E aí, galera, sou o Rick, o corno do bairro, e quero contar pra vocês sobre quando pegaram minha esposa numa festa do trabalho dela. Por favor, comentem e mandem mensagem privada pra gente bater um papo sobre chifres. Minha esposa Maggie já trabalhava há cerca de um ano na empresa de tecidos e roupas, num galpão grande onde cortavam o tecido e mandavam pra outro lugar costurar as roupas. Ela estava no departamento de contabilidade. A festa de aniversário da empresa estava chegando, então levei ela pra comprar um vestido de festa pra ocasião. A gente tinha em mente um vestido longo e justinho, com um decote generoso, porque ela sempre gosta de exibir o peitão lindo dela. Mas enquanto a gente ia de uma loja pra outra, esbarramos em algo que me deu uma ereção na hora: era um vestido preto, minissaia bem curtinha e colada nos quadris dela, mas a parte de cima... uau! Era só um véu semitransparente que envolvia a nuca dela e cruzava na frente, tapando os peitos, pra se juntar na cintura com a saia. Eu adorei o fato de que, olhando por trás, além do bumbum gostoso dela, ela parecia estar nua da cintura pra cima, porque o cabelo dela cobria o véu na nuca. Parecia que não dava pra ficar mais nua sem mostrar nada. Além disso, me deixou excitado saber que qualquer um, ao cumprimentá-la com um abraço, poderia sentir a pele das costas dela até a cinturinha.
Chegou o sábado da festa, e ela estava um tesão, capaz de esquentar qualquer macho que se preze. No caminho, passamos no posto de gasolina onde ela trabalhou um tempo atrás, e mesmo que eu pudesse ter pago com meu cartão no bomba, dei minha carteira pra ela entrar e pagar na lojinha. Dois caras moreninhos estavam saindo e, cavalheiros, abriram a porta pra ela, mas olharam de um jeito vulgar e até disseram algo que a fez sorrir. Já estava começando a escurecer, então dava pra ver claramente o que acontecia lá dentro; ela foi e pagou pela gasolina, mas quando voltava pra sair, virou ao ouvir uma voz e se... Ele ficou ali; era seu antigo chefe, Amir, que foi rapidamente cumprimentá-la, deu-lhe um abraço e aproveitou para acariciar a pele macia das costas da minha esposa, continuando a acariciar enquanto perguntava sobre seu novo trabalho, etc., sem tirar os olhos do decote dela. Cabe dizer que eu estava com o membro duro como pedra de ver a mão dele na pele da Maggie, e mais ainda quando se despediram com outro abraço forte, no qual seus corpos se colaram de um jeito bem gostoso. Depois, ela se virou e saiu, seguida pelo olhar morboso do hindu. "Ele te apalpou, te comeu e te engravidou só com o olhar!" eu disse, divertido, quando entramos no carro. Ela me deu um tapinha no ombro. "Não exageraaaaaaa", disse ela rindo, mas visivelmente excitada. "Ele é muito respeitoso." Continuamos brincando, mas eu deixei claro que ela estava linda e que qualquer um pagaria para comê-la, de tão gostosa que ela estava. Chegamos ao trabalho dela, entramos pela parte de trás do armazém, que era o estacionamento das caminhonetes de entrega e duas ou três vans com o logo da empresa, e estacionei um pouco longe, com medo de que houvesse muito trânsito na saída. Entramos na área de carga e descarga, que tinha sido preparada e limpa para a festa. Havia mesas e cadeiras com toalhas e um espaço como pista de dança no centro. A música suave tocava e cerca de vinte pessoas já estavam espalhadas, conversando alegremente. A Maggie me levou até uma mesa onde dona Elena, uma senhora muito bonita, de uns quarenta anos, muito bem conservada, com um vestido comum mas de bom decote, estava com seu marido, don Manuel, e nos ofereceram bebida, o que minha esposa aceitou com prazer. Depois, outros chegaram para cumprimentar, incluindo don Rafael, o dono da empresa, um homem grisalho e magro de uns cinquenta e poucos anos. Mais no fundo desse grande salão, havia dois escritórios de vigilância e primeiros socorros, um de cada lado, deixando no meio uma espécie de túnel que levava à parte da frente, onde estavam os banheiros, as escadas para subir aos escritórios e havia montanhas de paletes com rolos de tecido e várias mesas de corte, mas aquele lado estava às escuras, iluminado apenas pelas luzes dos escritórios na parte de cima.
A Maggie logo se soltou graças ao álcool e conversava e ria muito. Depois chegaram Alberto, um dos motoristas, e Roberto da contabilidade, que claramente já tinham amizade com a Maggie, pois a conversa era mais à vontade. Eles dançaram um pouco e minha esposa arrumava o véu do vestido com frequência e puxava a minissaia para baixo, pois ela subia sem querer. Mas, à medida que continuava bebendo, foi perdendo essa timidez e, cada vez que voltava de uma música, eu tinha que dizer para ela arrumar a saia porque dava para ver o começo da bunda. Mas eu falava isso não porque me importasse que os outros vissem, e sim para fazer ela perceber que seus colegas de trabalho estavam se deliciando olhando. Além disso, quando dançavam salsa e a faziam girar com a mão para cima, o véu do vestido se deslocava levemente para os lados, deixando ver os peitinhos redondos quase até o mamilo.
Não podia faltar o reggaeton, que ela não queria dançar no começo, mas já meio bêbada, se divertia esfregando a bunda nos paus dos colegas, que se aproveitavam da situação para se agradar, sentindo a firmeza das nádegas dela. Eu a observava muito excitado e, cada vez que ela voltava para sentar e beber do copo, eu falava coisas no ouvido dela tipo: "Aquele amigo se deliciou com seu rabinho, amor, talvez ele tenha gozado na calça" e ria. "Não exagera", ela me dizia rindo, "é só uma dança". Até o chefe dela, o senhor Rafael, não perdeu a chance de dançar com ela e sentir o corpo.
Já estavam todos bem bebidos quando o marido da dona Elena se desculpou para ir ao banheiro, e eu percebi que Roberto foi e se sentou ao lado dela, conversando no ouvido, mas tenho certeza de que estava apalpando ela por baixo da mesa. Também notei outra garota que não conheço, com um vestido cor pêssego, estava sentada em outra mesa com o marido, quando ele se afastou, provavelmente para ir ao banheiro. Um grupo de três homens a cercou, como se estivessem brincando com ela, e eu juraria que vi mãos em seus peitos… mas não tenho certeza. Fiquei excitado pensando no que fariam com minha esposa na minha ausência, então esperei até que don Manuel voltasse e disse à Maggie que ia ao banheiro, mas que da última vez que fui havia fila para entrar e que poderia demorar. Fui e atravessei o corredor entre as salas de vigilância e médico e, lá no fundo, me escondi no canto, mas as pessoas não me deixavam ver nossa mesa; o que vi foi uma garota de minissaia em um grupo de várias pessoas, o marido a segurava pelos ombros, mas o homem sentado na cadeira colada neles acariciava a parte de trás de sua perna, e sua mão subiu até desaparecer sob a saia. Ela levou a mão para trás, pensei que fosse para parar as carícias do cara, mas ela só pressionou para que ele a acariciasse com mais força. Decepcionado por não conseguir ver minha esposa, virei em direção ao banheiro. Maggie me contou, tempo depois, o que aconteceu lá. Disse que o motorista e o contador que estavam conosco se aproximaram dela assim que eu saí e, brincando, acariciavam suas pernas e cada um um peito, até levantaram o véu, deixando à vista os mamilos duros, enquanto dona Elena ria e don Manuel dizia, rindo, para apertarem mais forte os mamilos. Maggie ria, bêbada, mas sua mão foi até a virilha deles para apertar suas ereções.
O banheiro masculino estava vazio, mas pude ouvir um gemido masculino seguido de um “shhhh!” feminino; entrei sem fazer barulho e, olhando por baixo, vi que em uma das cabines estava a garota do vestido cor pêssego de cócoras na frente de um homem com as calças nos tornozelos e o clássico movimento de um boquete; não durou muito até a respiração do cara ficar selvagem, dando sinais de que estava gozando; meu pau estava duro quando fui e comecei a mijar, ouvi barulho de roupa se ajustando e os dois saíram do cubículo, ele com cara de satisfação e orgulho e ela envergonhada de me ver ali e foram embora. Voltei para nossa mesa onde não havia sinal de nada fora do normal, dona Elena e o marido dela puxaram conversa enquanto eu olhava para a garota do vestido pêssego abraçada com o marido como se nada tivesse acontecido. A Maggie já não estava nem aí para a roupa e voltava com o triângulo preto da calcinha fio-dental à vista de todos nós, don Manuel já estava bêbado e fazia comentários picantes sobre minha esposa, e dona Elena dava risada e concordava. Quando a Maggie estava dançando, don Rafael, visivelmente bêbado, veio e sentou comigo, "sua esposa está linda... com todo respeito" ele disse. "Ela tá uma gostosa" eu disse brincando, "perdão!" falei como surpreso "ela tá muito gostosa" corrigi, ele riu às gargalhadas e me abraçou "gosto muito de você, Rick" disse "te considero como meu irmão", eu ri por dentro, clássico papo de bêbado, "mas não irmãos de leite, né?" eu disse insinuando que nós dois comíamos a mesma mulher, nesse caso minha esposa, o velho riu de novo mas depois ficou sério "Claro que não" falou "Como é que você pensa? Eu nunca faria isso com você", me aproximei um pouco mais aguentando o bafo de álcool "Olha don Rafa", eu disse e ele riu um pouco pela intimidade "o senhor disse que me considera como um irmão, o senhor sabe se alguém tá comendo a Maggie?" ele ficou sério, hesitou uns momentos porque o cérebro dele já estava embaçado, mas se recompôs "Não, não, não, olha, aqui todo mundo respeita muito ela" me disse "e ela se faz respeitar", foi só isso, continuamos rindo e depois que a Maggie voltou da dança, ele saiu da mesa. Minha esposa estava toda brilhando de suor, no rosto e no peito e isso a deixava mais desejável, quando a garota do vestido pêssego chegou cumprimentando tímida comigo, por causa do que eu vi no banheiro, ela perguntou pra Maggie sobre uns orçamentos que tinham que ter enviado pro "chinês" (não o dos rancheros, ha ha), Não eram urgentes, vou mandar na segunda", a garota abriu bastante seus lindos olhos, "Tinham que ser enviadas ontem!" disse ela alarmada, e Maggie mudou sua expressão para preocupada. "Olha", a garota disse novamente, "vai para o escritório agora e manda o e-mail, você leva menos de meia hora e na segunda o chinês já vai ter". Minha esposa olhou para mim e para a garota, tentando pensar com sobriedade. "Vai e faz", eu disse, "eu espero por você". Ela se levantou da mesa, me deu um beijo nos lábios e atravessou a pista de dança com seus sapatos de salto alto e a parte de baixo de suas nádegas aparecendo sob a saia. Voltou um tempo depois com um olhar de tranquilidade e satisfação. Eu pensei que fosse por ter cumprido o que tinha que fazer, mas ela me contou a verdade depois: Maggie atravessou o corredor um pouco tonta, mas nervosa pelas cotações, e ao virar para subir as escadas em direção ao escritório, umas mãos apertaram sua bunda por trás. Ela soltou um grito de susto e depois uma risada ao ver que era o senhor Rafael, que a abraçou pela cintura e começou a beijar seu pescoço. Ela resistiu um pouco. "Senhor Rafael!", disse ela ainda divertida, "tenho que mandar as cotações do chinês hoje!". "Não, gostosa", disse o velho, subindo as mãos para os peitos da minha esposa, "é puro papo... eu disse para a Julissa te falar isso para você vir aqui". "O quê!", disse ela meio irritada. "Por que fez isso?". "A festa toda eu fiquei te vendo dançar e você me deixou com tesão, linda", disse ele sem parar de apalpá-la. "Quero te enfiar o pau". "Seu Rafa!", disse ela rindo mais tranquila. O chefe a pegou pela mão e a levou na escuridão entre as pilhas de tecido, longe de qualquer olhar, até uma pequena pilha de rolos na altura de uma mesa, onde a abraçou e se beijaram ardentemente, obviamente sem parar de apertar as nádegas dela depois de levantar sua saia até a cintura, puxou com força as tiras de véu do vestido para deixar sair os deliciosos peitos da minha... esposa e apertando-as disse: "Que peitões gostosos!" e se apegou para chupá-los, dando chupadas nos mamilos duros, depois a soltou e se apoiou nos rolos de tecido e, desabotoçando a calça, a baixou até as coxas, deixando sair o pau duro e ereto, cheio de líquido pré-seminal. Maggie o acariciou com a mão por alguns momentos, mas depois, agachou-se, igual àquela garota no banheiro, e lambendo a babinha, o colocou na boca até onde pôde. Don Rafael levantou a cabeça e fechou os olhos, sentindo a boca da minha esposa em seu membro. "Chupa minhas bolas, mami", ele disse sussurrando. Ela, sem parar de masturbá-lo, colocou as bolas penduradas na boca e lá dentro as lambia, provocando sensações deliciosas no chefe. O velho percebeu que ela se acariciava o clitóris com os dedos, então a ajudou a levantar. "Está com tesão, mami?", ele disse, colocando-a de costas para ele, e ela levantou a bunda sem parar de olhar para o rosto dele. Ele observou o belo par de nádegas e as apertou com suavidade, dando palmadinhas na minha esposa, depois puxou a calcinha com força, arrebentando o fio fino, ao que ela deu um gritinho de tesão. Ele se ajoelhou e, abrindo as nádegas dela com as mãos o máximo que podia, meteu o rosto e lambeu ruidosamente a boceta molhada. "Você está bem molhada", disse surpreso e meteu o rosto de novo, lambendo toda a boceta, subindo até o cuzinho e enfiando a língua na vagina. Ela gemeu de prazer ao sentir e ouvir as chupadas que o velho dava em sua parte, fazendo-a gozar só com as lambidas. "Quer pau, mami?", ele disse. "Sim, papi", ela respondeu. "Já enfia, por favor". Don Rafael se levantou e, guiando seu membro entre as nádegas de Maggie, foi enfiando devagar seu tronco de carne enquanto ela, fechando os olhos, suspirava de prazer. Seu chefe dava enfiadas fortes, batendo os quadris nas nádegas dela, que faziam seus peitos balançarem para frente e para trás. Depois de estar comendo ela nessa Ele a posicionou, virou-a e beijou-a na boca, deitou-a sobre os tecidos e ergueu suas pernas até colocá-las juntas sobre seu ombro esquerdo, sem precisar usar as mãos, enfiou-a novamente até o fundo, de modo que a cada investida seus ovos batiam na bunda da minha esposa. Maggie teve outro orgasmo nessa posição, segurando-se para não gritar. As mãos do velho apertavam os peitos de Maggie quando ele sentiu que estava prestes a gozar; Maggie pode apertar sua buceta para que a porra não vaze até que ela vá ao banheiro se livrar dela, mas sabe que quando está bêbada, esquece de fazer isso, e não podia voltar com a porra escorrendo por suas pernas, então, como pôde, soltou-se da foda e novamente de cócoras enfiou o membro na boca com violência. Ela me disse que seu chefe gosta que ela o chupe no estilo “peixinho”, que é assim: ela abre e fecha os lábios na cabeça do pau enquanto o masturba com uma mão e acaricia seus ovos com a outra. E assim ela fez, até que o velho explodiu em jatos de porra quente que minha esposa engoliu com dificuldade e apenas algumas gotinhas caíram em seu peito. Ela se levantou arrumando a roupa, deu um beijo na bochecha de seu chefe, que respirava ofegante, e depois de um “tchau” voltou para a mesa, não sem antes se refrescar no banheiro. Depois de me contar que estava tudo bem e que já havia enviado os tais e-mails, voltou a servir bebida em seu copo e o esvaziou de um gole, parecia linda, toda suada e excitada. O álcool já estava a dominando, dava para notar em seu olhar e em sua fala, quando eu disse que já era noite, que se nos retirássemos, mas ela insistia em continuar dançando, mesmo não conseguindo se manter em pé. Então comecei a me despedir dos outros que já estavam bêbados e quando me virei para ela, ela já estava recostada sobre a mesa, caindo no sono, Alberto, o motorista, parecia bêbado, mas menos que todos os outros, então pedi que me ajudasse a levá-la até o carro, e ele aceitou. Nós a colocamos no meio, com os braços dela sobre nossos ombros, e ainda caminhava com os próprios pés, mas já não reagia. No caminho até o carro, percebi de relance que Alberto tinha a mão sob o véu do vestido, diretamente no peito da minha esposa, mas não disse nada. Ao chegarmos no carro, ele tirou a mão e o véu ficou preso num anel, deixando a teta à mostra. Eu ri, divertido, o que fez ele rir também. Calmamente, ajudei a soltar o véu do dedo dele e, antes de cobrir o peito da Maggie com o véu, acariciei o peito dela com a mão. “Mmh, ela tá bem durinha!”, falei e ri. Para abrir o carro, Alberto se apoiou no carro ao lado e eu joguei o outro braço dela sobre ele, de modo que pareciam estar abraçados, com a cabeça dela no peito dele e as mãos dele na cintura feminina. Fingi demorar o máximo possível para abrir o carro, até deixei as chaves caírem no chão. Finalmente abri e o motorista me ajudou a colocá-la no carro e a afivelar o cinto, mas eu não queria que tudo acabasse ali. Então disse: “Tô cagando… você pode ficar com ela enquanto vou ao banheiro?”. “Claro que sim”, ele respondeu. “Espero não demorar, você sabe como fica fila”. “Não se preocupe, te espero aqui”. Fingindo apressar o passo, me afastei um pouco, mas voltei entre os carros até a van da empresa, que estava bem ao lado do meu carro, e espreitei com cuidado. Alberto tinha ido até a parte de trás do carro para ver se vinha alguém e, ao não ver ninguém, voltou sobre seus passos e abriu a porta rapidamente. Maggie dormia com o rosto virado para o banco do motorista. Alberto abriu o véu, deixando os peitos da minha esposa à mostra e, segurando-os com a mão, deu algumas chupadas, babando neles. Depois, abriu as pernas dela bruscamente. “Não tá de calcinha, que tasty!”. Tirando uma perna dela do carro, sua mão foi direto para a bucetinha, ele chupou os dedos e os enfiou como pôde. Ela apenas gemeu, ninguém sabe se de queixa ou de prazer. Ouviu-se o barulho de um carro ligando e Alberto Ele arrumou a saia, a perna e o vestido dela, e foi até a parte de trás do carro enquanto eu virava de costas como se estivesse urinando, mas com o pau duro como pedra; o carro que saía passou direto e o motorista acenou com a mão, mas assim que o carro se perdeu na noite, ele deu outra olhada para a festa, e voltou apressado para o lado da minha esposa, puxou os peitos dela para fora de novo, abaixou o zíper da calça e tirou seu pau endurecido, puxou a cabeça da Maggie que parecia uma boneca de pano, lambendo seus lábios e babando na boca dela, depois se endireitou e esfregando a cabeça do pau no rosto da Maggie a molhou com líquido pré-seminal, dando ênfase na boca, eu não conseguia acreditar, me masturbando furiosamente; ela, meio adormecida, ao sentir a pressão do pau sobre seus lábios, abriu a boca e começou a chupar. Alberto abria a boca sentindo o prazer, era quase engraçado vê-lo arqueando para trás para tentar enfiar mais fundo, até colocou o pé dentro do carro apoiando perto do câmbio. Minha tesão era tremenda, vendo como aquele filho da puta estava comendo minha esposa pela boca, e os peitos dela balançando de um lado para o outro, respirando ofegante, ela nem mexia as mãos, só dava leves engasgos quando o pau chegava na garganta. “Aqui vai, Maggie!” ele disse sussurrando “Aqui vai minha porra! Engole tudo!” e suspirando ele gozou na garganta da minha mulher e eu no pneu da van. Dei uns momentos para ele se acomodar e assobiando fingi que estava voltando da festa, ele já estava encostado no outro carro olhando o celular, então dei a mão e nos despedimos amigavelmente. Liguei o carro e entrei na rua, Maggie estava linda dormindo sem saber de nada, tinha no canto dos lábios uma gota escorrendo de sêmen, então no sinal vermelho, me inclinei e limpei com a língua.
Chegou o sábado da festa, e ela estava um tesão, capaz de esquentar qualquer macho que se preze. No caminho, passamos no posto de gasolina onde ela trabalhou um tempo atrás, e mesmo que eu pudesse ter pago com meu cartão no bomba, dei minha carteira pra ela entrar e pagar na lojinha. Dois caras moreninhos estavam saindo e, cavalheiros, abriram a porta pra ela, mas olharam de um jeito vulgar e até disseram algo que a fez sorrir. Já estava começando a escurecer, então dava pra ver claramente o que acontecia lá dentro; ela foi e pagou pela gasolina, mas quando voltava pra sair, virou ao ouvir uma voz e se... Ele ficou ali; era seu antigo chefe, Amir, que foi rapidamente cumprimentá-la, deu-lhe um abraço e aproveitou para acariciar a pele macia das costas da minha esposa, continuando a acariciar enquanto perguntava sobre seu novo trabalho, etc., sem tirar os olhos do decote dela. Cabe dizer que eu estava com o membro duro como pedra de ver a mão dele na pele da Maggie, e mais ainda quando se despediram com outro abraço forte, no qual seus corpos se colaram de um jeito bem gostoso. Depois, ela se virou e saiu, seguida pelo olhar morboso do hindu. "Ele te apalpou, te comeu e te engravidou só com o olhar!" eu disse, divertido, quando entramos no carro. Ela me deu um tapinha no ombro. "Não exageraaaaaaa", disse ela rindo, mas visivelmente excitada. "Ele é muito respeitoso." Continuamos brincando, mas eu deixei claro que ela estava linda e que qualquer um pagaria para comê-la, de tão gostosa que ela estava. Chegamos ao trabalho dela, entramos pela parte de trás do armazém, que era o estacionamento das caminhonetes de entrega e duas ou três vans com o logo da empresa, e estacionei um pouco longe, com medo de que houvesse muito trânsito na saída. Entramos na área de carga e descarga, que tinha sido preparada e limpa para a festa. Havia mesas e cadeiras com toalhas e um espaço como pista de dança no centro. A música suave tocava e cerca de vinte pessoas já estavam espalhadas, conversando alegremente. A Maggie me levou até uma mesa onde dona Elena, uma senhora muito bonita, de uns quarenta anos, muito bem conservada, com um vestido comum mas de bom decote, estava com seu marido, don Manuel, e nos ofereceram bebida, o que minha esposa aceitou com prazer. Depois, outros chegaram para cumprimentar, incluindo don Rafael, o dono da empresa, um homem grisalho e magro de uns cinquenta e poucos anos. Mais no fundo desse grande salão, havia dois escritórios de vigilância e primeiros socorros, um de cada lado, deixando no meio uma espécie de túnel que levava à parte da frente, onde estavam os banheiros, as escadas para subir aos escritórios e havia montanhas de paletes com rolos de tecido e várias mesas de corte, mas aquele lado estava às escuras, iluminado apenas pelas luzes dos escritórios na parte de cima.
A Maggie logo se soltou graças ao álcool e conversava e ria muito. Depois chegaram Alberto, um dos motoristas, e Roberto da contabilidade, que claramente já tinham amizade com a Maggie, pois a conversa era mais à vontade. Eles dançaram um pouco e minha esposa arrumava o véu do vestido com frequência e puxava a minissaia para baixo, pois ela subia sem querer. Mas, à medida que continuava bebendo, foi perdendo essa timidez e, cada vez que voltava de uma música, eu tinha que dizer para ela arrumar a saia porque dava para ver o começo da bunda. Mas eu falava isso não porque me importasse que os outros vissem, e sim para fazer ela perceber que seus colegas de trabalho estavam se deliciando olhando. Além disso, quando dançavam salsa e a faziam girar com a mão para cima, o véu do vestido se deslocava levemente para os lados, deixando ver os peitinhos redondos quase até o mamilo.
Não podia faltar o reggaeton, que ela não queria dançar no começo, mas já meio bêbada, se divertia esfregando a bunda nos paus dos colegas, que se aproveitavam da situação para se agradar, sentindo a firmeza das nádegas dela. Eu a observava muito excitado e, cada vez que ela voltava para sentar e beber do copo, eu falava coisas no ouvido dela tipo: "Aquele amigo se deliciou com seu rabinho, amor, talvez ele tenha gozado na calça" e ria. "Não exagera", ela me dizia rindo, "é só uma dança". Até o chefe dela, o senhor Rafael, não perdeu a chance de dançar com ela e sentir o corpo.
Já estavam todos bem bebidos quando o marido da dona Elena se desculpou para ir ao banheiro, e eu percebi que Roberto foi e se sentou ao lado dela, conversando no ouvido, mas tenho certeza de que estava apalpando ela por baixo da mesa. Também notei outra garota que não conheço, com um vestido cor pêssego, estava sentada em outra mesa com o marido, quando ele se afastou, provavelmente para ir ao banheiro. Um grupo de três homens a cercou, como se estivessem brincando com ela, e eu juraria que vi mãos em seus peitos… mas não tenho certeza. Fiquei excitado pensando no que fariam com minha esposa na minha ausência, então esperei até que don Manuel voltasse e disse à Maggie que ia ao banheiro, mas que da última vez que fui havia fila para entrar e que poderia demorar. Fui e atravessei o corredor entre as salas de vigilância e médico e, lá no fundo, me escondi no canto, mas as pessoas não me deixavam ver nossa mesa; o que vi foi uma garota de minissaia em um grupo de várias pessoas, o marido a segurava pelos ombros, mas o homem sentado na cadeira colada neles acariciava a parte de trás de sua perna, e sua mão subiu até desaparecer sob a saia. Ela levou a mão para trás, pensei que fosse para parar as carícias do cara, mas ela só pressionou para que ele a acariciasse com mais força. Decepcionado por não conseguir ver minha esposa, virei em direção ao banheiro. Maggie me contou, tempo depois, o que aconteceu lá. Disse que o motorista e o contador que estavam conosco se aproximaram dela assim que eu saí e, brincando, acariciavam suas pernas e cada um um peito, até levantaram o véu, deixando à vista os mamilos duros, enquanto dona Elena ria e don Manuel dizia, rindo, para apertarem mais forte os mamilos. Maggie ria, bêbada, mas sua mão foi até a virilha deles para apertar suas ereções.
O banheiro masculino estava vazio, mas pude ouvir um gemido masculino seguido de um “shhhh!” feminino; entrei sem fazer barulho e, olhando por baixo, vi que em uma das cabines estava a garota do vestido cor pêssego de cócoras na frente de um homem com as calças nos tornozelos e o clássico movimento de um boquete; não durou muito até a respiração do cara ficar selvagem, dando sinais de que estava gozando; meu pau estava duro quando fui e comecei a mijar, ouvi barulho de roupa se ajustando e os dois saíram do cubículo, ele com cara de satisfação e orgulho e ela envergonhada de me ver ali e foram embora. Voltei para nossa mesa onde não havia sinal de nada fora do normal, dona Elena e o marido dela puxaram conversa enquanto eu olhava para a garota do vestido pêssego abraçada com o marido como se nada tivesse acontecido. A Maggie já não estava nem aí para a roupa e voltava com o triângulo preto da calcinha fio-dental à vista de todos nós, don Manuel já estava bêbado e fazia comentários picantes sobre minha esposa, e dona Elena dava risada e concordava. Quando a Maggie estava dançando, don Rafael, visivelmente bêbado, veio e sentou comigo, "sua esposa está linda... com todo respeito" ele disse. "Ela tá uma gostosa" eu disse brincando, "perdão!" falei como surpreso "ela tá muito gostosa" corrigi, ele riu às gargalhadas e me abraçou "gosto muito de você, Rick" disse "te considero como meu irmão", eu ri por dentro, clássico papo de bêbado, "mas não irmãos de leite, né?" eu disse insinuando que nós dois comíamos a mesma mulher, nesse caso minha esposa, o velho riu de novo mas depois ficou sério "Claro que não" falou "Como é que você pensa? Eu nunca faria isso com você", me aproximei um pouco mais aguentando o bafo de álcool "Olha don Rafa", eu disse e ele riu um pouco pela intimidade "o senhor disse que me considera como um irmão, o senhor sabe se alguém tá comendo a Maggie?" ele ficou sério, hesitou uns momentos porque o cérebro dele já estava embaçado, mas se recompôs "Não, não, não, olha, aqui todo mundo respeita muito ela" me disse "e ela se faz respeitar", foi só isso, continuamos rindo e depois que a Maggie voltou da dança, ele saiu da mesa. Minha esposa estava toda brilhando de suor, no rosto e no peito e isso a deixava mais desejável, quando a garota do vestido pêssego chegou cumprimentando tímida comigo, por causa do que eu vi no banheiro, ela perguntou pra Maggie sobre uns orçamentos que tinham que ter enviado pro "chinês" (não o dos rancheros, ha ha), Não eram urgentes, vou mandar na segunda", a garota abriu bastante seus lindos olhos, "Tinham que ser enviadas ontem!" disse ela alarmada, e Maggie mudou sua expressão para preocupada. "Olha", a garota disse novamente, "vai para o escritório agora e manda o e-mail, você leva menos de meia hora e na segunda o chinês já vai ter". Minha esposa olhou para mim e para a garota, tentando pensar com sobriedade. "Vai e faz", eu disse, "eu espero por você". Ela se levantou da mesa, me deu um beijo nos lábios e atravessou a pista de dança com seus sapatos de salto alto e a parte de baixo de suas nádegas aparecendo sob a saia. Voltou um tempo depois com um olhar de tranquilidade e satisfação. Eu pensei que fosse por ter cumprido o que tinha que fazer, mas ela me contou a verdade depois: Maggie atravessou o corredor um pouco tonta, mas nervosa pelas cotações, e ao virar para subir as escadas em direção ao escritório, umas mãos apertaram sua bunda por trás. Ela soltou um grito de susto e depois uma risada ao ver que era o senhor Rafael, que a abraçou pela cintura e começou a beijar seu pescoço. Ela resistiu um pouco. "Senhor Rafael!", disse ela ainda divertida, "tenho que mandar as cotações do chinês hoje!". "Não, gostosa", disse o velho, subindo as mãos para os peitos da minha esposa, "é puro papo... eu disse para a Julissa te falar isso para você vir aqui". "O quê!", disse ela meio irritada. "Por que fez isso?". "A festa toda eu fiquei te vendo dançar e você me deixou com tesão, linda", disse ele sem parar de apalpá-la. "Quero te enfiar o pau". "Seu Rafa!", disse ela rindo mais tranquila. O chefe a pegou pela mão e a levou na escuridão entre as pilhas de tecido, longe de qualquer olhar, até uma pequena pilha de rolos na altura de uma mesa, onde a abraçou e se beijaram ardentemente, obviamente sem parar de apertar as nádegas dela depois de levantar sua saia até a cintura, puxou com força as tiras de véu do vestido para deixar sair os deliciosos peitos da minha... esposa e apertando-as disse: "Que peitões gostosos!" e se apegou para chupá-los, dando chupadas nos mamilos duros, depois a soltou e se apoiou nos rolos de tecido e, desabotoçando a calça, a baixou até as coxas, deixando sair o pau duro e ereto, cheio de líquido pré-seminal. Maggie o acariciou com a mão por alguns momentos, mas depois, agachou-se, igual àquela garota no banheiro, e lambendo a babinha, o colocou na boca até onde pôde. Don Rafael levantou a cabeça e fechou os olhos, sentindo a boca da minha esposa em seu membro. "Chupa minhas bolas, mami", ele disse sussurrando. Ela, sem parar de masturbá-lo, colocou as bolas penduradas na boca e lá dentro as lambia, provocando sensações deliciosas no chefe. O velho percebeu que ela se acariciava o clitóris com os dedos, então a ajudou a levantar. "Está com tesão, mami?", ele disse, colocando-a de costas para ele, e ela levantou a bunda sem parar de olhar para o rosto dele. Ele observou o belo par de nádegas e as apertou com suavidade, dando palmadinhas na minha esposa, depois puxou a calcinha com força, arrebentando o fio fino, ao que ela deu um gritinho de tesão. Ele se ajoelhou e, abrindo as nádegas dela com as mãos o máximo que podia, meteu o rosto e lambeu ruidosamente a boceta molhada. "Você está bem molhada", disse surpreso e meteu o rosto de novo, lambendo toda a boceta, subindo até o cuzinho e enfiando a língua na vagina. Ela gemeu de prazer ao sentir e ouvir as chupadas que o velho dava em sua parte, fazendo-a gozar só com as lambidas. "Quer pau, mami?", ele disse. "Sim, papi", ela respondeu. "Já enfia, por favor". Don Rafael se levantou e, guiando seu membro entre as nádegas de Maggie, foi enfiando devagar seu tronco de carne enquanto ela, fechando os olhos, suspirava de prazer. Seu chefe dava enfiadas fortes, batendo os quadris nas nádegas dela, que faziam seus peitos balançarem para frente e para trás. Depois de estar comendo ela nessa Ele a posicionou, virou-a e beijou-a na boca, deitou-a sobre os tecidos e ergueu suas pernas até colocá-las juntas sobre seu ombro esquerdo, sem precisar usar as mãos, enfiou-a novamente até o fundo, de modo que a cada investida seus ovos batiam na bunda da minha esposa. Maggie teve outro orgasmo nessa posição, segurando-se para não gritar. As mãos do velho apertavam os peitos de Maggie quando ele sentiu que estava prestes a gozar; Maggie pode apertar sua buceta para que a porra não vaze até que ela vá ao banheiro se livrar dela, mas sabe que quando está bêbada, esquece de fazer isso, e não podia voltar com a porra escorrendo por suas pernas, então, como pôde, soltou-se da foda e novamente de cócoras enfiou o membro na boca com violência. Ela me disse que seu chefe gosta que ela o chupe no estilo “peixinho”, que é assim: ela abre e fecha os lábios na cabeça do pau enquanto o masturba com uma mão e acaricia seus ovos com a outra. E assim ela fez, até que o velho explodiu em jatos de porra quente que minha esposa engoliu com dificuldade e apenas algumas gotinhas caíram em seu peito. Ela se levantou arrumando a roupa, deu um beijo na bochecha de seu chefe, que respirava ofegante, e depois de um “tchau” voltou para a mesa, não sem antes se refrescar no banheiro. Depois de me contar que estava tudo bem e que já havia enviado os tais e-mails, voltou a servir bebida em seu copo e o esvaziou de um gole, parecia linda, toda suada e excitada. O álcool já estava a dominando, dava para notar em seu olhar e em sua fala, quando eu disse que já era noite, que se nos retirássemos, mas ela insistia em continuar dançando, mesmo não conseguindo se manter em pé. Então comecei a me despedir dos outros que já estavam bêbados e quando me virei para ela, ela já estava recostada sobre a mesa, caindo no sono, Alberto, o motorista, parecia bêbado, mas menos que todos os outros, então pedi que me ajudasse a levá-la até o carro, e ele aceitou. Nós a colocamos no meio, com os braços dela sobre nossos ombros, e ainda caminhava com os próprios pés, mas já não reagia. No caminho até o carro, percebi de relance que Alberto tinha a mão sob o véu do vestido, diretamente no peito da minha esposa, mas não disse nada. Ao chegarmos no carro, ele tirou a mão e o véu ficou preso num anel, deixando a teta à mostra. Eu ri, divertido, o que fez ele rir também. Calmamente, ajudei a soltar o véu do dedo dele e, antes de cobrir o peito da Maggie com o véu, acariciei o peito dela com a mão. “Mmh, ela tá bem durinha!”, falei e ri. Para abrir o carro, Alberto se apoiou no carro ao lado e eu joguei o outro braço dela sobre ele, de modo que pareciam estar abraçados, com a cabeça dela no peito dele e as mãos dele na cintura feminina. Fingi demorar o máximo possível para abrir o carro, até deixei as chaves caírem no chão. Finalmente abri e o motorista me ajudou a colocá-la no carro e a afivelar o cinto, mas eu não queria que tudo acabasse ali. Então disse: “Tô cagando… você pode ficar com ela enquanto vou ao banheiro?”. “Claro que sim”, ele respondeu. “Espero não demorar, você sabe como fica fila”. “Não se preocupe, te espero aqui”. Fingindo apressar o passo, me afastei um pouco, mas voltei entre os carros até a van da empresa, que estava bem ao lado do meu carro, e espreitei com cuidado. Alberto tinha ido até a parte de trás do carro para ver se vinha alguém e, ao não ver ninguém, voltou sobre seus passos e abriu a porta rapidamente. Maggie dormia com o rosto virado para o banco do motorista. Alberto abriu o véu, deixando os peitos da minha esposa à mostra e, segurando-os com a mão, deu algumas chupadas, babando neles. Depois, abriu as pernas dela bruscamente. “Não tá de calcinha, que tasty!”. Tirando uma perna dela do carro, sua mão foi direto para a bucetinha, ele chupou os dedos e os enfiou como pôde. Ela apenas gemeu, ninguém sabe se de queixa ou de prazer. Ouviu-se o barulho de um carro ligando e Alberto Ele arrumou a saia, a perna e o vestido dela, e foi até a parte de trás do carro enquanto eu virava de costas como se estivesse urinando, mas com o pau duro como pedra; o carro que saía passou direto e o motorista acenou com a mão, mas assim que o carro se perdeu na noite, ele deu outra olhada para a festa, e voltou apressado para o lado da minha esposa, puxou os peitos dela para fora de novo, abaixou o zíper da calça e tirou seu pau endurecido, puxou a cabeça da Maggie que parecia uma boneca de pano, lambendo seus lábios e babando na boca dela, depois se endireitou e esfregando a cabeça do pau no rosto da Maggie a molhou com líquido pré-seminal, dando ênfase na boca, eu não conseguia acreditar, me masturbando furiosamente; ela, meio adormecida, ao sentir a pressão do pau sobre seus lábios, abriu a boca e começou a chupar. Alberto abria a boca sentindo o prazer, era quase engraçado vê-lo arqueando para trás para tentar enfiar mais fundo, até colocou o pé dentro do carro apoiando perto do câmbio. Minha tesão era tremenda, vendo como aquele filho da puta estava comendo minha esposa pela boca, e os peitos dela balançando de um lado para o outro, respirando ofegante, ela nem mexia as mãos, só dava leves engasgos quando o pau chegava na garganta. “Aqui vai, Maggie!” ele disse sussurrando “Aqui vai minha porra! Engole tudo!” e suspirando ele gozou na garganta da minha mulher e eu no pneu da van. Dei uns momentos para ele se acomodar e assobiando fingi que estava voltando da festa, ele já estava encostado no outro carro olhando o celular, então dei a mão e nos despedimos amigavelmente. Liguei o carro e entrei na rua, Maggie estava linda dormindo sem saber de nada, tinha no canto dos lábios uma gota escorrendo de sêmen, então no sinal vermelho, me inclinei e limpei com a língua.
2 comentários - Esposa gostosa na festa de aniversário