Com minha Ma, da fantasia à realidade FINAL

Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/5357165/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad.htmlParte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/5358278/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad-PARTE-2.htmlParte 3http://www.poringa.net/posts/relatos/5359575/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad-PARTE-3.htmlaté que ela falou, se atreveu a falar primeiro:
- a gente precisa esclarecer tudo isso que aconteceu -

- desculpa, mãe, me perdoa muito - foi a primeira coisa que consegui sair da minha boca

- não fala isso, na verdade quem devia pedir desculpas sou eu, eu deixei isso acontecer, eu podia ter parado desde o começo, mas não consegui... ou não queria -

- não, mãe, eu causei tudo isso, sinto que me aproveitei da situação desde a primeira noite que a gente fez, a gente tava bêbado, eu tava muito tesudo, perdi o controle, me sinto culpado por tudo - falei bem envergonhado

- não se sente assim, não foi assim, você não se aproveitou, apesar das bebidas eu tava bem consciente do que tava rolando, te confesso que podia ter te parado, ia fazer, mas sou mulher também, não sou de pedra e você tava me fazendo sentir coisas que há muito tempo eu não sentia, por isso deixei tudo acontecer, no fundo eu queria que acontecesse -

Ao ouvir isso, senti um alívio no peito, ela não tava brava comigo, consegui levantar o olhar e ver nos olhos dela de novo

- eu só queria isso, mãe, queria te fazer sentir bem, a gente se sentir bem juntos - falei
- e você conseguiu, me fez sentir coisas que há muito tempo eu não sentia e outras que nunca imaginei sentir, tanto fisicamente quanto emocionalmente, me fez sentir amada de novo, me fez sentir viva -

Peguei a mão dela e comecei a acariciar
- fico feliz que você tenha se sentido assim, que tenha curtido tudo que a gente fez, você ainda é jovem, te fiz sentir amada porque é isso que sinto, te amo, mãe, mais do que nunca -
- eu também te amo, Daniel, foi o melhor fim de semana que já tive na minha vida, nunca vou esquecer tudo que a gente passou aqui, e te confesso que não me arrependo de nada, no começo sim, tava muito confusa, mas na segunda vez que a gente transou perdi essa vergonha, não me arrependo do que a gente fez aqui e não vejo isso como um erro, mas... -

Quando ela falou esse "mas", meu coração parou, sabia que ia dizer algo e não sabia se seria algo ruim ou Bom, mas...

—Mas o quê?

Ela ficou em silêncio, me olhou fixamente e continuou:

—Mas isso acaba aqui e agora.

Ela disse isso com uma seriedade e firmeza que me surpreendeu. Soltou minha mão, eu só fiquei em silêncio. Ela continuou:

—Como eu disse, não me arrependo do que fizemos e mantenho isso, mas isso tem que parar aqui mesmo. Não podemos continuar fazendo isso, você sabe que não podemos continuar transando assim que sairmos daqui, muito menos em casa. Por isso, peço que isso fique entre nós. Vai ser só uma lembrança, uma lembrança linda, que vou levar até o túmulo.

—Eu respeito sua decisão, mãe. O que você me pedir, eu farei. Por você — respondi.

Eu tava com um sentimento agridoce. Por um lado, tava feliz com como tinha terminado, não acabou tão mal assim. Me sentia feliz por tudo que tinha rolado entre a gente. Mas, por outro lado, tava meio triste, porque sentia que era como uma despedida da nossa trepada. A gente ia voltar pra casa só com a lembrança dos nossos encontros apaixonados. Abracei ela e ficamos abraçados por uns segundos. Sussurrei no ouvido dela:

—Nunca tinha transado do jeito que a gente transou e acho que nunca vou superar isso. Nunca vou esquecer seu corpo lindo pelado, o gosto dos seus beijos, o cheiro da sua pele. Seus líquidos são meu elixir; quando provei, senti o céu na minha boca. Seus peitos são tão perfeitos, seus gemidos foram música pros meus ouvidos. O jeito que você se mexia em cima de mim me enlouquece. Vou te falar a verdade: tô meio triste porque não vou poder provar seu corpo lindo de novo, mas me consola saber que te fiz sentir uma mulher. Me consola que te fiz MINHA mulher.

A gente se beijou apaixonadamente, ninguém queria parar. Sabíamos que seria nosso último beijo, mas a hora tinha chegado. Era momento de sair. A gente se separou, se abraçou como quem se despede. A gente tava selando nosso segredo mais íntimo. Saímos do quarto e, ao fechar a porta, eu disse:

—Aqui vai ficar guardado. nosso segredo, neste quarto e no meu coração pra sempre-
Ela ficou um pouco sentimental também, quase dava pra ver ela chorando. Fomos pra recepção, terminamos os trâmites pra poder sair, fomos pro estacionamento, coloquei as coisas no carro.

- Se quiser, eu dirijo, mãe - falei
- Sim, por favor, tô cansada - ela respondeu

Entramos no carro, ela do meu lado, e nos despedimos do lugar rumo à nossa casa, selando assim nosso fim de semana de putaria. Começamos a viagem.

No caminho, a gente falou de outras coisas: sobre o lugar, a comida, o clima, qualquer merda, mas o tema do sexo tava sempre na nossa cabeça e dava pra perceber nos dois. A gente tentava falar de qualquer outra coisa, mas dava pra sentir a tensão de falar sobre as fodas que a gente deu. Mesmo assim, tentávamos evitar o assunto a todo custo.

Durante a viagem, a gente não falou mais nada. Coloquei música e ela dormiu. No caminho, eu observava ela dormindo, tão gostosa, e lembrava das fodas que eu tinha dado nela. Lembrava de como eu chupei a buceta dela, como ela chupou minha pica, como ela adorou que eu comi o cu dela. Via a imagem tão vívida dela montando em mim. Olhava ela dormindo e via as pernas lindas dela, os lábios, lembrando dos beijos quentes que a gente trocou. Lembrava daquele olhar de puta que eu nunca tinha visto antes e acho que veria de novo. Eu tava ficando com tesão de novo. Os pensamentos safados invadiam minha mente de novo, eu tava caindo na tentação outra vez. Minha pica já tava dura, dava pra ver o volume por baixo do meu short. Não queria pensar nisso, tentava me distrair, mas não conseguia tirar aquelas imagens da cabeça. Ouvia os gemidos dela, ouvia a voz dela pedindo mais. Como sempre, quando menos se quer, a tentação aparece mais forte. Comecei a ver na estrada aqueles motéis de beira de estrada, aqueles onde os amantes se encontram pra consumar seus pecados sem ninguém saber. E minha imaginação começou a voar. Me imaginava saindo escondido com ela só pra foder nesses lugares, via ela deitada na cama. esperando que ele me penetrasse, eu a via de quatro me esperando, uma nova fantasia aparecia, agora não bastava saber que tinha comido minha própria mãe, agora queria comer aquele cuzinho gostoso, queria ser o primeiro a sentir o interior dela, me dava um desespero pensar que alguém podia roubar esse sonho, fosse meu pai ou qualquer amante que ela arrumasse, não acreditava no que tava pensando, se há pouco a gente tava falando em esquecer tudo aquilo.

Minha tesão subia, enquanto dirigia vi um daqueles motéis que parecia bem chique, imaginava como devia ser por dentro, o nome ficou gravado na minha cabeça, peguei o celular e procurei na internet, dirigia e olhava as informações do lugar, tive que diminuir a velocidade pra fazer minha pesquisa, ou melhor, pra não bater o carro, nisso ouvi a voz da mamãe:

— Filho, o que cê tá fazendo? Larga o celular, vai bater!

Me assustei tanto que pulei, quase joguei o celular, não sabia que ela já tinha acordado, fiquei muito nervoso e ela percebeu:

— O que cê tava vendo que era tão importante?

— Nada, mãe, umas mensagens, só isso — respondi.

— Não quero nem imaginar que tipo de mensagens — ela disse, e notei que o olhar dela desceu pros meus shorts, com o susto não percebi que a ereção tava marcando demais, ela desviou o olhar e começou a sorrir.

— Sério! Não é nada de mais, juro — falei.

— OK, OK, não falei nada, acredito em você — ela disse, agora rindo de verdade, e eu ri junto.

Continuei dirigindo e não parava de pensar nela, as tentações continuavam chegando, vi uma placa de trânsito que logo tinha um retorno, comecei a pensar que podia virar e levar ela pro motel, era decidir agora ou nunca, mas e se ela ficasse brava? O que eu ia dizer? Se fizesse, não me importava com o que acontecesse, o que eu tô pensando? Não posso fazer isso... que nada, claro que posso... não, não vou... é minha última chance... via o retorno chegando perto, tava suando, não pensava direito... e eu Mudei de faixa... peguei o retorno e a gente tava voltando... eu tinha me decidido a levar ela pra aquele motel...

- Que que houve, Daniel?! Por que a gente voltou?
- É... calma, mãe... é... quero te levar... bom, cê vai ver, não se preocupa...
- Mas o que aconteceu? Me fala, não tô entendendo, te falaram alguma coisa do hotel? Cê tá me assustando.
- Não se preocupa, mãe, não, não é do hotel, é outra coisa, cê vai ver, não é nada de ruim, confia em mim, fica tranquila.

Ela me olhava toda confusa, quase assustada, e com razão, eu tava suando, sentia que o coração ia sair pela boca, não acreditava no que tava fazendo. Ela se acalmou um pouco e eu continuei dirigindo, tava me arrependendo, os pensamentos de culpa começaram a bater: que que eu tô fazendo? Tô louco? ... não... tenho que seguir com o plano, vou me arrepender se não fizer... mas e se agora ela ficar puta? A gente terminou numa boa, ela ainda não me odeia, e se por causa disso ela passar a odiar? Que que eu faço?...

Lá longe vi que a gente tava chegando, reduzi a velocidade, meus nervos tavam no limite. Entro no motel? Ainda dá tempo de cancelar essa loucura... não, já cheguei até aqui, tenho que continuar... mas... mas... um monte de "mas" veio na minha cabeça, eu tava prestes a explodir... e quando cheguei, virei e entrei no motel. Minha mãe viu o lugar, viu o nome, sacou na hora que era um motel, óbvio. Arregalou os olhos, muito surpresa, me olhava toda confusa, eu tava ainda mais... nos atenderam por um interfone, tudo era feito de dentro do carro, a gente nunca precisou descer. Pedi um quarto, me indicaram o número e devagar fui dirigindo até ele. Estacionei o carro na garagem, cada quarto tinha sua própria garagem pra mais privacidade. Desliguei o carro e a garagem fechou, a gente ficou trancado.

- Daniel? Que?... que que tá rolando? Que que isso significa? - ela falava toda confusa - que que a gente tá fazendo aqui, Daniel? Me explica - disse ela, elevando um pouco mais a voz.

- Espera, mãe, calma... eu sei que isso é estranho e muito inesperado...
- Pois é, demais - disse ela, me interrompendo. minhas palavras.
—sim... deixa eu te explicar... — falei, tava muito nervoso, até queria cancelar tudo, ligar o carro e vazar dali... respirei fundo, criei coragem e continuei...
—te trouxe aqui porque... quero ficar com você... mais uma vez—
—que isso Daniel? Não...— Ela segurava a testa — Meu Deus Daniel, o que tá acontecendo, por que cê tá fazendo isso?—
—espera, mãe, deixa eu explicar— falei, ela tava inquieta, mexia as pernas, passava a mão na cabeça, enxugava a testa, muito nervosa. Peguei a mão dela, virei o rosto dela na minha direção pra acalmar ela
—mãe, calma, me escuta por favor, olha pra mim— segurei as mãos dela e ela se acalmou um pouco
—vou ser o mais direto possível, sei que a gente conversou antes de sair do hotel que não ia mais falar sobre o que rolou, e muito menos fazer de novo, jurei que seria assim... mas... preciso pedir desculpa... quero quebrar essa promessa uma vez... quero fazer isso uma última vez com você... te prometo que vai ser a última—

Ela só me olhava meio confusa, mas não falava nada, só me escutava

—não consigo parar de pensar em tudo que a gente fez, não consigo tirar sua imagem da minha cabeça, seu corpo, seus beijos, nossos corpos juntos como um só, deixa eu sentir isso só mais uma vez... por favor
—ai Daniel, é que... o que cê quer que eu fale... isso é... tão de repente...— ela respondeu
—fala, cê não gostou do que eu fiz com você—
—gostei... sim... mas não...— eu cortei ela
—fala que não gostou de como eu comi seu corpo, de como eu te beijei, de como chupei seus peitos, sua buceta, de como te penetrei...
—siim, eu sei, não vou negar que amei tudo isso...—
—você mesma falou, que eu te fiz sentir viva de novo, te fiz sentir mulher outra vez, deixa eu te fazer sentir isso de novo, pelo menos mais uma vez—

Ela ficou pensativa, parecia que queria, mas tava com dúvida.
—sabe o que, mãe, melhor não, não quero te fazer minha mulher agora, quero te fazer minha puta—

Essas palavras fizeram algo mudar nela, algo fez clique nela, percebi na hora, ela me olhou de outro jeito. parecia mais interessada no que eu tava falando pra ela-

-agora vou fazer o que nunca fiz com você, vai ser minha putinha pessoal, vou te levar pro céu ou pro inferno, vou comer seu cu do jeito que você adora, eu sei, vou te dar seu gozo que você tanto saboreia, eu sei que você quer, gostosa, quer ser minha mulher uma última vez-
Ela me encarava, percebi um sorrisinho se formando no rosto dela, baixou o olhar e olhou pro meu volume.

-ai Daniel … as coisas que você me faz fazer…- ela falou, ficou em silêncio por um instante, eu não falei nada, só esperei a resposta dela
-a última vez, né?- ela disse
-a última, eu prometo- respondi.

Sorriu de novo com aquele olhar tão safado, voltou com aquele olhar que me convidava a dar a foda da vida dela e sem falar mais nada me aproximei e beijei ela, ela agarrou meu pescoço na hora, ela também queria aquilo, só tava se segurando, nossos beijos ficaram mais intensos. Parei e falei – vamos pra cama- saímos do carro, subimos uns degraus, abri a porta do quarto e entramos, a primeira coisa que vimos foi uma cama enorme, grande demais, tinha um cano pra dançar, um espelho no teto apontando pra cama, uma luz vermelha suave enchia o quarto.
-que lindo que isso aqui é- ela disse
-olha esse cano, vai dançar gostoso pra mim?- falei, ela foi até ele e girou em volta tentando se mostrar sexy,
-você gosta?- ela disse
-ia gostar mais se você tivesse de lingerie sexy ou melhor ainda, pelada- me aproximei e comecei a beijar ela com paixão, enfiava minha língua na boca dela e ela chupava, me abraçou, brincava com meu cabelo, desci minhas mãos pelas costas dela, pela bunda dela, enfiei minhas mãos por baixo do vestido, brincava com as nádegas dela, enfiei minhas mãos no cabelo dela, puxei o cabelo pra deixar o pescoço dela livre, passei minha língua no pescoço todo, no queixo, nas bochechas, voltava pra boca dela, deixava ela toda cheia da minha saliva
-me faz de sua putinha, Daniel, adoro como você me chupa toda, me excita tanto com seus truques, você sabe como me tocar, me mostra mais…- ela dizia entre gemidos, de olhos fechados.
Começamos a andar em direção à cama, sempre nos beijando. Ao chegar na beirada, tirei o vestido dela, de baixo pra cima, joguei sem pensar pra onde. Tirei minha camisa e ela lambia meu peito, me deixava todo cheio de saliva. Beijei ela, tirei o sutiã, revelando aquela beleza de peitos. Enfiei meu rosto entre eles, apertava com as duas mãos, passei minha língua entre eles, minha saliva escorria pela barriga dela. Peguei um peito e comecei a chupar o mamilo dela, com a outra mão apertava o outro mamilo com meus dedos. Ela começou com seus gemidos lindos.

— Adoro seus peitos, putinha, yummy. Eles são grandes e gordos, tão perfeitos. Adoro comer eles, quero que sejam só meus — eu dizia.
— Come eles, amor. Você sabe chupar tão gostoso. Tudo que você faz é tão tasty — ela respondeu.

Desci minhas mãos até a buceta dela. Ela ainda estava de calcinha. Puxei ela devagar, tirei primeiro um pé e, ao tirar o outro, joguei a calcinha longe. Empurrei ela na cama, ela sentou na beirada. Tirei meu short e minha cueca, deixando meu pau bem na altura do rosto dela. Ela me olhava nos olhos, tão gostosa, com aquele olhar de putinha. Agarrou meu pau e beijou a ponta, sem parar de me olhar fixamente. Enfiou a ponta na boca, tirou, e um fio de líquido ficou entre meu pau e a boca dela, tudo enquanto continuava me encarando sem desviar o olhar.

— Abre a boca, putinha. Isso te adora, né? Você é tão puta. Nunca tinha provado porra antes e agora morre por ela, certo? — eu disse.

Isso a motivou e ela enfiou o pau inteiro na boca. Deus, sentia ela chupando muito forte. Via como as bochechas dela faziam força pra sugar meus líquidos. Peguei o cabelo dela, enrolei na minha mão e empurrei a cabeça dela contra meu pau. Enfiava na boca dela, deixava assim por um momento. Ela aguentava uns segundos, mas me empurrava. Parecia que ia vomitar. Tirava o pau e saíam jorros de saliva que escorriam pelos peitos dela. Descansava uns segundos e continuava o trabalho. Tirou o pau de novo, a Saliva escorria pelos lábios dela, me abaixei e beijei ela, saboreando todos aqueles líquidos, meti a língua, a boca dela estava viscosa, ela mordia meus lábios. Subi na cama e deitei de barriga pra cima, ela ia continuar o boquete, mas eu parei — vem, senta assim — falei, indicando pra ela sentar na minha cara. Ela colocou a buceta na altura do meu peito com as pernas abertas, mas parou — tem certeza, love? — ela perguntou, não sei por que ela disse isso. Agarrei as nádegas dela, puxando ela na direção do meu rosto pra deixar a buceta cair direto na minha boca. Me encharcou completamente só de roçar, tava escorrendo os líquidos dela, encheu todo meu queixo com os sucos dela. Comecei com os movimentos de língua e ouvi os gemidos dela, colocava minha língua dura pra entrar bem fundo nela, meu nariz quase enfiava no cu dela, chupava os lábios dela, engolia os líquidos dela, só ouvia como ela gemia mais forte, mas senti que ela tava se segurando pra não gemir alto. Empurrei ela um pouco pra falar — pode gritar, aqui não tem problema, quero ouvir você gritar, slutty — isso libertou ela. Ela começou a gritar, começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, levantei um pouco as nádegas dela e encaixei o cu dela na minha boca, ela soltou um grito de prazer e eu comecei a chupar, sugava ele, fazia redemoinhos com a língua no cu dela, ela amava aquilo. E comecei a meter minha língua, tava tão molhado que sentia minha língua entrando bem fundo, sentia ela apertando com o cu, o sabor era delicioso, mas o cheiro eu amava ainda mais. Empurrei as costas dela pra baixo e indiquei pra ela chupar minha pica, a gente tava fazendo um 69. Via no espelho do teto o corpo enorme dela sobre o meu, minha cara sumia no meio daquele cu enorme. Cuspi no cu dela e comecei a meter um dedo, afundou fácil, já tava um pouco dilatado. Comecei o vai e vem do dedo no cu dela, entrava fácil. Ela parou de chupar, só tava me masturbando porque tava gritando de prazer, me falava bem cansada — que gostoso Sente assim, amor... Mete mais fundo... Que gostoso aí... Enfiei o dedo até onde dava, ela engolia ele inteiro, chupei a buceta dela enquanto enfiava o dedo, isso fez ela explodir. Ela rebolava em cima de mim, teve um orgasmo tão forte que jorrou líquido pra todo lado em mim, sentia o cu dela apertando meu dedo em cada contração. Ela gritava, os gritos dela ecoavam pelo quarto inteiro, tremia, desmaiava em cima de mim. Eu continuei masturbando o cu dela e chupando a buceta, não parei mesmo depois que ela já tinha gozado. Ela continuava tremendo e senti que estava tendo outro orgasmo. Enfiei dois dedos no cu dela, entraram fácil, e ela gozou de novo em cima de mim, meu peito inteiro estava banhado nos líquidos dela. A respiração dela estava muito ofegante, ela se levantou – Ai, esp... espera, meu amor... não aguento mais... espera um pouco... – Ela se jogou na cama, totalmente exausta. Eu acariciei os pés dela, beijei eles enquanto ela se recuperava. – Meu Deus, meu bem, você sempre me faz gozar tanto... Amo tudo que você faz comigo, sempre me faz algo novo – ela disse. – Então agora vai sentir outra coisa nova – respondi. Me levantei, fiquei de joelhos e guiei ela para ficar de quatro. Ela sabia exatamente como se posicionar pra mim. Eu amava a vista daquele cu gordo e enorme aberto só pra mim. Acariciei a buceta dela suavemente, ela já estava esquentando de novo. Enfiei 3 dedos, masturbei ela, ela começou a gemer de novo. Levei minha mão até a boca dela, enfiei 4 dedos pra ela chupar e mandei ela cuspir na minha mão. Ela cuspiu, e passei a própria saliva dela no cu dela. Massageei e enfiei um dedo, agora entrava fácil. Testei com 2 e também entraram sem problemas. Sabia que ela estava pronta. Encostei a cabeça da minha rola no cu dela e comecei a empurrar. Ela suspirava, arqueava as costas pra levantar mais o cu, abria as nádegas com as duas mãos. Empurrei minha rola devagar, cada vez mais pra dentro. A cabeça entrou inteira, depois um quarto, até enfiar tudo. Fiquei parado um Momento com toda a pica dentro dela, era uma delícia como ela apertava o cu, sentia que ia quebrar minha pica de tão apertada que tava, e comecei as metidas. No começo ela colocou a mão em mim pra me empurrar um pouco quando sentia que não aguentava, mas rapidinho se acostumou. De repente, minha pica afundava completamente na bunda gostosa dela, eu tirava e enfiava de novo até o fundo fácil, o cu dela já tinha se acostumado com minha pica. Ela gritava de prazer, ela mesma pedia pra eu meter mais forte. Isso me detonou, já sentia que queria gozar. Comecei a bombar mais rápido, dava pra ouvir os tapas no cu dela pelo quarto inteiro. Ela também tava se masturbando, esfregando a buceta com a mão, era uma puta gostosa. – Mãe, vou gozar! – gritei. – Enche meu cu de porra, amor! Goza dentro do meu cu, por favor! – ela gritou... E eu gozei no cu dela. O interior dela era tão apertado que o sêmen saiu expelido do cu dela, sentia que tava enchendo tudo lá dentro. Ela, ao sentir isso, teve outro orgasmo de novo, sentia as contrações lá dentro, o cu dela começou a apertar mais minha pica, parecia que tava sugando, senti os líquidos dela respingarem nas minhas pernas. Nós dois gritamos de prazer. Tirei minha pica e joguei o último jato de porra na bunda dela, espalhei com a mão como se fosse creme corporal. Literalmente morremos de prazer. Nós dois caímos na cama, exaustos, quase desmaiados. Ficamos vários minutos assim, só nos recuperando sem falar nada, o cheiro de sexo tomava conta do quarto. Abracei ela e ficamos assim por mais uns minutos. – Essa não vai ser a última vez, né? – ela perguntou. – Claro que não, a gente tá só começando, agora você é minha mulher e minha puta – respondi. Nos beijamos de novo, bem apaixonados. Levantamos bem exaustos, tomamos banho, nos vestimos e saímos do lugar. Durante o caminho, nos beijamos amorosamente sempre que dava, beijava as mãos dela, ela me abraçava, fomos assim o caminho todo. caminho.
Chegamos em casa, coloquei o carro na garagem e fechei. Antes de descer, demos mais um beijo apaixonado.

— Por favor, amor, temos que ser cuidadosos. Seu pai não pode saber de nada disso — ela disse.
— Eu sei, mãe. Vou ser bem discreto, não se preocupa, eu prometo — respondi.

Ela me deu um último beijo, desceu do carro, pegou algumas coisas e entrou em casa. Saí do carro, peguei o resto e entrei também. Meu pai estava na sala, me viu e perguntou:
— A viagem foi boa? — Olhei pra ele e todas as imagens de mim comendo minha mãe vieram à mente.
— Acho que sim, meio chata pra ser sincero — respondi.

Desde aquela viagem, minha relação com minha mãe mudou completamente. Literalmente, eu era o amante dela vivendo debaixo do mesmo teto. Quando meu pai não estava, a gente trepava por toda a casa: na sala, na cozinha, no banheiro, na cama dela. Fiquei surpreso como ela agia quando papai estava por perto, e como mudava totalmente quando estávamos sozinhos.

Começamos a sair com frequência, íamos pra lugares bem longe, onde ninguém nos conhecia, pra podermos nos soltar. Agíamos como um casal normal. Tínhamos nossos motéis favoritos, eu comprava lingerie sexy só pra ela usar comigo, e até incluímos brinquedos. Ela amava os vibradores. Adorei a puta que ela se tornou, uma verdadeira safada. Na verdade, eu ensinei um monte de coisas pervertidas pra ela.

Éramos o casal mais feliz do mundo. Eu era o filho, e ela, minha mãe.

Esse é o fim desse relato. Espero que tenham gostado. Agradeço todo o apoio, isso me inspira a criar novas histórias. Muito obrigado por lerem.

3 comentários - Com minha Ma, da fantasia à realidade FINAL

Bruso89 +2
La verdad hace mucho no veía un relato tan bueno te felicito muy buen relato.
Muchas gracias, espero seguir creando otros