Já bastavam os problemas que ameaçavam o casamento deles para ainda ter que visitar os sogros e alimentar mais atritos. No fim, foi Carol quem cedeu e Emilio quem conseguiu o que queria. A proposta dele era passar um dia na cidade, ficar com os pais e voltar pra capital à tarde. Já Carol não tava a fim de viajar com uma tempestade se aproximando, ainda mais pra serra. Esse parecia ser o motivo principal, o outro era a tensão causada pelo problema sexual que ele parecia não ter interesse em resolver e que vinha estragando a relação aos poucos.
Carol deixou claro desde o início que não queria viajar com a tormenta, mas contra todas as previsões, a nevasca superou qualquer expectativa e a cidade ficou isolada por dias, com o agravante de impedir que ela fosse trabalhar nos dias seguintes.
A relação com os sogros não era nem ruim, nem boa, simplesmente não existia relação alguma, mas não porque ela se opusesse, e sim porque ele parecia completamente desligado da cidade e dos pais. Desde que casaram, mal se viam uma vez por ano, e Carol achava que a distância, o trabalho e a apatia tinham sido os motivos pra não cultivarem uma relação mais cordial e afetuosa.
Matias era um homem durão, de modos rudes, mas sincero e afável. Em várias ocasiões, Carol percebeu que não havia uma boa química entre eles, e talvez esse fosse um motivo mais que suficiente pra não querer visitar o pai dele com mais frequência. O paradoxal era que ele escolhesse justamente a tempestade pra visitá-los.
Emilio sempre teve claro que não queria passar a vida inteira como um ermitão e se virou desde cedo na cidade grande, já que o campo e a serra não estavam nos planos dele. Os dois tinham trinta anos e já estavam casados há dois, dos quais o último tinha sido um mar de dúvidas pra ela, já que o sexo brilhava pela ausência. Emilio sofria de disfunção erétil e parecia não querer resolver esse problema. que se intrometia entre eles, porque por mais que Carol insistisse que ele tinha um problema, ele se recusava a visitar um especialista. Fazer isso significava jogar no lixo a masculinidade dele, e Carol entendia que isso podia ser difícil pra ele, mas se não tentasse resolver, o problema não ia sumir sozinho.
O jantar foi tenso, pra não dizer violento. Pais e filho falavam sobre algumas mudanças na cidade, mas Carol ficava apática e não tinha vontade de conversar porque sabia que, se abrisse a boca, ia explodir diante de uma situação que ela já tinha avisado que ia acontecer. No dia seguinte, ela tinha que defender um cliente num caso importante no tribunal, e tava claro que não ia poder comparecer, dadas as circunstâncias. Carol era advogada, Emilio vendedor de equipamentos médicos. Pra ele, um dia não era mais importante que o outro. Tanto fazia vender mais ou menos, mas um julgamento não dava pra adiar assim, depois do cliente esperar meses por ele, então ela tinha motivos de sobra pra estar puta.
Depois do jantar, também não tinha muita coisa pra fazer, só ficar olhando o fogo da lareira ou ver as notícias sem parar alertando pra não sair de casa com essa nevasca. Já era tarde pra isso. Agora ela tava a cento e dez quilômetros de Madri, num povoado no meio da serra, totalmente isolada e sem internet, com um caso importante pra defender no dia seguinte, e se sentindo impotente por não poder fazer nada a respeito. Por outro lado, existia a possibilidade de ver aquilo por outro ângulo e tentar encontrar o lado bom da situação. Dava pra aproveitar pra tentar consertar a vida sexual deles, que tava uma merda. No entanto, quando Carol tentou, Emilio recusou de novo, e ela desistiu, dando aquela batalha por perdida.
Emilio dormiu, mas na cabeça dela fervilhavam tantos problemas que ela não conseguia pegar no sono. Tava com vontade de transar, mas tava claro que ia ter que se virar sozinha se quisesse liberar endorfina e relaxar, então tentou se aliviar com a ajuda dos próprios dedos. Em poucos minutos, ouviu os sons da batalha que estava rolando no andar de cima. Os rangidos da cama dos sogros denunciavam uma atividade frenética e Carol abandonou a punheta pra ir beber água e não ter que ouvir aquele zum-zum. Da cozinha, dava pra ouvir os gemidos da sogra e Carol, movida pelo tesão e a curiosidade, subiu pro andar de cima na surdina, como se fosse uma vulgar bisbilhoteira.
Nunca tinha feito nada parecido, nem na época de faculdade quando dividia apê com outras minas, mas as circunstâncias agora eram o que eram e a excitação dela a empurrou pra fazer algo que achava que não era certo.
Conforme ia se aproximando, os sons iam ficando mais nítidos e Carol pensou que a cama ia desabar a qualquer momento. A porta estava entreaberta e ela espiou pra ver a cena. O sogro estava por cima da esposa e ela por baixo com as pernas abertas e no ar, recebendo as investidas daquele que parecia um touro no cio bufando sem parar enquanto Consuelo curtia as pancadas.
Carol invejou a sogra e reconheceu que depois de tantos anos de casamento, a vida sexual dela era ativa e, pelo que viu, extraordinariamente satisfatória.
Matías se virou pra mudar de posição e se deitou de barriga pra cima pra Consuelo subir em cima, de modo que Carol pôde observar a pica enorme do sogro completamente dura, esperando a buceta da esposa engolir ela. Agora entendia a euforia da sogra. Com uma pica dessas, quem não gritaria de prazer? Carol confirmou que nesse sentido, o marido dela não se parecia em nada com o pai, não só pelo tamanho, mas pela eficiência e energia que ele tinha na cama.
Enquanto contemplava a bunda volumosa de Consuelo pulando alegremente naquela vara, Carol deslizou a mão pra dentro do pijama e os dedos escorregaram pelos lábios da buceta inchada. Depois de um Bem que ficou um tempão brincando em cima da pica do marido, Consuelo resolveu mudar de posição e se apoiou na cama com os cotovelos, deixando a retaguarda à mercê dele. Matías agarrou a pica dura (brilhando com os caldos da esposa), enquanto Carol não perdia um detalhe. Ele colocou na entrada e, com um empurrão, enfiou tudo sem parar.
Naquela altura, a buceta de Carol já estava melando, e os fluidos escorriam pelas pernas dela. Matías segurou a esposa pelos quadris e meteu uma vez atrás da outra com muita excitação, até que um berro mostrou o orgasmo de Consuelo, que foi se desmanchando aos poucos na cama. Depois, Matías se deitou de barriga pra cima, e Carol abriu a boca sem querer enquanto olhava aquela pica divina em toda a sua glória, esperando as atenções da dona. Enquanto fazia um boquete de arrepiar, os dedos de Carol se mexiam por conta própria, e ao mesmo tempo que a sogra engolia a pica do marido, Carol gozava baixinho, abafando um gemido de prazer pra não se entregar. Ela ainda não acreditava como aquela mulher do interior curtia o sexo com o marido. Agora, se esforçava chupando e lambendo os restos da gozada do esposo.
Quando o clima se acalmou, Carol desceu as escadas na surdina e voltou pro quarto. Agora, mais relaxada, conseguiu pegar no sono até que a luz da manhã a acordou.
A primeira coisa que fez foi dar umas ligadas pra avisar o cliente e tentar adiar a audiência, por causa do imprevisto inevitável que teve. Teve sorte, porque Madrid ficou quase toda parada por causa da nevasca, e a maioria dos julgamentos foi suspensa. A partir daí, se tranquilizou e tentou encarar o tempo que tivesse que ficar no interior com mais calma. Lembrou da noite anterior e do seu papel de voyeur diante de uns sogros de cinquenta e oito anos, pra quem parecia que o tempo naquele lugar não passava com a mesma rapidez. Aquele par de coroas curtia mais o sexo do que ela, com trinta anos e um marido com quem começava a ter dúvidas sobre a própria sexualidade.
Carol colocou a toalha sobre o corpo e foi tomar um banho junto com o marido, mas quando entrou, era o sogro que estava enxaguando os restos de sabão do rosto. Carol se assustou. Achava que o marido estivesse no chuveiro e ficou de boca aberta diante do corpo maduro do sogro, enfeitado com uma rola meio dilatada por causa da água quente. Carol se desculpou, corada, e saiu rapidamente do banheiro em direção ao quarto. A rola do sogro ainda estava gravada a fogo no cérebro dela por causa das imagens da noite anterior, e agora tinham se reavivado ao ver o pau meio duro daquele homem rústico, causando uma revolução nos hormônios dela. De qualquer forma, nem por isso se sentia menos envergonhada pela cena constrangedora que acabara de compartilhar com o sogro. Quando Matías terminou de se lavar, colocou a toalha na cintura, calçou os chinelos e, na porta do quarto, disse a Carol com a maior naturalidade que ela já podia tomar banho. Ela agradeceu e, apesar do olhar tímido, não perdeu nenhum detalhe do volume que o pau desenhava por baixo da toalha.
O banho foi revigorante. A água quente no corpo dela, junto com os dedos se dando prazer, a levaram a outro orgasmo, onde pôde soltar o gemido reprimido da noite anterior.
Dois dias depois, a nevasca passou, e Matías convidou os dois para acompanhá-lo até a estrada para ver como estava o caminho. Como de costume, se precisasse ajudar a tirar a neve, todas as mãos possíveis seriam necessárias. Assim era o povo da roça. Sempre disposto a colaborar no que fosse preciso.
— Não, obrigado — foi a resposta do filho.
— Tá bom. Esqueci que você não gosta de suar a camisa.
— Eu vou — disse Carol, já que não tinha muita coisa para fazer e não estava a fim de ficar parada. Trancada em casa por mais dois dias, então ela achou que um pouco de atividade física não faria mal.
Matías colocou as correntes no quatro por quatro, depois subiu no carro e Carol fez o mesmo. O carro deu partida e foi se afastando enquanto as correntes iam quebrando neve e gelo pelo caminho.
— Ele é muito metido a besta. Não criei ele assim, mas desde sempre ele teve muito claro que não queria viver a vida no povoado, por isso foi pra cidade. E não culpo ele. A vida aqui é dura, mas mais gratificante, te juro. Ele foi pra capital, estudou e construiu um futuro. Depois te conheceu e vocês casaram.
— Bom, isso também não é tão ruim assim.
— Não, não é. O que é ruim é ter medo do trabalho e não querer ser solidário. Aqui a gente se ajuda. Acho que se ele tá aqui, podia dar uma mão também. Agradeço você ter vindo. Duas mãos a mais nunca fazem mal.
— Vai me fazer bem esticar os músculos.
— Claro que sim. Aliás, como é que vocês estão? Meu filho não fala muito. A gente não sabe nada da vida dele.
— Bem, a gente tá bem — mentiu.
— Tem certeza? — perguntou incrédulo.
— Por que a gente não estaria bem?
— Não sei, por isso perguntei.
— Por alguma coisa você disse isso.
— Bom, ele não queria viver no povoado, mas foi embora porque os gostos dele eram outros, você me entende.
— Não, não entendo — disse intrigada.
— Bom, você sabe. Esse é um povoado muito pequeno e todo mundo fica sabendo de tudo, por isso quando ele disse que queria casar com você, me surpreendi, mas fiquei muito feliz. No fim, parece que ele encontrou o caminho certo. Ou pelo menos é o que eu acho. Por isso te perguntei.
— Você tá me dizendo que seu filho é gay?
— Bom, acho que não é mais. Agora ele é casado. Isso deve significar alguma coisa.
— Tô alucinada com isso.
— Você não sabia?
Carol respondeu balançando a cabeça. Não conseguia articular palavra diante de uma afirmação dessas, mas agora entendia a pouca motivação na cama, a disfunção erétil dele e a apatia pra fazer terapia.
— Suponho que ele te faça feliz na cama, né? — perguntou Sem papas na língua, e Carol pensou que aquele homem não tinha filtro nenhum pra falar, nem pra externalizar os pensamentos. Talvez toda gente de cidade pequena se expressasse assim tão abertamente, sem pensar nas consequências de certas afirmações. Mesmo assim, o silêncio de Carol como resposta confirmou a verdade, e o sogro dela sacou que o filho mal tocava nela.
— Eu achava que o problema era comigo — ela disse por fim.
— Então já sabe onde está o problema, embora eu pensasse que já tinha resolvido isso. Que desperdício de mulher!
— Como é que é?
— Uma mulher como você merece um homem de verdade. Não acha?
— Acho — respondeu ela, indignada por ter vivido numa mentira por dois anos.
— Então o que você faz, passa a mão na parede?
— Mais ou menos. Tava pensando que a gente precisava de terapia pra ver se tinha um problema…
— A melhor terapia é uma boa trepada — garantiu ele, sem deixar ela terminar. — Já botou chifre nele? — perguntou de novo, sem o menor pudor.
— Nãão…
— Pois devia. O buraco tem que ficar lubrificado, senão acaba enferrujando.
— É, eu também acho — disse Carol, começando a se soltar. Tava começando a gostar da franqueza e da espontaneidade com que o sogro falava com ela.
— E o que você faz quando a vontade aperta? Se masturba?
— Isso não é da sua conta, não acha?
— Não, não é, mas outro dia eu vi como você fazia enquanto eu e minha mulher transávamos. Até vi você gozar, ou não?
Isso ela não esperava. Além de não saber que o sogro sabia que ela era uma voyeur, nunca tinha falado com ninguém com tanta desenvoltura e ousadia, chamando as coisas pelo nome.
De novo ela ficou sem palavras, e foi Matias quem quebrou o breve silêncio que se seguiu àquela afirmação.
— Não se preocupa. Sou um túmulo. Se quer saber a verdade, era em você que eu pensava quando descobri que você estava atrás da porta.
Matias parou a caminhonete, pegou a mão de Carol e colocou sobre o pau duro dele.
— Isso é o que você precisa, e não o —Inútil do meu filho —disse ele, enquanto pressionava a mão dela sobre o próprio pau.
Carol não saía do espanto, mas não queria soltar aquele volume que começava a endurecer.
—Você já viu ela em ação e sabe do que é capaz. O que me diz? —perguntou ele, ao mesmo tempo em que desafivelava a calça e tirava pra fora a enorme vara nervuda, com uma cabecinha rosada, brilhante e apetitosa.
—Não precisa nem responder —retrucou ela, pegando o pedaço de pau e movendo pra cima e pra baixo.
—Vai, chupa essa pica que você tá morrendo de vontade!
Carol não se fez de rogada, se abaixou e abriu a boca pra abraçar o pilão de carne que o sogro exibia, e a cabeça dela começou um movimento de vai e vem, ajudada pela mão do sogro na nuca. Por um instante, largou o cacete pra admirar e elogiar.
—Que pauzão que você tem, Matías.
—Já vi que você gostou. Tá inteiramente à sua disposição.
Carol levou as palavras dele ao pé da letra, apertou e engoliu de novo metade daquela barra de carne. Matías recostou o banco e tentou despir a nora, e ela facilitou o serviço, de modo que logo os dois estavam pelados dentro do carro. O homem maduro a pegou de um jeito que os encaixou num perfeito sessenta e nove, onde os dois se esforçavam pra dar e receber prazer. Os caldos de Carol escorriam direto na boca de Matías, enquanto a língua dele percorria cada cantinho da racha faminta. Naquela posição, o botãozinho ficava meio escondido, mas o dedo do homem maduro veio em socorro, se esforçando pra agradar a nora, ávida por homem. Do outro lado, a língua da jovem caprichava em lamber cada centímetro do pau do sogro. No caminho de descida, encontrou duas bolas cheias e as cutucou, depois pegou elas com a mão e pesou, em seguida, com a outra mão, apertou o manete e engoliu de novo, continuando o boquete. Depois de dez minutos dedicados a dar e a receber, a buceta da Carol explodiu na boca do Matías e ele se deliciou chupando toda a ambrosia. Carol largou a mamada por uns segundos pra receber o clímax, mas logo continuou com o boquete até que o sogro dela gozou na boca dela. O primeiro jato se perdeu na garganta dela, fazendo ela engasgar, os seguintes foram batendo na boca fechada e na cara dela.
—Porra! Você é uma mamadora de primeira. O que o idiota do meu filho tá perdendo… Com uma mulher como você, eu passaria o dia inteiro fodendo.
Carol se levantou e montou em cima do sogro. Pegou a pica dele e enfiou.
—Me fode!
—Porra! Vou te foder até sair gozo pelas orelhas.
Carol sentiu a pica do sogro ficar mais dura dentro da buceta dela e começou a pular em cima do pau, enquanto os peitos balançavam na cara do Matías. A boca dele agarrou primeiro um mamilo, depois o outro, alternando, enquanto as mãos apertavam com força as nádegas da nora descontrolada que gritava com a pica do sogro bombando dentro dela.
—Me dá pica, Matías! —pedia sem parar, enquanto um dedão se aventurava no cu dela, adicionando uma nova sensação ao prazer que a porra da pica já tava dando.
—Vou gozar, filho da puta. Que delícia. Me dá tudo!… Me fode!… Não para! —gritou aproveitando o orgasmo incrível que se recusava a ir embora, até que depois de muitas convulsões o clímax pareceu se afastar, deixando ela com uma sensação gostosa de bem-estar, acompanhada de um sorriso satisfeito e descomposto que dedicou ao pai do marido. Mas ainda sentia o aríete bem enfiado nas entranhas batendo forte em busca do prazer dele. Matías tirou a pica do buraco molhado, virou a nora e enfiou de novo com uma pancada forte de quadril, seguida por muitas outras, enquanto Carol voltava a gozar com o pauzão estourando a buceta esquecida dela. buceta, e depois de alguns minutos sentiu o líquido grosso batendo lá dentro, o que a levou a um novo e inesperado orgasmo.
Matías ficou deitado em cima de Carol e o pau dele foi perdendo a rigidez até escapar do buraco com um peido sonoro, seguido por um fio de soro escorrendo da fenda aberta. Matías descansou o membro mole na fenda da bunda dela enquanto ficava apoiado em cima. Carol adorou a sensação de sentir o peso dele e a vara dele entre as nádegas depois de ele ter dado três orgasmos incríveis, algo que o filho dela nunca tinha feito.
Quando se vestiram, voltaram para a estrada e se juntaram ao grupo de gente que já estava de pá na mão tirando a neve do caminho. Foi uma manhã revigorante. Ela se sentia viva como há anos não se sentia. A conversa construtiva com o sogro, as fodas que ele deu, e depois o frescor da manhã clarearam as ideias dela. Agora ela sabia o que esperar e o que tinha que fazer.
Ao chegar em Madri, Carol propôs a separação e Emílio perguntou por quê.
— Acho que estou te fazendo um grande favor — garantiu ela.
— Por que você diz isso?
— Me diz que eu tô errada!
Emílio olhou para ela e não respondeu, confirmando com o silêncio a verdade. Não houve explicações. Também não houve lamentos, nem sequer recriminações, já que era o que os dois queriam. O que ela não queria de jeito nenhum era romper o vínculo com o ex-sogro, e pelo visto, era um desejo compartilhado.
Carol deixou claro desde o início que não queria viajar com a tormenta, mas contra todas as previsões, a nevasca superou qualquer expectativa e a cidade ficou isolada por dias, com o agravante de impedir que ela fosse trabalhar nos dias seguintes.
A relação com os sogros não era nem ruim, nem boa, simplesmente não existia relação alguma, mas não porque ela se opusesse, e sim porque ele parecia completamente desligado da cidade e dos pais. Desde que casaram, mal se viam uma vez por ano, e Carol achava que a distância, o trabalho e a apatia tinham sido os motivos pra não cultivarem uma relação mais cordial e afetuosa.
Matias era um homem durão, de modos rudes, mas sincero e afável. Em várias ocasiões, Carol percebeu que não havia uma boa química entre eles, e talvez esse fosse um motivo mais que suficiente pra não querer visitar o pai dele com mais frequência. O paradoxal era que ele escolhesse justamente a tempestade pra visitá-los.
Emilio sempre teve claro que não queria passar a vida inteira como um ermitão e se virou desde cedo na cidade grande, já que o campo e a serra não estavam nos planos dele. Os dois tinham trinta anos e já estavam casados há dois, dos quais o último tinha sido um mar de dúvidas pra ela, já que o sexo brilhava pela ausência. Emilio sofria de disfunção erétil e parecia não querer resolver esse problema. que se intrometia entre eles, porque por mais que Carol insistisse que ele tinha um problema, ele se recusava a visitar um especialista. Fazer isso significava jogar no lixo a masculinidade dele, e Carol entendia que isso podia ser difícil pra ele, mas se não tentasse resolver, o problema não ia sumir sozinho.
O jantar foi tenso, pra não dizer violento. Pais e filho falavam sobre algumas mudanças na cidade, mas Carol ficava apática e não tinha vontade de conversar porque sabia que, se abrisse a boca, ia explodir diante de uma situação que ela já tinha avisado que ia acontecer. No dia seguinte, ela tinha que defender um cliente num caso importante no tribunal, e tava claro que não ia poder comparecer, dadas as circunstâncias. Carol era advogada, Emilio vendedor de equipamentos médicos. Pra ele, um dia não era mais importante que o outro. Tanto fazia vender mais ou menos, mas um julgamento não dava pra adiar assim, depois do cliente esperar meses por ele, então ela tinha motivos de sobra pra estar puta.
Depois do jantar, também não tinha muita coisa pra fazer, só ficar olhando o fogo da lareira ou ver as notícias sem parar alertando pra não sair de casa com essa nevasca. Já era tarde pra isso. Agora ela tava a cento e dez quilômetros de Madri, num povoado no meio da serra, totalmente isolada e sem internet, com um caso importante pra defender no dia seguinte, e se sentindo impotente por não poder fazer nada a respeito. Por outro lado, existia a possibilidade de ver aquilo por outro ângulo e tentar encontrar o lado bom da situação. Dava pra aproveitar pra tentar consertar a vida sexual deles, que tava uma merda. No entanto, quando Carol tentou, Emilio recusou de novo, e ela desistiu, dando aquela batalha por perdida.
Emilio dormiu, mas na cabeça dela fervilhavam tantos problemas que ela não conseguia pegar no sono. Tava com vontade de transar, mas tava claro que ia ter que se virar sozinha se quisesse liberar endorfina e relaxar, então tentou se aliviar com a ajuda dos próprios dedos. Em poucos minutos, ouviu os sons da batalha que estava rolando no andar de cima. Os rangidos da cama dos sogros denunciavam uma atividade frenética e Carol abandonou a punheta pra ir beber água e não ter que ouvir aquele zum-zum. Da cozinha, dava pra ouvir os gemidos da sogra e Carol, movida pelo tesão e a curiosidade, subiu pro andar de cima na surdina, como se fosse uma vulgar bisbilhoteira.
Nunca tinha feito nada parecido, nem na época de faculdade quando dividia apê com outras minas, mas as circunstâncias agora eram o que eram e a excitação dela a empurrou pra fazer algo que achava que não era certo.
Conforme ia se aproximando, os sons iam ficando mais nítidos e Carol pensou que a cama ia desabar a qualquer momento. A porta estava entreaberta e ela espiou pra ver a cena. O sogro estava por cima da esposa e ela por baixo com as pernas abertas e no ar, recebendo as investidas daquele que parecia um touro no cio bufando sem parar enquanto Consuelo curtia as pancadas.
Carol invejou a sogra e reconheceu que depois de tantos anos de casamento, a vida sexual dela era ativa e, pelo que viu, extraordinariamente satisfatória.
Matías se virou pra mudar de posição e se deitou de barriga pra cima pra Consuelo subir em cima, de modo que Carol pôde observar a pica enorme do sogro completamente dura, esperando a buceta da esposa engolir ela. Agora entendia a euforia da sogra. Com uma pica dessas, quem não gritaria de prazer? Carol confirmou que nesse sentido, o marido dela não se parecia em nada com o pai, não só pelo tamanho, mas pela eficiência e energia que ele tinha na cama.
Enquanto contemplava a bunda volumosa de Consuelo pulando alegremente naquela vara, Carol deslizou a mão pra dentro do pijama e os dedos escorregaram pelos lábios da buceta inchada. Depois de um Bem que ficou um tempão brincando em cima da pica do marido, Consuelo resolveu mudar de posição e se apoiou na cama com os cotovelos, deixando a retaguarda à mercê dele. Matías agarrou a pica dura (brilhando com os caldos da esposa), enquanto Carol não perdia um detalhe. Ele colocou na entrada e, com um empurrão, enfiou tudo sem parar.
Naquela altura, a buceta de Carol já estava melando, e os fluidos escorriam pelas pernas dela. Matías segurou a esposa pelos quadris e meteu uma vez atrás da outra com muita excitação, até que um berro mostrou o orgasmo de Consuelo, que foi se desmanchando aos poucos na cama. Depois, Matías se deitou de barriga pra cima, e Carol abriu a boca sem querer enquanto olhava aquela pica divina em toda a sua glória, esperando as atenções da dona. Enquanto fazia um boquete de arrepiar, os dedos de Carol se mexiam por conta própria, e ao mesmo tempo que a sogra engolia a pica do marido, Carol gozava baixinho, abafando um gemido de prazer pra não se entregar. Ela ainda não acreditava como aquela mulher do interior curtia o sexo com o marido. Agora, se esforçava chupando e lambendo os restos da gozada do esposo.
Quando o clima se acalmou, Carol desceu as escadas na surdina e voltou pro quarto. Agora, mais relaxada, conseguiu pegar no sono até que a luz da manhã a acordou.
A primeira coisa que fez foi dar umas ligadas pra avisar o cliente e tentar adiar a audiência, por causa do imprevisto inevitável que teve. Teve sorte, porque Madrid ficou quase toda parada por causa da nevasca, e a maioria dos julgamentos foi suspensa. A partir daí, se tranquilizou e tentou encarar o tempo que tivesse que ficar no interior com mais calma. Lembrou da noite anterior e do seu papel de voyeur diante de uns sogros de cinquenta e oito anos, pra quem parecia que o tempo naquele lugar não passava com a mesma rapidez. Aquele par de coroas curtia mais o sexo do que ela, com trinta anos e um marido com quem começava a ter dúvidas sobre a própria sexualidade.
Carol colocou a toalha sobre o corpo e foi tomar um banho junto com o marido, mas quando entrou, era o sogro que estava enxaguando os restos de sabão do rosto. Carol se assustou. Achava que o marido estivesse no chuveiro e ficou de boca aberta diante do corpo maduro do sogro, enfeitado com uma rola meio dilatada por causa da água quente. Carol se desculpou, corada, e saiu rapidamente do banheiro em direção ao quarto. A rola do sogro ainda estava gravada a fogo no cérebro dela por causa das imagens da noite anterior, e agora tinham se reavivado ao ver o pau meio duro daquele homem rústico, causando uma revolução nos hormônios dela. De qualquer forma, nem por isso se sentia menos envergonhada pela cena constrangedora que acabara de compartilhar com o sogro. Quando Matías terminou de se lavar, colocou a toalha na cintura, calçou os chinelos e, na porta do quarto, disse a Carol com a maior naturalidade que ela já podia tomar banho. Ela agradeceu e, apesar do olhar tímido, não perdeu nenhum detalhe do volume que o pau desenhava por baixo da toalha.
O banho foi revigorante. A água quente no corpo dela, junto com os dedos se dando prazer, a levaram a outro orgasmo, onde pôde soltar o gemido reprimido da noite anterior.
Dois dias depois, a nevasca passou, e Matías convidou os dois para acompanhá-lo até a estrada para ver como estava o caminho. Como de costume, se precisasse ajudar a tirar a neve, todas as mãos possíveis seriam necessárias. Assim era o povo da roça. Sempre disposto a colaborar no que fosse preciso.
— Não, obrigado — foi a resposta do filho.
— Tá bom. Esqueci que você não gosta de suar a camisa.
— Eu vou — disse Carol, já que não tinha muita coisa para fazer e não estava a fim de ficar parada. Trancada em casa por mais dois dias, então ela achou que um pouco de atividade física não faria mal.
Matías colocou as correntes no quatro por quatro, depois subiu no carro e Carol fez o mesmo. O carro deu partida e foi se afastando enquanto as correntes iam quebrando neve e gelo pelo caminho.
— Ele é muito metido a besta. Não criei ele assim, mas desde sempre ele teve muito claro que não queria viver a vida no povoado, por isso foi pra cidade. E não culpo ele. A vida aqui é dura, mas mais gratificante, te juro. Ele foi pra capital, estudou e construiu um futuro. Depois te conheceu e vocês casaram.
— Bom, isso também não é tão ruim assim.
— Não, não é. O que é ruim é ter medo do trabalho e não querer ser solidário. Aqui a gente se ajuda. Acho que se ele tá aqui, podia dar uma mão também. Agradeço você ter vindo. Duas mãos a mais nunca fazem mal.
— Vai me fazer bem esticar os músculos.
— Claro que sim. Aliás, como é que vocês estão? Meu filho não fala muito. A gente não sabe nada da vida dele.
— Bem, a gente tá bem — mentiu.
— Tem certeza? — perguntou incrédulo.
— Por que a gente não estaria bem?
— Não sei, por isso perguntei.
— Por alguma coisa você disse isso.
— Bom, ele não queria viver no povoado, mas foi embora porque os gostos dele eram outros, você me entende.
— Não, não entendo — disse intrigada.
— Bom, você sabe. Esse é um povoado muito pequeno e todo mundo fica sabendo de tudo, por isso quando ele disse que queria casar com você, me surpreendi, mas fiquei muito feliz. No fim, parece que ele encontrou o caminho certo. Ou pelo menos é o que eu acho. Por isso te perguntei.
— Você tá me dizendo que seu filho é gay?
— Bom, acho que não é mais. Agora ele é casado. Isso deve significar alguma coisa.
— Tô alucinada com isso.
— Você não sabia?
Carol respondeu balançando a cabeça. Não conseguia articular palavra diante de uma afirmação dessas, mas agora entendia a pouca motivação na cama, a disfunção erétil dele e a apatia pra fazer terapia.
— Suponho que ele te faça feliz na cama, né? — perguntou Sem papas na língua, e Carol pensou que aquele homem não tinha filtro nenhum pra falar, nem pra externalizar os pensamentos. Talvez toda gente de cidade pequena se expressasse assim tão abertamente, sem pensar nas consequências de certas afirmações. Mesmo assim, o silêncio de Carol como resposta confirmou a verdade, e o sogro dela sacou que o filho mal tocava nela.
— Eu achava que o problema era comigo — ela disse por fim.
— Então já sabe onde está o problema, embora eu pensasse que já tinha resolvido isso. Que desperdício de mulher!
— Como é que é?
— Uma mulher como você merece um homem de verdade. Não acha?
— Acho — respondeu ela, indignada por ter vivido numa mentira por dois anos.
— Então o que você faz, passa a mão na parede?
— Mais ou menos. Tava pensando que a gente precisava de terapia pra ver se tinha um problema…
— A melhor terapia é uma boa trepada — garantiu ele, sem deixar ela terminar. — Já botou chifre nele? — perguntou de novo, sem o menor pudor.
— Nãão…
— Pois devia. O buraco tem que ficar lubrificado, senão acaba enferrujando.
— É, eu também acho — disse Carol, começando a se soltar. Tava começando a gostar da franqueza e da espontaneidade com que o sogro falava com ela.
— E o que você faz quando a vontade aperta? Se masturba?
— Isso não é da sua conta, não acha?
— Não, não é, mas outro dia eu vi como você fazia enquanto eu e minha mulher transávamos. Até vi você gozar, ou não?
Isso ela não esperava. Além de não saber que o sogro sabia que ela era uma voyeur, nunca tinha falado com ninguém com tanta desenvoltura e ousadia, chamando as coisas pelo nome.
De novo ela ficou sem palavras, e foi Matias quem quebrou o breve silêncio que se seguiu àquela afirmação.
— Não se preocupa. Sou um túmulo. Se quer saber a verdade, era em você que eu pensava quando descobri que você estava atrás da porta.
Matias parou a caminhonete, pegou a mão de Carol e colocou sobre o pau duro dele.
— Isso é o que você precisa, e não o —Inútil do meu filho —disse ele, enquanto pressionava a mão dela sobre o próprio pau.
Carol não saía do espanto, mas não queria soltar aquele volume que começava a endurecer.
—Você já viu ela em ação e sabe do que é capaz. O que me diz? —perguntou ele, ao mesmo tempo em que desafivelava a calça e tirava pra fora a enorme vara nervuda, com uma cabecinha rosada, brilhante e apetitosa.
—Não precisa nem responder —retrucou ela, pegando o pedaço de pau e movendo pra cima e pra baixo.
—Vai, chupa essa pica que você tá morrendo de vontade!
Carol não se fez de rogada, se abaixou e abriu a boca pra abraçar o pilão de carne que o sogro exibia, e a cabeça dela começou um movimento de vai e vem, ajudada pela mão do sogro na nuca. Por um instante, largou o cacete pra admirar e elogiar.
—Que pauzão que você tem, Matías.
—Já vi que você gostou. Tá inteiramente à sua disposição.
Carol levou as palavras dele ao pé da letra, apertou e engoliu de novo metade daquela barra de carne. Matías recostou o banco e tentou despir a nora, e ela facilitou o serviço, de modo que logo os dois estavam pelados dentro do carro. O homem maduro a pegou de um jeito que os encaixou num perfeito sessenta e nove, onde os dois se esforçavam pra dar e receber prazer. Os caldos de Carol escorriam direto na boca de Matías, enquanto a língua dele percorria cada cantinho da racha faminta. Naquela posição, o botãozinho ficava meio escondido, mas o dedo do homem maduro veio em socorro, se esforçando pra agradar a nora, ávida por homem. Do outro lado, a língua da jovem caprichava em lamber cada centímetro do pau do sogro. No caminho de descida, encontrou duas bolas cheias e as cutucou, depois pegou elas com a mão e pesou, em seguida, com a outra mão, apertou o manete e engoliu de novo, continuando o boquete. Depois de dez minutos dedicados a dar e a receber, a buceta da Carol explodiu na boca do Matías e ele se deliciou chupando toda a ambrosia. Carol largou a mamada por uns segundos pra receber o clímax, mas logo continuou com o boquete até que o sogro dela gozou na boca dela. O primeiro jato se perdeu na garganta dela, fazendo ela engasgar, os seguintes foram batendo na boca fechada e na cara dela.
—Porra! Você é uma mamadora de primeira. O que o idiota do meu filho tá perdendo… Com uma mulher como você, eu passaria o dia inteiro fodendo.
Carol se levantou e montou em cima do sogro. Pegou a pica dele e enfiou.
—Me fode!
—Porra! Vou te foder até sair gozo pelas orelhas.
Carol sentiu a pica do sogro ficar mais dura dentro da buceta dela e começou a pular em cima do pau, enquanto os peitos balançavam na cara do Matías. A boca dele agarrou primeiro um mamilo, depois o outro, alternando, enquanto as mãos apertavam com força as nádegas da nora descontrolada que gritava com a pica do sogro bombando dentro dela.
—Me dá pica, Matías! —pedia sem parar, enquanto um dedão se aventurava no cu dela, adicionando uma nova sensação ao prazer que a porra da pica já tava dando.
—Vou gozar, filho da puta. Que delícia. Me dá tudo!… Me fode!… Não para! —gritou aproveitando o orgasmo incrível que se recusava a ir embora, até que depois de muitas convulsões o clímax pareceu se afastar, deixando ela com uma sensação gostosa de bem-estar, acompanhada de um sorriso satisfeito e descomposto que dedicou ao pai do marido. Mas ainda sentia o aríete bem enfiado nas entranhas batendo forte em busca do prazer dele. Matías tirou a pica do buraco molhado, virou a nora e enfiou de novo com uma pancada forte de quadril, seguida por muitas outras, enquanto Carol voltava a gozar com o pauzão estourando a buceta esquecida dela. buceta, e depois de alguns minutos sentiu o líquido grosso batendo lá dentro, o que a levou a um novo e inesperado orgasmo.
Matías ficou deitado em cima de Carol e o pau dele foi perdendo a rigidez até escapar do buraco com um peido sonoro, seguido por um fio de soro escorrendo da fenda aberta. Matías descansou o membro mole na fenda da bunda dela enquanto ficava apoiado em cima. Carol adorou a sensação de sentir o peso dele e a vara dele entre as nádegas depois de ele ter dado três orgasmos incríveis, algo que o filho dela nunca tinha feito.
Quando se vestiram, voltaram para a estrada e se juntaram ao grupo de gente que já estava de pá na mão tirando a neve do caminho. Foi uma manhã revigorante. Ela se sentia viva como há anos não se sentia. A conversa construtiva com o sogro, as fodas que ele deu, e depois o frescor da manhã clarearam as ideias dela. Agora ela sabia o que esperar e o que tinha que fazer.
Ao chegar em Madri, Carol propôs a separação e Emílio perguntou por quê.
— Acho que estou te fazendo um grande favor — garantiu ela.
— Por que você diz isso?
— Me diz que eu tô errada!
Emílio olhou para ela e não respondeu, confirmando com o silêncio a verdade. Não houve explicações. Também não houve lamentos, nem sequer recriminações, já que era o que os dois queriam. O que ela não queria de jeito nenhum era romper o vínculo com o ex-sogro, e pelo visto, era um desejo compartilhado.
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