Minha mãe mórmon e o migrante 2

Depois que descobri a infidelidade da Elsa, minha mãe, fiquei pensando nisso por várias semanas. Tava na escola e não dava pra ficar de olho nas atividades dela durante as manhãs, imaginei que não tava rolando nada, já que ela não podia ser tão sem vergonha assim, mal tinha percebido eu, que passava mais tempo com ela.

O que eu notei foi que ela tratava o papai com mais carinho (acho que porque se sentia culpada). Papai continuava viajando muito por causa dos trabalhos dele e o Luis (o jovem que comeu a minha mãe) ainda ia na capela e tinha um emprego (não sabia qual), mas já não precisava de tanta ajuda como quando chegou aqui.

Tudo parecia estar bem e eu achei que minha mãe tinha terminado o relacionamento com o Luis porque ele já tinha uma namorada. Mamãe começou a ir pra academia e o resto do dia era dona de casa. Se antes ela já era uma mulher muito sensual apesar da idade (uma milf), agora tinha melhorado ainda mais, as pernas bem torneadas, o corpo excelente, quase fazendo 46 e parecendo ter 40.

Nas férias seguintes, saí e resolvi descansar da escola. Minha mãe continuava sendo a líder das mulheres da igreja e, às vezes, elas faziam atividades. De manhã, eu preparava o café da manhã, a gente batia um papo e ela ia pra academia, demorava umas 3 horas ou às vezes só uma, e voltava com comida pra mim e pro meu pai. Eu usava minhas manhãs pra jogar videogame e brincar com os amigos, queria arrumar uma namorada, mas não tava rolando.

Um dia, enquanto eu andava perto da academia onde minha mãe ia, vi ela saindo com o Luis; assim que os vi, me escondi, aquele reflexo de quando os vi entrando em casa há um ano voltou. Tenho que confessar que me deu muito tesão e eu pensava muito no que tinha visto desde aquela vez. Decidi segui-los, mas acabei encontrando uma irmã da capela, a irmã Nancy Sánchez, uma mulher de 40 anos, casada, muito gostosa e sensual. Ela se assustou ao me ver.

—Alex, o que cê tá fazendo aqui? (Perguntou olhando na direção que a mamãe foi)
—Oi, irmã Sánchez, só tava passando (não queria que contasse pra minha mãe).
—Tava procurando a sua mãe?
—Não, só tava indo pro parque.
—Acho que já foi, manda um abraço pra ela, vou pra academia.

Me despedi, mas achei estranho ela também ir pra academia, mãe nunca tinha dito que a irmã Sánchez frequentava a mesma academia, na verdade ela não vai com a cara dela.
Eu segui eles, foram pra casa do Luis, onde não consegui entrar, mas confirmei que continuavam transando porque não acho que teriam ido só pra conversar…
Naquele dia, pensei muito nisso e decidi seguir a mamãe nos dias seguintes pra saber mais, me dava um tesão e me excitava, também pensei num plano pra vê-los de novo e talvez gravar eles.

No dia seguinte que espiei a academia, vi que o Luís saiu, mas não com a mamãe, e sim com a irmã Nancy Sánchez, o que me impressionou ainda mais. Agora eu entendia o que tava rolando: o Luís era o instrutor, era atlético e malhava pra caralho, também saía com a irmã Sánchez, e a mamãe chegava cedo quando não saía com ele. O que eu não entendi é por que a mamãe, se via o Luís com outra, continuava saindo com ele. Tava confuso e, como eu tinha 15 anos, não sacava muita coisa.

Segui com meu plano, que era aproveitar que o pai ia viajar pra fazer algum esquema que me deixasse fora de manhã e deixar bem claro pra mãe que ela tava sozinha em casa. Falei pra mãe que ia com uns amigos no cinema do outro lado da cidade e depois ia pra casa de um deles. Ela acreditou, e eu, que tinha comprado duas câmeras bem pequenas, escondi uma na sala e outra no quartão principal — uma num vaso e outra entre os livros que o pai tinha no quarto dele.

Os dois caíram, eu vi eles irem pra minha casa e rezei pra que as câmeras pegassem tudo. Consegui gravar tudo na nuvem: Eles entraram, como já se conheciam muito bem, pareciam um casal normal, vieram suados da academia, trouxeram comida, minha mãe foi pro quarto com o Luis e os dois se pelaram e foram tomar banho juntos (não consegui ver isso), demoraram 20 minutos intermináveis, saíram pro quarto e começaram a se beijar.

Falavam da rotina, das atividades da igreja, ouvi a mamãe (bem cínica) falando da bíblia pra ele (porque ele tava preocupado com a mãe dele no exterior) e finalmente partiram pros carinhos. Luís beijou ela toda, os dois deitados na cama, pelados, como os dois tinham corpos bons, me lembraram daqueles atores pornô que eu via. Mamãe chupava a pica enorme do Luís enquanto falava pra ele:

—Não consigo mais fingir com o Andrés (meu pai), ele acha que tá tudo bem entre nós, mas já tô de saco cheio de ficar com ele.
-Aguenta aí, sem o dinheiro dele, o que a gente faria?
-Já sei, mas tenho medo dela nos descobrir.
— Não vai não, é um cara igual a todos os outros maridos kkkkk.

Depois que a pica do Luís ficou bem dura e ereta, a mamãe se levantou, montou nele e começaram a foder, devagarzinho, e começaram a gemer.
Depois de alguns minutos, Luis se levantou, colocou a mamãe de quatro na cama e meteu mais forte, a mamãe gemia mais alto.
Depois de alguns minutos, elas saíram da cama e se aproximaram da mesinha de cabeceira (onde estava a câmera). Eu tava com medo de que vissem ela, mas só consegui ver o rosto da minha mãe mais de perto.

Ela tinha cara de puta, gemia, fechava os olhos, virava pra olhar pro Luis como se estivessem conversando com o olhar. Luis perguntou pra ela:

- E o cara do teu filho?
-Não fala assim com ela! AIH!!!
—Você mesmo disse outro dia!
—Isso me preocupa.
-Por quê?
—Pois não tem namorada, Ahhh!!, só fica jogando videogame e não sai.
Sim, beleza cara, fala pra ela vir na academia também.
-Calma aí kkkkkkk

Não entendi aquilo, mas fiquei puta por minha mãe ter falado assim de mim. Nunca imaginei isso dela, a mãe mórmon devota e rígida. Eles saíram dali e ele a deitou na cama enquanto a penetrava, colocou os tornozelos dela nos ombros e meteu bem forte, minha mãe gritava que nem uma louca. Ele deixou ela bem satisfeita, dá pra ver que ela teve vários orgasmos e no final, minha mãe, submissa, se ajoelhou na frente dele pra chupar e tirar a porra toda. Ficaram se olhando nos olhos fixamente enquanto ela batia uma pra ele e quando ele gozou, minha mãe ficou toda coberta de sêmen.

Luis começou a se vestir com um roupão do meu pai, desceu e minha mãe o seguiu, mas ela ficou pelada. Enquanto mamãe servia a comida (pelada), Luis estava na sala e dizia pra ela:

-Elsa!, já falou com a Nancy, a Laura e a Miriam pra sessão de sábado??
-Mandei uma mensagem pra elas, mas ainda não confirmaram.
—Amanhã vejo a Miriam e falo pra ela: já consegui o lugar.
-Ok
- Compra uma lingerie gostosa pra você
Sim, amor.

Na hora, eu já pensei em transar com todas aquelas mulheres e que a Nancy era a irmã Sánchez. Lembrei que Laura e Miriam também eram nomes de irmãs da igreja. A Laura era solteira, tinha 25 anos, e a Miriam tinha uns 36, também era casada, igual à Nancy e à minha mãe.

De repente, Luis percebeu a câmera no vaso e falou:

— Elsa!, tem uma câmera aqui, foi você que colocou?
-Onde!? Disse mamãe, surpresa.
—Tava no vaso, foi você quem colocou?
-Não!
-Então foi o corno.
-Não, ele foi embora no sábado, eu limpei ontem e não estava.
-Segura?
—Sim
-Não foi o Alex, né?
Talvez.
— Cê acha que ele sabe que a gente saiu?
—Sei lá, mas ela vai me ouvir. Arrebenta ela e depois eu vejo o que falo. Certeza que foi ele.

A câmera quebrou e eu só consegui ver que a mamãe continuava pelada pela casa. Eu tava com medo de verem a do quarto, mas não rolou. Fiquei cheio de dúvidas e a mamãe me deu uma bronca por causa da câmera, ela parecia nervosa, mas eu inventei que era pra ver se as coisas se mexiam por causa de fantasma. Ela se acalmou e disse que tinha deixado cair e quebrado.

Foi só isso, fiquei cheio de dúvidas, puto com o jeito que ele falava do meu Luis e ao mesmo tempo excitado com tudo.


3 comentários - Minha mãe mórmon e o migrante 2

huy y eso como sigue ufff que suertudo digo. me pasa q siempre quiero ver nunca puedo mi vieja con su pareja. si los escucho y no me da nada al contrario me gusta te digo. obbio nunca dije que escucho.