Embora minha esposa continue com o amante casado dela e, segundo ela, se ele não fosse casado, ela já estaria morando na casa dele porque está se apaixonando, isso não impede ela de viver a vida do jeito que jurou viver: livremente. E eu sei perfeitamente que, mesmo estando com ele, ela saiu com outros homens nesses meses. Mas o que aconteceu foi mais intenso. Quando a gente começou a namorar em 89, ela tinha 16 anos e fazia 2 meses que tinha terminado com um ex-namorado, o primeiro grande amor dela, com quem começou as primeiras brincadeiras sexuais. Eles nunca transaram, só tinham se chupado mutuamente várias vezes e se tocado de mil maneiras. Ela sempre me disse que ele foi o grande amor dela e que ficou pendente. Na quinta-feira, minha esposa saiu com as amigas pra tomar umas e voltou às 4 da manhã. Achei estranho porque quando sai com elas volta rápido, mas pensei que tinha encontrado o amante. No dia seguinte perguntei: "Foi com ele ontem à noite? Pelo horário." "A verdade é que não importa, já que não somos nada, mas vou te contar: não, não fui com o Facu (é o nome dele). Aconteceu uma coisa incrível comigo." "Ah, tudo bem, falei pelo horário que você voltou, não fica brava." "Sabe quem eu encontrei?" "Não." "O Germân, meu ex-namoradinho." "Sério?" "Sim, tava com uns amigos, separou faz 6 meses." "Ah, olha só, você conversou com ele?" "Sim, cruzei com ele quando fui no banheiro, a gente conversou um pouco no bar, passei meu celular e quando tava indo embora recebi uma mensagem dele." A verdade é que senti muito ciúme e angústia, e me arrependi de ter perguntado porque sei o que ela sempre sentiu por ele. Ela me perguntou se eu já ia embora, eu disse que sim, e ele falou pra esperar. Ele saiu e disse que pena que eu tava indo, se eu não queria ir no carro dele até a costa pra conversar. Aí aceitei, a gente conversou e, claro, acabamos nos beijando, ficamos com tesão e chupei ele de novo depois de muito tempo. "Tá bom, não me conta mais." "Vou contar sim, assim você aprende a não perguntar. Depois que gozou na minha boca, me colocou de quatro e lambeu minha buceta, disse que sempre enlouqueceu pela minha buceta. Ele não me comeu porque já era tarde pra nós dois, mas hoje à noite vou sair com ele e a gente vai. Direto pra um hotel, então por grana eu vou. Foda. Ontem à noite fui buscar ela em casa, ela saiu toda puta: vestidinho solto preto, meia arrastão e bota curta. Voltou às 4 e falou: "Finalmente, valeu a pena esperar, ela fode como um animal. É incansável. A única merda é que agora vou ter que enganar o Facu com o Germán, porque agora que achei ele, não largo nem fodendo." Olha, cheira minha buceta, só de pensar nele eu me molho. Desci, tava com cheiro de sexo e molhada. Ela pegou minha cabeça: "Chupa, porra, aproveita que tô com tesão." Gozei na boca dela, molhou minha cara toda. Eu tava com o pau duro, queria foder, mas ela não quis. "Não, o que cê tá fazendo? Bate uma se quiser, olha pra minha raba do jeito que cê faz quando pensa que eu tô dormindo, punheteiro." Ela virou de bruços, levantou a raba enquanto me contava como o Germán tinha feito com ela e que isso deixou ele louco e que ele gozou dentro. Gozei rápido. Não sabia que ela percebia que eu batia punheta olhando pra raba dela. O mais estranho de tudo isso é que, no fundo, me excita ela me contar, até a parte do Germán, e ele estar separado me preocupa pra caralho.
3 comentários - Minha esposa reencontrou o ex-namorado