Desde que aquele desgraçado do meu pai nos abandonou, fui obrigado a ser o apoio emocional da minha mãe. Ela passou dias, semanas e meses triste, enquanto eu me virava nos trinta para dar conta da faculdade e ao mesmo tempo estar presente e ajudá-la com o peso das tarefas de casa. Não foi fácil, mas serviu para nos aproximar e nos conhecermos melhor.
Uma coisa que me permitiu ter esse tempo foi ter terminado com a minha namorada. É irônico estar agradecendo por algo que me fez sofrer tanto, mas a verdade é que já estou melhor e, se ainda estivesse namorando, dificilmente teria tido tempo para me dedicar com calma a ser um bom estudante e um bom filho.
Não tinha mencionado, mas estudo arte. Isso mesmo, tomei a arriscada decisão de transformar minha paixão em meu trabalho. Até agora, tudo deu certo, mas com essa história de quarentena surgiram alguns problemas. Justo agora estamos passando pela unidade de desenho de nus, e por mais que, dadas as circunstâncias, estejam permitindo usar fotos tiradas da internet, a sensação não é a mesma. É diferente tentar capturar a vida num retrato, a pele vibrante que não cabe nas fotografias. Então comecei a pensar no que poderia fazer a respeito, e uma ideia me veio à cabeça, embora eu a tenha descartado na hora — era um pensamento ridículo.
Como eu disse, depois da separação dos meus pais, tive que me aproximar muito mais dela, o que se intensificou com a quarentena, já que passamos meses juntos. Conversamos por horas e, aos poucos, deixamos de falar como mãe e filho e passamos a ser dois amigos que batem papo sobre qualquer coisa, realmente, qualquer coisa. Isso fica ainda mais evidente quando, antes de dormir, tomamos uns copos de vinho, como ontem à tarde, quando lá pelas 8 da noite abrimos uma garrafa e sentamos à mesa, como quase todo fim de semana:
— Ei, mãe, cê vem?
— Já vou, tô colocando o pijama, tá um calorão. pra ficar de roupa.
- Ok, se você não chegar rápido, vou ter que beber a garrafa sozinho hahaha
Mas ela chegou rápido, vi ela descendo a escada com cuidado, segurando no corrimão (era uma escada inclinada, então a precaução era justificada). Ela tava usando um pijama curto, preto, daqueles que são meio transparentes e vão até a metade da coxa, a seda fina caía sobre o corpo dela e desenhava os contornos. Pra idade dela tava bom, pra qualquer idade tava bom. A parte de cima do pijama apertava contra os peitos dela, e aquela seda tão solta ficava totalmente esticada, os peitos dela eram grandes, generosos (quando abraço ela, sinto eles apertados contra mim, me separando dela).
Ela tava magra, na quarentena a gente dedicou tempo pra malhar junto, com aqueles vídeos do YouTube que vão mostrando os exercícios, e dava pra ver que o treino tinha funcionado, porque a seda descia pela cintura dela como se estivesse acariciando, e se abria pra seguir o contorno do quadril dela.
Pode parecer surpreendente que ela tenha se vestido tão ousadamente, mas a verdade é que depois de tanto tempo juntos, a gente foi se relaxando, e os limites do normal foram se afastando. Pra mim, por exemplo, é normal andar de cueca e sem camisa pela casa, e pra ela é normal descer a escada com aquele pijama curto, macio e quase transparente. Foi isso que eu vi até a gente sentar na mesa.
- Tive que vestir esse pijama, o calor tá insuportável.
- Diz isso pra mim, tive que sair de tarde, e acho até que me queimei.
- Te falei pra passar protetor.
- Hahaha, já tô meio velho pra você me repreender assim.
- Tá bom, mas da próxima lembra disso.
- Ei, e como é que tá com aquele cara que você conheceu na internet?
- Mmm, acho que bem, mas tem uns problemas.
- Como assim?
- Mmm, a verdade é que me dá um pouco de vergonha te contar.
- Fala, mãe, sem problema, pode me contar qualquer coisa.
- Bom haha, mas deixa eu tomar um pouco de vinho, talvez assim eu crio coragem.
- Então é hora de um brinde
- E por que vamos brindar?
- Ehh, já sei, porque o treino que a gente vem seguindo tá dando resultado, é só ver o corpaço que você tem.
Parece que meu pai não esperava por esse comentário, porque ficou vermelho e baixou o olhar pra mesa, meio sem saber o que responder, depois me disse:
- Ah, muito obrigada, mas você também não fica atrás, já que anda sempre sem camisa pela casa, eu reparei como seu tronco foi ficando mais definido.
Agora fui eu que fiquei vermelho:
- Sério que você acha? Muito obrigado.
- Não fica nervoso, haha, como você quer que eu não perceba, se eu te vejo todo dia, não sei como você não tá namorando alguém, qualquer uma ia querer ficar com você.
- Qualquer uma? Acho que não, bom… tão em tempos difíceis pra essas coisas, mas, ei, a gente tava falando de você. Qual é o problema com o cara da internet?
Nessa altura, nós dois já távamos um pouco bêbados, então as palavras saíam com mais facilidade:
- É, bom, olha, o que acontece é que, como a gente não pode se ver muito, às vezes a gente troca mensagens um tanto… quentes, e ele me pede pra mandar fotos, eu quero fazer, mas não tenho coragem, não sei como fazer, tenho medo de que ele não goste.
- Isso é super normal, entendo que talvez seja novo pra você, mas não tem motivo pra se preocupar, muito menos se sentir insegura, como eu disse, você tem um corpaço, e bastaria mandar uma foto pra ele ficar louco.
- Hahaha, você é tão bom comigo, sempre me animando, mesmo que seja com mentiras.
Por vários motivos, minha mãe não tinha noção do quão gostosa era, então era preciso lembrar ela de vez em quando. E eu tinha isso bem claro, já que tanto tempo trancado com ela, solteiro, sem outra liberação além da minha mão cansada de tanto me dar o prazer vazio das punhetas de todo dia, era inevitável começar a olhar pra ela com outros olhos, porque ela era uma mulher, era Um corpo que passava do meu lado com seus peitos, sua bunda, sua cintura, seu quadril, e não era eu, eram meus olhos que a seguiam quase deixando um rastro de baba, por isso eu disse:
- Não são mentiras, você está no seu melhor momento, por favor, se olha no espelho, olha como você fica bem com esse pijama, olha como marca seu quadril, olha suas coxas lindas, e sua cintura, olha como o pijama cai na sua cintura…
Parei ali, percebi que estava falando demais, pensando em voz alta, aproveitando o tempo para recrear meu olhar no corpo dela, percorrê-lo com os olhos como a seda do pijama percorria. Logo depois de me calar, senti um volume crescer na minha calça, e vi como os dois mamilos dela apareciam e marcavam o pijama, levantando a seda. Meu pau subiu, os mamilos dela subiram e a gente se levantou das cadeiras.
- Mãe, desculpa se passei da conta com o que falei… só queria te fazer sentir melhor.
- Não se preocupa, na verdade, agradeço, gosto de saber que posso causar isso num homem. Já tô com sono, boa noite.
Bem antes de chegar na escada, ela se virou e disse:
- Talvez eu aproveite o embalo do vinho pra tirar umas fotos kkkk
E foi embora, enquanto isso, eu olhava a bunda dela subindo a escada, dava pra ver de leve a calcinha fio dental que o pijama escondia, mas foi o suficiente pra minha ereção chegar no talo. Deixei as taças na pia e fui correndo pro banheiro bater a melhor punheta da minha vida.
No dia seguinte, a gente se encontrou na cozinha pra tomar café, se cumprimentou, mas não conversou muito, pelo contrário, um silêncio estranho tomou conta, até que ela me olhou e disse:
- Já sei o que você quer perguntar, e vou responder: sim, tirei as fotos e já mandei, ele adorou (quando disse isso, sorriu), obrigada por me dar o empurrão.
- Não ia te perguntar isso kkk, mas mesmo assim, parabéns. Minhas aulas começam em 5 minutos, tenho que ir pro meu quarto, tenha um bom dia. Sorte nas tuas aulas.
Cheguei atrasado pra aula, porque quando vi minha mãe de novo, não pude evitar outra ereção, e precisei me livrar daquilo pra ficar tranquilo, pra conseguir pensar em outra coisa.
Assim que entrei no banheiro, percebi que ela tinha deixado o celular em cima da penteadeira. Fiquei parado por uns segundos, eletrificado por uma ideia repentina. Peguei o celular rapidinho e, de tão nervoso, quase deixei cair das mãos. Entrei na galeria de fotos e encontrei o que tava procurando.
Lá estava ela, minha mãe, em glória e majestade, como nunca tinha visto. Eram três fotos. Na primeira, ela aparecia de frente, de pé, com os pés um pouco afastados, levantando o pijama com uma mão, o suficiente pra mostrar a barriga lisa, o umbigo, a curva da cintura e do quadril, e uma calcinha fio-dental preta. Dei zoom com os dedos pra ver de perto, e o que vi foi uma mancha de umidade na buceta dela. Fiquei com água na boca, me imaginava lambendo ela, saboreando.
Não entendia o que tava acontecendo comigo, mas minha mão entendia, porque eu tava me masturbando feito um louco. A segunda foto era um close dos peitos dela, de cima só dava pra ver o pescoço e de baixo a foto ia até um pouco acima do umbigo. Lá estavam os peitos dela, generosos, grandes, um pouco caídos por causa da idade, mas igualmente deliciosos. Lá estavam os mamilos eretos que eu vi na noite anterior na mesa, rodeados por uma auréola meio escura. Não sei o que tava rolando comigo, mas sentia uma necessidade física de dedicar o resto da minha vida a lamber os mamilos dela até fazê-la gritar.
Finalmente, de repente, gozei e me vi ali, no banheiro, sozinho, culpado e sujo. Pra purificar minha alma e meu corpo, decidi tomar um banho. Me despi e fui jogando minhas roupas no cesto de roupa suja, foi quando percebi que ali estava a calcinha da minha mãe, a calcinha preta fio-dental, a mesma da foto.
A culpa se dissipou e foi substituída por um tesão incontrolável que me obrigou a Pegá-la e levá-la ao meu rosto, apertando, espremendo, pra sentir o cheiro da umidade dela, pra saborear o prazer dela, pra fechar os olhos e me jogar no corpo dela, pra sentir a porta se abrindo, e o grito da minha mãe ao me ver seminu, cheirando a calcinha dela, com uma ereção foda esticando meu pijama. Ela fechou a porta e foi embora.
Naquele mesmo dia, à tarde, quando se aproximava a hora da nossa conversa de sempre, um clima estranho pairava pela casa, e eu não tinha coragem de sair do meu quarto.
Lá pelas sete e meia da noite, minha mãe bateu na minha porta. Eu respondi na hora:
- Tô com muita lição, tô ocupado.
- Ok, filho, entendo, só quero que você saiba que não tem problema nenhum com o que aconteceu de manhã. É normal, entendo que você tem suas necessidades, ainda mais com essa quarentena que não dá pra fazer nada, não se preocupa.
Eu fiquei calado, mas me senti aliviado. Tinha tirado um peso das minhas costas.
Na manhã seguinte, a gente se encontrou na cozinha pra tomar café. Meu desconforto inicial foi passando conforme eu percebia a naturalidade com que ela agia, com a alegria matinal de sempre, como se nada tivesse acontecido. Depois de me dar bom dia, ela perguntou sobre a lição que me deixava tão ocupado:
- Bom, como você sabe, tô na unidade de desenho de nus, e faltam poucos dias pra entrega e não sei bem o que fazer.
- Por que não?
- É que a gente devia fazer com uma foto, mas é bem frustrante e não parece nada com uma experiência real, com o desafio de retratar um corpo vivo. Não sei bem como explicar.
Minha mãe ficou pensativa, olhando pro café dela, e depois de alguns segundos falou:
- É, talvez seja estranho, mas como é algo totalmente acadêmico, acho que não tem problema. Se você quiser, posso ser sua modelo. Sabe que tô disposta a te ajudar no que puder, e se você precisa disso, não tenho problema em deixar você me... desenhos... nua.
Fiquei em silêncio, estupefato, sem saber o que dizer. Mas não precisei falar nada, porque ela falou primeiro.
- Tá bom hoje à tarde?
- Ehh... Sim, muito obrigado.
A tarde chegou, e eu a esperava com a tela montada na sala de estar, em frente ao sofá. Minha mãe saiu do quarto com o pijama preto da outra vez. Mas, dessa vez, minha atenção desviava do pijama como se fosse um obstáculo que me afastava do que estava por trás, da pele dela.
Nos cumprimentamos com um pouco de vergonha e comecei a explicar o que ela precisava fazer. A ideia era que ela se deitasse no sofá. E, de vez em quando, eu daria pequenas sugestões, para poder desenhá-la de diferentes ângulos. Ela me ouvia com atenção, balançando a cabeça. E assim que terminei minhas instruções preliminares, ela se despiu devagar. Tirou o pijama, de uma peça só, pela parte de cima, então pude ver o corpo dela surgindo lentamente. A barriga, os peitos, empurrados para cima pelo atrito do camisola, e depois balançando um pouco, até ficarem parados, relaxados, o que nos fez soltar uma risada nervosa. A única peça que restava era a calcinha fio dental preta, e, sem eu pedir, ela tirou e deixou no chão.
Ela estava deitada de lado, me olhando. As pernas cruzadas. Comecei pela parte de cima. Gostava de imaginar que o pincel acariciava o corpo dela. Conforme o tempo passava, os mamilos dela iam aparecendo, como se fossem chamados pelo ar, como se estivessem felizes por estarem sendo retratados. Depois de tanto silêncio, senti que precisava dizer algo, qualquer coisa:
- Parece que tá frio.
Ela riu e me disse, com uma seriedade inesperada:
- Não, o estranho é que não tá fazendo nada de frio.
Envolvido no trabalho, os minutos voavam. Às vezes, a concentração me afastava até do desejo que crescia dentro da minha cueca. Mas de vez em quando eu parava para olhar pra ela, já não com olhos de artista, mas de homem, sedento, desejoso, ansioso pra largar tudo. o pincel e pegar meu pau, pra pintar o corpo inteiro dela com meu gozo. E aí eu me assustava, envergonhado de me deixar levar por aquelas fantasias safadas.
Já tinha terminado o primeiro esboço. Pedi, então, que ela se virasse, mas sem mudar a posição do corpo. Agora eu via a cabeleira preta dela caindo de lado, a nuca, as costas suaves, delicadas. E a curva do quadril, que meus olhos subiam e desciam, como numa montanha-russa. E, claro, a bunda dela, não muito grande, mas bem feita, firme. Dava vontade de apertar, de morder, de deixar a marca leve dos meus dentes, como a assinatura de um artista que finaliza a obra. Assim o tempo foi passando e as posições.
- Agora deita de costas, com o braço esquerdo cruzando o rosto.
- Agora de lado, com os joelhos no peito.
- Agora de frente, deixando o cabelo cair sobre os peitos.
Nessa altura, já tinha cumprido, e com sobra, o que o relatório pedia. Mas não queria parar de olhar pra ela e, por outro lado, me tentava a possibilidade de continuar dando instruções, sabendo que ela obedeceria sem reclamar.
- Já falta pouco. Agora me olha de frente. Sim, assim mesmo. Abre um pouco as pernas, mais um pouco. Excelente, você faz muito bem, mãe.
Eu podia ver a buceta dela, podia ver o começo molhado da ppk dela, os pelos pubianos, a marca de uma mulher de verdade, um convite à ousadia.
- Pronto, mãe. Muito obrigado. Abre mais um pouco as pernas. Suas mãos no pescoço, por favor. Bem. Fecha os olhos. Deixa sua mão deslizar até seus peitos, que caia suavemente pela sua pele. Acaricia seus mamilos com as costas dos dedos. Agora rodeia eles, em círculos. Sim, assim, exatamente assim.
Ela começava a respirar ofegante, soltando gemidinhos, quase imperceptíveis.
- Você faz muito bem. Aperta seus mamilos um pouco. Não tão forte, só um pouco. Como se alguém te desse uma mordida tímida ali, bem ali.
A intensidade dos gemidos dela aumentava. Devagar.
- Passa suas mãos pela sua pele. Desce. Percorre sua barriga. Se dá tempo de acariciar sua cintura. Continua.
A mão dele vai perigosamente em direção à virilha dela.
- Não! Ainda não. Coloca as mãos nas suas coxas. Com as costas das mãos, acaricia a parte de dentro. Suave. Ainda não. Quando eu mandar, mamãe, quando eu mandar. Chega devagarzinho, devagarzinho. Não! Ainda não. Enfia os dedos na boca. Enche eles de saliva. Agora sim. Toca sua buceta. De cima pra baixo, trata ela com carinho. Deixa eu ver ela. Acaricia seu clitóris, igual seus mamilos, em círculos, em círculos.
Nessa altura, ela já gemia a plenos pulmões, sem se reprimir de jeito nenhum. De repente, parou e abriu os olhos. Olhou em volta, surpresa, como se estivesse acordando. Como se, só agora, se desse conta de onde estava, do que estava fazendo. Pegou a roupa, se levantou e foi, rapidamente, para o quarto dela. Tudo terminou com um portão batendo.
Uma coisa que me permitiu ter esse tempo foi ter terminado com a minha namorada. É irônico estar agradecendo por algo que me fez sofrer tanto, mas a verdade é que já estou melhor e, se ainda estivesse namorando, dificilmente teria tido tempo para me dedicar com calma a ser um bom estudante e um bom filho.
Não tinha mencionado, mas estudo arte. Isso mesmo, tomei a arriscada decisão de transformar minha paixão em meu trabalho. Até agora, tudo deu certo, mas com essa história de quarentena surgiram alguns problemas. Justo agora estamos passando pela unidade de desenho de nus, e por mais que, dadas as circunstâncias, estejam permitindo usar fotos tiradas da internet, a sensação não é a mesma. É diferente tentar capturar a vida num retrato, a pele vibrante que não cabe nas fotografias. Então comecei a pensar no que poderia fazer a respeito, e uma ideia me veio à cabeça, embora eu a tenha descartado na hora — era um pensamento ridículo.
Como eu disse, depois da separação dos meus pais, tive que me aproximar muito mais dela, o que se intensificou com a quarentena, já que passamos meses juntos. Conversamos por horas e, aos poucos, deixamos de falar como mãe e filho e passamos a ser dois amigos que batem papo sobre qualquer coisa, realmente, qualquer coisa. Isso fica ainda mais evidente quando, antes de dormir, tomamos uns copos de vinho, como ontem à tarde, quando lá pelas 8 da noite abrimos uma garrafa e sentamos à mesa, como quase todo fim de semana:
— Ei, mãe, cê vem?
— Já vou, tô colocando o pijama, tá um calorão. pra ficar de roupa.
- Ok, se você não chegar rápido, vou ter que beber a garrafa sozinho hahaha
Mas ela chegou rápido, vi ela descendo a escada com cuidado, segurando no corrimão (era uma escada inclinada, então a precaução era justificada). Ela tava usando um pijama curto, preto, daqueles que são meio transparentes e vão até a metade da coxa, a seda fina caía sobre o corpo dela e desenhava os contornos. Pra idade dela tava bom, pra qualquer idade tava bom. A parte de cima do pijama apertava contra os peitos dela, e aquela seda tão solta ficava totalmente esticada, os peitos dela eram grandes, generosos (quando abraço ela, sinto eles apertados contra mim, me separando dela).
Ela tava magra, na quarentena a gente dedicou tempo pra malhar junto, com aqueles vídeos do YouTube que vão mostrando os exercícios, e dava pra ver que o treino tinha funcionado, porque a seda descia pela cintura dela como se estivesse acariciando, e se abria pra seguir o contorno do quadril dela.
Pode parecer surpreendente que ela tenha se vestido tão ousadamente, mas a verdade é que depois de tanto tempo juntos, a gente foi se relaxando, e os limites do normal foram se afastando. Pra mim, por exemplo, é normal andar de cueca e sem camisa pela casa, e pra ela é normal descer a escada com aquele pijama curto, macio e quase transparente. Foi isso que eu vi até a gente sentar na mesa.
- Tive que vestir esse pijama, o calor tá insuportável.
- Diz isso pra mim, tive que sair de tarde, e acho até que me queimei.
- Te falei pra passar protetor.
- Hahaha, já tô meio velho pra você me repreender assim.
- Tá bom, mas da próxima lembra disso.
- Ei, e como é que tá com aquele cara que você conheceu na internet?
- Mmm, acho que bem, mas tem uns problemas.
- Como assim?
- Mmm, a verdade é que me dá um pouco de vergonha te contar.
- Fala, mãe, sem problema, pode me contar qualquer coisa.
- Bom haha, mas deixa eu tomar um pouco de vinho, talvez assim eu crio coragem.
- Então é hora de um brinde
- E por que vamos brindar?
- Ehh, já sei, porque o treino que a gente vem seguindo tá dando resultado, é só ver o corpaço que você tem.
Parece que meu pai não esperava por esse comentário, porque ficou vermelho e baixou o olhar pra mesa, meio sem saber o que responder, depois me disse:
- Ah, muito obrigada, mas você também não fica atrás, já que anda sempre sem camisa pela casa, eu reparei como seu tronco foi ficando mais definido.
Agora fui eu que fiquei vermelho:
- Sério que você acha? Muito obrigado.
- Não fica nervoso, haha, como você quer que eu não perceba, se eu te vejo todo dia, não sei como você não tá namorando alguém, qualquer uma ia querer ficar com você.
- Qualquer uma? Acho que não, bom… tão em tempos difíceis pra essas coisas, mas, ei, a gente tava falando de você. Qual é o problema com o cara da internet?
Nessa altura, nós dois já távamos um pouco bêbados, então as palavras saíam com mais facilidade:
- É, bom, olha, o que acontece é que, como a gente não pode se ver muito, às vezes a gente troca mensagens um tanto… quentes, e ele me pede pra mandar fotos, eu quero fazer, mas não tenho coragem, não sei como fazer, tenho medo de que ele não goste.
- Isso é super normal, entendo que talvez seja novo pra você, mas não tem motivo pra se preocupar, muito menos se sentir insegura, como eu disse, você tem um corpaço, e bastaria mandar uma foto pra ele ficar louco.
- Hahaha, você é tão bom comigo, sempre me animando, mesmo que seja com mentiras.
Por vários motivos, minha mãe não tinha noção do quão gostosa era, então era preciso lembrar ela de vez em quando. E eu tinha isso bem claro, já que tanto tempo trancado com ela, solteiro, sem outra liberação além da minha mão cansada de tanto me dar o prazer vazio das punhetas de todo dia, era inevitável começar a olhar pra ela com outros olhos, porque ela era uma mulher, era Um corpo que passava do meu lado com seus peitos, sua bunda, sua cintura, seu quadril, e não era eu, eram meus olhos que a seguiam quase deixando um rastro de baba, por isso eu disse:
- Não são mentiras, você está no seu melhor momento, por favor, se olha no espelho, olha como você fica bem com esse pijama, olha como marca seu quadril, olha suas coxas lindas, e sua cintura, olha como o pijama cai na sua cintura…
Parei ali, percebi que estava falando demais, pensando em voz alta, aproveitando o tempo para recrear meu olhar no corpo dela, percorrê-lo com os olhos como a seda do pijama percorria. Logo depois de me calar, senti um volume crescer na minha calça, e vi como os dois mamilos dela apareciam e marcavam o pijama, levantando a seda. Meu pau subiu, os mamilos dela subiram e a gente se levantou das cadeiras.
- Mãe, desculpa se passei da conta com o que falei… só queria te fazer sentir melhor.
- Não se preocupa, na verdade, agradeço, gosto de saber que posso causar isso num homem. Já tô com sono, boa noite.
Bem antes de chegar na escada, ela se virou e disse:
- Talvez eu aproveite o embalo do vinho pra tirar umas fotos kkkk
E foi embora, enquanto isso, eu olhava a bunda dela subindo a escada, dava pra ver de leve a calcinha fio dental que o pijama escondia, mas foi o suficiente pra minha ereção chegar no talo. Deixei as taças na pia e fui correndo pro banheiro bater a melhor punheta da minha vida.
No dia seguinte, a gente se encontrou na cozinha pra tomar café, se cumprimentou, mas não conversou muito, pelo contrário, um silêncio estranho tomou conta, até que ela me olhou e disse:
- Já sei o que você quer perguntar, e vou responder: sim, tirei as fotos e já mandei, ele adorou (quando disse isso, sorriu), obrigada por me dar o empurrão.
- Não ia te perguntar isso kkk, mas mesmo assim, parabéns. Minhas aulas começam em 5 minutos, tenho que ir pro meu quarto, tenha um bom dia. Sorte nas tuas aulas.
Cheguei atrasado pra aula, porque quando vi minha mãe de novo, não pude evitar outra ereção, e precisei me livrar daquilo pra ficar tranquilo, pra conseguir pensar em outra coisa.
Assim que entrei no banheiro, percebi que ela tinha deixado o celular em cima da penteadeira. Fiquei parado por uns segundos, eletrificado por uma ideia repentina. Peguei o celular rapidinho e, de tão nervoso, quase deixei cair das mãos. Entrei na galeria de fotos e encontrei o que tava procurando.
Lá estava ela, minha mãe, em glória e majestade, como nunca tinha visto. Eram três fotos. Na primeira, ela aparecia de frente, de pé, com os pés um pouco afastados, levantando o pijama com uma mão, o suficiente pra mostrar a barriga lisa, o umbigo, a curva da cintura e do quadril, e uma calcinha fio-dental preta. Dei zoom com os dedos pra ver de perto, e o que vi foi uma mancha de umidade na buceta dela. Fiquei com água na boca, me imaginava lambendo ela, saboreando.
Não entendia o que tava acontecendo comigo, mas minha mão entendia, porque eu tava me masturbando feito um louco. A segunda foto era um close dos peitos dela, de cima só dava pra ver o pescoço e de baixo a foto ia até um pouco acima do umbigo. Lá estavam os peitos dela, generosos, grandes, um pouco caídos por causa da idade, mas igualmente deliciosos. Lá estavam os mamilos eretos que eu vi na noite anterior na mesa, rodeados por uma auréola meio escura. Não sei o que tava rolando comigo, mas sentia uma necessidade física de dedicar o resto da minha vida a lamber os mamilos dela até fazê-la gritar.
Finalmente, de repente, gozei e me vi ali, no banheiro, sozinho, culpado e sujo. Pra purificar minha alma e meu corpo, decidi tomar um banho. Me despi e fui jogando minhas roupas no cesto de roupa suja, foi quando percebi que ali estava a calcinha da minha mãe, a calcinha preta fio-dental, a mesma da foto.
A culpa se dissipou e foi substituída por um tesão incontrolável que me obrigou a Pegá-la e levá-la ao meu rosto, apertando, espremendo, pra sentir o cheiro da umidade dela, pra saborear o prazer dela, pra fechar os olhos e me jogar no corpo dela, pra sentir a porta se abrindo, e o grito da minha mãe ao me ver seminu, cheirando a calcinha dela, com uma ereção foda esticando meu pijama. Ela fechou a porta e foi embora.
Naquele mesmo dia, à tarde, quando se aproximava a hora da nossa conversa de sempre, um clima estranho pairava pela casa, e eu não tinha coragem de sair do meu quarto.
Lá pelas sete e meia da noite, minha mãe bateu na minha porta. Eu respondi na hora:
- Tô com muita lição, tô ocupado.
- Ok, filho, entendo, só quero que você saiba que não tem problema nenhum com o que aconteceu de manhã. É normal, entendo que você tem suas necessidades, ainda mais com essa quarentena que não dá pra fazer nada, não se preocupa.
Eu fiquei calado, mas me senti aliviado. Tinha tirado um peso das minhas costas.
Na manhã seguinte, a gente se encontrou na cozinha pra tomar café. Meu desconforto inicial foi passando conforme eu percebia a naturalidade com que ela agia, com a alegria matinal de sempre, como se nada tivesse acontecido. Depois de me dar bom dia, ela perguntou sobre a lição que me deixava tão ocupado:
- Bom, como você sabe, tô na unidade de desenho de nus, e faltam poucos dias pra entrega e não sei bem o que fazer.
- Por que não?
- É que a gente devia fazer com uma foto, mas é bem frustrante e não parece nada com uma experiência real, com o desafio de retratar um corpo vivo. Não sei bem como explicar.
Minha mãe ficou pensativa, olhando pro café dela, e depois de alguns segundos falou:
- É, talvez seja estranho, mas como é algo totalmente acadêmico, acho que não tem problema. Se você quiser, posso ser sua modelo. Sabe que tô disposta a te ajudar no que puder, e se você precisa disso, não tenho problema em deixar você me... desenhos... nua.
Fiquei em silêncio, estupefato, sem saber o que dizer. Mas não precisei falar nada, porque ela falou primeiro.
- Tá bom hoje à tarde?
- Ehh... Sim, muito obrigado.
A tarde chegou, e eu a esperava com a tela montada na sala de estar, em frente ao sofá. Minha mãe saiu do quarto com o pijama preto da outra vez. Mas, dessa vez, minha atenção desviava do pijama como se fosse um obstáculo que me afastava do que estava por trás, da pele dela.
Nos cumprimentamos com um pouco de vergonha e comecei a explicar o que ela precisava fazer. A ideia era que ela se deitasse no sofá. E, de vez em quando, eu daria pequenas sugestões, para poder desenhá-la de diferentes ângulos. Ela me ouvia com atenção, balançando a cabeça. E assim que terminei minhas instruções preliminares, ela se despiu devagar. Tirou o pijama, de uma peça só, pela parte de cima, então pude ver o corpo dela surgindo lentamente. A barriga, os peitos, empurrados para cima pelo atrito do camisola, e depois balançando um pouco, até ficarem parados, relaxados, o que nos fez soltar uma risada nervosa. A única peça que restava era a calcinha fio dental preta, e, sem eu pedir, ela tirou e deixou no chão.
Ela estava deitada de lado, me olhando. As pernas cruzadas. Comecei pela parte de cima. Gostava de imaginar que o pincel acariciava o corpo dela. Conforme o tempo passava, os mamilos dela iam aparecendo, como se fossem chamados pelo ar, como se estivessem felizes por estarem sendo retratados. Depois de tanto silêncio, senti que precisava dizer algo, qualquer coisa:
- Parece que tá frio.
Ela riu e me disse, com uma seriedade inesperada:
- Não, o estranho é que não tá fazendo nada de frio.
Envolvido no trabalho, os minutos voavam. Às vezes, a concentração me afastava até do desejo que crescia dentro da minha cueca. Mas de vez em quando eu parava para olhar pra ela, já não com olhos de artista, mas de homem, sedento, desejoso, ansioso pra largar tudo. o pincel e pegar meu pau, pra pintar o corpo inteiro dela com meu gozo. E aí eu me assustava, envergonhado de me deixar levar por aquelas fantasias safadas.
Já tinha terminado o primeiro esboço. Pedi, então, que ela se virasse, mas sem mudar a posição do corpo. Agora eu via a cabeleira preta dela caindo de lado, a nuca, as costas suaves, delicadas. E a curva do quadril, que meus olhos subiam e desciam, como numa montanha-russa. E, claro, a bunda dela, não muito grande, mas bem feita, firme. Dava vontade de apertar, de morder, de deixar a marca leve dos meus dentes, como a assinatura de um artista que finaliza a obra. Assim o tempo foi passando e as posições.
- Agora deita de costas, com o braço esquerdo cruzando o rosto.
- Agora de lado, com os joelhos no peito.
- Agora de frente, deixando o cabelo cair sobre os peitos.
Nessa altura, já tinha cumprido, e com sobra, o que o relatório pedia. Mas não queria parar de olhar pra ela e, por outro lado, me tentava a possibilidade de continuar dando instruções, sabendo que ela obedeceria sem reclamar.
- Já falta pouco. Agora me olha de frente. Sim, assim mesmo. Abre um pouco as pernas, mais um pouco. Excelente, você faz muito bem, mãe.
Eu podia ver a buceta dela, podia ver o começo molhado da ppk dela, os pelos pubianos, a marca de uma mulher de verdade, um convite à ousadia.
- Pronto, mãe. Muito obrigado. Abre mais um pouco as pernas. Suas mãos no pescoço, por favor. Bem. Fecha os olhos. Deixa sua mão deslizar até seus peitos, que caia suavemente pela sua pele. Acaricia seus mamilos com as costas dos dedos. Agora rodeia eles, em círculos. Sim, assim, exatamente assim.
Ela começava a respirar ofegante, soltando gemidinhos, quase imperceptíveis.
- Você faz muito bem. Aperta seus mamilos um pouco. Não tão forte, só um pouco. Como se alguém te desse uma mordida tímida ali, bem ali.
A intensidade dos gemidos dela aumentava. Devagar.
- Passa suas mãos pela sua pele. Desce. Percorre sua barriga. Se dá tempo de acariciar sua cintura. Continua.
A mão dele vai perigosamente em direção à virilha dela.
- Não! Ainda não. Coloca as mãos nas suas coxas. Com as costas das mãos, acaricia a parte de dentro. Suave. Ainda não. Quando eu mandar, mamãe, quando eu mandar. Chega devagarzinho, devagarzinho. Não! Ainda não. Enfia os dedos na boca. Enche eles de saliva. Agora sim. Toca sua buceta. De cima pra baixo, trata ela com carinho. Deixa eu ver ela. Acaricia seu clitóris, igual seus mamilos, em círculos, em círculos.
Nessa altura, ela já gemia a plenos pulmões, sem se reprimir de jeito nenhum. De repente, parou e abriu os olhos. Olhou em volta, surpresa, como se estivesse acordando. Como se, só agora, se desse conta de onde estava, do que estava fazendo. Pegou a roupa, se levantou e foi, rapidamente, para o quarto dela. Tudo terminou com um portão batendo.
Continua...
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