Obviamente que minha cunhada vinha me chamando muita atenção, primeiro por ter uma bunda espetacular, redondinha, bem empinada, bem palmável, mas também aquela carinha de mina com a sobrancelha fina, os lábios carnudos e o jeito tão provocante de se vestir, claro que me incendiava. Claro que também me dava tesão o fato de ser minha cunhada, isso tornava tudo tentador, ousado, e o fato de ser mais nova deixava ainda mais interessante. Mas também tem que lembrar que eu tinha sido expulso da minha família oligarca e a família de mina da Jésica tinha me aberto as portas sem problema nenhum. O que tornava arriscado demais perder tudo por uma pica só. Assim, fui sempre enrolando, mesmo vendo ela de fio dental na minha frente, de peitos de fora, ou a gente transando a um metro dela, eu me mantinha na linha.
O que eu não fui capaz de calcular foram os quarenta dias que não pode transar depois de ter o bebê. Dylan, nossa bênção, nasceu em janeiro e, se nos primeiros três dias você fica bobão com o bebê e nem pensa em transar, já no quarto dia você fica quente igual uma chaleira. Além disso, janeiro transformava tudo num fogo constante. Minha mina andava de fio dental e de peitos de fora basicamente o dia todo com o bebê. Minha sogra desfilava de fio dental pela casa e minha cunhada, a menininha favelada mais linda, andava com um fiozinho rosa bem enfiado na bunda e um topzinho deixando a barriguinha toda de fora. Não só percebi que olhava cada vez mais pra minha cunhada, como comecei a sentir ciúme de saber que ela tava se pegando com um faveladinho do bairro, um sem noção do caralho.
Na tarde do quarto dia pós-parto, eu tava com a pica dura, quente pra caralho, o calor na casa era sufocante e dividir a piscininha com essas minas me deixava mais duro ainda. Tava ali num canto da piscina, com um short de futebol branco sem cueca, que dava pra ver tudo, quando minha cunhada entrou na piscina. Entrou de Calcinha fio dental marcando tudo, aquela buceta ainda virgem. Ela tirou o top e ficou com os peitinhos pequenos e delicados ao ar livre. Na hora senti mais fogo no pau. Minha cunhada sempre foi muito aberta comigo e veio pra onde eu estava, ficamos conversando e zoando um pouco. Pela primeira vez não ouvi nada do que ela disse, só conseguia olhar pros peitos dela e pra calcinha fio dental, só isso. Minha cabeça era os pratos do Homer. "E como vocês fazem pra aguentar a vontade de transar?" Como me excita ela falar "transar" desse jeito, tão gostosa e vulgar. Assim, sem anestesia, mandou a indireta. Eu sorri e respondi: "Sofrendo, com uma vontade de te dar uma enfiada daquelas." Minha cunhada deu um passinho pra frente e roçou de leve no meu pau duro. "Imagino, ainda mais vocês que são uns comedores, não ligam pra nada." Eu sentia uma agitação no coração e muito fogo no pau. Respondi: "Isso sempre, esquece. Bom, você sabe, não deixamos você dormir, né?" Soltei uma risadinha cúmplice. Minha cunhada, já completamente provocante, se virou e apoiou a bundinha nua no meu volume. Como uma menina inocente, deixou meu pau se espremer bem contra a bunda dela e respondeu: "Que atrevidos, sim, não me deixam dormir. Mas eu invejo minha irmã, eu também viveria fodendo se tivesse um macho com um pau tão grande." Naquele momento, minha mina saiu no quintal, então rapidinho minha cunhada disfarçou e foi pro outro canto da piscina. Jessica nos olhou com uma certa desconfiança e ficou um tempo com a gente. Eu esperava um boquete ou algo assim, mas parece que o bebê a deixou meio cansada, e ela só me deu, de fora da piscina, uns beijos bem apaixonados na boca. Que, por sinal, aumentaram minha excitação. Naquela noite, entre o calor que fazia do quarto um forno, minha excitação que me deixava de pau duro e o bebê que não parava de chorar, era completamente impossível dormir. Lá pelas três da madrugada, fui dormir no Fiat. 147. Reclinei o banco do carona e apaguei. Umas horas depois, um barulho, uma batida na lataria do carro, me acordou. Minha cunhada tinha chegado de uma festinha no bairro, totalmente bêbada, e tinha se esbarrado no carro. Saí do Fiat pra ver se minha cunhada tava bem e, quando olhei pra ela, fiquei de queixo caído. Tava puta gostosa, mas puta gostosa mesmo. Tava com uma saia preta justíssima no corpo, meio transparente, que deixava ver a tanga fio dental branca. Um top vermelho bem pequeno, mostrando a barriga toda e cobrindo só os peitinhos dela, completamente bêbada e com um copo de plástico com Gancia ou algo assim dentro. "Ai, cunhado, desculpa te acordei", ela falou, cambaleando. Dei um passo em direção a ela pra segurá-la e ficamos colados um no outro. Eu tava usando o short que usei na piscina, então minha pica tava roçando na saia da minha cunhada. Não nos soltamos. Minha cunhada ainda tava com o copo de Gancia na mão e, sem soltar, passou o braço por trás do meu pescoço e me deu um abraço. "Valeu, cunhado, tô muito bêbada", ela disse, rindo. Eu não quis soltar ela e deixei minha pica ir ficando mais dura, mais ereta contra o corpo dela. "Quer um pouco de água?", perguntei, meio nervoso. "Pica que eu quero, tô muito tarada". Foram as palavras dela. Na hora, engoli seco e falei: que seja o que Deus quiser. Peguei e meti a boca nela. Demos um beijo que rapidamente virou um chupão.
Começamos a nos beijar bem quente, língua com língua, mordendo o lábio um do outro, e enquanto isso eu apertava forte aquela bundinha nua dela. Minha cunhada era meio inexperiente pra beijar, mas eu levava o ritmo e fazia ela aproveitar cada beijo. Dava pra ver que ela tava voando de tesão, provavelmente na festinha algum moleque deve ter dançado com ela e depois se cagou, deixando ela com vontade. Quanto mais eu comia a boca dela, mais apertava minha pica contra a cinturinha dela. Eu tava durasso, bem ereto. Nesse ponto, já não ligávamos mais pra nada e Entramos no 147. Minha cunhada ficou em cima de mim no banco do carona. Ela cruzou os braços atrás do meu pescoço (ainda com o copo de Gancia) e enquanto a gente se beijava gostoso, meu pau se enfiava contra a buceta molhada dela, ainda presa naquela calcinha fio-dental minúscula.
Eu tirei meu pau do short, tava duraço, cabeçuda pra caralho, e afastei um pouco a calcinha da minha cunhada. Fui enfiando devagar, bem devagar, porque sabia que era a primeira vez dela. Ela, completamente bêbada, curtia o momento e gemia mais agudo que minha mina, eram gritinhos curtos, bem agudos, bem quentes pra caralho. Meu pau sem camisinha, pele com pele, entrou suavemente até o fundo da buceta dela. Comecei a bombar um pouco de pau dentro dela devagar, enquanto minha cunhada gemia que dava gosto. Eu fechei a porta do Fiat pra que os gritos ficassem mais dentro do carro do que fora. A buceta dela recebia meu pau tão duro que deixava ela vermelha, e ela gemia e gritava no meu ouvido. A ruptura do hímen (ou como se escreve) foi um orgasmo por si só. Eu tava nas nuvens, voando de tesão pra caralho. Minha cunhada tava com os olhos brancos, virados, gemia, gritava e me apertava forte contra ela. Me beijava descontroladamente a cada puladinha no meu pau.
Assim, com ela pulando devagar no meu pau, a gente ficou uns dez minutos se beijando gostoso e eu acariciando os peitinhos pequenos dela. Já com a desvirgada bem completada, comecei a fazer ela cavalgar um pouco mais forte. Fazia ela quicar no meu pau sem camisinha dentro dela. Minha cunhada se deixava levar e eu segurava na cinturinha dela enquanto ela me olhava ainda com uma mistura de menina e mulher. A primeira gozada dela eu nunca vou esquecer, foi bem potente, carregada, soltando uma porra linda que escorreu pelo meu pau até o banco do 147. Nessa altura, a buceta já tava doendo um pouco e, como eu não queria machucar ela, me preparei pra gozar também. Parei de me segurar e me deixei levar. Minha ideia era Tirar pra fora e gozar no carro, mas minha cunhada mal sentiu que a porra tava vindo e se enfiou mais em mim. A buceta dela se encaixou bem no meu pau, me apertou forte por trás do pescoço, derrubando um pouco de Gancia nas minhas costas, e eu gozei toda a minha porra, todo aquele tesão bem dentro da buceta dela. "Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiii me faz de sua puta" ela disse enquanto eu enchia ela de porra.
Não queria sair de cima de mim e ficava esfregando a buceta cheia de leite no meu pau. Me dava beijinhos na boca e falava: "quero mais
Foto ilustrativa
O que eu não fui capaz de calcular foram os quarenta dias que não pode transar depois de ter o bebê. Dylan, nossa bênção, nasceu em janeiro e, se nos primeiros três dias você fica bobão com o bebê e nem pensa em transar, já no quarto dia você fica quente igual uma chaleira. Além disso, janeiro transformava tudo num fogo constante. Minha mina andava de fio dental e de peitos de fora basicamente o dia todo com o bebê. Minha sogra desfilava de fio dental pela casa e minha cunhada, a menininha favelada mais linda, andava com um fiozinho rosa bem enfiado na bunda e um topzinho deixando a barriguinha toda de fora. Não só percebi que olhava cada vez mais pra minha cunhada, como comecei a sentir ciúme de saber que ela tava se pegando com um faveladinho do bairro, um sem noção do caralho.
Na tarde do quarto dia pós-parto, eu tava com a pica dura, quente pra caralho, o calor na casa era sufocante e dividir a piscininha com essas minas me deixava mais duro ainda. Tava ali num canto da piscina, com um short de futebol branco sem cueca, que dava pra ver tudo, quando minha cunhada entrou na piscina. Entrou de Calcinha fio dental marcando tudo, aquela buceta ainda virgem. Ela tirou o top e ficou com os peitinhos pequenos e delicados ao ar livre. Na hora senti mais fogo no pau. Minha cunhada sempre foi muito aberta comigo e veio pra onde eu estava, ficamos conversando e zoando um pouco. Pela primeira vez não ouvi nada do que ela disse, só conseguia olhar pros peitos dela e pra calcinha fio dental, só isso. Minha cabeça era os pratos do Homer. "E como vocês fazem pra aguentar a vontade de transar?" Como me excita ela falar "transar" desse jeito, tão gostosa e vulgar. Assim, sem anestesia, mandou a indireta. Eu sorri e respondi: "Sofrendo, com uma vontade de te dar uma enfiada daquelas." Minha cunhada deu um passinho pra frente e roçou de leve no meu pau duro. "Imagino, ainda mais vocês que são uns comedores, não ligam pra nada." Eu sentia uma agitação no coração e muito fogo no pau. Respondi: "Isso sempre, esquece. Bom, você sabe, não deixamos você dormir, né?" Soltei uma risadinha cúmplice. Minha cunhada, já completamente provocante, se virou e apoiou a bundinha nua no meu volume. Como uma menina inocente, deixou meu pau se espremer bem contra a bunda dela e respondeu: "Que atrevidos, sim, não me deixam dormir. Mas eu invejo minha irmã, eu também viveria fodendo se tivesse um macho com um pau tão grande." Naquele momento, minha mina saiu no quintal, então rapidinho minha cunhada disfarçou e foi pro outro canto da piscina. Jessica nos olhou com uma certa desconfiança e ficou um tempo com a gente. Eu esperava um boquete ou algo assim, mas parece que o bebê a deixou meio cansada, e ela só me deu, de fora da piscina, uns beijos bem apaixonados na boca. Que, por sinal, aumentaram minha excitação. Naquela noite, entre o calor que fazia do quarto um forno, minha excitação que me deixava de pau duro e o bebê que não parava de chorar, era completamente impossível dormir. Lá pelas três da madrugada, fui dormir no Fiat. 147. Reclinei o banco do carona e apaguei. Umas horas depois, um barulho, uma batida na lataria do carro, me acordou. Minha cunhada tinha chegado de uma festinha no bairro, totalmente bêbada, e tinha se esbarrado no carro. Saí do Fiat pra ver se minha cunhada tava bem e, quando olhei pra ela, fiquei de queixo caído. Tava puta gostosa, mas puta gostosa mesmo. Tava com uma saia preta justíssima no corpo, meio transparente, que deixava ver a tanga fio dental branca. Um top vermelho bem pequeno, mostrando a barriga toda e cobrindo só os peitinhos dela, completamente bêbada e com um copo de plástico com Gancia ou algo assim dentro. "Ai, cunhado, desculpa te acordei", ela falou, cambaleando. Dei um passo em direção a ela pra segurá-la e ficamos colados um no outro. Eu tava usando o short que usei na piscina, então minha pica tava roçando na saia da minha cunhada. Não nos soltamos. Minha cunhada ainda tava com o copo de Gancia na mão e, sem soltar, passou o braço por trás do meu pescoço e me deu um abraço. "Valeu, cunhado, tô muito bêbada", ela disse, rindo. Eu não quis soltar ela e deixei minha pica ir ficando mais dura, mais ereta contra o corpo dela. "Quer um pouco de água?", perguntei, meio nervoso. "Pica que eu quero, tô muito tarada". Foram as palavras dela. Na hora, engoli seco e falei: que seja o que Deus quiser. Peguei e meti a boca nela. Demos um beijo que rapidamente virou um chupão.
Começamos a nos beijar bem quente, língua com língua, mordendo o lábio um do outro, e enquanto isso eu apertava forte aquela bundinha nua dela. Minha cunhada era meio inexperiente pra beijar, mas eu levava o ritmo e fazia ela aproveitar cada beijo. Dava pra ver que ela tava voando de tesão, provavelmente na festinha algum moleque deve ter dançado com ela e depois se cagou, deixando ela com vontade. Quanto mais eu comia a boca dela, mais apertava minha pica contra a cinturinha dela. Eu tava durasso, bem ereto. Nesse ponto, já não ligávamos mais pra nada e Entramos no 147. Minha cunhada ficou em cima de mim no banco do carona. Ela cruzou os braços atrás do meu pescoço (ainda com o copo de Gancia) e enquanto a gente se beijava gostoso, meu pau se enfiava contra a buceta molhada dela, ainda presa naquela calcinha fio-dental minúscula.
Eu tirei meu pau do short, tava duraço, cabeçuda pra caralho, e afastei um pouco a calcinha da minha cunhada. Fui enfiando devagar, bem devagar, porque sabia que era a primeira vez dela. Ela, completamente bêbada, curtia o momento e gemia mais agudo que minha mina, eram gritinhos curtos, bem agudos, bem quentes pra caralho. Meu pau sem camisinha, pele com pele, entrou suavemente até o fundo da buceta dela. Comecei a bombar um pouco de pau dentro dela devagar, enquanto minha cunhada gemia que dava gosto. Eu fechei a porta do Fiat pra que os gritos ficassem mais dentro do carro do que fora. A buceta dela recebia meu pau tão duro que deixava ela vermelha, e ela gemia e gritava no meu ouvido. A ruptura do hímen (ou como se escreve) foi um orgasmo por si só. Eu tava nas nuvens, voando de tesão pra caralho. Minha cunhada tava com os olhos brancos, virados, gemia, gritava e me apertava forte contra ela. Me beijava descontroladamente a cada puladinha no meu pau.
Assim, com ela pulando devagar no meu pau, a gente ficou uns dez minutos se beijando gostoso e eu acariciando os peitinhos pequenos dela. Já com a desvirgada bem completada, comecei a fazer ela cavalgar um pouco mais forte. Fazia ela quicar no meu pau sem camisinha dentro dela. Minha cunhada se deixava levar e eu segurava na cinturinha dela enquanto ela me olhava ainda com uma mistura de menina e mulher. A primeira gozada dela eu nunca vou esquecer, foi bem potente, carregada, soltando uma porra linda que escorreu pelo meu pau até o banco do 147. Nessa altura, a buceta já tava doendo um pouco e, como eu não queria machucar ela, me preparei pra gozar também. Parei de me segurar e me deixei levar. Minha ideia era Tirar pra fora e gozar no carro, mas minha cunhada mal sentiu que a porra tava vindo e se enfiou mais em mim. A buceta dela se encaixou bem no meu pau, me apertou forte por trás do pescoço, derrubando um pouco de Gancia nas minhas costas, e eu gozei toda a minha porra, todo aquele tesão bem dentro da buceta dela. "Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiii me faz de sua puta" ela disse enquanto eu enchia ela de porra.
Não queria sair de cima de mim e ficava esfregando a buceta cheia de leite no meu pau. Me dava beijinhos na boca e falava: "quero mais
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20 comentários - Garcho e desvirgo minha cunhada (cap 18)
Seguro estaba muy cansada y no los escucho.
Y tu otra cuñada? La que es mayor que yessi
Muy buen relato
olvídate no escucho x suerte safamos jaja
y la mas grande tiene 4 bendis ahora esa se ase la q no pero viven garchando con el marido
Estaria bueno que subas una foto de tu suegra en tanga y con las tetas al aire👍