Luchonas: a noite mais quente
Combinamos de nos encontrar de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade pra mim, sentia que as horas não passavam nunca. A gente tinha combinado de voltar pro baile - minha luchona, uma amiga dela, eu e o Mateu, meu amigo. Tive que convencer ele porque ele não queria nem saber. (Mateu, se você tá lendo isso de algum lugar, você me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi uma eternidade. Tanto que fui cedo na casa do Mateu pra passar a ansiedade juntos. Finalmente, já trocados, chegou a hora de partir pra La Matanza. A noite prometia calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, eu e o Mateu ficamos de queixo caído. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de curtir. Estavam arrasando. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos conversando um pouco ali literalmente na lama de uma calçada de grama e com mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. A Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Ela tinha um vestidinho muito na moda da época, bem sexy, bem provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho bem transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio-dental branca que ela tinha por baixo. Em cima, estava sem sutiã mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquela época: super exagerada. Minha cock ficou dura desde que eu a cumprimentei com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava muito putinha, em sintonia com minha girl. O coitado do Mateu quase ficou com os olhos saltando vendo ela. Ela tinha uma bunda perfeita no melhor estilo bumbum de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvidas chamava a atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando peitos daqueles, ela ia mostrá-los, e a camisetinha decotada dela deixava ver a parte de cima daqueles melões divinos.
Elas subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto dava pra ver a calcinha branca dela. Eu não liguei absolutamente pra nada e, antes de sair, comecei a comer a boca dela e deslizei minha mão até a buceta. Minha gostosa nem se deu ao trabalho de me segurar e, pelo contrário, me beijou com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Tipo dizendo pra amiga: "esse pau é meu". Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da calcinha, e depois empurrando ela um pouco pro lado. A Jessica soltou dois gemidinhos curtos e agudos. Atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer a mesma coisa. Minha gostosa até agarrou um pouco meu pau duro no jeans, mas a gente se controlou a tempo e partiu pro baile.
Dessa vez, a fila da pista estava bem longa, mas andava rápido. O lugar era, como já tinha dito, um oásis de minas rochas villeras lindas. Nossas minas estavam num nível bom, mas tinha olho pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita bunda bem empinada. Decotes alguns bem fundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jessica tinha na época. A primeira, no braço, era uma espécie de flor entrelaçada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bunda — quando ela tava pelada, ficava explodindo de tesão. E talvez a mais chamativa: a espada com a cobra, algo que geralmente era conhecido como "morte à polícia". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que ela usava, dava pra ver e dava um extra na figura dela. Completando algumas coisas sobre a Jessica que me perguntaram no privado: sempre com as unhas feitas, longas e vermelhas ou cor-de-rosa — na maioria das vezes, ela me arranhava forte quando tava cavalgando. A carinha dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Ela sabia olhar pra você das duas formas. Balançando a bunda na pista, era toda uma mulher com tesão, mas passeando à tarde, sabia olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida de um jeito de infartar, fingia que não percebia. contei sobre ela. Morena de cabelo bem comprido. Como eu já tinha contado, seus peitos são pequenos mas redondinhos, lindos como dois limões. E sua buceta apertadinha fazia meu pau explodir de tesão. Algumas cicatrizes de pancadas de quando era mais nova completavam uma lutadora 100%.
Essa foi sem dúvidas uma das noites mais quentes da minha vida. Na pista de dança foi uma constante: a Jésica rebolando a bunda, encostando aquele rabão no meu volume que estava duríssimo. Ela deixava eu fazer de tudo: acariciar, apalpar, até meti a mão por baixo do vestido na buceta dela enquanto ela me beijava loucamente. Que jeito de dançar, de me provocar, ela me tinha sem dúvidas no ponto certo. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas girls rebolando pra gente descomunalmente. Elas nos quebraram financeiramente, devemos ter gastado uma fortuna em drinks. Nem sei quantas vezes fomos até o bar comprar. Literalmente, só sobrou grana pra pagar o pedágio da Panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jesica até parecia ficar excitada, com mais tesão, ao me fazer ir comprar drinks um atrás do outro. Porque quando eu voltava com o copo, ela me beijava loucamente, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, dançava comigo. E acima de tudo, ela fazia beicinho a cada compra. Botava sua carinha de menina e me dava "obrigada pelo presentinho". O Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos colegas playboys nunca teriam uma noite dessas na vida toda. E a gente ia fazer duas numa semana, basicamente.
Quando saímos da balada, ambos estávamos com o pau duríssimo, mal dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas caras de excitados eram ainda piores. Quando chegamos no 147, a Jesica, sem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "boluda, tô morrendo de vontade de mijar, me espera, chick". Bem na nossa frente, diante dos nossos narizes, Jesica agachou, puxou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, afastou a calcinha fio-dental e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, poderoso, que respingava absolutamente tudo. Minha gostosa, completamente bêbada, não tava nem aí, e eu olhava com muita tesão a linda bucetinha dela exposta. A amiga seguiu os passos, e entre as duas garotas deixaram um baita poça de mijo naquela calçada matancera. A gente estava com um tesão da porra e, sem fazer nenhum drama, as gostosas se levantaram, ajeitaram a calcinha fio-dental, e Jesica o vestidinho, e entraram no carro.
Fomos para a casa da tia da amiga da minha gostosa — a tia não estava, não sei bem porquê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo do funk. Tias e tios que na verdade não são, e casas para fazer festas ou rolês que deveriam ser cuidados e, por alguma razão, acabam em putaria. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre fica a marca. Chegamos na hora, e a amiga nos fez parar na porta de uma casinha humilde de tijolo à vista, com uma janela com grade preta comida pela ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam o quarteirão. Descemos do carro e entramos; Yani tinha a chave. Uma vez dentro, havia um único cômodo: uma sala com cozinha e um banheiro. Yani ligou um caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e colocou uns sons bem cumbieros que Mateo e eu não conhecíamos de jeito nenhum. A gente começou a tomar um frizze que tinha na geladeira e, enquanto bebíamos, as garotas rebolavam a bunda, dançando de um jeito bem putinha pra gente. Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com Mateo.
Dentro do quarto, Jesica começou a me beijar muito enquanto ia desabotoando o cinto da minha calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau na mão. Fora do jeans, tudo para ela. Eu tava com ele duríssimo. Cabeçona bem empinada, cheia de veias. Minha gostosa se ajoelhou e começou a beijá-la, passou a linguinha na cabeça e depois começou a me chupar. Enquanto ela me mamava e se engasgava com meu pau, eu olhei ao redor. Naquele momento, Yani estava chupando o Mateo. Nós dois cruzamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas e, do nada, tínhamos duas minas chupando nossos paus no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jéssica estava me chupando e fiquei louco de tesão. A sensação do fogo da boca dela, dos lábios dela percorrendo todo o meu pau, me deixava maluco, maluco mesmo. A Jéssica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei para ver aquele bumbum lindo, completamente pelado, por alguns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e arranquei a calcinha dela. Com ela toda nua para mim, a mina ficou de quatro na cama e eu, por trás, comecei a enfiar meu pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente ele entrou até o fundo, de tão molhada e escorregadia que a buceta dela estava. Minha mina soltou dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaai, papaiiiii" "aaaaaaai, siiiim". Eu, mais excitado que nunca, comecei a bombear meu pau bem dentro. Enfiava e tirava, primeiro de um jeito bem selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Ela estava completamente solta, maluca. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, ela gritava ainda mais alto. E essa putaria me deixava com mais tesão ainda. Enquanto eu bombava minha mina, olhei para o lado de novo e a Yani tinha ficado de quatro basicamente ao lado da Jéssica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comê-la e cruzamos novamente o que talvez tenha sido nosso momento mais épico juntos. Isso ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente esqueci deles e só continuei dando pau e mais pau na minha gostosa. Ela gritava que nem louca. Até a cumbia desconhecida do bonner não abafava os gritos dela. Devia dar para ouvir da rua. não tenho dúvidas. A Yani gemía, mas com os gritos da Jésica nem dava pra ouvir. Mas a situação de ver as duas gatas de quatro com esses bundões espetaculares recebendo nossos paus era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou fodendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi nossa noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com ainda mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo saíram da cama e foram foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquela hora, eu só conseguia beijar sua boca e seus peitos. Os mamilos e sentir o fluxo na minha rola. Coitada da Yani, nenhum gemido dela dava pra ouvir com tanto barulho da Jésica. Só deu pra escutar um "já acabou?" quando claramente o Mateo tinha gozado. Eu, que ainda por cima estava sem camisinha, diferente dele, tive que fazer um esforço desgraçado pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me controlei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas aguentei. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá tua porra, me dá tudoooo". Literalmente enchi ela completamente de porra, minha guerreira. Foi, acho, a explosão de porra maior da minha vida. Ou foi ali na noite que ela ficou grávida da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos desfeitos na cama, os dois. E assim, pelados, sujos e melados, acabamos dormindo. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e depois dormiram. Só acordamos às duas da tarde do outro dia. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
Combinamos de nos encontrar de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade pra mim, sentia que as horas não passavam nunca. A gente tinha combinado de voltar pro baile - minha luchona, uma amiga dela, eu e o Mateu, meu amigo. Tive que convencer ele porque ele não queria nem saber. (Mateu, se você tá lendo isso de algum lugar, você me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi uma eternidade. Tanto que fui cedo na casa do Mateu pra passar a ansiedade juntos. Finalmente, já trocados, chegou a hora de partir pra La Matanza. A noite prometia calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, eu e o Mateu ficamos de queixo caído. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de curtir. Estavam arrasando. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos conversando um pouco ali literalmente na lama de uma calçada de grama e com mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. A Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Ela tinha um vestidinho muito na moda da época, bem sexy, bem provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho bem transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio-dental branca que ela tinha por baixo. Em cima, estava sem sutiã mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquela época: super exagerada. Minha cock ficou dura desde que eu a cumprimentei com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava muito putinha, em sintonia com minha girl. O coitado do Mateu quase ficou com os olhos saltando vendo ela. Ela tinha uma bunda perfeita no melhor estilo bumbum de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvidas chamava a atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando peitos daqueles, ela ia mostrá-los, e a camisetinha decotada dela deixava ver a parte de cima daqueles melões divinos.
Elas subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto dava pra ver a calcinha branca dela. Eu não liguei absolutamente pra nada e, antes de sair, comecei a comer a boca dela e deslizei minha mão até a buceta. Minha gostosa nem se deu ao trabalho de me segurar e, pelo contrário, me beijou com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Tipo dizendo pra amiga: "esse pau é meu". Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da calcinha, e depois empurrando ela um pouco pro lado. A Jessica soltou dois gemidinhos curtos e agudos. Atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer a mesma coisa. Minha gostosa até agarrou um pouco meu pau duro no jeans, mas a gente se controlou a tempo e partiu pro baile.
Dessa vez, a fila da pista estava bem longa, mas andava rápido. O lugar era, como já tinha dito, um oásis de minas rochas villeras lindas. Nossas minas estavam num nível bom, mas tinha olho pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita bunda bem empinada. Decotes alguns bem fundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jessica tinha na época. A primeira, no braço, era uma espécie de flor entrelaçada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bunda — quando ela tava pelada, ficava explodindo de tesão. E talvez a mais chamativa: a espada com a cobra, algo que geralmente era conhecido como "morte à polícia". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que ela usava, dava pra ver e dava um extra na figura dela. Completando algumas coisas sobre a Jessica que me perguntaram no privado: sempre com as unhas feitas, longas e vermelhas ou cor-de-rosa — na maioria das vezes, ela me arranhava forte quando tava cavalgando. A carinha dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Ela sabia olhar pra você das duas formas. Balançando a bunda na pista, era toda uma mulher com tesão, mas passeando à tarde, sabia olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida de um jeito de infartar, fingia que não percebia. contei sobre ela. Morena de cabelo bem comprido. Como eu já tinha contado, seus peitos são pequenos mas redondinhos, lindos como dois limões. E sua buceta apertadinha fazia meu pau explodir de tesão. Algumas cicatrizes de pancadas de quando era mais nova completavam uma lutadora 100%.
Essa foi sem dúvidas uma das noites mais quentes da minha vida. Na pista de dança foi uma constante: a Jésica rebolando a bunda, encostando aquele rabão no meu volume que estava duríssimo. Ela deixava eu fazer de tudo: acariciar, apalpar, até meti a mão por baixo do vestido na buceta dela enquanto ela me beijava loucamente. Que jeito de dançar, de me provocar, ela me tinha sem dúvidas no ponto certo. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas girls rebolando pra gente descomunalmente. Elas nos quebraram financeiramente, devemos ter gastado uma fortuna em drinks. Nem sei quantas vezes fomos até o bar comprar. Literalmente, só sobrou grana pra pagar o pedágio da Panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jesica até parecia ficar excitada, com mais tesão, ao me fazer ir comprar drinks um atrás do outro. Porque quando eu voltava com o copo, ela me beijava loucamente, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, dançava comigo. E acima de tudo, ela fazia beicinho a cada compra. Botava sua carinha de menina e me dava "obrigada pelo presentinho". O Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos colegas playboys nunca teriam uma noite dessas na vida toda. E a gente ia fazer duas numa semana, basicamente.
Quando saímos da balada, ambos estávamos com o pau duríssimo, mal dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas caras de excitados eram ainda piores. Quando chegamos no 147, a Jesica, sem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "boluda, tô morrendo de vontade de mijar, me espera, chick". Bem na nossa frente, diante dos nossos narizes, Jesica agachou, puxou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, afastou a calcinha fio-dental e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, poderoso, que respingava absolutamente tudo. Minha gostosa, completamente bêbada, não tava nem aí, e eu olhava com muita tesão a linda bucetinha dela exposta. A amiga seguiu os passos, e entre as duas garotas deixaram um baita poça de mijo naquela calçada matancera. A gente estava com um tesão da porra e, sem fazer nenhum drama, as gostosas se levantaram, ajeitaram a calcinha fio-dental, e Jesica o vestidinho, e entraram no carro.
Fomos para a casa da tia da amiga da minha gostosa — a tia não estava, não sei bem porquê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo do funk. Tias e tios que na verdade não são, e casas para fazer festas ou rolês que deveriam ser cuidados e, por alguma razão, acabam em putaria. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre fica a marca. Chegamos na hora, e a amiga nos fez parar na porta de uma casinha humilde de tijolo à vista, com uma janela com grade preta comida pela ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam o quarteirão. Descemos do carro e entramos; Yani tinha a chave. Uma vez dentro, havia um único cômodo: uma sala com cozinha e um banheiro. Yani ligou um caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e colocou uns sons bem cumbieros que Mateo e eu não conhecíamos de jeito nenhum. A gente começou a tomar um frizze que tinha na geladeira e, enquanto bebíamos, as garotas rebolavam a bunda, dançando de um jeito bem putinha pra gente. Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com Mateo.
Dentro do quarto, Jesica começou a me beijar muito enquanto ia desabotoando o cinto da minha calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau na mão. Fora do jeans, tudo para ela. Eu tava com ele duríssimo. Cabeçona bem empinada, cheia de veias. Minha gostosa se ajoelhou e começou a beijá-la, passou a linguinha na cabeça e depois começou a me chupar. Enquanto ela me mamava e se engasgava com meu pau, eu olhei ao redor. Naquele momento, Yani estava chupando o Mateo. Nós dois cruzamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas e, do nada, tínhamos duas minas chupando nossos paus no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jéssica estava me chupando e fiquei louco de tesão. A sensação do fogo da boca dela, dos lábios dela percorrendo todo o meu pau, me deixava maluco, maluco mesmo. A Jéssica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei para ver aquele bumbum lindo, completamente pelado, por alguns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e arranquei a calcinha dela. Com ela toda nua para mim, a mina ficou de quatro na cama e eu, por trás, comecei a enfiar meu pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente ele entrou até o fundo, de tão molhada e escorregadia que a buceta dela estava. Minha mina soltou dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaai, papaiiiii" "aaaaaaai, siiiim". Eu, mais excitado que nunca, comecei a bombear meu pau bem dentro. Enfiava e tirava, primeiro de um jeito bem selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Ela estava completamente solta, maluca. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, ela gritava ainda mais alto. E essa putaria me deixava com mais tesão ainda. Enquanto eu bombava minha mina, olhei para o lado de novo e a Yani tinha ficado de quatro basicamente ao lado da Jéssica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comê-la e cruzamos novamente o que talvez tenha sido nosso momento mais épico juntos. Isso ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente esqueci deles e só continuei dando pau e mais pau na minha gostosa. Ela gritava que nem louca. Até a cumbia desconhecida do bonner não abafava os gritos dela. Devia dar para ouvir da rua. não tenho dúvidas. A Yani gemía, mas com os gritos da Jésica nem dava pra ouvir. Mas a situação de ver as duas gatas de quatro com esses bundões espetaculares recebendo nossos paus era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou fodendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi nossa noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com ainda mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo saíram da cama e foram foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquela hora, eu só conseguia beijar sua boca e seus peitos. Os mamilos e sentir o fluxo na minha rola. Coitada da Yani, nenhum gemido dela dava pra ouvir com tanto barulho da Jésica. Só deu pra escutar um "já acabou?" quando claramente o Mateo tinha gozado. Eu, que ainda por cima estava sem camisinha, diferente dele, tive que fazer um esforço desgraçado pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me controlei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas aguentei. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá tua porra, me dá tudoooo". Literalmente enchi ela completamente de porra, minha guerreira. Foi, acho, a explosão de porra maior da minha vida. Ou foi ali na noite que ela ficou grávida da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos desfeitos na cama, os dois. E assim, pelados, sujos e melados, acabamos dormindo. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e depois dormiram. Só acordamos às duas da tarde do outro dia. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
6 comentários - Luchonas: A Noite Mais Quente (cap 3)