Mãe do Pedro e o valentão 9

Pedro suava frio sabendo que Marcelo estava sentado atrás dele. Era lógico pensar que ele não teria feito nada, já que estava rodeado de tanta gente e com os pais perto, mas seu instinto dizia que a presença dele naquele lugar não traria nada de bom. — Mãe… Pss… mãe… — Agora não, Pedro. — Mãe, você viu quem está atrás? — Silêncio, filho. Qualquer coisa você me fala no final da missa. Pedro tentou avisar a mãe sobre o perigo que estava perto dele, numa tentativa patética de se proteger atrás dela, como um moleque se escondendo atrás da saia da mãe. BRR O som de vibração de um celular à esquerda chamou a atenção dele. Era o celular da mãe. Ele via ela conferindo a tela discretamente. “Quem será que mandou mensagem pra ela a essa hora?” pensou Pedro.Mãe do Pedro e o valentão 9Ele não sabia, mas Marcelo tinha mandado uma foto do volume dele dentro da calça pra esquentar ainda mais a mãe dele. Pedro conseguia ver que a mãe dele estava meio inquieta. BRR Depois de um tempo, outra mensagem chega no celular da Teresa.vadiaPedro notou como sua mãe mordeu o lábio inferior e virou o celular rapidamente com a tela para baixo, apertando-o nervosamente sobre a perna direita.
— Teresa, você está bem?
— Mãe, o que foi?
— Nada, nada, não se preocupem, eu… só preciso de um pouco de ar. Vou dar uma saída.
— Ah, ok. Se precisar de algo, me liga.

Pedro se virou para ver a mãe caminhando apressada em direção à saída da igreja, mas o que chamou a atenção dele foi que Marcelo já não estava mais no lugar dele.

Enquanto o filho de Teresa tentava adivinhar o motivo pelo qual o valentão apareceu na igreja dele, uma velha senhora sentada alguns bancos atrás observava a bela mulher saindo. Dona Marta era nova naquela igreja, mas não era nova em igrejas. A vida inteira foi uma mulher católica, como muitas senhoras idosas do seu tempo, mas ela, em particular, era fanática por tudo isso. Embora fosse uma mulher de moral elevada, era uma mulher solitária. Não tinha marido, filhos ou amigos por causa do seu caráter tão severo e moralista. Ela, se achando uma enviada de Deus em pessoa, passou toda a sua longa e amarga vida olhando para as pessoas de cima a baixo, julgando-as e criticando-as de acordo com as regras escritas nas sagradas escrituras. Ninguém escapava do seu julgamento, desde o pior dos criminosos até o mais santo dos padres. Essa era a razão de estar naquela igreja. Sempre que podia, Dona Marta metia o nariz onde não era chamada, fofocando sobre cada mínimo comportamento errado que notava nos membros da igreja. Isso fez com que as comunidades cristãs de cada igreja a afastassem, já que perceberam que ela adorava gritar fogo assim que via uma faísca.

Na última igreja em que esteve, notou uns comportamentos estranhos entre um padre e uma garotinha da igreja, o que a fez alertar os pais da menina e o resto do povo de que os dois tinham um caso… o que era verdade, mas como se o próprio karma tivesse se virado contra ela, nem uma única pessoa lhe acreditou. Pelo contrário, os pais da moça ficaram indignados com a acusação contra a filha e tiveram uma grande discussão com Marta. A isso se juntou o padre que, apoiado pelos outros membros da igreja, deixou claro que era necessário ela procurar outro lugar pra causar escândalo. Agora que estava na mesma igreja de Teresa, seu instinto de detetive captou algo. Primeiro, percebeu o quanto Teresa era gostosa e atraente assim que a viu, o que acendeu seus preconceitos contra mulheres que cuidavam da aparência. Segundo, a observou de longe por um tempo e não notou nada de errado nela, o que pra sua lógica já era algo errado por si só. Terceiro e último, naquele dia percebeu a presença incomum daquele jovem na igreja, notou que ele sentou perto de Teresa, percebeu quando o garoto passou com aquele volume enorme na calça e notou que Teresa saiu da igreja pouco depois que o jovem saiu. Lá fora, Teresa foi encontrar Marcelo, que pra convencê-la a sair mandou uma segunda foto dele com a pica pra fora da calça, se masturbando encostado numa parede da igreja. Quando viu, não conseguiu resistir. Dentro da igreja, Pedro se perguntava por que sua mãe ainda não tinha voltado. — Pai, cê acha que a mãe tá bem? Ela ainda não voltou. — Não sei, filho. Melhor você dar uma olhada, ok? — Sim, já vou. Pedro saiu pra ver, mas não a encontrou. Na volta, enquanto caminhava pro seu lugar, uma velha agarrou seu braço e pediu: — Me diz, menino, encontrou sua mãe? — Hã… não, por quê? — Isso não é problema seu, menino. Agora senta, que você tá me distraindo da missa. Pedro sentou perto do pai depois de conhecer a velha Marta, e avisou que não encontrou a mãe. — Hum… que estranho. Vou ligar pra ela agora. Felipe ligou duas vezes pro celular dela, mas parecia que tava desligado. — Então, o que a gente faz, pai? — Falta pouco pra missa acabar. Se ela não voltar, vou procurar. Felipe, Pedro e Jonas não sabiam que Teresa, durante todo esse tempo, estava com Marcelo. De primeira, ela se jogou pra saborear a pica do macho dela como se todos aqueles dias sem ele tivesse morrendo de fome.peitoes

esposaO desejo dela era tão forte que dessa vez fez o garoto gozar na boca dela em apenas 7 minutos de boquete. – Muito bem, putinha, muito bem. Parece que te deixar de jejum foi uma boa ideia. – Não! Não fala isso, por favor. – Kkkk Teresa não queria ficar sem o pau dele de novo. Estar num lugar público, do lado da própria igreja dela, o que é pior, a excitou tanto que depois de receber o semen na boquinha quis continuar. – Não se apressa, linda, agora quero usar seu outro buraco. – O quê? Aqui? – Você não achou que eu vim até aqui só por um boquete, né? Kkkk, mas não se preocupa, vamos pra um lugar mais confortável. Se não fosse por isso, Pedro teria descoberto eles quando saiu pra procurar a mãe, mas o garoto não foi além de alguns metros porque se tivesse ido, teria notado o movimento do carro do pai, os vidros embaçados e os gemidos da mãe. – Não, isso é errado aah, ah, ah – O que você disse, putinha? – Isso, ah, ah, errado, ah, ah, ah, aqui – Kkkk. Então por que você não para? Teresa não conseguia responder essa pergunta porque o corpo dela se mexia sozinho, quicando a bunda no pau do Marcelo.interracial

milfOs dois estavam fodendo no carro do marido dela, o carro da família, e não tavam nem aí, pelo menos ela não, que faria qualquer coisa pra sentir aquele prazer de novo. Já o bully tava bem ligado onde estavam, foi ele quem teve a ideia. O filho da puta sentia um prazer sádico em invadir cada aspecto da vida da Teresa, a casa dela, o carro, o corpo e a família. Pra ele, o que importava era o sexo, mas agora também o poder de arrancar uma mulher tão gostosa e inocente da moral dela e da família dela.

De repente, o celular da Teresa começou a tocar, estragando a deliciosa melodia dos gemidos da mulher. O som irritante e a vibração do aparelho eram pra Teresa como um despertador de madrugada que fode o sonho maravilhoso que ela tava tendo e do qual não queria acordar.

Marcelo pegou o celular e desligou na hora, depois apagou, mas já tinha estragado o estado de êxtase puro dela, trazendo ela de volta ao mundo real onde tava traindo a família. O moleque percebeu como isso mudou o tesão da Teresa enquanto ela cavalgava a vara dele, então pra resolver, começou a se mexer por baixo dela e meter nela, tentando mandar ela de volta pro paraíso. Funcionou. Depois de um tempo, Teresa começou a gemir de novo, mais alto que antes, e rebolando a bunda no ritmo da vara do bully.

- Ah, ah, ah, ah, ah CLAP, CLAP, CLAP, CLAPmaeTeresa tinha gozado duas vezes e agora vinha a terceira, mas naquele exato momento resolveu olhar pela janela e viu que algumas pessoas da igreja estavam do lado de fora, a uma certa distância, o que significava que a missa tinha acabado. Naquele instante, veio o terceiro orgasmo, muito mais forte que os anteriores, porque foi provocado pela visão do perigo de ser descoberta. Ela tremia de prazer enquanto ele jorrava o esperma dentro da buceta dela.

Dentro da igreja, Pedro segurava a mão de Jonas enquanto esperava o pai terminar de conversar com as pessoas que se aproximaram para cumprimentá-lo. Felipe sempre foi um cara paciente, bem-educado e não tinha coragem de cortar uma conversa com os outros, mesmo estando apressado para procurar a esposa. Teresa se arrumava do lado de fora do carro o mais rápido que podia, enquanto o cara a observava sentado no carro dele, meio divertido e interessado no comportamento dela. "Pra ser uma puta que grita de prazer quando eu como, parece muito preocupada com a família", pensou ele.

Para Marcelo, não era novidade nenhuma transar com uma mulher casada, com namorado ou com filhos, mas em Teresa tinha algo diferente. Todas as fêmeas que ele tinha conquistado com o pau dele se deixavam seduzir mais rápido que ela. Obviamente, algumas tentavam resistir por causa das aparências ou para não estragar a família, mas não por muito tempo; no final, todas caíam. Isso era por causa da falta de satisfação com os homens delas em casa. Teresa era diferente. Embora entre as putas dela fosse a que mais parecia gostar de sexo, também dava pra ver o amor profundo que sentia pelo marido e pelos filhos. Ele entendeu que, mesmo que ela nunca tivesse sido satisfeita sexualmente, todos aqueles anos de casamento foram por causa do amor que recebia da família. "Ela ama de verdade a família dela".

— Por favor, você já tem que ir.
— Claro que sim, não gosto do fedor de hipócritas religiosos.
— O que você disse?
— Fica de olho no seu celular, quero que me responda assim que eu te escrever.
— Ah, ok. Marcelo. Saiu do carro e foi na direção da moto, onde primeiro deu um tapa sonoro na bunda da Teresa. A família já estava do lado de fora da igreja, e Felipe estava prestes a buscar a mulher quando a voz do pequeno Jonás anunciou a chegada da traidora. —Mamãeeee. Teresa se aproximava deles de longe, acenando com a mão.infiel

casada— Teresa!
— Mamãe!
— O que houve? Por que essas caras?
— Por que você não atendia o celular? Tentei te ligar várias vezes.
— Ah, sim, desculpa, é que a Sofia me ligou por uma emergência.
— O que aconteceu?
— Nada, é que ela discutiu feio com o marido e não sabia com quem falar.
— Mas, mãe… eu saí pra te procurar e não te encontrei.
— Então você tinha que procurar melhor, filho, porque eu estava do outro lado da igreja.
— Mas por quê?
— Não conseguia ouvir direito a Sofia, parece que aqui meu celular não pega sinal direito.
— Teresa, meu amor, eu estava começando a me preocupar, você disse que saiu porque precisava de ar, então achei que talvez tivesse passado mal.
— Haha, não, tesouro. Tô bem, não se preocupa.

Do outro lado da igreja, ouve-se uma moto se afastando.

— Ah, sim! Mãe, sabia que o Marcelo estava aqui?
— Marcelo?
— Sim, estava sentado atrás de mim. Tentei te avisar antes.
— Ah, desculpa, Pedrinho, eu não vi ele.
— Que Deus seja minha testemunha, se eu ver aquele moleque, vou dar uma surra nele por tudo que fez com meu filho.
“É, claro”, pensou Teresa.

— Mas quando você vai me apresentar essa Sofia, tesouro? Ela não frequenta esta igreja?
— Não, bem, ela veio algumas vezes e foi aí que a conheci, mas agora faz parte de outra igreja, uma mais perto da casa dela.
— Ah, entendi.
“E cadê o Oscar que não me dão?” Teresa se arrependeu rápido de ter se sentido orgulhosa por conseguir mentir tão bem pro marido.

— Ah, Teresa, o padre Eugênio estava te procurando. Queria falar com você sobre uma tal de Kimiko.
— Ah, sim, já vou.

Ela deixa a família pra trás enquanto conversam com outras pessoas da igreja e entra. Bem quando vê o padre falando com Kimiko, uma velhinha para na frente dela.

— Hum… A senhora precisa de algo?
— … Dona Marta a olhava de cima a baixo, inspecionando como uma louca, o que fez Teresa se sentir desconfortável.
— Ah, minha filha, esta é a casa do Senhor, cubra bem esse corpo.
— O quê?
— Sua blusa.infidelidade

netorareNa pressa de se vestir, Teresa abotoou a camisa errado e agora, cheia de vergonha, tentava arrumar do jeito mais discreto possível enquanto a velha se afastava sem dizer nada. — Teresa, minha filha. — Padre, queria falar comigo? — Sim, filha, mas você perdeu a missa. — Desculpe, padre, precisava de um pouco de ar fresco. — Entendo, entendo. E agora, está bem? — Estou, padre. — Excelente, agora, por favor, dedique um tempinho pra Kimiko, que precisa de uma amiga nesses momentos difíceis. — Ah, não se preocupe, padre, eu e a senhora Teresa conversamos um pouco antes da missa. — Ah, tudo bem, só por favor, Teresa… mantenha seu coração aberto e não julgue rápido demais, ok? — Hum… Ok, padre. A última frase do padre Eugênio deixou Kimiko visivelmente desconfortável, que baixou a cabeça como se estivesse envergonhada. — Bem, Kimiko, tem algo que queria me dizer? — Bem, sim… não sei. O padre Eugênio disse pra eu pedir conselho a uma mulher como a senhora. — Como eu? — Sim, uma mulher de bom coração, responsável e respeitadora da palavra de Deus. Teresa engoliu seco ao ouvir a última parte. — Bem, do que se trata? Mal disse isso, a santa Teresa sentiu um líquido quente escorrer da buceta e descer pela virilha. O esperma do Marcelo não tinha saído todo antes e agora pingava da sua intimidade como uma torneira mal fechada. — Blá, blá, blá, blá. Era isso que Teresa ouvia enquanto Kimiko falava de novo sobre a infância e a família, enquanto ela estava mais preocupada em ninguém notar. "Não foi boa ideia usar saia", pensou ela. Como um raio, o pensamento de Teresa voltou pro carro, pro sexo que teve com Marcelo e o fato de que, na pressa, esqueceu de colocar a calcinha. — Kimiko. Sinto muito, querida, mas acabei de lembrar que esqueci de fazer algo. Se importa se a gente conversar outro dia? Talvez por telefone… ok? — Ah, sem problema, senhora Teresa. A gente fala por telefone. — Ótimo. Teresa corre pra fora e vê que a família dela estava indo pro carro. — Espera aí. — Teresa? — Vocês iam embora sem mim. — Não, a gente só ia… deixar nossas jaquetas no carro que tá calor. Você não tá com calor. — Ah, é, nem tanto? — Mmm? — Espera, cadê o Jonas? — Ele foi na frente, queria ir jogar Nintendo. — Ah… hum… vou ajudar ele, talvez não ache. Teresa andando apressada vai até o carro e vê que o filhinho tava brincando com o Nintendo do lado de fora do veículo. — Jonas, tudo bem, meu tesouro? — Haha, mãe, você esqueceu isso. Jonas mostra o que tinha na mão. Era a calcinha azul-clara dela que ele tinha encontrado. — Me dá isso! Teresa, de mal jeito, tira a roupa íntima da mão dele. — Isso é coisa de mulher, filho, você não tem que tocar. — Sim, mãe. Você tá brava? — Não, não, meu filho, só… melhor a gente não contar isso pra ninguém. — É um segredo? — Sim, é um segredo. Você tem que me prometer. — Sim, mãe. Prometo que não conto pra ninguém que você fez xixi, haha. Teresa demorou pra perceber, mas a calcinha azul-clara dela tava molhada por causa da excitação do dia inteiro procurando o Marcelo. — Jonas, filho, por que você não brinca no carro? — Papai! O carro tá com cheiro ruim, não gosto. — O quê? O corpo de Teresa se encheu de medo por não ter pensado nisso. — Meu Deus, que diabos aconteceu aqui? — Que cheiro estranho. Felipe e Pedro com a cabeça dentro do carro sentiam o cheiro impregnado do ato sujo que Teresa e Marcelo fizeram lá dentro. — Hum… Felipe, o que aconteceu, tesouro? — O carro… tá com cheiro de… alguma coisa. Quem será que fez isso? — Talvez uns mendigos, vi uns mendigos enquanto a gente chegava na igreja. — Mendigos? Que nojo. E vieram aqui fazer as porcarias deles? — Com certeza. Não entendo. Mas como entraram no carro? — Não sei, meu bem, quem sabe? A volta pra casa foi silenciosa e desconfortável por causa do mau cheiro lá dentro; desconfortável, mas não pra Teresa, que respirava o ar tranquilamente como se fosse perfume.Mãe do Pedro e o valentão 9Continua...

5 comentários - Mãe do Pedro e o valentão 9

Me encanta la historia y que hayas usado a Angela White como imagen de Teresa me puso a mil, ponla como imagen oficial de Teresa, ojalá hagas que en la historia la hagas usar ropa de cuero o leggings engomados
Al principio esa era mi intención, usar las fotos de una modela o pornostar exclusivamente. Y había pensado a Angela White pero encontrar gifs o imagines que se adapten a los relatos resultó ser más difícil de lo que creía.
@Eziobrosini201 no importan los gif, con que uses imágenes de ella bastará total usamos la imaginación para lo demás, escribe sobre Teresa usando pantalones de cuero y engomados
@Eziobrosini201 hola...Para qué meses sale parte 13, está interesante
Me encantaría q incluya a la tal kimino q parece estar nesrcitada de Verga también.