Contos quentes com fotos de fantasia

Colega novinha enfermeira que, depois de ficar viúva, entrou em depressão. Deram licença médica pra ela, e vários meses depois ela voltou, e pra minha sorte, no mesmo escritório onde eu trabalho. Segunda de manhã cheguei cedo no escritório, abri e preparei café na máquina. Liguei a TV porque queria matar o silêncio. Ouvi a porta abrir, virei pra ver quem era, mas não consegui enxergar direito. Me servi de café pra ir pra minha mesa e quase trombei com uma mulher. "Eepa!", falei. "Uuih!", ela disse. Coloquei o café na escrivaninha e olhei pra mulher: magra, peituda, uma putinha. Ela gostava, segundo as palavras dela, de chupar paus, e dependendo da situação, se rolasse, adorava que mostrassem o pau pra ela. Eu fui sortudo trabalhando na esterilização. Comecei uma conversa sobre uma pesquisa que eu tinha que fazer entre 50 mulheres pra universidade. Mentira. Aos poucos, fui falando com duplo sentido e me fazendo de respeitoso, pedindo desculpas, e lentamente aumentava as perguntas. Comecei dizendo que não me incomodavam mulheres peludas, que eu adorava mulheres com ou sem pelo. Ela ria, ficava vermelha e me respondia. Cheguei a perguntar: "Você depila a buceta?" "Neném, o que você tem com isso?" "Mas é pela ciência." "Bom, vou te contar, e mais a seu favor", ela acrescentou. "Hum, o que você vai me contar?" "Não é da sua conta. Vem aqui." E me levou pra trás da parede. "A porta tem chave. Ok, olha só." Segurando minha cabeça pra eu olhar a buceta dela. E assim, de uma vez! Ela abaixou a calça até o joelho, separou os lábios da buceta. Que maravilhosa buceta ela tinha a menos de 10cm do meu rosto. "Você gosta da minha buceta?" Esfregando os lábios, beliscava o clitóris. "Você gosta?" Raspada com todo capricho, uma espécie de losango ou triângulo rodeando o clitóris. Meu pau duro, 100% ereto, impossível esconder o volume. Ali mesmo, tirei as mãos dela e comecei a lamber a buceta dela. "Não, para, era só pra você ver", tentando me tirar do que eu fazia, mas já era impossível pra ela. Tomei conta da situação e, trabalhando com minhas mãos, boca e língua, queria que ela gozasse. Ela se mexia como uma louca, gemia algo. Barulhento, não para, continua, continua, aaahh, continua. Ela apertava meus cabelos e me dava empurrões com a pussy na minha cara. Sim, sim, sim, goza já! E eu meti a língua dura no buraco dela pra meter forte, sentindo os sucos dela. Aaag, aah, como freneticamente dura, gozei, ee e eu continuava com minha língua e, e, ela, louca, me colocou de pé e me sentou. Filho da puta, quero já teu pau! Tira ele, eu disse, já tava com o pau duro, eeeg. E isso? Ela pegou na cabeça do meu pau, apertou forte com a mão direita e mordeu. Uuuf, senti a mordida, doeu. Tirei ele da calça pra ver e, sem mais, direto pra boca dela. O trabalho dela, a mamada, eu conto em fotos de ilustração, mas o mais perto da habilidade dela. Quando gozei, a cara dela tava toda facializada, mas ela disse que não gosta de desperdiçar porra, então até não sobrar nada, ela não para.

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