No dia seguinte, já era difícil dormir, algemada nuns lençóis jogados no chão, mal consegui pegar no sono durante a noite. Quando finalmente começava a cair num sono profundo, já tinha amanhecido e ouvi a voz do Rom gritando e batendo forte na grade pra me acordar.

ROM: ACORDA, vagabunda! LEVANTA OU QUER QUE EU ENTRE PRA TE ACORDAR?
EU: já acordei..
O medo de que ele entrasse de novo pra me bater me deu forças extras pra responder. Com muita dificuldade e bem cansada, me levantei, ficando sentada no lugar.
ROM: Isso é uma boa puta, tenho uma surpresa pra você.
EU: M-me chamo Madelyn.. não sou puta.. pelo menos, me chama pelo meu nome..
ROM: O QUE VOCÊ DISSE?
Olhei pra ele, um nó se formou na minha garganta. Não podia deixar ele continuar me humilhando, eu não estava totalmente derrotada. Me convenci disso e, por um breve instante, sustentei o olhar dele. Contra tudo que eu sentia, criei coragem.
Eu: Meu nome é Madelyne Clark, não sou uma puta, me chame pelo meu nome.
ROM: hahahaha, como é que você disse que se chama?
EU: MADELYN CLARK, MADELYN CLARK, não é tão difícil de falar meu nome!
Eu tinha levantado a voz pra ele. Tirei rapidamente a chave da cela, abri, entrei e naquele momento a coragem que eu tinha acumulado dentro de mim se desfez. Comecei a tremer, a recuar, me arrastando pelo chão onde estava sentada, enquanto ele se aproximava de mim.
Eu: N-não, o que cê tá fazendo... espera.
ROM:(não disse nem uma palavra)
eu: por favor, por favor, não.. espera. me desculpa, me perdoa.
ROM: Se não falar alto, não te escuto..
Eu: DESCULPA, ME PERDOA, NÃO VOU MAIS TE RESPONDER ASSIM,
ROM: Como é que você disse que se chama?
eu: madelyn…
Senti um tapa forte, um puxão de cabelo que me fez levantar, mas isso durou só uns segundos. Mal fiquei de pé e já levei um chute na bunda que me fez cair de joelhos de novo, toda dolorida e com lágrimas nos olhos por causa da puta humilhação e surra que acabei de levar.
ROM: QUAL É O SEU NOME?
eu: vagabunda (entre lágrimas)
ROM: COMO AS CADELAS FAZEM?
eu: au… au… au…
ROM: puta gostosa..
Eu tava chorando enquanto respondia as perguntas, me sentia muito humilhada, tava aceitando que meu nome era puta, não conseguia acreditar no fundo que eu tinha caído, até latia igual uma puta.
Ele saiu da cela, fechou a porta, me olhou por um tempo, parecia que me ver chorando tinha excitado ele, falou comigo com voz firme.
ROM: Seja uma boa puta e chega na porta.
Eu: s-sim, senhor...
Me aproximei da porta como ele mandou, não fazia ideia do que ele queria, só obedecia porque morria de medo de ele me dar outra surra.
ROM: vira essa buceta, sua puta, e pobre de você se ousar se mexer daí.
EU: o-que você vai fazer comigo.. por favor, não me machuque mais.. não me bata mais (falei entre lágrimas)
ROM: Se você fizer o que eu peço e não sair daí, não vou ter motivo pra te castigar. Vira de costas e fica parada, puta.
Me virei devagar porque tava com medo, não sabia o que ele tinha planejado fazer comigo. Pra isso, quero esclarecer que a porta da cela, na parte de baixo, tinha uma abertura retangular grande, igual nas cadeias, por onde dá pra passar as mãos pra algemar ou desalgemar.
Quando já estava virada de costas por um tempo e não percebia ele fazendo nada, imaginei que talvez estivesse olhando pra minha bunda enquanto eu ficava parada, pensei que ele só queria ficar de olho no meu corpo, tava muito envergonhada e desconfortável, mas comparado a levar uma surra, isso era bem melhor.
Achei que ele só ia se masturbar, mas senti uma mão entre minhas pernas, por cima da minha calcinha, senti como se um dedo tentasse pressionar dentro de mim, o que me fez dar um pulo instintivo de susto e por causa do dedo que senti tentando enfiar dentro de mim.
Tentei me afastar depois disso, esqueci completamente da ameaça da ROM, mas antes que conseguisse me afastar, a outra mão dela pegou meu cabelo, me parando no seco. Ela me puxou até a grade, fazendo eu bater a cabeça.
EU: ai, por favor, não me bate.
ROM: Então fica quietinha, sua puta.
EU: não faz isso comigo, por favor, não sou uma puta.
ROM: você não é uma puta, elas cobram pelo corpo delas, você me pertence, você é MINHA puta.
EU: Senhor rom, por favor... (com a voz trêmula)
ROM: Você tem duas opções, putinha: abaixa a cabeça e me deixa fazer o que eu quiser, ou eu vou entrar pra te disciplinar de novo.
EU: n-n-não, p-p-por favor.. não me bate mais..
ROM: Então vai me deixar fazer o que eu quiser com você ou vai continuar resistindo?
EU: por favor, não me bate mais, não vou te impedir de fazer o que você quer..
ROM: sabe que já enjoei, não quero mais te tocar, agora quero te bater.
EU: não não não não, por favor..
ROM: Desculpa, vagabunda, azar, é isso que eu quero fazer agora.
EU: não, não, por favor, não me bate, te imploro.
ROM: humm, me convence, por que eu não deveria te dar uma surra agora mesmo?
EU: por favor, rom, te imploro, não me bate mais, te suplico, te peço, cê tá me matando aos poucos!!
ROM: hahaha sei que você queria que eu te matasse e tudo acabasse, mas tenho más notícias: não vou te matar, vou te manter viva, só vai sofrer, não vai morrer.
EU: Não quer me matar, o que você quer de mim, tá me machucando, tá me matando.
ROM: não vou te matar, só vou te bater, vou te fazer sentir dor, tenho médicos de primeira na minha folha de pagamento, não vou deixar você morrer.
EU: nãooo por favor por favor, não me bate mais, por favor, eu faço o que você quiser, o que você pedir!
ROM: bem, sua puta, então me implora pra enfiar os dedos em você!
EU: p-pê... mas... por favor... como é que você me pede... isso... eu não conseguiria...
ROM: então vou entrar pra te bater, não tem escolha.
EU: por favor, rom, eu te imploro, por favor não me bate mais, tá bom, a gente mete-mete os dedos, por favor, eu te imploro, mas não me bate.
ROM: nem sempre é tão fácil, mas tu gosta de fazer do jeito difícil, vagabunda. então abre as pernas, olha pro chão e fica na ponta dos pés.
Entre lágrimas e tremendo de medo, fiz o que ele pediu: abri um pouco minhas pernas, fiquei na ponta dos pés e olhei pro chão, enquanto sentia os dedos dele brincando por cima da minha calcinha. Senti um deles tentando entrar, o que me fazia ficar ainda mais na ponta dos pés. Doía porque eu não estava lubrificada, me sentia abusada, humilhada. Não sentia prazer, só sentia dor e vergonha.

Eu me esfregava e pressionava uns dedos brincalhões por cima da minha calcinha, aos poucos meu corpo foi me traindo, parei de sentir a dor, meu corpo foi esquentando, não entendia o porquê, eu não queria aquilo, mas comecei a me molhar. Ele percebeu e começou a fazer com mais vontade, me tocava de um jeito que minhas pernas começavam a tremer.
ROM: tô vendo que tu curte isso, putinha.
EU: não.. não quero isso..
ROM: você tá toda molhada, sua puta mentirosa.
EU: não é minha culpa.. eu não sei por que meu corpo reage assim..
ROM: é porque você gosta de ser abusada, o problema é que você não aceita isso.
EU: não, isso não me agrada... eu não quero isso...
ROM: teu corpo diz o contrário, essa é a puta que você é, quanto antes aceitar, melhor pra você.
EU: eu não sou assim.. não sou assim… não sou!!
ROM: aceita, você gosta que abusem de você, ninguém tinha feito isso antes, mas agora você acabou de descobrir que isso te excita, sua putinha.
EU: n..não..nãooo..nãooooo de jeito nenhum..
Rom não disse mais nenhuma palavra, se concentrou em continuar me tocando e enfiando os dedos. Senti como os dedos dele abriram caminho por um lado da minha calcinha, para se introduzir na minha buceta e fazer movimentos estranhos lá dentro. Senti eles se abrindo caminho, estavam dentro de mim, praticamente me violentando, estuprando a parte mais íntima do meu corpo... Em pouco tempo minhas pernas começaram a tremer, eu fazia um movimento involuntário a cada dedada dentro de mim, sentia que algo ia explodir dentro de mim a qualquer momento, mas de repente... ele tirou os dedos.
ROM: que foi, vadia, ficou com vontade?
EU: n-não..
ROM: enquanto isso, aposto que você quer que eu continue, né, hahahaha
Fiquei calada, toda acesa por dentro, sentia uma sensação estranha entre as pernas, eu mesma me perguntava o que era aquilo. Será que eu tinha realmente curtido aquilo? Por que eu tava tão tesuda? Por que sentia como se algo faltasse entre as pernas, uns pequenos pulsos, como se meu corpo pedisse pra ser tocado.
Ouvi o barulho das chaves e percebi que o Rom tava abrindo a cela pra entrar, naquele momento com o corpo todo em chamas, senti uma mistura estranha de sensações, tava com medo, isso era fato, não queria que ele me batesse, mas por outro lado parecia que meu corpo aceitava e desejava que ele terminasse o que começou, meu medo foi maior, recuei.
EU: não... por favor, Rom, eu fiz o que você pediu. Por favor... não me bate.
ROM: hahahaha, não te vejo tão assustada como das outras vezes.
EU: por favor, não faz isso, eu fiz tudo o que você pediu.
ROM: porque você acaba gostando do que eu fiz, puta.
EU: não é verdade.. fiz isso porque não quero que você me bata.
ROM: então me explica por que você não surtou como das outras vezes e recuou meio calma.
EU: ROM POR FAVOR, não faz isso, eu faço o que você mandar, só para, por favor, eu vou deixar você fazer o que quiser sempre, mas pelo amor de Deus, não me bate de novo..
ROM: não vou te bater, agora cala a boca e não faz nada.
Ele me pegou pelo cabelo, me levou até uma das paredes da cela, me colocou de cócoras, prendeu minhas algemas nas correntes que tinham na parede, abaixou o zíper da calça, tirou o pau pra fora e começou a se masturbar.
ROM: olha pra mim, puta, você vai receber meu gozo na sua cara
EU: o-que.. não por favor.. por que você tá fazendo isso comigo..
ROM: porque você é minha putinha, agora me olha enquanto espera minha porra.
EU: por favor, não..
ROM: olha pra mim, não me faz amargar agora não.
Olhei ele ordenando por medo das represálias, meus olhos ainda estavam vidrados de tanto chorar, foi muito tenso, eu sabia o que vinha, pra mim era algo irreal, eu tava esperando aquele porco me jogar o esperma na cara, nunca consenti isso com nenhum namorado do passado.

Tava praticamente com o rosto todo exposto, obrigada a encarar ele, sabia que a qualquer hora ia vir a porrada de porra e foi exatamente isso, saiu e senti aquele líquido grosso e quente cair na minha cara, me dando um nojo danado e quase me fazendo vomitar.
O Rom terminou de gozar tudo na minha cara, chegou perto de mim e gritou pra eu botar a língua pra fora pra limpar o sêmen da pica dele. Eu quis recusar, pra mim já era demais, a raiva dentro de mim me dava coragem pra negar até que um tapa me lembrou da posição que eu tava e acabou com a pouca coragem que eu tinha juntado. Com medo de consequências piores, abri a boca e coloquei a língua pra fora.
Senti o cheiro da pica dele, foi muito nojento, tava com muito asco, o resto de porra que ficava na pica dele tava na minha boca, tive que engolir, afinal, já tinha feito isso antes pra limpar o chão da cela.
Rom me soltou das correntes, mas manteve as algemas nos meus pulsos. Me pegou pelo cabelo, me arrastou até a porta da cela e me colocou de joelhos.
ROM: FICA AÍ, NEM TE ATREVE A SE MEXER.
EU: s.si..senhor..
Ele foi embora daqui. Fiquei de joelhos pensando se valia a pena tentar fugir daquele lugar. Não sabia se ele estava por perto, se tinha ido embora de vez ou se só estava me testando. Não tive tempo suficiente pra decidir. Ouvi passos e vi ele voltar. Ele trouxe tigelas, daquelas de cachorro. Uma tinha ração e a outra, água. Colocou no chão na minha frente. Eu esperava o pior. Senti meu coração acelerar, imaginando o que estava por vir.
Ele me puxou pelo cabelo, eu tentei resistir com a pouca dignidade que me restava, mas as lágrimas já escorriam, enquanto implorava pra ele não me humilhar daquele jeito. Mas ele achou graça e, fazendo um pouco mais de força, levou minha cara até a bacia d'água.

Desculpe, não consigo traduzir isso. Parece ser uma sequência aleatória de letras sem significado.
ROM: vadiazinha suja, tu tem que lavar essa cara.
EU: por favor, não mais, por favoooor, senhor Rom, eu te imploro.. por que você me humilha desse jeito.
ROM: tô limpando tua cara, puta idiota.
EU: quase me afoguei.
ROM: não se preocupa, te falei que não vou te matar, vou deixar você viver o que tiver que viver, vou te curtir.
EU: não, por favor, seu Rom, eu imploro, já sei que não devia ter mexido com o senhor, foi meu erro, não vou fazer de novo, por favor, me deixa ir, juro que vou apagar todas as acusações que tenho contra o senhor e todo o seu histórico.
ROM: Ah, é uma boa oferta, putinha, mas ainda vou me divertir mais um pouco e pensar no assunto.
EU: por favor, me deixa ir, já não aguento mais.
ROM: você é minha putinha e vai se comportar como tal até eu pensar se sua oferta realmente vale a pena.
EU: Prometo que vou apagar todo seu histórico policial, não vai existir pra polícia, só me deixa ir.
ROM: TE FALEI QUE VOU PENSAR, POR ENQUANTO SE COMPORTA COMO UMA BOA PUTA E ENGULA SUA COMIDA.
Fiquei sem dizer uma palavra. Rom saiu da cela, trancou ela e deixou os pratos de cachorro lá dentro, gritando pra eu comer. Eu, com lágrimas nos olhos e chorando, hesitei, mas devagar comecei a me abaixar e comer como se fosse uma puta de verdade. Sentia ele me olhando, estava exposta e humilhada na frente dele.
Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.
Assim que terminou de comer, Ele abriu a cela, pegou os pratos, depois veio me buscar, me puxou pelo cabelo e me tirou da cela, me arrastando pelos fios até uma mesa de madeira com ferramentas que perturbavam minha mente. Ele me manteve curvada ali, de repente tirou de uma gaveta uma coleira, tipo de cachorro, e colocou em mim.

Era bem desconfortável pra mim, tava meio apertado no meu pescoço, as lágrimas não paravam de cair, parecia que ele ficava excitado em me ver chorando. Ele me puxou de volta pelo cabelo.
YO: AUCH!!
ROM: pronto, puta, este é meu presente pra você, uma coleira.
EU: (fiquei em silêncio)
ROM: Você devia ser grata, sua puta, acho que não te disciplinei direito.
EU: n..não.. não é isso, me desculpe senhor Rom, obrigado pelo seu presente..
ROM: então qual é, por que você não foi educada antes, sua puta maldita.
EU: tô com vergonha mas tô morrendo de vontade de mijar, não sabia como te pedir, mas já não aguento mais.
ROM: kkkkk ter dito antes, tá bom, vou deixar você mijar.
Ele colocou a mão na minha nuca, me levou pro outro lado da mesa, me dobrou sobre ela e eu senti a mão dele tentando puxar minha calcinha. Na hora eu reagi, me mexi, tentei evitar, fiquei com muita vergonha. Uma coisa era estar de roupa íntima e ele ter enfiado os dedos, mas não tava olhando diretamente pras minhas partes, eu não tava completamente nua.
YO: O que foi, senhor Rom!!
ROM: Fica quieta, sua puta de merda, por acaso tu é burra? Vou baixar sua calcinha pra você mijar.
EU: n..não, por favor, é vergonhoso, não quero que ele me veja.
ROM: puta burra, vou te abaixar a calcinha e você vai mijar, cê não tá em posição de exigir o que quer.

EU: por favor, senhor Rom, eu imploro, tô com vergonha, não olha pra mim... não abaixa ele, só me leva pro banheiro, eu mesma dou um jeito de abaixar.
Me seguro mais forte e puxo ele pra baixo até os joelhos. Eu me mexi tentando evitar, mas foi impossível, ele já tinha abaixado. Minha cara tava toda vermelha, me fez chorar de vergonha. Eu não imaginava o que estava por vir.
ROM: agora sua putinha, vai mijar naquele buraco, é o único banheiro que tem.
EU: o-que.. como assim não tem banheiro.. não urinar na frente do senhor rom..
ROM: não é um pedido, é uma ordem, vai pra porra do buraco e mija lá, antes que eu perca a paciência, putinha!
Puxo meu cabelo com força pra dar um tapa na minha cara por trás, depois me empurro na direção do buraco, chorando de vergonha, mas obedecendo por medo, andei até o canto onde tava o buraco, me curvei um pouco e, com toda a vergonha do mundo, comecei a mijar. Naquele momento, queria que o mundo me engolisse.

ROM: já terminou de mijar?
YO: si...
ROM: beleza, fica aí não se mexe.
Fiquei paralisada, ele se aproximou, me dobrou, eu fiquei meio durinha, não sabia o que ele ia fazer. Ele abriu a torneira do cano e segurou a mangueira na direção da minha buceta, tava me lavando ali. Senti um jato forte e frio, me fez tremer toda, me mexia, ele me segurou firme e continuou jogando água por mais um tempo. Depois fechou a torneira, largou a mangueira, me puxou pra fora daquele canto, ainda tava de calcinha pra baixo e meio molhada porque tinha respingado água em mim.

ROM: não tenho toalhas, vamos esperar secar um pouco.
EU: S-sim.. senhor..
ROM: qual é sua puta, não gosta que eu te olhe?
EU: não, senhor.. me dá vergonha.. por favor, queria pedir pra o senhor não me olhar.
ROM: você é minha putinha e eu faço o que quiser com você, ainda não fiz nada, mas vou fazer, só gosto de ir devagar, vai se preparando mentalmente, putinha.
Fiquei em silêncio ao ouvir o que ele acabou de dizer, um pânico enorme tomou conta de mim e o fato de estar de calcinha nos joelhos, exposta pra ele, foi o que menos me preocupou naquele momento. Eu pensava que eu, uma oficial de polícia tão respeitada, ia ser estuprada. Como é que não pensei nisso antes? Era tão óbvio, ele tava me despindo, me tocando, se masturbando, e por algum motivo eu não achei que ele fosse me violentar.
ROM: bom, já não podemos esperar mais, temos que ir embora.
EU: o quê? ir aonde?
ROM: tenho um lugar melhor pra te ter, só estavam preparando tudo pra sua chegada.
EU: A que você tá se referindo?
ROM: não tenho por que responder mais, você vai saber na hora certa.
Ela chegou perto de mim, tirou meus óculos, colocou umas vendas nos meus olhos, senti e ouvi uma corrente se conectando ao meu colar, e então senti o puxão que me fez andar. Eu caminhava devagar porque não enxergava nada, não queria cair ou me machucar.
Ouvi a porta de um carro abrir e fui empurrada de forma brusca, caindo num banco de carro. Ouvi a porta se fechar atrás de mim, depois ouvi a porta do motorista e senti o carro arrancar com um barulhão no motor.
Depois de umas horas de viagem, o veículo parou, ouvi as portas abrindo e senti um puxão no meu braço. Ao descer do veículo, senti o chão, eu estava descalça, era tipo cimento com pedrinhas miúdas, ardia um pouco.
Fui puxada pela corrente, por aquele lugar, sabia que estava em algum lugar da rua, mas não sabia exatamente onde, estava muito envergonhada e rezava pra ninguém me ver, estava de calcinha e sutiã, amarrada com uma coleira de cachorro e uma corrente que me puxava pra andar.
Depois de caminar um pouco, percebi que entrei num lugar, ouvia eco, parecia que tava num túnel, o chão era diferente, já não era cimento, era tipo pedra, lajotas de pedra.
EU: pra onde cê tá me levando?
ROM: seu novo lar
EU: cadê?
ROM: não te importa, vadia, você vai ficar aqui enquanto eu penso na sua oferta, mas aqui vai ser melhor sua educação, caso se comporte mal, aqui posso te castigar do jeito certo.
EU: n-não, por favor.. eu.. vou me comportar..
Paramos de andar e senti ele tirar a venda. Quando finalmente pude ver o lugar, levei um susto do caralho: parecia uma sala de tortura, igual nos filmes. Fiquei apavorada ao ver as máquinas que tinham ali. Um arrepio subiu dos pés à cabeça. Sabia que naquele lugar não era bom eu me opor a ele. Tava completamente na mão dele. Não queria nem imaginar ser castigada em alguma daquelas máquinas.

Ele colocou os óculos de volta em mim, me puxou pela corrente, e chegamos a uma gaiola pequena que tinha no lugar. Ela estava pendurada, e eu olhei pra ela imaginando pra que servia.
ROM: Suponho que você sabe pra que é a gaiola, né, puta?
EU: não, por favor.. faço o que você quiser.. mas não me tranca aí..
ROM: não tem negócio, vou te largar aí, aqui não tenho onde dormir, então vou te trancar.
EU: prometo que não vou fugir (chorando)
Ele não disse mais nada, me deu um chute na bunda como se tivesse me empurrando pra dentro da jaula. Chorando e soluçando que nem uma criança, entrei na jaula. Sentei lá dentro, ainda algemada, numa posição muito desconfortável. Meu corpo doía e o frio das barras da jaula percorria tudo quando eu encostava nelas. Vi ele fechar a jaula com cadeado.

Chorando, fiquei na jaula enquanto ele me olhava, mas tinha uma luz de esperança, um pequeno consolo: ele não ficaria a noite toda, o que me dava tempo de tentar achar um jeito de escapar enquanto ele não estivesse. Sabia que seria difícil, mas pelo menos era uma pequena esperança.
ROM: agora, sua putinha, preciso ir cuidar de uns assuntos..
EU: sim, entendo..
ROM: late como a puta que você é, assim vai me cumprimentar e se despedir de mim sempre.
EU: Senhor rom, é necessário..??
ROM: SUA VADIA BOSTA, NÃO DISCUTE COMIGO, TÔ MORRENDO DE VONTADE DE TESTAR ESSAS MÁQUINAS EM VOCÊ!
EU: não não não, por favor, faço o que você mandar, vou me comportar, juro.
ROM: VADIA cachorra VADIA:
EU: au au au au auuuuu
ROM: MAIS FORTE, VADIA DE MERDA
EU: AU AU AU AU AU (desabando em choro enquanto tentava latir)
ROM hahahahahahaha, é assim que as cachorras latem, a gente se vê amanhã..
Desconsolada, eu chorava, me sentindo totalmente humilhada pelo que tinha acabado de acontecer, mas finalmente ele tinha ido embora. Eu precisava dar um jeito de escapar. Tentei raspar as correntes das algemas nas barras da jaula pra tentar quebrá-las, mas não consegui. Eu estava me desesperando. Umas horas depois, ouvi uns passos se aproximando. Quem poderia ser? Era de madrugada, o ROM tinha ido embora, disse que voltaria na manhã seguinte.
Lembrei que ele me disse que tinha muitos bandidos querendo se vingar de mim, o medo tomou conta. Tentei ficar parada e passar despercebida, pra quem quer que estivesse vindo não me ver. Eu tava tremendo, ouvia os passos cada vez mais perto, até que finalmente chegou. Vi a figura do cara que tinha vindo, fiquei totalmente chocada, não podia acreditar em quem eu tava vendo na minha frente...
ESTRANHO: Madelyn Clark, finalmente te encontrei..
continua...

ROM: ACORDA, vagabunda! LEVANTA OU QUER QUE EU ENTRE PRA TE ACORDAR?
EU: já acordei..
O medo de que ele entrasse de novo pra me bater me deu forças extras pra responder. Com muita dificuldade e bem cansada, me levantei, ficando sentada no lugar.

ROM: Isso é uma boa puta, tenho uma surpresa pra você.
EU: M-me chamo Madelyn.. não sou puta.. pelo menos, me chama pelo meu nome..
ROM: O QUE VOCÊ DISSE?
Olhei pra ele, um nó se formou na minha garganta. Não podia deixar ele continuar me humilhando, eu não estava totalmente derrotada. Me convenci disso e, por um breve instante, sustentei o olhar dele. Contra tudo que eu sentia, criei coragem.
Eu: Meu nome é Madelyne Clark, não sou uma puta, me chame pelo meu nome.
ROM: hahahaha, como é que você disse que se chama?
EU: MADELYN CLARK, MADELYN CLARK, não é tão difícil de falar meu nome!
Eu tinha levantado a voz pra ele. Tirei rapidamente a chave da cela, abri, entrei e naquele momento a coragem que eu tinha acumulado dentro de mim se desfez. Comecei a tremer, a recuar, me arrastando pelo chão onde estava sentada, enquanto ele se aproximava de mim.
Eu: N-não, o que cê tá fazendo... espera.
ROM:(não disse nem uma palavra)
eu: por favor, por favor, não.. espera. me desculpa, me perdoa.
ROM: Se não falar alto, não te escuto..
Eu: DESCULPA, ME PERDOA, NÃO VOU MAIS TE RESPONDER ASSIM,
ROM: Como é que você disse que se chama?
eu: madelyn…
Senti um tapa forte, um puxão de cabelo que me fez levantar, mas isso durou só uns segundos. Mal fiquei de pé e já levei um chute na bunda que me fez cair de joelhos de novo, toda dolorida e com lágrimas nos olhos por causa da puta humilhação e surra que acabei de levar.
ROM: QUAL É O SEU NOME?
eu: vagabunda (entre lágrimas)
ROM: COMO AS CADELAS FAZEM?
eu: au… au… au…
ROM: puta gostosa..
Eu tava chorando enquanto respondia as perguntas, me sentia muito humilhada, tava aceitando que meu nome era puta, não conseguia acreditar no fundo que eu tinha caído, até latia igual uma puta.
Ele saiu da cela, fechou a porta, me olhou por um tempo, parecia que me ver chorando tinha excitado ele, falou comigo com voz firme.
ROM: Seja uma boa puta e chega na porta.
Eu: s-sim, senhor...
Me aproximei da porta como ele mandou, não fazia ideia do que ele queria, só obedecia porque morria de medo de ele me dar outra surra.
ROM: vira essa buceta, sua puta, e pobre de você se ousar se mexer daí.
EU: o-que você vai fazer comigo.. por favor, não me machuque mais.. não me bata mais (falei entre lágrimas)
ROM: Se você fizer o que eu peço e não sair daí, não vou ter motivo pra te castigar. Vira de costas e fica parada, puta.
Me virei devagar porque tava com medo, não sabia o que ele tinha planejado fazer comigo. Pra isso, quero esclarecer que a porta da cela, na parte de baixo, tinha uma abertura retangular grande, igual nas cadeias, por onde dá pra passar as mãos pra algemar ou desalgemar.
Quando já estava virada de costas por um tempo e não percebia ele fazendo nada, imaginei que talvez estivesse olhando pra minha bunda enquanto eu ficava parada, pensei que ele só queria ficar de olho no meu corpo, tava muito envergonhada e desconfortável, mas comparado a levar uma surra, isso era bem melhor.
Achei que ele só ia se masturbar, mas senti uma mão entre minhas pernas, por cima da minha calcinha, senti como se um dedo tentasse pressionar dentro de mim, o que me fez dar um pulo instintivo de susto e por causa do dedo que senti tentando enfiar dentro de mim.
Tentei me afastar depois disso, esqueci completamente da ameaça da ROM, mas antes que conseguisse me afastar, a outra mão dela pegou meu cabelo, me parando no seco. Ela me puxou até a grade, fazendo eu bater a cabeça.
EU: ai, por favor, não me bate.
ROM: Então fica quietinha, sua puta.
EU: não faz isso comigo, por favor, não sou uma puta.
ROM: você não é uma puta, elas cobram pelo corpo delas, você me pertence, você é MINHA puta.
EU: Senhor rom, por favor... (com a voz trêmula)
ROM: Você tem duas opções, putinha: abaixa a cabeça e me deixa fazer o que eu quiser, ou eu vou entrar pra te disciplinar de novo.
EU: n-n-não, p-p-por favor.. não me bate mais..
ROM: Então vai me deixar fazer o que eu quiser com você ou vai continuar resistindo?
EU: por favor, não me bate mais, não vou te impedir de fazer o que você quer..
ROM: sabe que já enjoei, não quero mais te tocar, agora quero te bater.
EU: não não não não, por favor..
ROM: Desculpa, vagabunda, azar, é isso que eu quero fazer agora.
EU: não, não, por favor, não me bate, te imploro.
ROM: humm, me convence, por que eu não deveria te dar uma surra agora mesmo?
EU: por favor, rom, te imploro, não me bate mais, te suplico, te peço, cê tá me matando aos poucos!!
ROM: hahaha sei que você queria que eu te matasse e tudo acabasse, mas tenho más notícias: não vou te matar, vou te manter viva, só vai sofrer, não vai morrer.
EU: Não quer me matar, o que você quer de mim, tá me machucando, tá me matando.
ROM: não vou te matar, só vou te bater, vou te fazer sentir dor, tenho médicos de primeira na minha folha de pagamento, não vou deixar você morrer.
EU: nãooo por favor por favor, não me bate mais, por favor, eu faço o que você quiser, o que você pedir!
ROM: bem, sua puta, então me implora pra enfiar os dedos em você!
EU: p-pê... mas... por favor... como é que você me pede... isso... eu não conseguiria...
ROM: então vou entrar pra te bater, não tem escolha.
EU: por favor, rom, eu te imploro, por favor não me bate mais, tá bom, a gente mete-mete os dedos, por favor, eu te imploro, mas não me bate.
ROM: nem sempre é tão fácil, mas tu gosta de fazer do jeito difícil, vagabunda. então abre as pernas, olha pro chão e fica na ponta dos pés.
Entre lágrimas e tremendo de medo, fiz o que ele pediu: abri um pouco minhas pernas, fiquei na ponta dos pés e olhei pro chão, enquanto sentia os dedos dele brincando por cima da minha calcinha. Senti um deles tentando entrar, o que me fazia ficar ainda mais na ponta dos pés. Doía porque eu não estava lubrificada, me sentia abusada, humilhada. Não sentia prazer, só sentia dor e vergonha.

Eu me esfregava e pressionava uns dedos brincalhões por cima da minha calcinha, aos poucos meu corpo foi me traindo, parei de sentir a dor, meu corpo foi esquentando, não entendia o porquê, eu não queria aquilo, mas comecei a me molhar. Ele percebeu e começou a fazer com mais vontade, me tocava de um jeito que minhas pernas começavam a tremer.
ROM: tô vendo que tu curte isso, putinha.
EU: não.. não quero isso..
ROM: você tá toda molhada, sua puta mentirosa.
EU: não é minha culpa.. eu não sei por que meu corpo reage assim..
ROM: é porque você gosta de ser abusada, o problema é que você não aceita isso.
EU: não, isso não me agrada... eu não quero isso...
ROM: teu corpo diz o contrário, essa é a puta que você é, quanto antes aceitar, melhor pra você.
EU: eu não sou assim.. não sou assim… não sou!!
ROM: aceita, você gosta que abusem de você, ninguém tinha feito isso antes, mas agora você acabou de descobrir que isso te excita, sua putinha.
EU: n..não..nãooo..nãooooo de jeito nenhum..
Rom não disse mais nenhuma palavra, se concentrou em continuar me tocando e enfiando os dedos. Senti como os dedos dele abriram caminho por um lado da minha calcinha, para se introduzir na minha buceta e fazer movimentos estranhos lá dentro. Senti eles se abrindo caminho, estavam dentro de mim, praticamente me violentando, estuprando a parte mais íntima do meu corpo... Em pouco tempo minhas pernas começaram a tremer, eu fazia um movimento involuntário a cada dedada dentro de mim, sentia que algo ia explodir dentro de mim a qualquer momento, mas de repente... ele tirou os dedos.
ROM: que foi, vadia, ficou com vontade?
EU: n-não..
ROM: enquanto isso, aposto que você quer que eu continue, né, hahahaha
Fiquei calada, toda acesa por dentro, sentia uma sensação estranha entre as pernas, eu mesma me perguntava o que era aquilo. Será que eu tinha realmente curtido aquilo? Por que eu tava tão tesuda? Por que sentia como se algo faltasse entre as pernas, uns pequenos pulsos, como se meu corpo pedisse pra ser tocado.
Ouvi o barulho das chaves e percebi que o Rom tava abrindo a cela pra entrar, naquele momento com o corpo todo em chamas, senti uma mistura estranha de sensações, tava com medo, isso era fato, não queria que ele me batesse, mas por outro lado parecia que meu corpo aceitava e desejava que ele terminasse o que começou, meu medo foi maior, recuei.
EU: não... por favor, Rom, eu fiz o que você pediu. Por favor... não me bate.
ROM: hahahaha, não te vejo tão assustada como das outras vezes.
EU: por favor, não faz isso, eu fiz tudo o que você pediu.
ROM: porque você acaba gostando do que eu fiz, puta.
EU: não é verdade.. fiz isso porque não quero que você me bata.
ROM: então me explica por que você não surtou como das outras vezes e recuou meio calma.
EU: ROM POR FAVOR, não faz isso, eu faço o que você mandar, só para, por favor, eu vou deixar você fazer o que quiser sempre, mas pelo amor de Deus, não me bate de novo..
ROM: não vou te bater, agora cala a boca e não faz nada.
Ele me pegou pelo cabelo, me levou até uma das paredes da cela, me colocou de cócoras, prendeu minhas algemas nas correntes que tinham na parede, abaixou o zíper da calça, tirou o pau pra fora e começou a se masturbar.
ROM: olha pra mim, puta, você vai receber meu gozo na sua cara
EU: o-que.. não por favor.. por que você tá fazendo isso comigo..
ROM: porque você é minha putinha, agora me olha enquanto espera minha porra.
EU: por favor, não..
ROM: olha pra mim, não me faz amargar agora não.
Olhei ele ordenando por medo das represálias, meus olhos ainda estavam vidrados de tanto chorar, foi muito tenso, eu sabia o que vinha, pra mim era algo irreal, eu tava esperando aquele porco me jogar o esperma na cara, nunca consenti isso com nenhum namorado do passado.

Tava praticamente com o rosto todo exposto, obrigada a encarar ele, sabia que a qualquer hora ia vir a porrada de porra e foi exatamente isso, saiu e senti aquele líquido grosso e quente cair na minha cara, me dando um nojo danado e quase me fazendo vomitar.
O Rom terminou de gozar tudo na minha cara, chegou perto de mim e gritou pra eu botar a língua pra fora pra limpar o sêmen da pica dele. Eu quis recusar, pra mim já era demais, a raiva dentro de mim me dava coragem pra negar até que um tapa me lembrou da posição que eu tava e acabou com a pouca coragem que eu tinha juntado. Com medo de consequências piores, abri a boca e coloquei a língua pra fora.
Senti o cheiro da pica dele, foi muito nojento, tava com muito asco, o resto de porra que ficava na pica dele tava na minha boca, tive que engolir, afinal, já tinha feito isso antes pra limpar o chão da cela.
Rom me soltou das correntes, mas manteve as algemas nos meus pulsos. Me pegou pelo cabelo, me arrastou até a porta da cela e me colocou de joelhos.
ROM: FICA AÍ, NEM TE ATREVE A SE MEXER.
EU: s.si..senhor..
Ele foi embora daqui. Fiquei de joelhos pensando se valia a pena tentar fugir daquele lugar. Não sabia se ele estava por perto, se tinha ido embora de vez ou se só estava me testando. Não tive tempo suficiente pra decidir. Ouvi passos e vi ele voltar. Ele trouxe tigelas, daquelas de cachorro. Uma tinha ração e a outra, água. Colocou no chão na minha frente. Eu esperava o pior. Senti meu coração acelerar, imaginando o que estava por vir.
Ele me puxou pelo cabelo, eu tentei resistir com a pouca dignidade que me restava, mas as lágrimas já escorriam, enquanto implorava pra ele não me humilhar daquele jeito. Mas ele achou graça e, fazendo um pouco mais de força, levou minha cara até a bacia d'água.

Desculpe, não consigo traduzir isso. Parece ser uma sequência aleatória de letras sem significado.
ROM: vadiazinha suja, tu tem que lavar essa cara.
EU: por favor, não mais, por favoooor, senhor Rom, eu te imploro.. por que você me humilha desse jeito.
ROM: tô limpando tua cara, puta idiota.
EU: quase me afoguei.
ROM: não se preocupa, te falei que não vou te matar, vou deixar você viver o que tiver que viver, vou te curtir.
EU: não, por favor, seu Rom, eu imploro, já sei que não devia ter mexido com o senhor, foi meu erro, não vou fazer de novo, por favor, me deixa ir, juro que vou apagar todas as acusações que tenho contra o senhor e todo o seu histórico.
ROM: Ah, é uma boa oferta, putinha, mas ainda vou me divertir mais um pouco e pensar no assunto.
EU: por favor, me deixa ir, já não aguento mais.
ROM: você é minha putinha e vai se comportar como tal até eu pensar se sua oferta realmente vale a pena.
EU: Prometo que vou apagar todo seu histórico policial, não vai existir pra polícia, só me deixa ir.
ROM: TE FALEI QUE VOU PENSAR, POR ENQUANTO SE COMPORTA COMO UMA BOA PUTA E ENGULA SUA COMIDA.
Fiquei sem dizer uma palavra. Rom saiu da cela, trancou ela e deixou os pratos de cachorro lá dentro, gritando pra eu comer. Eu, com lágrimas nos olhos e chorando, hesitei, mas devagar comecei a me abaixar e comer como se fosse uma puta de verdade. Sentia ele me olhando, estava exposta e humilhada na frente dele.
Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.

Assim que terminou de comer, Ele abriu a cela, pegou os pratos, depois veio me buscar, me puxou pelo cabelo e me tirou da cela, me arrastando pelos fios até uma mesa de madeira com ferramentas que perturbavam minha mente. Ele me manteve curvada ali, de repente tirou de uma gaveta uma coleira, tipo de cachorro, e colocou em mim.

Era bem desconfortável pra mim, tava meio apertado no meu pescoço, as lágrimas não paravam de cair, parecia que ele ficava excitado em me ver chorando. Ele me puxou de volta pelo cabelo.
YO: AUCH!!
ROM: pronto, puta, este é meu presente pra você, uma coleira.
EU: (fiquei em silêncio)
ROM: Você devia ser grata, sua puta, acho que não te disciplinei direito.
EU: n..não.. não é isso, me desculpe senhor Rom, obrigado pelo seu presente..
ROM: então qual é, por que você não foi educada antes, sua puta maldita.
EU: tô com vergonha mas tô morrendo de vontade de mijar, não sabia como te pedir, mas já não aguento mais.
ROM: kkkkk ter dito antes, tá bom, vou deixar você mijar.
Ele colocou a mão na minha nuca, me levou pro outro lado da mesa, me dobrou sobre ela e eu senti a mão dele tentando puxar minha calcinha. Na hora eu reagi, me mexi, tentei evitar, fiquei com muita vergonha. Uma coisa era estar de roupa íntima e ele ter enfiado os dedos, mas não tava olhando diretamente pras minhas partes, eu não tava completamente nua.
YO: O que foi, senhor Rom!!
ROM: Fica quieta, sua puta de merda, por acaso tu é burra? Vou baixar sua calcinha pra você mijar.
EU: n..não, por favor, é vergonhoso, não quero que ele me veja.
ROM: puta burra, vou te abaixar a calcinha e você vai mijar, cê não tá em posição de exigir o que quer.

EU: por favor, senhor Rom, eu imploro, tô com vergonha, não olha pra mim... não abaixa ele, só me leva pro banheiro, eu mesma dou um jeito de abaixar.
Me seguro mais forte e puxo ele pra baixo até os joelhos. Eu me mexi tentando evitar, mas foi impossível, ele já tinha abaixado. Minha cara tava toda vermelha, me fez chorar de vergonha. Eu não imaginava o que estava por vir.
ROM: agora sua putinha, vai mijar naquele buraco, é o único banheiro que tem.
EU: o-que.. como assim não tem banheiro.. não urinar na frente do senhor rom..
ROM: não é um pedido, é uma ordem, vai pra porra do buraco e mija lá, antes que eu perca a paciência, putinha!
Puxo meu cabelo com força pra dar um tapa na minha cara por trás, depois me empurro na direção do buraco, chorando de vergonha, mas obedecendo por medo, andei até o canto onde tava o buraco, me curvei um pouco e, com toda a vergonha do mundo, comecei a mijar. Naquele momento, queria que o mundo me engolisse.

ROM: já terminou de mijar?
YO: si...
ROM: beleza, fica aí não se mexe.
Fiquei paralisada, ele se aproximou, me dobrou, eu fiquei meio durinha, não sabia o que ele ia fazer. Ele abriu a torneira do cano e segurou a mangueira na direção da minha buceta, tava me lavando ali. Senti um jato forte e frio, me fez tremer toda, me mexia, ele me segurou firme e continuou jogando água por mais um tempo. Depois fechou a torneira, largou a mangueira, me puxou pra fora daquele canto, ainda tava de calcinha pra baixo e meio molhada porque tinha respingado água em mim.

ROM: não tenho toalhas, vamos esperar secar um pouco.
EU: S-sim.. senhor..
ROM: qual é sua puta, não gosta que eu te olhe?
EU: não, senhor.. me dá vergonha.. por favor, queria pedir pra o senhor não me olhar.
ROM: você é minha putinha e eu faço o que quiser com você, ainda não fiz nada, mas vou fazer, só gosto de ir devagar, vai se preparando mentalmente, putinha.
Fiquei em silêncio ao ouvir o que ele acabou de dizer, um pânico enorme tomou conta de mim e o fato de estar de calcinha nos joelhos, exposta pra ele, foi o que menos me preocupou naquele momento. Eu pensava que eu, uma oficial de polícia tão respeitada, ia ser estuprada. Como é que não pensei nisso antes? Era tão óbvio, ele tava me despindo, me tocando, se masturbando, e por algum motivo eu não achei que ele fosse me violentar.
ROM: bom, já não podemos esperar mais, temos que ir embora.
EU: o quê? ir aonde?
ROM: tenho um lugar melhor pra te ter, só estavam preparando tudo pra sua chegada.
EU: A que você tá se referindo?
ROM: não tenho por que responder mais, você vai saber na hora certa.
Ela chegou perto de mim, tirou meus óculos, colocou umas vendas nos meus olhos, senti e ouvi uma corrente se conectando ao meu colar, e então senti o puxão que me fez andar. Eu caminhava devagar porque não enxergava nada, não queria cair ou me machucar.
Ouvi a porta de um carro abrir e fui empurrada de forma brusca, caindo num banco de carro. Ouvi a porta se fechar atrás de mim, depois ouvi a porta do motorista e senti o carro arrancar com um barulhão no motor.
Depois de umas horas de viagem, o veículo parou, ouvi as portas abrindo e senti um puxão no meu braço. Ao descer do veículo, senti o chão, eu estava descalça, era tipo cimento com pedrinhas miúdas, ardia um pouco.
Fui puxada pela corrente, por aquele lugar, sabia que estava em algum lugar da rua, mas não sabia exatamente onde, estava muito envergonhada e rezava pra ninguém me ver, estava de calcinha e sutiã, amarrada com uma coleira de cachorro e uma corrente que me puxava pra andar.
Depois de caminar um pouco, percebi que entrei num lugar, ouvia eco, parecia que tava num túnel, o chão era diferente, já não era cimento, era tipo pedra, lajotas de pedra.

EU: pra onde cê tá me levando?
ROM: seu novo lar
EU: cadê?
ROM: não te importa, vadia, você vai ficar aqui enquanto eu penso na sua oferta, mas aqui vai ser melhor sua educação, caso se comporte mal, aqui posso te castigar do jeito certo.
EU: n-não, por favor.. eu.. vou me comportar..
Paramos de andar e senti ele tirar a venda. Quando finalmente pude ver o lugar, levei um susto do caralho: parecia uma sala de tortura, igual nos filmes. Fiquei apavorada ao ver as máquinas que tinham ali. Um arrepio subiu dos pés à cabeça. Sabia que naquele lugar não era bom eu me opor a ele. Tava completamente na mão dele. Não queria nem imaginar ser castigada em alguma daquelas máquinas.

Ele colocou os óculos de volta em mim, me puxou pela corrente, e chegamos a uma gaiola pequena que tinha no lugar. Ela estava pendurada, e eu olhei pra ela imaginando pra que servia.
ROM: Suponho que você sabe pra que é a gaiola, né, puta?
EU: não, por favor.. faço o que você quiser.. mas não me tranca aí..
ROM: não tem negócio, vou te largar aí, aqui não tenho onde dormir, então vou te trancar.
EU: prometo que não vou fugir (chorando)
Ele não disse mais nada, me deu um chute na bunda como se tivesse me empurrando pra dentro da jaula. Chorando e soluçando que nem uma criança, entrei na jaula. Sentei lá dentro, ainda algemada, numa posição muito desconfortável. Meu corpo doía e o frio das barras da jaula percorria tudo quando eu encostava nelas. Vi ele fechar a jaula com cadeado.

Chorando, fiquei na jaula enquanto ele me olhava, mas tinha uma luz de esperança, um pequeno consolo: ele não ficaria a noite toda, o que me dava tempo de tentar achar um jeito de escapar enquanto ele não estivesse. Sabia que seria difícil, mas pelo menos era uma pequena esperança.
ROM: agora, sua putinha, preciso ir cuidar de uns assuntos..
EU: sim, entendo..
ROM: late como a puta que você é, assim vai me cumprimentar e se despedir de mim sempre.
EU: Senhor rom, é necessário..??
ROM: SUA VADIA BOSTA, NÃO DISCUTE COMIGO, TÔ MORRENDO DE VONTADE DE TESTAR ESSAS MÁQUINAS EM VOCÊ!
EU: não não não, por favor, faço o que você mandar, vou me comportar, juro.
ROM: VADIA cachorra VADIA:
EU: au au au au auuuuu
ROM: MAIS FORTE, VADIA DE MERDA
EU: AU AU AU AU AU (desabando em choro enquanto tentava latir)
ROM hahahahahahaha, é assim que as cachorras latem, a gente se vê amanhã..
Desconsolada, eu chorava, me sentindo totalmente humilhada pelo que tinha acabado de acontecer, mas finalmente ele tinha ido embora. Eu precisava dar um jeito de escapar. Tentei raspar as correntes das algemas nas barras da jaula pra tentar quebrá-las, mas não consegui. Eu estava me desesperando. Umas horas depois, ouvi uns passos se aproximando. Quem poderia ser? Era de madrugada, o ROM tinha ido embora, disse que voltaria na manhã seguinte.
Lembrei que ele me disse que tinha muitos bandidos querendo se vingar de mim, o medo tomou conta. Tentei ficar parada e passar despercebida, pra quem quer que estivesse vindo não me ver. Eu tava tremendo, ouvia os passos cada vez mais perto, até que finalmente chegou. Vi a figura do cara que tinha vindo, fiquei totalmente chocada, não podia acreditar em quem eu tava vendo na minha frente...
ESTRANHO: Madelyn Clark, finalmente te encontrei..
continua...
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