Quarta-feira de manhã, acordei com os peitos duros e a calcinha molhada. Não era normal amanhecer com tanta vontade. Pensei em usar meu amiguinho de silicone, mas percebi que precisava de algo melhor. Só que no meio da semana não era decente pra mim, porra. A pergunta era: com quem eu poderia fazer isso? Tomei banho e depois fui fuçar as redes sociais, sem encontrar nada. Me sentia uma fera enjaulada caçando sexo às onze da manhã e, pior ainda, no meio da semana. Me resignei a não fazer nada, prometendo que no fim de semana eu ia me vingar com força.
Lá pelas quatro da tarde, eu tava puta e derrotada na frente da TV, quando, milagrosamente, recebi uma mensagem de um cara desconhecido dizendo que meu número foi passado por um amigo e me perguntando se eu queria ir jantar. Já ia recusar, mas minha buceta ainda não tinha comido nada, então marquei num parque perto de um motelzinho daqueles que cobram por hora.
Como tava calor, me vesti com uma blusa sexy de alcinha que deixava ver meu sutiã de renda segurando meus peitos, saia jeans com uma tanga que sumia no meio da minha bunda e me violentava cada vez que eu andava. Saí de casa pronta pra aproveitar aquele cara que parecia ter caído do céu.
Quando cheguei no parque, ele já tava me esperando. Nos cumprimentamos com um aperto de mão enquanto ele perguntava onde eu queria jantar. Apontei com o dedo pro motel e, sem mais delongas, fomos de mãos dadas pra dentro. Ele entrou na recepção, onde tinha um senhor que parecia puto ou bravo, e eu passei reto pra evitar que me olhassem. Enquanto esperava, pensei que era a primeira vez que entrava andando num motel.
Entramos no quarto e fiquei nervosa. Sentei na cama e ele no sofá. Antes de tirarmos a roupa, ele disse que tinha um amigo com quem a gente podia fazer um menage. A ideia me agradou, mas não era necessário. "Hora de se despir", falei, e soltei uma risada. Tirei a blusa, o sutiã e a saia, fiquei só na tanga e me deitei na cama. Ele beijou meus peitos por um tempo, depois abriu minhas pernas e afastou a tanga de lado. Latanga dizendo que tava bem molhada, enfiava e tirava os dedos até que meteu a língua percorrendo meus lábios da buceta até o cu, acabei tirando a calcinha fio dental eu mesma e tava molhada mesmo.
Finalmente ele tirou a salsicha dele que era de um tamanho bom, uma cabeça bem roçada que na hora eu levei pra boca e, mesmo sem precisar fazer muito porque já tava bem dura, eu adorava ver ele tremer e gemer quando minha língua passava pela cabecinha dele. Ele subiu em mim e se masturbou nos meus peitos.
Me colocou de lado e começou a me penetrar devagar até aumentar o ritmo, meus peitos balançavam enquanto as bolas dele batiam na minha buceta. Trocamos de posição pra eu montar nele, pulando devagar em cima enquanto as mãos dele seguravam meus peitos e ele mordia meus bicos duros.
Fizemos todas as posições, mas ele também me colocou numa que eu não conhecia e prometeu me fazer gritar. Montei de costas pra ele e ele segurou minha cintura, começou devagar até acelerar muito, sentia meus lábios da buceta queimando. Pra terminar, abriu minhas pernas e me penetrou, e quando foi gozar, espirrou tudo nos meus peitos, todo aquele semen gostoso.
Depois de descansar, voltamos a transar até o amanhecer e nos despedimos com a ideia de fazer um menage.
Abraços, galera.
Lá pelas quatro da tarde, eu tava puta e derrotada na frente da TV, quando, milagrosamente, recebi uma mensagem de um cara desconhecido dizendo que meu número foi passado por um amigo e me perguntando se eu queria ir jantar. Já ia recusar, mas minha buceta ainda não tinha comido nada, então marquei num parque perto de um motelzinho daqueles que cobram por hora.
Como tava calor, me vesti com uma blusa sexy de alcinha que deixava ver meu sutiã de renda segurando meus peitos, saia jeans com uma tanga que sumia no meio da minha bunda e me violentava cada vez que eu andava. Saí de casa pronta pra aproveitar aquele cara que parecia ter caído do céu.
Quando cheguei no parque, ele já tava me esperando. Nos cumprimentamos com um aperto de mão enquanto ele perguntava onde eu queria jantar. Apontei com o dedo pro motel e, sem mais delongas, fomos de mãos dadas pra dentro. Ele entrou na recepção, onde tinha um senhor que parecia puto ou bravo, e eu passei reto pra evitar que me olhassem. Enquanto esperava, pensei que era a primeira vez que entrava andando num motel.
Entramos no quarto e fiquei nervosa. Sentei na cama e ele no sofá. Antes de tirarmos a roupa, ele disse que tinha um amigo com quem a gente podia fazer um menage. A ideia me agradou, mas não era necessário. "Hora de se despir", falei, e soltei uma risada. Tirei a blusa, o sutiã e a saia, fiquei só na tanga e me deitei na cama. Ele beijou meus peitos por um tempo, depois abriu minhas pernas e afastou a tanga de lado. Latanga dizendo que tava bem molhada, enfiava e tirava os dedos até que meteu a língua percorrendo meus lábios da buceta até o cu, acabei tirando a calcinha fio dental eu mesma e tava molhada mesmo.
Finalmente ele tirou a salsicha dele que era de um tamanho bom, uma cabeça bem roçada que na hora eu levei pra boca e, mesmo sem precisar fazer muito porque já tava bem dura, eu adorava ver ele tremer e gemer quando minha língua passava pela cabecinha dele. Ele subiu em mim e se masturbou nos meus peitos.
Me colocou de lado e começou a me penetrar devagar até aumentar o ritmo, meus peitos balançavam enquanto as bolas dele batiam na minha buceta. Trocamos de posição pra eu montar nele, pulando devagar em cima enquanto as mãos dele seguravam meus peitos e ele mordia meus bicos duros.
Fizemos todas as posições, mas ele também me colocou numa que eu não conhecia e prometeu me fazer gritar. Montei de costas pra ele e ele segurou minha cintura, começou devagar até acelerar muito, sentia meus lábios da buceta queimando. Pra terminar, abriu minhas pernas e me penetrou, e quando foi gozar, espirrou tudo nos meus peitos, todo aquele semen gostoso.
Depois de descansar, voltamos a transar até o amanhecer e nos despedimos com a ideia de fazer um menage.
Abraços, galera.
0 comentários - minha buceta faminta