vocês tão?
Voltei pro meu trampo e, como todo mundo sabe, é foda se reacomodar. Além disso, toda vez que dá, escrevo sobre minhas saídas e às vezes demoro um pouco pra escrever tudo, mas tô de volta aqui pra contar pra vocês:
Mais ou menos antes de eu me mudar sozinha, tô conversando com um cara de uns 36 anos. Ele sabe muito bem das minhas aventuras antes e depois do meu casamento e de como eu sou nas minhas atitudes. Também, sempre que dá, mando umas fotos casuais de como vou vestida pra esses rolês. Ele curte pra caralho e destaca minha carinha chamativa e o tamanhão das minhas tetas, e por isso me manda a reação da ereção dele em fotos.
Uns dias atrás, voltando pra casa, vi numa loja uma blusa que eu já tinha visto em meninas novas de peitão e gordinhas, que geralmente usam quando vão pra balada e saem bem vestidas entre amigos. Me dei o gostinho de comprar uma, com umas fantasias de fazer algo bonito com aquele decote pros meus peitos. Naquele dia, convidei pra esses dias ir tomar um cafezinho com esse rapaz de 36. Ele aceitou o encontro com a ideia de fazer o que faço nas minhas noites de rua, como gosto de contar pra ele, igual aqui pra vocês. Não teve jantar, mas teve um pedido meu muito importante e um dele que vocês já devem imaginar, mas a gente tomou aquele cafezinho:
Começo a contar a noite:
Tomei um banho e estreiei minha nova camiseta, arrumei ela direitinho pra ficar bem à mostra por onde eu passasse. Saí de casa, fui andando pelas ruas fazendo zigue-zague, cruzando com vários homens que não conseguiam desviar o olhar da minha camiseta decotadíssima, e com um outro rapaz que me deixou vermelha com o comentário dele: "MADAME, QUE PUTA QUE PARIU, QUE PEITÃO GOSTOSO PRA COMER", eu não consegui evitar essas palavras tão lindas, então dei meu número pra ele e dei uma chance, já que não passava ninguém, agarrei ele pela nuca e esfreguei a carinha dele no meu decote "Cê gosta assim, gostoso?" e teve sim uma apalpada e umas mordidas num dos meus peitos, mas a gente tinha que ir embora porque ele tava saindo do trabalho e eu ia pro meu encontro.
No meio do caminho, entre o ônibus e o trem, só tinha olhares sem vergonha dos homens que eu via pelo reflexo da tela do celular, enquanto a gente trocava WhatsApp com o rapaz, ele tava todo excitado por causa do jeito que eu tava usando o sutiã.
Suas mensagens choviam até o momento do encontro, quase deixando meu celular sem bateria. Cheguei antes, esperei ele na esquina daquele restaurantezinho que eu costumava ir com meu ex-marido quando a gente ia pro centro, e a mensagem dele chegou uns 10 minutos depois. "É VOCÊ QUE TÁ COM ESSE DECOTE ARRASADOR? VOCÊ ME DESTRÓI, VIDA." Olhei pra todo lado enquanto algumas pessoas passavam e me encaravam de frente com uma vontade danada, hmm. Mas só o rapaz, exatamente como na foto dele, foi quem se apresentou. A gente se cumprimentou super alegre, como dois amigos, mas a carinha dele entregava tudo — teve mais de uma escapada de olhar pro meu decote. Entramos e subimos pro restaurantezinho que fica na esquina, quase não tinha ninguém, e escolhi o lugar perfeito pra ficar meio longe do povo. Sentamos nuns sofás em forma de U, ele no meio e eu do lado, de costas pra onde o garçom vem. A gente se acomodou e eu falei: "NEM PRECISO FALAR QUE PODE OLHAR À VONTADE, LINDO." Mas não era só ele que tava olhando — assim que o garçom chegou, ele se posicionou do meu lado pra anotar nossos pedidos.
Quando ele foi embora e a gente não viu mais ninguém, o rapaz se aproximou de mim e as mãos dele amassaram meus peitos. A carinha dele tava perdida, os beijos, as palavras e o cruzamento de olhares que eu tive me deixaram excitada. "VOCÊ NÃO FAZ IDEIA COMO DEIXOU MINHA PIROCA!" ele dizia, hmm. Deixei ele se entreter, coloquei minha mão na nuca dele enquanto olhava se o garçom vinha, e minha memória me lembrou do que eu queria fazer com ele. Deixei o celular na mesa e liguei a tela pra ele ver o fundo da minha tela.
ASSIM QUE VOCÊ TÁ, PAPI? MMM. Tive que tirar ele das minhas tetas porque ouvi os passos do garçom, ele veio na nossa mesa e trouxe meu café com umas rosquinhas e o café pro rapaz, que ainda disse "pra você, mestre". Que, no meu entender, tava se sentindo lisonjeado pela minha presença. Daí a pouco ele foi embora e a gente começou a conversar sobre nós dois e umas coisinhas a mais, enquanto ele não parava de se tocar no pau debaixo da mesa. Eu me aproximei mais dele e pedi pra ele deixar as mãos na mesa e olhar pra escada, mas meti minha mão debaixo da mesa, abaixei a braguilha dele, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma pra ele. Tava bem durinho, me encostei mais nele mostrando mais meu decote que tava todo bagunçado de tanto ele apalpar. AAYY FILHA DA PUTA. TÁ ME FAZENDO ISSO MESMO? ele falava com aquela vozinha de prazer enquanto me olhava e tocava minhas tetas. VIU QUE EU CUMPRO, PAPI? falo e ele olhava mais pras minhas tetas, pros olhos, a boca dele pedia uma chupadinha e eu me inclinei e dei, além de colocar a mão na minha nuca enquanto nada acontecia ao nosso redor, mas o gemido de prazer dele parecia mais um grito. "Não grita, lindo", falo quase sorrindo. AYY FILHA DA PUTA, ele dizia, QUE BOQUINHA LINDA enquanto a gente se olhava e saboreando meus lábios respondi sendo mais puta: QUE PAU GOSTOSO! Ele até colocou meu celular do lado do pau pra comparar com a foto que eu tinha na mão, que não parava de bater uma porque pedi algo a ele. Em poucos minutos, ele pegou minha xícara que tava meio vazia e colocou na frente da cabecinha. AÍ EU VOU GOZAR, ele dizia e repetia mmm, e apontando pra minha xícara senti a carga e vi ele soltar toda aquela porrada de jatos potentes, um atrás do outro. UYY PAPI, QUANTA PORRA, falo. A cabeça dele tava jogada pra trás, olhando pro teto, como quem já não aguenta mais. Levantei a xícara na mesa e dei uma lambidinha pra limpar a cabecinha e guardar o pau dele dentro da calça. A gente se olhou, sorri pra ele com a xícara na mão. VAI TOMAR? MAMI. Eu mexo com uma agitadinha no pouco café que tinha e Tomei ele, tinha um carregadinho no fundo da xícara e com a colherzinha empurrei pra minha boca. MMM que yummy, que gostoso. Saboreei ele entre meus dentes, ele me olhava, dizia como a gente tava se divertindo, e ele tomou o café dele na hora. Foi pro banheiro e veio o garçom. Pedi a conta na mesma hora e, assim como foi, ele voltou enquanto o outro ainda tava no banheiro. Paguei o lanche e esperei. Quando ele saiu, ficou do meu lado e sussurrou no meu ouvido que lavou a rola e tirou a cueca porque tava se sentindo desconfortável. Quando viu a mesa com o ticket e algumas notas, disse que fui meio apressada pra pagar tudo. Mas na verdade já tava escurecendo e era tarde. Levantei, descemos e o garçom se despediu de mim e falou pro rapaz: "tchau, cara".
Enquanto íamos pra boca do metrô, ele ficava dizendo que todo mundo me olhava. Descemos pro metrô e, depois de um tempinho, subimos; quase ninguém viajava. Não sentamos porque ele me encostou numa das portas pra me ter de frente e ficava falando no meu ouvido sobre a punheta que eu tinha batido pra ele e como meus peitões estavam pedindo um encontro, sem parar de olhar pras minhas tetas. Chegamos na estação, descemos, subimos pra rua e já não passava ninguém. Ele colocou o braço nos meus ombros e começamos a andar por ali. Passamos por uma área onde tinha luz nas ruas e algum carro ou alguém caminhando, até que encontrei a rua ideal: meio escura, com árvores tampando a luz da rua e carros estacionados na calçada.
O cara reagiu: "AIIII MAMI, ESSES PEITÕES", agarrando eles. Ele me olhou, cuspiu em cima de mim. Fiquei parada e me ajoelhei encostada num carro, na frente dele, esperando, segurando minhas próprias tetas. "UFF MAMI, QUER QUE EU TE COMA AQUI? QUE FILHA DA PUTA." Ele se tocou no volume até abaixar o zíper e se desabotoar, tirou o pau já duro e enfiou entre meu decote, esfregando pra cima e pra baixo. "AAAAAI, ASSIM QUE EU QUERIA VER. ASSIM, ASSIM, GOSTOSO. UHHH, DEVAGAR, PAPI", eu falei, e ele inverteu, de baixo pra cima. A cabecinha dele mal se prendia, ele cuspiu de novo e se lubrificou bem. Olhei pra ele e senti como ele batia uma punheta com o pau entre minhas tetas. "ASSIM QUE VOCÊ QUERIA ME TER? LINDA." Ele não dizia uma palavra a mais, só se mexia gostoso e eu sentia aquele vai e vem no meu peito por um tempinho. Depois, ele tirou minhas mãos e me agarrou ele mesmo, me dando uma fodida suave mas profunda entre as tetas. Levantei minha blusa até a metade e ele passou o pau por baixo da minha blusinha e do meu sutiã. Nossa, assim era ainda mais gostoso, e de devagar ele me comia cada vez mais forte. O tom das palavras dele ficava bem gostoso e ele me tratava como a maior puta: "ESSAS TETAS DE COROA PEITUDA INSATISFEITA. TÃO PUTA VOCÊ É?" ele falava enquanto eu olhava pra ele no meio da espanholada na rua. Ufff, dava pra ouvir a voz suave dele junto com a fodida e algum carro passando atrás da gente. Ninguém na calçada passava sem olhar ESSAS TETAS E A CARINHA DE PUTA QUE VOCÊ TEM, ele dizia, e eu respondia olhando bem de puta: ME SINTO UM BEBÊ. Sem parar de me comer gostoso, ele falou depois: COMO É QUE NÃO IAM OLHAR ESSAS TETAS NA RUA, E O GARÇOM TAMBÉM. BEM GRANDONAS VOCÊ TEM, FILHA DA PUTA, e meus humm de prazer ficavam mais rápidos na trepada. Ele passou um tempão metendo aquela rola entre minhas tetas e não falou nada até me encher de porra quentinha, mas depois de gozar, os movimentos dele eram sexy nas minhas tetas, ele me olhava e a porra dele era bem líquida, suculenta. NÃO TIRA, eu falei, e sem me mexer, espalhei a porra dele sobre cada teta. AI QUE PEDAÇO DE PUTA, e eu respondo que ainda sentia ele duro. Tirei a rola grudada das minhas tetas, agarrei ele pela cintura, levei ele contra o carro e falei: AGORA É MINHA VEZ. Olhando pra ele, meti a rola na boca e comecei a dar umas sugadas suaves, ainda sentia um gosto de porra na boca, mas os aaah curtinhos dele e os olhinhos meio vesgos me deram uma motivada, vontade de dar uma boa chupada naquela rola por um tempão. Ele se acomodou apoiando os braços na tampa do motor do carro e me deixou sozinha com minha chupada. Depois de um tempo, peguei meu celular e olhei a hora com a rola na boca. Ele disse: SIM, FILHA DA PUTA, ESSA ROLA VOCÊ TÁ COMENDO. Ele tirou o telefone da minha mão e me fez olhar meu papel de parede. Olhei pro cara e continuei chupando. Ele falava: AI, ESSA CARINHA COM MINHA ROLA NESSA BOCA, NUNCA MAIS ESQUEÇO. Ele mordia os lábios e olhava pra todo lado, me agarrou pelo cabelo e me deu umas engolidas fundas. Me segurou pelos cabelos bem forte e comeu minha boca sem piedade, babava pelo canto, me obrigava a olhar pra ele e mais me dava. ASSIM QUE TE COMEM, PUTA? OU VOCÊ TÁ COMENDO? Ele falava sem me deixar responder, me dava e me dava até a garganta, cada engasgo me fazia babar e mexer os joelhos no lugar, até meu decote ficou molhado. Ele disse que não ia parar de comer minha boca até gozar de novo, mas não demorou pra gozar e eu já não senti mais nada. Tanta como quando encho a xícara. Mas se os olhinhos dela ficaram brancos.
Quando me solto ufff, me senti bem satisfeita, tipo, superei minhas próprias expectativas sobre quem eu sou. Ainda tenho aquela faísca.
E voltar pra casa com um sorriso de orelha a orelha, sabendo que não limpei as tetas na rua e com todo meu decote bagunçado mmm.
Voltei pro meu trampo e, como todo mundo sabe, é foda se reacomodar. Além disso, toda vez que dá, escrevo sobre minhas saídas e às vezes demoro um pouco pra escrever tudo, mas tô de volta aqui pra contar pra vocês:
Mais ou menos antes de eu me mudar sozinha, tô conversando com um cara de uns 36 anos. Ele sabe muito bem das minhas aventuras antes e depois do meu casamento e de como eu sou nas minhas atitudes. Também, sempre que dá, mando umas fotos casuais de como vou vestida pra esses rolês. Ele curte pra caralho e destaca minha carinha chamativa e o tamanhão das minhas tetas, e por isso me manda a reação da ereção dele em fotos.
Uns dias atrás, voltando pra casa, vi numa loja uma blusa que eu já tinha visto em meninas novas de peitão e gordinhas, que geralmente usam quando vão pra balada e saem bem vestidas entre amigos. Me dei o gostinho de comprar uma, com umas fantasias de fazer algo bonito com aquele decote pros meus peitos. Naquele dia, convidei pra esses dias ir tomar um cafezinho com esse rapaz de 36. Ele aceitou o encontro com a ideia de fazer o que faço nas minhas noites de rua, como gosto de contar pra ele, igual aqui pra vocês. Não teve jantar, mas teve um pedido meu muito importante e um dele que vocês já devem imaginar, mas a gente tomou aquele cafezinho:
Começo a contar a noite:
Tomei um banho e estreiei minha nova camiseta, arrumei ela direitinho pra ficar bem à mostra por onde eu passasse. Saí de casa, fui andando pelas ruas fazendo zigue-zague, cruzando com vários homens que não conseguiam desviar o olhar da minha camiseta decotadíssima, e com um outro rapaz que me deixou vermelha com o comentário dele: "MADAME, QUE PUTA QUE PARIU, QUE PEITÃO GOSTOSO PRA COMER", eu não consegui evitar essas palavras tão lindas, então dei meu número pra ele e dei uma chance, já que não passava ninguém, agarrei ele pela nuca e esfreguei a carinha dele no meu decote "Cê gosta assim, gostoso?" e teve sim uma apalpada e umas mordidas num dos meus peitos, mas a gente tinha que ir embora porque ele tava saindo do trabalho e eu ia pro meu encontro.
No meio do caminho, entre o ônibus e o trem, só tinha olhares sem vergonha dos homens que eu via pelo reflexo da tela do celular, enquanto a gente trocava WhatsApp com o rapaz, ele tava todo excitado por causa do jeito que eu tava usando o sutiã.
Suas mensagens choviam até o momento do encontro, quase deixando meu celular sem bateria. Cheguei antes, esperei ele na esquina daquele restaurantezinho que eu costumava ir com meu ex-marido quando a gente ia pro centro, e a mensagem dele chegou uns 10 minutos depois. "É VOCÊ QUE TÁ COM ESSE DECOTE ARRASADOR? VOCÊ ME DESTRÓI, VIDA." Olhei pra todo lado enquanto algumas pessoas passavam e me encaravam de frente com uma vontade danada, hmm. Mas só o rapaz, exatamente como na foto dele, foi quem se apresentou. A gente se cumprimentou super alegre, como dois amigos, mas a carinha dele entregava tudo — teve mais de uma escapada de olhar pro meu decote. Entramos e subimos pro restaurantezinho que fica na esquina, quase não tinha ninguém, e escolhi o lugar perfeito pra ficar meio longe do povo. Sentamos nuns sofás em forma de U, ele no meio e eu do lado, de costas pra onde o garçom vem. A gente se acomodou e eu falei: "NEM PRECISO FALAR QUE PODE OLHAR À VONTADE, LINDO." Mas não era só ele que tava olhando — assim que o garçom chegou, ele se posicionou do meu lado pra anotar nossos pedidos.Quando ele foi embora e a gente não viu mais ninguém, o rapaz se aproximou de mim e as mãos dele amassaram meus peitos. A carinha dele tava perdida, os beijos, as palavras e o cruzamento de olhares que eu tive me deixaram excitada. "VOCÊ NÃO FAZ IDEIA COMO DEIXOU MINHA PIROCA!" ele dizia, hmm. Deixei ele se entreter, coloquei minha mão na nuca dele enquanto olhava se o garçom vinha, e minha memória me lembrou do que eu queria fazer com ele. Deixei o celular na mesa e liguei a tela pra ele ver o fundo da minha tela.
ASSIM QUE VOCÊ TÁ, PAPI? MMM. Tive que tirar ele das minhas tetas porque ouvi os passos do garçom, ele veio na nossa mesa e trouxe meu café com umas rosquinhas e o café pro rapaz, que ainda disse "pra você, mestre". Que, no meu entender, tava se sentindo lisonjeado pela minha presença. Daí a pouco ele foi embora e a gente começou a conversar sobre nós dois e umas coisinhas a mais, enquanto ele não parava de se tocar no pau debaixo da mesa. Eu me aproximei mais dele e pedi pra ele deixar as mãos na mesa e olhar pra escada, mas meti minha mão debaixo da mesa, abaixei a braguilha dele, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma pra ele. Tava bem durinho, me encostei mais nele mostrando mais meu decote que tava todo bagunçado de tanto ele apalpar. AAYY FILHA DA PUTA. TÁ ME FAZENDO ISSO MESMO? ele falava com aquela vozinha de prazer enquanto me olhava e tocava minhas tetas. VIU QUE EU CUMPRO, PAPI? falo e ele olhava mais pras minhas tetas, pros olhos, a boca dele pedia uma chupadinha e eu me inclinei e dei, além de colocar a mão na minha nuca enquanto nada acontecia ao nosso redor, mas o gemido de prazer dele parecia mais um grito. "Não grita, lindo", falo quase sorrindo. AYY FILHA DA PUTA, ele dizia, QUE BOQUINHA LINDA enquanto a gente se olhava e saboreando meus lábios respondi sendo mais puta: QUE PAU GOSTOSO! Ele até colocou meu celular do lado do pau pra comparar com a foto que eu tinha na mão, que não parava de bater uma porque pedi algo a ele. Em poucos minutos, ele pegou minha xícara que tava meio vazia e colocou na frente da cabecinha. AÍ EU VOU GOZAR, ele dizia e repetia mmm, e apontando pra minha xícara senti a carga e vi ele soltar toda aquela porrada de jatos potentes, um atrás do outro. UYY PAPI, QUANTA PORRA, falo. A cabeça dele tava jogada pra trás, olhando pro teto, como quem já não aguenta mais. Levantei a xícara na mesa e dei uma lambidinha pra limpar a cabecinha e guardar o pau dele dentro da calça. A gente se olhou, sorri pra ele com a xícara na mão. VAI TOMAR? MAMI. Eu mexo com uma agitadinha no pouco café que tinha e Tomei ele, tinha um carregadinho no fundo da xícara e com a colherzinha empurrei pra minha boca. MMM que yummy, que gostoso. Saboreei ele entre meus dentes, ele me olhava, dizia como a gente tava se divertindo, e ele tomou o café dele na hora. Foi pro banheiro e veio o garçom. Pedi a conta na mesma hora e, assim como foi, ele voltou enquanto o outro ainda tava no banheiro. Paguei o lanche e esperei. Quando ele saiu, ficou do meu lado e sussurrou no meu ouvido que lavou a rola e tirou a cueca porque tava se sentindo desconfortável. Quando viu a mesa com o ticket e algumas notas, disse que fui meio apressada pra pagar tudo. Mas na verdade já tava escurecendo e era tarde. Levantei, descemos e o garçom se despediu de mim e falou pro rapaz: "tchau, cara".Enquanto íamos pra boca do metrô, ele ficava dizendo que todo mundo me olhava. Descemos pro metrô e, depois de um tempinho, subimos; quase ninguém viajava. Não sentamos porque ele me encostou numa das portas pra me ter de frente e ficava falando no meu ouvido sobre a punheta que eu tinha batido pra ele e como meus peitões estavam pedindo um encontro, sem parar de olhar pras minhas tetas. Chegamos na estação, descemos, subimos pra rua e já não passava ninguém. Ele colocou o braço nos meus ombros e começamos a andar por ali. Passamos por uma área onde tinha luz nas ruas e algum carro ou alguém caminhando, até que encontrei a rua ideal: meio escura, com árvores tampando a luz da rua e carros estacionados na calçada.
O cara reagiu: "AIIII MAMI, ESSES PEITÕES", agarrando eles. Ele me olhou, cuspiu em cima de mim. Fiquei parada e me ajoelhei encostada num carro, na frente dele, esperando, segurando minhas próprias tetas. "UFF MAMI, QUER QUE EU TE COMA AQUI? QUE FILHA DA PUTA." Ele se tocou no volume até abaixar o zíper e se desabotoar, tirou o pau já duro e enfiou entre meu decote, esfregando pra cima e pra baixo. "AAAAAI, ASSIM QUE EU QUERIA VER. ASSIM, ASSIM, GOSTOSO. UHHH, DEVAGAR, PAPI", eu falei, e ele inverteu, de baixo pra cima. A cabecinha dele mal se prendia, ele cuspiu de novo e se lubrificou bem. Olhei pra ele e senti como ele batia uma punheta com o pau entre minhas tetas. "ASSIM QUE VOCÊ QUERIA ME TER? LINDA." Ele não dizia uma palavra a mais, só se mexia gostoso e eu sentia aquele vai e vem no meu peito por um tempinho. Depois, ele tirou minhas mãos e me agarrou ele mesmo, me dando uma fodida suave mas profunda entre as tetas. Levantei minha blusa até a metade e ele passou o pau por baixo da minha blusinha e do meu sutiã. Nossa, assim era ainda mais gostoso, e de devagar ele me comia cada vez mais forte. O tom das palavras dele ficava bem gostoso e ele me tratava como a maior puta: "ESSAS TETAS DE COROA PEITUDA INSATISFEITA. TÃO PUTA VOCÊ É?" ele falava enquanto eu olhava pra ele no meio da espanholada na rua. Ufff, dava pra ouvir a voz suave dele junto com a fodida e algum carro passando atrás da gente. Ninguém na calçada passava sem olhar ESSAS TETAS E A CARINHA DE PUTA QUE VOCÊ TEM, ele dizia, e eu respondia olhando bem de puta: ME SINTO UM BEBÊ. Sem parar de me comer gostoso, ele falou depois: COMO É QUE NÃO IAM OLHAR ESSAS TETAS NA RUA, E O GARÇOM TAMBÉM. BEM GRANDONAS VOCÊ TEM, FILHA DA PUTA, e meus humm de prazer ficavam mais rápidos na trepada. Ele passou um tempão metendo aquela rola entre minhas tetas e não falou nada até me encher de porra quentinha, mas depois de gozar, os movimentos dele eram sexy nas minhas tetas, ele me olhava e a porra dele era bem líquida, suculenta. NÃO TIRA, eu falei, e sem me mexer, espalhei a porra dele sobre cada teta. AI QUE PEDAÇO DE PUTA, e eu respondo que ainda sentia ele duro. Tirei a rola grudada das minhas tetas, agarrei ele pela cintura, levei ele contra o carro e falei: AGORA É MINHA VEZ. Olhando pra ele, meti a rola na boca e comecei a dar umas sugadas suaves, ainda sentia um gosto de porra na boca, mas os aaah curtinhos dele e os olhinhos meio vesgos me deram uma motivada, vontade de dar uma boa chupada naquela rola por um tempão. Ele se acomodou apoiando os braços na tampa do motor do carro e me deixou sozinha com minha chupada. Depois de um tempo, peguei meu celular e olhei a hora com a rola na boca. Ele disse: SIM, FILHA DA PUTA, ESSA ROLA VOCÊ TÁ COMENDO. Ele tirou o telefone da minha mão e me fez olhar meu papel de parede. Olhei pro cara e continuei chupando. Ele falava: AI, ESSA CARINHA COM MINHA ROLA NESSA BOCA, NUNCA MAIS ESQUEÇO. Ele mordia os lábios e olhava pra todo lado, me agarrou pelo cabelo e me deu umas engolidas fundas. Me segurou pelos cabelos bem forte e comeu minha boca sem piedade, babava pelo canto, me obrigava a olhar pra ele e mais me dava. ASSIM QUE TE COMEM, PUTA? OU VOCÊ TÁ COMENDO? Ele falava sem me deixar responder, me dava e me dava até a garganta, cada engasgo me fazia babar e mexer os joelhos no lugar, até meu decote ficou molhado. Ele disse que não ia parar de comer minha boca até gozar de novo, mas não demorou pra gozar e eu já não senti mais nada. Tanta como quando encho a xícara. Mas se os olhinhos dela ficaram brancos.
Quando me solto ufff, me senti bem satisfeita, tipo, superei minhas próprias expectativas sobre quem eu sou. Ainda tenho aquela faísca. E voltar pra casa com um sorriso de orelha a orelha, sabendo que não limpei as tetas na rua e com todo meu decote bagunçado mmm.
5 comentários - Milf gostosa de peitão