Fala, beleza? Fazia um tempão que não escrevia porque não tinha nenhuma experiência muito marcante pra contar, só umas ejaculadas normais ou as parceiras que já tive.
Mas, há 6 meses, tive a sorte de começar nesse mundo do cuckhold como o macho de um casal, e é incrível como tudo foi se abrindo.
Pra vocês saberem, sou de Buenos Aires, da zona oeste, mas bem perto da capital federal. Tenho 35 anos, sou loiro de olhos claros, tenho uns 1,80m e sou dotado. Treino todo dia e, mesmo sem ser todo definido, tô em forma.
Isso começou quando fui morar num prédio pequeno de 12 apartamentos. Já tinha visto minha vizinha do lado, uma morena baixinha e gostosa, nada muito chamativo até que um dia vi ela varrendo de legging, e a baixinha tinha uma raba de dar inveja. Nunca passou de um "oi" e "tchau" porque ela era casada e tinha um filho, e não achei que rolaria algo a mais. Mas como eu tava enganado.
Mesmo sendo casada, achava estranho que o marido aparecia muito de vez em quando, tipo uma vez por mês no máximo. O cara era gente boa, sempre com papo de futebol, ainda mais porque nós dois torcíamos pro mesmo time.
Um sábado de manhã, tava me arrumando pra ir treinar, e quando saí, vi ela lutando com a fechadura da porta, que tava difícil de abrir. Ela me pediu se eu tinha WD-40 ou algo pra soltar aquilo. Falei que sim, entrei em casa pra pegar e fui ajudar. Ela tentava tirar a chave, mas não conseguia. Aí, na empolgação de ajudar, peguei a chave e comecei a fazer força e mexer pra tentar tirar. Foram uns 4 ou 5 segundos nisso, e eu nem percebi que ela tava na minha frente e eu tava dando uma esbarrada sem querer, até que consegui tirar a chave.
Todo vermelho, pedi desculpas, e ela falou: "Relaxa, o importante é que você conseguiu tirar a chave. Além disso, não é tão grave assim", com um sorrisinho.
Eu, por dentro, pensava: "É real que ela tá me dando mole ou será que é viagem minha? Tá de brincadeira? "Se é casada", mas beleza, não liguei e fui treinar. No mesmo dia, claro, fiquei o tempo todo pensando naquela bunda gostosa e, de tarde, ia bater uma antes da soneca pra relaxar. Quando toca a campainha, fui abrir e era ela com um vinho na mão, de presente por ter ajudado. Convidei ela pra entrar, falei que não precisava, que era só uma chave. Tudo isso sem perceber que ainda tava de pau duro, achei que não dava pra ver até me tocar. Mas ela insistiu que, se não fosse por mim, teria ficado trancada pra fora de casa.
Agradeci e ofereci um mate ou abrir o vinho se ela tivesse de bobeira, e ela disse que tava sim, porque a irmã tinha passado pra buscar a filha dela pra passear. Aí sentamos pra tomar mate e conversar, ela contando que morava no prédio há 5 anos, essas coisas. Perguntei qual era a do marido, que eu via pouco, e ela falou que ele trabalha como vendedor viajante, então passa muito tempo em outros estados. E foi aí que o diabinho dos Simpsons apareceu no meu ouvido: "Aproveita que ela tá na mão". Já com a encostada, a bronha meia bomba e tudo, eu tava a mil e falei pra ela não se preocupar, que quando tivesse um problema como no outro dia ou qualquer coisa pra arrumar no apê, era só me chamar que, se eu tivesse de bobeira, dava uma mão.
Aí ela rebateu: "Se a ajuda for igual a de hoje de manhã, com tudo incluído, acho que vou ter problemas bem seguido". Nem precisei ouvir mais, estávamos sentados com o mate no sofá e na hora subi nela pra beijar, esperando um tapa ou algo, mas ela se entregou com um fogo que raramente vi.
Muito beijo, muita saliva, muita mordida de lábio, pescoço, apalpando ela toda até que num momento pergunto: "Eu e seu marido? Me fala por favor que ele não vem hoje, porque não quero ficar só nesses beijos". E ela responde: "Fica tranquilo que ele volta amanhã, mas já sabe". todo. Ela viu minha cara com os olhos arregalados sem entender nada, e me disse: "tecnicamente temos um relacionamento aberto, mas a verdade é que não é só porque ele viaja muito, é porque ele fica muito excitado sendo cuck e vendo como me comem. E depois do apoio que você me deu, liguei pra ele todo excitado e contei o que aconteceu, e falei que ia dar pra vizinho, e ele me pediu pra mandar uma foto, como um bom cuck que é". Nisso, imaginem que eu tava com a pica a mil, pensando que delícia ter essa bunda disponível do lado de casa quando eu quisesse e sem compromisso.
Aí a gente começou a tirar toda a roupa no sofá, quando eu levantei pra tirar o short e a pica saltou pra fora, ela disse: "não me enganei com o que senti de manhã, que pica do caralho que você tem", e se jogou pra chupar igual um bezerro. Ficou uns 10 minutos fácil chupando e tentando engolir tudo sem eu segurar a cabeça dela, e se engasgava sozinha, babando tudo e fazendo ânsia. Eu tava no paraíso aproveitando até que ela tira a boca e me fala: "tira uma foto com meu celular pra eu mandar pro meu marido, e depois arrebenta bem essa buceta que hoje eu só quero gozar".
Juro que senti que tinha ganhado na loteria. Tirei a foto, ela mandou com um áudio dizendo enquanto tinha a pica na boca pra dar pra ouvir: "olha aqui, cuckold, que pica enorme o vizinho tem e que eu tô engolindo agg aggg agg". Ela tirou da boca e por meio segundo pensei como vou fazer pra falar de futebol com esse cara de novo, pensamento que sumiu na hora quando ela se ajoelhou de quatro no sofá e disse: "por favor, me come que não aguento mais". Fui colocar a camisinha e logo já tava brincando com a cabeça da pica no clitóris dessa gostosa que até meio dia atrás era só uma vizinha. A buceta tava fervendo e super melada, então apesar dela ser pequena e a pica ser grossa, entrou fácil. Eu nem hesitei e meti até o fundo. Num primeiro impulso, ela soltou um grito do caralho. Perguntei se tava doendo e ela disse que não, que adorava e que era pra eu arrebentar ela, que ela gostava forte pra caralho.
Aí começou a foda, metendo forte que dava pra ouvir o barulho do meu quadril no cu dela igual palmas, e claro, com aquele rabo de quatro que já era bem carnudo, não me segurei e dei um tapa que deixou os cinco dedos marcados. Ela virou a cabeça e eu pensei "merda, ferrei tudo", e ela fala: "caralho, que tapa gostoso, adoro forte". Na hora, dei outro tapa e pensei: vou meter forte até ela me parar. Então, no meio daquela porra toda, metendo de quatro e batendo, agarrei ela forte pelos cabelos, puxei pra mim e comecei a morder o pescoço dela, já todo excitado: "vai ser minha puta de agora em diante? Vai mostrar pra esse corno como teu vizinho te come?"
"SIIIIM, SIIIIM, SUA PUTA VOU SER, ARREBENTA MINHA BUCETA E ENCHE MEU CU DE PORRA", "QUE PUTA QUE SOU, MEU DEUS". No meio de tanta foda forte, gritos, tapas, etc., ela deu um grito e ficou tensa, depois tremendo do orgasmo que teve, a buceta dela tava transbordando de fluido.
Ela falou: "pelo amor de Deus, deixa eu descansar um segundo que não aguento mais, faz tempo que não me comiam tão forte e eu gozava tanto". Sentou, e eu não aguentava mais, tava a ponto de gozar, então comecei a bater uma de pé e ela, sem eu precisar falar nada, começou a chupar minhas bolas e quando eu tava quase gozando, agarrei ela pelos cabelos e enfiei na boca dela. Gozei quatro jorros de porra do caralho, de tudo que vinha acumulando do dia, e ela quase engasgou, mas tomou tudo e deixou bem limpinho, olhando na minha cara e rindo.
Aí sentados os dois pelados, suados no sofá com toda a roupa jogada no chão, ela me contou sobre o relacionamento dela e que tinha um macho, mas que tinha terminado há quatro meses e tava com um tesão do caralho, e que quando eu encostei nela sem querer naquela manhã, ela nem pensou duas vezes e queria que eu fosse o macho fixo dela. E depois daquela foda do caralho, claro que aceitei. Eu disse que sim, mas como era algo novo pra mim, perguntei qual era a dela com o marido. E ela respondeu: "Ele gosta de ser cuck, seja vendo, com foto ou do jeito que você quiser, mas aqui o macho é você e com a pirocada que você me deu, vai ser do seu jeito."
Então (me sentindo o tal por ser o macho e vendo que ela adorava ser dominada), falei que por enquanto a gente ia foder quando eu quisesse, que se eu mandasse mensagem e dissesse "vem pra casa", ela tinha que vir sem reclamar, e que o marido só ia ver alguma foto, que por enquanto não ia estar presente. E nem preciso dizer como os olhos dela brilharam e a cara de felicidade que ela fez: "Assim que eu gosto dos meus machos, sou toda sua". E foi assim que começou minha primeira experiência cuck, que durou vários meses, e eu peguei o gosto e fui atrás de mais com ela e com outras que vou contar depois.
Então já sabem, se tem algum cuck aqui, ou alguma puta que queira um bom macho, é só me chamar que tô disponível em CABA ou zona oeste, norte.
Mas, há 6 meses, tive a sorte de começar nesse mundo do cuckhold como o macho de um casal, e é incrível como tudo foi se abrindo.
Pra vocês saberem, sou de Buenos Aires, da zona oeste, mas bem perto da capital federal. Tenho 35 anos, sou loiro de olhos claros, tenho uns 1,80m e sou dotado. Treino todo dia e, mesmo sem ser todo definido, tô em forma.
Isso começou quando fui morar num prédio pequeno de 12 apartamentos. Já tinha visto minha vizinha do lado, uma morena baixinha e gostosa, nada muito chamativo até que um dia vi ela varrendo de legging, e a baixinha tinha uma raba de dar inveja. Nunca passou de um "oi" e "tchau" porque ela era casada e tinha um filho, e não achei que rolaria algo a mais. Mas como eu tava enganado.
Mesmo sendo casada, achava estranho que o marido aparecia muito de vez em quando, tipo uma vez por mês no máximo. O cara era gente boa, sempre com papo de futebol, ainda mais porque nós dois torcíamos pro mesmo time.
Um sábado de manhã, tava me arrumando pra ir treinar, e quando saí, vi ela lutando com a fechadura da porta, que tava difícil de abrir. Ela me pediu se eu tinha WD-40 ou algo pra soltar aquilo. Falei que sim, entrei em casa pra pegar e fui ajudar. Ela tentava tirar a chave, mas não conseguia. Aí, na empolgação de ajudar, peguei a chave e comecei a fazer força e mexer pra tentar tirar. Foram uns 4 ou 5 segundos nisso, e eu nem percebi que ela tava na minha frente e eu tava dando uma esbarrada sem querer, até que consegui tirar a chave.
Todo vermelho, pedi desculpas, e ela falou: "Relaxa, o importante é que você conseguiu tirar a chave. Além disso, não é tão grave assim", com um sorrisinho.
Eu, por dentro, pensava: "É real que ela tá me dando mole ou será que é viagem minha? Tá de brincadeira? "Se é casada", mas beleza, não liguei e fui treinar. No mesmo dia, claro, fiquei o tempo todo pensando naquela bunda gostosa e, de tarde, ia bater uma antes da soneca pra relaxar. Quando toca a campainha, fui abrir e era ela com um vinho na mão, de presente por ter ajudado. Convidei ela pra entrar, falei que não precisava, que era só uma chave. Tudo isso sem perceber que ainda tava de pau duro, achei que não dava pra ver até me tocar. Mas ela insistiu que, se não fosse por mim, teria ficado trancada pra fora de casa.
Agradeci e ofereci um mate ou abrir o vinho se ela tivesse de bobeira, e ela disse que tava sim, porque a irmã tinha passado pra buscar a filha dela pra passear. Aí sentamos pra tomar mate e conversar, ela contando que morava no prédio há 5 anos, essas coisas. Perguntei qual era a do marido, que eu via pouco, e ela falou que ele trabalha como vendedor viajante, então passa muito tempo em outros estados. E foi aí que o diabinho dos Simpsons apareceu no meu ouvido: "Aproveita que ela tá na mão". Já com a encostada, a bronha meia bomba e tudo, eu tava a mil e falei pra ela não se preocupar, que quando tivesse um problema como no outro dia ou qualquer coisa pra arrumar no apê, era só me chamar que, se eu tivesse de bobeira, dava uma mão.
Aí ela rebateu: "Se a ajuda for igual a de hoje de manhã, com tudo incluído, acho que vou ter problemas bem seguido". Nem precisei ouvir mais, estávamos sentados com o mate no sofá e na hora subi nela pra beijar, esperando um tapa ou algo, mas ela se entregou com um fogo que raramente vi.
Muito beijo, muita saliva, muita mordida de lábio, pescoço, apalpando ela toda até que num momento pergunto: "Eu e seu marido? Me fala por favor que ele não vem hoje, porque não quero ficar só nesses beijos". E ela responde: "Fica tranquilo que ele volta amanhã, mas já sabe". todo. Ela viu minha cara com os olhos arregalados sem entender nada, e me disse: "tecnicamente temos um relacionamento aberto, mas a verdade é que não é só porque ele viaja muito, é porque ele fica muito excitado sendo cuck e vendo como me comem. E depois do apoio que você me deu, liguei pra ele todo excitado e contei o que aconteceu, e falei que ia dar pra vizinho, e ele me pediu pra mandar uma foto, como um bom cuck que é". Nisso, imaginem que eu tava com a pica a mil, pensando que delícia ter essa bunda disponível do lado de casa quando eu quisesse e sem compromisso.
Aí a gente começou a tirar toda a roupa no sofá, quando eu levantei pra tirar o short e a pica saltou pra fora, ela disse: "não me enganei com o que senti de manhã, que pica do caralho que você tem", e se jogou pra chupar igual um bezerro. Ficou uns 10 minutos fácil chupando e tentando engolir tudo sem eu segurar a cabeça dela, e se engasgava sozinha, babando tudo e fazendo ânsia. Eu tava no paraíso aproveitando até que ela tira a boca e me fala: "tira uma foto com meu celular pra eu mandar pro meu marido, e depois arrebenta bem essa buceta que hoje eu só quero gozar".
Juro que senti que tinha ganhado na loteria. Tirei a foto, ela mandou com um áudio dizendo enquanto tinha a pica na boca pra dar pra ouvir: "olha aqui, cuckold, que pica enorme o vizinho tem e que eu tô engolindo agg aggg agg". Ela tirou da boca e por meio segundo pensei como vou fazer pra falar de futebol com esse cara de novo, pensamento que sumiu na hora quando ela se ajoelhou de quatro no sofá e disse: "por favor, me come que não aguento mais". Fui colocar a camisinha e logo já tava brincando com a cabeça da pica no clitóris dessa gostosa que até meio dia atrás era só uma vizinha. A buceta tava fervendo e super melada, então apesar dela ser pequena e a pica ser grossa, entrou fácil. Eu nem hesitei e meti até o fundo. Num primeiro impulso, ela soltou um grito do caralho. Perguntei se tava doendo e ela disse que não, que adorava e que era pra eu arrebentar ela, que ela gostava forte pra caralho.
Aí começou a foda, metendo forte que dava pra ouvir o barulho do meu quadril no cu dela igual palmas, e claro, com aquele rabo de quatro que já era bem carnudo, não me segurei e dei um tapa que deixou os cinco dedos marcados. Ela virou a cabeça e eu pensei "merda, ferrei tudo", e ela fala: "caralho, que tapa gostoso, adoro forte". Na hora, dei outro tapa e pensei: vou meter forte até ela me parar. Então, no meio daquela porra toda, metendo de quatro e batendo, agarrei ela forte pelos cabelos, puxei pra mim e comecei a morder o pescoço dela, já todo excitado: "vai ser minha puta de agora em diante? Vai mostrar pra esse corno como teu vizinho te come?"
"SIIIIM, SIIIIM, SUA PUTA VOU SER, ARREBENTA MINHA BUCETA E ENCHE MEU CU DE PORRA", "QUE PUTA QUE SOU, MEU DEUS". No meio de tanta foda forte, gritos, tapas, etc., ela deu um grito e ficou tensa, depois tremendo do orgasmo que teve, a buceta dela tava transbordando de fluido.
Ela falou: "pelo amor de Deus, deixa eu descansar um segundo que não aguento mais, faz tempo que não me comiam tão forte e eu gozava tanto". Sentou, e eu não aguentava mais, tava a ponto de gozar, então comecei a bater uma de pé e ela, sem eu precisar falar nada, começou a chupar minhas bolas e quando eu tava quase gozando, agarrei ela pelos cabelos e enfiei na boca dela. Gozei quatro jorros de porra do caralho, de tudo que vinha acumulando do dia, e ela quase engasgou, mas tomou tudo e deixou bem limpinho, olhando na minha cara e rindo.
Aí sentados os dois pelados, suados no sofá com toda a roupa jogada no chão, ela me contou sobre o relacionamento dela e que tinha um macho, mas que tinha terminado há quatro meses e tava com um tesão do caralho, e que quando eu encostei nela sem querer naquela manhã, ela nem pensou duas vezes e queria que eu fosse o macho fixo dela. E depois daquela foda do caralho, claro que aceitei. Eu disse que sim, mas como era algo novo pra mim, perguntei qual era a dela com o marido. E ela respondeu: "Ele gosta de ser cuck, seja vendo, com foto ou do jeito que você quiser, mas aqui o macho é você e com a pirocada que você me deu, vai ser do seu jeito."
Então (me sentindo o tal por ser o macho e vendo que ela adorava ser dominada), falei que por enquanto a gente ia foder quando eu quisesse, que se eu mandasse mensagem e dissesse "vem pra casa", ela tinha que vir sem reclamar, e que o marido só ia ver alguma foto, que por enquanto não ia estar presente. E nem preciso dizer como os olhos dela brilharam e a cara de felicidade que ela fez: "Assim que eu gosto dos meus machos, sou toda sua". E foi assim que começou minha primeira experiência cuck, que durou vários meses, e eu peguei o gosto e fui atrás de mais com ela e com outras que vou contar depois.
Então já sabem, se tem algum cuck aqui, ou alguma puta que queira um bom macho, é só me chamar que tô disponível em CABA ou zona oeste, norte.
5 comentários - 1º exp cuck (real)