Boa noite a todos. Depois de ler tantos relatos, resolvi contar o que aconteceu comigo e minha mãe, algo que me dá uma sensação estranha até de contar no anônimo. Isso aconteceu quando eu tinha uns 20 anos, quase 21, e minha mãe tinha 40. A gente sempre foi humilde, nunca teve coisas grandes, porque meu pai morreu quando eu era moleque e não deixou nada pra gente, só o aluguel de uma casa por seis meses. Hoje em dia a gente ainda mora nela, o aluguel é caro porque é uma casa pra quatro pessoas, mas já acostumamos a viver aqui. Eu trabalhava como vigia noturno e também fazia uns bicos com um amigo quatro vezes por semana. Minha mãe recebia uma pensão do meu pai, porque ele era gendarme. Naquela época, o aluguel era 20 mil (bastante pra época) e eu no máximo tirava uns 10 por mês. A pensão nunca soube quanto era, mas dava pra pagar o aluguel, eu achava. Aí um dia eu falei pra minha mãe que ia trabalhar. Era sábado, umas 6 da tarde, e eu tinha saído pra ir pra uma balada de segurança a noite toda. A balada fica em Palermo e eu sou de San Miguel, então era uma viagem longa. Minha mãe sempre foi tímida, uma mulher que quando você fala com ela olha pra baixo e dificilmente você vai ver fazendo cena em público ou gritando igual outras mães. Mas naquele dia ela estava calada e muito pensativa. Não percebi isso até depois do que aconteceu. Comecei a viagem e o trem San Martín parou no meio do caminho. Fiquei puto da vida porque já não ia chegar a tempo de trabalhar e ainda por cima a gente tava apertado de grana. Depois de andar uma hora, cheguei em casa. Ia bater na porta, mas percebi que o portão dos fundos estava aberto. Desse lado, você só precisa abrir uma porta de vidro pra entrar, uma porta que não faz barulho nenhum. Achei que minha mãe tinha dormido e tentei abrir a porta com o maior cuidado possível. Pra minha surpresa, foi inútil enfiar a chave porque já estava aberta. Aí me preocupei, entrei em casa e ia gritar "mãe", mas escuto... Um gemido tremendo e umas palmadas. Fiquei pensando uns segundos, e vinha do quarto da minha mãe. No começo, pensei que ela tinha pegado um momento sozinha e fiquei super desconfortável, não sabia o que fazer, mas a curiosidade falou mais alto e fui ver. No quarto da minha mãe tinha uma janela que era pra ventilar, tinha grade e era impossível ela me ver. Subi devagarinho numa cadeira e, quando olhei pela janela, vi de lado — porque a janela tava num canto do quarto — minha mãe de quatro e um cara comendo ela. Nunca tinha visto aquele cara, mas na hora meu pau ficou duro como nunca, durasso. Tirei a cabeça, desci da cadeira e fiquei pensando. Subi de novo e vi a bunda da minha mãe quicando. Minha mãe tem cabelo preto, é bem branca, tem uns 1,50m e é meio gordinha, mas toda a gordura vai pra bunda. Quando vi como a bunda da minha velha quicava igual gelatina, comecei a me masturbar. Vi o cara dar um tapa na bunda dela, deixando bem vermelha, e chamar minha mãe de puta. "Vai, puta, mexe essa bunda, vai, vagabunda de merda." O cara tirou o pau da buceta e mandou minha mãe fazer o "de sempre". Ela começou a esfregar o pau dele na bunda toda, rebolando, até que ele esporrou nas costas dela toda. Ele deu dois tapas na bunda, tipo "pronto", igual quando você bate no carro pra ele sair. Minha mãe virou a bunda e ficou na cama com o celular, enquanto ele começava a se trocar. Ela tava de pernas abertas, dava pra ver a buceta peludinha e quase o cu. O cara disse "tchau", sem beijo nem nada, só "tchau". Desci da cadeira mais rápido que o Flash, enfiei o pau na calça e arrumei a cadeira. Peguei minha mochila e me escondi no meu quarto, que é do lado do quarto da minha mãe. Me masturbei ali mesmo, não aguentava mais. Depois de uma hora mais ou menos, minha mãe foi tomar banho, e eu fiquei a noite toda escondido, com medo de que ela descobrisse que eu tava em casa. No dia seguinte, fiz como se nada. Se eu tivesse entrado em casa naquele momento, minha mãe dormindo, tudo no lugar... Quando ela acorda, me faz o café da manhã como se nada tivesse acontecido, "Como foi ontem à noite, filho?" Eu, com um tom todo sarcástico, falo "Bem, e a senhora, mãe?" Ela me responde: "Entediante, sabe?" Fiquei pensando quem era aquele cara que estava comendo minha mãe como se fosse uma puta de rua. Até aquele momento, nunca tinha reparado na bunda da minha mãe, mas agora não conseguia evitar de olhar toda vez que ela varria ou passava o pano, como marcava as linhas da fio dental e aquele rabo na legging desgastada. Comecei a reparar na roupa suja, via que minha mãe tinha umas tangas velhas e gastas, fininhas, e comecei a imaginar como ficavam nela e tal. Um dia, decidi voltar mais cedo do trabalho de vigia, já que no trampo nem controle tinha. Fiz isso só na esperança de poder ver aquela bunda quicando de novo. Me deparei com a mesma coisa, tudo aberto. Subi na cadeira e, antes de olhar, ouvi engasgos. Aquele cara, com uma pica de 20 cm, estava metendo até a garganta dela, quase fazendo ela vomitar. Via como ele agarrava o cabelo dela e metia até o fundo, e ouvia lindo como minha mãe pedia um tempo praquela pica para não se afogar. Numa dessas, vi ele literalmente comendo a garganta da minha mãe, e ela soltou lágrimas. Minha mãe estava babando litros de saliva, escorrendo todos os peitos. Ela estica a língua e começa a chupar a ponta do cara, igual uma puta, e começa de novo a chupar, espirrando porra da pica dele e saliva da minha mãe. Numa dessas, ele segurou ela assim por uns 2 minutos, minha mãe sem conseguir respirar e ele segurando a cabeça dela. Minha mãe começou a tentar se soltar, e ele não deixava. Depois de mais 1 minuto, acho que ele soltou, mas antes disse pra ela falar que queria leite. Minha mãe falou com uma voz rouca e babada, como se estivesse afogada: "Quero seu leite." E ele gozou na cara toda dela, soltou uns 2 litros de porra, e minha mãe com a língua pra fora e os olhos fechados recebendo tudo. Os cílios dela ficaram todos grudados. Já nem consegue mais abrir os olhos, enquanto eu do outro lado terminei de bater uma e fui embora. Assim foi por várias semanas, a mesma coisa, minha mãe em posições diferentes sendo subjugada e penetrada, ele por cima dela, essa foi uma das melhores porque dava pra ver as tetas dela balançando, e minha favorita, minha melhor punheta até hoje, quando ela deu uns sentões, o melhor foi que ela fez de costas pra mim, ou seja, a bunda dela virada pro meu lado, e vi a sequência completa. O cara pegou e falou pra minha mãe: "coloca a buceta aqui e dá uns sentões". Ela abaixou a calcinha fio dental e subiu em cima dele, nesse momento tava de lado pra minha visão, e por obra divina as molas fizeram quando ela colocou a bunda em cima, um barulho de que ia quebrar (deve ter sido porque minha mãe é bem pesada). Minha mãe falou pra ele que era melhor ele comer ela do outro lado porque não queria que a cama quebrasse, e aí foi quando ela sentou de novo em cima dele, já de costas pra mim, e vi como ela abriu aquelas nalgas enormes e procurou a buceta da minha mãe, até que encontrou e enfiou a ponta da pica. Eu não podia acreditar no tamanho monumental daquela bunda, e aí ela começou a mexer a bunda e a cintura, dava pra ver umas estrias, daquelas que gordinha tem, mas pelo jeito que aquela bunda quicava nem prestei atenção. Ele abria a bunda dela e eu via como a pica entrava naquela buceta peluda e abria a racha, e dava pra ver as linhas vermelhas de separação. Ele começou a enfiar os dedos no cu dela enquanto ela fazia aquela bunda gorda e branca quicar, parecia um terremoto, mexia rápido e balançava a bunda de um jeito que a buceta fazia todo o trabalho. Não durou nem 2 minutos, e deu pra ver como a buceta da minha mãe começou a jorrar gozo, uma coisa que notei naquele dia foi que ela tinha o cu muito fechado, como se nunca tivessem arrombado ele, tanto que ele teve dificuldade pra enfiar os dedos no cu dela. Um dia descobri a verdade fuçando o celular dela, aquele cara que tanto ele pegou, era um dos donos daquela casa que a gente alugava, eu nunca tinha visto ele, ele transava com minha mãe por dinheiro, e esse mesmo dinheiro era o que ela dava pra ele pra deixar a gente morar na casa, isso já durava meses, tudo começou com ele pedindo fotos em troca de transferências, ela mostrava tudo, peitos, buceta, rabo, não li o chat inteiro porque era demais, mas tinha vários vídeos que ele tinha gravado dela dando o rabo, e chupando ele, nos vídeos dava pra ver a cara da minha mãe chupando a pica dele e isso me excitava pra caralho porque eu imaginava que era comigo, passei tudo pro meu número e deletei o nosso chat, milhares de vezes eu me masturbei com essas fotos e vídeos, assim como com as calcinhas sujas dela, uma vez no banheiro tinha uma tanga cheia de porra que ela tinha esquecido lá, um dia eu volto a mexer no celular dela e tinha várias mensagens daquele cara falando que ela tinha que fazer um menage ou a gente ia ser despejado, ela aceitou, eu, todo esperto, falei pra minha mãe que no sábado ia ficar o dia todo fora porque tinha que ir na chácara de um amigo no aniversário dele. No sábado à noite, faço a mesma coisa de sempre, olho pela janela, e a festa já tinha começado, um velho de uns 45 anos com uma pica enorme e minha mãe de joelhos chupando a pica dele, nunca vou saber, mas parece que ela chupa como uma deusa, porque o cara não para de falir "que gostoso você chupa, puta", depois ela começou a chupar os dois, fazia gargarejo com uma pica e depois a outra, um metia até quase sufocar ela, ela respirava e depois era a vez do outro, tenho certeza que a boca da minha mãe tava seca porque ela cuspia na ponta da pica a cada 10 segundos pra continuar chupando, os dois gozaram nela, um na cara e o outro mandou ela abrir a boca e gozou lá dentro, depois mandaram ela ficar de quatro, um comia ela e o outro fazia ela chupar a pica dele, minha mãe parecia um brinquedo, fazia tudo que eles mandavam, os dois estavam agressivos, falando Vadia, te excita ser comida na casa do teu filho, e eles davam tapas na bunda dela, numa que ela tava chupando a pica começou a dar porradas na bochecha dela até que deu uma bem forte no lábio e começou a sangrar e mesmo assim ela continuou rebolando a bunda e chupando a pica, eles puxavam o cabelo dela forte e minha mãe só gemia, gemia que nem uma vadia que já tá acostumada a ser comida, naquele momento percebi que ela gostava daquilo, depois fizeram a posição do sanduíche, ela em cima de um que tava comendo a buceta dela e o outro arrombava o cu dela, mal começou a meter no cu ela fala "ai arde pra caralho" e o cara não para, ela tenta tirar a pica do cu e ele segura as mãos dela e fala "agora aguenta", dava pra ouvir os gritos de dor da minha mãe, literalmente vi o cu da minha mãe sangrando, era muito apertado, depois de uns minutos escorria um líquido marrom do cu da minha mãe, pelo visto ela não aguentou e cagou nas calças, o cara gozou dentro do cu dela e o outro dentro da buceta, minha mãe abriu as pernas e dava pra ver escorrendo da buceta e do cu, depois de uns 20 minutos aparentemente descansando, mandaram minha mãe chupar a pica deles de novo, ela chupou, e dava pra ver a traqueia dela se mexendo de tão fundo que enfiavam, até o fundo literalmente, de novo via minha mãe com lágrimas de engasgo, enfim, aconteceu o de sempre, eles foram embora, eu me escondi no meu quarto até o dia seguinte. Agora vem a parte da minha história em que tratei minha mãe como uma vadia de verdade e comi ela drogada. Acontece que meses depois de ver minha mãe sendo comida, decidi fazer o mesmo, tava com muito tesão, não conseguia mais ver ela sem imaginar aquele cara fazendo ela engasgar até quase vomitar, já via ela como uma vadia, todo dia lendo as conversas dela, vendo como ela mandava fotos, como as calcinhas dela apareciam manchadas de porra, e decidi que ia comer ela. Porra, eu não conseguia mais parar de olhar pra aquela bunda, de ficar espiando ela à noite. Lembro de várias noites que, quando ela dormia, eu ia devagar, abria a porta do quarto dela e via a calcinha fio-dental através da legging ou por baixo do vestido florido que ela usava quando tava muito calor. Lembro que um dia ela tava usando uma fio-dental com um lábio da buceta pra fora. No verão (um dos mais fortes da Argentina), eu já tinha meu plano. Então, um dia que a gente tava comendo, trouxe uma cerveja. Ela fez um guisado, mesmo fazendo uns 35 graus (e era de noite), e eu coloquei na cerveja dela Temazepam, vários comprimidos, umas 10, pra ela dormir. Ela tomou a cerveja e, assim que terminou de lavar os pratos, eu falei que ia tomar banho. Vou contar: ela sempre toma banho de noite e eu de dia. Ela faz a limpeza da casa e só toma banho à noite. Então fui tomar banho pra o remédio fazer efeito enquanto ela esperava pra tomar banho depois. Quando saí, minha mãe tava dormindo com o celular na mão, TikTok aberto, e a boca babando. Fiz o primeiro teste: falei "mãe!". O segundo: toquei no ombro dela e balancei um pouco. O terceiro: toquei num mamilo (marcavam como botões na putinha) e apalpei um pouco. Ela tava dormindo, quase morta. Aí era minha hora. Tirei a toalha e a cueca, tava com o pau duro desde antes. A primeira coisa que fiz foi tirar a camiseta dela e deixar ela de peitos de fora. Eram bem brancos e gordos, perfeitos pra um belo espanhol. Depois virei ela e, como pude, coloquei ela de quatro. Ela tava com uma legging azul escura. Abaixei e senti a bunda toda suada e molhadinha. Me deu tesão o cheiro de bunda que ela tinha. Dava pra ver que tinha limpado a casa o dia inteiro. Chupei as nádegas dela e senti o gosto salgado e gostoso. Depois abri o cu dela e percebi que ela tinha hemorroidas. Parecia que tinham arrombado o cu dela fazia pouco tempo, porque tava vermelho e machucado. Enfiei a língua direto no cu dela. Tava meio melecado, mas eu deixei. Limpo, depois fui direto pra buceta. Que cheiro que tinha, Deus, cheiro de mulher pura, cheia de pelo, bem peludinha, dava pra ver que fazia tempo que não aparava. Chupei ela toda até ficar molhadinha. A primeira coisa que fiz foi botar ela pra chupar. Foi difícil, mas achei a posição pra ela fazer um deep throat sem machucar com os dentes. Coloquei a cabeça dela de lado num travesseiro, abri a boca dela o máximo que pude, me inclinei um pouco e comecei a meter a pica de lado. Trag, trag, trag, dava pra ouvir a garganta dela abrindo e soltando saliva ao mesmo tempo. Era inacreditável o quanto minha pica chegava fundo, parecia que a garganta não tinha fim. Numa hora, quis fazer igual aquele cara: meter por vários minutos e deixar descansando na garganta dela. E fiz. A garganta tava fervendo, parecia uma cachoeira de tanta saliva que ela soltava. Foi aí que ela fez um gesto de querer vomitar, tipo, glupe, e um ânsia. Caguei pra isso, segurei a cabeça dela e senti ela começar a vomitar saliva bem grudenta. Fiquei com tesão e gozei na garganta dela. Ela ficou com a boca toda escorrendo porra, a puta. Agora vinha a melhor parte. O cu. Botei ela de quatro, cuspi no meio do rabo e comecei a meter. Vocês não têm ideia do apertado que era. No cu, com sorte, entrava um chupeta. Ela apertava o cu como se eu tivesse metendo num balão. E o melhor de tudo é que, como ela tinha hemorroida, dava pra sentir as veias do ânus pulsando e soltando água. Não sei se ela tava gozando pelo cu, mas o rabo dela ficou bem vermelho e inflamado, o que fazia apertar ainda mais. Terminei dilatando tudo, e ela cagou de novo. Fiz minha mãe cagar. Gozei dentro, cheio de merda líquida e sêmen do próprio filho. Depois veio a buceta. Acho que foi a parte mais tranquila, já que não apertava tanto quanto o cu. Gostei mais de chupar ela. Mesmo assim, me dava um tesão danado ela ser tão peluda. Comi ela de frente e vi as tetas balançando. Naquele momento, caguei se ela tinha... Camisinha, não, não contei que minha mãe tinha 40, não 60, e podia engravidar. E quando pense nisso enquanto tava comendo ela, o fato de poder comer ela grávida deixou ela ainda mais excitada. Isso que aconteceu agora me deu um cagaço do caralho. Ela acordou meio dormindo, mas não abriu os olhos, e começou a molhar a pussy, era como se ela reclamasse mas não acordasse de vez. Vocês não sabem o quanto me excitou poder comer ela acordada. Joguei a porra bem dentro da pussy e ela quase acordou, mas não. Limpei ela, vesti ela toda, e antes de dormir decidi gravar um vídeo fazendo ela chupar minha cock. Gravei, limpei ela de novo e fui dormir. Hoje em dia ela tem 54, moro com ela, ainda tão comendo ela, mas agora um cara de 24 anos. Sei porque vi ele entrando em casa várias vezes. Quero ver como ele come ela, tenho certeza que no celular dela tem vídeos, mas agora o celular tem senha. Quero ver como aquele cara come a raba gigante da minha velha. Tenho todos os vídeos, fotos dela com o dono da casa. Ele já não come ela mais porque parece que não tá tão gostosa como antes, embora pra mim aquela bunda nunca envelhece, continua uma delícia. Tô planejando comer ela de novo. Agora ela tem cabelos brancos, mais enrugada e mais gordinha, mas ainda usa roupa que marca a bunda quando se abaixa. Talvez eu faça de novo, ver como tá aquela bunda que mexe como gelatina. Hoje em dia ainda vejo as conversas dela, já não tão comendo ela tanto quanto antes, mas um dia desses vou provar aquela raba de novo, e dessa vez quero aproveitar ao máximo. A história é 100% real, tem mais coisas pra contar, porque essa história já estava escrita, só não publiquei por vergonha. Hoje em dia faço mais coisas. Vou compartilhar uma foto da minha mãe com o público e vou passar os vídeos pra quem quiser e tiver esse mesmo tesão que eu. Posso dar conselhos de como tirar proveito de algumas situações pra quem tem esse mesmo fetiche de comer a própria mãe. Eu gosto. que me digam, que me digam como comeriam ela, se ela excita vocês, Peçam os vídeos e mando pra vocês me falarem putaria sobre ela, abraços de Córdoba.
A bunda da minha mãe, uma das várias fotos que encontrei no celular dela.
A bunda da minha mãe, uma das várias fotos que encontrei no celular dela.
42 comentários - Dormi minha mãe e comi ela (tenho vídeos, perguntem)
Me pasarias los videos?