No dia seguinte, papai estava de folga em casa, sem precisar ir pra empresa, e ele me pediu pra conversar com a Valéria.
— Filho, chega mais perto dela, conversa e mostra que você não é inimigo dela. Ela ficou assim depois de todas as malditas cenas que sua mãe fez aqui em casa. Ela deve achar que foi você que ela mandou pra nos separar. Entendeu? E eu não vou julgar o comportamento da sua mãe, porque ela tem um certo motivo. Eu não me comportei bem com ela, por isso aceitei sem reclamar todas as jogadas legais que ela fez depois do acordo tácito. Sempre achei que merecia compensá-la de algum jeito.
Ele disse.
— Tá bom, pai. Vou falar com ela. Eu não sou assim, você me conhece bem. Falei.
— Sei, filho. Eu falei, eu te conheço bem, fui eu que te moldei. Mas ela não.
Meu pai disse, me abraçando, orgulhoso de mim. Eu me aproximei dela enquanto fazíamos os trâmites e comecei a conversar. Ela respondia, e a gente foi criando uma onda, começamos a falar.
— Valéria, eu não sou seu inimigo, e minha mãe não me mandou fazer nada contra você. Primeiro, ela nunca tentaria isso, porque sabe muito bem qual seria minha resposta.
Falei pra ela, e ela nem me olhava, não prestava atenção no que eu dizia. Isso me fez perder a paciência. Com uma mão, segurei o queixo dela e virei o rosto dela bruscamente pra que ela me olhasse nos olhos.
— Me olha quando eu tô falando com você! Se tem uma coisa que eu odeio é gente que não presta atenção!
Falei num tom severo, e nos olhos dela vi um brilho especial. Naquele momento, vi ela morder o lábio enquanto me olhava com uma sensualidade incrível, e depois passou a ponta da língua no lábio, num gesto muito sensual que me deixou louco.
— Me perdoa, Damião, foi sem querer.
Ela disse com uma voz sensual, quase ofegante. "Essa puta tá me provocando? A Valéria quer me seduzir?" Pensei, mas logo voltei à realidade. "Para de pensar besteira, otário. Essa puta de luxo nunca seria sua. Voa baixo, idiota." Falei comigo mesmo na minha cabeça, e isso me tirou do planeta, mas não do sério. da própria galáxia foi que enquanto pensava
“Muak!” Era um beijo da Valéria na minha bochecha, perigosamente perto da comissura dos meus lábios, que me acertava com seus lábios carnudos e molhados
— Tá bom assim?
Ela disse com um tom cheio de sensualidade. Eu abraço ela, acaricio suas costas e sinto seus peitões enormes contra meu peito, afasto um pouco o rosto dela do meu, seguro a cara dela com as duas mãos e a preparo pra dar um beijo. Dava pra ver claramente como a Valéria entreabriu os lábios pra se preparar, pensando que o beijo ia nos lábios dela, mas eu dei um beijo na testa dela e outro na bochecha direita, e senti a mão dela acariciando minha virilha. Aí ouvimos a voz do meu pai e nos separamos rápido.
Eu fui embora porque meu pai tava me chamando, fui até ele e conversamos juntos enquanto a Valéria ardia de raiva por ele passar tempo comigo e não com ela. Papai me perguntou como tava o assunto da faculdade, eu respondi que tava bem, terminando os trâmites de inscrição pra programar a prova que eu tinha que fazer pra aprovar minha matrícula, e ele me olhou interessado na nossa conversa, a gente tava batendo um papo com meu pai e ele me perguntou
— Dami, como você vai pra faculdade? Perguntou
— Bom, Pai, quando saio daqui, vou a pé e pego o coletivo, e saio de lá bem tarde, pego um Uber. Respondi, ele me olhou fixo
— Caralho, por que não me falou? Vem comigo.
Ele disse e me levou pra uma garagem enorme dentro da casa. Lá dentro tinha uns 8 carros que deviam ser os hobbies do meu pai.
— Vamos escolher um desses que combine com seu estilo. Disse papai, e foi me trazer um dos carrinhos de golfe dele e falou rindo
— Esse combina bem com você.
Falou, começando a dar umas gargalhadas
— Vai tomar no cu, pai. Falei rindo junto com ele, fazia tempo que a gente não ria assim juntos, e parecia estranho porque ele não era muito de fazer piada, sempre foi muito sério e raramente ríamos juntos, então resolvi aproveitar o bom momento entre nós Os dois.
—Vem, Damião, esse aqui você vai gostar.
Ele disse e me mostrou um conversível preto da BMW que me deixou babando. Meu pai ficou em silêncio, algo estranho, e me chamou a atenção aquela sensação de que algo do passado que ficou pendurado voltou à mente dele, então eu olhei pra ele.
—Aconteceu alguma coisa, pai? — perguntei. Ele me olhou meio sem graça e depois sorriu quando olhou pro meu rosto.
—Esse destino filho da puta sempre com suas coisas estranhas — ele disse.
—Damião, na verdade esse carro eu tinha comprado pra você antes de me separar da sua mãe, já que tudo aconteceu perto do seu aniversário, quando você terminou o ensino médio, e eu ia te dar de presente como recompensa pelo seu esforço, pra você ser o mais popular da faculdade.
O velho ficou meio emocionado ao me dar o presente que não conseguiu me dar por causa do divórcio com minha mãe e a putaria judicial que ela mesma armou pra sugar dinheiro do meu pai.
Nós nos abraçamos e eu agradeci, falei que amava o carro, que ele seria meu xodó e que eu cuidaria muito bem dele. Quem tava fervendo de raiva nos vendo escondido era a puta da Valéria, que já tinha feito a cabeça de que aquele carro seria dela um dia. E ao ver escondido como papai guardava ele pra mim com todo cuidado, como se soubesse que um dia me daria, aquilo fazia ela queimar de ciúmes e ódio. Dias depois, eu saí pra terminar meus últimos trâmites de matrícula na faculdade. Naquela manhã, papai se despediu da gente porque tinha que viajar por 10 dias a trabalho.
Mas aqueles dias depois do incidente do sofá com minha madrasta e meu pai foram mais tranquilos. Com papai, a gente tentou recuperar o tempo perdido depois do divórcio com a mamãe. A única merda daqueles dias era ter que aguentar a Valéria, que desde que se deu mal ao tentar encarar o assunto com papai e eu ter ganhado aquela briga, e desde que viu como papai me deu o carro que tinha comprado pro meu aniversário, não parava de me encher o saco e discutia comigo por tudo. E o que me fez ficar com mais raiva dela foi aquele dia em que conheci uma mina gostosa na faculdade — depois eu descobriria que ela seria a mais... gostosa e popular da universidade. A mina tinha vindo em casa e ficou chocada ao ver o casarão quando desceu do carro, mas tudo foi pro caralho quando a gente sentou naquela porra de sofá que a Valéria sempre usava de desculpa pra brigar comigo.
—Ah, então agora você traz umas vadias qualquer pra casa sem nem se instalar direito!
Falou com maldade a Valéria. Florencia — que era o nome da mina — se levantou furiosa, olhando com raiva pra Valéria.
—Quem você chamou de vadia?! Vadia ressuscitada!
Gritou a Flor furiosa, e depois me olhou meio sem graça.
—Desculpa se ela é sua mãe, mas não vou deixar ninguém me insultar.
Ela me falou, eu olhei pra ela — Se essa fosse minha mãe, eu mesmo teria me abortado. Falei puto.
—Haha, como se sua mãe fosse uma donzela, essa louca ressentida!
Aí a Florencia percebeu o erro: não era minha mãe, era minha madrasta.
—Ai, amor, me perdoa!
Falou e me deu um beijo que até hoje eu lembro, na frente da Valéria, que ardia de raiva e ciúme. A gente se despediu na porta, prometi que quando eu resolver meus problemas com a mãe, talvez levasse ela pra conhecer — óbvio que era mentira. Se ela já ficou assim sabendo que a Valéria trocava ideia comigo e mandava foto de biquíni, ficou doida e me expulsou de casa. Se eu levar a Florencia como minha namorada, é capaz de crucificar ela ali mesmo. Além disso, eu não esperava nada além de uma amizade e talvez um rolé com a Florencia. Assim que ela foi embora, fui atrás da Valéria, que tava atrás de mim parada, como se esperasse o castigo. Peguei ela pelo cabelo.
—Qual é o seu problema, sua vadia maldita!
Gritei furioso.
—Nem minha mãe ousa fazer uma merda dessas comigo!
Falei puto, ela me olhou nos olhos.
—Claro, por isso ela deve estar andando pelas paredes agora, viajando em tudo que a cabecinha torta dela deve estar pensando, louca paranoica!
Falou ela, humilhando minha mãe.
—Não fala assim da minha mãe!
Gritei, e ela me olhou com uma cara de total desprezo.
—Tanto que você defende essa ressentida, volta pra ela!
Falou a Valéria, eu percebi aquele tomzinho. especial que só dá ciúme quando uma mulher ciumenta fala. Eu olhei pra ela
— Por que você age assim? Você me odeia?
— Você é tão burro que não percebeu o que aconteceu comigo assim que você chegou nessa casa!
Disse Valéria e foi embora, entre magoada e irritada. Quando a vejo indo embora, me viro e percebi por que ela não disse nada: atrás de mim estava meu pai. — O que aconteceu, Dami? Brigaram de novo? Perguntou papai. Contei tudo o que ela tinha feito, a cena que armou com a Florença, me deixando feito um idiota. Meu pai subiu furioso e começou a discutir com ela. No outro dia, acordei e, enquanto tomávamos um mate com papai, ela não quis descer pra tomar café, estava puta da vida comigo e com meu pai. Papai me perguntou o nome da garota, e eu falei: — Pai, ela chamou a mina de puta. O nome dela é Florença Cervantes. Falei, e o mate caiu da mão do meu pai. A cara dele ficou com uma expressão de medo. Ele se levantou, subiu as escadas e foi até onde a Valéria estava deitada. E aí eu entendi por que ele tinha ficado daquele jeito. — Você vai ligar pra essa garota agora mesmo e pedir desculpas pelo seu comportamento, Valéria! Disse papai, bravo. — Quê?! Disse ela, toda arrogante. — Você sabe quem é essa garota, sua estúpida?! Gritou papai. — Florença é filha de um sócio muito importante meu, é um dos meus clientes mais importantes! Disse meu pai, obrigando ela a ligar e pedir desculpas. Depois de mais uma humilhação, Valéria tinha aceitado a derrota. Mas tinha coisas que eu não entendia, tipo esses surtos de ciúme, porque eu conseguia perceber que era ciúme. "Será que rola algo comigo ou tô viajando?" Ficava pensando comigo mesmo. "Devia descobrir isso logo." E não imaginei que as respostas chegariam tão rápido. Enquanto papai dormia, chegavam mensagens no meu WhatsApp. Era a Valéria: "Podemos conversar sem brigar? Por favor, quero fazer as pazes." E não sei por que, mas me virei e vi a Valéria parada na escada me olhando e mordendo o lábio. Aquela imagem de puta me deixou maluco. Dei uma palmadinha no sofá, fazendo sinal pra ela vir sentar pra gente conversar. mas a puta se aproximou e ficou de quatro no sofão, me olhou e com voz sensual disse:
—Me perdoa, bebê?
E me encarando, mordeu o lábio e fez menção de me beijar na boca, suspirando quase ofegante. Eu já não aguentava mais seus flertes e provocações. Peguei a Valéria pelo rosto e ali percebi que ela, com a Florença, estava com ciúmes porque ela me desejava.
—Ahhhh Uhhh Ohhh Siiiii Me beija, Damián, chupa minha boca!
Disse Valéria com voz ofegante, e eu caí no jogo de sedução dela como uma mosca cai na teia de uma aranha. Não consigo explicar em palavras o que foi aquele beijo carregado de fogo; nunca senti uma paixão tão intensa por uma mulher. Só separei meus lábios dos dela para atacar seu pescoço com voracidade, dando chupões fortes, e ela soltava gritinhos e gemidos:
—Ayyyy Uhhhh Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh Ufff, finalmente!
Dizia Valéria, e com uma mão empurrava minha cabeça em direção aos seus melões enormes, me olhando com luxúria: —Você vai ser meu, Damián, vai ser só meu! Disse Valéria com uma tesão autoritária, e abaixou a cabeça, começando a fazer o melhor dos melhores boquetes do mundo. Valéria era uma caixa de surpresas, e eu queria descobrir todas as surpresas que ela tinha. Ela enfiou a língua assim que abrimos nossas bocas, e dali em diante foi só fogo, paixão e luxúria. Depois de mais de 20 minutos de um beijo de língua intenso, ela separou os lábios dos meus e me olhou sorrindo:
—Ohhh Ufff, Bebê, uau, que intenso e gostoso foi isso!
Disse Valéria, e depois segurou meu rosto com uma mão: —Vamos fazer! Primeiro aqui mesmo você me dá uma bela de uma fodida, e depois vamos pro quarto de hóspedes e lá você me faz amor até me fazer sua! Ela disse, eu olhei pra ela, beijei como um idiota apaixonado.
—Isso não é a mesma coisa?
Perguntei e enfiei um beijo na boca dela, sentindo o corpo dela vibrar da cabeça aos pés. Ela me abraçou pelo pescoço e comeu minha boca, enfiando a língua de fogo, enroscando na minha, e eu a peguei e coloquei em cima de mim, e ela começou a se mexer com uma maestria incrível, depois ela colou o rosto no meu e, enquanto me dava beijinhos carinhosos, disse:
—Parece a mesma coisa, mas não é. Presta atenção nos meus gemidos agora quando a gente foder e depois escuta os que eu soltar quando você fizer amor comigo. Aí você vai perceber a diferença.
Disse Valéria como uma mestra experiente e, sem perder mais tempo, ela levou uma mão debaixo do corpo dela e eu senti claramente quando ela abriu minha calça. Ela puxou minha cueca e meu pau saltou igual uma mola, batendo bem no meio da racha da buceta molhada dela. Ela segurou ele por trás com uma mão e me olhou de olhos bem abertos:
—Filho da puta, é enorme o teu pau!
Disse Valéria com um sorriso cheio de perversão e então guiou ele com a mão, não sem antes esfregar toda a racha da buceta dela, soltando um suspiro de prazer. Depois, colocou ele na entrada da pussy dela e me envolveu o pescoço com os braços. Valéria me olhou com luxúria enquanto, me encarando, deixava o corpo cair sobre o meu, enfiando meu pau devagar. Não tinha mais volta: eu estava fodendo minha madrasta. Ela enfiou todo o meu pau em câmera lenta, eu sentia a ponta fazendo pressão contra o colo do útero dela. Ela me envolveu o pescoço com os braços e, enquanto a gente se beijava, ela começou a se mexer e eu podia sentir o apertado daquela pussy como me apertava o pau. E Valéria explodiu minha cabeça quando começou a se mover em cima do meu pau, enfiando e tirando ele sozinha, e como ela gemia, a puta, e as coisas que ela falava entre gemidos e ofegos de puro prazer.
—Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh! Ohhhh Siiim Assiiim Me Fodeee Bebêeee Queee Delíciaaa Ohhhh Queee Gostosaaa Eu Sinto o Teu Paaau Ninguém Me Fodeuuu Assiiim Nuncaaa! Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh. Dizia Valéria gozando, cavalgando em cima do meu pau —Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Ohhhh Siiim Assiiim Damiaaam Asiiiii, me comeeee, amoooor, teeee amoooo, papiiii, teeee amoooo, maaas queee a tuuuu padreee! Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh.
Ela gritava gemendo de puro prazer sexual, aquela buceta apertada me enlouquecia, do jeito que apertava meu pau, dava pra ver que nunca tinha comido uma pica grande e grossa como a minha, principalmente quando eu comecei a meter, porque as expressões de dor dela e o tempo que ficou com meu pau inteiro enfiado pra dentro, até conseguir se adaptar e começar a cavalgar como a puta de luxo que ela é. Ela gritava enquanto Valeria pulava com força em cima de mim, cravava toda a minha pica com muita força, eu pirado de tesão e desejo por aquela puta incrível, segurei ela pela cintura e pelas costas e, com um movimento hábil, deitei ela no sofá e comecei a socar a buceta dela com picaços fortes, ela gozou três vezes, com squirt e tudo.
— Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh! Ahhh, porraaaa, siiiim, assim, bebêeee, assim, me come, assim, que machooo, que vooocê é, meee excitaaaa, comooo vooocê meee come, assim, eu gostooo de foder, me come, Damiaaaan, sooou sua putaaa, sooou sua, papitoooo! Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh!
Ela gritava até ficar de boca aberta, ofegante, quando meu pau explodiu dentro dela, no fundo da vagina dela, Valeria sentia claramente o útero dela se enchendo de porra, com sério risco de engravidar de mim, o enteado dela. Quando ela espremeu até a última gota de leite, ela começou a mexer o quadril devagar e me pegava suavemente, e quando saiu, gozou em cima de mim e me comeu a boca num beijo ardente de língua, enquanto da buceta dela saíam jorros de porra. Enquanto a gente se devorava na boca, minha madrasta, meu pau enorme cutucava a vagina dela, fazendo ela dar pulinhos, até que meu pau se acomodou de novo, ameaçador, na entrada da vagina da minha madrasta.
— Como é que eu vou esconder tudo o que você acabou de me fazer sentir, Damião! — disse Valeria, e eu Olhei nos olhos dela porque nossos rostos se juntaram de novo.
—O que você sente por mim agora, Valéria?
Perguntei, e ela, com um movimento sensual de quadril, começou a me acolher de novo. Enfiou meu pau inteiro dentro dela e começou a cavalgar. Ficou mais de meia hora montando no meu pau e chupando minha boca até os dois gozarmos juntos. Quando senti meu leite jorrando dentro da buceta dela, o corpo dela vibrava e ela não parava de gemer. Um jorro fino e longo saiu do clitóris dela, que espirrava de novo a cada descarga de porra que eu metia dentro dela.
—Você deu mais leite na minha primeira foda do que seu pai desde que somos namorados! — disse Valéria.
—Olha, Dami, não tô zoando ele. O que quero dizer é que depois dessa parada tão linda que a gente acabou de viver, eu não vou conseguir parar, e você também não. — ela falou de novo.
—É só tesão, Valéria? — perguntei, e ela me olhou.
—Acho que não, Dami. Acho que te amo! — disse ela, e me beijou com paixão. Fomos pro meu quarto, transamos mais uma vez e dormimos juntos. Valéria dormiu colada em mim, de lado, com a calcinha fio-dental desviada e a buceta escorrendo porra. No dia seguinte, Valéria acordou do meu lado e me acordou com um beijo na boca.
—Bom dia, meu amor. Que gostoso acordar assim, depois de ter sido tão bem comida por você. Te amo, bebê. — ela falou com doçura.
—Dami, o que você despertou em mim ontem à noite é muito mais forte do que o que sinto pelo seu pai. Olha, isso que quero ter com você, mesmo que seja em segredo, é sério. — ela disse. Eu olhei incrédulo, e ela caiu na risada. —Bobo, eu me apaixonei por você assim que você cruzou a porta dessa casa pela primeira vez. — ela falou. Eu, sem dizer nada, levantei, joguei ela na cama e comi ela. Os dois gozamos quando ouvimos os passos do meu pai pela casa. Valéria se vestiu rápido e saiu do meu quarto bem na hora que cruzou com o pai.
—Onde você estava ontem à noite? — ele perguntou.
—Amor, acabei dormindo no quarto do Damião. A gente ficou conversando ontem à noite, porque quando você foi pra cama, a gente discutiu por causa daquela sweet girl idiota que você trouxe.
Ela disse:
– E aí, depois eu fui embora ofendida porque a gente brigou feio e falou um monte de coisa pesada.
Ela continuou: depois voltei pro quarto do seu lado, quando vi ele caído no sofá e fiquei com pena de ele estar assim por minha causa, talvez ele sentisse algo por aquela idiota. Ela disse:
– Bom, eu me aproximei pra conversar com ele, e ele, teimoso na raiva, se levantou, me deixou sozinha e entrou no quarto dele. Eu me levantei, fui direto lá e falei que a gente ia conversar, sim ou sim. Ficamos num vai e vem longo, e finalmente ele cedeu quando pedi desculpas pela história daquela garota. Depois continuamos conversando e conseguimos resolver algumas arestas entre nós. Sem perceber, acabei dormindo na cama dele, e ele me cobriu com as cobertas dele, deitou do meu lado, e a gente dormiu. Acordamos agora há pouco.
A foxy mentirosa não contou que a gente trepou gostoso quase na cara dela, e como a gente comeu a noite inteira. Meu pai ficou feliz que pelo menos teria paz entre ela e eu por um tempo. Primeiro, meu pai saiu pra empresa dele, e depois de aproveitar o café da manhã que ela mesma preparou pra mim, fui pra faculdade, tinha que fazer a prova de ingresso. Depois do meio-dia, voltei e entrei pelos fundos, porque papai não gostava muito que eu usasse a garagem da frente, já que não deixava ele estacionar o carro quando chegava do trabalho. Estacionei o carro que meu pai tinha me dado e caminhei pelo amplo jardim interno, passei pela piscina e cheguei em casa.
Fiquei surpreso por não ver a Valéria, porque ela sempre estava por perto. Quando cheguei na sala, notei alguns equipamentos de exercício e pensei que a Vale estaria no andar de baixo fazendo aeróbica embaixo da escada, na esperança de encontrá-la com a roupinha de academia. E encontro ela vestida assim, mas junto com um negão enorme que devia ser o personal trainer dela. Ela estava com um top rosa e um short celeste, tudo normal até que, numa rotina, ele começou a encostar a pica na bunda dela e ela suspirava e mordia o lábio inferior até que se vira e devora a boca dele.
E dali começaram uma sessão de sexo intenso, transaram por mais de duas horas, e então ouvi eles subindo pra sala. Corri pro andar de cima e consegui ver eles se despedindo com um beijo intenso. Quando ouvi ela fechar a porta, desci bem na hora que ela entrava em casa. Ao me ver, não soube bem o que dizer e tentou fingir normalidade.


(mh=JtTe-4m4voR0rW8f)38316031a.jpg)
—Oi, gostosa, senti sua falta.
Ela disse e veio me abraçar, tentou me beijar na boca, mas eu desviei o rosto, evitando o beijo, e tirei os braços dela.
—Pelo visto, não sentiu tanta falta assim? Falei. Ela me olhou —O que foi, Dami? Perguntou Valéria. Eu olhei pra ela e me aproximei.
—O que foi? O que foi?!
Falei quase gritando.
—O que foi é que ontem você pintou o céu de cores pra mim, e agora não consigo fazer uma porra de uma prova porque você tá se esfregando com um maldito preto!
Gritei, deixando claro que tinha descoberto tudo.
—Calma, Damián, deixa eu explicar. Você tem razão de estar puto, mas me deixa explicar. Não quero perder isso com você, é lindo demais.
Ela disse, quase chorando.
—Pois já perdeu, Valéria. Não quero mais saber de você!
Condenei ela, saindo furioso pro meu quarto. Era estranho, me sentia traído, quando quem devia se sentir assim era meu pai. Não tinha desculpa, eu tinha me apaixonado por ela, sentia coisas por Valéria, e agora ela tinha me machucado cruelmente. Cortei todo contato com ela, e quando jantamos com meu pai, ele percebeu que estávamos brigados de novo. Depois do jantar, ele veio até mim, que tava na sala, e quis conversar.
—O que aconteceu agora entre vocês, Damián?
Meu pai perguntou, e eu não queria contar que peguei a esposa dele trepando com o personal trainer, então inventei uma história, colocando o maldito preto no meio da treta.
—O desgraçado começou a me provocar desde que cheguei em casa, depois disse que tinha apalpado a Valéria, e eu fiquei doido. Não sei se é verdade ou mentira, começamos uma briga que ela parou assim que viu a confusão, e o pior é que ela ficou do lado dele.
Falei. Meu pai se levantou furioso, foi até ela e encarou. Ela jurou que ele nunca tinha tocado nela, que não sabia que ele tinha me dito aquilo. Meu pai olhou pra ela com severidade.
—Esse sem-vergonha não entra mais na minha casa, tá demitido! Disse seco, e ela não questionou nada. Conhece bem meu pai. E quando ele sobe pra se deitar, ela vem na minha direção — O que você falou pra ele, seu otário! Ela me encarou com mau humor
— Talvez eu devesse ter contado a verdade e mostrado as provas que tenho de tudo!
Disse eu, fazendo Valéria ficar pálida e começar a tremer. Eu olhei pra ela
— Se não fiz isso, não foi por sua causa, sua vagabunda, foi porque ele não merece sofrer assim! Falei
— Isso é definitivo? Ela me perguntou. Eu olhei pra ela
— Talvez eu volte pra minha mãe, ou talvez não comece a faculdade e comece a trabalhar pra alugar um lugar!
Falei, e ela se desesperou
— Não, isso não, amor, não me abandona, por favor!
Dizia ela, implorando entre lágrimas
— Eu não vou abrir mão de você, deixa isso bem claro! Ela disse. Eu segurei o braço dela
— Me escuta bem, puta. Quem me traiu foi você. Ontem à noite você dizia que me amava, que eu era mais importante que meu pai, e hoje você se esfrega naquele idiota.
Ela me olhou chorando
— O que sinto por você é verdade, e isso foi só um acidente. Ei, eu sei que te falhei e te peço perdão de joelhos. Sou capaz de deixar você transar com aquela estúpida inexperiente, contanto que você me perdoe e a gente fique quites.
Ela disse, mas não adiantou, tudo estava muito recente e não ia ser tão fácil. Ela foi embora chorando. No dia seguinte, foi comunicado oficialmente ao personal trainer que ele estava demitido. Tanto Valéria quanto eu ficamos divididos: eu não dirigia a palavra a ela, e ela tentava não falar comigo pra eu não xingá-la quando nos cruzávamos. Ela me olhava sem dizer nada e, ao ver minha indiferença, começava a chorar, me fazendo ver que aquilo doía muito nela.
La tercera parte va a estar en mi pagina Pantreon donde estaré publicando relatos cada 8 días y serán publicados ahí antes de aquí espero que me apoyen así podre crear mejor contenido
https://www.patreon.com/c/MACKLEIN42
— Filho, chega mais perto dela, conversa e mostra que você não é inimigo dela. Ela ficou assim depois de todas as malditas cenas que sua mãe fez aqui em casa. Ela deve achar que foi você que ela mandou pra nos separar. Entendeu? E eu não vou julgar o comportamento da sua mãe, porque ela tem um certo motivo. Eu não me comportei bem com ela, por isso aceitei sem reclamar todas as jogadas legais que ela fez depois do acordo tácito. Sempre achei que merecia compensá-la de algum jeito.
Ele disse.
— Tá bom, pai. Vou falar com ela. Eu não sou assim, você me conhece bem. Falei.
— Sei, filho. Eu falei, eu te conheço bem, fui eu que te moldei. Mas ela não.
Meu pai disse, me abraçando, orgulhoso de mim. Eu me aproximei dela enquanto fazíamos os trâmites e comecei a conversar. Ela respondia, e a gente foi criando uma onda, começamos a falar.
— Valéria, eu não sou seu inimigo, e minha mãe não me mandou fazer nada contra você. Primeiro, ela nunca tentaria isso, porque sabe muito bem qual seria minha resposta.
Falei pra ela, e ela nem me olhava, não prestava atenção no que eu dizia. Isso me fez perder a paciência. Com uma mão, segurei o queixo dela e virei o rosto dela bruscamente pra que ela me olhasse nos olhos.
— Me olha quando eu tô falando com você! Se tem uma coisa que eu odeio é gente que não presta atenção!
Falei num tom severo, e nos olhos dela vi um brilho especial. Naquele momento, vi ela morder o lábio enquanto me olhava com uma sensualidade incrível, e depois passou a ponta da língua no lábio, num gesto muito sensual que me deixou louco.
— Me perdoa, Damião, foi sem querer.
Ela disse com uma voz sensual, quase ofegante. "Essa puta tá me provocando? A Valéria quer me seduzir?" Pensei, mas logo voltei à realidade. "Para de pensar besteira, otário. Essa puta de luxo nunca seria sua. Voa baixo, idiota." Falei comigo mesmo na minha cabeça, e isso me tirou do planeta, mas não do sério. da própria galáxia foi que enquanto pensava
“Muak!” Era um beijo da Valéria na minha bochecha, perigosamente perto da comissura dos meus lábios, que me acertava com seus lábios carnudos e molhados
— Tá bom assim?
Ela disse com um tom cheio de sensualidade. Eu abraço ela, acaricio suas costas e sinto seus peitões enormes contra meu peito, afasto um pouco o rosto dela do meu, seguro a cara dela com as duas mãos e a preparo pra dar um beijo. Dava pra ver claramente como a Valéria entreabriu os lábios pra se preparar, pensando que o beijo ia nos lábios dela, mas eu dei um beijo na testa dela e outro na bochecha direita, e senti a mão dela acariciando minha virilha. Aí ouvimos a voz do meu pai e nos separamos rápido.
Eu fui embora porque meu pai tava me chamando, fui até ele e conversamos juntos enquanto a Valéria ardia de raiva por ele passar tempo comigo e não com ela. Papai me perguntou como tava o assunto da faculdade, eu respondi que tava bem, terminando os trâmites de inscrição pra programar a prova que eu tinha que fazer pra aprovar minha matrícula, e ele me olhou interessado na nossa conversa, a gente tava batendo um papo com meu pai e ele me perguntou
— Dami, como você vai pra faculdade? Perguntou
— Bom, Pai, quando saio daqui, vou a pé e pego o coletivo, e saio de lá bem tarde, pego um Uber. Respondi, ele me olhou fixo
— Caralho, por que não me falou? Vem comigo.
Ele disse e me levou pra uma garagem enorme dentro da casa. Lá dentro tinha uns 8 carros que deviam ser os hobbies do meu pai.
— Vamos escolher um desses que combine com seu estilo. Disse papai, e foi me trazer um dos carrinhos de golfe dele e falou rindo
— Esse combina bem com você.
Falou, começando a dar umas gargalhadas
— Vai tomar no cu, pai. Falei rindo junto com ele, fazia tempo que a gente não ria assim juntos, e parecia estranho porque ele não era muito de fazer piada, sempre foi muito sério e raramente ríamos juntos, então resolvi aproveitar o bom momento entre nós Os dois.
—Vem, Damião, esse aqui você vai gostar.
Ele disse e me mostrou um conversível preto da BMW que me deixou babando. Meu pai ficou em silêncio, algo estranho, e me chamou a atenção aquela sensação de que algo do passado que ficou pendurado voltou à mente dele, então eu olhei pra ele.
—Aconteceu alguma coisa, pai? — perguntei. Ele me olhou meio sem graça e depois sorriu quando olhou pro meu rosto.
—Esse destino filho da puta sempre com suas coisas estranhas — ele disse.
—Damião, na verdade esse carro eu tinha comprado pra você antes de me separar da sua mãe, já que tudo aconteceu perto do seu aniversário, quando você terminou o ensino médio, e eu ia te dar de presente como recompensa pelo seu esforço, pra você ser o mais popular da faculdade.
O velho ficou meio emocionado ao me dar o presente que não conseguiu me dar por causa do divórcio com minha mãe e a putaria judicial que ela mesma armou pra sugar dinheiro do meu pai.
Nós nos abraçamos e eu agradeci, falei que amava o carro, que ele seria meu xodó e que eu cuidaria muito bem dele. Quem tava fervendo de raiva nos vendo escondido era a puta da Valéria, que já tinha feito a cabeça de que aquele carro seria dela um dia. E ao ver escondido como papai guardava ele pra mim com todo cuidado, como se soubesse que um dia me daria, aquilo fazia ela queimar de ciúmes e ódio. Dias depois, eu saí pra terminar meus últimos trâmites de matrícula na faculdade. Naquela manhã, papai se despediu da gente porque tinha que viajar por 10 dias a trabalho.
Mas aqueles dias depois do incidente do sofá com minha madrasta e meu pai foram mais tranquilos. Com papai, a gente tentou recuperar o tempo perdido depois do divórcio com a mamãe. A única merda daqueles dias era ter que aguentar a Valéria, que desde que se deu mal ao tentar encarar o assunto com papai e eu ter ganhado aquela briga, e desde que viu como papai me deu o carro que tinha comprado pro meu aniversário, não parava de me encher o saco e discutia comigo por tudo. E o que me fez ficar com mais raiva dela foi aquele dia em que conheci uma mina gostosa na faculdade — depois eu descobriria que ela seria a mais... gostosa e popular da universidade. A mina tinha vindo em casa e ficou chocada ao ver o casarão quando desceu do carro, mas tudo foi pro caralho quando a gente sentou naquela porra de sofá que a Valéria sempre usava de desculpa pra brigar comigo.
—Ah, então agora você traz umas vadias qualquer pra casa sem nem se instalar direito!
Falou com maldade a Valéria. Florencia — que era o nome da mina — se levantou furiosa, olhando com raiva pra Valéria.
—Quem você chamou de vadia?! Vadia ressuscitada!
Gritou a Flor furiosa, e depois me olhou meio sem graça.
—Desculpa se ela é sua mãe, mas não vou deixar ninguém me insultar.
Ela me falou, eu olhei pra ela — Se essa fosse minha mãe, eu mesmo teria me abortado. Falei puto.
—Haha, como se sua mãe fosse uma donzela, essa louca ressentida!
Aí a Florencia percebeu o erro: não era minha mãe, era minha madrasta.
—Ai, amor, me perdoa!
Falou e me deu um beijo que até hoje eu lembro, na frente da Valéria, que ardia de raiva e ciúme. A gente se despediu na porta, prometi que quando eu resolver meus problemas com a mãe, talvez levasse ela pra conhecer — óbvio que era mentira. Se ela já ficou assim sabendo que a Valéria trocava ideia comigo e mandava foto de biquíni, ficou doida e me expulsou de casa. Se eu levar a Florencia como minha namorada, é capaz de crucificar ela ali mesmo. Além disso, eu não esperava nada além de uma amizade e talvez um rolé com a Florencia. Assim que ela foi embora, fui atrás da Valéria, que tava atrás de mim parada, como se esperasse o castigo. Peguei ela pelo cabelo.
—Qual é o seu problema, sua vadia maldita!
Gritei furioso.
—Nem minha mãe ousa fazer uma merda dessas comigo!
Falei puto, ela me olhou nos olhos.
—Claro, por isso ela deve estar andando pelas paredes agora, viajando em tudo que a cabecinha torta dela deve estar pensando, louca paranoica!
Falou ela, humilhando minha mãe.
—Não fala assim da minha mãe!
Gritei, e ela me olhou com uma cara de total desprezo.
—Tanto que você defende essa ressentida, volta pra ela!
Falou a Valéria, eu percebi aquele tomzinho. especial que só dá ciúme quando uma mulher ciumenta fala. Eu olhei pra ela
— Por que você age assim? Você me odeia?
— Você é tão burro que não percebeu o que aconteceu comigo assim que você chegou nessa casa!
Disse Valéria e foi embora, entre magoada e irritada. Quando a vejo indo embora, me viro e percebi por que ela não disse nada: atrás de mim estava meu pai. — O que aconteceu, Dami? Brigaram de novo? Perguntou papai. Contei tudo o que ela tinha feito, a cena que armou com a Florença, me deixando feito um idiota. Meu pai subiu furioso e começou a discutir com ela. No outro dia, acordei e, enquanto tomávamos um mate com papai, ela não quis descer pra tomar café, estava puta da vida comigo e com meu pai. Papai me perguntou o nome da garota, e eu falei: — Pai, ela chamou a mina de puta. O nome dela é Florença Cervantes. Falei, e o mate caiu da mão do meu pai. A cara dele ficou com uma expressão de medo. Ele se levantou, subiu as escadas e foi até onde a Valéria estava deitada. E aí eu entendi por que ele tinha ficado daquele jeito. — Você vai ligar pra essa garota agora mesmo e pedir desculpas pelo seu comportamento, Valéria! Disse papai, bravo. — Quê?! Disse ela, toda arrogante. — Você sabe quem é essa garota, sua estúpida?! Gritou papai. — Florença é filha de um sócio muito importante meu, é um dos meus clientes mais importantes! Disse meu pai, obrigando ela a ligar e pedir desculpas. Depois de mais uma humilhação, Valéria tinha aceitado a derrota. Mas tinha coisas que eu não entendia, tipo esses surtos de ciúme, porque eu conseguia perceber que era ciúme. "Será que rola algo comigo ou tô viajando?" Ficava pensando comigo mesmo. "Devia descobrir isso logo." E não imaginei que as respostas chegariam tão rápido. Enquanto papai dormia, chegavam mensagens no meu WhatsApp. Era a Valéria: "Podemos conversar sem brigar? Por favor, quero fazer as pazes." E não sei por que, mas me virei e vi a Valéria parada na escada me olhando e mordendo o lábio. Aquela imagem de puta me deixou maluco. Dei uma palmadinha no sofá, fazendo sinal pra ela vir sentar pra gente conversar. mas a puta se aproximou e ficou de quatro no sofão, me olhou e com voz sensual disse:
—Me perdoa, bebê?
E me encarando, mordeu o lábio e fez menção de me beijar na boca, suspirando quase ofegante. Eu já não aguentava mais seus flertes e provocações. Peguei a Valéria pelo rosto e ali percebi que ela, com a Florença, estava com ciúmes porque ela me desejava.
—Ahhhh Uhhh Ohhh Siiiii Me beija, Damián, chupa minha boca!
Disse Valéria com voz ofegante, e eu caí no jogo de sedução dela como uma mosca cai na teia de uma aranha. Não consigo explicar em palavras o que foi aquele beijo carregado de fogo; nunca senti uma paixão tão intensa por uma mulher. Só separei meus lábios dos dela para atacar seu pescoço com voracidade, dando chupões fortes, e ela soltava gritinhos e gemidos:
—Ayyyy Uhhhh Ahhhhh Ahhhhh Ahhhhh Ufff, finalmente!
Dizia Valéria, e com uma mão empurrava minha cabeça em direção aos seus melões enormes, me olhando com luxúria: —Você vai ser meu, Damián, vai ser só meu! Disse Valéria com uma tesão autoritária, e abaixou a cabeça, começando a fazer o melhor dos melhores boquetes do mundo. Valéria era uma caixa de surpresas, e eu queria descobrir todas as surpresas que ela tinha. Ela enfiou a língua assim que abrimos nossas bocas, e dali em diante foi só fogo, paixão e luxúria. Depois de mais de 20 minutos de um beijo de língua intenso, ela separou os lábios dos meus e me olhou sorrindo:
—Ohhh Ufff, Bebê, uau, que intenso e gostoso foi isso!
Disse Valéria, e depois segurou meu rosto com uma mão: —Vamos fazer! Primeiro aqui mesmo você me dá uma bela de uma fodida, e depois vamos pro quarto de hóspedes e lá você me faz amor até me fazer sua! Ela disse, eu olhei pra ela, beijei como um idiota apaixonado.
—Isso não é a mesma coisa?
Perguntei e enfiei um beijo na boca dela, sentindo o corpo dela vibrar da cabeça aos pés. Ela me abraçou pelo pescoço e comeu minha boca, enfiando a língua de fogo, enroscando na minha, e eu a peguei e coloquei em cima de mim, e ela começou a se mexer com uma maestria incrível, depois ela colou o rosto no meu e, enquanto me dava beijinhos carinhosos, disse:
—Parece a mesma coisa, mas não é. Presta atenção nos meus gemidos agora quando a gente foder e depois escuta os que eu soltar quando você fizer amor comigo. Aí você vai perceber a diferença.
Disse Valéria como uma mestra experiente e, sem perder mais tempo, ela levou uma mão debaixo do corpo dela e eu senti claramente quando ela abriu minha calça. Ela puxou minha cueca e meu pau saltou igual uma mola, batendo bem no meio da racha da buceta molhada dela. Ela segurou ele por trás com uma mão e me olhou de olhos bem abertos:
—Filho da puta, é enorme o teu pau!
Disse Valéria com um sorriso cheio de perversão e então guiou ele com a mão, não sem antes esfregar toda a racha da buceta dela, soltando um suspiro de prazer. Depois, colocou ele na entrada da pussy dela e me envolveu o pescoço com os braços. Valéria me olhou com luxúria enquanto, me encarando, deixava o corpo cair sobre o meu, enfiando meu pau devagar. Não tinha mais volta: eu estava fodendo minha madrasta. Ela enfiou todo o meu pau em câmera lenta, eu sentia a ponta fazendo pressão contra o colo do útero dela. Ela me envolveu o pescoço com os braços e, enquanto a gente se beijava, ela começou a se mexer e eu podia sentir o apertado daquela pussy como me apertava o pau. E Valéria explodiu minha cabeça quando começou a se mover em cima do meu pau, enfiando e tirando ele sozinha, e como ela gemia, a puta, e as coisas que ela falava entre gemidos e ofegos de puro prazer.
—Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh! Ohhhh Siiim Assiiim Me Fodeee Bebêeee Queee Delíciaaa Ohhhh Queee Gostosaaa Eu Sinto o Teu Paaau Ninguém Me Fodeuuu Assiiim Nuncaaa! Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh. Dizia Valéria gozando, cavalgando em cima do meu pau —Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Ohhhh Siiim Assiiim Damiaaam Asiiiii, me comeeee, amoooor, teeee amoooo, papiiii, teeee amoooo, maaas queee a tuuuu padreee! Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhh.
Ela gritava gemendo de puro prazer sexual, aquela buceta apertada me enlouquecia, do jeito que apertava meu pau, dava pra ver que nunca tinha comido uma pica grande e grossa como a minha, principalmente quando eu comecei a meter, porque as expressões de dor dela e o tempo que ficou com meu pau inteiro enfiado pra dentro, até conseguir se adaptar e começar a cavalgar como a puta de luxo que ela é. Ela gritava enquanto Valeria pulava com força em cima de mim, cravava toda a minha pica com muita força, eu pirado de tesão e desejo por aquela puta incrível, segurei ela pela cintura e pelas costas e, com um movimento hábil, deitei ela no sofá e comecei a socar a buceta dela com picaços fortes, ela gozou três vezes, com squirt e tudo.
— Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh! Ahhh, porraaaa, siiiim, assim, bebêeee, assim, me come, assim, que machooo, que vooocê é, meee excitaaaa, comooo vooocê meee come, assim, eu gostooo de foder, me come, Damiaaaan, sooou sua putaaa, sooou sua, papitoooo! Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh!
Ela gritava até ficar de boca aberta, ofegante, quando meu pau explodiu dentro dela, no fundo da vagina dela, Valeria sentia claramente o útero dela se enchendo de porra, com sério risco de engravidar de mim, o enteado dela. Quando ela espremeu até a última gota de leite, ela começou a mexer o quadril devagar e me pegava suavemente, e quando saiu, gozou em cima de mim e me comeu a boca num beijo ardente de língua, enquanto da buceta dela saíam jorros de porra. Enquanto a gente se devorava na boca, minha madrasta, meu pau enorme cutucava a vagina dela, fazendo ela dar pulinhos, até que meu pau se acomodou de novo, ameaçador, na entrada da vagina da minha madrasta.
— Como é que eu vou esconder tudo o que você acabou de me fazer sentir, Damião! — disse Valeria, e eu Olhei nos olhos dela porque nossos rostos se juntaram de novo.
—O que você sente por mim agora, Valéria?
Perguntei, e ela, com um movimento sensual de quadril, começou a me acolher de novo. Enfiou meu pau inteiro dentro dela e começou a cavalgar. Ficou mais de meia hora montando no meu pau e chupando minha boca até os dois gozarmos juntos. Quando senti meu leite jorrando dentro da buceta dela, o corpo dela vibrava e ela não parava de gemer. Um jorro fino e longo saiu do clitóris dela, que espirrava de novo a cada descarga de porra que eu metia dentro dela.
—Você deu mais leite na minha primeira foda do que seu pai desde que somos namorados! — disse Valéria.
—Olha, Dami, não tô zoando ele. O que quero dizer é que depois dessa parada tão linda que a gente acabou de viver, eu não vou conseguir parar, e você também não. — ela falou de novo.
—É só tesão, Valéria? — perguntei, e ela me olhou.
—Acho que não, Dami. Acho que te amo! — disse ela, e me beijou com paixão. Fomos pro meu quarto, transamos mais uma vez e dormimos juntos. Valéria dormiu colada em mim, de lado, com a calcinha fio-dental desviada e a buceta escorrendo porra. No dia seguinte, Valéria acordou do meu lado e me acordou com um beijo na boca.
—Bom dia, meu amor. Que gostoso acordar assim, depois de ter sido tão bem comida por você. Te amo, bebê. — ela falou com doçura.
—Dami, o que você despertou em mim ontem à noite é muito mais forte do que o que sinto pelo seu pai. Olha, isso que quero ter com você, mesmo que seja em segredo, é sério. — ela disse. Eu olhei incrédulo, e ela caiu na risada. —Bobo, eu me apaixonei por você assim que você cruzou a porta dessa casa pela primeira vez. — ela falou. Eu, sem dizer nada, levantei, joguei ela na cama e comi ela. Os dois gozamos quando ouvimos os passos do meu pai pela casa. Valéria se vestiu rápido e saiu do meu quarto bem na hora que cruzou com o pai.
—Onde você estava ontem à noite? — ele perguntou.
—Amor, acabei dormindo no quarto do Damião. A gente ficou conversando ontem à noite, porque quando você foi pra cama, a gente discutiu por causa daquela sweet girl idiota que você trouxe.
Ela disse:
– E aí, depois eu fui embora ofendida porque a gente brigou feio e falou um monte de coisa pesada.
Ela continuou: depois voltei pro quarto do seu lado, quando vi ele caído no sofá e fiquei com pena de ele estar assim por minha causa, talvez ele sentisse algo por aquela idiota. Ela disse:
– Bom, eu me aproximei pra conversar com ele, e ele, teimoso na raiva, se levantou, me deixou sozinha e entrou no quarto dele. Eu me levantei, fui direto lá e falei que a gente ia conversar, sim ou sim. Ficamos num vai e vem longo, e finalmente ele cedeu quando pedi desculpas pela história daquela garota. Depois continuamos conversando e conseguimos resolver algumas arestas entre nós. Sem perceber, acabei dormindo na cama dele, e ele me cobriu com as cobertas dele, deitou do meu lado, e a gente dormiu. Acordamos agora há pouco.
A foxy mentirosa não contou que a gente trepou gostoso quase na cara dela, e como a gente comeu a noite inteira. Meu pai ficou feliz que pelo menos teria paz entre ela e eu por um tempo. Primeiro, meu pai saiu pra empresa dele, e depois de aproveitar o café da manhã que ela mesma preparou pra mim, fui pra faculdade, tinha que fazer a prova de ingresso. Depois do meio-dia, voltei e entrei pelos fundos, porque papai não gostava muito que eu usasse a garagem da frente, já que não deixava ele estacionar o carro quando chegava do trabalho. Estacionei o carro que meu pai tinha me dado e caminhei pelo amplo jardim interno, passei pela piscina e cheguei em casa.
Fiquei surpreso por não ver a Valéria, porque ela sempre estava por perto. Quando cheguei na sala, notei alguns equipamentos de exercício e pensei que a Vale estaria no andar de baixo fazendo aeróbica embaixo da escada, na esperança de encontrá-la com a roupinha de academia. E encontro ela vestida assim, mas junto com um negão enorme que devia ser o personal trainer dela. Ela estava com um top rosa e um short celeste, tudo normal até que, numa rotina, ele começou a encostar a pica na bunda dela e ela suspirava e mordia o lábio inferior até que se vira e devora a boca dele.
E dali começaram uma sessão de sexo intenso, transaram por mais de duas horas, e então ouvi eles subindo pra sala. Corri pro andar de cima e consegui ver eles se despedindo com um beijo intenso. Quando ouvi ela fechar a porta, desci bem na hora que ela entrava em casa. Ao me ver, não soube bem o que dizer e tentou fingir normalidade.


(mh=JtTe-4m4voR0rW8f)38316031a.jpg)
—Oi, gostosa, senti sua falta. Ela disse e veio me abraçar, tentou me beijar na boca, mas eu desviei o rosto, evitando o beijo, e tirei os braços dela.
—Pelo visto, não sentiu tanta falta assim? Falei. Ela me olhou —O que foi, Dami? Perguntou Valéria. Eu olhei pra ela e me aproximei.
—O que foi? O que foi?!
Falei quase gritando.
—O que foi é que ontem você pintou o céu de cores pra mim, e agora não consigo fazer uma porra de uma prova porque você tá se esfregando com um maldito preto!
Gritei, deixando claro que tinha descoberto tudo.
—Calma, Damián, deixa eu explicar. Você tem razão de estar puto, mas me deixa explicar. Não quero perder isso com você, é lindo demais.
Ela disse, quase chorando.
—Pois já perdeu, Valéria. Não quero mais saber de você!
Condenei ela, saindo furioso pro meu quarto. Era estranho, me sentia traído, quando quem devia se sentir assim era meu pai. Não tinha desculpa, eu tinha me apaixonado por ela, sentia coisas por Valéria, e agora ela tinha me machucado cruelmente. Cortei todo contato com ela, e quando jantamos com meu pai, ele percebeu que estávamos brigados de novo. Depois do jantar, ele veio até mim, que tava na sala, e quis conversar.
—O que aconteceu agora entre vocês, Damián?
Meu pai perguntou, e eu não queria contar que peguei a esposa dele trepando com o personal trainer, então inventei uma história, colocando o maldito preto no meio da treta.
—O desgraçado começou a me provocar desde que cheguei em casa, depois disse que tinha apalpado a Valéria, e eu fiquei doido. Não sei se é verdade ou mentira, começamos uma briga que ela parou assim que viu a confusão, e o pior é que ela ficou do lado dele.
Falei. Meu pai se levantou furioso, foi até ela e encarou. Ela jurou que ele nunca tinha tocado nela, que não sabia que ele tinha me dito aquilo. Meu pai olhou pra ela com severidade.
—Esse sem-vergonha não entra mais na minha casa, tá demitido! Disse seco, e ela não questionou nada. Conhece bem meu pai. E quando ele sobe pra se deitar, ela vem na minha direção — O que você falou pra ele, seu otário! Ela me encarou com mau humor
— Talvez eu devesse ter contado a verdade e mostrado as provas que tenho de tudo!
Disse eu, fazendo Valéria ficar pálida e começar a tremer. Eu olhei pra ela
— Se não fiz isso, não foi por sua causa, sua vagabunda, foi porque ele não merece sofrer assim! Falei
— Isso é definitivo? Ela me perguntou. Eu olhei pra ela
— Talvez eu volte pra minha mãe, ou talvez não comece a faculdade e comece a trabalhar pra alugar um lugar!
Falei, e ela se desesperou
— Não, isso não, amor, não me abandona, por favor!
Dizia ela, implorando entre lágrimas
— Eu não vou abrir mão de você, deixa isso bem claro! Ela disse. Eu segurei o braço dela
— Me escuta bem, puta. Quem me traiu foi você. Ontem à noite você dizia que me amava, que eu era mais importante que meu pai, e hoje você se esfrega naquele idiota.
Ela me olhou chorando
— O que sinto por você é verdade, e isso foi só um acidente. Ei, eu sei que te falhei e te peço perdão de joelhos. Sou capaz de deixar você transar com aquela estúpida inexperiente, contanto que você me perdoe e a gente fique quites.
Ela disse, mas não adiantou, tudo estava muito recente e não ia ser tão fácil. Ela foi embora chorando. No dia seguinte, foi comunicado oficialmente ao personal trainer que ele estava demitido. Tanto Valéria quanto eu ficamos divididos: eu não dirigia a palavra a ela, e ela tentava não falar comigo pra eu não xingá-la quando nos cruzávamos. Ela me olhava sem dizer nada e, ao ver minha indiferença, começava a chorar, me fazendo ver que aquilo doía muito nela.
La tercera parte va a estar en mi pagina Pantreon donde estaré publicando relatos cada 8 días y serán publicados ahí antes de aquí espero que me apoyen así podre crear mejor contenido
https://www.patreon.com/c/MACKLEIN42
0 comentários - História e Fatos Quentes de uma Família Divorciada 2