Em casa me esperava a Karen, a barriga dela crescia linda, com meu trampo compramos um berço e bichinhos de pelúcia, o ultrassom disse que era uma menina, verdade, eu pulava de alegria, é minha princesa linda, a Karen tinha uns desejos sexuais, tava com a libido lá em cima, tinha virado viciada em sexo anal, tava com o cu bem dilatado pra minha pica entrar sem problema, e ela adorava, vinha todo dia me pedir pra arrombar aquele cuzinho, e eu colocava ela contra a parede e estourava aquele rabo, aquele rabo sempre foi minha perdição e ela sabia como tirar vantagem disso, os peitos dela cresciam pra caralho e isso me deixava doido, era uma negra de peitão enorme, cinturinha fina, uma barriguinha aparecendo e um rabo bem empinado, me enlouquecia, ela tava no melhor momento, grávida é uma puta delícia. Uma manhã ela saiu cedo pra um exame, eu tava de folga então fiquei descansando e ela foi com a irmã. Levantei e tava minha sogra na cozinha, de fio dental com aquele rabão divino, os bicos dos peitos bem durinhos, e uma regatinha bem leve. Ela falou: "Vem, vamos tomar um mate e te contar uma coisa." Falei: "O que aconteceu?" E ela: "Você vai ser pai." Falei: "É, burra, chocolate pela notícia." Ela: "Não, você vai ser pai duplo." "Como assim pai duplo?" perguntei. "Sim, estou grávida", ela disse. Naquele dia o mundo desabou e me senti o cara mais miserável do mundo. Questionei ela, fiquei puto, xinguei, falei pra abortar, mas não teve poder de Deus que fizesse ela mudar de ideia. Aí entendi que a filha da puta só queria competir com a Karen. A única intenção dela era foder minha vida. Por mais que eu xingasse e maltratasse, ela conseguiu me convencer, me enganou, até que eu coloquei ela de bruços na mesa da cozinha e arrombei a buceta dela de pica. Infelizmente, ela me deixa louco e eu adoro pra caralho comer ela como a puta que ela é. Quando a Karen chegou, ela contou a novidade. Karen ficou feliz, minha cunhada também, perguntou de quem era e ela disse que não fazia ideia. Todos celebramos a notícia, mas no fundo eu sempre fiquei cagado de medo. tudo veio à tona, os dias passaram e ela, obcecada em ter o bebê, parou de putanhar, de dar pra qualquer um, não largou a cachaça nem o cigarro, mas se cuidou minimamente. Passavam o dia inteiro com a Karen olhando roupinha de bebê, ou visitando lojas pra doar os quartos, berços e tal. Então o tempo começou a sobrar, e eu comecei a conversar mais com a Marta, minha cunhada. A gente sempre zoava, mas tinha uma certa distância, aí começamos a ser mais confidentes. Ela é mais tímida que a Karen, mais delicada no jeito de falar, até mais discreta pra se vestir. Comecei a criar uma boa química até que um dia ela me contou que sabia da minha parada com a mãe dela. Também sabia que aquele filho era meu, e só queria que eu não magoasse a Karen, que jamais contaria pra ninguém. Foi um balde de água fria, mas era assim que as coisas estavam rolando. Minha bebê nasceu, é linda, os olhinhos da Karen, um sonho. E quatro meses depois nasceu minha outra filha, a que a minha sogra teve. É minha outra princesa. As duas cresceram juntas, são duas gotinhas d'água, e nunca fiz diferença entre elas. Assim que a Karen teve nossa bebê, ela mudou, assumiu mais responsabilidade, se dedicou muito à nossa filha, começou a estudar. A relação continuava gostosa, a gente transava mais do que antes, mas aí eu entendi que as mulheres amadurecem antes da gente. Um dia eu me envolvi com a prima dela, depois de um puta barraco ela me perdoou, mas não era mais a mesma coisa. A gente se separou. Foi meu primeiro grande amor. Ela é uma excelente mãe, e de vez em quando, quando dá aquela saudade daquela buceta, ela deixa eu refrescar a memória. Com a minha sogra, a relação continuou na mesma, só que ela seguiu na putaria. A Karen se dedicou a criar as duas bebês, e ela chama as duas de irmãzinhas por causa da pouca diferença de idade. Meu único medo é que elas cresçam e fiquem parecidas com a Karen. Esse foi meu primeiro grande amor. Vou seguir com o segundo.
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