Era um sábado de setembro de 2022, a gente tinha voltado à vida normal depois de quase um ano e meio de pandemia e confinamento. Minha mãe recebeu um convite de uma amiga dela, dizendo que a sobrinha ia casar. Aí ela aceitou ir e me pediu pra acompanhar ela. Normalmente eu me encho de tédio nesse tipo de festa, mas ela insistiu tanto que acabei indo junto. No dia do casamento, ela vestiu uma saia bem curta, uma blusa de alcinha que deixava as costas todas de fora e uns saltos pretos. Resumindo, tava uma deusa, parecia uma modelo, e ainda completava com o rostinho bem cuidado e o cabelo liso e preto.
Chegamos na festa, minha mãe se apresentou pra amiga dela, nos colocaram numa mesa e a gente começou a comer e dançar. Umas três horas depois que a gente tinha chegado, minha mãe já tava meio bêbada, a amiga dela chegou, cochichou alguma coisa no ouvido dela e as duas saíram. Eu quis ir junto, mas minha mãe falou pra eu ficar que não demorava. Umas vinte minutos se passaram e ela não voltava, aí resolvi ir ver onde ela tava. De repente, descobri ela com a amiga e, no meio das duas, um cara alto, moreno, de bigode, que parecia bem forte. Elas estavam bebendo uma garrafa de vinho. Tentei me aproximar, mas alguma coisa me segurou, e percebi que minha mãe já tava bem embriagada. Fiquei observando pra ver o que ia rolar, e vi minha mãe se deixando abraçar pelo cara e, de repente, eles começaram a se beijar de um jeito louco. Aí a amiga dela sussurrou algo no ouvido dela e os três foram embora. Eu segui eles bem devagar e vi que entraram por uma espécie de porta dos fundos, que a amiga abriu. Eles entraram os três, mas dois minutos depois a amiga saiu sozinha e foi embora.
Ver que minha mãe não saía dali me deixou puto pra caralho, mas voltei pra mesa pra ninguém desconfiar da minha ausência. Por sorte, cheguei na hora antes dela e fiquei me fazendo de tonto. Perguntei onde minha mãe estava e ele me respondeu que ela estava meio indisposta lá dentro de casa, que não tava se sentindo bem e tava descansando. A amiga da minha mãe se afastou, então eu também saí e me aproximei daquela porta. Por sorte ela não tinha trancado, consegui empurrar e comecei a andar devagar. Foi quando comecei a ouvir gemidos tão fortes e palavras tipo: — continua, continua — ai que gostoso, meu amor. De repente, vi uma luz acesa e, quando cheguei perto pra olhar, meus olhos não acreditavam: minha mãe tava completamente pelada numa cama, e aquele cara tava começando a chupar a buceta dela de um jeito suculento. Minha mãe gemia de prazer, e o cara de repente parou e mostrou o pau, que era enorme. Minha mãe, sei lá se por causa da bebedeira ou do tesão, começou a chupar ele como se fosse um sorvete, enquanto o cara dizia: — puta mãe, você faz isso muito bem. Depois de chupar um tempinho, de repente minha mãe ficou de quatro, o cara começou a cuspir saliva e meteu de uma vez. Minha mãe deu um grito tão forte, mas como estavam sozinhos (bom, era o que eles pensavam), ele começou a bombar ela de um jeito tão louco que dava pra ouvir o barulho da pele batendo. Minha mãe gritava e o cara continuava penetrando até que cansou, e minha mãe se jogou na cama. Ele foi por cima dela na posição de missionário e começou a meter de novo, enquanto se beijavam de boca aberta. De repente, chegou no que me deixou chocada: o cara levantou, pegou minha mãe pela cintura e começou a enfiar dois dedos no cu dela. Minha mãe implorava: — por aí não, por aí não — mas ele não ligou, enfiou um dedo, dois, três, e ela se contorcia de prazer. De repente, ele apontou aquele mastodonte pra entrada anal dela. No começo não entrava, mas depois, fazendo uma pressão, entrou no meio de um grito mais de dor do que de prazer. E quando já tava lá dentro, ele começou a comer ela por ali de novo. A verdade é que eu tava excitada demais, ela implorou pra ele Enfiei mais, e os dois continuavam ali, enquanto eu também me contorcia de prazer. De repente, o cara tirou o pau do cu dela e mandou ela virar. Minha mãe se aproximou, e o moreno jorrou uma porrada de porra na cara dela, enquanto ela gemia de prazer. Aproveitei pra sair dali e voltei pra mesa, completamente excitado. Minha mãe apareceu depois de 20 minutos, com o rosto meio lavado e a roupa meio amassada. Perguntei: "Mãe, o que houve?" Ela respondeu: "Nada, filho, fiquei um pouco mal, mas estava descansando na cama da minha amiga." — "Ah, tá", falei, fingindo que não tinha descoberto nada, e virei pra ver se o cara ainda estava lá, mas não vi. Depois de alguns minutos, minha mãe se despediu da amiga e disse pra voltarmos pra casa. No caminho, fiquei pensando em tudo que tinha visto, e desde então meu olhar pra minha mãe mudou completamente.
Chegamos na festa, minha mãe se apresentou pra amiga dela, nos colocaram numa mesa e a gente começou a comer e dançar. Umas três horas depois que a gente tinha chegado, minha mãe já tava meio bêbada, a amiga dela chegou, cochichou alguma coisa no ouvido dela e as duas saíram. Eu quis ir junto, mas minha mãe falou pra eu ficar que não demorava. Umas vinte minutos se passaram e ela não voltava, aí resolvi ir ver onde ela tava. De repente, descobri ela com a amiga e, no meio das duas, um cara alto, moreno, de bigode, que parecia bem forte. Elas estavam bebendo uma garrafa de vinho. Tentei me aproximar, mas alguma coisa me segurou, e percebi que minha mãe já tava bem embriagada. Fiquei observando pra ver o que ia rolar, e vi minha mãe se deixando abraçar pelo cara e, de repente, eles começaram a se beijar de um jeito louco. Aí a amiga dela sussurrou algo no ouvido dela e os três foram embora. Eu segui eles bem devagar e vi que entraram por uma espécie de porta dos fundos, que a amiga abriu. Eles entraram os três, mas dois minutos depois a amiga saiu sozinha e foi embora.
Ver que minha mãe não saía dali me deixou puto pra caralho, mas voltei pra mesa pra ninguém desconfiar da minha ausência. Por sorte, cheguei na hora antes dela e fiquei me fazendo de tonto. Perguntei onde minha mãe estava e ele me respondeu que ela estava meio indisposta lá dentro de casa, que não tava se sentindo bem e tava descansando. A amiga da minha mãe se afastou, então eu também saí e me aproximei daquela porta. Por sorte ela não tinha trancado, consegui empurrar e comecei a andar devagar. Foi quando comecei a ouvir gemidos tão fortes e palavras tipo: — continua, continua — ai que gostoso, meu amor. De repente, vi uma luz acesa e, quando cheguei perto pra olhar, meus olhos não acreditavam: minha mãe tava completamente pelada numa cama, e aquele cara tava começando a chupar a buceta dela de um jeito suculento. Minha mãe gemia de prazer, e o cara de repente parou e mostrou o pau, que era enorme. Minha mãe, sei lá se por causa da bebedeira ou do tesão, começou a chupar ele como se fosse um sorvete, enquanto o cara dizia: — puta mãe, você faz isso muito bem. Depois de chupar um tempinho, de repente minha mãe ficou de quatro, o cara começou a cuspir saliva e meteu de uma vez. Minha mãe deu um grito tão forte, mas como estavam sozinhos (bom, era o que eles pensavam), ele começou a bombar ela de um jeito tão louco que dava pra ouvir o barulho da pele batendo. Minha mãe gritava e o cara continuava penetrando até que cansou, e minha mãe se jogou na cama. Ele foi por cima dela na posição de missionário e começou a meter de novo, enquanto se beijavam de boca aberta. De repente, chegou no que me deixou chocada: o cara levantou, pegou minha mãe pela cintura e começou a enfiar dois dedos no cu dela. Minha mãe implorava: — por aí não, por aí não — mas ele não ligou, enfiou um dedo, dois, três, e ela se contorcia de prazer. De repente, ele apontou aquele mastodonte pra entrada anal dela. No começo não entrava, mas depois, fazendo uma pressão, entrou no meio de um grito mais de dor do que de prazer. E quando já tava lá dentro, ele começou a comer ela por ali de novo. A verdade é que eu tava excitada demais, ela implorou pra ele Enfiei mais, e os dois continuavam ali, enquanto eu também me contorcia de prazer. De repente, o cara tirou o pau do cu dela e mandou ela virar. Minha mãe se aproximou, e o moreno jorrou uma porrada de porra na cara dela, enquanto ela gemia de prazer. Aproveitei pra sair dali e voltei pra mesa, completamente excitado. Minha mãe apareceu depois de 20 minutos, com o rosto meio lavado e a roupa meio amassada. Perguntei: "Mãe, o que houve?" Ela respondeu: "Nada, filho, fiquei um pouco mal, mas estava descansando na cama da minha amiga." — "Ah, tá", falei, fingindo que não tinha descoberto nada, e virei pra ver se o cara ainda estava lá, mas não vi. Depois de alguns minutos, minha mãe se despediu da amiga e disse pra voltarmos pra casa. No caminho, fiquei pensando em tudo que tinha visto, e desde então meu olhar pra minha mãe mudou completamente.
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