Cuck super feliz - Cap. 7

Capítulo 7
O prazer da dupla penetração


Ficamos mais dois minutos no relógio, mas estava realmente esfriando, então nós três saímos da água e fomos pra dentro de casa nos trocar. Ela entrou no banheiro (com certeza tomou outro banho) e nós vestimos nossas respectivas roupas íntimas e uma camiseta, indo pra cozinha pra beliscar algo que tinha na geladeira e continuar bebendo um pouco de álcool. Uns minutos depois, Sonia entra na cozinha recém-banhada, vestindo um pijama tipo conjunto que tinha um short na parte de baixo e uma camiseta de tecido macio que deixava claro que ela não estava usando sutiã, os peitos estavam soltos e dava pra ver um pouco os bicos. A gente relaxou bastante comendo uma tábua de frios gostosa e bebendo umas cervejas, ela era muito simpática, a esposa ideal, não acreditava na mulher que eu tinha até uns dias atrás em exclusividade.

Parecíamos três adolescentes onde o tempo e as responsabilidades não significavam nada pra gente, só curtíamos a conversa e ouvíamos música pelo YouTube na TV, hoje em dia nem precisa mais de um aparelho de som convencional pra ouvir algo legal. Às vezes comentávamos sobre o que estávamos vivendo esses dias e ríamos muito, e junto com o álcool, a nuvem sexual que vai corrompendo minhas bolas estava se formando. Pego meu celular, que deixei carregando no quarto, e entro na galeria pra ver as fotos que tínhamos tirado antes. Foda-se, penso, essas fotos são pra revista Eroticon (mais de um da minha idade vai soltar uma lágrima). Então faço uma jogada de mestre e começo a transmitir no SmartTV as fotos que tinha tirado dela antes do meu amigo chegar. "Ah, que vergonha", ouço da boca da minha mulher. "Não vem com cara de pau, você enfiou a pica do Roque até a garganta e agora tem vergonha?" (quase fui morto pela minha esposa), mas o "kkkk" dos dois abafou qualquer reação. Continuei passando as fotos, que eram muitas, e aí vem a parte que meu amigo a começa a tocar e a chupar por todos os lados, que fotos boas da porra, dá pra ouvir o Roque falando, é sim, diz a Sonia. O clima já tava quente pra caralho e enquanto a gente continuava vendo as fotos, eu faço um comentário meio me lamentando por não ter gravado nenhum vídeo, aquilo teria sido algo pra guardar pra vida toda, aí minha esposa me interrompe e fala que ela não era uma coisa ou uma boneca inflável que podiam fazer tudo o que a gente quisesse. Respondendo à reclamação dela, eu digo que não deu pra fazer tudo o que a gente queria, já que a gente queria te fazer uma dupla penetração e você não deixou. Ela fica com cara séria e fala que quando sentiu por trás parecia que iam partir ela ao meio e deu muito medo, não queria arriscar se machucar. Eu falei com uma voz suave pra ela ficar tranquila, que talvez ela não aguentasse ter nós dois juntos e que tudo bem, “dupla penetração não é pra qualquer um”. Ferida no orgulho, ela me repreende falando que deu muito cagaço e que essa foi a reação dela, mas que ela aguentava qualquer coisa, até uma dupla penetração… Quando o Roque ouviu isso, ele comentou que a gente podia tentar fazer na cama, já que é muito mais confortável do que na piscina. Fez-se um silêncio enorme de alguns segundos quando eu falo pra Sonia: se você topa, dessa vez a gente vai fazer diferente, vamos fazer bem devagar e vamos te preparar direitinho pra você não sentir medo nem dor. Passaram uns segundos e ouve-se: bom, vamos tentar, mas se doer muito a gente para por aí e não insistem mais. Eu, de novo, fiquei lembrando de todos os vídeos e textos que tinha lido sobre dupla penetração, que eu realmente gostava pra caralho, a gente tava prestes a tentar e, principalmente, com a minha mulher que tava super excitada e disposta a experimentar coisas novas. Claramente não era só eu que tinha fantasias, as caras que ela fazia quando era comida pelo meu amigo mostravam que ela tava puta que nem uma cabra e a cada momento subia mais. Nível de tesão. Por um momento, vieram pensamentos ruins na minha cabeça que me deixaram inseguro: será que ela tava fazendo aquilo só pra me agradar, ou ela também tava com vontade de experimentar coisas novas? Ou será que eu já não tava dando mais conta e ela precisava de algo diferente pra ficar satisfeita? Ou, pior ainda, será que ela gostava do Roque e queria ser comida por ele? Ufa, puta merda, quantas perguntas rodando na minha cabeça. Com certeza eu ia ter que ter coragem pra ter uma conversa bem profunda com a minha esposa pra acabar com todas essas inseguranças. Uma coisa é fantasiar, outra bem diferente é botar em prática e ainda por cima gostar tanto, porque eu realmente adorava ver ela sendo penetrada por outro ou chupando uma rola diferente da minha, mas também não queria perder ela como minha esposa, minha mulherzona. A verdade é que umas sensações de merda, mas quando senti como meu pau tava (duro pra caralho), só me deu um impulso pra pegar ela pela mão e começar a beijar ela de um jeito bem romântico, convidando ela a se levantar e acariciar o corpo dela por cima do pijama. Ela correspondia aos meus beijos, mas dava pra perceber que ela tava se soltando e não queria nada romântico. Ela começou a chupar minha língua e procurou com a mão meu pau, massageando por cima da cueca. — Por favor, como vocês me deixam louca — ela exclamava. Meu amigo, por trás, começou a amassar as duas bandas da bunda dela com as duas mãos. De novo, a gente tava todo excitado de volta. Sem parar de nos beijar, fomos andando pro quarto, ajudando ela a se despir, com a parte de cima do pijama caindo no corredor que separa a cozinha do nosso quarto. Roque pegou do chão e levou até o rosto, cheirando a fragrância gostosa que a minha esposa tinha. A gente tava fazendo tudo em câmera lenta, como se fosse dar toda a segurança pra ela se entregar de vez e não ter dúvidas do que a gente ia fazer naquela hora. Paramos na porta e meu amigo agarrou os peitos dela por trás e começou a beijar o pescoço dela, encostando o pacote dele na bunda dela. Estávamos fazendo um sanduíche sem penetração, mas dava pra sentir a excitação pura no ar. Minha esposa levava uns tapas na frente e atrás do corpo, ainda com a roupa no lugar. Meu amigo não aguentou mais, e eu vejo ele se abaixando, tirando as mãos dos peitos da Sonia, que foram imediatamente ocupadas pela minha mão e minha boca, chupando cada um deles, trocando a posição entre mão e boca. Os gemidinhos dela iam aumentando quando eu olho pra baixo e percebo o porquê: o Roque tava baixando a calça pijama dela, e a cada centímetro que descobria a bunda, ia passando a língua em cada nádega até terminar naquele cuzinho fechado que enlouquecia até o mais são de todos. Ele separava as bandas e enfiava a cara toda, saboreando aquele manjar divino. Ela abre um pouco mais as pernas pra facilitar o acesso do meu amigo, que chupava desesperado. Ela gemia cada vez mais alto, e eu já tava pegando fogo com o pau duro que até doía. Então, mando ela descer até encontrar meu pau e enfiar na boca, começando a chupar, incentivada pela atenção que o Roque dava por trás. Ficamos uns minutos nessa posição, e eu sugiro irmos pra cama pra ficar mais confortáveis. Faço um sinal pro meu amigo, indicando que ele tome meu lugar. Ele se deita na cama com o pau apontando pro teto. Ela fica de quatro e, abaixando a cabeça, começa a chupar a ferramenta do meu amigo. Eu chego por trás dela e, sem me importar que tenha a saliva do meu amigo, afundo minha cabeça naquela buceta rosada, com os lábios totalmente abertos e brilhando como um diamante. Meto um dedo e começo a chupar aquele cuzinho que tava apetitoso pra caralho, um asterisco lindo que te convidava a meter a língua o mais fundo que pudesse. "Agora vamos te preparar pra você aproveitar como nunca na sua vida", falo pra Sonia. Pego um creme lubrificante que tinha na gaveta do criado-mudo e começo a... Passar a mão na bunda dela inteira, um dedo começa a rodar por todo o contorno sentindo aquelas dobrinhas suaves do cu dela e com a outra mão eu estimulava o clitóris com meu dedão, que às vezes entrava pra arrancar um suspiro fechado da minha esposa. Vou enfiando um pouco o dedo dentro da bunda pra ela ir se acostumando, tiro, passo mais creme e agora a penetração com meu dedo era bem funda, entra e sai o dedo com resto de creme, tudo devagar mas muito quente. De novo sentia a necessidade de que meu pau fosse atendido, mas dessa vez procurei outro buraco diferente da boca dela. Peguei com uma mão meu pau e coloquei na porta da pussy dela, quando ela sentiu o contato, se jogou pra trás e enfiou todo o meu pau, batendo a bunda dela na minha pélvis e eu pensava comigo: me perdoa, mas vou meter com tudo. Batia muito forte com meu pau e ouvia aquele tapa clássico dos corpos se chocando. Ela tira o pau do meu amigo da boca e começa um "sim, sim, sim..." que mexia com minha cabeça e me dava mais tesão. Aproveitando o creme que tinha no cu dela, começo a enfiar meu dedão até ele entrar todo e eu conseguir roçar meu pau por dentro. A gente tava num nível de tesão dos sonhos. Por vários minutos ficamos naquela enfiada e tirada muito rápida, que foi interrompida pelo meu amigo, que pediu pra poder penetrar minha esposa. Na hora ele se levantou e ficou atrás dela, e devagar foi enfiando. Claro, o pau dele era maior que o meu, a penetração tinha que ser mais cuidadosa no começo. Eu tava do lado dele e via como centímetro por centímetro o tronco do meu amigo ia sumindo, e ele ia aumentando o ritmo da foda, causando uns gemidos muito fortes na Sonia. Tirava a pica toda e enfiava de novo, conseguindo uma foda muito gostosa. Como o pau dele era maior que o meu, o corpo se separava bastante e dava pra ver claramente o buraco anal. Ele pega o pote de creme e passa nos dedos. índice e maior pra depois buscar o bum da minha esposa, metendo primeiro o dedo indicador até o fundo, começando a curtir uma fodida fenomenal. Depois de uns minutos, começa a meter o segundo dedo, chegando até a metade. Era muito lindo ver como o bum ia dilatando com o excelente trabalho que a gente fazia com meu amigo. A gente tava simulando uma dupla penetração, mas com os dedos na Booty. Ela tava muito tesuda, soprava bem forte e os gemidos já tinham virado uns gritinhos abafados que indicavam um orgasmo certo. Ela dá umas sentadas fortes na pélvis do meu amigo e depois fica parada, apertando as pernas que tremiam levemente. Tava no auge do transe orgásmico — que imagem linda, eu pensava sem falar — mas meu amigo continuava ligadão, seguindo a fodida constante, sem deixar minha esposa processar o orgasmo, porque ela começa a gemer de novo com as investidas do Roque. Vejo os dedos e já tavam perdidos dentro do cu da Sonia. Que tesão era tudo isso. Eu já precisava pegar o cu da minha esposa e faço um sinal pro meu amigo me ceder o lugar. Ele tira os dedos do orifício anal e segura a porra com uma mão, tirando ela inteira da buceta. Ela se espicha, apoiando o peito e a cara no colchão, mas graças a essa posição, ela se inclina bastante, deixando o cu dilatado totalmente exposto pra vista do meu amigo. Essa imagem era IMPRESSIONANTE, acho que equivalia a duas caixas inteiras de viagra. Nossos olhos não conseguiam desgrudar nem um instante daquele panorama. Nem o morro das sete cores te deixava tão maravilhado. Mas o que meu amigo fez naquele momento me paralisou completamente. Eu pensei que ele ia se afastar, me deixando o lugar, mas não. Ele pegou o pau dele e começou a esfregar no cu da minha mulher. Massageava o orifício do bum com a cabeça da porra e usava todo o comprimento do pênis pra percorrer toda a racha dela, abrindo os cachetes em cada investida. Eu não podia acreditar. Na real, eu não sabia até onde meu amigo era capaz de ir. Tava tudo certo pra ele tentar meter naquele cuzinho apertado, mas com certeza minha esposa não ia querer ser penetrada no cu por aquela pica, e isso ia foder todo o nosso trabalho pra fazer a dupla penetração. Além disso, veio na hora a lembrança das palavras do meu amigo quando ele contou que tinha mandado uma namoradinha pro hospital por causa de um rasgo anal… Roque esfregava a pica mais rápido no cu da Sonia, nessa altura meu pau já tinha virado um paralelepípedo, e pelos gemidos da minha esposa, acho que ela também tava pegando fogo. Mas esses atos foram interrompidos quando ela pediu a presença de uma pica, porque tava com muita vontade de chupar pra aliviar o tesão. Ele foi pra frente pra oferecer o cacete, e ela pegou com a mão pra depois saborear com a língua os restos de creme e fluidos vaginais. Claramente, quando se tá tão quente, a gente nem repara nesses detalhes que, de cabeça fria, te fariam pensar em chupar seus próprios fluidos, mas com o tesão lá em cima, isso passa batido. Peguei os dois travesseiros e coloquei debaixo da barriga dela pra levantar a rabeta. Peguei o pote de creme, passei no meu pau todo e comecei a procurar o buraquinho dilatado do cu pra meter devagar. Pra minha surpresa, não teve aquela resistência que eu sentia em outras vezes, então comecei a penetrar fundo no cuzinho dela, com uma metida e tirada constante e, às vezes, meio violenta, fazendo ela soltar uns gemidos abafados. De vez em quando, ela tirava a pica da boca e pedia pra eu não ser tão bruto, mas eu tava puta que pariu de tesão, não dava pra ir devagar. Tirei de uma vez e vi o cu bem aberto, pedindo mais pica. Aí percebi que já era hora de testar o que a gente vinha planejando… Fala, amigo, coloca-te debaixo dela que já tá tudo pronto. Ela virou o pescoço e procurou meu olhar. Juro que os olhos dela… Transformado em duas bolas de fogo, nunca na vida ela tinha tido uma sessão de sexo tão quente e prolongada, e acho que ela ainda não tinha experimentado algo que pudesse mudar a vida sexual dela para sempre. Roque lentamente termina de se acomodar e a convida para ela sentar no mastro de carne dele, ela começa a descer devagar e enfia a pica toda, soltando um leve suspiro, começando com os movimentos típicos de cavalgada. Por trás, vejo como a pica inteira entra e sai de dentro da minha mulher, que puta tesão que ela tinha. Vou encaixando meu pau na direção do cu e apoiando uma mão na bunda dela pra diminuir a intensidade das fodas. Vou me abaixando, segurando meu pinto com uma mão pra direcionar pro ânus dilatado dela, faço um pouco de pressão e a cabeça entra sem muitos problemas, mas conforme avançava, sentia o buraquinho ficando mais estreito. Era estranho, porque já tava dando no cu dela há um tempo e entrava muito mais fácil, mas claro, agora o pau do meu amigo estava ocupando todo o espaço que antes tinha. Então tive que fazer mais força pra conseguir enfiar tudo. Escuto um grito forte da minha mulher e depois ela bufa várias vezes pra relaxar e se acostumar com a dupla invasão nas partes íntimas dela. Talvez vocês pensem que é fácil coordenar a dupla penetração, mas na verdade é muito complicado, porque todo mundo quer fazer movimentos com a pélvis e, se não rolar uma harmonia nos movimentos dos três, por causa desses movimentos desengonçados, várias vezes meu pau sai do cu da minha esposa, até que eu penetro de novo e dessa vez fico parado em cima dela, deixando o Roque empurrar da posição dele. E acho que só aí começamos a aproveitar os três, mas quem tava aproveitando mais que todo mundo era minha esposa, porque soltava uns gritos bem altos e alternava gemidos com choramingos, e da boca dela saíam contradições tipo: "sim, sim, sim" ou "não, ai não, não aguento mais... ai, vai, continuem que... Acabei de dizer de forma constante, acho que ela teve uns três orgasmos naquela terrível dupla penetração que estávamos dando pra ela. Mas claro, nossas bolas começaram a encher e não aguentávamos mais, era tudo muito excitante, então passaram mais alguns minutos e meu amigo disse que não aguentava mais e, com várias gozadas, ficou parado dentro da caverninha da minha esposa e começou a descarregar todo o esperma acumulado. Eu, por minha vez, ao sentir a pulsação da pica do meu amigo, comecei a acelerar forte e, com o detalhe de que a pica do meu amigo ainda estava dentro dela, comi ela de um jeito bruto e não me importei se estava machucando, foram dez bombadas contínuas no cu dela até que não aguentei mais e fiz uma descarga descomunal, deixando toda a extensão do meu pau no rabo dela… uff, que puta trepada que te demos, meu amor, você gostou? — perguntei pra ela. Ela me disse: sim, nunca pensei que dava pra gozar tantas vezes, mas estou destruída, meu amor, vou dormir assim mesmo, do jeito que estou, porque não tenho forças nem pra tomar banho. Eu digo pra ela ficar tranquila, que a gente se trocava e levava o Roque pra casa, mas antes vamos tirar uma foto pra guardar de lembrança. Peguei meu celular, tirei uma foto da buceta e do cu cheios de porra e na hora mandei pro meu amigo e sussurrei no ouvido dele que isso é o começo de algo totalmente novo que temos que explorar, dei um beijo na bochecha dele e saí do quarto.

Que noite, hein, o interruptor mais tarado do nosso relacionamento foi ligado e de agora em diante vai ser muito difícil voltar atrás… claramente nossas relações mudaram, mas isso vai gerar outra série de relatos…

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