No dia seguinte, ela me escreve que na cabana da praia ao meio-dia ela estaria lá. Eu estava pensando no que a gente tinha conversado e no que estávamos fazendo, porque eu precisava provar outras mulheres. Ela não queria que eu ficasse com outras mulheres por medo de me perder ou tinha outro motivo. Quando cheguei na cabana, ela já estava lá, vestida de policial, e falou com força: "Você está preso por me pegar e me deixar com vontade de muito mais." Eu só tentei rir, quando ela tirou um chicote, me deu umas chicotadas na perna e pulou em cima de mim, me algemou e disse: "Ontem você me usou como quis, hoje é minha vez." Ela tirou toda a minha roupa, começou a dançar e falou: "O senhor está ciente de que tem um pênis gostoso e saboroso?" Aí ela começou a chupar meu pau, mostrou os peitos e disse: "Também acuso o senhor de não satisfazer uma mulher." Ela tirou a fantasia, sentou em cima de mim, roçou meu pau na perna dela e de repente enfiou no meu cu e disse: "Hoje você tem que arrebentar meu cu." Ela só queria isso, só queria que eu metesse no rabo dela, porque eu nunca tinha enfiado meu pau no cu de ninguém. Ela me soltou e a gente continuou. Eu tentei seguir o jogo e falei: "Agora, policial, descobri que você é uma putinha. Eu sei como tratar uma vadia como você." Dei um tapa nela, empurrei e falei que agora ela ia ver como eu ia fazer dela minha, porque lembrei que ela gosta de ser maltratada. Em cima de uma mesa estava a parada que eu usei ontem. Peguei, liguei na tomada, dei palmadas nela até deixar a bunda bem vermelha, depois mijei nela, peguei o vibrador, coloquei dentro dela no máximo, amarrei as mãos dela e meti meu pau no cu dela, dizendo que ela era minha puta e que eu trato assim minhas putas. Ela só gritava e chorava. Quando vi que ela estava chorando, pensei que tinha passado dos limites e machucado ela, mas ela deu um grito e falou para eu continuar e tratar ela como a puta dela. Ela gozou várias vezes seguidas, e eu gozei no cu dela. E ela me diz "quero mais". Eu dou outro tapa nela e falo: "limpa primeiro, puta". Ela começou a limpar rápido, não demorou mais de 5 minutos. Aí peguei ela e falei que ela era minha puta. E ela só tem que dizer sim pra todos eles, eles dizem "sim, love". Então, no resto do tempo, tratei ela pior, mas não deixei ela tocar no meu pau. Ela implorou pra deixar ela chupar meu pau, mas não deixei. E falei: "Aqui perto tem uma praia de nudismo. Amanhã quero que você vista algo bem puta". Ela disse "sim, ok". Quando ela pensou que podia se trocar pra ir pra casa dela, eu peguei os celulares, a carteira e a chave da cabana, deixei ela sozinha, desci, peguei o carro dela e fui pra minha casa. Já na minha casa, pensei: será que ela ficou puta? Será que a família dela vai se preocupar? Tudo passou pela minha cabeça. Era meia-noite quando peguei o carro, saí com cuidado, liguei e fui ver como ela estava. Quando cheguei, ela estava se tocando. Entro e ela diz: "Demorou, amor". Eu chego e pergunto como ela sabia que eu voltaria. Ela diz que sabia que eu ia pensar que ela ficaria brava, mas ela fala: "Já que você voltou, pode meter seu pau aqui". Aí eu fiquei puto porque ela previu meus movimentos. Continuei tratando ela como puta até o sol nascer.
0 comentários - Minha patroa ou minha mulher 4