Como conheci minha esposa - Os Motoristas

Muitos me perguntaram sobre meu casamento, como a conheci, como minha esposa começou a me botar chifre, como a convenci, como aceitei; então vou contar tentando resumir, mas detalhando as partes interessantes, incluindo também as partes que minha, agora esposa, foi me contando anos depois. Eu era solteiro e fazia um mestrado que exigia um curso longe da minha cidade, então procurei um quarto para alugar numa cidade perto da escola pra terminar meus estudos; fiz algumas ligações e fui ver os lugares. Ao chegar num dos endereços, vi duas garotas saindo de casa e não pude deixar de notar que eram gostosas e tinham um corpão, perguntei por dona Lupe, a Maggie entrou em casa e depois de uns momentos saiu e disse que eu podia entrar. Elas foram embora, mas fechei o quarto com a senhora e à tarde já estava levando minhas coisas. No segundo dia, me preparei pra procurar emprego e ao sair vi dona Lupe e a Maggie sentadas na sala, quando falei que ia atrás de trampo, elas comentaram que na fábrica de lentes onde a dona trabalhava, estavam contratando e que a Maggie também ia entregar o currículo, combinamos e fomos na mesma tarde. Naquela época, a Maggie era quase uma menina, era magrinha que nem um palito, mas tinha uma bunda bonita e firme, e os peitos dela eram de bom tamanho e durinhos. A hora de viagem no ônibus foi de conversa tranquila com a Maggie, fiquei sabendo que ela era solteira de dezenove anos, que também alugava um quarto na casa e que dona Lupe era daquelas senhoras super católicas, mas muito fofoqueira. Naquele dia conseguimos emprego na fábrica em departamentos diferentes, eu entrava e saía uma hora antes dela, mas às vezes a via nos corredores. E aqui começa o interessante. No segundo ou terceiro dia de trabalho, eu chegava depois de uma hora de ônibus, e ao atravessar um parque no caminho pra minha nova casa, vi uma caminhonete estacionada com os logos da companhia de lentes, achei estranho porque só têm Duas ou três dessas, e encontrar uma a uma quadra de onde eu morava, era muita coincidência; mas quando cheguei mais perto, vi através da grande janela da frente, como Maggie saía da parte de trás e sentava no banco do passageiro, seguida por Josué, um dos motoristas que estava subindo o zíper da calça; sem saber o que fazer, só me encostei numa árvore me escondendo pra ver o que rolava. Ela arrumou o cabelo e a maquiagem com um espelhinho da bolsa, depois se levantou, se deram um beijo apaixonado, onde o amigo agarrou uma bunda dela e ela desceu da caminhonete e foi andando na direção oposta a mim. Josué deu partida e foi embora. "Que puta", pensei, porque em só alguns dias de ter conhecido o motorista, já estavam se pegando dentro da caminhonete. No dia seguinte, na hora do almoço, vi que os motoristas estavam sentados numa mesa e fui com minha bandeja me sentar perto deles, eles conversavam besteiras, mas consegui ouvir Josué se gabando de ter pegado "a menina nova"; Josué era latino, de corpo bonito e cabelo bem comprido que ele sempre usava trançado e uma barbicha, muito gostoso. Depois, ao voltar pro meu trabalho, cruzei com Maggie no corredor e perguntei se ela queria ir ao cinema no sábado, achando que ela diria que não porque tinha namorado. Mas ela disse que sim, mas que esperasse porque tinha alguns fins de semana ocupados. Fiquei excitado com a ideia de sair com ela sabendo que tava pegando o motorista. Ela me disse depois que, desde o primeiro dia na hora do almoço, o motorista chegou nela pra conversar, e ao descobrir que ela tinha que pegar o ônibus pra casa, se ofereceu pra levar ela de segunda a quarta, porque nos outros dois dias o horário dela era diferente e nessa hora ele tava longe da cidade fazendo entregas, mas podia pedir pra algum dos outros motoristas levar ela nesses dias. Ela achou conveniente e aceitou, e desde o primeiro dia o motorista começou a dar em cima dela (ela me contou isso anos depois) e num sinal vermelho, ele se... Se aproximou e roubou um beijo, que ela correspondeu. A mão de Josué desceu até acariciar os peitos femininos e cheinhos por cima da camiseta e do sutiã. A luz verde mudou e eles tiveram que se separar, mas ao chegar no parque, quase vazio, ele puxou ela e a fez sentar no colo dele pra continuar com os beijos e, claro, o apalpamento de peitos. Até o motorista enfiou a mão por baixo da camiseta pra acariciar por cima do sutiã; ela podia sentir o volume por baixo da calça dele, e ficou com vontade de tocar, mas estavam muito à vista dos carros que passavam. Já quentes, ela olhou pra todos os lados e se levantou, pegou ele pela mão e o levou pra trás da caminhonete, onde continuaram os beijos e o apalpamento. Ali, ele tirou a camiseta dela e só baixou o sutiã até a barriga, deixando escapar as duas belas tetas da Maggie, duras e com os bicos rosadinhos, e, segurando ela pela cintura, teve que se abaixar pra chupar tudo. Ao mesmo tempo, ela massageava com força o pau dele, que inchava querendo sair, então Josué teve que parar de chupar pra abaixar o zíper do sobretudo e, tirando as mangas dos braços, deixou ele cair pra trás, mostrando o bom tamanho da pica dele, recém-depilada e o estado dos peitorais e abdominais. “Cê tá gostando do que vê?” Ele disse, endurecendo os músculos pra impressionar ela. Ela me disse que naquele momento quase vestiu a roupa e foi embora, não aguentava gente metida e arrogante, mas a pica que tava na frente dela parecia dura, escorrendo líquido pré-seminal, venosa e, como ela disse, chupável, e não tava disposta a ir embora sem meter ela na boca. Então, engolindo o orgulho de mulher, disse: “Tô adorando”, e passou as mãos no peito do motorista, começando pelos peitorais e descendo devagar até o pedaço de carne, e pra não perder tempo, se ajoelhou e enfiou ele na boca, sentindo o gosto doce do líquido que saía pelo buraco. Ela tava certa, o sabor era delicioso e sobre toda a suave dureza; ela mamava o pau com veemência, lambendo as bolas de vez em quando, e voltando a enfiar até a garganta a ponto de engasgar. Josué chegou ao ponto de gozar e não teve força de vontade para parar e continuar a sessão de sexo, então, segurando nas prateleiras cheias de caixas de papelão, soltou na garganta de Maggie seus jatos de porra, que ela engoliu com prazer, até que ele ficou satisfeito e ela se levantou. "Só por isso sou capaz de te trazer todo dia até sua casa", ele disse enquanto arrumava o sobretudo, ela sorriu, pensando que pela carona grátis estava disposta a mamar esse pau todo dia. Depois, já no quarto dela, às vezes se masturbava sozinha. Ela me garantiu que não transaram nenhuma das vezes, ela não deixava, nem tirava a calça com medo de que a vontade fraquejasse e ela acabasse dando a bunda, mas que sempre, ela se despia da cintura para cima e fazia um boquete enquanto ele se deliciava acariciando os peitos dela, até fazer ele gozar na garganta dela e engolir a porra. Eu apressava o passo ao descer do ônibus para encontrar a caminhonete estacionada no parque e imaginar o que eles faziam lá dentro, para depois vê-la sair e ir embora andando como se nada tivesse acontecido; uma das vezes, me aproximei da parte de trás e encostei o ouvido na chapa quente do sol e pude ouvir os gemidos do motorista gozando. Não demorou muito até que um dia, ao esperar eles saírem, escondido atrás de uma árvore, percebi que não era o Josué que saía com ela da parte de trás da caminhonete, mas sim o seu Omar (não o do reggaeton), outro motorista, mais velho e meio gordo, casado, que saiu e sentou no volante com os olhos fechados ainda sentindo o prazer, enquanto ela, como se nada, abotoava a blusa. Isso explodiu minha mente. Ela me disse que o seu Omar a levava nos dias que o Josué não podia, e que no caminho, ele fazia perguntas um tanto íntimas que foram excitando ela aos poucos, começou perguntando se ela era namorada De Josué, ela disse que não, que eram só amigos, mas com um sorriso safado falou que tinham "um rolo", ele pediu mais detalhes, aí ela disse que só fazia sexo oral nele (não com essas palavras, claro), o velho falou que queria ter uma amiga assim, mas que não era tão jovem e bonito quanto Josué, ela disse que algumas minas não ligam tanto pra aparência, e sim pra potência, e riu divertida. Seu Omar, fingindo inocência, perguntou o que isso significava, e ela, entre sorrisos e cheia de rodeios, insinuou que era o tamanho do pau. O velho disse: "Eu, sinceramente, não sei se tenho grande, nunca medi", ficou pensativo por um momento, "posso te mostrar e você me dá sua opinião?" Ela disse que sim, só pra ajudar ele de alguma forma; quando chegaram no parque e estacionaram a caminhonete, foram pra parte de trás, e ele baixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando ver um pau de cabeça média e tronco fino, e mole; e dois ovos também médios pendurados umas três polegadas atrás. Ela observou como se estivesse estudando, e ele perguntou, fingindo tristeza: "O que você acha?... Acha que é pequeno?" Ela disse: "Nem tanto", pensando "o problema é que ele tá dormindo... talvez acordado cresça mais". "Você acha?" ele disse "E como faço pra acordar ele?" "Bom... só imaginar alguma mina que você gosta, pelada" ela falou. "Bom, eu gosto muito de você" ele disse, olhando nos olhos dela, "mas não consigo te imaginar, porque nunca te vi pelada" ela corou sem querer e riu divertida, "olha" ela disse, "se prometer não contar nada pro Josué, eu mostro meus peitos", ele garantiu que não contaria nada, ela desabotoou a blusa e tirou, colocando de lado, depois tirou o sutiã e deixou as tetas no ar, aí arrebitou os peitos pra deixar ainda mais sexy, e apertou os próprios mamilos por pura excitação, mas o pau de seu Omar continuava mole, "Você tem uns peitos lindos" ele disse. disse o motorista: "se você me deixar tocar nelas, tenho certeza que vou ficar excitado... me deixa?". "Vamos ver" — riu divertida e se aproximou. O velho estendeu as mãozonas e acariciou os peitos duros, apertando-os com as pontas dos dedos e massageando com os polegares e indicadores os mamilos rosados. O velho já não se conteve e se abaixou para chupá-los, quebrando toda a resistência de Maggie, que desceu a mão para começar a massagear a rola mole dele, que imediatamente começou a crescer. Logo estavam se beijando e se apalpando mutuamente, até que a rola ficou num tamanho bem bom. "Tá vendo, seu Omar?" — disse ela ofegante — "você pode fazer qualquer garota feliz com esse pauzão." "Sério?" — disse ele, já respirando com dificuldade — "acha que me faria feliz com você?" "Vamos ver" — disse ela, olhando bem provocante e lentamente se ajoelhou para chupá-lo. O velho fechava os olhos, se deixando guiar por Maggie, que devorava o membro dele, fazendo-o sentir o céu. Os olhos dele se arregalaram como de susto quando ela se abaixou um pouco mais para enfiar os dois ovão na boca e dar linguadas neles. Nessa altura, ela já não se mexia; o motorista agarrava o cabelo dela e movia a cabeça dela pra frente e pra trás, se masturbando com a boquinha dela. Maggie percebeu que ele ia gozar e se afastou. "Não seja malvada" — disse o velho — "eu já ia gozar." "Não se preocupe, seu Omar" — disse ela enquanto se levantava, virou de costas, desabotoou a calça justa e a abaixou até os joelhos, seguida da calcinha fio-dental cor de pele — "meta em mim, por favor." E segurando com uma mão nas prateleiras, com a outra abriu as nádegas, se abaixou um pouco e ofereceu o cu. O amigo, ainda incrédulo com a sorte, se aproximou e, apontando a cabeça da rola com a mão, foi enfiando devagar no cu dela, enquanto ela suspirava de prazer, até os quadris se encontrarem. Os movimentos de vai e vem eram lentos, enquanto as mãos do velho amassavam os peitos de Maggie, e ele mordia e babava a nuca dela. Ela gozou duas vezes antes que ele descarregasse o sêmen dentro do buraco apertado. Ela fez ele prometer que não contaria nada pro Josué, em troca de sexo toda vez que o velho a trouxesse pra casa. Infelizmente, dom Omar só podia levá-la às quintas, então tiveram que pedir pro “Totopo”, outro motorista jovem, alto e magro, pra trazê-la às sextas. Vale mencionar que às vezes, depois das minhas aulas, ao voltar pra casa, encontrava a Maggie subindo num carro que vinha buscá-la à tarde. Ela me disse que aquele sim era o namorado dela XD. Dom Omar cumpriu a promessa de não contar nada pro Josué… mas isso não incluía o Totopo. Então, quando pediu o favor de levar a Maggie às sextas, também disse que ela era muito puta e que ele podia tirar proveito nas caronas. Assim, na primeira sexta, o caminho inteiro, o Totopo foi dizendo pra Maggie como ela era gostosa e como o Josué era sortudo. Ela só ia na onda, até que o motorista disse que agora admirava o dom Omar. Ela olhou pra ele, estranhando: “Por que dom Omar?”. “Ele me contou o que vocês fizeram”, disse o magro, “mas não se preocupa, não vou contar nada pro Josué, juro”. “Isso não me importa”, ela respondeu, “mas me diz o que o dom Omar te contou?”. O Totopo contou em detalhes como dom Omar tinha comido ela, tanto que ela me disse que ficou com tesão ouvindo. Ela segurava a bolsa no colo e se esfregava no clitóris por cima da calça jeans; ela corrigia os detalhes, se excitando e excitando ele também. Daí o motorista já tava pedindo o cu dela também. Então, quando chegaram no parque, ela montou no motorista e deu um beijão de língua nele, sem saber que eu tava atrás de uma árvore vendo tudo. Minha decepção foi grande quando ela pegou na mão dele e entraram na parte de trás. Lá dentro, sem parar de se beijar, a Maggie tirou a roupa da cintura pra cima e abaixou o zíper do sobretudo do motorista, puxando até os joelhos, deixando uma rola no ar. Magra e curvada, mas comprida e dura, que não perdeu tempo em meter na boca. O Totopo se esbaldava apalpando os peitos da Maggie e curtindo o boquete, quando ela viu que o motorista magrelo tava prestes a gozar, igualzinho com o dom Omar, ela se levantou e, mostrando as cadeiras, fez ele meter nela por baixo. Ela curtia pra caralho a foda, o amigo dava umas metidas fortes, mas de novo, quando ele ia gozar, ela quis aproveitar, então pegou com a mão e enfiou no cu dele. Aí sim, depois de várias estocadas, o motorista se descarregou, ela diz que foram jorros de porra quente que encheram o reto dela. Pensando que o motorista tava satisfeito, Maggie pegou um saco plástico e se agachou pra deixar o esperma escorrer do cu, coisa que ele aproveitou pra botar de novo o pau ainda duro na cara dela e fazer ela chupar, ela surpresa, abriu a boca e o Totopo comeu ela de boca, pra gozar pela segunda vez e deixar ela saborear jorros de sêmen. Ela não sabia de onde aquele motorista magrelo tinha tanta porra. Ela me disse, já casados, que cada dia da semana, tinha o prazer de provar os paus dos motoristas, cada um no seu turno. Maggie virou uma obsessão pra mim, não tanto por ter ela, mas por saber o que faziam com ela lá dentro, toda vez que os motoristas tavam no refeitório, eu me aproximava pra escutar eles, mas não falavam nada sobre ela. Ela me disse que só chupava o Josué porque ele era meio metido e, pelo menos assim, ela tinha o controle, sabendo que pros outros dois entregava o corpo todo e pro metido não.

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