De novo aqui. Esse relato é tão real que, ao lembrar, fico toda molhada. A tia do meu marido piorou e minha sogra viajou de novo às pressas. Domingo foi o aniversário do meu sogro Carlos e, diante da situação, junto com meu marido, decidimos convidá-lo para casa para comemorar.Ale, meu esposo, fez churrasco e ligou pra ele vir, dando a surpresa. Meu sogro nem imaginava que a gente tinha preparado tudo pra festa. Acreditem, ele se emocionou e passamos um momento incrível. De presente, eu tinha comprado uma garrafa do rum preferido dele.
À tarde, Carlos decidiu que queria tomar um copo com a gente. Bebemos, meu marido não tá acostumado e logo ficou alegre. Um, dois, três copos e nós três estávamos animados. Até aí, tudo normal em família.
De repente, meu marido, já bem tocado pelo álcool, virou pro pai e disse: "Já que minha mulher é sua puta, manda ela te dar um boquete bem gostoso." Meu sogro falou que ele tava muito alterado e que não dissesse essas coisas. Meu marido continuou: "Você me fez uma videochamada me mostrando como arrebentava a bunda dela e agora se faz de ofendido?" Pedi pra ele calar a boca, mas tava muito empolgado. "Dá-lhe, puta, se você morre por essa pica enorme", continuou. Meu sogro, já meio puto, se levantou, me puxou do sofá e disse: "Vamos, dá o gosto pra ele, vem chupar." Tirou a bermuda e a cueca. Eu tirei tudo, fiquei pelada pro meu macho. "Isso aí!" disse o corno do meu marido. "Olha a pica que o meu velho tem, porra! Não é à toa que você tem a buceta igual uma flor, puta de merda." Como resposta, comecei a beijar meu sogro. Ele chupou meus peitos, apalpando minha bunda e usando a buceta à vontade. A pica dele ficou enorme e, desesperada, desci pra chupar. Meu marido tinha se despido e, com o pau duríssimo, começou a bater uma. Meu sogro dizia: "Olha a pica que a tua mulher tá comendo, é isso que você gosta, corno de merda." Eu me engasguei com a pica e comecei com os ânsias que a pica do meu sogro sempre me dá. Soltei por um segundo e ele disse: "Vem. vadia, mostra pro meu filho como você gosta de foder esse pau. Eu montei e gritei de prazer e dor. Ele enche todo o meu cuzinho e eu sinto como se fosse atravessar meu útero. Montei do meu jeito, tendo uma sequência de orgasmos. Fodia e dizia o quanto o amava. É minha? Sim, buceta só sua. Me ama, vadia? Te amo de verdade. A gente se dizia enquanto minha buceta se mexia empalada. Fiz dois movimentos e o Carlos não aguentou mais e soltou a primeira gozada, longa, grossa. Ele me beijava de língua e dizia te amo, Moni, te amo. Deixei ele descansar, fui chupar o pau do corno pra ele gozar. Não demorou muito e encheu minha boca de porra. Meu sogro pediu pra ir pra cama. Já nós três na cama, a gente se esfregava sem parar. De repente, vi como meu sogro tocava a bunda do filho, que gemia que nem uma vadia. Fui direto chupar o cu do meu sogro, que me recebeu felizão. Dei a melhor chupada de cu da minha vida. Resultado: o pau enorme ficou duro que nem um obelisco. Porra, que pau você tem, velho, disse meu marido, fora de si. Hipnotizado, foi até o pau do pai e colocou na boca. Senti ciúme de ele estar chupando o pau do meu macho, do meu amor. Meu sogro deixou ele fazer e fodiu a boca do próprio filho. Comecei a me masturbar com o espetáculo. Enfiei três dedos no meu cuzinho enquanto o puto do meu marido comia o pau do pai com desespero. Meu sogro gemia e pedia mais. Com a punheta, me dei um orgasmo foda. Isso, vadia, assim, bate uma pro papai, disse meu sogro. Vem, corno promíscuo, papai vai arrebentar seu cu, disse Carlos pro filho. Meu marido soltou o pau e se ajoelhou de quatro. Meu sogro disse: vem, Moni, fica de quatro do lado do meu filho que eu vou arrebentar o cu de vocês dois. Me coloquei junto do Ale, que me beijou de língua. Senti o medo dele e falei: abre bem, você vai sentir como se um cano entrasse, mas daqui a pouco vai ser só prazer. Meu sogro encostou o pau na entrada e começou a penetrar ele. Meu marido chorava de dor, mas pedia pra não tirar. Foram uns dois minutos e o pau Carlos se enterrou todo na bunda dela. Tava sangrando, mas gemia e pedia mais pica. Deu umas picaçadas nela e tirou. Ficou atrás de mim e enfiou no meu cu, como tantas vezes. Me comeu um pouco e de novo no cu do filho. Assim foi comendo a bunda de nós dois enquanto bufava e gemia. Vou gozar, seus filhos da puta, quero porra na cara de vocês dois. Tava me comendo quando a porra tava vindo. Tirou de mim e, junto com meu marido, colocamos as caras pra ele gozar. Foi inacreditável a quantidade de porra que jorrou. Banhou nossas caras e pediu pra gente limpar a porra um do outro. Queria gozar, então pedi pro cuck me montar. Foram umas picaçadas e gozei igual uma gostosa. Atrás de mim, meu marido gozou dentro da minha pussy. Tava todo mundo muito tarado, então depois de uma pausa, a gente comeu de novo. Meu sogro gozou na minha pussy depois de ter comido o filho. A gente cochilou um pouco, derretidos de tanto sexo. Meu sogro me acordou falando: "Vem, meu amor, quero mijar, abre a boca." Tomei um mijo longo e quente. Fui tomar um banho. Quando voltei, meu sogro e meu marido tavam num 69. Fiquei com tesão de novo e comi cada um por um tempo. Eles não tinham mais porra. Dormimos fazendo um trenzinho. No dia seguinte, meio dormindo, senti uma ardência no cu — era a pica do meu sogro me comendo de manhã cedo. Encheu minha bunda de porra e foi tomar banho. Meu lindo cuck tinha feito o café da manhã. Passamos do limite e não tem volta. Beijos.
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