O pau estava mais obediente do que nunca, agachou-se, seu rosto estava em frente àquele pauzão, abriu suavemente a boca e começou a passar a língua por toda a cabeça, enquanto com uma mão se segurava em Enzo e com a outra tinha começado a punhetá-lo lentamente. Ele a observava...
Enzo: Olha pra mim, putinha, quero que me olhe enquanto chupa (obediente, começou a olhá-lo enquanto sua língua percorria a cabeça, era algo lindo) isso, vai, abre mais a boca… mmmmmm
Pau: Não consigo mais, é muito grande (enquanto beijocava a cabeça, e era mesmo, somado ao fato de que Pau não gostava de enfiar até o fundo porque dava ânsia, com sorte cobria uns 30% daquele pau, além de ser grosso, o que dificultava ainda mais a tarefa)
Pau ficou um tempinho chupando como sabia fazer, cobria a glande com a boca, sua língua brincava suavemente com o freio, enquanto o punhetava num ritmo um pouco mais rápido, mas evidentemente Enzo estava acostumado a outro tipo de serviço.
Enzo: Mmmm vai, putinha, engole mais um pouquinho (começou a mexer a pelve, ela resistia levando a cabeça para trás, quase instintivamente)
Pau: Não dá, é muito grand… (ele a agarrou pela cabeça e enfiou até o fundo) ahgggggggggggggggggggggg
Sentiu uma ânsia tremenda, Pau começou a tossir, tinha se engasgado
Enzo: Viu que dá, vai, continua… (o queixo de Pau estava coberto de saliva)
Pau: (tossindo) Tá bom, mas não me agarra a cabeça, eu vou tentar (ia tentar? Comigo não tentava, sempre me diz que se não gosto que procure outra e tchau, realmente tinha assumido um papel bem submisso, até onde estaria disposta a ir?)
Enzo: Mmmm, vamos ver, putinha…
Pau começou novamente a chupá-lo, agora tentando abrir bem a boca, ampliar a garganta para conseguir enfiar mais, Enzo mexia tentando levar seu pau um pouco mais para dentro, às vezes a ânsia era inevitável, mas ela seguia, continuava, algo que nunca tinha feito…
Enzo: Mmmmmm isso, assim… vai…
Pau: Aghhh… Assim você gosta??? (enquanto olhava para ele com uma cara de inocente, ela estava mais puta do que nunca, evidentemente isso a deixou muito excitada)
Enzo: Isso, filha da puta, isso, que carinha linda você tem… (acariciou o rosto de Pau).
Ela é realmente muito bonita, ninguém imaginaria que essa morena com esse rosto angelical e de menina direitinha estaria engasgando com um pau daquele tamanho.
Enzo: Ufff, vai, assim, até o fundo.
Pau: Ahhhhgggg… (de vez em quando ela se afastava para pegar um pouco de ar, e era aí que ela acelerava o ritmo da masturbação, para deixar o macho satisfeito…).
Enzo: Mmm, vai, continua assim, puta (o gozo era iminente, Enzo já estava excitado pelas gozadas que minha esposa tinha dado, ele agarrou a cabeça dela e começou a meter na boca, só se ouviam os engasgos e os gemidos do cara).
Pau: Aghhhhhh (seus olhos lacrimejavam, ela oferecia uma resistência fraca, levando a cabeça para trás, mas pouco podia fazer contra a pegada e as investidas de Enzo).
Enzo: Mmmmmmm, ahhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii (começou a jorrar um gozo enorme na garganta de Pau, manteve a posição por alguns segundos, sentiu-se um grande engasgo, Pau começou a tossir, como se estivesse se afogando, finalmente conseguiu se afastar e cuspir apenas um pouco de porra, o resto ela tinha engolido…).
Nunca tinha visto Pau naquele estado, os lábios inchados, o delineado sutil dos olhos borrado pelas lágrimas que aquele pau tinha causado, e a cereja do bolo era sua boca cheia de sêmen, escorrendo levemente até o queixo. Ela se ajoelhou no chão pegando um pouco de ar, enquanto a tosse começava a diminuir. Enzo tinha se deixado cair, apoiado nos braços, exausto, não conseguia acreditar no que tinha acontecido.
Eu, por minha parte, já tinha parado de me tocar há um tempo, porque senão já teria gozado. Ao ouvir o clímax de Enzo, meu pau começou a pulsar e o leite saiu de novo sem que eu fizesse nada. Êxtase absoluto.
Enzo: Ufff, como você me deixou excitado… (Pau só conseguiu olhar para ele)… gostou do meu pau? (timidamente, ela gesticulou um “sim”). com a cabeça dele). Ele se levantou, ficou de frente para ela, agachou-se, pegou seu queixo, coberto de porra, e deu um beijo nela, suas línguas se entrelaçaram. Ele a olhou fixamente. Enzo: — Que gostosa você é, não acredito que seu marido te compartilha… Pau não sabia bem o que dizer, estava de joelhos na frente dele, com a boca coberta de sêmen, se sentia uma puta, e adorava isso, separou levemente os joelhos, pegou uma das mãos de Enzo e levou até sua buceta. Obviamente, se sentir submissa daquela forma a tinha deixado muito excitada… Enzo: — Mmm, quer mais? (começou a esfregar seu clitóris, enquanto a encarava nos olhos) Pau: — Mmmm, sim (gemia, enquanto ele acelerava o ritmo aos poucos) mmmm, continua, siiim Minha rola estava dura de novo ao ouvir a sequência, comecei a me masturbar novamente, tinha pouca sensibilidade, mas ainda assim estava gostando) Enzo a segurava pelo ombro para que não caísse, enquanto com os dedos percorria o clitóris de Pau. Ela começou a gemer, estava muito excitada. Ele, por sua vez, ia penetrando aos poucos com os dedos e acelerando o ritmo. Pau: Continua assim, mmmmmm, por favor, não para, continua aí que não aguento mais… ahhhhhhhhhhhhh Não foram nem dois minutos, Pau gozou todinha, de novo. A imagem ficou gravada na minha retina. Pau estava agachada, segurando a mão de Enzo para que ele não continuasse a masturbação, enquanto ele, também agachado, a segurava pelo ombro para que não caísse e a outra mão estava apalpando sua buceta. Apesar de eu continuar me masturbando, já não conseguia gozar, minha rola estava bem irritada, parei de me tocar. Enzo: — Que tesão você me dá, filha da puta (enquanto se levantava e segurava sua rola, que já estava dura de novo) BIP BIP!!! Nisso, toca um celular, o toque não era nosso… Enzo: — Uhh, meu celular! Pau: — Vai atender (conseguiu dizer, enquanto se levantava e arrumava o cabelo para trás) Enzo saiu rápido do corredor, virou na esquina e ele passou do meu lado, mal fizemos contato visual, foi até a cozinha e tirou da mochila um smartphone meio antigo...
Enzo: alô?... sim, tô trabalhando... ainda tô na casa, estamos esperando pra ver se para de chover, se não parar daqui a pouco eu saio praí. (Tudo num tom bem sério)
Tá bom, fica tranquila, tchau.
Enquanto Enzo falava no telefone, Pau aproveitou pra sair do quarto e ir pro banheiro. Passou na minha frente, mal me olhou, tava envergonhada, percebeu as manchas de porra no chão. Entrou no banheiro. Eu tinha aproveitado que Enzo tinha ido pra cozinha pra subir minha calça.
Ele voltou a passar na minha frente indo pro escritório e, vendo que Pau não tava, voltou pro corredor.
Enzo: — Ela não tá (disse alto)
Eu: — Foi no banheiro, tá tudo bem?... Digo pela ligação...
Enzo: — É, é minha wife, queria saber onde eu tava... (em tom sério, a ligação tinha cortado todo o clima)
Eu: — Ahh, não sabia que você era casado
Enzo: — Não não, eu chamo assim mas não somos casados, eu só tenho 22...
Eu: — E ela tem sua idade?
Enzo: — 35 (com um tom cortante)
Não perguntei mais nada... ele tava num relacionamento com uma mulher mais velha até do que a gente, me surgiram várias dúvidas... Será que moram juntos? Têm filhos? Por um momento pensei que a gente tava se metendo numa furada.
O contexto dessa conversa foi meio bizarro, eu tava pelado, só de calça. A centímetros dos meus pés, o chão tava cheio de porra, e Enzo tava completamente nu, com o pau dele, que mesmo não estando ereto, continuava gosmento, era impactante, brilhando da saliva que Pau tinha deixado.
Um trovão fez tudo tremer...
Eu: — Uhhh, acho que isso não vai parar
Enzo: — (decepcionado) Bom... vou ter que ir embora...
Desde a ligação a expressão dele tinha mudado, abatido, foi pro escritório buscar a roupa, falei pra ele vestir algo meu porque a dele continuava molhada, mas ele não aceitou, só pegou o guarda-chuva que eu também tinha oferecido, e foi embora. Olhando pra porta do banheiro pra ver se a Pau ia sair, acho que pra se despedir dele. Não aconteceu. O Enzo foi embora com só um tchau. Tava chovendo pra caralho...
Peguei um minuto pra pensar em tudo que tinha acontecido, não tava caindo a ficha ainda, fazia tempo que eu fantasiava com a minha mulher ficando com outro homem, e eu tinha conseguido, tudo começou no dia anterior com uma gozada na perna, e terminou hoje, com uma gozada na garganta e com a Pau toda apalpada por um estranho. Meu pau começou a reagir de novo, fui pro banheiro, ouvi o barulho do chuveiro. Abri a porta, e meti a cara lá... a cortina tava tapando...
Eu: - Amor, tudo bem?
Pau: - Sim, sim (notei ela estranha)
Eu: - Tem certeza? Não quero que seja como ontem, que você ficou o dia todo sem falar comigo... curte o que aconteceu, então nada de culpas... tá bom?
Pau: - Ok (seca)
Eu: - Falo sério mesmo, foi foda pra caralho, sei que você curtiu e eu também, então não fica pensando muito no assunto, deixo você tomar banho tranquila... (e fui embora, sem ouvir resposta).
Fui pra cozinha, e liguei a TV enquanto beliscava uns biscoitos... Um tempo depois a Pau saiu do banho, coberta com uma toalha, foi pro quarto, deixei ela se trocar. Ela veio pra cozinha, tinha colocado um vestido florido marrom.

Eu: - Quer umas bolachas, amor?
Pau: - Pode ser (tinha mudado o tom, era "quase" o habitual)
Ficamos petiscando algo, depois almoçamos, vimos um filme (o dia estava propício) e continuamos nossa tarde. Já eram umas 19:40... eu tinha estado com tesão o dia todo, mas evitava tocar no assunto... até que não aguentei mais... fui até o quarto
Eu: - Love...
Pau: - Sim (estava deitada na cama, olhando o celular)
Eu: - (aos pés da cama) Podemos falar sobre o que aconteceu hoje?
Pau: - (continuava olhando o celular), do que você quer falar?
Eu: - De como foi pra você, se gostou, qual foi a vibe... quero saber
Pau: - (levantou o olhar) Você já sabe...
Eu: - Mas quero que você me diga (enquanto meu volume começava a ficar visível aos poucos)
Pau: - (tomou fôlego para responder) ... Sim, gostei (eu esperava algo mais extenso)
Eu: - Só isso? Vai, love...
Pau: - Não sei o que mais te dizer, me sinto um pouco desconfortável falando sobre isso, e além disso você logo fica excitado (olhando pro meu volume)
Eu: - Você não gosta disso?
Pau: - Gosto, mas não sei o que mais você quer que eu diga
Eu: - Tudo! Hahaha (subi na cama e me ajoelhei entre suas pernas, as separei e comecei a massagear sua coxa, enquanto conversávamos)... gozei duas vezes ouvindo vocês...
Pau: - Sim, percebi, vi o chão, teria preferido que guardasse pra mim (com cara de safada)
Eu: - Sério? Da próxima vou tentar haha (minhas mãos tinham puxado um pouco o vestido enquanto continuava massageando, sua calcinha laranja ficou à vista, olhei desconcertado) É a mesma? (olhando sua buceta)
Pau: - Como vai ser a mesma? Coloquei aquela pra lavar, é parecida, quase o mesmo tom mas é outra bosta... e não sei quem te disse que vai ter outra, pra mim já acabou...
(ASSIM QUE FICOU... UM SONHO...)
Eu: - Como assim já acabou?? Eu quero que continue, que continue explorando sua faceta de "putinha" haha
Pau: - (franziu a testa) Nada de putinha! Fiz isso porque você insistiu, porque sei que você adora...
Eu: - Eu sei, amor, não tô te julgando, adorei o que fizeram aí dentro, seus engasgos me deixaram com muito tesão... Comigo você não deixa fazer isso (aproveitei pra jogar a indireta, minhas mãos se revezavam entre massagens nas pernas e toques na sua ppk)
Pau: - É que a dele me faz engasgar na hora, é grande (meu pau endureceu ao ouvir isso).
Com minhas mãos peguei suas pernas e aproximei meu rosto da sua ppk, comecei a esfregar meu nariz contra sua calcinha, queria sentir vestígios do que tinha acontecido, mas o banho tinha levado tudo, comecei a passar minha língua sobre o tecido, Pau fechou os olhos e começou a curtir... eu estava muito ereto.
Eu: - Tô com muito tesão com tudo isso que tá rolando, amor...
Pau: - Eu também...
Eu: - É? Quero que você se entregue mais pro cara, quero que você dê pra ele (tava tão excitado que já poderia dizer qualquer coisa)
Pau: - Mmmmm
Eu: - (esperando sua resposta)... você vai deixar ele te comer, amor??
Pau: - Pode ser... mmmm
Puxei sua calcinha e comecei a lamber seu clitóris, estava inchado de toda a ação do dia, mesmo assim, sua bucetinha tinha lubrificado muito rápido toda a área, comecei a brincar com minha língua...
Eu: - Vai, amor... quero saber... me fala...
Pau: - (tomou fôlego) Sim, eu quero amor, se você me pedir eu vou fazer...
Eu: - Mmmmm (tinha tirado a calça e começado a me masturbar) Sim sim, quero que ele te coma, que os dois estejam bem excitados e façam de tudo...
Pau: - Mmmm tá bom amor, vamos pedir pra ele
Ela estava totalmente entregue, realmente me dava um pouco de medo dar esse passo, mas a ideia me excitava mais que qualquer outra...
Pau: - Me come um pouquinho, amor... (entre gemidos)
Tirei rápido a camiseta, as calças, me coloquei na altura dela na cama, em posição de "missionário" e posicionei meu pau na entrada da sua buceta, não foi difícil penetrar, ela estava encharcada, Começamos a transar a um ritmo suave, com penetrações profundas,
nos fundimos em um beijo, nossas línguas se entrelaçavam, Pau ofegava, estava muito quente…
Pau: - Isso, amor, assim, eu adoro, mete mais forte…
Eu: - (acelerei o ritmo) É, gostosa, assim que você gosta? Tá se preparando para o cara? Ele vai te comer com mais força, com certeza…
Pau: - Mmmm, sim, sim, você continua, não para…
Ficamos um tempo nessa posição, às vezes diminuía o ritmo com penetrações mais profundas…
Pau: - Mm, vai amor, mais forte, vai que eu já vou gozar… (acelerei) mmmmmmmmmm… Ahhhhhhhhhhhhhh
Eu ainda não tinha gozado, tinha perdido a sensibilidade…
Pau: - (recuperando o fôlego) O que foi, amor?
Eu: - Nada…
Pau: - Mas… você não gozou e já não está tão duro
Eu: - (me senti estranho com a afirmação dela) Gozei muito hoje, amor, já não aguento mais (beijei e abracei ela)
Pau: - Tudo bem, amor, amanhã a gente faz de novo…
Ficamos um tempo assim, as bochechas dela estavam coradas, a buceta dela tinha tido ação como poucas vezes na vida…
Jantamos e por volta das 23h fomos dormir… minha cabeça ficou rememorando tudo o que aconteceu naquele fim de semana…
Enzo: Olha pra mim, putinha, quero que me olhe enquanto chupa (obediente, começou a olhá-lo enquanto sua língua percorria a cabeça, era algo lindo) isso, vai, abre mais a boca… mmmmmm
Pau: Não consigo mais, é muito grande (enquanto beijocava a cabeça, e era mesmo, somado ao fato de que Pau não gostava de enfiar até o fundo porque dava ânsia, com sorte cobria uns 30% daquele pau, além de ser grosso, o que dificultava ainda mais a tarefa)
Pau ficou um tempinho chupando como sabia fazer, cobria a glande com a boca, sua língua brincava suavemente com o freio, enquanto o punhetava num ritmo um pouco mais rápido, mas evidentemente Enzo estava acostumado a outro tipo de serviço.
Enzo: Mmmm vai, putinha, engole mais um pouquinho (começou a mexer a pelve, ela resistia levando a cabeça para trás, quase instintivamente)
Pau: Não dá, é muito grand… (ele a agarrou pela cabeça e enfiou até o fundo) ahgggggggggggggggggggggg
Sentiu uma ânsia tremenda, Pau começou a tossir, tinha se engasgado
Enzo: Viu que dá, vai, continua… (o queixo de Pau estava coberto de saliva)
Pau: (tossindo) Tá bom, mas não me agarra a cabeça, eu vou tentar (ia tentar? Comigo não tentava, sempre me diz que se não gosto que procure outra e tchau, realmente tinha assumido um papel bem submisso, até onde estaria disposta a ir?)
Enzo: Mmmm, vamos ver, putinha…
Pau começou novamente a chupá-lo, agora tentando abrir bem a boca, ampliar a garganta para conseguir enfiar mais, Enzo mexia tentando levar seu pau um pouco mais para dentro, às vezes a ânsia era inevitável, mas ela seguia, continuava, algo que nunca tinha feito…
Enzo: Mmmmmm isso, assim… vai…
Pau: Aghhh… Assim você gosta??? (enquanto olhava para ele com uma cara de inocente, ela estava mais puta do que nunca, evidentemente isso a deixou muito excitada)
Enzo: Isso, filha da puta, isso, que carinha linda você tem… (acariciou o rosto de Pau).
Ela é realmente muito bonita, ninguém imaginaria que essa morena com esse rosto angelical e de menina direitinha estaria engasgando com um pau daquele tamanho.
Enzo: Ufff, vai, assim, até o fundo.
Pau: Ahhhhgggg… (de vez em quando ela se afastava para pegar um pouco de ar, e era aí que ela acelerava o ritmo da masturbação, para deixar o macho satisfeito…).
Enzo: Mmm, vai, continua assim, puta (o gozo era iminente, Enzo já estava excitado pelas gozadas que minha esposa tinha dado, ele agarrou a cabeça dela e começou a meter na boca, só se ouviam os engasgos e os gemidos do cara).
Pau: Aghhhhhh (seus olhos lacrimejavam, ela oferecia uma resistência fraca, levando a cabeça para trás, mas pouco podia fazer contra a pegada e as investidas de Enzo).
Enzo: Mmmmmmm, ahhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii (começou a jorrar um gozo enorme na garganta de Pau, manteve a posição por alguns segundos, sentiu-se um grande engasgo, Pau começou a tossir, como se estivesse se afogando, finalmente conseguiu se afastar e cuspir apenas um pouco de porra, o resto ela tinha engolido…).
Nunca tinha visto Pau naquele estado, os lábios inchados, o delineado sutil dos olhos borrado pelas lágrimas que aquele pau tinha causado, e a cereja do bolo era sua boca cheia de sêmen, escorrendo levemente até o queixo. Ela se ajoelhou no chão pegando um pouco de ar, enquanto a tosse começava a diminuir. Enzo tinha se deixado cair, apoiado nos braços, exausto, não conseguia acreditar no que tinha acontecido.
Eu, por minha parte, já tinha parado de me tocar há um tempo, porque senão já teria gozado. Ao ouvir o clímax de Enzo, meu pau começou a pulsar e o leite saiu de novo sem que eu fizesse nada. Êxtase absoluto.
Enzo: Ufff, como você me deixou excitado… (Pau só conseguiu olhar para ele)… gostou do meu pau? (timidamente, ela gesticulou um “sim”). com a cabeça dele). Ele se levantou, ficou de frente para ela, agachou-se, pegou seu queixo, coberto de porra, e deu um beijo nela, suas línguas se entrelaçaram. Ele a olhou fixamente. Enzo: — Que gostosa você é, não acredito que seu marido te compartilha… Pau não sabia bem o que dizer, estava de joelhos na frente dele, com a boca coberta de sêmen, se sentia uma puta, e adorava isso, separou levemente os joelhos, pegou uma das mãos de Enzo e levou até sua buceta. Obviamente, se sentir submissa daquela forma a tinha deixado muito excitada… Enzo: — Mmm, quer mais? (começou a esfregar seu clitóris, enquanto a encarava nos olhos) Pau: — Mmmm, sim (gemia, enquanto ele acelerava o ritmo aos poucos) mmmm, continua, siiim Minha rola estava dura de novo ao ouvir a sequência, comecei a me masturbar novamente, tinha pouca sensibilidade, mas ainda assim estava gostando) Enzo a segurava pelo ombro para que não caísse, enquanto com os dedos percorria o clitóris de Pau. Ela começou a gemer, estava muito excitada. Ele, por sua vez, ia penetrando aos poucos com os dedos e acelerando o ritmo. Pau: Continua assim, mmmmmm, por favor, não para, continua aí que não aguento mais… ahhhhhhhhhhhhh Não foram nem dois minutos, Pau gozou todinha, de novo. A imagem ficou gravada na minha retina. Pau estava agachada, segurando a mão de Enzo para que ele não continuasse a masturbação, enquanto ele, também agachado, a segurava pelo ombro para que não caísse e a outra mão estava apalpando sua buceta. Apesar de eu continuar me masturbando, já não conseguia gozar, minha rola estava bem irritada, parei de me tocar. Enzo: — Que tesão você me dá, filha da puta (enquanto se levantava e segurava sua rola, que já estava dura de novo) BIP BIP!!! Nisso, toca um celular, o toque não era nosso… Enzo: — Uhh, meu celular! Pau: — Vai atender (conseguiu dizer, enquanto se levantava e arrumava o cabelo para trás) Enzo saiu rápido do corredor, virou na esquina e ele passou do meu lado, mal fizemos contato visual, foi até a cozinha e tirou da mochila um smartphone meio antigo...
Enzo: alô?... sim, tô trabalhando... ainda tô na casa, estamos esperando pra ver se para de chover, se não parar daqui a pouco eu saio praí. (Tudo num tom bem sério)
Tá bom, fica tranquila, tchau.
Enquanto Enzo falava no telefone, Pau aproveitou pra sair do quarto e ir pro banheiro. Passou na minha frente, mal me olhou, tava envergonhada, percebeu as manchas de porra no chão. Entrou no banheiro. Eu tinha aproveitado que Enzo tinha ido pra cozinha pra subir minha calça.
Ele voltou a passar na minha frente indo pro escritório e, vendo que Pau não tava, voltou pro corredor.
Enzo: — Ela não tá (disse alto)
Eu: — Foi no banheiro, tá tudo bem?... Digo pela ligação...
Enzo: — É, é minha wife, queria saber onde eu tava... (em tom sério, a ligação tinha cortado todo o clima)
Eu: — Ahh, não sabia que você era casado
Enzo: — Não não, eu chamo assim mas não somos casados, eu só tenho 22...
Eu: — E ela tem sua idade?
Enzo: — 35 (com um tom cortante)
Não perguntei mais nada... ele tava num relacionamento com uma mulher mais velha até do que a gente, me surgiram várias dúvidas... Será que moram juntos? Têm filhos? Por um momento pensei que a gente tava se metendo numa furada.
O contexto dessa conversa foi meio bizarro, eu tava pelado, só de calça. A centímetros dos meus pés, o chão tava cheio de porra, e Enzo tava completamente nu, com o pau dele, que mesmo não estando ereto, continuava gosmento, era impactante, brilhando da saliva que Pau tinha deixado.
Um trovão fez tudo tremer...
Eu: — Uhhh, acho que isso não vai parar
Enzo: — (decepcionado) Bom... vou ter que ir embora...
Desde a ligação a expressão dele tinha mudado, abatido, foi pro escritório buscar a roupa, falei pra ele vestir algo meu porque a dele continuava molhada, mas ele não aceitou, só pegou o guarda-chuva que eu também tinha oferecido, e foi embora. Olhando pra porta do banheiro pra ver se a Pau ia sair, acho que pra se despedir dele. Não aconteceu. O Enzo foi embora com só um tchau. Tava chovendo pra caralho...
Peguei um minuto pra pensar em tudo que tinha acontecido, não tava caindo a ficha ainda, fazia tempo que eu fantasiava com a minha mulher ficando com outro homem, e eu tinha conseguido, tudo começou no dia anterior com uma gozada na perna, e terminou hoje, com uma gozada na garganta e com a Pau toda apalpada por um estranho. Meu pau começou a reagir de novo, fui pro banheiro, ouvi o barulho do chuveiro. Abri a porta, e meti a cara lá... a cortina tava tapando...
Eu: - Amor, tudo bem?
Pau: - Sim, sim (notei ela estranha)
Eu: - Tem certeza? Não quero que seja como ontem, que você ficou o dia todo sem falar comigo... curte o que aconteceu, então nada de culpas... tá bom?
Pau: - Ok (seca)
Eu: - Falo sério mesmo, foi foda pra caralho, sei que você curtiu e eu também, então não fica pensando muito no assunto, deixo você tomar banho tranquila... (e fui embora, sem ouvir resposta).
Fui pra cozinha, e liguei a TV enquanto beliscava uns biscoitos... Um tempo depois a Pau saiu do banho, coberta com uma toalha, foi pro quarto, deixei ela se trocar. Ela veio pra cozinha, tinha colocado um vestido florido marrom.


Eu: - Quer umas bolachas, amor? Pau: - Pode ser (tinha mudado o tom, era "quase" o habitual)
Ficamos petiscando algo, depois almoçamos, vimos um filme (o dia estava propício) e continuamos nossa tarde. Já eram umas 19:40... eu tinha estado com tesão o dia todo, mas evitava tocar no assunto... até que não aguentei mais... fui até o quarto
Eu: - Love...
Pau: - Sim (estava deitada na cama, olhando o celular)
Eu: - (aos pés da cama) Podemos falar sobre o que aconteceu hoje?
Pau: - (continuava olhando o celular), do que você quer falar?
Eu: - De como foi pra você, se gostou, qual foi a vibe... quero saber
Pau: - (levantou o olhar) Você já sabe...
Eu: - Mas quero que você me diga (enquanto meu volume começava a ficar visível aos poucos)
Pau: - (tomou fôlego para responder) ... Sim, gostei (eu esperava algo mais extenso)
Eu: - Só isso? Vai, love...
Pau: - Não sei o que mais te dizer, me sinto um pouco desconfortável falando sobre isso, e além disso você logo fica excitado (olhando pro meu volume)
Eu: - Você não gosta disso?
Pau: - Gosto, mas não sei o que mais você quer que eu diga
Eu: - Tudo! Hahaha (subi na cama e me ajoelhei entre suas pernas, as separei e comecei a massagear sua coxa, enquanto conversávamos)... gozei duas vezes ouvindo vocês...
Pau: - Sim, percebi, vi o chão, teria preferido que guardasse pra mim (com cara de safada)
Eu: - Sério? Da próxima vou tentar haha (minhas mãos tinham puxado um pouco o vestido enquanto continuava massageando, sua calcinha laranja ficou à vista, olhei desconcertado) É a mesma? (olhando sua buceta)
Pau: - Como vai ser a mesma? Coloquei aquela pra lavar, é parecida, quase o mesmo tom mas é outra bosta... e não sei quem te disse que vai ter outra, pra mim já acabou...
(ASSIM QUE FICOU... UM SONHO...)

Eu: - Como assim já acabou?? Eu quero que continue, que continue explorando sua faceta de "putinha" hahaPau: - (franziu a testa) Nada de putinha! Fiz isso porque você insistiu, porque sei que você adora...
Eu: - Eu sei, amor, não tô te julgando, adorei o que fizeram aí dentro, seus engasgos me deixaram com muito tesão... Comigo você não deixa fazer isso (aproveitei pra jogar a indireta, minhas mãos se revezavam entre massagens nas pernas e toques na sua ppk)
Pau: - É que a dele me faz engasgar na hora, é grande (meu pau endureceu ao ouvir isso).
Com minhas mãos peguei suas pernas e aproximei meu rosto da sua ppk, comecei a esfregar meu nariz contra sua calcinha, queria sentir vestígios do que tinha acontecido, mas o banho tinha levado tudo, comecei a passar minha língua sobre o tecido, Pau fechou os olhos e começou a curtir... eu estava muito ereto.
Eu: - Tô com muito tesão com tudo isso que tá rolando, amor...
Pau: - Eu também...
Eu: - É? Quero que você se entregue mais pro cara, quero que você dê pra ele (tava tão excitado que já poderia dizer qualquer coisa)
Pau: - Mmmmm
Eu: - (esperando sua resposta)... você vai deixar ele te comer, amor??
Pau: - Pode ser... mmmm
Puxei sua calcinha e comecei a lamber seu clitóris, estava inchado de toda a ação do dia, mesmo assim, sua bucetinha tinha lubrificado muito rápido toda a área, comecei a brincar com minha língua...
Eu: - Vai, amor... quero saber... me fala...
Pau: - (tomou fôlego) Sim, eu quero amor, se você me pedir eu vou fazer...
Eu: - Mmmmm (tinha tirado a calça e começado a me masturbar) Sim sim, quero que ele te coma, que os dois estejam bem excitados e façam de tudo...
Pau: - Mmmm tá bom amor, vamos pedir pra ele
Ela estava totalmente entregue, realmente me dava um pouco de medo dar esse passo, mas a ideia me excitava mais que qualquer outra...
Pau: - Me come um pouquinho, amor... (entre gemidos)
Tirei rápido a camiseta, as calças, me coloquei na altura dela na cama, em posição de "missionário" e posicionei meu pau na entrada da sua buceta, não foi difícil penetrar, ela estava encharcada, Começamos a transar a um ritmo suave, com penetrações profundas,
nos fundimos em um beijo, nossas línguas se entrelaçavam, Pau ofegava, estava muito quente…
Pau: - Isso, amor, assim, eu adoro, mete mais forte…
Eu: - (acelerei o ritmo) É, gostosa, assim que você gosta? Tá se preparando para o cara? Ele vai te comer com mais força, com certeza…
Pau: - Mmmm, sim, sim, você continua, não para…
Ficamos um tempo nessa posição, às vezes diminuía o ritmo com penetrações mais profundas…
Pau: - Mm, vai amor, mais forte, vai que eu já vou gozar… (acelerei) mmmmmmmmmm… Ahhhhhhhhhhhhhh
Eu ainda não tinha gozado, tinha perdido a sensibilidade…
Pau: - (recuperando o fôlego) O que foi, amor?
Eu: - Nada…
Pau: - Mas… você não gozou e já não está tão duro
Eu: - (me senti estranho com a afirmação dela) Gozei muito hoje, amor, já não aguento mais (beijei e abracei ela)
Pau: - Tudo bem, amor, amanhã a gente faz de novo…
Ficamos um tempo assim, as bochechas dela estavam coradas, a buceta dela tinha tido ação como poucas vezes na vida…
Jantamos e por volta das 23h fomos dormir… minha cabeça ficou rememorando tudo o que aconteceu naquele fim de semana…
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