Diretora Barbara Gostosa

Bárbara é a diretora de uma escola onde trabalhei por quase dois anos. Diretora jovem, aliás, não passava dos 40 na época, veio de ser inspetora na mesma escola de ensino médio. Ela é branca, muito branca, com cabelo preto, simpática e educada, muito engraçada no jeito dela, sempre cordial e dona de uma bunda e um par de peitos de respeito. As sacanagens que eu tinha com essa mulher eram impressionantes, muitas vezes entrando na direção da escola, eu a encontrava abaixada procurando alguma coisa, a legging transparente deixava ver as tangas bem encravadas naquela rabeta tremenda. Na minha cabeça, rolava a fantasia de eu entrar e ela sentar na minha cara.

Conforme o tempo passou, a confiança foi crescendo e as piadas começaram a mudar. Ela me chamava na direção pra fazer algum planejamento e, enquanto olhávamos o PC lendo, ela se apoiava no meu ombro e até me abraçava por trás, sem nenhum pudor. Um desses dias, ela me pediu se eu podia ajudar a fechar a escola à tarde, já que os auxiliares não estavam no estabelecimento. Com a maior boa vontade, eu disse que sim e pensei comigo mesmo: "se não for hoje, não vai ser mais".

Mal saiu o último aluno, todos os cadeados já estavam postos e nós dois na direção, nos beijando muito quentes. Os dois sabíamos muito bem por que tínhamos ficado e não íamos perder a oportunidade. Nossas línguas se chocavam apaixonadamente, babando de um jeito descomunal. Aos poucos, tirei a calça dela e me enfiei entre as pernas, chupando aquela buceta, fazendo ela gemir quase aos gritos. Ela era daquelas mulheres meladas que jorram na hora, uma maravilha espetacular que eu estava vivendo. Meu pau ficava mais duro, explodia de tesão, ainda mais quando ela me puxava pelos cabelos e me enfiava mais fundo na boceta dela, pedindo pra eu chupar mais forte e mais rápido, enquanto eu enfiava dois dedos naquela buceta, fazendo ela gozar e gozar.

Ela me tirou de lá, pedindo por favor pra eu parar, que já estava Muito sensível, ela terminou de ficar pelada, me deixando pasmo ao ver aquelas tetas lindas e brancas, com os bicos grandes e duros de tesão. Ela tinha quase 40 anos na época e um corpão da porra. Ela se abaixou e começou a chupar minha pica, enquanto ria, dizendo que se sentia muito puta fazendo aquilo na escola e que ao mesmo tempo a excitava pra caralho a ideia de poder transar onde trabalhou por tantos anos. A Bárbara adorava chupar, adorava muito pica, e não só na escola. Ela engoliu a rola até o fundo por um bom tempo, me fazendo gozar enquanto apertava a pica com a garganta. Ela engasgou um pouco, engoliu e voltou a chupar sem problema nenhum, sem deixar o amigo cair. Manteve a pica dura só pra ela. Ela se levantou, me pegou pela mão e me levou até a mesa da secretária, e disse: "Aqui quero que você me coma, na mesa dessa velha puta." Ela se deitou na mesa e abriu as pernas, deixando à mostra aquela buceta bem rosadinha e molhada. "Mete de uma vez, por favor", pediu. E sem pensar, enfiei até o fundo. Transamos pela diretoria toda. Ela me fazia cuspir gozo da pica na boca dela, e ela cuspia na cadeira ou na mesa de outra pessoa. Tinha um tesão doentio nisso. Quase exaustos de cansaço, ela me pediu se eu podia acompanhá-la. Achei que minha pica já ia peidar de tanto gozo que essa mulher me fez soltar. Ela me levou até a sala dos inspetores, apontou pra uma mesa e disse: "Essa era a minha." E ficou de quatro: "Me come aqui e não quero ouvir mais nada." Por favor, aquela mulher apertava a buceta mais do que antes, e eu dava umas boas estocadas enquanto dava tapas na bunda dela, que ficava bem vermelha de tão branca que era. Ela gemia mais alto, até que com muito esforço consegui gozar de novo dentro da buceta dela. De presente, ela chupou minha pica, deixando bem limpinha. Ficamos pelados por um bom tempo, ela já planejava uma próxima transa e disse que ia trazer um óleo ou algo pra meter no cu dela, porque ela adorava, disse. Que pena que naquele dia ela não me avisou, eu, na vontade de comer ela, nem pensei no cu dela, era um sonho meter com tudo nela!!! E eu tava realizando. Quase todo dia a gente trepava, a ponto de não quererem mais nos deixar sozinhos na escola porque desconfiavam que a gente tava transando lá. Por causa disso, tive que ir pra outra instituição, ela era casada e não só a carreira dela como professora e diretora corria risco. Nunca mais vi ela até hoje, nem sei nada dela, mas posso dizer que aquela diretora fodia como os deuses.

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