O verão quente igual a esse que a gente tá vivendo reavivou aquela tesão e aquele fogo que eu sentia ao ver minha cunhada desfilando de fio dental na minha frente. Aquela bunda tão redondinha, tão perfeita e tão pelada não dava pra não olhar, não apreciar e não curtir. A mina, muito esperta, logo percebeu que meus olhinhos iam pra aquela bunda toda vez que ela passava na minha frente. E começou a passar mais vezes, arrumar desculpa pra ficar onde eu tava, e quanto mais desfilava e rebolava aquela bunda, mais vontade eu tinha de fazer ela minha de novo. Mas será que eu tava disposto a arriscar tudo outra vez? Será que precisava? Se a minha mulher me comia como uma verdadeira puta. Com essa dúvida, passei umas noites até que uma tarde minha cunhada ganhou uma batalha da minha mulher. Uma das poucas vezes que a casa tinha ficado quase vazia por motivos diferentes, eu tava na piscina aproveitando a água e o calor. Minha mulher tava tirando um cochilo lá dentro com nosso filho. Minha sogra também não tava, o cabeludo também não, e os do fundo tinham aniversário. Entrei com um short de futebol, obviamente sem cueca e mais nada. Levei duas latinhas de cerveja bem geladas e fiquei deitado na piscina com o som do carro tocando umas cumbias santafesinas. Minha cunhada apareceu brilhante como o sol e gostosa como sempre. Uma regata branca sem sutiã marcava os peitinhos pequenos e aqueles bicos gostosos, e um fio dental branco destacava aquela bunda perfeita, bem empinada, própria da idade. "Te deixaram sozinho, cunhado", ela disse com um tom picante, como quem cutuca a ferida. "É, a Jéssica dormiu com o neném, tava cansada." Respondi tentando disfarçar, mas não conseguia parar de olhar pra buceta dela contida naquele fio dental minúsculo. "E isso te acontece por sair com velhas sem graça", respondeu com maldade minha cunhada. Deu uns passos até a borda da piscina e entrou devagar. Quando chegou pertinho de mim, disse: "Comigo seria diferente, eu sempre quero. Pau". Em seguida, sem nem me deixar responder, ela passou a mão no meu volume, acariciando meu pau e apertando enquanto ele ia ficando duro. "Não me diga que você não quer comer essa gostosa", ela disse, fingindo um pouco de ofendida. Nessa altura, eu já tava louco de tesão e todos os meus planos tinham ido pro caralho. "Claro que quero, bebê, mas é perigoso aqui, e se a Jéssica acordar?". Minha cunhada continuou acariciando meu pau e começou a me beijar na boca. "Que acorde, tô nem aí", ela disse. Ela subiu no meu colo dentro da piscina inflável e começou a me beijar na boca. Cada vez com mais paixão, mais tesão e excitação. Eu tava com o pau duríssimo, bem ereto, cabeçudo, e só conseguia pensar em enfiar gostoso. Minha cunhada tirou meu short e, com uma putaria incrível, jogou ele bem longe da piscina. Algo tipo: "se aparecer alguém, não sei como você vai disfarçar isso". Eu tirei a regata dela e deixei aqueles peitinhos pequenos no meu peito. Continuamos nos beijando até ela puxar a fio dental e meu pau entrar inteiro na bucetinha apertada dela. A safada deu dois gritos bem agudos, bem quentes, mas que podiam acordar a Jéssica. Tentei fazê-la calar a boca enquanto ela pulava no meu pau, mas pelo contrário, ela se divertia com a situação e gritava mais. "Deixa a corna ouvir como eu fodo o marido dela". Ela ria e gritava, pulando em cima do meu pau. Eu, entre o medo e o tesão, curtia a foda sabendo que tudo podia dar merda. Minha cunhada cruzou os braços atrás do meu pescoço e se movia com meu pau pra dentro, pra frente e pra trás. Meu pau sem camisinha, pele com pele, entrava e saía daquela buceta apertada, encharcada de lubrificação. Me deixava louco de tesão. Cada beijo me esquentava mais, ela mordia meu lábio e, quando tinha minha orelha perto, chegava e dizia: "deixa a corna acordar". Automaticamente, dava dois gritos de prazer bem fortes que deviam ser ouvidos até na casa do vizinho. Cada cavalgada me deixava mais louco e naquele momento nem o medo me preocupava, só queria que ela continuasse me fodendo. Eu, de olho, olhava a janela do nosso quarto, mas não via a cortina se mexer, o que me fazia pensar que minha guerreira tava dormindo. Mesmo assim, a putinha da minha cunhada também olhava e me dizia: "qual é, tá com medo? Que se foda tudo, tô nem aí". Apesar de tanto grito, a Jéssica não apareceu e meu pau já não aguentava mais, então no ritmo do movimento dela me deixei levar e gozei toda a porra dentro. Até a última gotinha de gozo bem dentro da buceta dela. Foi uma gozada violenta que deixou minhas pernas tremendo. O medo veio de repente e minha cunhada continuava gemendo ao receber toda a porra. Eu olhei nos olhos dela, ela me encarava como uma flecha em chamas. "E se eu não sair?" (De cima de mim) minha cunhada perguntou, se fazendo de mais puta ainda. "Se a Jéssica acordar, a gente tá ferrado", respondi com medo de que ela tivesse acordado. "Tô nem aí se ela acordar e nos ver fodendo". Meu pau sentiu aquele fogo de novo e começou a endurecer de volta. Minha cunhada tirou a tanga fio dental e jogou de propósito na janela do nosso quarto. "Que se foda tudo..." Ela disse enquanto enfiava meu pau de novo dentro da buceta dela.. Continua.
16 comentários - Minha cunhada me come na piscina (cap 23)
Yo me coji a una de mis cuñadas pero fue en un telo, nunca coji cerca de alguien, es una adrenalina a full