Minha esposa Verônica e eu estamos casados há dois meses e, por motivos de trabalho, tivemos que nos mudar para outra cidade, uma cidade bem tropical onde todo dia é verão, calor e umidade são típicos dessa região. Minha esposa começou a trabalhar numa importadora de carros e peças, então normalmente durante a semana ela trabalhava das 8h às 19h e aos sábados até as 14h, horários pesados pra ela. Além disso, pela distância, era difícil pra ela vir pra casa almoçar e depois voltar pro trabalho, então normalmente ela preferia ficar no escritório pra almoçar. Eu, por outro lado, trabalhava pra uma empresa de análise de dados de uma companhia em Londres, então todo meu trabalho era remoto e eu praticamente não saía de casa.
Seis meses depois, já acostumados com a rotina, conseguimos nos mudar para uma casa linda dentro de um condomínio que tinha todas as facilidades: piscina, sauna, academia, etc. A casa tinha um jardim amplo e 2 quartos adicionais para visitas. Normalmente, a gente aproveitava os fins de semana para descansar na piscina ou passar algumas horas na sauna.
Minha esposa era uma morena alta, filha de pais mexicanos, era extremamente gostosa, com uns peitões enormes e um quadril típico de mexicana, além disso, sua rotina pesada na academia a ajudava a se manter em forma diariamente. Ela era muito próxima da mãe e da irmã, quando morávamos na mesma cidade normalmente no fim de semana sempre tinha um evento familiar onde elas podiam se ver e conversar sobre a semana, alguns dias da semana a mãe dela vinha em casa almoçar e até ficava alguns dias conosco, ela era uma mulher linda de 57 anos, magra, de olhos claros mas com pele morena, na sua idade se mantinha em forma e praticava yoga praticamente todos os dias, razão do seu ótimo condicionamento físico, às vezes quando ela ficava para dormir no fim de semana, gostava de colocar seus pijamas de seda que expunham sua silhueta enquanto tínhamos sessões de jogos de tabuleiro, às vezes não conseguia deixar de notar seus seios lindos que se desenhavam na seda ou suas longas pernas tonificadas, tenho certeza que ela percebia quando eu olhava e acho que ela gostava, o certo é que era um banquete para os olhos. Ao nos mudarmos foi um golpe duro para minha mulher, sua irmã e sua mãe, já que não poderiam compartilhar tanto quanto antes. Por isso decidimos que tanto a mãe quanto a irmã dela poderiam nos visitar quantas vezes quisessem e ficar o tempo que desejassem em nossa nova casa, afinal tínhamos quartos extras e elas sempre eram bem-vindas.
Numa ocasião, Adriana, minha sogra, nos visitou por um mês antes do Natal, então planejamos uma série de atividades, geralmente para os fins de semana, e um jantar esporádico na cidade durante a semana, já que durante o dia Vero e eu tínhamos que trabalhar. Como eu trabalhava de casa, Adriana e eu passávamos muito tempo juntos no início, com silêncios prolongados, mas aos poucos fomos conversando de forma muito mais fluida. Ela era agradável e muito inteligente, distinta e tinha um porte de autoridade que eu admirava. Conforme os dias passavam, nosso relacionamento ficava mais ameno e de confiança.
Num fim de semana, decidimos ir à piscina para passar o dia. Vero, Adriana e eu compramos umas cervejas e curtimos o calor tropical da cidade. Adriana não tinha maiô, então precisou pedir um emprestado da Vero. Ela vestiu um biquíni azul bem pequeno, mal a vi e já senti meu pau latejando. Ela começou a passar protetor solar por todo o corpo, estendeu uma toalha na grama, deitou e começou a ler um livro. Minha esposa Vero preferiu ler um pouco na sombra de uma árvore, e eu fui nadar por alguns minutos. Saindo da piscina, peguei o óleo bronzeador e comecei a espalhar pelo meu corpo para pegar um pouco de cor. Minha sogra me viu e pediu que, quando terminasse, eu passasse o produto para ela fazer o mesmo. Como ela estava lendo e com as mãos ocupadas, perguntei se preferia que eu a ajudasse com o óleo para não estragar o livro. Ela concordou, moveu o livro para o lado e eu procedi a cobrir seu peito e braços. Passei as mãos quase tocando seus seios, seu abdomen, arriscando perto de sua barriga. Quando cheguei em suas pernas, já estava com o pau completamente duro e ereto. Comecei pelos pés e subi devagar até suas coxas. Minha excitação era tanta que não me importei de segurar suas pernas com as duas mãos, quase chegando na sua buceta. Pedi que ela se virasse e, enquanto isso, vi seus olhos se fixarem rapidamente na minha ereção. Ela tentou disfarçar, e eu, ainda mais excitado com isso, continuei com a parte de trás das coxas. Comecei pelas nádegas, invadindo a parte interna da coxa com uma pressão forte para baixo até chegar nos tornozelos. Por último, peguei mais óleo e prossegui com suas costas. Não pude evitar invadir os lados dos seios com meus dedos enquanto massageava suas costas. Quando terminei, disse: "Ok, atendida, Adri". Ela respondeu: "Obrigada pelo serviço de primeira!" e piscou para mim. O resto do dia passou sem maiores novidades.
Voltando da piscina, comecei a preparar uns tacos enquanto Vero e minha sogra tomavam banho, quando terminei Adriana entrou e me perguntou se podia ajudar em alguma coisa. Ela estava usando um pijama branco longo que chegava até os joelhos e não estava usando sutiã, então o contorno dos seios e os mamilos estavam marcando. Pedi que me ajudasse com a mesa, ela se abaixou ao meu lado para pegar guardanapos na gaveta e pude ver seus lindos seios e os mamilos escuros. Meu pau endureceu na hora e fiquei com muito tesão, acho que ela viu o volume enquanto eu tentava disfarçar. Naquela noite, fiquei fantasiando com os peitos e o corpo dela, revivendo a tarde na piscina.
Era 1h da manhã e acordei com sede, então fui até a cozinha pegar um copo d'água. Saindo do quarto, percebi a luz da TV vindo do quarto da Adriana. Ao passar, olhei e ela estava com as pernas meio abertas e sem calcinha — deu pra ver sua buceta deliciosa e seus lábios lindos enfeitando a fenda. Ela não percebeu minha presença e continuei olhando, aproveitando a escuridão do corredor. Não aguentei a curiosidade e bati na porta pra perguntar: "Oi Adri, tô indo na cozinha, precisa de algo?" enquanto meus olhos não desgrudavam da sua linda pussy. Ela, nervosa, disse: "Não, Jorge, obrigada, vou dormir agora". E eu respondi com duplo sentido: "Se precisar de qualquer coisa, me avisa", fazendo alusão ao seu sexo. Ela sorriu levemente.
No dia seguinte, já segunda-feira, Varo foi trabalhar e eu sentei na sala para trabalhar também. Minha sogra saiu pouco depois de tomar banho e sentou na sala para ver TV. Ela estava usando um short curto e uma camiseta de malha preta que deixava ver o sutiã preto dela. Depois de alguns minutos, ela foi para a cozinha cozinhar. Às vezes, a gente conversava durante as pausas e depois almoçávamos juntos, falando de tudo um pouco. Essa rotina se repetiu por vários dias, e a única coisa que eu conseguia pensar era em enfiar meu pau na buceta dela.
Um dia, enquanto eu estava no banho, a Adriana bateu freneticamente na porta. Era a Vero no telefone e ela precisava falar comigo com urgência. Saí com uma toalha em volta do corpo e peguei o telefone. A Adriana se retirou do quarto. Terminada minha conversa com a Vero, coloquei o telefone sobre a cama, tirei a toalha para colocar a cueca, e justo nesse momento a Adriana entrou no meu quarto. Ao me ver pelado, ela ficou quase paralisada e fixou o olhar no meu pau. Sem se mover por alguns segundos, nervosamente ela disse: "Mil desculpas, Jorge, pensei que você tinha voltado pro banho". "Não se preocupa, Adri..." respondi. Ela sorriu envergonhada e saiu rapidamente.
Durante o almoço, notei que ela estava quieta e nervosa. Tentei fazer ela falar sobre vários assuntos para distraí-la do que aconteceu e, aos poucos, ela foi se soltando. Tivemos uma conversa agradável. No final da tarde, Vero chegou em casa e decidimos todos ir ao sauna antes do jantar. O sauna era pequeno e tinha um pequeno jacuzzi. Adriana usava um biquíni branco amarrado no pescoço que mal a cobria. Dava para ver os lados dos seios e os mamilos escuros através do tecido molhado. Sua linda buceta se revelava quanto mais úmido ficava o tecido. Eu sentia meu pau ficando molhado enquanto ela se sentava na minha frente em sua clássica pose de ioga. Não sei se ela sabia que toda a sua xoxota estava praticamente exposta para mim. A excitação e o calor foram demais para mim, então tive que sair para o jacuzzi para me esfriar um pouco, já que a água não estava muito quente. Minutos depois, Vero e minha sogra se juntaram a mim. Estávamos os três dentro, nossos pés se tocando e eu fingia não sentir. Nos olhávamos espontaneamente como se compartilhássemos algum segredo. Meu pau estava duro e latejando. De repente, Vero diz: "Ok, vou voltar para o sauna. Vocês vêm?" Eu disse: "Me dá alguns minutos..." e minha sogra respondeu: "Sim, eu também... estou bem aqui." Vero entrou no sauna e nos deixou sozinhos. Comecei a ser mais agressivo com meus pés tocando nela, fingindo ser um acidente. Conversamos por alguns momentos, só nós dois:
- "Como tem sido sua estadia até agora, Adri?
- "Estou muito à vontade com tudo, o clima, minha filha com tudo
- "Que bom, Adri, fico feliz. Amanhã vou te preparar uma janta deliciosa..." já que sou muito bom na cozinha
- "Muito obrigada, Jorge. Se continuarem me mimando assim, eu nunca vou embora..." e sorriu.
- "Você é bem-vinda sempre que quiser" eu respondi...
Enquanto conversávamos, minha vista ficava presa nos mamilos dela e meu pau ficou duro de tesão na hora. Decidi que ela precisava ver meu pau e o que o corpo dela tava provocando em mim.
- "Agora sim vou pro sauna, vem?" eu disse, enquanto me levantava da jacuzzi, meu pau ereto ficou na altura do olhar dela, vi como os olhos dela cravaram no meu membro e eu como se nada continuei meu caminho pro sauna, nervosamente ela respondeu "ah sim, vou já..." com uma voz trêmula.
Era uma sexta-feira e eu e a Vero tínhamos um encontro com alguns amigos. Entre tequilas e whisky, algumas horas se passaram. A Vero tinha exagerado nas doses e eu decidi que era hora de encerrar a noite. Eram 2h da manhã quando chegamos. Deitei ela, depois tirei minha roupa e apaguei as luzes para dormir. Quando eu estava quase pegando no sono, a Vero acordou. Ela se levantou e correu desorientada para o banheiro para vomitar. Com o barulho, minha sogra acordou e entrou no quarto para ver o que estava acontecendo. Ela estava com um camisolim de seda cinza bem curto que fez meu pau endurecer na hora. A Vero, completamente bêbada, estava vomitando no vaso enquanto eu a segurava. A Adriana se aproximou para me ajudar. "Vero, você precisa aprender a se controlar", ela disse. Nós a limpamos e, enquanto me ajudava a levantá-la, a Adriana encostou a mão toda no meu pau. "Oh, desculpe, Jorge, é que não vi direito como segurar ela". Eu sorri para ela, levantei a Vero para deitá-la de novo. "Obrigada, Jorge. Tomara que ela não levante de novo", ela me disse.
- "Com tudo que ela bebeu, duvido muito..." eu disse
- "Quer que eu faça um café pra você?" ela me perguntou.
- "Se você me acompanhar, claro
- "Mas é claro" respondeu
Ela foi para a cozinha e eu a segui, observando como sua bunda se desenhava na seda. Na cozinha, não conseguia parar de olhar para ela e o álcool me deixava ainda mais excitado. Adriana me entregou uma xícara e eu me apoiei na pia enquanto tomava meu café. Percebi como Adriana olhava para meu volume, meu pau ficando claramente marcado na minha cueca branca.
- "Mas amanhã é sábado e você não trabalha" ela me disse
- "Sim, mas a Vero trabalha, coitada..." eu respondi
- "Que sacana, Jorge... hahaha" ela sorriu e derramou o café quente no peito dele
- "Puta merda..." ela gritou, me aproximei imediatamente com um guardanapo para enxugá-la do café quente e esfreguei seus seios
- "Mas acho que o café não estava tão quente assim, deixa eu ver se você se machucou" eu disse
- "Não, Jorge, assim..." ela me disse
Me aproximei e levantei o camisão dela até tirá-lo. "Que pena, Jorge", disse ela envergonhada. Ali estavam seus seios nus diante de mim, um pouco irritados pelo café, mas nada sério. Peguei uma pomada da gaveta para cobrir a lesão, coloquei um pouco na minha mão e comecei a esfregar seu peito devagar, chegando até seus mamilos. Ela evitava olhar nos meus olhos, mas eu sentia seu coração batendo cada vez mais forte, e seus mamilos eretos não conseguiam esconder sua excitação. Meu pau latejava e eu já não conseguia me controlar. Aproximei-me e beijei seus lábios, enfiei minha língua enquanto apertava seus seios. Ela correspondeu com a língua dela. Minha mão chegou até sua buceta, que estava molhada, e ela gemeu enquanto eu acariciava seus lábios vaginais. Senti a mão dela apertando meu pau. Nossa respiração ficou ofegante.
Quero comer sua buceta", sussurrei para ela.
Enquanto esfregava seu clitóris, levei ela para o quarto, coloquei ela de bruços na cama enquanto puxava sua calcinha para baixo.
- "Jorge, não, você é casado com a minha filha
Mas ela não oferecia muita resistência, arranquei a calcinha dela e afastei suas nádegas para expor seu lindo cu, e comecei a chupar seu ânus freneticamente. Enfiava minha língua enquanto beijava seu cu como antes havia beijado sua boca. Meu pau pulsava e ela gemía de prazer. Peguei um dedo e enfiei na sua buceta.
- "Aiii, meu Deus..." ela exclamou
Enquanto minha língua abria seu esfínter, sua buceta pulsava e seus fluidos encharcavam toda minha mão. Usei seus líquidos para lubrificar meu pau e o inseri em seu ânus, primeiro a cabeça do meu pau bem devagar.
Ela gemeu "Ahhh, que grossa sua rola...
E aos poucos seu cu engolia toda a minha pica, meu pau estava quase explodindo, comecei a mover minha pica dentro do cu dela enquanto ela abria as nádegas, ela gritava
- "Enfia seu pau em mim, Jorge, quero seu pau no meu cu
Comecei a aumentar o ritmo,
- "Jorge, enfia seu pau na sua sogra, enche o cu da sua sogra com sua porra quente
Meu pau já não aguentava mais, tirei ele do seu âno dilatado e me aproximei novamente para acariciar sua abertura anal com minha língua. Ela gritava de prazer enquanto Vero dormia sua bebedeira no outro quarto.
- "Isso, lambe meu cu assim... aaah assim, assim." ela gemeu
Uma vez lubrificada de novo, meu pau invadiu seu reto
- "Aahh, Deus, que pau grosso! Adoro seu pau, Jorge!" - gritei, sem me importar que a Vero estava dormindo por perto.
- "Eu quero seu pau sempre, me dá seu pau grosso, Jorge, sim, assim, assim, mais!
Peguei ela e coloquei de quatro, meu pau penetrou na sua buceta molhada e suculenta,
- "Ahh, caralho!!! Isso, me faz de sua puta, Jorge, quero ser sua puta!
Minha pica penetrou com força sua buceta, ela agarrava meu pau quase como se a Adriana estivesse controlando à vontade, sua vagina apertava meu pênis como uma garota de 20 anos, seus fluidos escorriam pela cama.
- "Adoro seu pau, dá seu leite pra sua sogra, Jorge" ela gritava
- "Vou gozar, Jorge, assim, me dá assim!!
Peguei meu polegar e enfiei no cu dela enquanto meu pau macetava sua buceta.
- "Finalmente um homem de verdade, assim!! Que delícia!! Jorge, me fode!! Sou sua mulher!!
Eu já não aguentava mais, senti meu pau explodir dentro da sua buceta
- "aaahhh Ahhh, Ahhh!!!" eu grito
Enquanto toda a minha porra enchia seu útero, seu corpo tremia e sua buceta pulsava apertando meu pau quase convulsionando, minha sogra ficou deitada de bruços enquanto tentava recuperar o fôlego, me deitei ao lado dela ofegante beijando seus peitos e chupando seus mamilos.
Que homem, meu Deus!!" ela disse agitada, dei um beijo na boca dela e saí do quarto.
Uma vez no meu quarto, Vero continuava completamente dormida. Naquele momento, a perversão me invadiu e meu pau ficou duro de novo. A ideia de foder minha sogra e sua filha na mesma noite era uma oportunidade única na vida. Destapei Verônica e tirei seu fio-dental, abri suas pernas e comecei a comer sua buceta. O cheiro dela me excitou muito e meu pênis, completamente ereto, começou a vazar novamente. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a lamber seu cu. Enfiei minha língua, me certificando de deixá-lo bem lubrificado. Seu ânus começou a dilatar, enfiei dois dedos para abrir ainda mais. Abri seu cu e cuspi dentro. Peguei meu pau e enfiei fundo nela, ela gemeu baixinho. Comecei a me mover e a polir seu reto. Meu pau grosso e quente dilatava seu reto, e quando eu tirava, ele permanecia aberto. Cuspi dentro de novo e a penetrei novamente. Meu pau já não aguentava mais e jorrou toda a porra dentro de seu ânus. Tirei meu pau de seu cu e o sêmen começou a escorrer de seu buraco. Cobri-a e, exausto, fui dormir.
No dia seguinte, Vero saiu cedo para o trabalho, quase nem senti. Acordei lembrando que na noite anterior tinha comido a Adriana. Fiquei nervoso por alguns minutos e não queria sair do meu quarto. Tomei um banho, coloquei um short e uma camiseta e fui tomar café da manhã. Enquanto tomava café, Adriana saiu do quarto dela com o cabelo molhado, tinha acabado de tomar banho.
- "Oi Jorge, bom dia...", disse olhando nos meus olhos enquanto se dirigia para a cozinha
- "Bom dia, Adri..." respondi
Ela estava usando uma legging branca e uma blusa verde, meu pau endureceu lembrando da noite anterior, fui até a cozinha atrás dela pra ver se ela estava bem.
- "Como você dormiu, Adri..." eu perguntei
- "Não consegui dormir a noite toda" - respondeu nervosa e com a voz embargada
- "Eu tô me sentindo muito mal, não devia ter acontecido o que rolou ontem à noite, tô com muita vergonha" continuou
- "Você é o marido da minha filha, e eu me sinto a pior mãe do mundo, não sei o que deu em mim" disse enquanto a voz falhava
- "Não é só culpa sua, eu também me sinto mal. Mas o que aconteceu vai nos perseguir pelo resto da vida, depende de nós como vamos lidar com isso" respondi
- "Eu amo minha filha e ela nunca pode saber disso, Jorge, eu te imploro, por favor, você tem que me prometer que ela nunca vai descobrir.
- "Eu te prometo, Adri, nem a Veronica nem seu marido, isso tem que ser nosso segredo até a cova" eu disse
- "O que está feito, está feito. Nada do que a gente fizer vai apagar o fato de que transamos", continuei.
- "É verdade, isso não pode se repetir" - ela me disse
- "Isso vai se repetir e você sabe que vai ser assim, quando você vier dormir em casa, no Natal, em casamentos, vou ver a oportunidade de te fazer minha mulher. Não vamos conseguir evitar ou negar..." respondi
Olho nos meus olhos, me aproximo e a beijo com paixão, nossas línguas se encontraram novamente e nossa respiração acelerada não conseguia disfarçar a excitação que sentíamos um pelo outro. Ela pegou minha pica dura por cima do shorts e apertou com força. Levei-a até o quarto e a deitei na cama, puxei seus shorts para baixo e abri suas pernas. Sua buceta recém-depilada estava molhada, beijei sua vagina e lambi toda sua umidade, minha língua brincava com seu clitóris e a penetrava, saboreando seus sucos vaginais.
- "Ah sim, assim... Ahh" ela gemeu. Levantei suas pernas até a altura da minha cabeça e comecei a lamber seu cu.
- "Jorge, assim... Adoro sua língua, isso, assim... Enfia no meu cu" disse quase sussurrando. Enfiei minha língua no seu cu fazendo círculos enquanto ele se dilatava.
- "Ah sim... Quero cavalgar em você, Jorge, quero seu pau grosso na minha bunda" ela sussurrou. Virei de costas e ela montou em mim, pegou meu pau e deslizou lentamente dentro do seu reto.
- "Ahh, que delícia sentir seu membro abrindo meu esfíncter... Assim, me dá tudo..." ela disse. Meu pau entrava cada vez mais até estar completamente dentro dela, ela começou a cavalgar em mim e pegar ritmo enquanto gemía de prazer, meu pau pulsava com cada investida em seu lindo cu, tirei a camiseta dela, agarrei seus seios lindos e os apertei enquanto Adri cavalgava mais forte, comecei a lamber seus mamilos e chupá-los como se estivesse mamando, seus mamilos escuros engrossaram.
- "Adoro seu pau dentro de mim" ela disse.
- "Você gosta de me comer pelo cu, Jorge? Gosta do cheiro?" continuou
- "Amo sua bunda, amo seu cheiro, Adri... enfia tudo" ela respondeu. Ela desmontou e começou a chupar meu pau, eu enfiei dois dedos dentro da sua buceta enquanto ela limpava minha pica com a boca, sua vagina estava quente e molhada, peguei ela pela cintura e coloquei sua xota na minha boca, em 69 lambei toda sua vagina enquanto bebia seus líquidos, seu cu dilatado agora na minha frente estava úmido e irritado pela fricção, comecei a lamber e beijar enquanto minha língua invadia, ela gemendo de prazer.
- "Senta na minha boca" eu disse. Ela sentou sobre meus lábios e usou minha língua para dilatar seu cu e lubrificar sua buceta, minha língua a penetrava e ela cavalgava como se fosse um pau, lambia sua buceta e cu enquanto ela se movia sobre meu rosto, deixei ela limpa e molhada, ela montou em mim de novo e dessa vez enfiou meu pau na vagina.
- "Me dá esse pauzão grosso, Jorge... ahh, sim" - ela sussurrou. Meu pau penetrou suavemente nela enquanto ela mordia os lábios
- "Como me pule teu pau, assim me dá assim" ela começou a se mexer com mais ritmo
- "Vou gozar..." ela disse. Senti a buceta dela apertar meu pau com força enquanto ela se movia mais rápido
- "Deus assim... assim... assim..." ela gemeu, chupando meus peitos enquanto cavalgava mais rápido
- "Jorge, eu vou gozar, não para, assim mesmo, me dá, minha velha, use a palavra: buceta, me dá" ela estava chegando ao orgasmo.
- "Ahhh!!! Siiim!! Ahhh Sim, sim, sim, assim," ela explodiu num orgasmo, desabou sobre mim enquanto se convulsionava no meu peito.
Minha pica ainda estava dura, porque eu não tinha gozado ainda.
- "Sobe em mim, Adri..." eu disse. Ela obedeceu.
- "Quero que você me dê seu cu...", eu disse. Ela pegou meu pau e enfiou no reto dela.
- "Ahh, eu adoro isso" sussurro. Ela começou a se mexer e cavalgar meu pau com o cu, a bunda dela estava quente e apertada
- "Quero todo o seu leite dentro do meu cu, Jorge..." ela ordenou. Comecei a chupar os peitos dela e a morder seus mamilos eretos
- "Vou gozar, Jorge, assim, assim, assim" - ela começou a acelerar o ritmo enquanto com a outra mão esfregava seus lábios vaginais e o clitóris
Ahh, Ahh, ahh meu Deus, finalmente uma pica dura... me diz, Jorge, me diz que você sempre vai me dar pica!" gritava
- "Dá seu leite pra sua sogra, sim, sim, sim... Enche minha buceta de porra, Jorge" ela estava quase gozando e eu também.
- "Eu vou gozar..." ela gritou enquanto o orgasmo começava e seu ânus apertava forte minha pica, um jato de urina encheu meu rosto enquanto seu reto convulsionava abraçando meu membro, minha pica explodiu dentro de seu cu enchendo-a de porra enquanto eu bebia sua urina.
- "sim, sinto seu porra quente enchendo meu cu, sim assim, dá toda sua porra pra sua sogra... sim" continuou seu orgasmo.
- "Meu Deus, siiim, que delícia, que delícia, Jorge" e ela desmaiou na cama
Deitei em cima dela e terminei de limpar a buceta com a boca enquanto chupava e lambia sua umidade, meu gozo escorria do seu cu. Me aproximei dela e a beijei.
- "Você vai ser meu homem e eu vou ser sua putinha e de mais ninguém, nem seu sogro vai me tocar com a broxagem dele" ela me disse
A partir daquele momento, minha sogra e eu aproveitamos o sexo e a safadeza em cada oportunidade.



Seis meses depois, já acostumados com a rotina, conseguimos nos mudar para uma casa linda dentro de um condomínio que tinha todas as facilidades: piscina, sauna, academia, etc. A casa tinha um jardim amplo e 2 quartos adicionais para visitas. Normalmente, a gente aproveitava os fins de semana para descansar na piscina ou passar algumas horas na sauna.
Minha esposa era uma morena alta, filha de pais mexicanos, era extremamente gostosa, com uns peitões enormes e um quadril típico de mexicana, além disso, sua rotina pesada na academia a ajudava a se manter em forma diariamente. Ela era muito próxima da mãe e da irmã, quando morávamos na mesma cidade normalmente no fim de semana sempre tinha um evento familiar onde elas podiam se ver e conversar sobre a semana, alguns dias da semana a mãe dela vinha em casa almoçar e até ficava alguns dias conosco, ela era uma mulher linda de 57 anos, magra, de olhos claros mas com pele morena, na sua idade se mantinha em forma e praticava yoga praticamente todos os dias, razão do seu ótimo condicionamento físico, às vezes quando ela ficava para dormir no fim de semana, gostava de colocar seus pijamas de seda que expunham sua silhueta enquanto tínhamos sessões de jogos de tabuleiro, às vezes não conseguia deixar de notar seus seios lindos que se desenhavam na seda ou suas longas pernas tonificadas, tenho certeza que ela percebia quando eu olhava e acho que ela gostava, o certo é que era um banquete para os olhos. Ao nos mudarmos foi um golpe duro para minha mulher, sua irmã e sua mãe, já que não poderiam compartilhar tanto quanto antes. Por isso decidimos que tanto a mãe quanto a irmã dela poderiam nos visitar quantas vezes quisessem e ficar o tempo que desejassem em nossa nova casa, afinal tínhamos quartos extras e elas sempre eram bem-vindas.
Numa ocasião, Adriana, minha sogra, nos visitou por um mês antes do Natal, então planejamos uma série de atividades, geralmente para os fins de semana, e um jantar esporádico na cidade durante a semana, já que durante o dia Vero e eu tínhamos que trabalhar. Como eu trabalhava de casa, Adriana e eu passávamos muito tempo juntos no início, com silêncios prolongados, mas aos poucos fomos conversando de forma muito mais fluida. Ela era agradável e muito inteligente, distinta e tinha um porte de autoridade que eu admirava. Conforme os dias passavam, nosso relacionamento ficava mais ameno e de confiança.
Num fim de semana, decidimos ir à piscina para passar o dia. Vero, Adriana e eu compramos umas cervejas e curtimos o calor tropical da cidade. Adriana não tinha maiô, então precisou pedir um emprestado da Vero. Ela vestiu um biquíni azul bem pequeno, mal a vi e já senti meu pau latejando. Ela começou a passar protetor solar por todo o corpo, estendeu uma toalha na grama, deitou e começou a ler um livro. Minha esposa Vero preferiu ler um pouco na sombra de uma árvore, e eu fui nadar por alguns minutos. Saindo da piscina, peguei o óleo bronzeador e comecei a espalhar pelo meu corpo para pegar um pouco de cor. Minha sogra me viu e pediu que, quando terminasse, eu passasse o produto para ela fazer o mesmo. Como ela estava lendo e com as mãos ocupadas, perguntei se preferia que eu a ajudasse com o óleo para não estragar o livro. Ela concordou, moveu o livro para o lado e eu procedi a cobrir seu peito e braços. Passei as mãos quase tocando seus seios, seu abdomen, arriscando perto de sua barriga. Quando cheguei em suas pernas, já estava com o pau completamente duro e ereto. Comecei pelos pés e subi devagar até suas coxas. Minha excitação era tanta que não me importei de segurar suas pernas com as duas mãos, quase chegando na sua buceta. Pedi que ela se virasse e, enquanto isso, vi seus olhos se fixarem rapidamente na minha ereção. Ela tentou disfarçar, e eu, ainda mais excitado com isso, continuei com a parte de trás das coxas. Comecei pelas nádegas, invadindo a parte interna da coxa com uma pressão forte para baixo até chegar nos tornozelos. Por último, peguei mais óleo e prossegui com suas costas. Não pude evitar invadir os lados dos seios com meus dedos enquanto massageava suas costas. Quando terminei, disse: "Ok, atendida, Adri". Ela respondeu: "Obrigada pelo serviço de primeira!" e piscou para mim. O resto do dia passou sem maiores novidades.
Voltando da piscina, comecei a preparar uns tacos enquanto Vero e minha sogra tomavam banho, quando terminei Adriana entrou e me perguntou se podia ajudar em alguma coisa. Ela estava usando um pijama branco longo que chegava até os joelhos e não estava usando sutiã, então o contorno dos seios e os mamilos estavam marcando. Pedi que me ajudasse com a mesa, ela se abaixou ao meu lado para pegar guardanapos na gaveta e pude ver seus lindos seios e os mamilos escuros. Meu pau endureceu na hora e fiquei com muito tesão, acho que ela viu o volume enquanto eu tentava disfarçar. Naquela noite, fiquei fantasiando com os peitos e o corpo dela, revivendo a tarde na piscina.
Era 1h da manhã e acordei com sede, então fui até a cozinha pegar um copo d'água. Saindo do quarto, percebi a luz da TV vindo do quarto da Adriana. Ao passar, olhei e ela estava com as pernas meio abertas e sem calcinha — deu pra ver sua buceta deliciosa e seus lábios lindos enfeitando a fenda. Ela não percebeu minha presença e continuei olhando, aproveitando a escuridão do corredor. Não aguentei a curiosidade e bati na porta pra perguntar: "Oi Adri, tô indo na cozinha, precisa de algo?" enquanto meus olhos não desgrudavam da sua linda pussy. Ela, nervosa, disse: "Não, Jorge, obrigada, vou dormir agora". E eu respondi com duplo sentido: "Se precisar de qualquer coisa, me avisa", fazendo alusão ao seu sexo. Ela sorriu levemente.
No dia seguinte, já segunda-feira, Varo foi trabalhar e eu sentei na sala para trabalhar também. Minha sogra saiu pouco depois de tomar banho e sentou na sala para ver TV. Ela estava usando um short curto e uma camiseta de malha preta que deixava ver o sutiã preto dela. Depois de alguns minutos, ela foi para a cozinha cozinhar. Às vezes, a gente conversava durante as pausas e depois almoçávamos juntos, falando de tudo um pouco. Essa rotina se repetiu por vários dias, e a única coisa que eu conseguia pensar era em enfiar meu pau na buceta dela.
Um dia, enquanto eu estava no banho, a Adriana bateu freneticamente na porta. Era a Vero no telefone e ela precisava falar comigo com urgência. Saí com uma toalha em volta do corpo e peguei o telefone. A Adriana se retirou do quarto. Terminada minha conversa com a Vero, coloquei o telefone sobre a cama, tirei a toalha para colocar a cueca, e justo nesse momento a Adriana entrou no meu quarto. Ao me ver pelado, ela ficou quase paralisada e fixou o olhar no meu pau. Sem se mover por alguns segundos, nervosamente ela disse: "Mil desculpas, Jorge, pensei que você tinha voltado pro banho". "Não se preocupa, Adri..." respondi. Ela sorriu envergonhada e saiu rapidamente.
Durante o almoço, notei que ela estava quieta e nervosa. Tentei fazer ela falar sobre vários assuntos para distraí-la do que aconteceu e, aos poucos, ela foi se soltando. Tivemos uma conversa agradável. No final da tarde, Vero chegou em casa e decidimos todos ir ao sauna antes do jantar. O sauna era pequeno e tinha um pequeno jacuzzi. Adriana usava um biquíni branco amarrado no pescoço que mal a cobria. Dava para ver os lados dos seios e os mamilos escuros através do tecido molhado. Sua linda buceta se revelava quanto mais úmido ficava o tecido. Eu sentia meu pau ficando molhado enquanto ela se sentava na minha frente em sua clássica pose de ioga. Não sei se ela sabia que toda a sua xoxota estava praticamente exposta para mim. A excitação e o calor foram demais para mim, então tive que sair para o jacuzzi para me esfriar um pouco, já que a água não estava muito quente. Minutos depois, Vero e minha sogra se juntaram a mim. Estávamos os três dentro, nossos pés se tocando e eu fingia não sentir. Nos olhávamos espontaneamente como se compartilhássemos algum segredo. Meu pau estava duro e latejando. De repente, Vero diz: "Ok, vou voltar para o sauna. Vocês vêm?" Eu disse: "Me dá alguns minutos..." e minha sogra respondeu: "Sim, eu também... estou bem aqui." Vero entrou no sauna e nos deixou sozinhos. Comecei a ser mais agressivo com meus pés tocando nela, fingindo ser um acidente. Conversamos por alguns momentos, só nós dois:
- "Como tem sido sua estadia até agora, Adri?
- "Estou muito à vontade com tudo, o clima, minha filha com tudo
- "Que bom, Adri, fico feliz. Amanhã vou te preparar uma janta deliciosa..." já que sou muito bom na cozinha
- "Muito obrigada, Jorge. Se continuarem me mimando assim, eu nunca vou embora..." e sorriu.
- "Você é bem-vinda sempre que quiser" eu respondi...
Enquanto conversávamos, minha vista ficava presa nos mamilos dela e meu pau ficou duro de tesão na hora. Decidi que ela precisava ver meu pau e o que o corpo dela tava provocando em mim.
- "Agora sim vou pro sauna, vem?" eu disse, enquanto me levantava da jacuzzi, meu pau ereto ficou na altura do olhar dela, vi como os olhos dela cravaram no meu membro e eu como se nada continuei meu caminho pro sauna, nervosamente ela respondeu "ah sim, vou já..." com uma voz trêmula.
Era uma sexta-feira e eu e a Vero tínhamos um encontro com alguns amigos. Entre tequilas e whisky, algumas horas se passaram. A Vero tinha exagerado nas doses e eu decidi que era hora de encerrar a noite. Eram 2h da manhã quando chegamos. Deitei ela, depois tirei minha roupa e apaguei as luzes para dormir. Quando eu estava quase pegando no sono, a Vero acordou. Ela se levantou e correu desorientada para o banheiro para vomitar. Com o barulho, minha sogra acordou e entrou no quarto para ver o que estava acontecendo. Ela estava com um camisolim de seda cinza bem curto que fez meu pau endurecer na hora. A Vero, completamente bêbada, estava vomitando no vaso enquanto eu a segurava. A Adriana se aproximou para me ajudar. "Vero, você precisa aprender a se controlar", ela disse. Nós a limpamos e, enquanto me ajudava a levantá-la, a Adriana encostou a mão toda no meu pau. "Oh, desculpe, Jorge, é que não vi direito como segurar ela". Eu sorri para ela, levantei a Vero para deitá-la de novo. "Obrigada, Jorge. Tomara que ela não levante de novo", ela me disse.
- "Com tudo que ela bebeu, duvido muito..." eu disse
- "Quer que eu faça um café pra você?" ela me perguntou.
- "Se você me acompanhar, claro
- "Mas é claro" respondeu
Ela foi para a cozinha e eu a segui, observando como sua bunda se desenhava na seda. Na cozinha, não conseguia parar de olhar para ela e o álcool me deixava ainda mais excitado. Adriana me entregou uma xícara e eu me apoiei na pia enquanto tomava meu café. Percebi como Adriana olhava para meu volume, meu pau ficando claramente marcado na minha cueca branca.
- "Mas amanhã é sábado e você não trabalha" ela me disse
- "Sim, mas a Vero trabalha, coitada..." eu respondi
- "Que sacana, Jorge... hahaha" ela sorriu e derramou o café quente no peito dele
- "Puta merda..." ela gritou, me aproximei imediatamente com um guardanapo para enxugá-la do café quente e esfreguei seus seios
- "Mas acho que o café não estava tão quente assim, deixa eu ver se você se machucou" eu disse
- "Não, Jorge, assim..." ela me disse
Me aproximei e levantei o camisão dela até tirá-lo. "Que pena, Jorge", disse ela envergonhada. Ali estavam seus seios nus diante de mim, um pouco irritados pelo café, mas nada sério. Peguei uma pomada da gaveta para cobrir a lesão, coloquei um pouco na minha mão e comecei a esfregar seu peito devagar, chegando até seus mamilos. Ela evitava olhar nos meus olhos, mas eu sentia seu coração batendo cada vez mais forte, e seus mamilos eretos não conseguiam esconder sua excitação. Meu pau latejava e eu já não conseguia me controlar. Aproximei-me e beijei seus lábios, enfiei minha língua enquanto apertava seus seios. Ela correspondeu com a língua dela. Minha mão chegou até sua buceta, que estava molhada, e ela gemeu enquanto eu acariciava seus lábios vaginais. Senti a mão dela apertando meu pau. Nossa respiração ficou ofegante.
Quero comer sua buceta", sussurrei para ela.
Enquanto esfregava seu clitóris, levei ela para o quarto, coloquei ela de bruços na cama enquanto puxava sua calcinha para baixo.
- "Jorge, não, você é casado com a minha filha
Mas ela não oferecia muita resistência, arranquei a calcinha dela e afastei suas nádegas para expor seu lindo cu, e comecei a chupar seu ânus freneticamente. Enfiava minha língua enquanto beijava seu cu como antes havia beijado sua boca. Meu pau pulsava e ela gemía de prazer. Peguei um dedo e enfiei na sua buceta.
- "Aiii, meu Deus..." ela exclamou
Enquanto minha língua abria seu esfínter, sua buceta pulsava e seus fluidos encharcavam toda minha mão. Usei seus líquidos para lubrificar meu pau e o inseri em seu ânus, primeiro a cabeça do meu pau bem devagar.
Ela gemeu "Ahhh, que grossa sua rola...
E aos poucos seu cu engolia toda a minha pica, meu pau estava quase explodindo, comecei a mover minha pica dentro do cu dela enquanto ela abria as nádegas, ela gritava
- "Enfia seu pau em mim, Jorge, quero seu pau no meu cu
Comecei a aumentar o ritmo,
- "Jorge, enfia seu pau na sua sogra, enche o cu da sua sogra com sua porra quente
Meu pau já não aguentava mais, tirei ele do seu âno dilatado e me aproximei novamente para acariciar sua abertura anal com minha língua. Ela gritava de prazer enquanto Vero dormia sua bebedeira no outro quarto.
- "Isso, lambe meu cu assim... aaah assim, assim." ela gemeu
Uma vez lubrificada de novo, meu pau invadiu seu reto
- "Aahh, Deus, que pau grosso! Adoro seu pau, Jorge!" - gritei, sem me importar que a Vero estava dormindo por perto.
- "Eu quero seu pau sempre, me dá seu pau grosso, Jorge, sim, assim, assim, mais!
Peguei ela e coloquei de quatro, meu pau penetrou na sua buceta molhada e suculenta,
- "Ahh, caralho!!! Isso, me faz de sua puta, Jorge, quero ser sua puta!
Minha pica penetrou com força sua buceta, ela agarrava meu pau quase como se a Adriana estivesse controlando à vontade, sua vagina apertava meu pênis como uma garota de 20 anos, seus fluidos escorriam pela cama.
- "Adoro seu pau, dá seu leite pra sua sogra, Jorge" ela gritava
- "Vou gozar, Jorge, assim, me dá assim!!
Peguei meu polegar e enfiei no cu dela enquanto meu pau macetava sua buceta.
- "Finalmente um homem de verdade, assim!! Que delícia!! Jorge, me fode!! Sou sua mulher!!
Eu já não aguentava mais, senti meu pau explodir dentro da sua buceta
- "aaahhh Ahhh, Ahhh!!!" eu grito
Enquanto toda a minha porra enchia seu útero, seu corpo tremia e sua buceta pulsava apertando meu pau quase convulsionando, minha sogra ficou deitada de bruços enquanto tentava recuperar o fôlego, me deitei ao lado dela ofegante beijando seus peitos e chupando seus mamilos.
Que homem, meu Deus!!" ela disse agitada, dei um beijo na boca dela e saí do quarto.
Uma vez no meu quarto, Vero continuava completamente dormida. Naquele momento, a perversão me invadiu e meu pau ficou duro de novo. A ideia de foder minha sogra e sua filha na mesma noite era uma oportunidade única na vida. Destapei Verônica e tirei seu fio-dental, abri suas pernas e comecei a comer sua buceta. O cheiro dela me excitou muito e meu pênis, completamente ereto, começou a vazar novamente. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a lamber seu cu. Enfiei minha língua, me certificando de deixá-lo bem lubrificado. Seu ânus começou a dilatar, enfiei dois dedos para abrir ainda mais. Abri seu cu e cuspi dentro. Peguei meu pau e enfiei fundo nela, ela gemeu baixinho. Comecei a me mover e a polir seu reto. Meu pau grosso e quente dilatava seu reto, e quando eu tirava, ele permanecia aberto. Cuspi dentro de novo e a penetrei novamente. Meu pau já não aguentava mais e jorrou toda a porra dentro de seu ânus. Tirei meu pau de seu cu e o sêmen começou a escorrer de seu buraco. Cobri-a e, exausto, fui dormir.
No dia seguinte, Vero saiu cedo para o trabalho, quase nem senti. Acordei lembrando que na noite anterior tinha comido a Adriana. Fiquei nervoso por alguns minutos e não queria sair do meu quarto. Tomei um banho, coloquei um short e uma camiseta e fui tomar café da manhã. Enquanto tomava café, Adriana saiu do quarto dela com o cabelo molhado, tinha acabado de tomar banho.
- "Oi Jorge, bom dia...", disse olhando nos meus olhos enquanto se dirigia para a cozinha
- "Bom dia, Adri..." respondi
Ela estava usando uma legging branca e uma blusa verde, meu pau endureceu lembrando da noite anterior, fui até a cozinha atrás dela pra ver se ela estava bem.
- "Como você dormiu, Adri..." eu perguntei
- "Não consegui dormir a noite toda" - respondeu nervosa e com a voz embargada
- "Eu tô me sentindo muito mal, não devia ter acontecido o que rolou ontem à noite, tô com muita vergonha" continuou
- "Você é o marido da minha filha, e eu me sinto a pior mãe do mundo, não sei o que deu em mim" disse enquanto a voz falhava
- "Não é só culpa sua, eu também me sinto mal. Mas o que aconteceu vai nos perseguir pelo resto da vida, depende de nós como vamos lidar com isso" respondi
- "Eu amo minha filha e ela nunca pode saber disso, Jorge, eu te imploro, por favor, você tem que me prometer que ela nunca vai descobrir.
- "Eu te prometo, Adri, nem a Veronica nem seu marido, isso tem que ser nosso segredo até a cova" eu disse
- "O que está feito, está feito. Nada do que a gente fizer vai apagar o fato de que transamos", continuei.
- "É verdade, isso não pode se repetir" - ela me disse
- "Isso vai se repetir e você sabe que vai ser assim, quando você vier dormir em casa, no Natal, em casamentos, vou ver a oportunidade de te fazer minha mulher. Não vamos conseguir evitar ou negar..." respondi
Olho nos meus olhos, me aproximo e a beijo com paixão, nossas línguas se encontraram novamente e nossa respiração acelerada não conseguia disfarçar a excitação que sentíamos um pelo outro. Ela pegou minha pica dura por cima do shorts e apertou com força. Levei-a até o quarto e a deitei na cama, puxei seus shorts para baixo e abri suas pernas. Sua buceta recém-depilada estava molhada, beijei sua vagina e lambi toda sua umidade, minha língua brincava com seu clitóris e a penetrava, saboreando seus sucos vaginais.
- "Ah sim, assim... Ahh" ela gemeu. Levantei suas pernas até a altura da minha cabeça e comecei a lamber seu cu.
- "Jorge, assim... Adoro sua língua, isso, assim... Enfia no meu cu" disse quase sussurrando. Enfiei minha língua no seu cu fazendo círculos enquanto ele se dilatava.
- "Ah sim... Quero cavalgar em você, Jorge, quero seu pau grosso na minha bunda" ela sussurrou. Virei de costas e ela montou em mim, pegou meu pau e deslizou lentamente dentro do seu reto.
- "Ahh, que delícia sentir seu membro abrindo meu esfíncter... Assim, me dá tudo..." ela disse. Meu pau entrava cada vez mais até estar completamente dentro dela, ela começou a cavalgar em mim e pegar ritmo enquanto gemía de prazer, meu pau pulsava com cada investida em seu lindo cu, tirei a camiseta dela, agarrei seus seios lindos e os apertei enquanto Adri cavalgava mais forte, comecei a lamber seus mamilos e chupá-los como se estivesse mamando, seus mamilos escuros engrossaram.
- "Adoro seu pau dentro de mim" ela disse.
- "Você gosta de me comer pelo cu, Jorge? Gosta do cheiro?" continuou
- "Amo sua bunda, amo seu cheiro, Adri... enfia tudo" ela respondeu. Ela desmontou e começou a chupar meu pau, eu enfiei dois dedos dentro da sua buceta enquanto ela limpava minha pica com a boca, sua vagina estava quente e molhada, peguei ela pela cintura e coloquei sua xota na minha boca, em 69 lambei toda sua vagina enquanto bebia seus líquidos, seu cu dilatado agora na minha frente estava úmido e irritado pela fricção, comecei a lamber e beijar enquanto minha língua invadia, ela gemendo de prazer.
- "Senta na minha boca" eu disse. Ela sentou sobre meus lábios e usou minha língua para dilatar seu cu e lubrificar sua buceta, minha língua a penetrava e ela cavalgava como se fosse um pau, lambia sua buceta e cu enquanto ela se movia sobre meu rosto, deixei ela limpa e molhada, ela montou em mim de novo e dessa vez enfiou meu pau na vagina.
- "Me dá esse pauzão grosso, Jorge... ahh, sim" - ela sussurrou. Meu pau penetrou suavemente nela enquanto ela mordia os lábios
- "Como me pule teu pau, assim me dá assim" ela começou a se mexer com mais ritmo
- "Vou gozar..." ela disse. Senti a buceta dela apertar meu pau com força enquanto ela se movia mais rápido
- "Deus assim... assim... assim..." ela gemeu, chupando meus peitos enquanto cavalgava mais rápido
- "Jorge, eu vou gozar, não para, assim mesmo, me dá, minha velha, use a palavra: buceta, me dá" ela estava chegando ao orgasmo.
- "Ahhh!!! Siiim!! Ahhh Sim, sim, sim, assim," ela explodiu num orgasmo, desabou sobre mim enquanto se convulsionava no meu peito.
Minha pica ainda estava dura, porque eu não tinha gozado ainda.
- "Sobe em mim, Adri..." eu disse. Ela obedeceu.
- "Quero que você me dê seu cu...", eu disse. Ela pegou meu pau e enfiou no reto dela.
- "Ahh, eu adoro isso" sussurro. Ela começou a se mexer e cavalgar meu pau com o cu, a bunda dela estava quente e apertada
- "Quero todo o seu leite dentro do meu cu, Jorge..." ela ordenou. Comecei a chupar os peitos dela e a morder seus mamilos eretos
- "Vou gozar, Jorge, assim, assim, assim" - ela começou a acelerar o ritmo enquanto com a outra mão esfregava seus lábios vaginais e o clitóris
Ahh, Ahh, ahh meu Deus, finalmente uma pica dura... me diz, Jorge, me diz que você sempre vai me dar pica!" gritava
- "Dá seu leite pra sua sogra, sim, sim, sim... Enche minha buceta de porra, Jorge" ela estava quase gozando e eu também.
- "Eu vou gozar..." ela gritou enquanto o orgasmo começava e seu ânus apertava forte minha pica, um jato de urina encheu meu rosto enquanto seu reto convulsionava abraçando meu membro, minha pica explodiu dentro de seu cu enchendo-a de porra enquanto eu bebia sua urina.
- "sim, sinto seu porra quente enchendo meu cu, sim assim, dá toda sua porra pra sua sogra... sim" continuou seu orgasmo.
- "Meu Deus, siiim, que delícia, que delícia, Jorge" e ela desmaiou na cama
Deitei em cima dela e terminei de limpar a buceta com a boca enquanto chupava e lambia sua umidade, meu gozo escorria do seu cu. Me aproximei dela e a beijei.
- "Você vai ser meu homem e eu vou ser sua putinha e de mais ninguém, nem seu sogro vai me tocar com a broxagem dele" ela me disse
A partir daquele momento, minha sogra e eu aproveitamos o sexo e a safadeza em cada oportunidade.



2 comentários - Minha sogra às escondidas