Se eu contar pra uma amiga, ela vai achar meio grosseiro, vulgar, até de mau gosto. Mas sei que vocês vão me entender. Tô na praça, com meus filhos. São cinco e meia, seis da tarde. Enquanto a Romi dorme no carrinho dela e o Ro brinca com os amigos, me distraio vendo mensagens no celular. Com a pontualidade de um relojinho, a Romi acorda, pedindo o lanche no maior chororô. Levanto ela, deito no meu colo e, quando vou tirar o peito pra amamentar, percebo que alguém tá me olhando. Um cara. Tá passeando com os cachorros dele, dois pastores alemães, mas, mesmo segurando um em cada mão, ele tá mais ligado no que rola onde eu tô sentada. — Não vai tropeçar, hein... — falo quando ele passa na minha frente. Ele não diz nada, não sabe o que responder, e, mesmo continuando me olhando, eu tiro o peito, sem nenhum pudor, e começo a amamentar minha filha. Ele fica babando só de me ver. Pode até ser estranho e desagradável que, enquanto você tá amamentando, alguém te olhe de um jeito que não é, exatamente, de carinho pela maternidade. Eu devia ter me sentido invadida, assediada, mas não... o que senti foi tesão, excitação. Sou uma dodói, eu sei, mas fiquei molhada só de sentir o olhar invasivo daquele homem. Não era a primeira vez que via ele, já tinha visto antes, porque esses cachorros enormes são inconfundíveis, mas nunca tinha notado ele me olhar daquele jeito, como se quisesse arrancar a bebê dos meus braços e se pendurar ele mesmo nos meus peitos. Ele dá umas voltas pelo lugar, sempre me olhando daquele jeito que me deixa vermelha de tesão, mas quando termino de amamentar, ele desaparece. No outro dia não pude ir por causa do trabalho, mas no seguinte, uma quinta-feira, tô lá, no mesmo horário, sozinha com a Romi dessa vez, já que o Ro tinha a aula de futebol dele. Lembra que agora ele é titular no time do Clube. Vejo ele aparecer com os cachorros, e já de longe meus bicos ficam duros. Mas não era que... Eu não ficava assim por ele, mas sim pelo tesão que me dava saber que ele vinha pra ver eu amamentar minha filha. Não sei se é um desvio sexual, tipo "lactismo"? Existe isso? Alguém que fica excitado vendo uma mãe amamentando o bebê. Alto, moreno, bem corpulento, quarenta e poucos anos. Primeiro ele dá uma volta na área dos pets, onde os cachorros fazem as necessidades, e depois, sem nenhum disfarce, vem pra onde eu tô com a minha bebê. Dessa vez não espero a Romi dar sinal, levanto ela, deito no meu colo, e tiro o peito, deixando exposto mais tempo do que o necessário. E não só isso: aperto um mamilo, soltando um jatinho de leite, e só então dou o peito pra minha filha. O cara continua andando, mas sem tirar os olhos de mim.
— Como eles se chamam? — pergunto quando ele chega quase do meu lado, me referindo aos cachorros.
— Sansão e Dalila... — ele responde.
— São lindos...!
— Obrigado...
— Adoro cachorros, mas agora com as crianças e o trabalho, fica difícil ter um. Talvez mais pra frente, quando eles crescerem um pouco — falo, puxando conversa pra ele não ir embora como da outra vez.
— Recomendo essa raça, são muito companheiros e protetores.
— Quem sabe você pode me dar umas dicas? Nem eu nem meu marido entendemos muito de cachorros — sugiro.
— Bom, em casa tenho material audiovisual sobre todas as raças, até as mais exóticas.
— Tá me convidando pra ir na sua casa? — pergunto num tom sugestivo.
— Não, digo que poderia trazer pra você ver... com seu marido — ele se apressa em esclarecer.
— Tô brincando... — falo sorrindo. — Acho que sua esposa não ia achar graça você chegar em casa com uma desconhecida e um bebê.
— Na verdade, ela não diria nada porque a gente tá separado... moro sozinho.
O "moro sozinho" ele solta depois de alguns segundos, como quem quer destacar que tá solteiro.
— Ahhhhh...!!! Então você tá me convidando sim — insisto.
Ele pensa um pouco, tentando entender se tô falando sério ou de brincadeira. Mas antes que ele diga qualquer coisa, eu decido por ele. — Junto minhas coisas e vamos? Essa menina já comeu o suficiente pra dormir por um bom tempo — falo, deitando a Romi de novo no carrinho, e enquanto faço isso, fico com o peito de fora, pingando porra. Tomando todo o tempo do mundo, pra ele me ver, óbvio, limpo o mamilo, molhado e inchado, com um lenço umedecido e só então guardo o peito, tudo na frente do olhar atento e examinador daquele homem que ainda nem sei o nome. — Sabe o quê? Só agora percebi que vou pra sua casa e nem sei como você se chama, somos dois estranhos — falo depois de guardar a mamadeira, o babador e a manta. — Ehhh, João... Me chamo João — responde com uma leve hesitação, o que me faz suspeitar que não é o nome verdadeiro dele. Por que mentiria pra mim? Talvez não seja verdade que seja separado. Pode ser que a esposa não esteja em casa naquele momento e ele esteja se aproveitando do jogo que estou propondo. Fecho a bolsa, me levanto e, estendendo a mão, cumprimento ele. — Prazer em te conhecer, João, eu sou a Mariela — eu sim falo meu nome verdadeiro. Nos cumprimentamos, já apresentados, e vamos pra casa dele. Ele arrastando os cachorros, eu empurrando o carrinho da minha filha. Mora perto da praça, só temos que atravessar a avenida, seguir uma quadra, depois meia à direita e chegamos. Um sobrado de dois andares, bem cuidado. Ele abre, solta os cachorros no jardim e me faz entrar. Assim que entro, percebo a marca feminina no ambiente. É óbvio que não mora sozinho, mas não falo nada. Acomodo o carrinho da Romi num canto e me sento, enquanto ele traz um laptop e me mostra uma biblioteca com todas as raças de cachorro. Cada raça vem com informações sobre origem, tamanho, temperamento, expectativa de vida e os cuidados necessários. Me oferece um copo d'água, enquanto eu continuo vendo raça após raça, com algum comentário dele de vez em quando, embora naquele momento eu esteja muito mais interessada em Outra coisa. Por sorte, a Romi acorda e começa a pedir comida. — Desculpa... — falo, devolvendo o laptop pra ele. — Te incomoda se eu amamentar ela aqui? Não quero levar ela chorando. — Claro que não, fica à vontade — ele responde, com um brilho de entusiasmo no olhar. Levanto a Romi, sento com ela no colo e, mesmo que a princípio eu só precisasse tirar uma teta, abaixo todo o decote, deixando as duas tetas completamente à mostra. Tenho as aréolas encharcadas de porra, e não porque é hora de amamentar, mas por causa do tesão que todo aquele momento me provoca. A Romi mama primeiro de uma teta, depois da outra, tudo sob o olhar firme do Juan. Quando termina e volta a dormir, coloco ela no carrinho e me viro pra ele, com as tetas de fora. Se ele não tomasse a iniciativa, eu tomaria. — Ela não mamou tudo... — falo, e, pesando os peitos com as mãos, pergunto — Você gostaria...? — Será que ele ia dizer que não? Ele vem pra cima de mim, me envolve com os braços e chupa minhas tetas desesperado. O leite materno escorre pelo queixo dele, enquanto ele me agarra a bunda com as mãos e me levanta, me segurando no ar o tempo todo enquanto suga meus bicos. Quando me solta, procuro a boca dele e nos beijamos. Sentir nos lábios dele o meu gosto de leite me arrepia de tesão. — Quero te comer... — ele fala. — E pra que você acha que eu vim? — respondo. Ele me leva pra um quarto onde a presença feminina é ainda mais evidente. Deixamos o carrinho da Romi no corredor, com a porta entreaberta, pra ouvir ela. Nos despimos e nos deitamos um sobre o outro, nos beijando e passando a mão por todo lado. Deixando de lado por um momento o fetiche dele com meus peitos, ele abre minhas pernas e chupa minha buceta de um jeito que me faz tremer de prazer. Como ele usa a língua é extremamente estimulante. — Ahhhhhh... Isso... Isso... Isso... Que gostoso você chupa... Continua... Não para... Ahhhhhh... Ahhhhhh...! — Até minha visão fica turva de tanto tesão. que me faz gozar. Ele se levanta, e com o pau duro e inchado, fica por cima de mim e enfia na minha boca, fazendo eu engolir quase tudo. - Agggghhhhh... Agggghhhhh... Agggghhhhh...! - Tento chupar o máximo que consigo, segurando os engasgos, enquanto ele bombeia sem parar contra minha garganta. PUM... PUM... PUM... PUM... PUM...! Quando ele tira, transbordando da minha baba, passo a língua por todo o comprimento, chegando até as bolas, que saboreio com umas mordidinhas suaves. Enquanto ele coloca uma camisinha, eu só consigo abrir as pernas e esperar o melhor. Quando ele me penetra, é como se tudo ao redor se dissolvesse, e só fico eu e aquela porra grossa que afunda até os pelos em mim. O cara parecia super normal, um vizinho qualquer, daqueles que vemos todo dia nas ruas do bairro, mas ali na cama é um animal, uma besta solta cujo único instinto é dominar e destruir a presa. Ele mete com tudo, forte, enérgico, me fazendo quicar na cama a cada estocada, mas mesmo assim eu peço mais... mais... mais...!!! Naqueles momentos de tesão, nada me basta, quero tudo e muito mais também. Às vezes eles dão, outras não, mas esse vizinho em especial se superava de longe. Quanto mais eu pedia, mais ele dava. Ele tira, se levanta, o pau no seu esplendor mais glorioso, curvado pra cima de tão duro e ereto que tá, me levanta também, e me empurrando contra a parede, enfia de novo por trás. Bem plantado atrás de mim, me segura pela cintura, enquanto me arrebenta de porrada. Eu continuo gritando, totalmente submissa, molhada pra caralho, tanto que o caldo da minha buceta escorre pelas coxas. Ele tira da buceta, e abrindo bem minhas nádegas, ele mesmo, com as mãos, me aponta o cu. Até pouco tempo atrás doía quando tentavam meter por trás, sei lá, talvez uma fissura que nem percebi na época, mas já passou, então meu cú voltou a estar apto e disposto. —Arrebenta ele... me destrói...! —exijo, quase como desafiando ele. Pra quê...! Ele enfia de uma vez, e depois de uns poucos movimentos, pra se ajustar, começa a me comer divinamente. Sentia ele empurrando meus intestinos pra dentro a cada bombada... bomba atrás de bomba... Ali, de pé, esmagada contra a parede, eu me acabo. Sinto que perco as forças e que me desmancho, mas ele não me deixa cair, continua me dando cock, alargando ainda mais o buraco do meu cu. Às vezes, mesmo quando você tá adorando, sente que já deu, que já foi suficiente. Era o que eu sentia, tava adorando, mas já queria que acabasse. O cara continua me furando mais um pouco, até que, quase gozando, me joga na cama, sempre com aqueles modos brutos e violentos, tira a camisinha, e batendo umas quantas punhetas, goza em cima de mim. Os jatos de leite caem no meu corpo, no meu rosto, me encharcando com seu calor gostoso. Quando ele não tem mais nada pra soltar, chupo ele, tentando extrair até a última gota. O cara cai exausto do meu lado, entre expressões de alegria e satisfação. Peço o banheiro emprestado pra tomar um banho, já que tava praticamente encharcada de porra. É aí que no armário vejo perfumes e cremes de mulher. Depois, ao sair, no criado-mudo do quarto vejo uma foto dele com uma mulher, abraçados, com as Cataratas ao fundo. Pela putaria, não tinha reparado nela antes. Já tinha me comido, então sim, teve que admitir que era casado e que a esposa tava viajando. —Não precisava mentir... —falo, me aproximando dele, com o corpo ainda molhado —Teria transado com você mesmo sabendo que é casado. Dou um beijo nele e vou ver minha filha que continua dormindo como um anjinho. Termino de me vestir, me despeço do Juan e vamos com a Romi de volta pra praça, onde fico mais um tempo, até passar essa euforia que fica depois do sexo. Depois passo pra buscar o Ro no Clube e a gente vai embora. Todos pra casa, como qualquer família normal...
— Como eles se chamam? — pergunto quando ele chega quase do meu lado, me referindo aos cachorros.
— Sansão e Dalila... — ele responde.
— São lindos...!
— Obrigado...
— Adoro cachorros, mas agora com as crianças e o trabalho, fica difícil ter um. Talvez mais pra frente, quando eles crescerem um pouco — falo, puxando conversa pra ele não ir embora como da outra vez.
— Recomendo essa raça, são muito companheiros e protetores.
— Quem sabe você pode me dar umas dicas? Nem eu nem meu marido entendemos muito de cachorros — sugiro.
— Bom, em casa tenho material audiovisual sobre todas as raças, até as mais exóticas.
— Tá me convidando pra ir na sua casa? — pergunto num tom sugestivo.
— Não, digo que poderia trazer pra você ver... com seu marido — ele se apressa em esclarecer.
— Tô brincando... — falo sorrindo. — Acho que sua esposa não ia achar graça você chegar em casa com uma desconhecida e um bebê.
— Na verdade, ela não diria nada porque a gente tá separado... moro sozinho.
O "moro sozinho" ele solta depois de alguns segundos, como quem quer destacar que tá solteiro.
— Ahhhhh...!!! Então você tá me convidando sim — insisto.
Ele pensa um pouco, tentando entender se tô falando sério ou de brincadeira. Mas antes que ele diga qualquer coisa, eu decido por ele. — Junto minhas coisas e vamos? Essa menina já comeu o suficiente pra dormir por um bom tempo — falo, deitando a Romi de novo no carrinho, e enquanto faço isso, fico com o peito de fora, pingando porra. Tomando todo o tempo do mundo, pra ele me ver, óbvio, limpo o mamilo, molhado e inchado, com um lenço umedecido e só então guardo o peito, tudo na frente do olhar atento e examinador daquele homem que ainda nem sei o nome. — Sabe o quê? Só agora percebi que vou pra sua casa e nem sei como você se chama, somos dois estranhos — falo depois de guardar a mamadeira, o babador e a manta. — Ehhh, João... Me chamo João — responde com uma leve hesitação, o que me faz suspeitar que não é o nome verdadeiro dele. Por que mentiria pra mim? Talvez não seja verdade que seja separado. Pode ser que a esposa não esteja em casa naquele momento e ele esteja se aproveitando do jogo que estou propondo. Fecho a bolsa, me levanto e, estendendo a mão, cumprimento ele. — Prazer em te conhecer, João, eu sou a Mariela — eu sim falo meu nome verdadeiro. Nos cumprimentamos, já apresentados, e vamos pra casa dele. Ele arrastando os cachorros, eu empurrando o carrinho da minha filha. Mora perto da praça, só temos que atravessar a avenida, seguir uma quadra, depois meia à direita e chegamos. Um sobrado de dois andares, bem cuidado. Ele abre, solta os cachorros no jardim e me faz entrar. Assim que entro, percebo a marca feminina no ambiente. É óbvio que não mora sozinho, mas não falo nada. Acomodo o carrinho da Romi num canto e me sento, enquanto ele traz um laptop e me mostra uma biblioteca com todas as raças de cachorro. Cada raça vem com informações sobre origem, tamanho, temperamento, expectativa de vida e os cuidados necessários. Me oferece um copo d'água, enquanto eu continuo vendo raça após raça, com algum comentário dele de vez em quando, embora naquele momento eu esteja muito mais interessada em Outra coisa. Por sorte, a Romi acorda e começa a pedir comida. — Desculpa... — falo, devolvendo o laptop pra ele. — Te incomoda se eu amamentar ela aqui? Não quero levar ela chorando. — Claro que não, fica à vontade — ele responde, com um brilho de entusiasmo no olhar. Levanto a Romi, sento com ela no colo e, mesmo que a princípio eu só precisasse tirar uma teta, abaixo todo o decote, deixando as duas tetas completamente à mostra. Tenho as aréolas encharcadas de porra, e não porque é hora de amamentar, mas por causa do tesão que todo aquele momento me provoca. A Romi mama primeiro de uma teta, depois da outra, tudo sob o olhar firme do Juan. Quando termina e volta a dormir, coloco ela no carrinho e me viro pra ele, com as tetas de fora. Se ele não tomasse a iniciativa, eu tomaria. — Ela não mamou tudo... — falo, e, pesando os peitos com as mãos, pergunto — Você gostaria...? — Será que ele ia dizer que não? Ele vem pra cima de mim, me envolve com os braços e chupa minhas tetas desesperado. O leite materno escorre pelo queixo dele, enquanto ele me agarra a bunda com as mãos e me levanta, me segurando no ar o tempo todo enquanto suga meus bicos. Quando me solta, procuro a boca dele e nos beijamos. Sentir nos lábios dele o meu gosto de leite me arrepia de tesão. — Quero te comer... — ele fala. — E pra que você acha que eu vim? — respondo. Ele me leva pra um quarto onde a presença feminina é ainda mais evidente. Deixamos o carrinho da Romi no corredor, com a porta entreaberta, pra ouvir ela. Nos despimos e nos deitamos um sobre o outro, nos beijando e passando a mão por todo lado. Deixando de lado por um momento o fetiche dele com meus peitos, ele abre minhas pernas e chupa minha buceta de um jeito que me faz tremer de prazer. Como ele usa a língua é extremamente estimulante. — Ahhhhhh... Isso... Isso... Isso... Que gostoso você chupa... Continua... Não para... Ahhhhhh... Ahhhhhh...! — Até minha visão fica turva de tanto tesão. que me faz gozar. Ele se levanta, e com o pau duro e inchado, fica por cima de mim e enfia na minha boca, fazendo eu engolir quase tudo. - Agggghhhhh... Agggghhhhh... Agggghhhhh...! - Tento chupar o máximo que consigo, segurando os engasgos, enquanto ele bombeia sem parar contra minha garganta. PUM... PUM... PUM... PUM... PUM...! Quando ele tira, transbordando da minha baba, passo a língua por todo o comprimento, chegando até as bolas, que saboreio com umas mordidinhas suaves. Enquanto ele coloca uma camisinha, eu só consigo abrir as pernas e esperar o melhor. Quando ele me penetra, é como se tudo ao redor se dissolvesse, e só fico eu e aquela porra grossa que afunda até os pelos em mim. O cara parecia super normal, um vizinho qualquer, daqueles que vemos todo dia nas ruas do bairro, mas ali na cama é um animal, uma besta solta cujo único instinto é dominar e destruir a presa. Ele mete com tudo, forte, enérgico, me fazendo quicar na cama a cada estocada, mas mesmo assim eu peço mais... mais... mais...!!! Naqueles momentos de tesão, nada me basta, quero tudo e muito mais também. Às vezes eles dão, outras não, mas esse vizinho em especial se superava de longe. Quanto mais eu pedia, mais ele dava. Ele tira, se levanta, o pau no seu esplendor mais glorioso, curvado pra cima de tão duro e ereto que tá, me levanta também, e me empurrando contra a parede, enfia de novo por trás. Bem plantado atrás de mim, me segura pela cintura, enquanto me arrebenta de porrada. Eu continuo gritando, totalmente submissa, molhada pra caralho, tanto que o caldo da minha buceta escorre pelas coxas. Ele tira da buceta, e abrindo bem minhas nádegas, ele mesmo, com as mãos, me aponta o cu. Até pouco tempo atrás doía quando tentavam meter por trás, sei lá, talvez uma fissura que nem percebi na época, mas já passou, então meu cú voltou a estar apto e disposto. —Arrebenta ele... me destrói...! —exijo, quase como desafiando ele. Pra quê...! Ele enfia de uma vez, e depois de uns poucos movimentos, pra se ajustar, começa a me comer divinamente. Sentia ele empurrando meus intestinos pra dentro a cada bombada... bomba atrás de bomba... Ali, de pé, esmagada contra a parede, eu me acabo. Sinto que perco as forças e que me desmancho, mas ele não me deixa cair, continua me dando cock, alargando ainda mais o buraco do meu cu. Às vezes, mesmo quando você tá adorando, sente que já deu, que já foi suficiente. Era o que eu sentia, tava adorando, mas já queria que acabasse. O cara continua me furando mais um pouco, até que, quase gozando, me joga na cama, sempre com aqueles modos brutos e violentos, tira a camisinha, e batendo umas quantas punhetas, goza em cima de mim. Os jatos de leite caem no meu corpo, no meu rosto, me encharcando com seu calor gostoso. Quando ele não tem mais nada pra soltar, chupo ele, tentando extrair até a última gota. O cara cai exausto do meu lado, entre expressões de alegria e satisfação. Peço o banheiro emprestado pra tomar um banho, já que tava praticamente encharcada de porra. É aí que no armário vejo perfumes e cremes de mulher. Depois, ao sair, no criado-mudo do quarto vejo uma foto dele com uma mulher, abraçados, com as Cataratas ao fundo. Pela putaria, não tinha reparado nela antes. Já tinha me comido, então sim, teve que admitir que era casado e que a esposa tava viajando. —Não precisava mentir... —falo, me aproximando dele, com o corpo ainda molhado —Teria transado com você mesmo sabendo que é casado. Dou um beijo nele e vou ver minha filha que continua dormindo como um anjinho. Termino de me vestir, me despeço do Juan e vamos com a Romi de volta pra praça, onde fico mais um tempo, até passar essa euforia que fica depois do sexo. Depois passo pra buscar o Ro no Clube e a gente vai embora. Todos pra casa, como qualquer família normal...

36 comentários - A arte de amamentar...
Besotes amiga
Y que hermosos morbo sos mujer.
Van 10 ptos y una paja para.vos
Saludos marita
Un sueño poder cruzarte y tener la suerte de juan.
Que andes de 10.
Saludos