Shakur era um jovem mulato latino que tinha vindo migrando de Cuba (na verdade o nome dele era Benito, mas ele não curtia muito esse nome e decidiu que nos Estados Unidos todo mundo ia chamar ele de Shakur, que ele achava mais descolado), tinha virado amigo do falecido pai dela em algum bar que ele frequentava pra caramba, era pra ela o mais gostoso de todos, porque parecia um ator famoso negro de olhos claros, e era naturalmente fortão, com 28 anos ele deixou a esposa e os filhos em Cuba, mandando dinheiro toda semana, era um dos poucos que estavam fora daquela seita que ainda mantinha contato com o pai dela, a última vez que ela viu ele foi no enterro do pai e ele tinha dado o número de telefone dele escrito num papelzinho, ela pensou nele na hora, porque tinha sonhado chupando a pica dele, e até tinha dançado e se esfregado com ele nas festas do pai dela, e de longe era o que ela sentia ser mais dotado pelas roupas, chegando até a apalpar o volume dele de leve.
Ela só deixou passar pelo menos um mês desde que o marido foi embora e dois meses desde que pariu e ligou pra ele, porque as coisas na casa dela e do pai dela tinham parado de funcionar, especialmente os canos, o pai dela não deixou muita grana, mas ela tinha economias, e tinha o fundo do marido, o que ele tinha juntado vendendo tantos livros e gibis, entre outras coisas, finalmente um dia qualquer ela ligou pra ele.
Ruth: Alô?
Shak: é, fala aí.
Ruth: você lembra de mim?
Shak: sei lá, quem é?
Ruth: Sou a Ruth, Ruth Moses.
Shak: ah sim, a filha do falecido senhor Moses, já lembro de você sim.
Ruth: isso mesmo, você me deu seu número no enterro do meu pai.
Shak: sim, foi sim, que milagre você me ligar, lembrou dos pobres?
Ruth: pois é, eu lembro dos amigos.
Shak: é mesmo? E como você tá? Como é que tem sido tudo? Como está a família?
Ruth: meus filhos tão bem, mas sentem falta do avô apesar de tudo, ele queria mais que meu marido.
Shak: sim, dava pra ver que você queria muito eles, seu marido nunca foi tão carinhoso, né?
Ruth: era sim, quando a gente se conheceu, e um pouco depois com os filhos dele, mas parece que ser pai não é pra ele, e ser marido também não.
Shak: Como assim? as coisas não vão bem entre vocês?
Ruth: não, ele me largou faz um mês, ele paga as contas, a gente se fala, mas só isso.
Shak: mas ele simplesmente te largou assim?
Ruth: a desculpa dele foi que por causa do trabalho tinha que ir embora, e foi vagar pelo mundo.
Shak: ah, entendi, e desde então você ficou sozinha?
Ruth: isso mesmo, e me sinto assim desde que ele não está, mas vamos lá, deixa de lado eu e minha situação triste, o fato é que te liguei pra perguntar como você estava, e se ainda trabalhava na construção.
Shak: ah sim, eu não paro de trabalhar não, gostosa, precisa de quê?
Ruth: quero que você venha desentupir os canos na casa do meu pai, acha que pode vir um dia desses?
Shak: claro que sim, Ruth, eu te aviso quando puder.
Ruth: muito bem, Shak, e aí a gente relembra também as histórias com meu velho, digo, se você não se importar de eu ficar conversando enquanto trabalha.
Shak: claro que não, vai ser um prazer te atender.
Ruth: valeu, Shak, muito obrigada, espero sua ligação, hein, pra gente combinar e eu preparar tudo (ela pensava em continuar a conversa com ele, mas o bebê acordou e ela teve que se despedir)
Shak: sim, eu te aviso, gostosa, não vou demorar muito pra te avisar.
Ruth: bom, vou esperar sua ligação, preciso ir, meu bebê acordou.
Shak: sim, Ruth, eu te ligo, vai ver ela que já ouvi que é tão escandalosa quanto a mãe.
Ruth: hahahaha, ok ok, tchau.
Shak: tchau.
Ela foi amamentar a filha e ficou pensando no marido, que tinha desenvolvido um gosto por lactofilia, mas nem essa perversão e as outras que Ruth fez por ele foram suficientes pra ele ficar, ainda doía ela ter sido deixada, com os filhos, sendo tão nova, tão safada, é Por isso que ela avisou ele que iam ter muitas coisas que iam mudar, então, tendo os meios e a vontade, ela tinha que voltar a ser como era antes, como se conheceram quando o alien a alimentou com a sabedoria dele e ela começou a conhecer os prazeres da vida com os dois olhos, com as mãos, a boca, o ouvido, o olfato, com o tato, a buceta e até com o cu.
Ela tava decidida a botar chifre no marido, que com certeza tava nas convenções de fantasia, contratando uma daquelas putinhas cosplay pra satisfazer ele como ela fazia antes, e olha que ela também espantava as admiradoras dele, que se ele fosse mente aberta e parasse de ser tão machista, ela sem problema nenhum deixava ele se envolver com alguma até na frente dela, mas só se ele aceitasse as mesmas condições com ela, que não faltavam pretendentes. Mas não, o marido dela era aberto pra muitas coisas, mas não pra sexualidade, e era o único que não tinha tido o vínculo com o alien, porque até o amigo Clive já tinha experimentado muita coisa sexualmente, P. tinha aberto a mente dele, mas o marido dizia que também deu sinal verde pra ele abrir o cu, e isso o marido não curtia. Fora isso, o marido parecia preferir a companhia do amigo do que de qualquer outra pessoa, e essa era outra coisa que irritava ela, ter que aceitar que nem ela, nem os filhos dela eram suficientes pra ele sossegar.
Ruth passou aquele dia e o dia seguinte com um tesão danado pensando no Shakur, como seria tocar o corpo fibroso dele, beijar os lábios grossos, sentir aquelas mãos nas dela, senti-las tão grandes e calejadas no corpo dela, como seria ser carregada por aquele pedaço de homem, mas principalmente ela tinha curiosidade sobre o pauzão dele que ela sentiu e até tocou, ela tinha visto tantos paus morenos no pornô e se perguntou se, assim como parecia por cima, a experiência seria ainda mais gostosa tendo Essa rola ao vivo e a cores, nas mãos dela, na cara dela, na boca dela, na buceta dela, e por que não, até no cu dela, embora nesse último nunca tivesse entrado uma rola de carne maior que a do marido dela, que não era pequena, nem grande, mais ou menos padrão, mas pra isso ela podia treinar e era disso que ia cuidar, acostumando ele o máximo que pudesse com a ajuda da amiguinha mais especial dela, uma garota unicórnio, digamos que a mais especial de todas com quem o casal já tinha se envolvido. Não demorou pra ela ligar naquela tarde, depois da chamada com o Shakur, pra Keyla, uma gostosa jovem bissexual negra tipo Rihanna, que não recusava as aventuras sexuais deles, claro que essa mina era paga, mas a Ruth e o marido podiam contratar quase qualquer puta de luxo que eles quisessem. Naquela noite, eles meteram sem parar com o pinto de cinto no cu da Ruth, e no dia seguinte também, e à tarde desse dia deram um descanso pro cu dela. Naquela noite, a Ruth recebeu a tão esperada ligação do Shakur.
Ruth: Alô!
Shakur: Oi, Ruth.
Ruth: Oi, Shakur, beleza? Como cê tá?
Shak: Bem, obrigado.
Ruth: Que bom, Shak. Cê já tem tempo pra me atender?
Shak: Claro que sim, amanhã mesmo, se você quiser.
Ruth: Claro que sim, Shak. Mais ou menos que horas cê pode vir? Pra eu preparar tudo.
Shak: Meio-dia, se você puder me receber.
Ruth: Claro, mestre. Aqui na casa do meu pai a gente te espera. Espero que não te incomode se meus filhos estiverem junto, é que meu menino ainda é bem pequeno e a bebê vive querendo mamar.
Shak: Fica tranquila, eu faço meu trabalho de qualquer jeito.
Ruth: Vale, não vai me deixar na mão, hein? Vou preparar comida e mandar comprar umas cervejas daquelas que você tanto gosta.
Shak: Ah, assim fica difícil te deixar na mão, linda. Pode ter certeza que meio-dia eu tô aí.
Ruth: Ok, Shak. Vou deixar você, porque tô dando banho nos meus filhos e a água deles tá esfriando.
Shak: Se cuida, Ruth. Até amanhã.
Ruth: Até amanhã, Shak.
Depois de desligar, minutos Depois, o marido dela ligou interrogando sobre o Shakur, e ela, irritada, teve que esclarecer todas as dúvidas dele e até inventar que ele era gay, porque talvez já estivesse sentindo os chifres na testa que tanto tinha procurado. Naquela noite, ela dormiu pensando e ficando nervosa e com tesão, com o que aconteceria no dia seguinte. Não aguentou a vontade e se masturbou a buceta, caindo rendida depois de vários orgasmos com o maior consolo de borracha que tinha.
No dia seguinte, ela acordou cedo pra preparar a comida do almoço. Às onze já tinha terminado tudo e se apressou pra tomar banho e ficar apresentável pra ele. Vestiu uma minissaia rodada que, por ser tão curta e desse jeito, uma inclinada de 45 graus já faria aparecer as bundas bem formadas dela — bundas que o marido nunca deixou ela exibir numa academia, mas deu umas máquinas pra ela ficar mais gostosa em casa. Uma blusa super decotada, sem sutiã, marcando os bicos dos peitos, e se ela se abaixasse, quase saltavam os peitos cheios de porra pelo decote. E umas sandálias de ficar em casa, mostrando os pés lindos dela com as unhas pintadas da mesma cor dos lábios. Claro que essa roupa toda ela vestiu na casa do pai, pra o marido não descobrir pelas câmeras. E pra roupa e cosméticos, tinha pedido pra Keyla conseguir tudo e deixar na casa do pai dela.
Exatamente meio-dia e dez, ela esperava ansiosa e com fome. Viu ele chegando de longe com a caixa de ferramentas, o cabelo afro cortado estilo César, vestido só com a calça jeans, botas de trabalho e uma camiseta por cima, marcando os peitorais fortes e mostrando aqueles braços longos, morenos e musculosos que fizeram Ruth molhar os lábios de baixo e de cima, enquanto mordia os lábios de cima.
Ruth: Shaki, oi, como você tá? (cumprimenta com um beijo bem molhado na bochecha, com um abraço colando os peitos com os bicos) Empitonados e acariciando os braços e peitorais dela, enquanto ela faz isso, ele responde.
Shak: Oi, Ruth, muito bem agora que te vejo, a maternidade te cai bem, hein.
Ruth: Ah, obrigada, a gente faz o que pode (ela cora e balança o tronco de um lado pro outro, juntando os peitos com as mãos unidas na barriga, as mamas grandes balançando sem sutiã, ele sorri e olha ela dos pés à cabeça).
Shak: Pois eu vejo que dá pra fazer muita coisa, hein. Que pena que seu marido te deixa tão abandonada.
Ruth: Bom, te digo que não é bem o homem que abandona a gente, é como a gente lida com o abandono. Mas acontece, e a casa também tá abandonada.
Shak: Valeu, valeu, e claro, já faz meses desde a morte do seu pai.
Eles entram na casa, ela fecha a porta, se curvando mais do que o normal.
Ruth: Ah, sim, nem me fala.
Ouve-se um barulho vindo do estômago de Shakur, sinal de que a fome chegou.
Ruth: Alguém tá com fome, hein.
Shak: É, desculpa, não almocei porque confiei que você ia me dar de comer.
Ruth: Claro que sim, gostosão, vamos te alimentar. Ah, esse menino sempre deixando os brinquedos por todo lado (ela se abaixa na frente dele, e por causa da roupa curta, dá pra ver as nádegas bem formadas, mal cobertas por aquela calcinha branca de renda pequenininha. Ela se levanta e diz) Vamos, vem com a gente pro jantar (pega o carrinho da filha, e claro, vai empurrando com rebolado e empinando a bunda mais do que o normal).
Shak: Obrigado, lindona. Tá calor, né?
Ruth: Ah, sim, por isso nem sutiã eu uso. Além de que tô amamentando, sutiã não é confortável e eu sinto mais calor que o normal assim.
Shak: É o que eu vejo, mas tudo pra você se sentir à vontade.
Ruth: Não te incomoda, ou incomoda?
Shak: Claro que não, pelo contrário, é bom que as mulheres se libertem, em algumas coisas. E mais, pros nossos olhos, é como música ver mulheres tão gostosas com roupas pequenas e justas.
Ruth: Ah, muito bem, gostei. Teu pensamento, a gente vai se dar bem nesses dias, talvez semanas que você ficar aqui.
Shak: ah caramba, e eu que só vim desentupir seus canos.
Ruth: ui, papi, te garanto que não é só isso que você vai desentupir.
Shak: tô disposto a desentupir o que você quiser.
Ruth: ai, não me provoca, hein, que vou te dar um monte de tarefa pesada.
Shak: até agora não teve mulher que não ficasse satisfeita com os serviços que eu faço.
Ruth: fica sabendo, hein, que sou mais exigente que meu pai.
Shak: às suas ordens, minha lady.
Ruth: beleza, vou pegar os pratos (ela se inclinou pra pegar os pratos de um armário embaixo, mostrando ainda mais que a calcinha dela quase virava uma fio dental, marcando os lábios dela e com uma leve umidade na região da virilha, ela sabia o que tava fazendo, olhou de canto e viu o mulato se lambendo os lábios e segurando o volume grande de forma vulgar, esse jogo tava indo longe e Ruth precisava jogar sem errar, até agora tudo certo).Continua…
Por hoje é só, meus leitores. Quem quiser me apoiar no meu Patreon, agradeço de coração com mais capítulos dessa série e de outras histórias. Me ajudem a me inspirar mais e melhor, sério — só quem é criador de histórias sabe o que isso significa, porque você dá um tempo da sua vida, talvez toda semana, talvez um pouco por dia. Nos apoiem, por favor, que a gente sabe recompensar vocês: mais capítulos dessa história e de outras já estão no meu Patreon.
https://www.patreon.com/posts/ruth-una-mujer-4-91732766?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
Siganme en mi Facebook:
https://www.facebook.com/eduard.gomez.967422
En mi Instagram:
https://www.instagram.com/eduard28571/
Tambien Vayan a mi perfil de Todo Relatos:
https://www.todorelatos.com/perfil/1483685/
Y a mi twitter:
@adventurerjust
Gracias por su atención, hasta el próximo relato.
Ela só deixou passar pelo menos um mês desde que o marido foi embora e dois meses desde que pariu e ligou pra ele, porque as coisas na casa dela e do pai dela tinham parado de funcionar, especialmente os canos, o pai dela não deixou muita grana, mas ela tinha economias, e tinha o fundo do marido, o que ele tinha juntado vendendo tantos livros e gibis, entre outras coisas, finalmente um dia qualquer ela ligou pra ele.
Ruth: Alô?
Shak: é, fala aí.
Ruth: você lembra de mim?
Shak: sei lá, quem é?
Ruth: Sou a Ruth, Ruth Moses.
Shak: ah sim, a filha do falecido senhor Moses, já lembro de você sim.
Ruth: isso mesmo, você me deu seu número no enterro do meu pai.
Shak: sim, foi sim, que milagre você me ligar, lembrou dos pobres?
Ruth: pois é, eu lembro dos amigos.
Shak: é mesmo? E como você tá? Como é que tem sido tudo? Como está a família?
Ruth: meus filhos tão bem, mas sentem falta do avô apesar de tudo, ele queria mais que meu marido.
Shak: sim, dava pra ver que você queria muito eles, seu marido nunca foi tão carinhoso, né?
Ruth: era sim, quando a gente se conheceu, e um pouco depois com os filhos dele, mas parece que ser pai não é pra ele, e ser marido também não.
Shak: Como assim? as coisas não vão bem entre vocês?
Ruth: não, ele me largou faz um mês, ele paga as contas, a gente se fala, mas só isso.
Shak: mas ele simplesmente te largou assim?
Ruth: a desculpa dele foi que por causa do trabalho tinha que ir embora, e foi vagar pelo mundo.
Shak: ah, entendi, e desde então você ficou sozinha?
Ruth: isso mesmo, e me sinto assim desde que ele não está, mas vamos lá, deixa de lado eu e minha situação triste, o fato é que te liguei pra perguntar como você estava, e se ainda trabalhava na construção.
Shak: ah sim, eu não paro de trabalhar não, gostosa, precisa de quê?
Ruth: quero que você venha desentupir os canos na casa do meu pai, acha que pode vir um dia desses?
Shak: claro que sim, Ruth, eu te aviso quando puder.
Ruth: muito bem, Shak, e aí a gente relembra também as histórias com meu velho, digo, se você não se importar de eu ficar conversando enquanto trabalha.
Shak: claro que não, vai ser um prazer te atender.
Ruth: valeu, Shak, muito obrigada, espero sua ligação, hein, pra gente combinar e eu preparar tudo (ela pensava em continuar a conversa com ele, mas o bebê acordou e ela teve que se despedir)
Shak: sim, eu te aviso, gostosa, não vou demorar muito pra te avisar.
Ruth: bom, vou esperar sua ligação, preciso ir, meu bebê acordou.
Shak: sim, Ruth, eu te ligo, vai ver ela que já ouvi que é tão escandalosa quanto a mãe.
Ruth: hahahaha, ok ok, tchau.
Shak: tchau.
Ela foi amamentar a filha e ficou pensando no marido, que tinha desenvolvido um gosto por lactofilia, mas nem essa perversão e as outras que Ruth fez por ele foram suficientes pra ele ficar, ainda doía ela ter sido deixada, com os filhos, sendo tão nova, tão safada, é Por isso que ela avisou ele que iam ter muitas coisas que iam mudar, então, tendo os meios e a vontade, ela tinha que voltar a ser como era antes, como se conheceram quando o alien a alimentou com a sabedoria dele e ela começou a conhecer os prazeres da vida com os dois olhos, com as mãos, a boca, o ouvido, o olfato, com o tato, a buceta e até com o cu.
Ela tava decidida a botar chifre no marido, que com certeza tava nas convenções de fantasia, contratando uma daquelas putinhas cosplay pra satisfazer ele como ela fazia antes, e olha que ela também espantava as admiradoras dele, que se ele fosse mente aberta e parasse de ser tão machista, ela sem problema nenhum deixava ele se envolver com alguma até na frente dela, mas só se ele aceitasse as mesmas condições com ela, que não faltavam pretendentes. Mas não, o marido dela era aberto pra muitas coisas, mas não pra sexualidade, e era o único que não tinha tido o vínculo com o alien, porque até o amigo Clive já tinha experimentado muita coisa sexualmente, P. tinha aberto a mente dele, mas o marido dizia que também deu sinal verde pra ele abrir o cu, e isso o marido não curtia. Fora isso, o marido parecia preferir a companhia do amigo do que de qualquer outra pessoa, e essa era outra coisa que irritava ela, ter que aceitar que nem ela, nem os filhos dela eram suficientes pra ele sossegar.
Ruth passou aquele dia e o dia seguinte com um tesão danado pensando no Shakur, como seria tocar o corpo fibroso dele, beijar os lábios grossos, sentir aquelas mãos nas dela, senti-las tão grandes e calejadas no corpo dela, como seria ser carregada por aquele pedaço de homem, mas principalmente ela tinha curiosidade sobre o pauzão dele que ela sentiu e até tocou, ela tinha visto tantos paus morenos no pornô e se perguntou se, assim como parecia por cima, a experiência seria ainda mais gostosa tendo Essa rola ao vivo e a cores, nas mãos dela, na cara dela, na boca dela, na buceta dela, e por que não, até no cu dela, embora nesse último nunca tivesse entrado uma rola de carne maior que a do marido dela, que não era pequena, nem grande, mais ou menos padrão, mas pra isso ela podia treinar e era disso que ia cuidar, acostumando ele o máximo que pudesse com a ajuda da amiguinha mais especial dela, uma garota unicórnio, digamos que a mais especial de todas com quem o casal já tinha se envolvido. Não demorou pra ela ligar naquela tarde, depois da chamada com o Shakur, pra Keyla, uma gostosa jovem bissexual negra tipo Rihanna, que não recusava as aventuras sexuais deles, claro que essa mina era paga, mas a Ruth e o marido podiam contratar quase qualquer puta de luxo que eles quisessem. Naquela noite, eles meteram sem parar com o pinto de cinto no cu da Ruth, e no dia seguinte também, e à tarde desse dia deram um descanso pro cu dela. Naquela noite, a Ruth recebeu a tão esperada ligação do Shakur.
Ruth: Alô!
Shakur: Oi, Ruth.
Ruth: Oi, Shakur, beleza? Como cê tá?
Shak: Bem, obrigado.
Ruth: Que bom, Shak. Cê já tem tempo pra me atender?
Shak: Claro que sim, amanhã mesmo, se você quiser.
Ruth: Claro que sim, Shak. Mais ou menos que horas cê pode vir? Pra eu preparar tudo.
Shak: Meio-dia, se você puder me receber.
Ruth: Claro, mestre. Aqui na casa do meu pai a gente te espera. Espero que não te incomode se meus filhos estiverem junto, é que meu menino ainda é bem pequeno e a bebê vive querendo mamar.
Shak: Fica tranquila, eu faço meu trabalho de qualquer jeito.
Ruth: Vale, não vai me deixar na mão, hein? Vou preparar comida e mandar comprar umas cervejas daquelas que você tanto gosta.
Shak: Ah, assim fica difícil te deixar na mão, linda. Pode ter certeza que meio-dia eu tô aí.
Ruth: Ok, Shak. Vou deixar você, porque tô dando banho nos meus filhos e a água deles tá esfriando.
Shak: Se cuida, Ruth. Até amanhã.
Ruth: Até amanhã, Shak.
Depois de desligar, minutos Depois, o marido dela ligou interrogando sobre o Shakur, e ela, irritada, teve que esclarecer todas as dúvidas dele e até inventar que ele era gay, porque talvez já estivesse sentindo os chifres na testa que tanto tinha procurado. Naquela noite, ela dormiu pensando e ficando nervosa e com tesão, com o que aconteceria no dia seguinte. Não aguentou a vontade e se masturbou a buceta, caindo rendida depois de vários orgasmos com o maior consolo de borracha que tinha.
No dia seguinte, ela acordou cedo pra preparar a comida do almoço. Às onze já tinha terminado tudo e se apressou pra tomar banho e ficar apresentável pra ele. Vestiu uma minissaia rodada que, por ser tão curta e desse jeito, uma inclinada de 45 graus já faria aparecer as bundas bem formadas dela — bundas que o marido nunca deixou ela exibir numa academia, mas deu umas máquinas pra ela ficar mais gostosa em casa. Uma blusa super decotada, sem sutiã, marcando os bicos dos peitos, e se ela se abaixasse, quase saltavam os peitos cheios de porra pelo decote. E umas sandálias de ficar em casa, mostrando os pés lindos dela com as unhas pintadas da mesma cor dos lábios. Claro que essa roupa toda ela vestiu na casa do pai, pra o marido não descobrir pelas câmeras. E pra roupa e cosméticos, tinha pedido pra Keyla conseguir tudo e deixar na casa do pai dela.
Exatamente meio-dia e dez, ela esperava ansiosa e com fome. Viu ele chegando de longe com a caixa de ferramentas, o cabelo afro cortado estilo César, vestido só com a calça jeans, botas de trabalho e uma camiseta por cima, marcando os peitorais fortes e mostrando aqueles braços longos, morenos e musculosos que fizeram Ruth molhar os lábios de baixo e de cima, enquanto mordia os lábios de cima.
Ruth: Shaki, oi, como você tá? (cumprimenta com um beijo bem molhado na bochecha, com um abraço colando os peitos com os bicos) Empitonados e acariciando os braços e peitorais dela, enquanto ela faz isso, ele responde.
Shak: Oi, Ruth, muito bem agora que te vejo, a maternidade te cai bem, hein.
Ruth: Ah, obrigada, a gente faz o que pode (ela cora e balança o tronco de um lado pro outro, juntando os peitos com as mãos unidas na barriga, as mamas grandes balançando sem sutiã, ele sorri e olha ela dos pés à cabeça).
Shak: Pois eu vejo que dá pra fazer muita coisa, hein. Que pena que seu marido te deixa tão abandonada.
Ruth: Bom, te digo que não é bem o homem que abandona a gente, é como a gente lida com o abandono. Mas acontece, e a casa também tá abandonada.
Shak: Valeu, valeu, e claro, já faz meses desde a morte do seu pai.
Eles entram na casa, ela fecha a porta, se curvando mais do que o normal.
Ruth: Ah, sim, nem me fala.
Ouve-se um barulho vindo do estômago de Shakur, sinal de que a fome chegou.
Ruth: Alguém tá com fome, hein.
Shak: É, desculpa, não almocei porque confiei que você ia me dar de comer.
Ruth: Claro que sim, gostosão, vamos te alimentar. Ah, esse menino sempre deixando os brinquedos por todo lado (ela se abaixa na frente dele, e por causa da roupa curta, dá pra ver as nádegas bem formadas, mal cobertas por aquela calcinha branca de renda pequenininha. Ela se levanta e diz) Vamos, vem com a gente pro jantar (pega o carrinho da filha, e claro, vai empurrando com rebolado e empinando a bunda mais do que o normal).
Shak: Obrigado, lindona. Tá calor, né?
Ruth: Ah, sim, por isso nem sutiã eu uso. Além de que tô amamentando, sutiã não é confortável e eu sinto mais calor que o normal assim.
Shak: É o que eu vejo, mas tudo pra você se sentir à vontade.
Ruth: Não te incomoda, ou incomoda?
Shak: Claro que não, pelo contrário, é bom que as mulheres se libertem, em algumas coisas. E mais, pros nossos olhos, é como música ver mulheres tão gostosas com roupas pequenas e justas.
Ruth: Ah, muito bem, gostei. Teu pensamento, a gente vai se dar bem nesses dias, talvez semanas que você ficar aqui.
Shak: ah caramba, e eu que só vim desentupir seus canos.
Ruth: ui, papi, te garanto que não é só isso que você vai desentupir.
Shak: tô disposto a desentupir o que você quiser.
Ruth: ai, não me provoca, hein, que vou te dar um monte de tarefa pesada.
Shak: até agora não teve mulher que não ficasse satisfeita com os serviços que eu faço.
Ruth: fica sabendo, hein, que sou mais exigente que meu pai.
Shak: às suas ordens, minha lady.
Ruth: beleza, vou pegar os pratos (ela se inclinou pra pegar os pratos de um armário embaixo, mostrando ainda mais que a calcinha dela quase virava uma fio dental, marcando os lábios dela e com uma leve umidade na região da virilha, ela sabia o que tava fazendo, olhou de canto e viu o mulato se lambendo os lábios e segurando o volume grande de forma vulgar, esse jogo tava indo longe e Ruth precisava jogar sem errar, até agora tudo certo).Continua…
Por hoje é só, meus leitores. Quem quiser me apoiar no meu Patreon, agradeço de coração com mais capítulos dessa série e de outras histórias. Me ajudem a me inspirar mais e melhor, sério — só quem é criador de histórias sabe o que isso significa, porque você dá um tempo da sua vida, talvez toda semana, talvez um pouco por dia. Nos apoiem, por favor, que a gente sabe recompensar vocês: mais capítulos dessa história e de outras já estão no meu Patreon.
https://www.patreon.com/posts/ruth-una-mujer-4-91732766?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
Siganme en mi Facebook:
https://www.facebook.com/eduard.gomez.967422
En mi Instagram:
https://www.instagram.com/eduard28571/
Tambien Vayan a mi perfil de Todo Relatos:
https://www.todorelatos.com/perfil/1483685/
Y a mi twitter:
@adventurerjust
Gracias por su atención, hasta el próximo relato.
0 comentários - Ruth, Uma Mulher Sem Tabus 2